segunda-feira, maio 18, 2026

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Bahia e Alemanha estreitam laços no agronegócio



Delegação alemã visita agro do Oeste baiano




Foto: Pixabay

A adoção de tecnologias, práticas sustentáveis e soluções inovadoras no campo foi o foco da missão oficial do Ministério Federal da Alimentação, Agricultura e Identidade Regional da Alemanha (BMLEH) ao Oeste da Bahia. A visita, realizada entre os dias 17 e 19 de junho, foi coordenada pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura da Bahia (Seagri), com apoio da Bahiainveste.

Durante a missão, a comitiva alemã percorreu os municípios de Luís Eduardo Magalhães, Formosa do Rio Preto e Riachão das Neves, onde teve contato com iniciativas locais ligadas à agricultura regenerativa, rastreabilidade de produtos, recuperação de pastagens e integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF). O objetivo foi conhecer modelos produtivos sustentáveis e discutir parcerias futuras.

Segundo a Seagri, a agenda também incluiu reuniões para tratar de cooperação nas áreas de bioeconomia, segurança alimentar e energias renováveis. “Estamos estreitando relações que podem gerar oportunidades para produtores baianos e fomentar o intercâmbio de conhecimento e tecnologia entre os dois países”, afirmou a secretaria.

O agronegócio é destaque nas relações comerciais entre a Bahia e a Alemanha. De acordo com dados do governo baiano, em 2024, 66% das exportações para o país europeu foram de farelo de soja. Celulose e café representaram 16% e 13%, respectivamente, enquanto outros produtos agropecuários somaram 6%. Por outro lado, o estado importou majoritariamente maquinários e equipamentos agrícolas da Alemanha, intensificando a troca tecnológica entre os mercados.





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Café de Mandaguari conquista selo de origem e valoriza tradição local



Boa notícia para os agricultores do Noroeste do Paraná: o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) concedeu o selo de Indicação Geográfica (IG), na categoria Denominação de Origem (DO), ao Café de Mandaguari, que combina fatores naturais com o saber-fazer dos produtores, resultando em um produto com identidade única.

Além disso, a conquista é a 20ª Indicação Geográfica concedida ao Paraná e a segunda Denominação de Origem, a primeira foi o mel de Ortigueira.

No entanto, o trabalho para a busca da IG começou em fevereiro de 2022, quando o Sebrae/PR deu início à sensibilização de agentes locais e de produtores para a formação de uma nova associação para a classe.

“O reconhecimento fortalece especialmente os pequenos negócios no campo, gerando oportunidades e impulsionando o desenvolvimento econômico da região”, destaca Luiz Carlos da Silva, consultor do Sebrae/PR.

Além disso, cafeicultores de seis municípios da região noroeste do Paraná ( Mandaguari, Marialva, Jandaia do Sul, Apucarana, Cambira e Arapongas), que representam cerca de 200 propriedades, poderão usufruir do reconhecimento à medida que adotarem as práticas do Caderno de Especificações Técnicas.

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Trabalho coletivo que gera frutos

Com a IG, os produtores que compõem a Associação dos Produtores de Café de Mandaguari (Cafeman), esperam negociar as sacas de café por valores mais elevados e abrir possibilidades de exportação. 

“Nosso objetivo sempre foi valorizar o café que produzimos, e agora queremos incentivar outros agricultores familiares a aperfeiçoarem suas técnicas para também se enquadrarem nas exigências da IG”, diz Fernando Rosseto, produtor rural e presidente da Cafeman.

Com o reconhecimento do Café de Mandaguari, o Paraná alcançou, só neste ano, seis Indicações Geográficas concedidas pelo INPI. Outros 10 produtos paranaenses ainda estão em processo de análise



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Aveia-branca tem coloração pálida por falta de sol



Doenças foliares avançam em lavouras de aveia




Foto: Canva

As condições climáticas adversas têm dificultado o andamento da semeadura e das atividades de manejo da aveia-branca no Rio Grande do Sul. É o que aponta o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (26). Apesar das chuvas intensas, a cultura apresenta bom desenvolvimento vegetativo, embora com coloração verde-pálida nas folhas, atribuída à baixa incidência de luz solar.

Segundo a Emater/RS-Ascar, a estimativa para esta safra é de 401.273 hectares plantados, com produtividade projetada em 2.254 kg por hectare.

Na região de Frederico Westphalen, a semeadura alcançou 97% da área prevista, mas o desenvolvimento das lavouras está atrasado devido à escassa radiação solar. Além disso, o excesso de umidade favoreceu a incidência de doenças, com destaque para o complexo de manchas foliares.

Na regional de Ijuí, os trabalhos de plantio foram concluídos. No entanto, já se observa acamamento em lavouras em fase de emissão de panícula e floração. Produtores relatam dificuldades no controle de plantas daninhas e na aplicação de adubação nitrogenada em cobertura.

Em Passo Fundo, as condições de solo encharcado impediram o avanço da semeadura, que permanece em 40% da área prevista. As lavouras implantadas seguem em fase de desenvolvimento vegetativo.

Na regional de Santa Rosa, a previsão de tempo seco deve permitir a retomada do monitoramento das lavouras. Durante o período chuvoso, o tráfego de equipamentos agrícolas nas áreas cultivadas foi inviabilizado, levando à suspensão das ações de controle fitossanitário.





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Saiba o que mexe com o mercado hoje com a especialista do Diário Econômico


No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca a alta do dólar, que subiu 0,50% e fechou a R$ 5,46, pressionado pela disputa jurídica sobre o IOF e o risco fiscal. O Ibovespa avançou 0,5%, aos 139 mil pontos, sustentado por Vale, Petrobras e setor financeiro.

Lá fora, o dólar perdeu força globalmente, o petróleo subiu e os juros dos Treasuries avançaram após aprovação do orçamento de Trump no Senado.

Hoje, atenção aos dados de emprego nos EUA e à produção industrial no Brasil.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Onda de frio derruba temperaturas e provoca geada; veja a previsão do tempo para hoje



A massa de ar frio de origem polar segue atuando com força nesta quarta-feira (2), derrubando as temperaturas em várias regiões do Brasil.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

Segundo a Climatempo, os efeitos do frio atingem a região Sul, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Rio de Janeiro, além de avançarem até áreas mais ao sul da região Norte, como Rondônia e Acre, onde ocorre o fenômeno conhecido como friagem.

Geada e frio extremo no Sul

No Sul, o amanhecer será gelado, com risco de geada em grande parte do Rio Grande do Sul, centro-oeste e sul de Santa Catarina, além do extremo sul e sudoeste do Paraná.

Porto Alegre pode registrar mínima de apenas 1 °C, enquanto Florianópolis amanhece com 4 °C, ambas com risco de geada. Curitiba permanece nublada, com garoa ou chuva fraca ao longo do dia e máxima de apenas 9 °C nesta quarta-feira, caracterizando uma tarde gelada.

Os meteorologistas apontam a possibilidade de novos recordes de menor temperatura mínima do ano em todas as capitais da região Sul. Apesar do mar agitado na costa do Sul, assim como na do Sudeste, não há alerta de ressaca emitido pela Marinha do Brasil.

Perigo de chuva volumosa no Rio de Janeiro

No Sudeste, a frente fria se afasta da costa, mas a circulação dos ventos do oceano em direção ao continente, somada à atuação de um cavado meteorológico em níveis médios da atmosfera, favorece a ocorrência de chuva persistente no litoral paulista e no estado do Rio de Janeiro. A Climatempo emitiu alerta de perigo para chuva volumosa na capital fluminense.

Em São Paulo, o dia será úmido, com chuva fraca a moderada e temperatura máxima de apenas 14 °C, podendo registrar a tarde mais fria de 2025 até agora.

Amanhecer frio e ar seco no Centro-Oeste

No Centro-Oeste, o amanhecer será gelado no sudoeste e extremo sul de Mato Grosso do Sul, com mínimas mais baixas.

O sul de Mato Grosso terá manhãs frias, mas as temperaturas sobem gradualmente à tarde. Goiás e Distrito Federal terão tempo firme, seco e ensolarado, com umidade relativa do ar abaixo dos 30% no norte goiano, leste e nordeste de Mato Grosso.

Temporais isolados no Norte e Nordeste

No Norte, há previsão de temporais para o norte e noroeste do Amazonas, além da metade oeste de Roraima. Chove de forma moderada a forte no centro-norte do Amazonas, norte do Pará e no Amapá. Por outro lado, a umidade do ar fica abaixo dos 30% no sudeste do Pará, Tocantins, sul do Maranhão, sul do Piauí e interior da Bahia.

No Nordeste, há alerta para temporais no litoral da Paraíba e do Rio Grande do Norte, causados pela infiltração marítima. Também são previstas chuvas fortes no norte do Ceará.

Os meteorologistas alertam para cuidados redobrados com o frio intenso, riscos de geada no Sul, além de chuvas volumosas no Sudeste e temporais isolados em áreas do Norte e Nordeste nesta quarta-feira.



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Fruticultura sofre com alta umidade e queda de frutos



Mamão perde qualidade e banana tem maturação atrasada




Foto: Divulgação

O Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (26) aponta que as condições climáticas adversas vêm impactando a fruticultura em várias regiões do Rio Grande do Sul. Na regional de Ijuí, o aumento da umidade e os dias nublados elevaram a incidência de podridões nos morangos e provocaram queda de frutos nos pomares de citros.

Os preços médios das frutas de mesa permanecem estáveis, conforme informado pela Emater/RS-Ascar: bergamota a R$ 4,00 o quilo, laranja a R$ 4,10 e morango a R$ 35,00.

Em Pelotas, as chuvas dificultaram manejos essenciais, como podas, roçadas e aplicações fitossanitárias, devido ao solo encharcado e ao acesso restrito às lavouras. Apesar disso, o acúmulo de horas de frio foi favorável aos pomares de pêssego, que apresentaram dormência uniforme e redução do inóculo de doenças.

Na regional de Santa Rosa, as rosáceas e videiras entraram na fase de dormência após perda total das folhas. A colheita das nozes segue em andamento, mas a qualidade do mamão foi afetada. Já a maturação dos frutos de banana foi prejudicada pelas temperaturas baixas.

Em Santa Maria, especificamente em Cachoeira do Sul, a colheita das nozes não avançou devido às chuvas, que também causaram queda de frutos, arrastados pelo escoamento para córregos da região.





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Norte pode bater 38°C e Sul registra até -7°C


A chegada de uma nova massa de ar frio deve derrubar as temperaturas em diversas regiões do país nesta semana. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), entre os dias 30 de junho e 7 de julho, os termômetros podem marcar temperaturas negativas no Sul e valores próximos de 0 °C no Sudeste, favorecendo a ocorrência de geadas em áreas de maior altitude.

Segundo o Informativo Meteorológico nº 24/2025, divulgado pelo INMET, o frio mais intenso será sentido nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, onde são previstas mínimas abaixo de 6 °C já a partir de 2 de julho. Nas áreas serranas, as temperaturas podem cair ainda mais, com possibilidade de geadas moderadas a fortes. No dia 25 de junho, por exemplo, os termômetros marcaram -7,8 °C em General Carneiro (PR) e -4,7 °C em Curitibanos (SC).

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Além da Região Sul, o avanço da massa de ar frio também impactará o Sudeste. A partir de 5 de julho, os estados de Minas Gerais e São Paulo devem registrar mínimas abaixo dos 10 °C, especialmente nas áreas mais elevadas, como Monte Verde (MG), onde os termômetros já marcaram -2,9 °C no fim de junho.

No Norte e Nordeste, por outro lado, o calor predomina. As temperaturas máximas devem ultrapassar os 37 °C em estados como Piauí e Tocantins. No dia 25 de junho, Oeiras (PI) registrou 38,8 °C, e Porto Nacional (TO), 37,4 °C. As mínimas, nessas regiões, permanecem elevadas, com valores acima dos 24 °C.

A previsão de chuvas para a semana indica volumes mais expressivos no norte da Região Norte e leste das regiões Sudeste e Nordeste, com acumulados acima de 50 mm. No interior do país, especialmente no Centro-Oeste e áreas do Nordeste, o tempo seguirá seco, com baixa umidade do ar.





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Como manejar a ferrugem alaranjada da cana?



Os primeiros sinais da doença surgem como pequenas pintas alaranjadas



Os primeiros sinais da doença surgem como pequenas pintas alaranjadas
Os primeiros sinais da doença surgem como pequenas pintas alaranjadas – Foto: Canva

A ferrugem alaranjada, provocada pelo fungo Puccinia kuehnii, tem sido uma das doenças foliares mais preocupantes nos canaviais brasileiros durante o período chuvoso. De acordo com o engenheiro agrônomo Dallisson Pontes, a presença do patógeno compromete a fotossíntese da planta, prejudica seu desenvolvimento e impacta negativamente a produtividade da lavoura.

Os primeiros sinais da doença surgem como pequenas pintas alaranjadas na face inferior das folhas. Em pouco tempo, essas lesões evoluem para necrose, reduzindo significativamente a área fotossintética, antecipando a senescência e limitando o acúmulo de sacarose. Isso leva a atrasos no crescimento e à diminuição da longevidade do canavial, o que compromete ciclos futuros de colheita.

Para o controle eficaz da ferrugem alaranjada, Pontes recomenda o uso de fungicidas sistêmicos combinados com aminofosfito de cobre. Essa associação potencializa os efeitos do manejo, com o aminofosfito atuando de forma bioestimulante e sistêmica, fortalecendo o metabolismo da planta e promovendo uma resposta mais eficiente ao estresse biótico. Além disso, ele induz a resistência sistêmica adquirida, estimulando a produção de compostos de defesa que dificultam a infecção de folhas novas.

Nesse contexto, a aplicação conjunta dos produtos é estratégica para proteger o dossel foliar ainda em formação, mantendo a sanidade da planta e favorecendo seu desenvolvimento vegetativo. Esse manejo integrado se mostra essencial para preservar a produtividade e garantir a sustentabilidade dos canaviais em regiões de alta umidade.

 





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Conflito acende alerta no agro



Além dos insumos, as exportações brasileiras também podem ser impactadas



Além dos insumos, as exportações brasileiras também podem ser impactadas
Além dos insumos, as exportações brasileiras também podem ser impactadas – Foto: Divulgação

A escalada das tensões entre Irã e Israel, apesar do cessar-fogo recente, mantém o agronegócio brasileiro em estado de alerta. Com a entrada dos EUA no conflito e ataques ao território iraniano, o cenário geopolítico continua instável e já afeta setores sensíveis como o fornecimento de insumos e a logística internacional. Segundo Felipe Jordy, gerente da Biond Agro, a guerra parece distante, mas as consequências já batem à porta do campo brasileiro.

De acordo com dados da EIA (Administração de Informação de Energia dos EUA), o Irã possui a terceira maior reserva de petróleo do mundo. O aumento do preço do barril — que ultrapassou os US$ 75 — encarece o combustível marítimo e pressiona os custos de importação de fertilizantes e defensivos agrícolas. A ureia iraniana, que responde por cerca de 20% das importações brasileiras, entra na rota de risco, tanto pela elevação do custo quanto pela ameaça de bloqueios logísticos em portos e no estratégico Estreito de Ormuz.

Além dos insumos, as exportações brasileiras também podem ser impactadas. O Irã é um dos principais destinos do milho e da soja nacional. Caso haja sanções ou interrupções na infraestrutura portuária da região, o Brasil pode enfrentar dificuldades para escoar sua supersafra, aumentando a oferta interna e pressionando os preços. “O aumento do petróleo encarece o transporte, eleva o custo de toda cadeia produtiva e pressiona o produtor rural brasileiro em várias frentes”, explica.

Com margens já apertadas e o planejamento da próxima safra em curso, o produtor rural brasileiro vê-se diante de um novo ciclo de incertezas. O momento exige atenção redobrada a riscos externos e estratégias de diversificação de mercados e fornecedores.

“Temos uma supersafra no Brasil, grandes volumes também vindo da Argentina e dos EUA, e agora o risco de perder um importante comprador. O resultado pode ser pressão de preços e margens ainda mais apertadas ao produtor”, finaliza Jordy.

 





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veja os preços da arroba e do atacado hoje



O mercado físico do boi gordo volta a apresentar tentativas de compra em patamares mais baixos.

O analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias conta que, além do adicional de oferta de animais terminados em regime extensivo, a frente fria da semana passada reduziu drasticamente a capacidade de retenção do pecuarista.

“A entrada de animais confinados no mercado é outro elemento que precisa ser mencionado, considerando a presença de animais de parceria (contratos a termo), além da utilização de confinamentos próprios por parte da indústria frigorífica para atender suas necessidades”, diz.

Segundo ele, exportações em altíssimo nível ainda são o contraponto, com expectativa de novos recordes em volume e, principalmente, em arrecadação.

Nos primeiros 14 dias úteis de junho, a quantidade total embarcada pelo país chegou a 168,838 mil toneladas, com faturamento de US$ 917,053 milhões, conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

Preço médio da arroba do boi

  • São Paulo: R$ 315,08 — ontem: R$ 315,75
  • Goiás: R$ 294,64 — R$ 296,43
  • Minas Gerais: R$ 299,71 — R$ 300,29
  • Mato Grosso do Sul: R$ 313,52 — R$ 314,09
  • Mato Grosso: R$ 318,11 — R$ 319,19

Mercado atacadista

O mercado atacadista ainda se depara com preços inalterados para a carne bovina. Contudo, para Iglesias, a expectativa é de algum espaço para recuperação dos preços no decorrer da primeira quinzena do mês, mesmo que o movimento seja limitado pelo padrão de consumo delimitado no Brasil.

“A prioridade é o consumo de proteínas mais acessíveis, a exemplo da carne de frango, ovos e embutidos”, ressaltou.

O quarto traseiro permanece precificado a R$ 23 por quilo, o quarto dianteiro ainda é cotado a R$ 19 por quilo e a ponta de agulha permanece a R$ 18,50 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,48%, sendo negociado a R$ 5,4600 para venda e a R$ 5,4580 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4183 e a máxima de R$ 5,4698.



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