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Foto: Canva
A semeadura da cevada no Rio Grande do Sul avançou nas últimas semanas, favorecida por uma breve janela de tempo seco que permitiu condições mais adequadas de umidade do solo para a operação. As informações constam no Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado na quinta-feira (3).
No Extremo Norte do Estado, os trabalhos de plantio estão próximos da conclusão e seguem o calendário indicado pelo Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc). Segundo a Emater/RS-Ascar, as lavouras implantadas apresentam estande e desenvolvimento inicial adequados, sem registros relevantes de danos causados pelas precipitações recentes.
Para a safra 2025, a estimativa da Emater/RS-Ascar aponta uma área total cultivada de 27.337 hectares, com produtividade média de 3.198 quilos por hectare. Na região administrativa de Erechim, cerca de 95% dos 7.630 hectares previstos já foram semeados, com expectativa de produtividade de 3.600 quilos por hectare.
Na região de Ijuí, as lavouras também apresentam bom desenvolvimento. Algumas áreas foram implantadas com cultivares de ciclo curto, com o objetivo de preencher o chamado vazio outonal e fornecer insumos para alimentação animal.
Em relação à comercialização, o preço médio da saca de 60 quilos de cevada destinada à indústria de malte, na região de Erechim, foi cotado a R$ 85,00.
Com eventos extremos mais frequentes, o seguro paramétrico surge como solução moderna, ágil e transparente — mas no Brasil, sua aplicação exigirá rigor técnico na definição dos parâmetros, do custo do prêmio e da capacidade de formação de reservas para enfrentar os riscos cobertos.
Com a intensificação das mudanças climáticas e o aumento dos prejuízos associados a secas, enchentes e outros eventos extremos, o seguro paramétrico vem se consolidando como uma alternativa inovadora no mercado de gestão de riscos. Diferente dos modelos tradicionais — que exigem vistorias e perícias para liberar indenizações — o seguro paramétrico funciona com base em indicadores objetivos e previamente definidos, como volume de chuvas, velocidade do vento ou intensidade de terremotos.
Na prática, se o indicador ultrapassa o gatilho acordado, a indenização é liberada automaticamente, sem necessidade de comprovação direta de danos.
Imagine um produtor rural que contrata um seguro parametrizado contra estiagem. O contrato prevê pagamento se o índice pluviométrico for inferior a 100 mm em 30 dias. Se a chuva realmente ficar abaixo desse patamar, o produtor recebe o valor contratado, mesmo que a lavoura ainda esteja de pé. A lógica é simples: se a condição climática extrema ocorreu, presume-se o prejuízo.
Esse modelo reduz custos operacionais, elimina burocracia e permite respostas rápidas — algo essencial em momentos de crise.
Viabilidade desse seguro depende de custo e estrutura técnica
Apesar do avanço global, no Brasil a viabilidade real do seguro paramétrico ainda depende de dois pilares fundamentais:
Custo do prêmio: Ele precisa ser proporcional à capacidade de pagamento do produtor e competitivo frente ao seguro tradicional.
Fórmula atuarial sólida: A estruturação do produto precisa considerar dados históricos de eventos extremos, modelagens climáticas regionais e projeção de reservas técnicas suficientes para garantir a solvência do sistema frente aos riscos assumidos.
A ausência de uma base atuarial robusta pode comprometer a sustentabilidade do produto e a confiança do mercado.
Segundo a Swiss Re, o número de contratos paramétricos saltou de 32 em 2017 para mais de 330 em 2023 no mundo, com forte presença nos setores de agronegócio, turismo, energia e infraestrutura. Governos também vêm adotando esse modelo como ferramenta de proteção fiscal.
No Brasil, o mercado ainda está em fase inicial, mas cresce com o avanço da tecnologia. Empresas usam dados de satélites, sensores climáticos e inteligência artificial para construir produtos personalizados e modelar riscos com precisão.
Como funciona o seguro paramétrico
Definição do gatilho: por exemplo, “chuva inferior a 100 mm em 30 dias”.
Monitoramento automático: por satélites, estações meteorológicas e sensores confiáveis.
Pagamento automático: sem perícia, se o gatilho for atingido.
Previsibilidade: o segurado sabe exatamente quando será indenizado.
Vantagens
Pagamento rápido e automático
Redução de fraudes e custos administrativos
Pode ser aplicado em áreas sem histórico de seguro tradicional
Complementar ao seguro rural convencional
Ideal para catástrofes com alto impacto e rápida propagação
Limitações e cuidados
A eficácia depende da definição correta dos parâmetros. Se o gatilho não refletir bem o risco real, pode haver distorções — como pagamento sem perda ou ausência de indenização em situações críticas. Por isso, é essencial contar com dados confiáveis, consultoria técnica e modelagem atuarial bem calibrada, principalmente no Brasil, onde a volatilidade climática e as desigualdades regionais exigem produtos altamente customizados.
O seguro paramétrico pode ser peça-chave na proteção de produtores frente à crescente instabilidade climática. Regiões como o Sul do Brasil, frequentemente atingidas por enchentes e estiagens, podem se beneficiar de modelos de proteção mais ágeis, alinhados às novas tecnologias e à realidade do campo.
Além disso, esse tipo de seguro pode ser incorporado a fundos de catástrofe agropecuária, como o proposto Fundagro, ampliando a capacidade de resposta rápida a crises e promovendo a resiliência financeira no setor.
O seguro paramétrico é mais do que uma inovação — é uma necessidade estratégica em um mundo onde o risco climático se tornou constante. Mas no Brasil, sua viabilidade dependerá da capacidade de precificação justa, da confiança nos dados e da formulação de reservas técnicas compatíveis com os riscos cobertos.
Com apoio da tecnologia, do setor financeiro e de políticas públicas inteligentes, o Brasil pode transformar o seguro paramétrico em uma ferramenta de proteção eficaz para lavouras, cadeias produtivas e a segurança alimentar do país.
*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural
O Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.
O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, voltou a classificar como fake news as acusações da oposição de que o governo anuncia, mas não libera os recursos do Plano Safra. “O debate é essencial na democracia. Divergência e contraponto são relevantes e devem ser respeitados. Mas fake news, não!”, rebateu o ministro nas redes sociais. “Está circulando por aí que o governo anuncia um Plano Safra recorde e não libera os recursos. Isso não é verdade”, refutou Fávaro.
O ministro afirmou que, no Plano Safra 2024/2025, dos R$ 92 bilhões de recursos equalizados anunciados, R$ 84 bilhões tinham sido operacionalizados até junho. “O total final deve ficar muito próximo do valor previsto. Nos recursos controlados, foram anunciados R$ 96 bilhões e, até meados de junho, mais de R$ 80 bilhões já tinham sido contratados. E a execução também deve se aproximar do teto”, projetou o ministro.
“Como o produtor sabe, quando o limite dos recursos equalizados se aproxima do fim, os bancos naturalmente reduzem as contratações para evitar prejuízo aos agricultores – já que a subvenção pode não ser garantida. Essa dinâmica sempre existiu, com todos os ministros da Agricultura”, justificou Favaro.
Sobre o crédito de Cédulas de Produto Rural (CPRs) originados de Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs), com isenção do imposto, Fávaro destacou que o resultado superou as expectativas, com R$ 185 bilhões liberados ante R$ 108 bilhões projetados inicialmente. “Com governo Lula, o Plano Safra segue forte, responsável e transparente. A verdade está nos números. E quem vive do agro sente: o campo está em movimento, com crédito chegando e o Brasil colhendo os frutos”, defendeu o ministro.
A manifestação ocorre após declarações recentes da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) de que o governo anuncia valores recordes, mas o crédito não é efetivado.
No mercado da soja, o Rio Grande do Sul enfrenta desafios na comercialização e na armazenagem, segundo informações da TF Agroeconômica. “A precificação mudou para o julho, e os preços foram R$ 137,00 para 30/07 (entregas de 15/07 a 30/07). Melhores preços estão para o agosto, que marcou R$ 140,00 entrega agosto cheio e pagamento em 29/08. No interior os preços de fábricas seguiram o balizamento de cada praça. R$ 130,00 Cruz Alta – Pgto. 15/08 – para fábrica R$ 130,00 Passo Fundo – Pgto. agosto R$ 130,00 Ijuí – Pgto. 15/08 – para fábrica R$ 130,00 Santa Rosa / São Luiz – Pgto. 15/08 Preços de pedra em Panambi caíram para R$ 119,00 a saca ao produtor”, comenta.
Enquanto isso, Santa Catarina projeta atenção à armazenagem e comercialização da soja. “O vazio sanitário da soja, organizado pela Cidasc, impõe restrições de plantio e exige coordenação para alinhar produção e armazenagem de modo eficiente. No porto de São Francisco, a saca de soja é cotada a R$ 135,04 (+0,36%)”, completa.
O Paraná mantém atenção ao mercado e à armazenagem da soja. “Em Paranaguá, o preço chegou R$ 135,57 (+0,60%). Em Cascavel, o preço foi 119,62 (-0,60%). Em Maringá, o preço foi de R$ 121,23 (+0,01%). Em Ponta Grossa o preço foi a R$ 123,55 (-0,24%) por saca FOB, Pato Branco o preço foi R$134,56. No balcão, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 118,00”, indica.
Mato Grosso do Sul prioriza logística e armazenagem após a safra de soja. “A prioridade de muitos produtores neste momento recai sobre a colheita da segunda safra de milho, o que influencia o ritmo de negociação da soja no estado. Em Dourados, o spot da soja ficou em R$ 119,92 (+1,31%), Campo Grande em R$ 119,92 (+1,31%), Maracaju em R$ 119,92, Chapadão do Sul a R$ 108,69, Sidrolândia a em R$ 119,92”, informa.
Armazenagem e logística concentram atenções no Mato Grosso do Sul após colheita da
soja. “Campo Verde: R$ 113,90 (-1,15%). Lucas do Rio Verde: R$ 110,34, Nova Mutum: R$ 110,34 (+0,72%). Primavera do Leste: R$ 113,90 (-1,15%). Rondonópolis: R$ 113,90 (-1,15%). Sorriso: R$ 110,34 (+0,72%)”, conclui.
O mercado físico do boi gordo segue com preços predominantemente estáveis. Conforme registrado nesta quinta-feira (3), a oferta de animais terminados em confinamento deve seguir firme ao longo de julho, o que colabora para que as escalas de abate sigam confortáveis nas principais praças de comercialização. A presença de animais provenientes de parcerias e confinamentos próprios reforça esse cenário de abastecimento controlado.
A demanda, por outro lado, ainda encontra nas exportações sua principal variável. Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, o desempenho das vendas externas será determinante para definir o rumo do mercado no curto prazo.
Preços da arroba do boi gordo (à prazo):
São Paulo: R$ 312,25
Goiás: R$ 293,93
Minas Gerais: R$ 299,71
Mato Grosso do Sul: R$ 312,84
Mato Grosso: R$ 316,35
Atacado
No mercado atacadista, os preços da carne bovina registraram queda em alguns cortes. A entrada da primeira quinzena do mês, com o pagamento dos salários, pode favorecer alguma recuperação no curto prazo, estimulando a reposição entre atacado e varejo. Apesar disso, a carne de frango segue ganhando espaço no consumo das famílias brasileiras, impulsionada pela sua maior competitividade frente às demais proteínas.
Quarto traseiro: R$ 23,00/kg (estável)
Quarto dianteiro: R$ 18,50/kg (queda de R$ 0,50)
Ponta de agulha: R$ 18,00/kg (queda de R$ 0,50)
Câmbio
O dólar comercial fechou em leve baixa de 0,26%, cotado a R$ 5,4040 para venda e R$ 5,4020 para compra. A moeda norte-americana oscilou entre R$ 5,4035 (mínima) e R$ 5,4473 (máxima) ao longo do dia.
O mercado de soja registrou pouca oscilação nas cotações nesta quinta-feira. Houve melhora na movimentação portuária, enquanto, no interior, alguns lotes chegaram a ser negociados, mas o spread ainda permanece elevado, segundo análise do consultor da Safras & Mercado, Rafael Silveira.
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“O produtor segue conseguindo reter a soja, atuando mais fortemente com o milho, o que pressiona o basis local. Com isso, a soja na origem está acima da paridade, deixando a indústria bastante pressionada, tendo de pagar caro pela matéria-prima”, explica Silveira.
Confira o comportamento dos preços no mercado brasileiro de soja
Passo Fundo (RS): manteve em R$ 131,00
Santa Rosa (RS): manteve em R$ 132,00
Porto de Rio Grande (RS): manteve em R$ 137,00
Cascavel (PR): subiu de R$ 129,00 pra R$ 131,00
Porto de Paranaguá (PR): manteve em R$ 136,00
Rondonópolis (MT): manteve em R$ 117,00
Dourados (MS): subiu de R$ 119,00 pra R$ 120,00
Rio Verde (GO): manteve em R$ 120,00
Soja em Chicago
Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), os contratos futuros da soja encerraram a quinta-feira em alta, registrando a quinta sessão consecutiva de valorização. A movimentação foi impulsionada por compras de barganha e pelo posicionamento dos investidores diante do feriado do Dia da Independência dos Estados Unidos nesta sexta-feira (4), quando o mercado estará fechado.
A demanda aquecida pelo produto norte-americano também deu suporte às cotações, apesar da valorização do dólar, que limitou os ganhos. Na semana, o contrato para agosto/25 acumulou alta de 2,15%.
As exportações líquidas de soja dos EUA para a temporada 2024/25, iniciada em 1º de setembro, totalizaram 462.400 toneladas na semana encerrada em 26 de junho. Destinos desconhecidos lideraram os embarques com 190.500 toneladas. Para a temporada 2025/26, foram 239.000 toneladas, dentro das expectativas dos analistas, que previam entre 400 mil e 900 mil toneladas somando as duas safras.
As exportações de soja dos EUA em maio de 2025 totalizaram 1,595 milhão de toneladas, queda em relação aos 2,179 milhões registrados em abril. Em maio de 2024, o volume foi de 1,410 milhão de toneladas.
Contratos futuros de soja
Exportadores privados norte-americanos comunicaram ao USDA a venda de 226.000 toneladas de soja para destinos desconhecidos, com entrega na temporada 2024/25. Também foi relatada a venda de 195.000 toneladas de farelo de soja, sendo 45.000 para 2024/25 e 150.000 para 2025/26.
No fechamento em Chicago, os contratos da soja em grão com entrega em agosto subiram 2,00 centavos, ou 0,18%, para US$ 10,55 1/2 por bushel. A posição novembro avançou 1,25 centavo (0,11%) e fechou em US$ 10,49 1/4 por bushel.
Entre os derivados, o contrato de farelo para dezembro fechou com alta de US$ 1,40 (0,48%), cotado a US$ 292,20 por tonelada. Já o óleo com vencimento em dezembro encerrou a 54,67 centavos de dólar por libra-peso, com avanço de 0,40 centavo (0,72%).
Dólar
O dólar comercial terminou o dia em baixa de 0,26%, cotado a R$ 5,4040 para venda e R$ 5,4020 para compra. A moeda oscilou entre R$ 5,4035 (mínima) e R$ 5,4473 (máxima) ao longo da sessão.
A palavra de ordem na pecuária moderna é resultado. E foi exatamente isso que o pecuarista José Irineu Antônio mostrou ao Brasil com uma boiada Nelore jovem, mas de desempenho de gente grande. Assista ao vídeo abaixo e confira essa história em detalhes.
Os animais chegaram a impressionantes 21,6 arrobas com apenas 0 e 2 dentes, revelando precocidade, ganho de peso e acabamento de dar orgulho.
Apresentada no quadro Giro pelo Brasil, do programa Giro do Boi, a história da Fazenda São Roque, em Porto Murtinho (MS), chamou a atenção de especialistas e produtores.
O gado, que parecia ainda novinho, alcançou média de 324 kg de carcaça em um sistema de terminação intensiva a pasto. Resultado? Qualidade na carne e produtividade no cocho!
Sistema intensivo no pasto: eficiência e sustentabilidade
A boiada foi finalizada com um manejo inteligente: pasto à vontade e grão inteiro como suplemento. Foram apenas 96 dias de trato após a desmama, o que demonstra a eficiência do modelo escolhido.
Segundo o consultor da Friboi em Bela Vista (MS), Valdir Donizete Peromingo, que levou a história ao quadro, “é um gado de carcaça muito boa, com acabamento de gordura no ponto certo e um padrão que impressiona”.
Essa é uma estratégia cada vez mais adotada por pecuaristas que querem reduzir o tempo de engorda sem abrir mão da qualidade, aproveitando o potencial genético dos animais e a oferta de pastagem.
Foco na precocidade: mais carne em menos tempo
O peso médio por carcaça foi de surpreendentes 324 quilos, ou seja, 21,6 arrobas por bicho. Foto: Divulgação/Friboi Bela Vista (MS)
A escolha de animais Nelore bem selecionados, com foco em precocidade, foi fundamental para esse resultado. A presença de bovinos com apenas 0 e 2 dentes, atingindo peso de abate expressivo, é sinal de um rebanho bem manejado desde a fase inicial.
O gerente da fazenda, seu Divino, também foi peça-chave no processo. Com acompanhamento de perto, manejo criterioso e nutrição balanceada, o time da Fazenda São Roque mostrou como é possível entregar resultado com responsabilidade e técnica.
Carne de qualidade e mais valorização no mercado
Além de boa conversão alimentar, os animais apresentaram acabamento de gordura ideal para atender aos frigoríficos e ao consumidor exigente. Isso garante maior valor agregado e abre espaço para bonificações por qualidade.
Com carcaças padronizadas e bem acabadas, o lote se destaca em um mercado cada vez mais competitivo. E mais: o sistema de terminação no pasto reduz custos, melhora o bem-estar animal e aumenta a margem de lucro.
O recado para os pecuaristas
Casos como esse reforçam o que muitos já sabem, mas ainda poucos fazem: investir em genética, manejo e nutrição é o caminho mais curto para o sucesso. E isso não depende de megaestruturas – depende de organização, olho clínico e persistência.
Como bem mostrou o pecuarista José Irineu, dá pra produzir carne de qualidade, com eficiência e responsabilidade, aproveitando o que o campo tem de melhor. E no final das contas, é a boiada que conta a história.
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Neste episódio do Porteira Aberta Empreender, você vai acompanhar histórias de produtoras rurais que conquistaram novos mercados, mostrando a força e a determinação feminina no agro.
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#PROGRAMA #5 | Tema: Capacitação: o caminho para impulsionar seu negócio
Exportação para pequenos produtores
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#PROGRAMA #4 | Tema: Exportação para pequenos produtores
#PROGRAMA #3
Acesso ao Crédito: saiba as melhores formas de investimento
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Você também vai conhecer o Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (FAMP), uma solução que pode destravar o crédito para quem aposta na agroindústria e quer expandir seus negócios.
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#PROGRAMA #3 | Tema: Acesso ao Crédito
O programa Porteira Aberta Empreender é uma produção do Canal Rural em parceria com o Sebrae, e é o lugar certo para você descobrir produtos, serviços e inovações que vão fortalecer seu o empreendedorismo no campo.
#3
Indicação Geográfica: “protege ativos do território como história e saberes”
Neste programa do Porteira Aberta Empreender, descubra como as Indicações Geográficas (IGs) podem contribuir para a valorização dos produtos e serviços rurais, destacar qualidades e fortalecer as tradições regionais.
Hulda Giesbrecht, coordenadora de Tecnologias Portadoras do Futuro do Sebrae, explica: “A IG protege os ativos de um território, como sua história, saberes e fatores naturais.”
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PROGRAMA #2 | Tema: Indicação Geográfica
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Crédito consciente: a chave para crescer no campo!
No primeiro episódio do Porteira Aberta Empreender, descubra como acessar crédito de forma responsável e estratégica para transformar o seu negócio rural. Confira:
A sexta-feira (4) marca o fim da quarta onda de frio de 2025 no Brasil, mas as temperaturas seguem baixas no Centro-Sul. Enquanto isso, as condições de chuva aumentam no litoral da Bahia e na costa leste do Nordeste, com risco de temporais. A previsão do tempo também indica fortes chuvas previstas no Amazonas e em Roraima.
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Confira a seguir como ficam as condições do tempo em todas as regiões do Brasil nesta sexta, de acordo com informações da Climatempo.
Sul: frio perde força, mas geada persiste nas serras
O amanhecer desta sexta ainda será gelado na região Sul, com temperaturas abaixo de 4 °C em áreas de serra no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, além de pontos do planalto catarinense, onde há condição para geada.
Com o afastamento do sistema de alta pressão associado ao ar frio para alto-mar ao longo do fim de semana, as temperaturas tendem a subir gradualmente, principalmente durante a tarde.
No litoral do Paraná, a infiltração marítima provoca chuva moderada, enquanto o tempo firme predomina nas demais áreas do estado e nas capitais Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre.
Sudeste: chuvas ganham força no Rio de Janeiro e Espírito Santo
O transporte de umidade do oceano para o continente, aliado ao reforço de um cavado meteorológico, aumenta a frequência de chuvas desde o litoral de São Paulo até o Espírito Santo. Há previsão de acumulados significativos ao longo do dia, principalmente no Rio de Janeiro e no litoral capixaba.
Na cidade de São Paulo, o dia começa gelado e nublado, com possibilidade de garoa pela manhã. À tarde, o sol aparece entre nuvens e as condições de chuva diminuem. O mar segue agitado na costa do Sudeste, mas sem alerta de ressaca emitido pela Marinha do Brasil.
Centro-Oeste: frio dá trégua e tempo seco predomina
Na região Centro-Oeste, as temperaturas permanecem amenas pela manhã, mas o frio intenso perde força, especialmente no sul de Mato Grosso do Sul. A tarde será mais ensolarada, com elevação gradativa das máximas ao longo dos próximos dias.
Não há previsão de chuva em nenhuma área, e o tempo seco predomina. A umidade relativa do ar deve ficar abaixo de 30% entre Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso, exigindo atenção para riscos à saúde e à produção agropecuária.
Norte e Nordeste: temporais preocupam Amazonas, Roraima e litoral baiano
No Norte, o calor e a alta umidade mantêm as condições para temporais no norte do Amazonas, em Roraima e no noroeste do Pará. No Amapá, a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) continua provocando pancadas de chuva moderadas a fortes e temporais localizados.
No Nordeste, a infiltração marítima aumenta as chuvas no litoral da Bahia, com alerta para temporais entre Ilhéus e Salvador. De Sergipe até o Rio Grande do Norte, as pancadas podem variar de moderadas a fortes.
No interior nordestino, o tempo permanece seco e quente, com baixa umidade do ar ao longo do dia.