domingo, maio 17, 2026

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Sustentabilidade no agro: assistência técnica e rastreabilidade



Gestão socioambiental ganha força nas fazendas brasileiras

A assistência técnica com foco socioambiental tem ganhado espaço como estratégia fundamental para integrar sustentabilidade e gestão nas propriedades rurais. Ao adotar metodologias específicas, produtores de diversas culturas conseguem mapear riscos, identificar oportunidades e evoluir em indicadores ambientais, sociais e de governança — cada vez mais exigidos pelo mercado.

Nos últimos anos, esse tipo de suporte técnico avançou com a ajuda de plataformas digitais, aplicativos e tecnologias de monitoramento, o que ampliou o alcance e a eficácia do serviço em áreas agrícolas e pecuárias de grande porte.

De diagnóstico ao mercado: como funciona na prática

A estrutura da assistência técnica socioambiental envolve:

  • Visitas de campo realizadas por técnicos qualificados
  • Diagnóstico socioambiental completo, com plano de ação sob medida
  • Monitoramento contínuo com uso de tecnologias como imagens de satélite
  • Plataformas digitais que consolidam indicadores de desempenho da fazenda
  • Transparência de dados para empresas compradoras e instituições financeiras

Essa abordagem transforma dados em estratégia, posicionando o produtor como agente ativo de sustentabilidade, com ganhos em eficiência e acesso a mercados mais exigentes.

Impacto em números

Nos últimos cinco anos, iniciativas do tipo já chegaram a mais de 10 mil propriedades rurais, monitorando quase 8 milhões de hectares com base em critérios socioambientais estruturados.

Os principais impactos registrados incluem:

  • Redução de passivos ambientais
  • Melhoria no uso de recursos naturais, como água e solo
  • Regularização fundiária e trabalhista
  • Acesso a certificações internacionais, como RTRS para soja
  • Bonificações de até 2% no valor de comercialização em programas de agricultura regenerativa

ESG e o campo: uma convergência inevitável

A agenda ESG (ambiental, social e de governança) deixou de ser tendência para se tornar fator de competitividade no agronegócio. Produtores que conseguem mensurar e comprovar suas práticas sustentáveis saem na frente na hora de negociar com grandes tradings, indústrias e instituições financeiras.

Além disso, o acesso ao crédito verde já começa a considerar indicadores socioambientais como critério de avaliação de risco. Iniciativas nesse sentido abrem espaço para linhas de financiamento com condições mais vantajosas para quem comprova boa gestão ambiental e social.



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Cooperativa rural fortalece pequenos produtores no campo



Com o apoio de instituições como o Sebrae, o cooperativismo rural tem se consolidado como uma importante alternativa para pequenos produtores que buscam mais competitividade, acesso a mercados e renda com previsibilidade. De acordo com Joaci Medeiros, especialista do Sebrae, a organização por meio de cooperativas traz ganhos expressivos aos empreendedores do campo.

O tema ganha ainda mais relevância com a celebração do Dia Internacional das Cooperativas, comemorado anualmente no primeiro sábado de julho. Em 2025, a data será lembrada no dia 5 de julho, destacando a importância das cooperativas no desenvolvimento econômico e social em todo o mundo, especialmente no campo.

“Ao se organizarem por meio de uma cooperativa, os pequenos empreendedores rurais passam a atuar de forma coletiva e integrada, o que amplia sua capacidade de oferta, possibilita a padronização de produtos e fortalece seu poder de barganha”, afirma.

Além de promover o fortalecimento da produção, as cooperativas também viabilizam acesso a serviços que, de forma individual, seriam economicamente inviáveis. Isso inclui desde capacitação técnica até estrutura de logística e canais de comercialização.

“Importante ressaltar ainda que no cooperativismo também é oferecido suporte técnico e logístico, o que favorece o acesso a mercados mais exigentes, melhora as condições de comercialização e reduz ou elimina a dependência de intermediários, resultando em melhores preços e maior previsibilidade de renda”, completa Joaci.

Cada vez mais, produtores rurais têm percebido que o caminho coletivo pode ser o diferencial entre a estagnação e o crescimento sustentável no campo. Ao unir forças em cooperativas, eles transformam a realidade local, agregam valor à produção e conquistam autonomia na tomada de decisões.



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AgroNewsPolítica & Agro

Pomares de pêssego seguem em manejo de inverno



Alta nos fertilizantes preocupa fruticultores




Foto: Pixabay

Segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (3), as condições climáticas frias e úmidas têm favorecido a manutenção da dormência das cultivares de pêssego na região administrativa de Caxias do Sul. De acordo com a entidade, esse cenário tem evitado floradas e frutificações antecipadas, o que reduz o risco de perdas causadas por geadas.

Nas áreas com variedades precoces, como Pêssego do Cedo, BRS Rubimel e BRS Kampai, os produtores deram início à poda seca e ao arqueamento de ramos em plantas jovens. A orientação técnica segue sendo pela condução adequada das práticas de manejo, com atenção à previsão climática.

Na região de Pelotas, foi registrado acúmulo superior a 200 horas de frio abaixo de 7,2 °C. Segundo a Emater/RS-Ascar, esse volume é suficiente para manter a dormência das plantas e contribuir com a redução da incidência de pragas e doenças. Continuam em andamento os trabalhos de poda, roçada e aplicação de caldas fungicidas e produtos à base de cobre. Em algumas propriedades, a poda das cultivares Granada e Santa Áurea está sendo adiada.

Ainda na região sul, os produtores avançam na implantação de novos pomares, realizando correção do solo, plantio de cobertura verde e aquisição de mudas. O aumento no preço dos fertilizantes tem gerado apreensão no setor, embora parte dos agricultores conte com estoque prévio nas propriedades.





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AgroNewsPolítica & Agro

área plantada do algodão cai 10% em 2025



51% da lavoura de algodão está em boa condição




Foto: Canva

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou nesta terça-feira (1º), por meio do boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, que a área total plantada com algodão para a safra de 2025 está estimada em 10,1 milhões de acres. O número representa uma redução de 10% em comparação com a área registrada no ano anterior.

Segundo o USDA, a área destinada ao algodão de terras altas deve alcançar 9,95 milhões de acres, o que configura uma queda de 9% em relação a 2024. Para o algodão Pima Americano, a estimativa é de 171 mil acres plantados, 17% abaixo da área registrada no ano anterior.

Até 29 de junho, os produtores haviam completado o plantio de 95% da safra, dois pontos percentuais abaixo do mesmo período de 2024 e três pontos abaixo da média dos últimos cinco anos. Ainda conforme o relatório, 40% do algodão havia atingido o estágio de quadratura, um ponto atrás do ano passado, mas três pontos acima da média histórica. Nove por cento da área já apresentava formação de cápsulas, dois pontos atrás de 2024, mas em linha com a média de cinco anos.

Em relação às condições da lavoura, 51% da área plantada foi classificada como boa a excelente, o que representa um avanço de quatro pontos percentuais em comparação com a semana anterior.





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Mercados batem recordes, mas o que isso significa? Ouça análise de especialista


No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o Ibovespa, que renovou máxima histórica aos 140 mil pontos, impulsionado por bancos e Petrobras. O dólar caiu 0,28%, a R$ 5,40, mesmo com alta global da moeda americana.

Nos EUA, a criação de 147 mil vagas e o desemprego em 4,1% reduziram as apostas de corte de juros em julho. Commodities operaram mistas, com petróleo pressionado antes da reunião da Opep+.

Hoje, a agenda é fraca, com atenção ao IPP e à balança comercial.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Frio permanece no Centro-Sul e chuva marca o dia no Norte/Nordeste; veja a previsão do tempo para hoje



A sexta-feira (4) será marcada por variações climáticas em todo o Brasil, com frio persistente no Sul, chuvas no litoral do Sudeste e Nordeste, além de temporais previstos para o Norte. As temperaturas continuam baixas no Rio Grande do Sul, enquanto o calor predomina em parte do Centro-Oeste e interior do Nordeste, acompanhado de baixa umidade do ar.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

Confira a previsão do tempo para hoje em todas as regiões do país, com análise da Climatempo.

Como vai ficar o tempo na região Sul nesta sexta

Os ventos úmidos que sopram do mar contra o continente favorecem chuva fraca e garoa no leste de Santa Catarina no litoral do Paraná. Não chove no Rio Grande do Sul, onde as temperaturas continuam baixas no decorrer do dia.

Como vai ficar o tempo na região Sudeste nesta sexta

A infiltração marítima mantém a condição de chuva para áreas do litoral e do leste de São Paulo, assim como no litoral do Rio de Janeiro e do Espírito Santo.

As temperaturas continuam amenas nas capitais de São Paulo e do Rio, assim como o calor permanece na Grande Belo Horizonte. O ar se mantém mais seco no interior de Minas Gerais, com calor à tarde.

Como vai ficar o tempo na região Centro-Oeste nesta sexta

Amanhecer ainda gelado no sul de Mato Grosso do Sul e em áreas do sul de Mato Grosso. As temperaturas continuam mais altas no Distrito Federal e no norte de Goiás e de Mato Grosso, com destaque para a baixa umidade do ar.

Como vai ficar o tempo na região Nordeste nesta sexta

O tempo segue instável no litoral e no sul da Bahia, com risco de pancadas mais fortes. Há chance de chuva moderada no leste de Alagoas em Sergipe, com pancadas mais irregulares no norte do Maranhão.

O tempo continua aberto, ensolarado e seco no interior da região, com umidade abaixo de 30% no sul do Maranhão, Piauí e oeste da Bahia.

Como vai ficar o tempo na região Norte nesta sexta

As pancadas continuam com forte intensidade no Amazonas e em Roraima; o dia fica mais encoberto e deve haver pancadas a qualquer momento em Manaus e Boa Vista.

A faixa sul da região continua ensolarada, sem previsão de chuva e com o ar mais seco no sul do Pará e no Tocantins.



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AgroNewsPolítica & Agro

Mandioca sofre com apodrecimento de raízes



Chuvas afetam qualidade da mandioca no RS




Foto: Canva

O Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (3) aponta impactos climáticos na produção de mandioca em diversas regiões do Rio Grande do Sul. Segundo o relatório, em Itaqui, na região administrativa de Bagé, 73% dos 23 hectares cultivados já foram colhidos. A Emater informa que os altos volumes de chuva provocaram apodrecimento das raízes e queda na qualidade do produto. Os preços variam entre R$ 3,00 e R$ 5,00 por quilo da mandioca com casca, enquanto a versão descascada e embalada a vácuo alcança até R$ 12,00 por quilo.

Em Alegrete, os agricultores intensificaram a colheita em áreas baixas como medida preventiva para evitar perdas maiores, movimento também observado em São Gabriel. As variedades mais utilizadas nessas regiões são Vassourinha e BRS Gema de Ovo, comercializadas entre R$ 3,50 e R$ 4,00 por quilo com casca e entre R$ 6,50 e R$ 8,00 descascadas.

Na região de Lajeado, em Cruzeiro do Sul, a colheita está em curso e atinge 70% da área. A produtividade média registrada é de 14 toneladas por hectare, valor considerado dentro da normalidade para o município. A Emater destaca que a sanidade da cultura está preservada, e o preço médio pago ao produtor é de R$ 18,00 por caixa de 22 quilos.

Na região de Santa Rosa, duas geadas recentes encerraram o ciclo vegetativo das plantas, que ainda apresentavam folhagem. No entanto, os danos causados ainda não foram totalmente avaliados.

Já em Soledade, a colheita prossegue, mas há risco de apodrecimento das raízes em função do encharcamento do solo. Segundo o levantamento, os preços seguem em baixa. Em Mato Leitão, a caixa de 22 quilos da raiz varia entre R$ 20,00 e R$ 25,00.





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AgroNewsPolítica & Agro

Frio intenso impacta preços de hortaliças


O Boletim de Conjuntura Agropecuária divulgado nesta quinta-feira (3) pelo Departamento de Economia Rural (Deral), vinculado à Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), registrou variações expressivas nos preços de hortaliças comercializadas na Ceasa de Curitiba. A análise compara os valores praticados na segunda-feira (30) com os observados no dia 23 de junho.

Segundo o levantamento, as geadas ocorridas nas manhãs dos dias 24 e 25 de junho, somadas às chuvas registradas antes e depois do fenômeno, foram determinantes para a oscilação nos preços. “As baixas temperaturas afetaram a produção e influenciaram diretamente na oferta de algumas culturas”, informaram os analistas do Deral.

O chuchu extra AA apresentou o maior aumento, subindo de R$ 25,00 para R$ 60,00 por caixa de 20 quilos, alta de 140%. A oferta do produto foi concentrada nos municípios de Colombo, Morretes e Cerro Azul, com complemento vindo do Espírito Santo. A couve-flor gigante também registrou forte valorização, com elevação de 55,6% no preço da dúzia, passando de R$ 45,00 para R$ 70,00. O produto chegou à Ceasa a partir de áreas de São José dos Pinhais, Colombo e Araucária.

A alface crespa grande apresentou aumento de 40%, com a caixa de 18 unidades passando de R$ 25,00 para R$ 35,00. A produção foi oriunda de Curitiba e municípios vizinhos, como Colombo e Araucária.

Por outro lado, a cebola pera nacional e a batata salsa registraram queda nos preços. A cebola teve recuo de 10%, com a saca de 20 quilos caindo de R$ 50,00 para R$ 45,00. A batata salsa de primeira caiu 6,3%, com a caixa de 20 quilos passando de R$ 80,00 para R$ 75,00. Os produtos foram fornecidos por municípios da Região Metropolitana de Curitiba e por lavouras de Minas Gerais e São Paulo.

De acordo com o Deral, sete dos 17 produtos analisados apresentaram alta, dois registraram queda e oito permaneceram estáveis. A ocorrência de uma nova onda de frio nesta semana pode seguir influenciando a dinâmica de oferta e preços nos próximos dias. “A amplitude dos danos e os reflexos no mercado ainda serão mais bem compreendidos nas próximas semanas”, conclui o boletim.





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AgroNewsPolítica & Agro

Mel brasileiro cresce nas exportações em 2025


As exportações brasileiras de mel “in natura” apresentaram forte crescimento em 2024 e mantêm ritmo acelerado em 2025, conforme aponta o Boletim de Conjuntura Agropecuária desta quinta-feira (3), elaborado pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab). O desempenho é impulsionado, sobretudo, pela demanda dos Estados Unidos, principal destino do produto.

Em 2024, o Brasil exportou 37.931 toneladas de mel natural, volume 32,8% superior ao registrado em 2023. A receita alcançou US$ 100,56 milhões, alta de 17,9% em relação ao ano anterior. No ranking dos estados exportadores, o Paraná ocupou a quarta posição, com 3.969 toneladas embarcadas e receita de US$ 10,395 milhões, a um preço médio de US$ 2,62 por quilo.

O crescimento se manteve nos cinco primeiros meses de 2025. De janeiro a maio, foram exportadas 15.316 toneladas, o que representa aumento de 10,7% na comparação com o mesmo período de 2024. A receita cambial somou US$ 48,996 milhões, avanço de 39,7% em relação ao ano anterior. O preço médio nacional subiu 26%, passando de US$ 2.534,81 para US$ 3.199,01 por tonelada.

O Paraná também se destacou em 2025, ocupando a terceira posição entre os estados exportadores. O estado embarcou 2.870 toneladas e obteve receita de US$ 9,313 milhões, com preço médio de US$ 3,24 por quilo. Esses números representam crescimento de 148,7% em volume e 229,3% em receita na comparação com o mesmo período de 2024.

Minas Gerais liderou as exportações entre os estados, com receita de US$ 12,238 milhões e 3.760 toneladas exportadas, a um preço médio de US$ 3,25 por quilo. O Piauí ficou na segunda posição, com US$ 9,511 milhões e 3.035 toneladas embarcadas. Santa Catarina e São Paulo completam o grupo dos cinco maiores exportadores.

Os Estados Unidos seguem como principal destino do mel brasileiro. De janeiro a maio de 2025, o país norte-americano importou 12.592 toneladas, o equivalente a 82,2% do volume total exportado pelo Brasil no período. A receita foi de US$ 40,153 milhões, com preço médio de US$ 3,19 por quilo. No mesmo período do ano anterior, os EUA haviam importado 11.329 toneladas, com gasto de US$ 28,397 milhões.

Além dos EUA, outros mercados relevantes foram Canadá (1.312 t), Alemanha (585 t), Reino Unido (432 t), Países Baixos (220 t), Israel (60 t), Austrália (40,6 t) e Bélgica (40,1 t). Entre os países com maior crescimento em volume estão Israel (+203%) e Bélgica (+166,7%). A única retração significativa foi da Austrália (-65,8%).





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AgroNewsPolítica & Agro

Cevada tem bom início de desenvolvimento



Preço da cevada para malte atinge R$ 85 no RS




Foto: Canva

A semeadura da cevada no Rio Grande do Sul avançou nas últimas semanas, favorecida por uma breve janela de tempo seco que permitiu condições mais adequadas de umidade do solo para a operação. As informações constam no Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado na quinta-feira (3).

No Extremo Norte do Estado, os trabalhos de plantio estão próximos da conclusão e seguem o calendário indicado pelo Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc). Segundo a Emater/RS-Ascar, as lavouras implantadas apresentam estande e desenvolvimento inicial adequados, sem registros relevantes de danos causados pelas precipitações recentes.

Para a safra 2025, a estimativa da Emater/RS-Ascar aponta uma área total cultivada de 27.337 hectares, com produtividade média de 3.198 quilos por hectare. Na região administrativa de Erechim, cerca de 95% dos 7.630 hectares previstos já foram semeados, com expectativa de produtividade de 3.600 quilos por hectare.

Na região de Ijuí, as lavouras também apresentam bom desenvolvimento. Algumas áreas foram implantadas com cultivares de ciclo curto, com o objetivo de preencher o chamado vazio outonal e fornecer insumos para alimentação animal.

Em relação à comercialização, o preço médio da saca de 60 quilos de cevada destinada à indústria de malte, na região de Erechim, foi cotado a R$ 85,00.





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