sábado, maio 16, 2026

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Estudo testa estratégia para pecuária de baixo carbono em confinamento de SP


A pecuária de baixo carbono está saindo da teoria e ganhando força na prática com iniciativas que unem tecnologia, produtividade e sustentabilidade. Se eu fosse você, não perdia tempo, não! Já clica aí pra assistir ao vídeo abaixo e conferir essa história que é pura ciência a serviço do agro!

Um exemplo promissor vem do interior de São Paulo, onde um estudo conduzido no Sítio Boa Vista e na unidade da Friboi, em Lins (SP), está ajudando a mostrar que é possível produzir carne de qualidade com menor impacto ambiental.

O experimento foi destaque no quadro Giro pelo Brasil do programa Giro do Boi nesta quarta-feira, 9 de julho, e mostrou como a pecuária pode ser protagonista na luta contra as mudanças climáticas sem abrir mão de eficiência.

A iniciativa tem como foco o uso de aditivos nutricionais que ajudam a melhorar o desempenho do rebanho. Foto: Divulgação/Friboi Lins (SP)A iniciativa tem como foco o uso de aditivos nutricionais que ajudam a melhorar o desempenho do rebanho. Foto: Divulgação/Friboi Lins (SP)
A iniciativa tem como foco o uso de aditivos nutricionais que ajudam a melhorar o desempenho do rebanho. Foto: Divulgação/Friboi Lins (SP)

O projeto contou com a colaboração do pecuarista Adilson Roberto Bottino, dono do Sítio Boa Vista, em Altair (SP).

Foi ele quem destinou os animais para a pesquisa, que está sendo desenvolvida pelo Instituto de Zootecnia – Polo Regional de São José do Rio Preto (APTA/SAA-SP), com apoio da equipe do Rumenlab.

Segundo o engenheiro agrônomo Diego Feltrin, originador da unidade da Friboi de Lins, a iniciativa tem como foco o uso de aditivos nutricionais que ajudam a melhorar o desempenho do rebanho e ao mesmo tempo reduzir as emissões de metano entérico, um dos principais vilões do aquecimento global associado à atividade pecuária.

Resultados comprovam o potencial da estratégia

Esse estudo mostra que o caminho passa por soluções técnicas já disponíveis no mercado. Foto: Divulgação/Friboi Lins (SP)Esse estudo mostra que o caminho passa por soluções técnicas já disponíveis no mercado. Foto: Divulgação/Friboi Lins (SP)
Esse estudo mostra que o caminho passa por soluções técnicas já disponíveis no mercado. Foto: Divulgação/Friboi Lins (SP)

O abate técnico realizado com os animais testou a performance de dois lotes, ambos confinados por 140 dias. E os resultados são animadores:

  • Lote 01: 63 animais, peso médio de carcaça de 282 kg (ou 18,8 arrobas) e 100% entre 0 e 4 dentes, evidenciando precocidade.
  • Lote 02: 48 animais, média de 292 kg de carcaça (19,5 arrobas) e também 100% entre 0 e 4 dentes.

Esses números reforçam o ganho produtivo aliado à redução de impactos ambientais, mostrando que o investimento em aditivos nutricionais pode ser uma solução viável para a pecuária nacional.

Sustentabilidade e produtividade andando juntas

Para o setor pecuário, encontrar formas de reduzir emissões sem perder eficiência é um dos grandes desafios do momento. E esse estudo mostra que o caminho passa por soluções técnicas já disponíveis no mercado.

A experiência no Sítio Boa Vista prova que é possível fazer diferente sem perder rentabilidade, transformando o confinamento em uma ferramenta de mitigação de gases de efeito estufa.

Além disso, os resultados obtidos abrem espaço para a adoção em larga escala, especialmente em regiões com forte vocação para a engorda intensiva.

Nelore e qualidade em destaque no circuito

Diego Feltrin ainda reforçou que o Circuito Nelore de Qualidade da Friboi, na unidade de Lins (SP), está marcado para 16 de setembro.

O evento é uma excelente oportunidade para produtores acompanharem de perto as tendências em genética, nutrição e sustentabilidade, além de comparar o desempenho dos animais abatidos.

Essa é mais uma chance de mostrar que o gado brasileiro pode ser eficiente, jovem, pesado e sustentável, tudo ao mesmo tempo.



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Trump anuncia que vai divulgar tarifas sobre o Brasil em breve



O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira (9) que o Brasil ‘não tem sido bom’ para o seu país e que deverá anunciar novas tarifas sobre produtos brasileiros entre esta quarta e quinta-feira (10). A declaração foi dada durante um almoço multilateral com líderes africanos na Casa Branca, quando Trump respondia perguntas sobre as cartas enviadas a diversos países notificando alíquotas tarifárias.

Nos últimos dias, Trump também manifestou apoio ao ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro, classificando as investigações contra ele como uma ‘caça às bruxas’ e pedindo que ele seja deixado em paz. Essas declarações foram feitas em sua rede social Truth Social, com publicações na segunda e terça-feira reforçando sua defesa do ex-presidente.

Por outro lado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ressaltou na segunda-feira (7) que o Brasil é um país soberano e não aceitará interferência externa. Já o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, comentou que há um ‘grau de incerteza’ nas declarações de Trump sobre as tarifas, mas destacou que o Brasil mantém um diálogo técnico com o governo dos EUA para lidar com a situação.

Até o momento, diversos países já receberam notificações oficiais dos Estados Unidos comunicando a aplicação de tarifas sobre seus produtos importados, conforme anunciado pelo presidente Donald Trump. As alíquotas variam entre 20% e 40%, dependendo do país e do acordo comercial vigente.

Entre as nações notificadas estão: África do Sul (30%), Argélia (30%), Bangladesh (35%), Bósnia e Herzegovina (30%), Brunei (25%), Camboja (36%), Cazaquistão (25%), Coreia do Sul (25%), Filipinas (20%), Indonésia (32%), Iraque (30%), Japão (25%), Laos (40%), Líbia (30%), Malásia (25%), Myanmar (40%), Moldávia (25%), Sérvia (35%), Sri Lanka (30%), Tailândia (36%) e Tunísia (25%).



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AgroNewsPolítica & Agro

Oeste baiano amplia área plantada de soja



69% da soja da safra atual já foi negociada até o início de julho




Foto: Leonardo Gottems

A produção de soja no Oeste da Bahia mostra sinais claros de expansão e eficiência. Segundo dados do Boletim de Safra da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), a safra 2024/25 registrou um crescimento de 7,8% na área plantada em relação ao ciclo anterior, alcançando 2,135 milhões de hectares.

Ainda conforme o boletim, a produtividade média também teve avanço, subindo de 63 para 68 sacas por hectare, o que representa um incremento de 7,9%. O aumento expressivo da produção foi impulsionado não apenas pela ampliação das áreas cultivadas, mas também pelo manejo adequado e pelas condições climáticas favoráveis em importantes núcleos produtivos como Barreiras, Luís Eduardo Magalhães e São Desidério.

A Aiba destaca que o cumprimento das normas do vazio sanitário da soja na região foi essencial para evitar focos de ferrugem asiática e garantir a sanidade da lavoura. Enquanto os campos descansam, os produtores já se preparam para o próximo ciclo com a aquisição de corretivos e fertilizantes, cuja comercialização para a safra 2025/26 já está em 60%, segundo o levantamento.

No quesito comercialização, 69% da soja da safra atual já foi negociada até o início de julho. O preço médio praticado era de R$ 117,05 por saca, refletindo uma estabilidade nos valores e garantindo rentabilidade ao produtor. Em relação à safra seguinte (2025/26), 19% da produção já foi travada, demonstrando confiança no mercado futuro.

Entre os destaques regionais está a Região 03, que apresentou o maior crescimento proporcional de área plantada, saltando de 420 mil para 525 mil hectares — um aumento de 24%. Já a Região 05, com menor representatividade, teve crescimento de 46% na área, embora mantenha uma produtividade média de 68 sacas por hectare.

 





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Comissão Nacional de Pecuária de Leite debate avanços para a cadeia produtiva



A Comissão Nacional de Pecuária de Leite da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) se reuniu, no início desta semana, para discutir uma série de temas estratégicos que impactam a cadeia produtiva do leite. Em pauta, estiveram a consulta pública sobre o bem-estar animal no transporte com Guia de Trânsito Animal (GTA), a regulamentação da comercialização de material genético bovino e as estratégias de combate à brucelose e à tuberculose no país.

Pontos debatidos

Um dos destaques da reunião foi o debate em torno das Portarias 1280 e 1295/2025, do Ministério da Agricultura, que tratam de boas práticas no transporte de bovinos. As normas preveem obrigações como a presença de um agente de bem-estar animal durante o trajeto, avaliações periódicas do rebanho e programas de autocontrole. A Comissão considerou que as exigências, no formato atual, geram insegurança jurídica, e propôs ajustes que serão encaminhados ao governo para tornar as regras mais viáveis ao setor.

Outro ponto central foi a regulamentação das Leis nº 15.021/24 e 14.515/22, relacionadas ao comércio de material genético bovino. A CNA acompanha a elaboração de um decreto “guarda-chuva” pelo Ministério da Agricultura, que deve nortear normas específicas para cada cadeia. A entidade defende a inclusão de práticas como a doação e a criopreservação de material genético nas propriedades, além da venda entre produtores e o registro junto às associações de raças.

No campo sanitário, a Comissão reforçou a necessidade de fortalecer o combate à brucelose e à tuberculose, com ações estruturadas que envolvam diagnóstico preciso, estratégias de vacinação, certificação e indenização aos produtores. Um workshop técnico será promovido para mapear gargalos e propor soluções com base em experiências internacionais. Também foi sugerida a revisão dos fundos sanitários estaduais, tanto públicos quanto privados, como forma de garantir respaldo financeiro frente ao abate de animais positivos.

A Comissão também tratou do apoio à melhoria dos marcos regulatórios para queijarias e agroindústrias de pequeno porte, além da organização do Prêmio CNA Brasil Artesanal de Queijos, cuja cerimônia da segunda edição será realizada no dia 22 de julho, na sede da entidade.



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Criação de abelhas sem ferrão gera renda sustentável para famílias no Amazonas



A criação orgânica de abelhas sem ferrão tem se consolidado como alternativa de renda sustentável para cerca de 120 famílias no Amazonas. A atividade, chamada de meliponicultura, valoriza espécies nativas do Brasil e fortalece a conservação ambiental e a economia de base comunitária, especialmente em áreas rurais.

As abelhas sem ferrão, conhecidas como melíponas, habitavam o território brasileiro antes da introdução das abelhas europeias e africanas, estas últimas responsáveis pelas chamadas abelhas africanizadas. Diferentemente das abelhas com ferrão, as nativas possuem um ferrão atrofiado e não o utilizam para defesa, agindo de forma menos agressiva e sendo ideais para manejo em áreas residenciais ou de preservação ambiental. Entre as espécies mais comuns estão a Jataí, a Uruçu, a Mandaçaia e a Iraí.

O meliponicultor João Fernandes, meliponicultor há mais de 20 anos, lidera uma iniciativa que conecta conservação e geração de renda no quilômetro 5 da rodovia AM-070, no meliponário. A história começou a partir do contato com colmeias encontradas na lenha utilizada na olaria do pai. Com formação técnica e dedicação à causa, João passou a coletar e cuidar dessas abelhas, transformando o que era apenas um resgate em um projeto estruturado.

Famílias da região

Atualmente, o meliponário atua com um banco de matrizes, onde são mantidas e reproduzidas colônias de mais de 20 espécies de abelhas. O foco principal está na multiplicação dos enxames, que são repassados a moradores da região interessados na atividade. Esses criadores ficam responsáveis pela produção de mel, própolis e pólen, enquanto João realiza a compra dos produtos durante a safra. O modelo garante autonomia aos parceiros locais e um mercado estável para o escoamento da produção.

Entre as espécies mais produtivas da região estão a Jandaíra e as uruçus, como a Melipona interrupta e a Melipona seminigra. Essas abelhas respondem por grande parte do mel comercializado, enquanto outras espécies são direcionadas à produção de própolis e pólen. A estrutura do meliponário inclui ainda experimentos com suplementação alimentar para acelerar o desenvolvimento das colônias, permitindo até quatro reproduções por ano, número significativamente superior ao ciclo natural.



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Adab e PM apreendem 1,5 t de carne clandestina na Bahia


A Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), com apoio da Polícia Militar, apreendeu 1,5 tonelada de carnes e miúdos bovinos provenientes de abate clandestino, durante operação deflagrada na última semana em diversos municípios do sul do estado.

A ação de combate a práticas ilegais, que colocam em risco a saúde pública e o meio ambiente, foi realizada após denúncias anônimas que indicavam a realização de abates irregulares em propriedades não autorizadas.

Na ação, os agentes percorreram localidades nos municípios de Aurelino Leal, Itapitanga, Canavieiras e Una, onde identificaram pontos de abate clandestino e armazenamentos inadequados de produtos de origem animal.

Segundo a médica veterinária da Adab, Lorena Silva, que participou das inspeções, foram encontrados cerca de 1.500 quilos de carnes e vísceras de bovinos em condições impróprias para o consumo humano.

“Os produtos estavam sendo manipulados e armazenados sem qualquer controle sanitário, em ambientes insalubres e sem refrigeração adequada, o que representa grave ameaça à saúde da população”, informa.

Além das irregularidades sanitárias, a equipe de fiscalização flagrou o descarte inadequado de resíduos provenientes dos abates às margens de um curso d’água.

apreesão de carne clandestina; adabapreesão de carne clandestina; adab
Foto: Divulgação/Adab

Vale ressaltar que a prática configura crime ambiental, e o responsável foi detido em flagrante pelas autoridades, sendo conduzido à delegacia para os devidos procedimentos legais.

Contudo, segundo o órgão, operações como essa são fundamentais para coibir atividades ilícitas que comprometem a segurança alimentar e o equilíbrio ambiental.

Denúncia

A agência reforça a importância da denúncia por parte da população e alerta sobre os riscos do consumo de carnes adquiridas em estabelecimentos irregulares e sem o selo de inspeção municipal, estadual ou federal.

Além disso, a carne apreendida foi destruída nas graxarias de dois matadouros do Serviço de Inspeção Estadual (SIE), conforme os protocolos sanitários vigentes.

Por fim, a Adab também informou que segue intensificando as ações de fiscalização em toda a região, com o objetivo de garantir alimentos seguros e preservar a saúde pública.


Você também pode participar deixando uma sugestão de pauta. Siga o Canal Rural Bahia no Instagram e nos envie uma mensagem.





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Sorgo ganha ‘protagonismo’ na Bahia com alta de 40% na safra



A safra 2024/25 de sorgo na Bahia registra um crescimento de quase 40% em relação ao ciclo anterior, segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A produção estimada é de 728 mil toneladas, com aumento de 5% na área plantada, que chega a 206 mil hectares. O avanço da cultura, historicamente usada na rotação com a soja e na alimentação animal, agora ganha força com a crescente demanda por biocombustíveis.

No oeste baiano, o sorgo começou como uma alternativa para preservar o solo na entressafra, sem foco direto no lucro. Com o passar dos anos, os produtores perceberam o potencial da cultura e aprimoraram o manejo. Técnicas e ferramentas usadas na soja passaram a ser aplicadas também ao sorgo, que hoje já contribui para o custeio da oleaginosa em diversas propriedades da região.

O interesse pela cultura tem aumentado especialmente diante da possibilidade de uso do grão como matéria-prima para a indústria de etanol. Além do valor na ração de aves e bovinos, o sorgo tem recebido investimentos em novas tecnologias, como híbridos mais produtivos e tolerantes a herbicidas. Em áreas irrigadas, a expectativa de produtividade chega a 160 sacas por hectare. No sequeiro, mesmo com menos chuva, a projeção é de cerca de 70 sacas.

A instalação de uma biorrefinaria em Luís Eduardo Magalhães fortalece ainda mais esse cenário. A planta industrial deve processar até 1 milhão de toneladas de grãos, entre sorgo e milho, com uma produção estimada de até 460 milhões de litros de etanol. A expectativa é de que a estrutura traga mais segurança ao produtor e contribua para a formação de preços e incentivando novos investimentos.



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Georreferenciamento rural: o “RG” que sua fazenda precisa ter


Com o prazo final se aproximando para a regularização de imóveis com até 25 hectares, o georreferenciamento se consolida como uma exigência indispensável para a gestão moderna da propriedade rural. Quer saber se seu imóvel precisa ser georreferenciado e evitar dores de cabeça futuras? Assista ao vídeo e entenda todos os detalhes!

Apelidado de “RG da fazenda”, esse processo técnico confere identidade oficial ao imóvel ao mapear, com precisão, seus limites e localização.

Segundo o advogado Pedro Puttini Mendes, especialista em direito agrário e ambiental, o georreferenciamento não é exigido de forma automática para todos os imóveis.

Ele se torna obrigatório somente quando o produtor realiza alterações na matrícula do imóvel, como em casos de venda, doação, inventário, desmembramento, correção de área ou busca por financiamento. No entanto, se antecipar pode evitar dor de cabeça e custos extras no futuro.

O que é o georreferenciamento e como funciona

Satelite. Foto: Canva
Satelite. Foto: Canva

O processo substitui as antigas descrições imprecisas — como “da pedra até o córrego” — por coordenadas exatas de latitude e longitude, seguindo normas do Incra.

O trabalho é feito por engenheiros agrimensores e técnicos habilitados que usam GPS de alta precisão para realizar o levantamento.

Com os dados em mãos, são elaborados a planta e o memorial descritivo da propriedade, que passam por validação no Sistema de Gestão Fundiária (Sigef) do Incra.

Após a aprovação, o produtor recebe o certificado, que deverá ser apresentado ao cartório sempre que houver movimentação documental.

Entenda os prazos e quando o georreferenciamento é obrigatório

Propriedade rural. Foto: Canva
Propriedade rural. Foto: Canva

O cronograma para obrigatoriedade foi estabelecido pelo Decreto 4.449/2002. Para propriedades menores de 25 hectares, o prazo limite é 20 de novembro de 2025. No entanto, a exigência vale somente se houver necessidade de atualizar a matrícula no cartório.

Ou seja, se o produtor não for realizar venda, herança ou qualquer alteração, não há necessidade imediata. No entanto, deixar para depois pode gerar entraves, já que a alta demanda perto do prazo pode encarecer e atrasar o processo.

Por que vale a pena antecipar o processo?

Produtor rural. Foto: Canva
Produtor rural. Foto: Canva

Mesmo que o georreferenciamento não seja obrigatório neste momento, ele oferece vantagens estratégicas:

  • Valorização do imóvel: Propriedades com certificado tendem a valer mais.
  • Prevenção de conflitos: Evita disputas com vizinhos por divisas mal definidas.
  • Facilidade no crédito rural: Bancos exigem a documentação para liberar recursos.
  • Segurança jurídica: Garante proteção patrimonial ao produtor e à família.

Além disso, imóveis com matrícula regularizada ganham credibilidade no mercado e são vistos como ativos sólidos por compradores e instituições financeiras.

Planeje agora e evite correrias em 2025

A recomendação do especialista é simples: não deixe para a última hora. Procure um profissional habilitado, avalie a situação da sua matrícula e providencie os documentos necessários.

O planejamento antecipado é o caminho mais seguro para preservar o valor e a legalidade do seu patrimônio rural.



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Governo do RS promove encontro para debater inovação no agro



O governo do estado do Rio Grande do Sul, por meio da Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia (Sict), promoverá o encontro do Centro de Inteligência do Agronegócio (Centro Agro) no próximo dia 24 de julho. O evento está com as inscrições abertas e será realizado no auditório do Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS).

A iniciativa é desenvolvida em parceria com a Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) e com a Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), e integra a agenda de entregas prioritárias do governo estadual para o setor.

Objetivo do evento

Segundo o secretário-adjunto da Sict, Mário Augusto Gonçalves, o objetivo é transformar o Centro Agro em uma referência regional. “É fundamental desenvolvermos políticas públicas inovadoras para o agronegócio, e o Centro Agro está inserido nesse contexto. O agro está na vida dos gaúchos e vamos trabalhar para que essa iniciativa se torne referência não só no Brasil, mas na América Latina”, afirma.

Para o chefe de gabinete da Seapi, Joel Maraschin, o centro deve ser uma ferramenta estratégica para pensar o futuro da produção agropecuária gaúcha. “É o uso da ciência e da tecnologia para o melhoramento da produtividade do Estado, com base de dados e avaliações científicas para que possamos melhorar, ainda mais, a qualidade dos nossos produtos, aumentar a área de produção e a produtividade, revertendo em bons resultados na economia e no PIB”, destaca.

O diretor-geral da SDR, Romano Scapin, também celebrou a retomada do projeto. “Estamos entusiasmados com a retomada do projeto Centro Agro, uma iniciativa estratégica que tem como objetivo mapear, valorizar e impulsionar as ações inovadoras que nascem no campo e fazem do agronegócio uma das principais forças do desenvolvimento do Rio Grande do Sul. Trata-se de reunir, em um só espaço, as diversas iniciativas de inovação no setor, fortalecendo a conexão entre tecnologia, produção e sustentabilidade”, pontua.



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AgroNewsPolítica & Agro

Cacau baiano movimenta US$ 254 milhões no semestre



Exportações de chocolate da Bahia crescem 41%




Foto: Canva

No Dia Mundial do Chocolate, comemorado no dia 7 de julho, a Bahia celebra avanços significativos na produção e exportação de cacau e seus derivados. Segundo dados da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri-BA), o estado lidera a produção nacional e registrou crescimento de 41,32% nas exportações no primeiro semestre de 2025, somando US$ 254 milhões em receita.

A secretária da pasta, em nota divulgada nesta segunda-feira, afirmou que “a Bahia reafirma sua posição estratégica no mercado global de chocolate, combinando tradição e inovação na produção de derivados do cacau”. O estado tem como principais destinos de exportação países como Argentina, Estados Unidos, Chile e Holanda.

A qualidade do chocolate baiano tem ganhado destaque internacional. Em 2024, marcas vinculadas ao Consórcio Cabruca, que reúne produtores do Sul da Bahia, conquistaram 15 medalhas na Academy of Chocolate, em Londres, uma das premiações mais prestigiadas do setor.

A combinação entre técnicas tradicionais de cultivo e práticas modernas de produção tem garantido reconhecimento crescente para os produtos baianos. Segundo a Seagri, o desempenho nas exportações reflete esse esforço conjunto de produtores, cooperativas e instituições de apoio técnico.

 





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