segunda-feira, abril 6, 2026

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Preço do boi gordo se mantém estável no país; confira o fechamento de mercado



Nesta quarta-feira (22), o mercado físico do boi gordo apresentou alta em estados como Tocantins, Pará, Goiás e Mato Grosso do Sul, onde as escalas de abate estão mais apertadas.

Em São Paulo, os preços se mantêm acomodados, com frigoríficos de maior porte bem escalados e boa oferta de animais de parceria. Segundo Fernando Henrique Iglesias, analista da Safras & Mercado, o cenário indica redução do diferencial de base e menor eficiência de hedge.

Preços do boi gordo em arroba

  • São Paulo: manteve em R$ 313,62 (a prazo)
  • Goiás: manteve em R$ 303,93
  • Minas Gerais: manteve em R$ 303,82
  • Mato Grosso do Sul: manteve em R$ 327,05
  • Mato Grosso: manteve em R$ 299,26

Mercado atacadista

  • Quarto traseiro: manteve em R$ 25,00 por quilo
  • Ponta de agulha: manteve em R$ 17,00 por quilo
  • Quarto dianteiro: manteve em R$ 18,20 por quilo

O mercado atacadista segue firme, com perspectiva de alta no curto prazo, impulsionada pelo décimo terceiro salário, criação de postos temporários de emprego e maior circulação de dinheiro nas confraternizações de final de ano.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,12%, cotado a R$ 5,3969 para venda e R$ 5,3949 para compra, oscilando entre R$ 5,3776 e R$ 5,4131 ao longo do dia.



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AgroNewsPolítica & Agro

Bem-estar animal ganha espaço na suinocultura nacional


A suinocultura brasileira mantém posição de destaque mundial tanto em volume de produção quanto em competitividade. Em 2024, o Brasil produziu 5,3 milhões de toneladas de carne suína, com um rebanho de 46,6 milhões de animais abatidos e 2,1 milhões de matrizes ativas. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) informou que houve aumento de 2,9% em relação ao ano anterior e crescimento de 52,8% nos últimos dez anos, mantendo o país na quarta posição entre os maiores produtores e exportadores desde 2015, atrás apenas de China, União Europeia e Estados Unidos.

A Ásia segue como principal destino da carne suína nacional. Filipinas, China, Hong Kong, Japão e Singapura concentraram 63,8% das exportações — cerca de 775 mil toneladas. Nesse contexto, o investimento em bem-estar animal passou a ser considerado um fator estratégico para o comércio internacional. A Conab destacou que “a crescente exigência dos países importadores torna a adequação das práticas de manejo um diferencial competitivo”.

Na União Europeia, o uso de celas de gestação — estruturas que restringem o movimento de porcas prenhas — é proibido desde 2013, com exceção dos 28 primeiros dias após a inseminação. A prática também foi banida em Noruega, Suécia, Suíça, Reino Unido e Nova Zelândia (com implementação total prevista para 2025), além de 11 estados dos Estados Unidos.

Nesse cenário, a 6ª edição do Observatório Suíno, relatório elaborado pela Alianima, consolida-se como instrumento de monitoramento e avaliação do setor. O documento utiliza questionários distintos para produtores e compradores, como redes de restaurantes e supermercados. Segundo Maria Fernanda Martin, zootecnista e gerente de relações corporativas e bem-estar animal da Alianima, o objetivo do levantamento é “identificar gargalos, reconhecer boas práticas e estimular o avanço contínuo do setor em direção a sistemas mais sustentáveis”. Ela afirmou ainda que “neste ano, observamos um avanço na gestação coletiva por parte da maioria dos fornecedores, assim como nos compromissos públicos com a adoção do sistema cobre e solta para novas instalações”.

O relatório aponta que todos os fornecedores são capazes de fornecer informações sobre a origem da carne suína livre de celas de gestação, o que reforça a rastreabilidade e a viabilidade técnica da cadeia. Com base em dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), os produtores comprometidos representam 62,2% das matrizes ativas alojadas no país.

Entre os principais desafios para ampliar o alojamento em grupo, 89% dos fornecedores citaram o financiamento como maior obstáculo, seguido pela precificação do produto final (78%) e o planejamento das instalações (67%). A zootecnista destacou que o cenário demonstra amadurecimento técnico do setor e maior busca por qualificação.

O sistema “cobre e solta”, que permite maior mobilidade das fêmeas em baias após a cobertura, começa a ser adotado com mais frequência. Apesar das exigências de espaço e manejo mais complexo, empresas já percebem benefícios para a saúde física e mental dos animais. As desvantagens relatadas incluem perdas reprodutivas, brigas, dificuldade em manter o escore corporal, custos de implementação e necessidade de mais espaço. Já as vantagens mais citadas foram bem-estar, saúde e melhor desempenho das matrizes.

As celas de maternidade também foram apontadas como problema de bem-estar, por limitarem o movimento das porcas e impossibilitarem comportamentos naturais, como a construção de ninhos. O relatório mostra que 67% dos fornecedores têm planos para ampliar o espaço das maternidades, um aumento de 29% em relação ao levantamento anterior.

No manejo de leitões, todas as empresas produtoras afirmaram não realizar castração cirúrgica, e 78% já aboliram o desgaste de dentes. No entanto, práticas como o corte de orelhas e caudas ainda persistem. As empresas citam dificuldades em adotar alternativas devido ao custo e à falta de soluções eficazes contra a caudofagia.

“É importante notar que há uma diminuição na intenção das empresas em banir o corte de cauda ao longo dos anos, como mostra a edição deste ano, em que apenas uma empresa, a MBRF, assinalou a resposta positiva. O corte de cauda segue sendo o manejo mais complexo para o banimento por conta da causa multifatorial do problema de mordedura entre os leitões”, explicou Martin. Segundo ela, apesar dos desafios, o interesse crescente do setor é um indicativo positivo de avanço.





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separar despesas fixas e operacionais pode salvar o caixa da fazenda; entenda



A gestão financeira de uma fazenda de pecuária exige que o produtor rural adote um método que vá além da simples anotação de despesas.

No novo episódio da série “A Conta do Boi”, no Giro do Boi, o doutor em Zootecnia Gustavo Sartorello afirma que o passo mais crucial é classificar todas as despesas em duas categorias fundamentais: fixas e operacionais. Segundo ele, anotar despesas sem classificá-las é um erro de gestão que impede a tomada de decisões estratégicas.

Sartorello explica que essa classificação, embora pareça simples, é o que separa o custo de base para sustentar a operação (custo fixo) do custo de atividade produtiva (custo operacional).

Sem essa distinção clara, o produtor confunde movimento com resultado e não consegue identificar onde o dinheiro está realmente sendo perdido ou investido. A separação é vital para o controle e a rentabilidade da pecuária.

Confira:

O perigo invisível dos custos fixos no caixa

O principal erro de gestão na pecuária, segundo o especialista, é tentar economizar em itens operacionais (como suplemento, sanidade ou genética) e ignorar a pressão dos custos fixos. Quando a receita da fazenda cai, são os custos fixos que mais apertam o caixa, pois eles não variam com o nível de produção.

Para uma gestão eficaz, a definição das despesas é clara:

  • Despesas fixas: são custos que existem e precisam ser pagos mesmo que a produção seja zero. Exemplos: salários e encargos (13º, férias), energia, internet e honorários do contador.
  • Despesas operacionais: só ocorrem porque há animais no sistema e a produção está em andamento. Exemplos: nutrição, sanidade, reprodução, combustíveis, manutenções (máquinas e pasto) e arrendamento de terra.

O produtor deve monitorar o percentual de despesas fixas em relação ao total de gastos. Quanto maior esse percentual, menos flexibilidade a fazenda terá em momentos de crise ou de baixa no preço da arroba, aumentando a vulnerabilidade do negócio.

A gestão de custos não é um luxo, mas sim uma responsabilidade inadiável do pecuarista. Ao separar as despesas fixas e operacionais, o produtor deixa de ser refém do improviso e assume o controle do negócio, transformando dados em poder de decisão.

A dica é ter critério e consistência: o produtor deve definir onde classificar despesas que geram dúvida (como impostos e taxas) e manter essa regra em todas as anotações futuras. O erro fatal, de acordo com Sartorello, não está em escolher o critério, mas em não ter um ou mudá-lo constantemente.

O próximo passo na gestão será aprender a separar os custos não operacionais e os investimentos do capital. A mensagem final do especialista é direta: “A conta do boi não perdoa. Ou você domina a conta, ou vai ser dominado por ela”.



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Quinta-feira tem alerta para chuva forte e frio em algumas regiões; veja a previsão do tempo



O Brasil segue dividido entre dois extremos climáticos nesta quinta-feira (23). De um lado, o Norte e o litoral do Nordeste continuam sob a influência de chuvas fortes e temporais isolados. Do outro, o Centro-Sul encara o avanço do ar seco, com tarde de baixa umidade e amanheceres frios.

Chuvas intensas no Norte e no litoral do Nordeste

O padrão úmido permanece sobre a faixa norte do país. Amazonas, Roraima, Rondônia e o oeste do Pará seguem em alerta para chuva volumosa e temporais localizados, principalmente entre a manhã e o início da tarde.
As instabilidades atmosféricas continuam ativas e podem vir acompanhadas de rajadas de vento e descargas elétricas.

No Nordeste, o destaque vai para o litoral da Bahia, que segue sob alerta de chuva forte e persistente. Áreas do Recôncavo Baiano, incluindo Salvador e região metropolitana, devem registrar acumulados expressivos, com risco de alagamentos e transtornos pontuais.

Entre Sergipe e o litoral do Rio Grande do Norte, há chance de pancadas moderadas, enquanto o interior nordestino volta a ter tempo firme, com retorno do sol e do calor ao longo do dia.

Centro-Sul do país: frio nas manhãs e ar seco à tarde

Em contraste com o norte chuvoso, o Centro-Sul do Brasil vive um cenário marcado por frio ao amanhecer e ar seco intenso à tarde.
A atuação de uma massa de ar seco garante céu aberto, sol forte e queda acentuada da umidade relativa do ar, que deve atingir níveis entre 20% e 30% em diversas regiões.

Sul

O tempo firme predomina em quase todo o Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina. Apenas os litorais paranaense e catarinense podem registrar chuvas fracas e isoladas.
Os ventos seguem intensos, com rajadas acima de 50 km/h em algumas áreas.

Sudeste

O interior de São Paulo e Minas Gerais tem sol forte e baixa umidade. No litoral do Espírito Santo e no norte do Rio de Janeiro, o tempo segue instável, com chuvas rápidas e passageiras.

Em São Paulo (capital), a quinta-feira começa fria e termina com tarde agradável, com máximas próximas de 26 °C. Não há previsão de chuva.

Centro-Oeste

O dia será de céu limpo e calor crescente em Goiás, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal, com umidade abaixo de 20% nas horas mais quentes. O tempo seco aumenta o risco de queimadas e exige atenção redobrada com a hidratação e atividades ao ar livre.

Ventos e alerta para baixa umidade

A intensificação dos ventos é outro destaque do dia. Rajadas de até 50 km/h são esperadas entre o Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul e São Paulo.
Essas correntes podem acentuar a sensação de frio em algumas regiões e aumentar o risco de propagação de queimadas no interior do país.

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Com comercialização lenta, soja registra estabilidade nos preços e pouco movimento



O mercado brasileiro de soja teve um dia de movimentação contida. De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado, Rafael Silveira, nesta quarta-feira (22), alguns lotes foram negociados para o porto, mas nada muito agressivo. Hoje, operações pontuais marcaram a sessão.

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Silveira explica que os preços mostraram pequenas alterações, com variações entre R$ 0,50 e R$ 1,00, refletindo movimentos mistos. A comercialização da safra nova segue lenta, com baixa oferta e pouco interesse do produtor. Como dólar e Bolsa tiveram poucas mudanças, o mercado não encontrou força adicional para reagir.

Preços de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 133,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 134,00
  • Cascavel (PR): manteve em R$ 134,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 124,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 125,50
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 126,00
  • Paranaguá (PR): manteve em R$ 140,00
  • Rio Grande (RS): manteve em R$ 139,50

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) encerraram a quarta-feira com preços predominantemente mais baixos para o grão e o óleo, e cotações mistas para o farelo. O mercado chegou a operar em alta, sustentado pela expectativa de aumento na demanda por parte da China e do Japão, mas perdeu força no fim do dia diante das incertezas sobre um novo acordo comercial e do avanço da colheita nos Estados Unidos.

Contratos futuros

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro de 2025 subiram 4,00 centavos (0,38%), a US$ 10,34 ¾ por bushel, enquanto janeiro de 2026 avançou 1,50 centavo (0,14%), a US$ 10,50 por bushel. As posições mais distantes recuaram.

Nos subprodutos, o farelo para dezembro de 2025 ganhou US$ 3,10 (1,08%), a US$ 290,00 por tonelada. Já o óleo para dezembro de 2025 caiu 0,58 centavo (1,14%), a 50,07 centavos de dólar por libra-peso.

Câmbio

O dólar comercial fechou em leve alta de 0,12%, cotado a R$ 5,3969 para venda e R$ 5,3949 para compra. Durante o dia, a moeda oscilou entre R$ 5,3776 e R$ 5,4131.



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Iniciativa ajuda produtores paulistas a recuperar áreas degradadas



Produtores rurais do estado de São Paulo estão recuperando a produtividade de áreas degradadas por meio de uma parceria entre o Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista (Feap) e a Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (Cati), órgão ligado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento.

Segundo o técnico da CATI, Ciro Manzoni, o projeto oferece até R$ 50 mil por produtor, divididos entre o programa Berços d’Água, e o Águas Rurais. No Berços d’Água, o recurso é usado em obras como terraceamento em nível, construção de berços d’água e aquisição de insumos como calcário e gesso, com o objetivo de aumentar a infiltração e reter água da chuva.

Já o Águas Rurais financia a construção de cercas em torno de nascentes e áreas de preservação, instalação de fossas biodigestoras, caixas d’água e tubulações, garantindo o abastecimento das residências e o tratamento do esgoto, promovendo a sustentabilidade e a produtividade da propriedade rural.

O produtor Igor Masirevic, contemplado pelo programa, destacou que a propriedade, localizada em área de transição entre cerrado e serra, passou a reter melhor a água e reduzir perdas com erosão. “As águas agora ficam na terra, aumentaram as nascentes, e a produtividade voltou”, afirmou.

A CAT reforça que a adoção de práticas conservacionistas é um investimento e que os recursos estão disponíveis para produtores de todo o estado, bastando procurar as Casas da Agricultura.



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Cecafé e governo preparam terreno para encontro Lula-Trump



O setor cafeeiro brasileiro acompanha de perto as negociações em torno de uma possível revisão das tarifas de importação impostas pelos Estados Unidos. Em setembro, conforme dados do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), os embarques de café ao mercado norte-americano registraram queda de 52,8% em relação ao mesmo mês de 2024.

Diante desse cenário, o Cecafé intensificou o diálogo com o governo federal para tentar reverter o quadro. Nesta quarta-feira (22), representantes da entidade se reuniram com o vice-presidente e ministro da Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin, no Palácio do Planalto, para tratar das estratégias de retomada.

Café é prioridade nas negociações com os EUA

De acordo com Marcos Matos, diretor-geral do Cecafé, o encontro foi “muito importante e produtivo”. Segundo ele, Alckmin solicitou uma análise detalhada sobre produção, exportação e consumo de café no Brasil e nos principais países produtores e importadores, visando preparar o terreno para a reunião entre os presidentes do Brasil e dos Estados Unidos, prevista para ocorrer na Malásia.

De acordo com Matos, duas frentes estão em andamento. A primeira é a suspensão total das tarifas sobre produtos brasileiros, proposta que já foi encaminhada oficialmente ao senador norte-americano Marco Rubio e às autoridades do Departamento de Comércio e do Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR). A solicitação está sob análise do governo norte-americano.

“Os ministérios do MDIC, MRE, Mapa, Camex e Fazenda estão trabalhando de forma integrada para preparar essa reunião. O vice-presidente relatou que fez um pedido direto ao presidente Lula para que o tema seja tratado pessoalmente”, afirmou Matos.

A segunda frente, caso a suspensão total não avance, prevê o processo de isenção produto a produto, com o café brasileiro como prioridade na lista de análise. “Seguindo a orientação do vice-presidente, o café é o primeiro produto a ser incluído na lista de isenção, tanto do lado do governo brasileiro quanto do lado dos EUA”, destacou o diretor do Cecafé.

Impacto e expectativa para o setor

O avanço nas negociações é considerado essencial para reduzir os efeitos das tarifas, que elevaram o custo de entrada do café brasileiro no mercado norte-americano — um dos principais destinos da bebida nacional.

Marcos Matos reforçou que o diálogo entre os países continua intenso e que há otimismo moderado quanto a um desfecho positivo. “O governo brasileiro tem demonstrado sensibilidade com o setor e disposição para defender a competitividade do café nacional”, afirmou.

Para o Cecafé, a isenção tarifária seria um passo fundamental para recuperar a participação do Brasil nos Estados Unidos e fortalecer a imagem do país como líder global em sustentabilidade e qualidade no café.

Força do Brasil no mercado norte-americano

De um lado temos o Brasil, maior produtor e exportador de café do mundo. De outro, os Estados Unidos, que são os principais consumidores do grão brasileiro. Além da redução nas exportações, outra preocupação é com uma possível mudança nos hábitos do consumidor norte-americano.

“A redução desse mercado tem afetado o setor como um todo e aberto espaço para outros países. Isso preocupa, porque o consumidor norte-americano pode se acostumar a cafés sem as características do produto brasileiro”, afirma Márcio Ferreira, presidente do Cecafé.

Reunião entre Lula e Trump no radar

As conversas entre o presidente Lula e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no início do mês, aumentaram as expectativas no setor. O clima de otimismo também foi reforçado pela reunião entre o chanceler Mauro Vieira e o secretário de Estado norte-americano, Mauro Rubio.

Agora, as atenções se concentram na Malásia, onde os dois líderes estarão para participar da cúpula da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean).



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Além da ‘falsa couve’, outras 9 plantas tóxicas podem causar a morte; veja quais são


A morte de uma mulher de 37 anos e a intoxicação de outras 11 pessoas após a ingestão da Nicotiana glauca, planta tóxica popularmente conhecida como “falsa couve”, no interior de Minas Gerais, reacenderam o alerta sobre o risco de confundir espécies venenosas com hortaliças.

Além disso, é importante redobrar a atenção em ambientes com crianças e animais domésticos, já que muitas plantas ornamentais ou silvestres podem causar intoxicações graves e até a morte se ingeridas.

Confira abaixo 10 plantas tóxicas comumente encontradas no Brasil:

Falsa couve (Nicotiana glauca)

falsa couve
Foto: Divulgação Universidade Federal de São João Del-Rei

De aparência semelhante à couve tradicional, essa planta contém alcaloides tóxicos que atacam o sistema nervoso e respiratório. A ingestão pode causar vômitos, fraqueza muscular, confusão mental e parada cardiorrespiratória.


2. Comigo-ninguém-pode (Dieffenbachia picta)

Imagem: Embrapa

Muito usada como planta ornamental, libera um líquido cáustico ao ser cortada. O contato com a pele pode causar irritação e inchaço; a ingestão leva a inchaço da língua e garganta, podendo bloquear as vias respiratórias.


🌸 3. Espirradeira (Nerium oleander)

Imagem: USP

De flores bonitas e comuns em jardins, é letal em todas as partes da planta. Contém glicosídeos que afetam o coração, podendo causar arritmia, parada cardíaca e morte.


🌰 4. Mamona (Ricinus communis)

Imagem: Embrapa

Suas sementes contêm ricina, uma das substâncias naturais mais tóxicas do mundo. A ingestão de poucas unidades já é suficiente para causar vômitos, convulsões e falência de órgãos.


🍂 5. Tinhorão (Caladium bicolor)

Imagem: Pixabay

Com folhas coloridas e ornamentais, o tinhorão é perigoso para crianças e animais. Provoca inchaço na boca e garganta, náuseas e asfixia se mastigado.


🐍 6. Saião-roxo (Kalanchoe blossfeldiana)

Imagem: Pixabay

Usado popularmente como planta medicinal, o saião contém substâncias que podem causar arritmia cardíaca em humanos e animais, especialmente bovinos e cães.


🌾 7. Trombeta (Datura stramonium ou “zabumba”)

Imagem: Pixabay

Conhecida por seus grandes flores brancas, é altamente alucinógena e tóxica. A ingestão pode provocar delírios, convulsões, taquicardia e até parada respiratória.


🪴 8. Antúrio (Anthurium andraeanum)

Imagem: Pixabay

Comum em interiores e escritórios, o antúrio contém cristais de oxalato de cálcio. Causa queimaduras na boca, dor intensa e edema na língua e garganta.


🍎 9. Manchineel (Hippomane mancinella)

Imagem: Pixabay

Considerada uma das árvores mais perigosas do mundo, seu látex é extremamente irritante. Apenas ficar sob a árvore durante a chuva pode causar bolhas na pele e inflamações graves. Os frutos, semelhantes a maçãs, são altamente venenosos.


🌺 10. Bico-de-papagaio (Euphorbia pulcherrima)

Imagem: Pixabay

Popular no Natal, essa planta contém seiva leitosa tóxica, que pode causar irritação nos olhos, mucosas e pele. A ingestão em grandes quantidades provoca náuseas, vômitos e diarreia.



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nascem no Zoo de SP cinco filhotes de uma das maiores corujas do planeta


Cinco filhotes de uma das maiores espécies de coruja do mundo, a coruja-águia, nasceram entre os dias 27 de setembro e 8 de outubro no Zoológico de São Paulo.

As aves são fruto da primeira ninhada de ovos do casal de coruja-águia que vive no zoológico. De acordo com o Zoo, para garantir que tudo corresse bem, a equipe de especialistas acompanhou de perto o desenvolvimento e nascimento de cada um deles.

Além disso, câmeras de segurança registraram e monitoraram cada etapa, permitindo que os especialistas acompanhassem em tempo real variações que pudesse interferir no desenvolvimento saudável dos filhotes, garantindo assim um protocolo de cuidados rigoroso e contínuo.

Segundo o Zoo, as aves nasceram com aproximadamente 30 gramas, mas, na fase adulta, a espécie pode ultrapassar quatro quilos, alcançar 75 centímetros de altura e ter envergadura de asas de até 1,80 metro.

Coruja-águia
Foto: divulgação/Zoológico de São Paulo

Considerada uma predadora, a coruja-águia está topo da cadeia alimentar e exerce papel fundamental no equilíbrio dos ecossistemas, contribuindo para o controle de populações de pequenos vertebrados.

Coruja-águia
Foto: divulgação/Zoológico de São Paulo
coruja-águia
Foto: divulgação/Zoológico de São Paulo

Funcionamento do Zoológico de São Paulo

Segunda a sexta-feira: das 9h às 16h (visitação até 17h)

Sábados, domingos e feriados: das 9h às 17h (visitação até 18h)

Endereço: Av. Miguel Estéfano, 4241, Água Funda, São Paulo – SP



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Pequenos negócios podem pedir devolução de tributos sobre exportações


Iniciativa do governo federal voltada a microempreendedores individuais (MEIs), micro e pequenas empresas (MPEs) exportadoras, o Programa Acredita Exportação já está disponível. A partir desta terça-feira (21), os empreendedores podem pedir a compensação ou ressarcimento de até 3% sobre o valor exportado, devolvendo de forma simplificada os tributos pagos ao longo da cadeia produtiva.

A medida representa um avanço na desoneração das exportações e busca aumentar a competitividade das empresas de menor porte no comércio internacional, antecipando efeitos previstos na reforma tributária. O programa é uma parceria entre o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) e o Ministério da Fazenda, com suporte da Receita Federal.

O pedido é feito de forma totalmente digital, pelo site da Receita Federal. O Acredita Exportação beneficia tanto vendas de bens como de serviços.

Para orientar os empreendedores, o Mdic e a Receita realizaram uma live no YouTube, explicando o passo a passo do processo de solicitação e como acessar o sistema de ressarcimento pelo site da Receita Federal.

Sancionado em julho pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o Acredita Exportação prevê devolução de até 3% do valor exportado. O crédito pode ser ressarcido em dinheiro ou utilizado para compensar tributos federais — como Programa de Integração Social (PIS), Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido.

O primeiro período de referência será para as exportações realizadas de 1º de agosto a 30 de setembro de 2025. Após o fechamento de cada trimestre, as empresas devem reunir as informações das notas fiscais e calcular o crédito de 3%. Mais detalhes estão disponíveis no guia completo do Acredita Exportação, divulgado pelo Mdic.

Segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex/MDIC), 11,5 mil MPEs exportaram em 2024, representando 40% do total de empresas exportadoras do país — que somaram 28,8 mil. Juntas, essas pequenas empresas movimentaram US$ 2,6 bilhões em vendas internacionais.

Há dez anos, em 2014, eram pouco mais de 5,3 mil exportadoras de pequeno porte, o que correspondia a 28,6% do total, mostrando o avanço expressivo do setor.

Além do Acredita Exportação, as micro, pequenas e médias empresas podem buscar outros programas de incentivo. Entre as iniciativas estão o Brasil Mais Produtivo, que oferece capacitação e consultorias; o Programa de Financiamento à Exportação (o Proex); o Seguro de Crédito à Exportação, com garantia do Fundo de Garantia à Exportação (SCE/FGE); e o Desenrola Pequenos Negócios, voltado à renegociação de dívidas.





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