quarta-feira, abril 1, 2026

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Segunda superlua do ano poderá ser vista no Brasil; saiba quando



A segunda superlua de 2025 será nesta quarta-feira (5) e poderá ser vista em todo o Brasil e no exterior. O fenômeno ocorre quando a lua cheia está a menos de 360 mil quilômetros da Terra, parecendo maior e mais brilhante do que o normal. A superlua do Castor, a maior e mais brilhante deste ano, permanecerá visível por três dias consecutivos.

O fenômeno poderá ser observado a olho nu em todo o Brasil, desde que as condições meteorológicas sejam favoráveis. Ele poderá ser observado sem a necessidade de telescópios ou equipamentos especiais.

A lua cheia coincide com o perigeu, ponto de sua órbita em que está mais próxima da Terra. O resultado é um satélite cerca de 14% maior e até 30% mais brilhante do que o normal.
Embora o termo superlua não seja usado oficialmente por astrônomos, ele se popularizou por traduzir de forma simples esse efeito visual que chama a atenção a cada ocorrência.

Horários

A melhor hora para apreciar o espetáculo será logo após o pôr do sol. Em São Paulo, o nascer da lua deve ocorrer por volta das 18h45; em Belém, às 18h14; e no Recife, às 17h28 — horários aproximados, que variam conforme a região e o fuso local.

Para aproveitar o momento, basta procurar um local com boa visibilidade do horizonte e torcer por um céu limpo. Nessa condição, será possível observar a lua a olho nu, mais próxima, brilhante e detalhada.

De acordo com a astrônoma do Observatório Nacional, Josina Nascimento, o termo superlua é reconhecido “apenas quando ocorre durante a fase cheia, mas sempre que a lua percorre sua órbita em torno da terra, completando seu ciclo de fases, em algum momento ela estará no perigeu”.

Um mês depois, no dia 4 de dezembro, aparecerá a terceira e última superlua de 2025.

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Após semanas em queda, preços do mamão voltam a subir



Após semanas em baixa, os preços médios do mamão reagiram entre 27 e 31 de outubro, nas principais regiões produtoras do País, apontam levantamentos do Hortifrúti/Cepea.

No Norte do Espírito Santo, o havaí 12-18 foi comercializado a R$ 2,06/kg, alta de 89% frente ao período anterior. Para o formosa, no Sul da Bahia, a valorização foi de 36%, a R$ 1,50/kg.

Segundo pesquisadores do Hortifrúti/Cepea, o avanço nas cotações d mamão reflete a desaceleração da produção, devido a baixas temperaturas e chuvas em ambas as praças.

Para a primeira semana de novembro, além da menor oferta no ES e na BA, o típico aquecimento da demanda em início de mês deve resultar em novos aumentos de preços.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Brasil plantou 47,1% da área de soja 25/26, aponta Conab



O plantio de soja da safra 2025/26 alcançou 47,1% da área prevista no Brasil até sábado (1), segundo boletim semanal da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O ritmo representa avanço de 12,7 pontos percentuais em relação à semana anterior, porém segue atrasado. Na comparação com a temporada 2024/25, o plantio está 6,2 pontos percentuais mais lento. Frente à média dos últimos cinco anos, o atraso é ainda maior: 7,6 pontos percentuais.

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Entre os principais produtores, Mato Grosso continua liderando os trabalhos, com 80,1% da área semeada, seguido por Mato Grosso do Sul (73%). Paraná e São Paulo vêm na sequência, com 71% e 60%, respectivamente. Também há avanço em outras regiões: Bahia (21%), Tocantins (19%), Goiás (29%), Minas Gerais (17,5%), Santa Catarina (12%) e Rio Grande do Sul (9%).



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Clima favorece lavouras de trigo no final de outubro



Depois de chuvas terem atingido regiões produtoras de trigo do Sul do País e preocupado agricultores, o clima mais firme no encerramento de outubro deixou agentes mais otimistas. Isso é o que apontam os pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo o instituto, as condições climáticas recentes têm favorecido o desenvolvimento das lavouras de trigo, que já caminham para a fase de maturação. Quanto aos preços, levantamento do Cepea mostra que os valores seguem em queda, pressionados pelo avanço da colheia e pelas boas perspectivas de produtividade no Brasil, além disso da safra volumosa na Argentina, as cotações internacionais e dólar mais baixos.

Em outubro/25, a média do trigo negociado no Rio Grande do Sul foi de R$ 1.138,41/t, queda de 9,6% em relação a setembro/25 e de 11,7% sobre outubro/24, em termos reais (deflacionamento pelo IGP-DI). No Paraná, foi de R$ 1.216,53/t, recuos de 9,7% e 15,6% nas comparações mensal e anual, nesta ordem – o menor valor desde outubro/23. Em São Paulo, as variações foram negativas em respectivos 7,5% e 24,9%, com a média passando para R$ 1.161,58/t, o patamar real mais baixo desde novembro/16. Em Santa Catarina, a média de R$ 1.263,26/t caiu 7% no mês e 13,4% no ano, sendo a menor desde abril/18.



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AgroNewsPolítica & Agro

Trigo mantém boa qualidade, mas preço tem leve queda



Lavouras de trigo mantêm sanidade e bom desempenho



Foto: Pixabay

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (30), a colheita do trigo avançou de forma acelerada em todas as regiões produtoras do Rio Grande do Sul. O relatório aponta que “a predominância de condições meteorológicas secas e ventos constantes favoreceu a redução da umidade dos grãos, a trilha e o desempenho das máquinas no campo”.

Segundo a Emater/RS-Ascar, aproximadamente 27% da área cultivada já foi colhida, enquanto 42% das lavouras estão em maturação, 28% em enchimento de grãos e 3% em floração. As produtividades variam entre 2.100 e 4.200 quilos por hectare, de acordo com o regime de chuvas, o nível tecnológico e o manejo adotado.

O informativo destaca que, de modo geral, “a cultura apresenta bom desempenho, especialmente nas áreas implantadas dentro do período de zoneamento e onde as plantas mantiveram a sanidade”. A baixa incidência de doenças fúngicas é atribuída tanto ao manejo adequado quanto às condições ambientais desfavoráveis à disseminação de patógenos.

Nas lavouras em maturação, a qualidade dos grãos é considerada satisfatória, com peso hectolitro (PH) variando entre 78 e 84 pontos, dentro do padrão comercial. No entanto, a Emater/RS-Ascar observa que “a ocorrência de chuvas excessivas em algumas localidades tem provocado redução pontual no rendimento e no PH, especialmente onde a colheita foi retardada”.

O levantamento também aponta heterogeneidade entre talhões, com produtividades mais elevadas em áreas de maior investimento e redução em cultivos que utilizaram menos insumos, produtos de menor qualidade ou sementes não certificadas.

A área total cultivada com trigo no Estado é estimada em 1.141.224 hectares, com produtividade média de 3.261 quilos por hectare. Em relação à comercialização, o preço médio da saca de 60 quilos apresentou queda de 2,29% na comparação semanal, passando de R$ 61,50 para R$ 60,09.





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Aumento na produção de carne suína na China pode beneficiar produtores de soja do Brasil



A produção de carne suína na China cresceu 7% no terceiro trimestre de 2025 em relação ao mesmo período do ano passado, somando quase 14 milhões de toneladas. O aumento ocorreu após o governo chinês incentivar o abate de animais para equilibrar a oferta e reduzir os preços internos.

De acordo com Vitor Moura, analista de mercado e diretor de marketing da Câmara Brasil-China, o crescimento reforça a liderança chinesa na produção global. “A China detém cerca de metade do plantel de suínos do mundo e mantém uma diretriz de segurança alimentar muito rígida, tratando a produção de proteína animal como pilar da segurança nacional”, afirma Moura.

Cenário de preços e autossuficiência

Mesmo com o aumento da produção, o excesso de oferta tem pressionado os preços no mercado interno chinês. O governo busca garantir autossuficiência em alimentos estratégicos, como arroz, milho e carnes suína e de frango, priorizando produtividade e menor dependência de importações.

Para o Brasil, o impacto vem de forma indireta: o país não é um dos principais fornecedores de carne suína para a China, mas se destaca como grande exportador de soja, usada na alimentação do gigantesco rebanho chinês.

“A suinocultura é um dos pilares da segurança alimentar chinesa. Isso limita o espaço para importações, mas mantém forte demanda por insumos, o que beneficia o agronegócio brasileiro”, avaliou o analista.

Fonte

Com informações de: interligados.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.



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Preços do açúcar reagem no encerramento de outubro



Os preços médios do açúcar cristal branco negociado no mercado spot de São Paulo reagiram no encerramento da última semana de outubro. Isso é o que apontam os levantamentos do Centro De Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo o instituto, o Indicador Cepea/Esalq (cor Icumsa de 130 a 180) chegou a operar na casa dos R$ 111,00 por saca de 50 kg na segunda-feira, 27, o menor patamar nominal desde abril de 2021, mas, na sexta-feira 31, subiu para R$ 113,65/sc.

Pesquisadores explicam que a recuperação foi impulsionada pela maior concentração das negociações envolvendo o açúcar cristal de melhor qualidade, o Icumsa 150. Usinas seguiram firmes nas posições de venda, apoiadas na restrição de oferta – boa parte dessa qualidade tem sido direcionada ao mercado externo ao longo desta safra (2025/26).

Já para o tipo cristal Icumsa 180, algumas usinas adotaram uma postura mais flexível, buscando escoar estoques e garantir vendas nos preços vigentes. De modo geral, houve pressão de compradores por valores mais baixos, o que reduziu a liquidez, conforme levantamento do Cepea.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Preços médios do etanol se sustentam em outubro



Os preços dos etanóis se sustentaram em outubro no mercado spot de São Paulo, com o hidratado operando na casa dos R$ 2,70/litro e o anidro, de R$ 3,10/l. Isso é o que indicam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados Economia Aplicada (Cepea).

Segundo o instituto, o suporte aos valores veio da postura firme de vendedores nas negociações, sobretudo diante do encerramento da moagem da safra 2025/26 em algumas poucas unidades do estado de SP.

Já quando comparadas as médias de setembro e outubro, dados do Cepea indicam queda, devido ao maior volume de etanol comercializado no último mês, que resultou em negócios pontuais a cotações menores.

Em outubro/25, o Indicador Cepea/Esalq do etanol hidratado teve média de R$ 2,7371/litro, baixa de 0,77% frente à de setembro/25. No caso do anidro (modalidade spot e contratos), o recuo foi de 1,02%, a R$ 3,0683/litro. Em relação às médias de um ano atrás, porém, registra-se valorização real de 7% (deflacionamento pelo IGP-M de outubro).

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Plano Clima da agricultura será debatido após a COP30



O Plano Setorial de Agricultura e Pecuária no âmbito do Plano Clima será discutido após a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30), informou o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro.

“O Ministério da Agricultura e o Ministério do Meio Ambiente chegaram a um bom termo, suspenderam a discussão para que após a COP30 a gente volte a discutir o tema”, afirmou Fávaro. A declaração foi feita após a abertura da Conferência de Ministros da Agricultura das Américas, evento que ocorre em Brasília até esta quarta-feira (5).

O que é o Plano Clima

O Plano Clima é uma política pública que estabelece estratégias para o cumprimento das metas nacionais de redução de emissões de gases de efeito estufa. Havia um impasse internamente no governo quanto ao plano setorial da agricultura, em virtude da metodologia de alocação de emissões setoriais.

Na proposta inicial apresentada pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) em consulta pública as emissões de gases ligados ao efeito estufa provenientes do desmatamento em propriedades rurais, áreas quilombolas e assentamentos da reforma agrária foram alocadas nas emissões setoriais da agropecuária. Com isso, o setor passa de segundo para primeiro principal emissor de gases poluentes no país, responsável por 70% das emissões.

A proposta desagradou ao agronegócio, que pediu a revisão do Plano Clima setorial e o adiamento de sua apresentação, o que foi apoiado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). O setor alega que a gestão do desmatamento é de responsabilidade do governo. Também foram atribuídas ao setor agropecuário as emissões e remoções ligadas à queima de combustíveis fósseis.

A Broadcast apurou que a mediação do impasse entre MMA e Agricultura quanto ao Plano Clima chegou até o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O MMA revisou a alocação das emissões ligadas ao desmatamento, mas a versão final será reapresentada somente após a COP. Com a nova versão, o balanço de emissões do setor passa de 1,4 bilhão de toneladas de CO2 equivalente na versão da consulta pública para 9300 MtCO2e, de acordo com fontes.



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VL Holding assume controle da única mina de potássio em operação no Brasil



A VL Holding concluiu, nesta segunda-feira (3), a compra do Complexo de Taquari-Vassouras, em Sergipe, único ativo de potássio em atividade no país. A aquisição marca o início de uma nova fase de investimentos voltada à ampliação da oferta nacional de fertilizantes e à redução da dependência externa por insumos agrícolas.

O complexo, localizado em Rosário do Catete, a cerca de 45 quilômetros de Aracaju, pertencia à Mosaic. Com a transação, a empresa brasileira passa a controlar uma estrutura estratégica para o abastecimento do agronegócio, reforçando sua presença na cadeia de produção de cloreto de potássio, composto essencial para o desenvolvimento das lavouras.

Expansão e estratégia nacional

A compra foi realizada por meio da subsidiária VL Mineração. Segundo o CEO da VL Holding, Daniel Moreira, a operação faz parte de um plano de crescimento voltado à eficiência produtiva, segurança logística e autonomia na oferta de fertilizantes. “Assumimos uma operação sólida e com potencial de expansão. Nosso foco é garantir regularidade no fornecimento e fortalecer o produtor rural brasileiro”, afirmou o executivo.

A empresa pretende investir na modernização da unidade para elevar a produtividade da mina. A localização próxima dos principais polos agrícolas do Nordeste é apontada como uma vantagem logística, reduzindo custos e riscos associados ao transporte marítimo — dependente de importações e variações climáticas.

Redução da dependência externa

A aquisição é considerada estratégica em um cenário em que mais de 90% do potássio consumido no Brasil é importado. A expectativa é que o controle nacional sobre a mina contribua para reduzir a vulnerabilidade do país a oscilações internacionais de preço e oferta.

Com 20 anos de atuação no agronegócio e experiência em setores como genética, alimentos e energia, a VL Holding vem ampliando sua presença em insumos agrícolas. O grupo pertence a uma família com mais de 70 anos de trajetória no campo e busca diversificar o portfólio, investindo em tecnologia e inovação para fortalecer a competitividade do setor produtivo brasileiro.



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