quinta-feira, maio 28, 2026

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Falta uma semana! Vote no Prêmio Personagem Soja Brasil!



A contagem regressiva começou. Você tem até o dia 7 de abril para participar da votação do Prêmio Personagem Soja Brasil, que reconhece os profissionais que impulsionam o crescimento e a sustentabilidade da soja no Brasil.

O processo é rápido e fácil: clique no link, preencha seus dados e vote nos produtor e pesquisador que fazem a diferença no setor.

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Indicados do Prêmio Personagem Soja Brasil

No estado de Mato Grosso do Sul, Alberto Schlatter é um exemplo de tradição aliada à modernidade. Produtor rural em Chapadão do Sul, ele vem de uma família suíça que se estabeleceu no Brasil em 1921. Seu compromisso com o crescimento sustentável e a inovação o tornam uma referência no cultivo de soja na região.

A pesquisa também tem um papel essencial no desenvolvimento da agricultura, e Anderson Cavenaghi se destaca nesse quesito. Professor na Universidade de Várzea Grande, em Mato Grosso, e doutor em proteção de plantas, ele é especialista no controle de plantas daninhas e no uso de herbicidas, garantindo mais produtividade e sustentabilidade para as lavouras do Cerrado.

Já Cecilia Czepak vem dedicando mais de duas décadas ao ensino e à pesquisa. Professora na Escola de Agronomia da Universidade Federal de Goiás, ela é uma das principais especialistas no manejo integrado de pragas, sendo fundamental para a implementação de estratégias mais eficazes no controle de pragas na soja.

No Paraná, a produção agrícola ganha força com a atuação de Claudia D’Agostini. Ao lado da irmã, ela assumiu a fazenda da família em Sabáudia e, desde então, tem buscado inovações que aumentam a produtividade e promovem a sustentabilidade no cultivo da soja. Seu trabalho reforça o papel das mulheres no setor e a importância da sucessão familiar na agricultura.

Outra área para a evolução da soja brasileira é o manejo de solos, e é nesse campo que Julio Cezar Franchini faz a diferença. Pesquisador da Embrapa Soja, no Paraná, ele desenvolve estudos que impactam diretamente a produtividade, a qualidade e a sustentabilidade das lavouras, garantindo avanços para o setor agrícola.

Por fim, no Maranhão, Oliverio Alves de Melo contribui para o crescimento do agronegócio na região de Balsas. Produtor rural com formação técnica em agropecuária e administração de empresas, ele se dedica ao desenvolvimento agrícola desde 1995 e participa de iniciativas como o Programa de Cooperação Nipo-Brasileira para o Desenvolvimento do Cerrado, fortalecendo o setor no estado.



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Boletim Focus reduz previsão para o crescimento da economia em 2025



A previsão do mercado financeiro para o crescimento da economia em 2025 foi reduzida, de acordo com dados do Boletim Focus, divulgados nesta segunda-feira (31), em Brasília. A pesquisa é realizada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

Para este ano, a estimativa para o crescimento da economia caiu de 1,98% para 1,97%. Para 2026, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB – a soma dos bens e serviços produzidos no país – foi mantida em 1,6%. Para 2027 e 2028, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2% para os dois anos.

Em 2024, a economia brasileira cresceu 3,4%. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021 quando o PIB alcançou 4,8%.

A previsão da cotação do dólar está em R$ 5,92 para o fim deste ano. No fim de 2026, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 6.

Boletim Focus: inflação

A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – para 2025 foi mantida em 5,65% nesta edição do Boletim Focus. Para 2026, a projeção da inflação ficou em 4,5%. Para 2027 e 2028, as previsões são de 4% e 3,78%, respectivamente.

A estimativa para 2025 está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.

Puxada pela alta da energia elétrica, em fevereiro a inflação oficial ficou em 1,31%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É o maior resultado desde março de 2022 quando tinha marcado 1,62%, e o mais alto para um mês de fevereiro desde 2003 (1,57%). Em 12 meses, o IPCA soma 5,06%.

Boletim Focus: juros básicos

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 14,25% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

A alta do preço dos alimentos e da energia e as incertezas em torno da economia global fizeram o BC aumentar mais uma vez os juros em um ponto percentual na reunião da semana passada, o quinto aumento seguido da Selic em um ciclo de contração na política monetária.

Em comunicado, o Copom informou que a economia brasileira está aquecida, apesar de sinais de moderação na expansão. Segundo o colegiado, a inflação cheia e os núcleos (medida que exclui preços mais voláteis, como alimentos e energia) continuam em alta. O órgão alertou que existe o risco de que a inflação de serviços continue alta e informou que continuará a monitorar a política econômica do governo.

Em relação às próximas reuniões, o Copom informou que elevará a Selic “em menor magnitude” na reunião de maio e não deixou pistas para o que acontecerá depois disso. Além de esperada pelo mercado financeiro, a elevação em um ponto havia sido anunciada pelo Banco Central na reunião de janeiro.

Até o fim deste ano, a estimativa do mercado financeiro é que a taxa básica suba para 15% ao ano. Para 2026, 2027 e 2028, a previsão é que ela seja reduzida para 12,5% ao ano, 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente.

Conter demanda

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.

Quando a taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.



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AgroNewsPolítica & Agro

Guerra comercial e plantio nos EUA afetam cotação do milho



Bolsa de Chicago registra queda no preço do milho




Foto: Pixabay

A cotação do milho para o primeiro mês em Chicago registrou queda nesta semana, encerrando a quinta-feira (27) em US$ 4,50 por bushel, contra US$ 4,69 na semana anterior. Segundo análise semanal da Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema), o mercado acompanha com expectativa a divulgação dos relatórios de intenção de plantio e de estoques trimestrais nos Estados Unidos, prevista para 31 de março.

O relatório pode confirmar a tendência de aumento da área plantada com milho nos EUA, o que impactaria diretamente os preços. Paralelamente, os dados mais recentes mostram que o país exportou 1,6 milhão de toneladas do grão na semana encerrada em 20 de março, um recuo de 2% em relação ao volume da semana anterior.

A redução das cotações também reflete a venda de posições na Bolsa de Chicago pelos fundos de investimento. De acordo com analistas, o movimento pode ser uma antecipação ao anúncio do aumento da área plantada nos EUA, além dos impactos da guerra comercial iniciada pelo ex-presidente Donald Trump.





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Clima colabora e colheita de soja atinge 82% no Brasil


A área cultivada com soja na safra 2024/25 do Brasil estava 82% colhida até quinta-feira (27), em comparação com 77% uma semana atrás e 74% no mesmo período do ano passado (safra 2023/24), de acordo com levantamento da AgRural. O índice continua como o mais alto para esta época do ano desde a safra 2010/11, quando teve início a série histórica da consultoria de mercado.

“O tempo firme acelerou a colheita no Rio Grande do Sul, onde a forte quebra de safra causada por estiagem e calor vai se confirmando, conforme as colheitadeiras avançam”, destacou a AgRural. Os trabalhos também evoluem rapidamente no Norte/Nordeste do País, favorecidos pelo clima e pelo grande número de áreas ficando prontas.

Área plantada no Matopiba safra 2022/23, IBGE, milho, oleaginosa, sojaÁrea plantada no Matopiba safra 2022/23, IBGE, milho, oleaginosa, soja
Imagem: Reprodução/Canal Rural BA

“Volumes de chuvas muito bem-vindos atingiram na semana passada diversas áreas de milho safrinha que estavam precisando de mais umidade no Centro-Sul do Brasil”, comentou a AgRural. A irregularidade das chuvas e o calor, porém, ainda mantêm os produtores em alerta. A exceção é Mato Grosso, onde as lavouras continuam favorecidas por um bom regime de chuvas.

O milho verão 2024/25 do Centro-Sul, por sua vez, estava 82% colhido até quinta passada (27), ante 77% na semana precedente e 82% um ano atrás.



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Por que está difícil encontrar trabalhadores no campo?


A interação com micro e pequenos produtores rurais faz parte do DNA do projeto Porteira Aberta Empreender. É por meio do engajamento com agricultores e pecuaristas de todas as regiões do país que podemos trazer soluções práticas para os desafios diários daqueles que impulsionam o agronegócio e alimentam milhões de pessoas no Brasil e no mundo.

Pensando nisso, todas as quintas-feiras, às 17h, o Porteira Aberta Empreender publica enquete na comunidade do Canal Rural, no YouTube. As opções mais votadas se tornam pautas, trazendo oportunidades aos desafios. 

O Porteira Aberta perguntou e vocês responderam:

Para os respondentes da enquete, as dificuldades perpassam a preferência pela cidade (39%) e a falta de interesse em trabalhos braçais (33%). Outros 28% acreditam que os salários também contribuem para a falta de trabalhadores no campo. 

Veja algumas das opiniões:

Os dados confirmam 

Estudo desenvolvido pelo Imea em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) do Mato Grosso (MT) demonstrou que  70% dos produtores enfrentam alta dificuldade na contratação de novos funcionários na região. A maior escassez dos trabalhadores está nas funções de operadores de máquinas (37%), vaqueiros (21%) e profissionais de campo (11%), o que, segundo a pesquisa, evidencia carência significativa de mão de obra qualificada.

Mas de acordo com publicação da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), a partir dos resultados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), os empregos no setor continuam crescendo. Somente em janeiro, a agropecuária brasileira gerou 35.754 novos postos de trabalho formais no primeiro mês do ano, acima das 14.608 vagas da média histórica dos últimos 20 anos.

Qualificação

Para os que desejam se qualificar em produtos e serviços relativos ao agronegócio, o Senar oferece mais de 300 cursos para a formação profissional rural. Presente nos 26 estados e no Distrito Federal, a instituição oferece capacitação gratuita, online e presencial.

O mesmo ocorre com o Sebrae, com cursos que focam no micro e pequeno empreendedor rural para qualificar e direcionar em soluções para etapas como a falta de mão de obra capacitada.



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Câmara analisa projeto que susta Garantia-Safra pago a 600 municípios



A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Decreto Legislativo 257/24, do deputado Domingos Neto (PSD-CE), que susta a norma que concedeu o benefício Garantia-Safra a agricultores de nove estados entre os anos de 2022 e 2023.

Receberam o pagamento agricultores de Alagoas, Bahia, Ceará, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe. No total, foram destinados mais de R$ 606 milhões para 632 municípios.

A Portaria 127/24 do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar determina o pagamento do Garantia-Safra aos agricultores que aderiram ao benefício na safra 2022/2023.

O objetivo do Ministério do Desenvolvimento Agrário era garantir a segurança alimentar de agricultores familiares de regiões sujeitas à perda de safra, por razão de estiagem ou enchente. Porém, o deputado Domingos Neto critica a norma por falta de transparência dos critérios utilizados para concessão do benefício.

Critérios para o Garantia-Safra

De acordo com o parlamentar, nem todos os municípios que sofreram problemas climáticos foram beneficiados. “O Ceará como um todo sofreu todo tipo de intempérie que prejudicaram esses agricultores familiares e por consequência suas pequenas produções, fazendo jus ao benefício”, disse.

Segundo o deputado, municípios vizinhos aos contemplados, e que sofreram as mesmas condições climáticas, foram excluídos do benefício.

“Não foi explicitado qual o lastro técnico oficial ou regulamento que detalhasse os critérios de elegibilidade para participação no programa Garantia-Safra”, criticou.

A proposta ainda será analisada pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, seguirá para o Plenário.

Se for aprovada, a proposta também precisará ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.



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AgroNewsPolítica & Agro

Fertilizantes CRF vs convencionais: Qual a melhor escolha?



Já os fertilizantes CRF são indicados para culturas de ciclo longo



Os fertilizantes convencionais são ideais para culturas de ciclo curto
Os fertilizantes convencionais são ideais para culturas de ciclo curto – Foto: Divulgação

Segundo Roberto Carpi, Especialista em PCM, a escolha entre fertilizantes convencionais e de liberação controlada (CRF – Controlled Release Fertilizer) influencia diretamente a eficiência nutricional, os custos operacionais e a sustentabilidade agrícola. Enquanto os fertilizantes convencionais oferecem nutrientes de forma imediata, os CRFs garantem uma liberação gradual, reduzindo perdas e otimizando a absorção pelas plantas. Mas qual deles é o mais adequado para cada tipo de cultura?  

Os fertilizantes convencionais são ideais para culturas de ciclo curto, como milho, feijão, trigo e hortaliças, que demandam absorção rápida de nutrientes. Seu baixo custo inicial e facilidade de aplicação são vantagens importantes. No entanto, apresentam desafios como maior risco de lixiviação e necessidade de reaplicações frequentes, principalmente em solos arenosos ou sob chuvas intensas. Isso pode resultar em desperdício e custos operacionais mais altos ao longo do ciclo da cultura.  

Já os fertilizantes CRF são indicados para culturas de ciclo longo, como cana-de-açúcar, café, frutíferas e florestais. Sua tecnologia permite uma nutrição contínua e eficiente, reduzindo a necessidade de reaplicações e minimizando impactos ambientais. Apesar do custo inicial mais elevado, a maior eficiência na utilização dos nutrientes pode compensar esse investimento, tornando o CRF uma opção sustentável e economicamente viável para sistemas agrícolas de alta produtividade.  

A decisão entre fertilizante convencional e CRF deve considerar o tipo de cultura, as condições do solo e os objetivos do produtor. Para quem busca maior eficiência e sustentabilidade, os CRFs são aliados valiosos na melhoria da produtividade com menor impacto ambiental.

 





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Frente fria avança e semana pode começar com temporais pelo país



Último dia do mês de março começa com o avanço de uma nova frente fria no Sul do Brasil, aumentando a condição de chuva nos três estados, favorecendo a ocorrência de pancadas com moderada a forte intensidade, seguida por raios e rajadas de vento. Em São Paulo há possibilidade de pancadas de chuva moderada a forte intensidade. Essa situação ocorre por causa da influência de um cavado meteorológico nos níveis médios da atmosfera – que estimula mais umidade sobre o Sudeste. Veja como fica o tempo, nesta segunda-feira (31), em cada região do país:

Região Sul

Risco alto para temporal com granizo, nas regiões da Fronteira Oeste, Missões, Noroeste, Campanha Gaúcha, Sul e Leste do estado. Alerta no oeste de SC e no oeste e sudoeste do Paraná. Com o deslocamento da frente fria, a umidade aumenta e cidades do centro-sul e oeste de MS, ficam em alerta neste começo de semana para temporais.

Região Sudeste

As instabilidades também devem permanecer associadas ao aumento de umidade e calor, favorecendo a ocorrência de pancadas de chuva em São Paulo, Minas Gerais e no norte e sul do Rio de Janeiro. No Espírito Santo, há condição para pancadas isoladas na parte da tarde, ainda bastante associado à entrada de ventos marítimos.

Centro-Oeste

Dia abafado, com sol e pancadas de chuva forte em MT, no sul, oeste e interior de GO e tempo mais aberto e firme em Brasília. O risco maior de chuva continua sobre MS, com pancadas a qualquer hora do dia.

Região Nordeste

A entrada de ventos marítimos continua estimulando a ocorrência de chuva isolada sobre a costa leste, com condição para chuva forte entre Aracaju/SE e Maceió/AL. As instabilidades também continuam no centro-sul e litoral do MA e no litoral do CE, com chuva moderada em Fortaleza. O ar permanece mais seco neste começo de semana no centro-norte, a Bahia e no interior do PE, com valores de umidade em atenção ao longo do dia.

Região Norte

Todos os estados devem permanecer sob condição de tempo instável, e o risco de temporal continua entre o norte do AM e o estado do AP. Atenção para chuva forte com raios e trovoadas em Manaus/AM, Belém/PA, Rio Branco/AC e Palmas/TO.

São Paulo

Último dia do mês com calor no estado de SP será marcado por sol e pouca nebulosidade desde cedo. As pancadas de chuva acontecem entre o meio da tarde e o começo da noite, atingem várias áreas e vêm acompanhadas por raios e rajadas de vento. Há possibilidade de rajadas de 50 a 70 km/h.

A situação é de atenção, pois há potencial de impactos com alagamentos e queda de galhos e/ou árvores, com risco na Grande SP e capital. As cidades de divisa com Minas Gerais (Serra da Mantiqueira e Vale do Paraíba) ficam com risco alto para temporais isolados neste começo de semana.

No interior, condição de tempo abafado mantém a situação de atenção para todas as áreas durante à tarde, com a possibilidade de pancadas fortes de chuva.



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Mercado do feijão mantém alta



O mercado segue em trajetória de alta



No Noroeste de Minas Gerais, a relevância do setor ficou evidente
No Noroeste de Minas Gerais, a relevância do setor ficou evidente – Foto: Canva

Os produtores do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul comemoram a venda do feijão acima de R$ 280 por saca FOB, apesar das adversidades climáticas. Segundo o Instituto Brasileiro de feijão e Pulses (IBRAFE), o calor extremo e a falta de chuvas impactaram a produtividade nas três regiões, embora os efeitos variem conforme a cultivar, o manejo adotado e o estágio de desenvolvimento das plantas no momento da exposição às condições climáticas adversas.  

O mercado segue em trajetória de alta, com Minas Gerais registrando valores de até R$ 285 por saca. A tendência é de valorização ao longo de abril, com a consolidação dos preços reforçando a estabilidade do setor. Apesar da existência de estoques em algumas regiões produtoras, não há expectativa de pressão para queda nas cotações. Já no segmento do Feijão-preto, os negócios seguem escassos, aproximando-se do preço mínimo de R$ 152.  

No Noroeste de Minas Gerais, a relevância do setor ficou evidente durante o evento “Pulse Day”, que reuniu especialistas para debater o futuro da cultura. Um dos principais temas discutidos foi a necessidade de fortalecer a imagem do Feijão no mercado, adotando estratégias que humanizem a produção. A proposta é substituir o conceito de “agronegócio”, mais associado às commodities, pelo termo “agroalimentos”, destacando a origem e o impacto social da cultura.  

Com perspectivas de novos aumentos nos preços e maior atenção ao marketing do produto, o setor do Feijão se fortalece, garantindo melhores retornos aos produtores e reafirmando sua importância no cenário agrícola nacional.

 





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Tarifas de Trump e todos os destaques da semana na economia: ouça especialista do PicPay


Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca que, após forte alta, o Ibovespa recuou para 131 mil pontos e o dólar subiu, fechando em R$ 5,76. Os juros futuros avançaram, refletindo um mercado de trabalho aquecido.

Nos Estados Unidos o núcleo do PCE superou expectativas, aumentando as incertezas sobre a política do Fed.

Nesta semana, os investidores acompanham as tarifas americanas, o Payroll e indicadores de atividade como produção industrial e IGP-DI.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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