terça-feira, maio 26, 2026

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Colheita da primeira safra de grãos se encerra no Paraná


O Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná, informou nesta terça-feira (8) que a colheita de grãos da primeira safra está praticamente encerrada no estado. Segundo o boletim Condições de Tempo e Cultivo, os resultados foram positivos nas regiões de colheita mais tardia. Com o término das atividades, muitos produtores iniciaram a correção do solo com aplicação de calcário e adubação orgânica, visando o próximo ciclo.

No setor hortícola, lavouras de tomate afetadas por viroses foram eliminadas, com início do plantio de variedades mais resistentes. No Noroeste do estado, seguem as colheitas de frutas como banana, goiaba e maracujá.

A colheita do arroz irrigado ocorre conforme o cronograma, embora deva se estender por mais algumas semanas. Já a mandioca de dois ciclos está sendo colhida com antecedência, enquanto o cultivo de um ciclo permanece em fase de tratos culturais.

Desde o início de abril, está autorizada a colheita, o transporte e a comercialização do pinhão, desde que os frutos estejam maduros. Contudo, a produção desta safra deve ser inferior à do ano passado, reflexo da natureza bianual da planta e da sua sazonalidade.

Os preparativos para a colheita do café começaram, com previsão de início para o próximo mês. Já a colheita do feijão da segunda safra foi iniciada, mas produtores demonstram preocupação com os preços, sobretudo do feijão preto, que apresentou forte desvalorização. Técnicos de campo indicam que, mesmo com as chuvas, já há perdas confirmadas nessa cultura.

Parte dos produtores plantou milho da segunda safra fora do zoneamento agrícola, assumindo os riscos. Enquanto algumas lavouras em floração apresentam bom desenvolvimento devido às precipitações recentes, outras em fase de frutificação já registram perdas irreversíveis. A produtividade varia de acordo com a data de plantio, e a irregularidade das chuvas tem dificultado a uniformidade das lavouras. Após os episódios de chuva, foi intensificado o controle de pragas como pulgões e cigarrinhas.

Os agricultores também iniciaram o plantio de pastagens e plantas de cobertura de inverno, como as aveias. Em relação ao trigo, o preparo do solo avança nas regiões que semeiam a cultura em abril, mas a redução da área plantada deve ser mantida. “A diminuição quase irreversível na área de trigo ocorre devido aos altos custos com seguros e à menor cobertura para perdas causadas por intempéries”, apontou o boletim. Parte dessas áreas deve ser destinada à produção de forrageiras.

Na cultura da batata de segunda safra, a maioria das lavouras está em fase de formação de tubérculos. Em paralelo, há produtores iniciando os primeiros preparativos para o plantio. O boletim destaca que houve inovação nos tratos culturais com a adoção de VANTs (Drones agrícolas) para tratamento fitossanitário.

Para a próxima safra de soja, é esperada uma redução da área cultivada nas regiões de arenito, devido às baixas produtividades registradas nos últimos anos. Produtores têm adotado estratégias de rotação de culturas com o plantio de milheto, braquiária e outras espécies para produção de massa verde, favorecendo a cobertura do solo.

As pastagens demonstram recuperação, com aumento na oferta de massa verde, o que facilita o manejo do gado. O preço do leite pago aos produtores também apresentou acréscimo no início de abril, referente à produção de março.





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Temporais e pancadas de chuva com raios em 3 regiões: confira a previsão



Esta quarta-feira será marcada por temporais em áreas de três regiões do país: Sul, Norte e Nordeste. Em outros locais, chove de forma isolada, mas também em volume considerável. Acompanhe:

Sul

Os ventos que sopram do oceano em direção ao continente estimulam a formação de instabilidades na região central, sul e leste do Rio Grande do Sul, além do litoral de Santa Catarina e das regiões norte e leste do Paraná. A chuva já acontece em alguns pontos do interior gaúcho durante a manhã, mas é a tarde que ganha intensidade. Em Porto Alegre, Florianópolis e Curitiba, dia de sol entre nuvens com pancadas de chuva acompanhadas por raios e trovoadas. Nessas capitais, tem previsão de temporais.

Sudeste

A chance de chuva aumenta à tarde em São Paulo, no sul de Minas e no interior fluminense. Tem previsão de pancadas com raios no interior paulista, na Região Metropolitana de São Paulo, no Vale do Paraíba, na região serrana de Petrópolis, no sul de Minas e na zona da Mata Mineira. No Espírito Santo, o tempo segue firme e sem previsão de chuva.

Centro-Oeste

Os maiores volumes de chuva se concentram sobre Mato Grosso nesta quarta-feira. Tem previsão de pancadas com raios em Cuiabá (MT), enquanto em Campo Grande (MS) e em Goiânia (GO), chove rápido. Em Brasília, pode chover rápido à tarde.

Nordeste

A quarta-feira segue com a chuva concentrada entre Maranhão, Piauí e Ceará. Há previsão de temporais em São Luís (MA) em Fortaleza (CE). Entre as capitais Natal (RN) e Salvador (BA), dia de sol com chuvas rápidas. No sertão, tempo seco e alerta de baixa umidade do ar.

Norte

O dia começa com chuva na região de Tefé e Manaus (AM) e aumenta ao longo da tarde nos demais estados. Tem previsão de temporais com raios em Boa Vista e Porto Velho. A chuva também acontece volumosa no interior do Pará e no Amapá.



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Boi China e boi gordo valorizam nas praças paulistas



No Mato Grosso do Sul, o mercado também registrou avanços




Foto: Canva

A cotação do boi gordo e do chamado “boi China” apresentou alta nas praças paulistas, de acordo com o informativo Tem Boi na Linha, divulgado pela Scot Consultoria. A valorização foi de R$ 2,00 por arroba, impulsionada por uma oferta mais restrita de animais prontos para abate. As cotações das fêmeas, no entanto, permaneceram estáveis. As escalas de abate no estado giraram em torno de seis dias.

No Mato Grosso do Sul, o mercado também registrou avanços. Em Dourados, o preço do boi comum subiu R$ 4,00 por arroba, enquanto os valores das fêmeas seguiram inalterados. Em Campo Grande, a oferta limitada elevou o preço dos machos em R$ 5,00 por arroba. Ambas as regiões mantiveram escalas de abate médias de cinco a seis dias. Já em Três Lagoas, os preços de todas as categorias permaneceram estáveis, com escalas também em torno de cinco dias.

No cenário externo, as exportações brasileiras de carne bovina in natura somaram 37,4 mil toneladas na primeira semana de abril, o que corresponde a uma média diária de 9,3 mil toneladas. Segundo dados preliminares, o volume representa uma leve retração de 0,9% em relação à média diária registrada em abril de 2024.

Apesar da queda no volume, o preço médio da tonelada exportada subiu 9,2% na comparação anual, alcançando US$ 4,9 mil. A elevação nos preços pode indicar uma demanda mais aquecida por parte do mercado internacional, ainda que o ritmo de embarques tenha diminuído.





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Importações de lácteos batem recorde no 1º trimestre de 2025



As importações brasileiras de lácteos somaram 590,83 milhões de litros




Foto: Pixabay

As importações brasileiras de lácteos somaram 590,83 milhões de litros em equivalente leite no primeiro trimestre de 2025, volume 5,38% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. A informação consta na análise semanal divulgada nesta segunda-feira (7) pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

Segundo o Imea, o volume é o maior já registrado para um primeiro trimestre desde o início da série histórica, em 1997. “Além da quantidade recorde, o valor gasto com essas aquisições também foi o mais alto para o período, alcançando US$ 279,87 milhões”, aponta a análise.

Apesar do crescimento acumulado no trimestre, as compras externas recuaram em março. O Brasil importou 178,85 milhões de litros em equivalente leite no mês, queda de 14,78% em relação a fevereiro.

O recuo mensal está associado, segundo o instituto, ao período de menor produção de leite nos principais países fornecedores, o que reduziu a disponibilidade de produto no mercado internacional. “As compras oriundas da Argentina e do Uruguai apresentaram retrações de 5,72% e 23,52%, respectivamente”, destaca o boletim. Os volumes totalizaram 106,32 milhões de litros e 54,64 milhões de litros em equivalente leite.





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Batata e mandioca lideram descontos do PGPAF em abril


A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou nesta segunda-feira (7) a lista de produtos que terão direito ao bônus de desconto do Programa de Garantia de Preços para a Agricultura Familiar (PGPAF). A medida, publicada no Diário Oficial da União, passa a valer entre os dias 10 de abril e 9 de maio.

De acordo com a Conab, os agricultores da malva (juta), no estado do Amazonas, estão entre os beneficiados neste mês. Ao todo, 16 produtos em diferentes regiões do país foram contemplados com o bônus, que é concedido quando o valor de mercado de um item agrícola fica abaixo do preço de garantia estabelecido pelo governo.

Segundo a estatal, os maiores percentuais de desconto foram registrados para a batata no Rio Grande do Sul, com 65,88%; a raiz de mandioca no Rio de Janeiro, com 61,69%; e a castanha-de-caju no Piauí, com 53,31%. O feijão caupi no Amapá também teve variação significativa, com 47,38%, além da raiz de mandioca no Espírito Santo, com 45,63%, e da castanha-de-caju na Paraíba, com 41,48%.

O Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) é o responsável por divulgar mensalmente a portaria com os valores do bônus. Os cálculos têm como base os custos de produção elaborados pela Conab. O objetivo do PGPAF é oferecer suporte aos agricultores familiares, promovendo o acesso ao crédito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) para implantação, modernização ou expansão das atividades produtivas.

O benefício poderá ser acessado por produtores de diversas culturas, como açaí, banana, batata, batata-doce, cará/inhame, castanha-de-caju, cebola, erva-mate, feijão, feijão-caupi, manga, maracujá, mel, mandioca e trigo, em vários estados.

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Wall Street despenca conforme guerra comercial piora


Logotipo Reuters

Por David French

(Reuters) – Wall Street despencou pelo segundo dia consecutivo nesta sexta-feira, enquanto o índice de tecnologia Nasdaq confirmou estar em um mercado em baixa e o índice Dow Jones entrou em correção, conforme a escalada da guerra comercial global provocou as maiores perdas desde a pandemia.

De acordo com dados preliminares, o S&P 500 desabou 5,95%, para 5.073,80 pontos. O Nasdaq tombou 5,80%, para 15.587,79 pontos. O Dow Jones mergulhou 5,52%, para 38.314,49 pontos.  

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Brasil está mais bem posicionado que vizinhos diante do tarifaço de Trump, diz Haddad



O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse nesta terça-feira (8), em São Paulo, que o Brasil está melhor posicionado que os demais países da América Latina para enfrentar as tarifas impostas pelo governo de Donald Trump, nos Estados Unidos.

“O Brasil tem reservas cambiais, tem um saldo comercial bastante robusto, está colhendo uma super safra. E está com uma taxa de juros alta e crescendo”, defendeu o ministro

Para Haddad, os graus de liberdade que as autoridades econômicas têm no Brasil não são comuns. “Não é este o caso de nenhum outro país latino-americano, por exemplo, incluindo o México”, completou.

Segundo o ministro, esse “movimento brusco” tomado por Trump vai provocar algum desarranjo global, já que se trata de um “solavanco grande demais para não ter consequência”.

“Mas diante do incêndio, nós [do Brasil] estamos mais perto da porta de saída do que outros países”, comentou, ao participar do 11 Brazil Investment Forum, promovido pelo Bradesco BBI, na capital paulista.

De acordo com Haddad, com essa guerra comercial, os bens produzidos no Brasil podem chegar mais baratos nos Estados Unidos, se comparados a produtos de outros países. Isso, segundo ele, pode fazer com que o país avance “no que eles importam hoje”.

Brasil não está imune

No entanto, ressaltou, o Brasil não está imune aos impactos dessa guerra comercial principalmente porque a China é o principal parceiro comercial do Brasil.

Para o ministro, ainda é cedo para fazer qualquer previsão sobre as consequências desse tarifaço. Por isso, ele ainda defende que o Brasil tenha prudência.

“Essa escalada vai ter um momento de muita incerteza, mas a pior coisa que o Brasil pode fazer nesse momento é sair a campo sem a prudência diplomática que nós sempre tivemos de mediação e também de consideração da nossa situação frente a parceiros que estão comprando cada vez mais no Brasil”, ponderou.

“A sociedade vai ter que pensar como se portar diante desse fato disruptivo. Mas não é o momento de anunciar medidas”, concluiu.



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‘China lutará até o fim’, diz porta-voz sobre guerra comercial



O representante do Ministério das Relações Exteriores da China, Lin Jian, disse nesta terça-feira (8) que “pressionar, ameaçar e chantagear não são as maneiras certas de lidar com a China”.

A declaração foi dada em entrevista à imprensa, em referência à taxação adicional de 50% aos produtos do país anunciada nesta terça-feira (8) pelos Estados Unidos.

“A China tomará as medidas necessárias para salvaguardar resolutamente seus direitos e interesses legais. Se os Estados Unidos ignorarem os interesses dos dois países e da comunidade internacional e insistirem em lutar guerras tarifárias e guerras comerciais, a China certamente lutará até o fim”, disse o porta-voz.

Segundo a agência de notícias estatal Xinhua, Lin Jian disse que os Estados Unidos impõem tarifas de maneira indiscriminada e violam os direitos legítimos de outros países e as regras da Organização Mundial do Comércio (OMC), além de prejudicarem o sistema de comércio multilateral e a estabilidade da ordem econômica global.

“É unilateralismo típico, protecionismo e intimidação econômica, e tem sido amplamente contestado pela comunidade internacional”, disse Lin.

Histórico de taxação

Em março, Washington impôs taxas específicas de 20% à China, em um dos primeiros movimentos de Trump para pressionar o país asiático. No último dia 2 abril, os Estados Unidos iniciaram uma guerra de tarifas contra todos os parceiros comerciais, com taxação adicional de 34% sobre todos os produtos chineses que entram no país norte-americano.

Com o anúncio de uma terceira taxação de 50%, previsto para começar nesta quarta-feira (9), o total das tarifas irá para 104%.

Além de retaliar com tarifas de 34% sobre os produtos estadunidenses, a China também estabeleceu restrições para exportação de minerais raros, chamados terras raras, e proibir o comércio com 16 empresas dos Estados Unidos.



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Avocado brasileiro ganha espaço no mercado internacional



Fruta está conquistando novos paladares mundo afora




Foto: Divulgação

O avocado brasileiro está conquistando novos paladares mundo afora. Segundo informações da Abrafrutas (Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados), o setor comemora a abertura de quatro novos mercados estratégicos em 2024: Japão, Chile, Costa Rica e Índia.

A conquista foi discutida durante o workshop “Avocado – Exportação Chile e Japão: Novos mercados para o avocado”, promovido pela Associação Abacates do Brasil em parceria com a Abrafrutas e apoio da Assenag (Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Bauru). Especialistas e produtores debateram os desafios logísticos e as oportunidades comerciais para o envio da fruta a esses novos destinos.

Com textura cremosa e alto valor nutricional, o avocado tem ganhado destaque nas prateleiras internacionais. Em 2024, o Brasil exportou mais de 24 mil toneladas da fruta, com receita superior a US$ 36 milhões.

“Essas aberturas de mercado representam um avanço enorme para o setor, especialmente para os produtores que vêm investindo em qualidade e rastreabilidade. Agora, o desafio é garantir que toda a cadeia esteja preparada para atender às exigências desses países”, afirma Victor Mendes, auxiliar técnico da Abrafrutas.

Nos últimos anos, o país já havia conquistado o acesso aos mercados da Argentina, em 2019, e da Bolívia, em 2020. Agora, com a inclusão de nações de alta exigência como o Japão, a fruticultura brasileira fortalece sua presença global, especialmente no segmento do avocado.

A Abrafrutas tem sido protagonista nesse avanço, atuando em parceria com o Ministério da Agricultura e instituições internacionais na construção de protocolos fitossanitários, capacitações técnicas e negociações bilaterais. Para a entidade, a diversificação de mercados é essencial para a estabilidade do produtor e a sustentabilidade do setor.

 





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preços aumentam e expectativa no curto prazo segue positiva



O mercado físico do boi gordo voltou a se deparar com preços ligeiramente mais altos nesta terça-feira (8).

De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Iglesias, o ambiente de negócios sugere por elevação de preços no curto prazo, considerando que as escalas de abate seguem encurtadas em grande parte do país.

“Ao mesmo tempo, as exportações de carne bovina seguem em alto nível, enxugando a oferta doméstica e aumentando a propensão a reajustes. Até mesmo a demanda doméstica conta com seus predicados, considerando uma boa expectativa de consumo para a primeira quinzena de abril”, assinalou.

  • São Paulo: R$ 327,58, contra R$ 326 de ontem
  • Goiás: R$ 320,54, ante R$ 319,82 na segunda
  • Minas Gerais: R$ 315,29, em comparação a R$ 312,35 de ontem
  • Mato Grosso do Sul: R$ 321,02, R$ 320,45 anteriormente
  • Mato Grosso: R$ 319,19, sobre R$ 318,18 anteriormente

Mercado atacadista

O mercado atacadista apresenta preços firmes. A expectativa ainda é de elevação no decorrer da semana.

De acordo com Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere por alguma alta dos preços no curto prazo, considerando a boa demanda prevista para a primeira quinzena do mês, período pautado por maior apelo ao consumo.

“As exportações apresentam ótimo desempenho no decorrer do ano, com grandes possibilidades de mais um recorde histórico na atual temporada”, lembra o analista.

O quarto traseiro segue cotado a R$ 26,00 por quilo, o dianteiro ainda é cotado a R$ 19,00
por quilo e a ponta de agulha, precificada a R$ 18,00 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 1,43%, sendo negociado a R$ 5,9959 para venda e a R$ 5,9939 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,8756 e a máxima de R$ 6,0054.



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