segunda-feira, maio 25, 2026

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Vazio forrageiro afeta produção de leite


A bovinocultura de leite enfrenta a fase final das pastagens cultivadas no Rio Grande do Sul, caracterizada por maior teor de matéria seca e menor concentração proteica. No entanto, os animais mantêm escore corporal satisfatório devido à suplementação com ração concentrada, e práticas de monitoramento e controle sanitário, com foco no manejo de carrapatos, são realizadas, conforme o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (25) pela Emater/RS-Ascar.

Na região administrativa de Bagé, a produção de leite segue em declínio em decorrência do vazio forrageiro de outono. A Emater/RS-Ascar informa que “em propriedades com forrageiras anuais de verão implantadas em fevereiro e pastagens perenes, ainda há alguma produção, mesmo diante da diminuição do fotoperíodo e das temperaturas”.

Em Caxias do Sul, “a qualidade do leite, tanto para contagem de células somáticas quanto para contagem padrão em placas, permanece dentro dos limites legais, sem registros de produtores excluídos pelas indústrias e laticínios”. Já na região de Erechim, “ocorrem nascimentos de bezerras e vacas em pré-parto, buscando coincidir o pico de lactação futura com o período de maior oferta de pastagens de inverno, que apresentam melhor qualidade bromatológica e contribuem para a redução dos custos de produção”.

A produção de leite diminuiu na região de Frederico Westphalen “em função da antecipação do vazio forrageiro e do impacto das altas temperaturas”. Por outro lado, a Emater/RS-Ascar registra um “leve aumento na produção de leite em relação à semana anterior” na região de Ijuí, “atribuído às temperaturas amenas, que favorecem a produtividade de animais confinados”.

Na região de Passo Fundo, “persiste a incidência de carrapatos e mosca do berne, exigindo controle em pontos estratégicos”, e houve registro de carbúnculo sintomático em uma propriedade. Em Pelotas, destaca-se “a preocupação em relação à alta infestação de ectoparasitas, como moscas e carrapatos, sendo indicados tratamentos preventivos para evitar enfermidades, como tristeza parasitária”.

Na região de Porto Alegre, “são adquiridos insumos para implantação das pastagens de inverno e para o manejo sanitário voltado especialmente ao controle de carrapatos”. Em Santa Rosa, “as vacas têm consumido menos pastagem e aumentado a ingestão de ração e de alimentos conservados, elevando o custo de produção”, com a produtividade permanecendo em queda. Por fim, na região de Soledade, “embora o crescimento das pastagens perenes esteja reduzido, a oferta de forragem ao rebanho bovino segue satisfatória”.





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EPI’s agrícolas ganham avanços tecnológicos



Com a nova Portaria 4389/2023, fabricantes de EPI agrícolas se submetem a avaliações



Com a nova Portaria 4389/2023, fabricantes de EPI agrícolas precisam submeter seus produtos a avaliações
Com a nova Portaria 4389/2023, fabricantes de EPI agrícolas precisam submeter seus produtos a avaliações – Foto: Divulgação

A segurança dos trabalhadores rurais durante a Aplicação de agrotóxicos tem evoluído significativamente com o avanço dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI) agrícolas. Segundo o pesquisador Hamilton Ramos, do Instituto Agronômico (IAC) e diretor do Centro de Engenharia e Automação (CEA), esses equipamentos têm incorporado novas tecnologias que elevam sua eficácia.

No Brasil, Ramos coordena há 17 anos o programa IAC-Quepia, parceria público-privada que promove testes de qualidade em EPI agrícolas. Nesse contexto, ele afirma que o esforço reduziu drasticamente a taxa de reprovação desses produtos, que caiu de 80% em 2010 para menos de 20% atualmente. O laboratório do programa, sediado em Jundiaí (SP), é o único da América Latina com capacidade para realizar ensaios de conformidade internacionalmente reconhecidos.

Com a nova Portaria 4389/2023, fabricantes de EPI agrícolas precisam submeter seus produtos a avaliações de qualidade a cada 20 meses, além de manter os testes completos a cada cinco anos. Aqueles que obtêm aprovação no IAC-Quepia recebem o Selo IAC de Qualidade, um importante aval para o setor.

Além de liderar iniciativas no Brasil, Ramos participa de um consórcio internacional com oito países, incluindo EUA e Alemanha, e colabora na atualização de normas ISO específicas para vestimentas e luvas protetivas na agricultura. “O trabalhador rural brasileiro está cada vez mais seguro e não sabe”, comenta. “Entretanto, a exigência pelo ensaio completo de certificação de qualidade a cada cinco anos continua a valer”, explica o pesquisador.





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Sintomas da mancha de phoma no cafezal



Doença causa desfolha e seca de ramos do café


Foto: Divulgação

A mancha de phoma, também conhecida como requeima, é uma doença causada por fungos do gênero Phoma que pode comprometer a produtividade do cafezal. O alerta é do engenheiro agrônomo João Leonardo Corte Baptistella, em uma publicação no Blog da Aegro.

Baptistella explica que as espécies de maior relevância para a cultura do café são a Phoma tarda e a Phoma costarricensis. A doença apresenta maior incidência em regiões com “ventos fortes e altitude elevada (acima de 1000 m), alta umidade e temperaturas próximas a 20 ºC”. O engenheiro agrônomo ressalta que “o florescimento do cafezal é o período mais suscetível para a ocorrência da doença”.

Os sintomas da mancha de phoma são visíveis em toda a parte aérea da planta, manifestando-se inicialmente nas folhas mais novas. Segundo Baptistella, a doença causa “desfolha da planta e seca dos ramos”. Além disso, provoca “deformações e lesões necróticas nas folhas, flores e frutos”, podendo levar à “morte de brotações novas, botões florais e a mumificação dos chumbinhos”, o que impacta diretamente a produtividade.

O controle da mancha de phoma, conforme a publicação, envolve a adoção de práticas culturais e o controle químico. Baptistella sugere algumas medidas para o manejo da doença no cafeeiro, incluindo o “uso de mudas certificadas”, “maior espaçamento de plantio”, “adubação balanceada” e a “instalação de quebra-ventos”.





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Exportações agrícolas do Brasil à Turquia somam US$ 5,5 bilhões



Agro brasileiro conquista 56ª abertura de mercado em 2025




Foto: Pixabay

O governo brasileiro e o governo da Turquia concluíram com sucesso as negociações que permitirão ao Brasil exportar bovinos vivos destinados à reprodução para o país euroasiático. A informação foi divulgada nesta terça-feira (29), representando um novo impulso para o setor pecuário nacional.

Nos anos de 2023 e 2024, as exportações brasileiras de bovinos vivos para a Turquia, voltados para abate ou engorda, totalizaram aproximadamente US$ 525 milhões. Com a recente abertura de mercado, o Brasil poderá atender à crescente demanda turca por animais de alta qualidade genética, visando a melhoria de seus rebanhos.

No período de referência, o valor acumulado das exportações agrícolas totais do Brasil para a Turquia alcançou US$ 5,5 bilhões, com destaque para produtos como soja, gado vivo (para abate e engorda), café verde, algodão e celulose.

Com este anúncio, o agronegócio brasileiro celebra sua 56ª abertura de mercado somente em 2025, elevando o total de novas oportunidades de negócio para 356 desde o início de 2023.

Esses resultados positivos são creditados ao trabalho conjunto do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e do Ministério das Relações Exteriores (MRE).





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Brasil poderá exportar cinco tipos de cítricos para a Índia



Índia é 10º maior destino do agro brasileiro




Foto: Pixabay

O governo brasileiro e o governo da Índia concluíram com sucesso as negociações que permitirão ao Brasil exportar cinco produtos cítricos para o país asiático: limão tahiti (“Citrus latifolia”), limão siciliano (“Citrus limon”), laranja doce (“Citrus sinensis”), tangerina e similares (“Citrus reticulata” e “Citrus deliciosa”). O anúncio foi feito nesta terça-feira (29), ampliando o leque de produtos agrícolas brasileiros com acesso ao mercado indiano.

Desde 2023, outros seis produtos brasileiros já haviam conquistado o mercado indiano, incluindo açaí em pó, suco de açaí, pescado de cultivo (aquicultura), pescado de captura (pesca extrativa), derivados de ossos destinados à produção de gelatina e abacate.

A Índia se destaca como o 10º maior destino dos produtos agropecuários brasileiros, com exportações que ultrapassaram US$ 3 bilhões no último ano. Os principais produtos comercializados foram os do complexo sucroalcooleiro, soja e fibras têxteis. Com a nova abertura para os cítricos, a expectativa é de um incremento nas relações comerciais e na pauta exportadora de produtos de maior valor agregado.

Com esta conquista, o Brasil alcança a sua 55ª abertura de mercado somente em 2025, elevando o total de novas oportunidades de negócio para 355 desde o início de 2023.

Esses resultados são fruto de uma ação coordenada entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e o Ministério das Relações Exteriores (MRE).





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Ministério lança plataforma de ‘SIF simplificado’ para registrar empresas



O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, lançou nesta terça-feira o novo serviço de Registro de Estabelecimento de Produtos de Origem Animal. O sistema automatiza e acelera a obtenção do Serviço de Inspeção Federal (SIF) para estabelecimentos que atuam na produção de alimentos de origem animal destinados ao consumo nacional e à exportação.

“O SIF simplificado é mais uma ferramenta que estamos implementando no Mapa para trazer mais agilidade, transparência e eficiência ao setor. Isso também fortalece a segurança alimentar e amplia a competitividade do Brasil no mercado internacional”, disse Fávaro.

Com o processo agora automatizado por sistema eletrônico, as empresas podem obter o número do SIF de forma instantânea, no caso de registros simplificados. Antes, a análise de um pedido poderia levar até cinco dias.

“O cidadão que deseja abrir um pequeno abatedouro, uma fábrica de embutidos ou um laticínio agora pode contar com um processo totalmente digital. Dependendo do risco da atividade, o número do SIF pode ser gerado em poucos minutos. E, nos casos que exigem análise técnica, também feita de forma digital, a equipe do Mapa garante agilidade no atendimento, facilitando a abertura”, afirmou o ministro.

De acordo com o Mapa, o novo sistema eletrônico também permitirá maior integração com bases de dados governamentais, reduzindo o retrabalho e evitando a inserção repetitiva de informações. Outro avanço seria o acesso facilitado ao serviço por meio do portal gov.br, tornando a experiência do usuário mais simples e intuitiva.

Além disso, a nova plataforma promete aprimorar a rastreabilidade e a auditoria dos estabelecimentos registrados, para dar maior segurança e confiabilidade ao processo.

“Estamos eliminando entraves burocráticos e oferecendo um serviço mais eficiente para os produtores”, disse o secretário de Defesa Agropecuária, Carlos Goulart.



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chuva pode chegar a 150 mm em 24h


Os próximos dias serão marcados por tempo bastante instável em boa parte da Bahia. O lento deslocamento de uma frente fria pelo litoral do estado e uma configuração de circulação de vento especial entre os níveis de superfície, médios e altos da atmosfera vão favorecer grandes áreas de instabilidade sobre o sul e o leste baianos.

De acordo com a Climatempo, o cenário de tempo mais severo tem início no sul do estado já a partir desta quarta-feira (30). As condições tendem a se prolongar e agravar entre os dias 1º e 6 de maio ao longo de praticamente toda a faixa leste da Bahia, incluindo a Região Metropolitana de Salvador.

Dessa forma, as condições meteorológicas passam a ser favoráveis à ocorrência de chuvas intensas, persistentes e com grandes volumes acumulados em curto intervalo de tempo, além da projeção de elevados acumulados diários. Pode haver picos de 100 a 150 mm de chuvas em apenas 24 horas, como no próximo sábado (3), na região de Salvador.

Acumulado de chuva previsto entre 29 de abril e 6 de maio . Fonte: Climatempo.

Análises preliminares de alguns modelos meteorológicos indicam volumes acumulados muito elevados na região metropolitana da capital, que podem acarretar volumes de chuva na faixa entre 300 e 400 mm em apenas 120 horas (5 dias), principalmente no período entre 2 e 6 de maio. Em outras áreas da faixa leste da Bahia, estimam-se acumulados de 200 a 300 mm.

A Climatempo alerta para uma situação incomum de altíssimo risco para as áreas vulneráveis e risco elevado para enxurradas, grandes alagamentos, queda de árvores e galhos, deslizamento de terra e queda de barreiras em áreas de encosta.



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confira as cotações pelo Brasil no fechamento de mercado



O mercado físico de boi gordo apresentou novas quedas nesta terça-feira (29), reflexo do aumento gradual da oferta e do alongamento das escalas de abate. A conjuntura segue pressionada, e a tendência é de continuidade desse movimento no curtíssimo prazo, segundo avaliação da consultoria Safras & Mercado.

Apesar disso, fatores como o aumento da demanda com a proximidade do Dia das Mães e o bom desempenho das exportações ajudam a conter quedas mais agressivas, segundo o analista Fernando Henrique Iglesias.

Preços de boi gordo

  • São Paulo: R$ 322,67
  • Goiás: R$ 301,07
  • Minas Gerais: R$ 317,94
  • Mato Grosso do Sul: R$ 323,18
  • Mato Grosso: R$ 324,85

Atacado

No mercado atacadista, os preços de boi gordo permanecem firmes, impulsionados pela expectativa positiva para a primeira quinzena de maio. O cenário é sustentado pela entrada dos salários na economia e pela previsão de aumento do consumo em função do Dia das Mães, que tradicionalmente eleva a procura por carne bovina.

Os preços seguem estáveis: o quarto traseiro continua a R$ 25,00 por quilo, o dianteiro a R$ 20,50 e a ponta de agulha a R$ 18,50 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial fechou o dia em baixa de 0,29%, cotado a R$ 5,6306 para venda e R$ 5,6286 para compra. Ao longo do dia, a moeda norte-americana oscilou entre R$ 5,6205 e R$ 5,6625.



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Lançada na Agrishow, maior colheitadeira de duplo rotor do mundo custa até US$ 2 milhões



A New Holland lançou oficialmente nesta segunda-feira (29) a colheitadeira CR11 no Brasil, durante a 30ª edição da Agrishow, em Ribeirão Preto (SP). O modelo, considerado a maior colheitadeira de duplo rotor do mundo, será comercializado no país com preços que variam entre US$ 1,5 milhão e US$ 2 milhões, conforme informou o diretor de Mercado Brasil da New Holland, Cláudio Calaça Júnior.

A CR11 é equipada com motor de 775 cavalos de potência, tanque graneleiro de 20 mil litros e plataforma de 61 pés. A máquina possui capacidade de descarga de 210 litros por segundo e conta com tecnologias avançadas que, segundo o fabricante, têm capacidade para elevar a produtividade, reduzir perdas de grãos e otimizar o gerenciamento de resíduos na lavoura.

Produzida na Bélgica, no Centro de Excelência em Colheita da New Holland, a CR11 já conquistou premiações internacionais, como o Farm Machine 2024 e o Good Design Award 2023. O modelo incorpora o novo sistema TwinClean, que utiliza dois conjuntos de peneiras para aprimorar a limpeza dos grãos e minimizar perdas, além de ventilador de alta potência e mecanismos automáticos para distribuição uniforme do material.

A cabine da CR11 também foi atualizada, com novas telas touchscreen, câmeras de monitoramento, iluminação reforçada com faróis de LED e sistema de climatização multizona. A operação pode ser feita com ajustes remotos e diversas funções automatizadas.

O lançamento da CR11 integra a renovação completa da linha CR de colheitadeiras da New Holland, que passa a contar com seis novos modelos: CR6, CR7, CR7+, CR8, CR9 e CR10. Entre as novidades estão o design e a ampliação do sistema que ajusta automaticamente a máquina para elevar a eficiência das operações, com base em inteligência artificial.

Além disso, a máquina tem disponível uma tecnologia que regula a velocidade da colheitadeira de forma automática, conforme a produtividade da lavoura, agora está disponível.

Para complementar a nova linha de colheitadeiras, a empresa apresenta as plataformas de grãos nas opções de 25, 50 e 61 pés.

*Com informações de Victor Faverin



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Mercado de soja apresenta recuo nesta terça-feira; saiba as cotações pelo Brasil



O mercado brasileiro de soja registrou uma terça-feira (29) de fraca movimentação, com os preços recuando na maioria das regiões. A queda foi influenciada pelo recuo da Bolsa de Chicago, do dólar comercial e dos prêmios de exportação, o que adicionou viés baixista às cotações no país. Segundo o consultor da Safras & Mercado, Rafael Silveira, a retração nas indicações de compra afastou o produtor das negociações, restringindo as vendas ao mínimo necessário.

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Soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): caiu de R$ 130,00 para R$ 128,00
  • Santa Rosa (RS): caiu de R$ 131,00 para R$ 129,00
  • Porto de Rio Grande (RS): baixou de R$ 135,00 para R$ 134,00
  • Cascavel (PR): caiu de R$ 131,00 para R$ 129,00
  • Porto de Paranaguá (PR): manteve em R$ 134,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 116,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 118,50
  • Rio Verde (GO): caiu de R$ 116,00 para R$ 115,00

Chicago

Na Bolsa de Chicago, os contratos futuros da soja encerraram o dia em queda, pressionados pelo avanço do plantio nos Estados Unidos e pela previsão de clima favorável ao desenvolvimento das lavouras. Além disso, incertezas envolvendo as tensões comerciais entre Estados Unidos e China também afetaram o mercado.

Segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), até o dia 27 de abril, 18% da área de soja já havia sido plantada, contra 17% no mesmo período do ano passado. A média dos últimos cinco anos é de 12%. Na semana anterior, o índice estava em 8%.

Exportadores privados norte-americanos relataram ao USDA a venda de 110 mil toneladas de soja para destinos não revelados, com embarque previsto para a temporada 2024/25.

Contratos futuros da soja

Os contratos com entrega em maio encerraram com queda de 11,00 centavos (1,04%), cotados a US$ 10,52 3/4 por bushel. A posição julho recuou 9,75 centavos (0,91%), para US$ 10,52 3/4 por bushel.

No mercado de subprodutos, o farelo para julho subiu US$ 2,30 (0,77%), cotado a US$ 298,20 por tonelada. Já o óleo recuou 1,13 centavo (2,23%), encerrando a 49,33 centavos de dólar por libra-peso.

Câmbio

O dólar comercial encerrou o dia em baixa de 0,29%, negociado a R$ 5,6306 para venda e R$ 5,6286 para compra. A moeda oscilou entre a mínima de R$ 5,6205 e a máxima de R$ 5,6625 ao longo da sessão.



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