sábado, maio 9, 2026

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Dados de inflação na Europa e China devem agitar o mercado global


No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta que o feriado nos EUA reduziu liquidez nos mercados, trazendo cautela.

O petróleo avançou com queda nos embarques russos, enquanto o cobre recuou por incertezas sobre a China.

O dólar operou em leve alta a R$ 5,45, e o Ibovespa teve baixa com volume reduzido. Hoje, destaque para IPC-Fipe, PIB do 2º tri e dados de inflação na Europa e China.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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AgroNewsPolítica & Agro

Brasil lidera embarques de café solúvel no mundo



Exportações de café solúvel crescem 47% em junho




Foto: Pixabay

Em junho de 2025, as exportações mundiais de café solúvel atingiram 1,3 milhão de sacas de 60 quilos, resultado 47,2% superior ao registrado no mesmo período de 2024, quando foram embarcadas 940 mil sacas. O Brasil se destacou como principal fornecedor global, com 300 mil sacas enviadas ao exterior, o que correspondeu a 23% do volume mundial no mês.

De acordo com informações do Observatório do Café, as vendas internacionais de café torrado também cresceram. O volume passou de 50 mil para 80 mil sacas, uma alta de 58,1% em relação a junho do ano anterior. No mesmo período, as exportações de café verde somaram 10,23 milhões de sacas, avanço de 3,3% frente às 9,91 milhões exportadas em junho de 2024.

Na composição geral das exportações de junho, os grãos verdes mantiveram participação predominante, representando cerca de 87% do volume total. O café solúvel respondeu por aproximadamente 11%, consolidando o Brasil como líder nesse segmento. Já o café torrado ficou com uma fatia de 0,7%.

Segundo a análise, “os números reforçam a relevância estrutural dos grãos verdes no comércio internacional, mas também evidenciam o dinamismo crescente do mercado de solúvel e a expansão consistente do segmento de cafés torrados”.





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Milho fecha agosto em alta na B3 e em Chicago


O mercado de milho encerrou agosto com valorização nas principais bolsas, impulsionado por maior atividade dos compradores e perspectivas de alta no segundo semestre. Segundo a TF Agroeconômica, as cotações na B3 ganharam fôlego com a valorização do dólar e da bolsa de Chicago, enquanto no físico, vendedores ainda focados na soja buscaram melhores propostas.

Na B3, os contratos futuros fecharam com variações mistas no dia, mas o balanço mensal foi positivo. O contrato de novembro/25 subiu 2,55% no mês, fechando a R$ 69,52, enquanto a média Cepea avançou 1,18%. O vencimento de janeiro/26 encerrou a R$ 71,95, com alta acumulada de R$ 0,30 na semana. No geral, o milho físico também apresentou valorização, refletindo maior procura por lotes disponíveis após o fim da colheita.

Em Chicago, o milho também registrou alta sustentada pela demanda. O contrato de setembro, referência para a safrinha brasileira, subiu 3,24%, fechando a $ 398,00 cents/bushel, e o de dezembro avançou 2,50%, a $ 420,25 cents/bushel. Fundos de investimento nos EUA aproveitaram os preços mais baixos para cobrir posições vendidas, enquanto a forte procura externa e interna, incluindo possíveis compras do Vietnã, sustentou os preços mesmo com a iminência de uma colheita recorde americana.

O resultado foi um cenário positivo para milho no dia, na semana e no mês. Na B3, o acumulado de agosto trouxe leve alta nas médias, enquanto em Chicago, o avanço mensal foi de 1,57%, refletindo um mercado firme diante da demanda consistente e das expectativas de continuidade da valorização nos próximos meses.

 





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Agroindústria gera 340 mil empregos no Rio Grande do Sul


O Rio Grande do Sul concentra atualmente 14,7 mil indústrias da transformação ligadas ao agronegócio, responsáveis por 340,5 mil empregos e por movimentar US$ 10,7 bilhões em exportações, segundo levantamento do Sistema FIERGS. A relevância do setor está em destaque na Expointer, considerada a maior feira agropecuária da América Latina, que ocorre em Esteio até o próximo domingo (7).

Durante o evento, a Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS) promove ações voltadas a negócios, inovação e conhecimento. Entre os destaques está o lançamento do Observatório da Agroindústria, marcado para quinta-feira (4), em seu estande institucional. A plataforma digital reúne dados sobre o desempenho da agroindústria gaúcha.

O presidente do Sistema FIERGS, Claudio Bier, destacou a importância da feira para a integração do setor. “O agronegócio vai muito além da lavoura. Para que exista agroindústria, é preciso ter agropecuária. Para que haja agropecuária, são indispensáveis os insumos agrícolas, como máquinas e fertilizantes. Tudo está conectado”, afirmou. Ele acrescentou: “E não há lugar melhor para fortalecer as pautas do agro do que a Expointer”.

De acordo com a FIERGS, 13,8 mil indústrias do estado são classificadas como agroindústrias, representando 27% do setor industrial gaúcho. Essas unidades geram 294,2 mil empregos, equivalem a 34% da mão de obra industrial e movimentaram US$ 10 bilhões em exportações, o que corresponde a 45,5% das vendas externas do estado. O Rio Grande do Sul é o quinto em número de agroindústrias e ocupa a terceira posição no ranking nacional de exportação de produtos agroindustriais.

No segmento de insumos agropecuários, que inclui máquinas, fertilizantes, rações e medicamentos veterinários, o estado conta com 884 estabelecimentos, equivalentes a 1,7% das indústrias locais. Essa atividade emprega 46,3 mil pessoas e registrou exportações de US$ 682,3 milhões em 2024, segundo a FIERGS. O estado ocupa a segunda posição nacional nesse segmento, tanto em número de estabelecimentos quanto em exportações.

As máquinas e equipamentos agrícolas se destacam nesse contexto. O Rio Grande do Sul é o segundo maior exportador do país, com vendas externas de US$ 446,6 milhões em 2024, atrás apenas de São Paulo. Panambi lidera em número de estabelecimentos, com 35 fábricas que empregam 5,7 mil trabalhadores. O estado ainda responde por 60% da produção nacional de tratores agrícolas.

O Observatório da Agroindústria, que será apresentado oficialmente na Expointer, é resultado da parceria entre o Conselho da Agroindústria (Conagro), a Unidade de Estudos Econômicos (UEE) e o Observatório da Indústria. Segundo a FIERGS, a ferramenta foi criada para “auxiliar o setor a identificar desafios e oportunidades”, reunindo dados sobre exportações, geração de empregos e participação do setor na economia.





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Milho segue travado no RS


O ritmo de negócios de milho permanece travado no Rio Grande do Sul, com liquidez bastante reduzida, segundo informações da TF Agreoconômica. “As referências de compra estão em R$ 66,00/saca em Santa Rosa e Ijuí, R$ 67,00 em Não-Me-Toque, R$ 68,00 em Marau, Gaurama e Seberi, R$ 69,00 em Arroio do Meio e Lajeado, e R$ 70,00 em Montenegro. Para setembro, as pedidas no interior variam entre R$ 68,00 e R$ 70,00/saca, enquanto no porto a indicação futura para fevereiro/2026 é de R$ 69,00/saca”, comenta.

Situação de impasse entre a oferta e a demanda se mantém em Santa Catarina. “O mercado de milho em Santa Catarina continua com baixa liquidez, já que compradores e vendedores não chegam a um consenso. Em Campos Novos, produtores pedem R$ 80,00/saca, mas as ofertas ficam em R$ 70,00, enquanto no Planalto Norte os pedidos de R$ 75,00 encontram ofertas próximas de R$ 71,00. Essa falta de acordo tem levado parte dos agricultores a cortar investimentos no próximo ciclo”, completa.

O Paraná tem quebras expressivas na segunda safra e mercado ainda lento. “O mercado de milho no Paraná segue com liquidez reduzida, marcado pela diferença entre pedidas e ofertas. Produtores insistem em valores próximos de R$ 73,00/saca FOB, chegando a R$ 75,00 em algumas regiões, enquanto compradores mantêm ofertas CIF abaixo de R$ 70,00, o que trava novos negócios. Mesmo diante da pressão nacional, alguns levantamentos mostraram ajustes positivos: Metropolitana de Curitiba em R$ 66,90, Oeste Paranaense a R$ 55,14, Norte Central em R$ 55,70 e Centro Oriental a R$ 57,19”, indica.

Safra impactada pelo clima mantém o mercado estagnado no Mato Grosso do Sul. “A comercialização no estado continua lenta, com negócios limitados e resistência entre compradores e vendedores. As cotações registraram leves altas, principalmente em Maracaju, nas demais regiões os preços oscilam entre R$ 45,00 e R$ 52,00/saca, com leves altas, mas ainda sem força para estimular novos contratos”, conclui.

 





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Maior laboratório de análise de solo do país fez 375 mil mensurações de carbono nos último cinco anos


Os projetos de balanço, compensação e comércio de carbono ganham força como mecanismos para impulsionar a adoção de práticas mais resilientes ao clima. Ao mesmo tempo, geram dados rastreáveis sobre o uso do solo e os impactos ambientais da produção, ampliando a transparência na cadeia de alimentos e viabilizando o acesso a mercados cada vez mais exigentes. Nesse cenário, a demanda por mensurações robustas, rastreáveis e alinhadas a padrões internacionais tornou-se estratégica — não apenas para garantir a integridade dos créditos de carbono, mas para sustentar a credibilidade de toda uma nova economia climática que se estrutura sobre o solo. O IBRA Megalab está à frente dos principais projetos de carbono e agricultura regenerativa brasileiros e é responsável por 375.000 levantamentos nos últimos cinco anos. 

O maior laboratório de análises de solo do país alia métodos clássicos a tecnologias inovadoras (DSM, Vis-NIR, frações lábeis, BioAS) que garantem alta rastreabilidade e controle de qualidade. Dessa forma, determina a quantidade de carbono no solo por meio do método de combustão seca (Dumas) e foi pioneiro no desenvolvimento da nova tecnologia Vis-NIR, o SpecSolo, juntamente com a Embrapa. “O laboratório também é acreditado pela ISO 17025, garantindo rastreabilidade e precisão em seus resultados analíticos. Além disso, é registrado no Global Soil Laboratory Network (GLOSOLAN), rede internacional reconhecida pela metodologia VM0042 como evidência aceita de desempenho analítico, reforçando a confiabilidade e a comparabilidade de suas análises de carbono no solo”, explica Thiago Camargo, diretor do IBRA Megalab.

Os resultados laboratoriais são integrados à plataforma digital própria que combina modelagem climática e dados de campo para gerar insights agronômicos e apoiar decisões mais precisas e resilientes, com aplicação direta em projetos de carbono e iniciativas de agricultura regenerativa.

Rastreabilidade dos dados

A rastreabilidade começa ainda na etapa de planejamento da amostragem na plataforma, passando pela execução da coleta em campo, o transporte das amostras e todo o fluxo interno no laboratório, até a emissão final dos resultados.

Durante a coleta, as amostras são embaladas em sacos com QR Code, que só podem ser escaneados no ponto georreferenciado previamente definido, garantindo que cada amostra corresponda exatamente ao local planejado. O sistema registra automaticamente data, horário e localização, permitindo o acompanhamento preciso de todas as etapas do processo.

As amostras são então integradas ao sistema LIMS (Laboratory Information Management System), que acompanha todo o ciclo analítico — da recepção ao laudo — com controle de qualidade contínuo. Cada lote passa por padrões internos, reanálises e validações com curvas de calibração, assegurando a integridade e confiabilidade dos dados.

Ao final, os resultados são inseridos na plataforma digital, que organiza e disponibiliza os dados analíticos de forma estruturada e transparente, permitindo a geração de relatórios rastreáveis, prontos para uso em auditorias e verificações de projetos de carbono.

Agricultura regenerativa

Presente nas principais regiões agrícolas do país por meio de uma rede de laboratórios franqueados, o IBRA Megalab facilita a logística, reduz o tempo de recebimento e garante agilidade no início das análises — fator crítico em projetos de carbono. Além disso, conecta desenvolvedores de projetos a empresas parceiras especializadas em coleta de solos em todo o território nacional, capacitadas para operar conforme os protocolos exigidos para análise de carbono.

O IBRA Megalab atua como laboratório de referência para análises de carbono e solo em diversos projetos de destaque em agricultura regenerativa e carbono no Brasil, como ProCarbono (Bayer), Programa Renove (Minerva), Agoro Carbon Alliance, NaturAll Carbon, Renova Terra, SPD Agro+ e Euro Clima, International Finance Corporation (IFC). “Também colaboramos com consultorias técnicas e desenvolvedores de projetos de carbono independentes em diferentes biomas, orientando sobre protocolos de coleta e análise para mensuração de carbono no solo, alinhados com padrões internacionais”, destaca Camargo.

 





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Mais de 7 mil cabeças de gado são apreendidas em áreas de desmatamento ilegal



O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) identificou gado criado em área de floresta desmatada ilegalmente durante a Operação Carne Fria 3, no Pará.

A ação trouxe resultados expressivos: 7.061 cabeças de gado foram apreendidas em áreas embargadas por desmatamento ilegal e R$ 49 milhões em multas aplicadas aos infratores.

Durante as análises, o Ibama identificou mais de 2,1 mil hectares de floresta suprimida ilegalmente, que deveriam estar em recuperação, mas estavam sendo utilizados para a pecuária.

Ao todo, foram inspecionados 20 imóveis rurais nos municípios de São Félix do Xingu, Pacajá e Rondon, todos líderes em desmatamento. Como resultado, foram aplicados R$ 22 milhões em multas por descumprimento de embargo e impedimento da regeneração da vegetação.

Além disso, os mais de 7 mil animais apreendidos, avaliados em aproximadamente R$ 30 milhões, deverão ser retirados das áreas embargadas pelos proprietários no prazo de 30 dias.

Frigoríficos autuados

A fiscalização atingiu também os frigoríficos: 16 unidades foram inspecionadas, e seis foram autuadas em R$ 4 milhões por compra direta de 8.172 cabeças de gado de áreas embargadas. Outros 12 frigoríficos receberam notificações e estão sob investigação por adquirirem gado suspeito, que teria sido triangulado por fazendas “limpas” para mascarar a origem ilegal.

A operação revelou ainda indícios de “lavagem de gado”: animais de áreas ilegais eram transferidos para propriedades sem embargo para receber novas Guias de Trânsito Animal (GTAs), criando aparência de legalidade antes de serem repassados a frigoríficos exportadores.

Além das medidas administrativas, todas as irregularidades foram encaminhadas ao Ministério Público Federal (MPF) para responsabilização civil e criminal dos envolvidos.

Operação Carne Fria 3

As investigações da operação tiveram início em março de 2025 e integram o Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal (PPCDAm).

A série Operação Carne Fria já havia sido realizada em outras duas edições, em 2017 e 2024, quando o Ibama fiscalizou mais de 50 frigoríficos, centenas de imóveis rurais e lavrou mais de 170 autuações, que somaram R$ 640 milhões em multas, além da apreensão de 8.854 cabeças de gado.



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Mapa aprova zoneamento agrícola de milho 2ª safra para 13 estados



O Ministério da Agricultura aprovou o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) para o cultivo de milho segunda safra no ciclo 2025/26. A medida, que consta das portarias de números de 384 a 397, foi publicada pela Secretaria de Política Agrícola do ministério no Diário Oficial da União (DOU).

O zoneamento foi aprovado para o cultivo de milho para os seguintes estados:

  • Acre;
  • Goiás;
  • Maranhão;
  • Minas Gerais;
  • Mato Grosso do Sul;
  • Mato Grosso;
  • Pará;
  • Piauí;
  • Paraná;
  • Rio de janeiro;
  • Rondônia;
  • São Paulo;
  • Tocantins; e
  • Distrito Federal

Para cada estado, o ministério estabeleceu os períodos mais adequados para o plantio do cereal e indicou as cultivares mais adaptadas a cada unidade federativa.

A pasta reforça que o zoneamento objetiva reduzir os riscos relacionados aos problemas climáticos e orienta o produtor quanto ao período adequado para a semeadura em cada região de acordo com o solo e a variedade da cultura.

A política define as áreas e os períodos de plantio, de acordo com probabilidades de perdas de produtividade de 20%, 30% e 40%. A concessão de crédito rural e a cobertura de seguro rural estão vinculadas ao Zarc.



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Preços do boi gordo hoje: confira as cotações no 1º dia de setembro


boiada, carne orgânica do Pantanal, boi
Foto: Raquel Brunelli/Embrapa

O mercado físico do boi gordo iniciou a semana sem apresentar mudanças significativas no padrão das negociações, com acomodação nas principais praças pecuárias.

De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, os frigoríficos, em especial os de maior porte, ainda dispõem de animais de parceria (contratos a termo), além da utilização de confinamento próprio para suprir suas necessidades, o que mantém uma frente de relativo conforto em suas escalas de abate.

“A demanda ainda é um ponto relevante a ser considerado, em especial quando se trata das exportações, em um ritmo acelerado de embarques no decorrer do ano”, disse.

Preços médios da arroba do boi

  • São Paulo: R$ 313,58 — na sexta: R$ 313,00
  • Goiás: R$ 307,86 — R$ 307,14
  • Minas Gerais: R$ 303,24 — R$ 304,12
  • Mato Grosso do Sul: R$ 316,14 — R$ 316,59
  • Mato Grosso: R$ 313,72 — R$ 313,18

Mercado atacadista

O mercado atacadista teve preços firmes para a carne bovina nesta segunda-feira (1). Segundo Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere por reajustes dos preços ao longo da primeira quinzena do mês, considerando a entrada dos salários na economia como motivador da reposição entre atacado e varejo.

“Por outro lado, a carne de frango ainda dispõe de maior competitividade ante as proteínas concorrentes, em especial se comparado a carne bovina“, ressalta.

O quarto traseiro segue cotado a R$ 22,90, por quilo; o quarto dianteiro ainda é precificado a R$ 18,25, por quilo; e a ponta de agulha segue no patamar de R$ 17,25.

Câmbio

O dólar comercial encerrou em alta de 0,31%, sendo negociado a R$ 5,4390 para venda e a R$ 5,4370 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4154 e a máxima de R$ 5,4494.

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fatores de alta e baixa


O mercado global de trigo apresenta movimentos mistos, com fatores de alta e baixa impactando os preços nos últimos meses. Segundo a TF Agroeconômica, a Ucrânia registrou uma redução de 24,62% nas exportações de trigo entre 1º de julho e 28 de agosto de 2025, embarcando 2,55 milhões de toneladas contra 3,39 milhões de toneladas no mesmo período do ano anterior, influenciando positivamente os preços internacionais. No Brasil, a expectativa de uma safra menor, apesar do bom desenvolvimento das áreas plantadas, também deve pressionar os valores, mas apenas após o período de colheita, que deve se estender de setembro de 2025 a janeiro/fevereiro de 2026.

Entre os fatores que exercem pressão de baixa sobre os preços está o avanço rápido da colheita de trigo de primavera nos Estados Unidos, nas Grandes Planícies do Norte, que se beneficiam de clima seco e favorecem uma maior oferta ao mercado. A Austrália também projeta uma produção acima do esperado, estimada entre 32 e 35 milhões de toneladas, acima das 31 milhões indicadas pelo USDA, contribuindo para reduzir os preços globais.

A situação na Argentina é favorável à produção, conforme relatório semanal da BCBA – Bolsa de Cereales de Buenos Aires, que indica que 84,8% da área de trigo possui condições hídricas adequadas ou ótimas, com 99,5% das lavouras em estado normal ou excelente. A BCR, de Rosário, estima uma produção de 20,21 milhões de toneladas, somada a um saldo do ano anterior de 1,5 milhão de toneladas, aumentando em 4 milhões de toneladas a disponibilidade de trigo no país, pressionando o mercado.

No Brasil, a aproximação da colheita também contribuiu para o recuo dos preços de forma sazonal. Dados do CEPEA apontam queda de 1,14% no Paraná e 4,67% no Rio Grande do Sul ao longo do mês, refletindo o aumento da oferta local antes do início da colheita e reforçando o comportamento típico do mercado interno nesse período.

 





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