domingo, maio 3, 2026

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Ministério da Agricultura realiza missão comercial na Ásia



O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) realizou, na última semana, missão voltada à promoção comercial e atração de investimentos para o agronegócio brasileiro na Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Singapura.

A delegação, formada pelo coordenador-geral do Departamento de Promoção Comercial e Investimentos, André Okubo, pelo coordenador de Investimentos, Thiago Arcebispo, e por empresários brasileiros apresentaram aos investidores locais projetos estratégicos que totalizam mais de R$ 11 bilhões.

Entre as propostas estão a produção de fertilizantes nitrogenados a partir de hidrogênio verde, projetos de inovação e tecnologia no agro, comercialização de créditos de carbono e a conversão de pastagens degradadas em sistemas produtivos intensivos e sustentáveis.

A iniciativa foi organizada pela Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Mapa, em parceria com os adidos agrícolas brasileiros que atuam nos respectivos países



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Sorriso lidera produção agrícola no Brasil pelo sexto ano consecutivo


Sorriso, no norte de Mato Grosso, reafirmou seu protagonismo no agro nacional ao liderar, pelo sexto ano seguido, o ranking de valor de produção agrícola no Brasil. Os dados são da Pesquisa Agrícola Municipal (PAM 2024), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em 2024, o município registrou um valor bruto de produção de R$ 7,2 bilhões, o equivalente a 0,9% do total nacional. Sorriso também se manteve entre os primeiros colocados em diversas culturas: foi o 1º em milho (R$ 2,4 bilhões), 3º em soja (R$ 3,3 bilhões), 6º em algodão (R$ 1,3 bilhão) e 4º em feijão (R$ 195,7 milhões).

Produção concentrada em grandes polos

O levantamento aponta ainda São Desidério (BA) e Sapezal (MT) como o segundo e terceiro maiores municípios em valor de produção agrícola, com R$ 6,6 bilhões e R$ 5,9 bilhões, respectivamente. Ambos têm forte participação na produção de soja e algodão.

Somados, os 10 maiores municípios alcançaram R$ 52,4 bilhões em 2024, o que corresponde a 6,7% do valor total da produção agrícola do país. O dado confirma a concentração da produção em regiões altamente tecnificadas, especialmente no Centro-Oeste e no Matopiba.

A liderança de Sorriso reflete o avanço da mecanização, da gestão profissionalizada e da ampliação de áreas cultivadas com alto rendimento por hectare. A cidade consolidou-se como referência em escala, produtividade e integração entre lavoura e mercado, com impacto direto sobre o desempenho do agronegócio nacional.





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Queijo de Guapó (GO) conquista 3º lugar no prêmio promovido pela CNA


O produtor João Vicente Rodrigues transformou sua produção artesanal de queijos em negócio de sucesso, no município de Guapó, Goiás (GO). 

Desde 2017, Rodrigues se dedica à produção de queijos artesanais, e, em 2020, obteve o selo Arte, que garante autenticidade e valor agregado aos seus produtos.

A partir desse marco, sua produção ganhou visibilidade e passou a atender clientes de diferentes regiões do país.

“Aqui na Fazenda Serra do Bosque, fazemos queijos com leite cru, temos a nossa propriedade certificada e livre de brucelose e tuberculose”, conta Rodrigues.

No entanto, todo esse cuidado é fundamental para oferecer um alimento seguro e de sabor diferenciado. 

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Além disso, a dedicação à melhoria contínua resultou em reconhecimento nacional. O produtor participou do Prêmio Brasil Artesanal 2025 – Edição Queijos -, realizada pela CNA com apoio do Sebrae – que premiou os melhores queijos artesanais do país: “nós pegamos o terceiro lugar com o Queijo Serrado, na categoria adição/condimentos.”

Segundo o produtor, a premiação representa não apenas um título, mas também uma oportunidade de negócio. “Acredito que, essa premiação, vai abrir mercado para nós.”

Porteira Aberta Empreender

Quer saber mais? Assista ao programa Porteira Aberta Empreender, uma parceria entre o Sebrae e o Canal Rural, que traz dicas, orientações e mostra histórias reais de micro e pequenos produtores de todo o país.

Às quintas-feiras, às 17h45, no Canal Rural. | Foto: Arte Divulgação



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Brasil exportará sebo bovino para Singapura



Em 2024, Singapura importou mais de US$680 milhões em produtos do Brasil



Foto: Pixabay

O governo brasileiro informa ter recebido das autoridades sanitárias de Singapura a autorização para exportar sebo bovino destinado ao uso industrial, inclusive para a produção de biocombustíveis.

Em 2024, Singapura importou mais de US$680 milhões em produtos agropecuários do Brasil. Os principais produtos brasileiros exportados foram carnes, artigos do complexo sucroalacooleiro e demais produtos de origem animal.

A abertura fortalece as relações comerciais com Singapura, importante polo logístico e financeiro da Ásia. O país tem crescente demanda por insumos destinados à produção de energia renovável, setor em que o Brasil tem capacidade de fornecer matérias-primas de forma competitiva e sustentável.

Com este anúncio, o agronegócio brasileiro alcança 435 aberturas de mercado desde 2023, em 72 destinos. 

 





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Super-quarta acende otimismo dos investidores; confira os destaques de hoje do mercado


No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta que o otimismo dos investidores com possíveis cortes de juros pelo Fed impulsionou bolsas e commodities, com dólar em queda global.

No Brasil, Ibovespa renovou recorde a 143.546 pontos e o real liderou entre emergentes, apoiado pela Selic estável e diferencial de juros. O IBC-Br caiu 0,53%, mas o Focus reforçou trajetória de inflação em queda. Hoje, destaque para PNAD Contínua e Monitor do PIB.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Trigo segue pressionado



Para os moinhos, a recomendação é aproveitar o momento de preços baixos


Para os moinhos, a recomendação é aproveitar o momento de preços baixos
Para os moinhos, a recomendação é aproveitar o momento de preços baixos – Foto: Paulo kurtz/ Embrapa

O mercado de trigo segue pressionado pelos grandes volumes de colheita no Hemisfério Norte, no Brasil e na Argentina, cenário que mantém os preços internacionais e domésticos em baixa. De acordo com a TF Agroeconômica, a tendência é que, com o avanço do consumo dos estoques após o encerramento das colheitas, as cotações voltem a subir gradualmente, sobretudo a partir de fevereiro de 2026. 

Para os moinhos, a recomendação é aproveitar o momento de preços baixos para comprar contratos futuros. A consultoria destaca que esses contratos custam 41% menos do que os juros pagos em financiamentos bancários e 88% a menos do que a compra de trigo à vista, garantindo acesso a volumes maiores de matéria-prima com menor custo e ainda oferecendo proteção contra futuras altas do mercado físico. Segundo a empresa, essa estratégia permite gastar menos e ampliar a margem de lucro, reduzindo riscos para o setor industrial.

No cenário internacional, o relatório de oferta e demanda do USDA trouxe novidades relevantes. Para a safra americana 2025/26, foram mantidas as projeções de oferta e consumo domésticos, mas as exportações aumentaram em 680 mil toneladas, reduzindo os estoques finais para 22,97 milhões de toneladas, ligeiramente abaixo do ano passado. Já o preço médio projetado caiu para US$ 5,10 por bushel, reflexo dos números reportados até agora.

Globalmente, a expectativa é de maior produção, consumo e comércio. A oferta aumentou em 9 milhões de toneladas, puxada por ganhos na Austrália, União Europeia e Rússia. Com isso, o consumo global subiu para 814,5 milhões de toneladas, enquanto o comércio deve alcançar 214,7 milhões. Os estoques finais foram ajustados para 264,1 milhões de toneladas, reforçando o cenário de abundância no curto prazo.

 





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Cajueiro-anão da Embrapa impulsiona renda no Semiárido com produção acima da média


O cajueiro-anão, desenvolvido pela Embrapa Agroindústria Tropical (CE), consolida-se como alternativa de renda para agricultores familiares do Semiárido. A cultura resiste à seca, mantém produtividade elevada e fortalece a permanência das famílias no campo.

O que torna o cajueiro-anão diferente

O material genético reúne mecanismos fisiológicos que reduzem a perda de água sem paralisar a fotossíntese. Assim, a planta aproveita a umidade da madrugada e melhora a absorção hídrica do solo. Mesmo em estiagens severas, os pomares seguem ativos.

Entre 2012 e 2017, quando a seca dizimou diversas culturas no Nordeste, o cajueiro-anão manteve produção. Com manejo correto, ultrapassa 1.000 kg de castanha por hectare, mais que o dobro da média nacional.

O resultado é renda estável em um ambiente climático desafiador.

“Poucas frutíferas produzem no auge da seca. O caju é estratégico nesse período”, ressalta o pesquisador Marlos Bezerra, da Embrapa.

Melhoramento genético que virou o jogo

O Programa de Melhoramento da Embrapa já lançou 13 clones, sendo 11 de cajueiro-anão para castanha e pedúnculo. O CCP 76, indicado para Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte, lidera os plantios. Ele entrega 9.600 kg/ha de pedúnculo e 1.200 kg/ha de castanhas.

Outros destaques são o BRS 226, com 1.200 kg/ha, e o CCP 51, que pode chegar a 1.650 kg/ha em manejo ideal. Esses números superam, com folga, a produtividade média nacional.
A robustez foi comprovada nas secas da última década, em solos arenosos e com alumínio.

Segundo Gustavo Saavedra, chefe-geral da Embrapa Agroindústria Tropical, quem planta clones da Embrapa colhe, “com ou sem chuvas”.

A cultura performa com 600–800 mm/ano e segue produtiva mesmo sob déficit hídrico.
Para o Semiárido, isso significa segurança produtiva e menos risco.

Casos reais que viraram referência

No Rio Grande do Norte, a produtora Najara Melo recomeçou em 2016 com clones anões e manejo moderno. A família investiu em podas, nutrição, prevenção de pragas e mecanização.
Hoje, alcança até 2.000 kg/ha de castanha e aproveita integralmente o caju, do pedúnculo à lenha das podas.

No Piauí, 165 famílias da região de Picos elevaram a produtividade para cerca de 500 kg/ha.
A colheita chega mais cedo: em dois anos, o pomar já se paga. O pedúnculo virou polpa, cajuína e novos produtos, cobrindo custos e ampliando margens.

Integração que soma renda e sustentabilidade

Em sistemas agroecológicos e ILPF, os pomares atraem abelhas, retêm umidade e abrigam fauna local. A integração com capim para forragem entrega dupla aptidão: caju na seca e alimento animal no “inverno”.

O manejo correto melhora o solo, protege o sistema vascular da planta e eleva a produtividade, afirma a Embrapa.

A diversificação também blindou produtores de oscilações no preço da amêndoa. Com o pedúnculo in natura, sucos e doces, a renda deixa de depender de um único mercado.
Tecnologias pós-colheita e embalagens ampliaram a vida útil do caju de mesa, abrindo novos destinos.

Patrimônio genético para o futuro

Em Pacajus (CE), o Banco Ativo de Germoplasma de Cajueiro (BAG Caju) reúne, há mais de 50 anos, a maior coleção genética do mundo, com 700+ acessos. As plantas são clonadas e mantidas no campo e em vasos, garantindo segurança do acervo. Dali surgiram os primeiros clones anões, nos anos 1980, que mudaram a cajucultura.

A coleta de materiais de cajueiros gigantes preserva variabilidade valiosa. Ela pode trazer resistência a pragas, tolerância à seca e novas características de interesse. É um “seguro” contra os efeitos das mudanças climáticas e novas doenças.

Sebrae e Senar apoiam produtores com gestão, capacitação e consultorias. O foco vai do planejamento financeiro à comercialização, reduzindo riscos e melhorando resultados. Com boa gestão, a cultura se mantém lucrativa e passa de geração em geração.

Clima em pauta: Diálogos pelo Clima

Os desafios da Caatinga estarão no centro do Diálogos pelo Clima, que ocorre nesta terça-feira (16), em Fortaleza (CE).

A agenda integra a Jornada pelo Clima da Embrapa rumo à COP30, em Belém (PA), e discute bioeconomia, agricultura familiar e conservação.
O cajueiro-anão aparece como ativo estratégico para adaptação, renda e conservação do bioma.




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Média diária exportada de carne suína cai 5,2% em julho/25, mas preço médio…


Apesar da retração no volume embarcado, receita total sobe e alcança US$ 297,7 milhões, puxada pelo avanço nos preços internacionais.

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Nesta quarta-feira (06), as exportações de carne suína fresca, refrigerada ou congelada finalizam o mês de julho/25 com 113,015 mil toneladas. De acordo com as informações da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o volume embarcado de carne suína em julho do ano anterior chegou a 119,2 mil toneladas, em 23 dias úteis.

A média diária exportada de carne suína até a quinta semana de julho ficou em 4,9 mil toneladas e teve uma queda de 5,2%, frente ao observado em julho do ano passado, que estava em 5,1 mil toneladas. 

Com relação ao preço médio, o valor está próximo de US$ 2.634,6 mil por tonelada e teve um leve avanço de 9,3% frente ao valor negociado no ano anterior, que estava em US$ 2.409,9 mil por tonelada.

Com relação ao valor negociado para o produto até a quinta semana de julho25 ficou em US$ 297.746,5 milhões, sendo que no ano anterior a receita total em julho foi de US$ 287.289,7 milhões.

A média diária ficou em US$ 12.945,5 milhões e registrou um recuo de 3,6%, frente ao observado no mês de julho do ano passado, que ficou em US$ 12.490,9 milhões.

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Por:

Andressa Simão | Instagram @apautadodia

Fonte:

Notícias Agrícolas





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SICONBIOL 2025 abre em Gramado debatendo inovação e futuro no controle biológico



O evento se estende até 18 de setembro no ExpoGramado.



Foto: Pixabay

Iniciou nesta segunda-feira (15.09) em Gramado (RS) o 18º Simpósio de Controle Biológico (SICONBIOL), que reúne pesquisadores, produtores e gestores para debater ciência, bioinsumos e inovações no setor. O evento se estende até 18 de setembro no ExpoGramado.

O SICONBIOL é reconhecido como o maior simpósio latino-americano dedicado ao controle biológico, organizado por Embrapa Clima Temperado, Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e Fundação de Apoio à Pesquisa e Desenvolvimento Edmundo Gastal (FAPEG).  Nesta edição, o tema central é “O Futuro do Controle Biológico é Feito de Ciência e Inovação”, enfatizando a convergência entre pesquisa, tecnologia aplicada e práticas sustentáveis. 

Entre as atividades previstas estão palestras técnicas, mesas-redondas, arenas temáticas e espaços com expositores de bioinsumos, biotecnologia e serviços relacionados.  O público inclui pesquisadores, estudantes, produtores agrícolas, consultores, empreendedores, investidores, agentes públicos e interessados em inovação científica aplicada à agricultura e saúde. 

O setor de bioinsumos e controle biológico tem registrado crescimento e interesse crescente no Brasil, tanto por razões ambientais quanto econômicas. A expectativa é que esse simpósio impulsione a troca de conhecimento e acelere a adoção de técnicas e produtos que reduzam o uso de insumos químicos, promovendo mais sustentabilidade. 

Espera-se que Gramado se transforme em um hub para inovações práticas e pesquisa aplicada em controle biológico. Os próximos dias reforçarão as políticas de estímulo ao setor, parcerias e impulsionar tecnologias que podem alterar práticas agrícolas e de saúde em larga escala. Para produtores e gestores, o evento trará novas alternativas e reforçará o papel estratégico do controle biológico como elemento chave na agropecuária sustentável.

 





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Brasil amplia presença na maior feira agrícola do mundo


A Agritechnica 2025, maior feira mundial de máquinas e tecnologias agrícolas, está cada vez mais próxima. O evento será realizado de 9 a 15 de novembro, em Hannover, Alemanha, e deve reunir mais de 2.700 expositores de mais de 50 países. Sob o tema “Touch Smart Efficiency”, a Agritechnica oferece aos visitantes acesso a sistemas agrícolas inovadores e conectados, que utilizam tecnologias digitais para aumentar eficiência, sustentabilidade e produtividade.

O Brasil terá presença expressiva, com 09 empresas expondo individualmente, além dos dois pavilhões nacionais, o do Sindipeças (Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores), e o da ABIMAQ (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos), que reunirão cerca de 22 empresas expositoras, ambos com apoio da Apex-Brasil.  

“Em termos de área e de número de empresas, tivemos um aumento de cerca de 20% em relação à última edição da Agritechnica, em 2023”, afirma Brena Baumle, diretora da Bäumle Organização de Feiras, representante oficial da DLG para o Brasil.

Expositores brasileiros esperam consolidar presença do País na feira

Uma das empresas brasileiras que marcam presença no evento há mais de 20 anos é a METISSA. “A Agritechnica é uma das feiras mais importantes das quais participamos e estamos presentes a cada edição desde 2003. O evento nos permite encontrar clientes, identificar novas oportunidades de negócios e acompanhar de perto as tendências mundiais. Graças à nossa participação constante, conseguimos ampliar nossa presença no competitivo mercado europeu”, afirma Ademar Willrich, Export Manager da METISA, tradicional fabricante de peças agrícolas presente no mercado há mais de 80 anos, com produtos presentes em mais de 50 países.

Entre os expositores brasileiros confirmados também está a Tuzzi, que leva à feira um lançamento da empresa. “Neste ano, apresentaremos um sistema de acoplamento para tratores mais robusto e até 30% mais leve. Desde 2017, temos orgulho de representar o Brasil na Agritechnica e de contribuir para o avanço do agronegócio global”, explica César Bonacini, Diretor de Vendas e Engenharia da Tuzzi. “Participar da Agritechnica como expositor tem sido uma experiência estratégica e transformadora. O evento é uma vitrine global que nos permite apresentar nossas soluções a um público altamente qualificado e tomar parte das principais discussões sobre o futuro da agricultura. Além disso, é uma oportunidade única de acompanhar de perto as tecnologias de ponta e as tendências que estão moldando o setor”, complementa Bonacini.

Estreante no evento, a MEDAL Bombas Hidráulicas conta que a participação na Agritechnica visa ampliar sua presença global. “Estar na Agritechnica é estratégico para ampliar nossa presença global e fortalecer relações com parceiros internacionais. Apresentaremos o novo modelo de bomba hidráulica MD360H, mais leve e com maior pressão, além de linhas de produtos lançadas nos últimos três anos”, destaca a direção do grupo.

Visitantes terão oportunidade de negócios e conexões 

Além disso, a edição 2025 da Agritechnica promete reunir uma ampla gama de visitantes, interessados em ver as principais novidades do segmento e aproveitar as oportunidades de conexão. Na última edição, em 2023, realizada em Hanover, o evento recebeu um número recorde de 470.000 visitantes de 149 países diferentes. Eles eram compostos por aproximadamente dois terços de alemães, e uma forte presença internacional, especialmente da Europa e da América Central e do Sul. 

Para 2025, o Brasil já confirmou uma delegação de mais de 400 visitantes profissionais brasileiros, reforçando o papel do país como potência agrícola e desenvolvedor de tecnologia.

Eduardo Marckmann, CEO da Save Farm, empresa brasileira especializada em pulverização seletiva, foi um dos visitantes da Agritechnica em 2019 e em 2025 vai pela segunda vez como expositor. “Visitamos a Agritechnica em 2019 e vimos a importância do evento. Realizar esse sonho, de ter um espaço na feira, é muito emocionante. Vemos a aderência, o contato com pessoas dos mais variados países. É uma experiência muito interessante”, comenta.

Programação: 7 dias 7 temas

Sob o tema central deste ano, “Touch Smart Efficiency”, a principal feira mundial de máquinas agrícolas será, mais uma vez, o fórum para discutir o futuro da agricultura. O evento oferecerá aos visitantes acesso direto a sistemas agrícolas inovadores e conectados, que utilizam tecnologias digitais para aumentar a eficiência, a sustentabilidade e a produtividade. Este ano, estreia o novo conceito de “dias temáticos”. Com o slogan “7 dias – 7 temas”, a Agritechnica atenderá às necessidades de diferentes grupos de visitantes a cada um dos sete dias da feira.

Como hub global da mecanização agrícola, a Agritechnica funciona como uma plataforma estratégica de informações e negócios para profissionais do setor agrícola, do comércio de máquinas agrícolas e de pesquisa e desenvolvimento.

Confira a programação:

Innovation and Press Day – Domingo, 9 de novembro

Neste dia, produtores de grãos, prestadores de serviços agrícolas, futuros tomadores de decisão, além da imprensa especializada e de negócios, terão a oportunidade de conhecer inovações técnicas, estratégias e tendências na agricultura moderna.

Agribusiness Days – Segunda e Terça, 10 e 11 de novembro (ingressos limitados)

Destinados a revendedores de máquinas, prestadores de serviços e grandes propriedades rurais, estes dois dias oferecem oportunidades exclusivas para conhecer as últimas tendências e tecnologias, além de cultivar relacionamentos comerciais estratégicos com expositores. O número de ingressos é limitado.

International Farmers Day – Quarta, 12 de novembro

Focado em tomadores de decisão e investidores das principais regiões agrícolas do mundo, que irão explorar tendências e tecnologias adaptadas às necessidades de seus países, fortalecer parcerias e planejar investimentos. Neste ano, o destaque será para França, Canadá e República Tcheca.

Digital Farm Day – Quinta, 13 de novembro

Voltado para revendedores de máquinas, prestadores de serviços e fazendas que buscam informações sobre tendências, estratégias e produtos nas áreas de robótica, automação, inteligência artificial e agricultura de precisão. Em sintonia com o tema “Touch Smart Efficiency”, o foco será aumentar a eficiência por meio da digitalização.

Young Professionals Day – Sexta, 14 de novembro

Voltado para jovens profissionais e estudantes do setor agrícola de todo o mundo, com oportunidades de networking, informações sobre carreira, demonstrações ao vivo e debates. Neste ano, a tradicional Young Farmers Party acontecerá na sexta-feira como parte da programação.

Celebrate Farming – Sábado, 15 de novembro

Um dia para celebrar as conquistas do setor de tecnologia agrícola, reconhecendo o trabalho de prestadores de serviços e produtores rurais. A programação inclui homenagens, destaque para inovações e debates sobre o futuro da agricultura.

Ingressos à venda

Os visitantes já podem adquirir ingressos para a Agritechnica 2025 na loja oficial online. Os valores variam entre 29 euros (ingresso diário padrão) e 149 euros (Agribusiness Days)

Uma novidade desta edição é que, pela primeira vez, os ingressos da Agritechnica dão direito ao uso gratuito de todo o transporte público local na região de Hannover (zona tarifária ÜSTRA) no dia da visita.

Mais informações em: www.agritechnica.com.


 





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