quarta-feira, agosto 19, 2026

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Justiça de Goiás aprova pedido de recuperação judicial da AgroGalaxy



A Justiça de Goiás aprovou o pedido de recuperação judicial da AgroGalaxy, uma das maiores redes de varejo de insumos agrícolas do país, que tem dívidas de R$ 3,7 bilhões e US$ 160 milhões. A decisão, proferida pela juíza Alessandra Gontijo do Amaral, da 19ª Vara Cível de Goiânia, concede à empresa um prazo de seis meses para apresentar um plano de reestruturação financeira.

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No pedido de recuperação protocolado em 18 de setembro, a empresa destacou as dificuldades financeiras geradas por fatores como a crise no agronegócio, que, segundo a AgroGalaxy, vem afetando o setor desde março de 2023, juntamente com “a queda drástica nos preços das commodities, condições climáticas adversas e altos custos de aquisição”, resultando em impactos significativos na liquidez e na capacidade de honrar compromissos.

Com a aprovação do pedido, a execução de débitos contra a empresa está temporariamente suspensa. A juíza Alessandra Gontijo do Amaral ressaltou em sua decisão que “a medida busca permitir que a empresa tenha tempo para organizar suas dívidas e manter suas atividades.”

A decisão judicial também determinou que os bancos ABC, Daycoval, Santander, Citibank e Banco do Brasil não poderão reter os recebíveis da AgroGalaxy que ingressem nas contas a partir desta terça-feira. No entanto, os valores retidos antes do pedido de recuperação judicial não serão devolvidos, assegurando parte dos interesses dos credores. A juíza reforçou que a suspensão das cláusulas contratuais que previam vencimento antecipado e execução de garantias não se aplica a “operações envolvendo derivativos”.

Para o acompanhamento do processo de recuperação, os advogados Miguel Cançado, ex-presidente da OAB de Goiás, e Aluizio Craveiro Ramos foram nomeados pela Justiça de Goiás como administradores judiciais, com a responsabilidade de supervisionar o cumprimento das obrigações estabelecidas pela legislação.

A AgroGalaxy tem agora 60 dias para apresentar seu plano de reestruturação, que será submetido à análise dos credores. Estes, por sua vez, terão 30 dias para levantar objeções ao plano apresentado. Caso haja divergências, uma assembleia-geral de credores será convocada, com até 150 dias para deliberação e possíveis ajustes no plano.

O pagamento das dívidas da AgroGalaxy deve seguir a ordem prevista na legislação de recuperação judicial, começando por créditos trabalhistas, seguidos por créditos com garantia real, tributários, quirografários, multas e juros.



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AgroNewsPolítica & Agro

Petrobras vai participar da exploração de petróleo na África do Sul


Operação busca diversificar portfólio exploratório da empresa


Foto: © Arquivo/Agência Brasil

O Conselho de Administração da Petrobras aprovou a atuação da companhia na África do Sul, viabilizando a aquisição de participação no bloco Deep Western Orange Basin (DWOB), por meio de processo competitivo conduzido pela TotalEnergies.

O bloco está localizado em águas profundas na Bacia de Orange, na qual recentemente houve descobertas significativas pelas empresas TotalEnergies, Shell e Galp. Desta forma, a Petrobras terá 10% de participação no bloco DWOB, passando o consórcio a ter a seguinte composição: TotalEnergies, operadora (40%), QatarEnergy (30%), Sezigyn Pty. (20%) e Petrobras (10%).

A operação terá como finalidade a diversificação do portfólio exploratório com geração de valor e está alinhada com a estratégia de longo prazo da companhia, que visa à recomposição das reservas de petróleo e gás por meio de exploração de novas fronteiras, tanto no Brasil quanto no exterior, e atuação em parceria.

Em nota, a estatal informou que a aquisição do bloco DWOB, na África do Sul, observa todos os trâmites internos e de governança da companhia, em consonância com seu Plano Estratégico 2024-2028+, e está condicionada à aprovação dos órgãos reguladores locais.

 

 





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Ministério apreende 10 mil litros de vinho falsificado



Na última sexta-feira (27), uma operação conjunta entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), a Polícia Militar e a Polícia Civil do Paraná resultou na apreensão de mais de 10 mil litros de vinho falsificado em Campina Grande do Sul, na região metropolitana de Curitiba. A ação identificou cerca de 800 caixas do produto adulterado, indicando uma grave ameaça à saúde pública e à integridade do mercado nacional.

Durante a inspeção, foram encontrados corantes, conservantes, aromatizantes e açúcar – substâncias proibidas na produção de vinho. Essa adulteração evidencia a necessidade de rigor na fiscalização. O Mapa coletou amostras das bebidas e do álcool para análise, reforçando seu compromisso em garantir a qualidade dos produtos consumidos pela população.

O diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal, Hugo Caruso, destacou a importância da atuação coordenada entre os órgãos envolvidos. “O combate às fraudes é essencial para garantir que os alimentos e bebidas que chegam à mesa do consumidor sejam seguros e de qualidade. Nosso objetivo é fortalecer essa cooperação em prol da saúde pública e do mercado nacional” afirmou.

Além disso, o local de fabricação apresentava condições insalubres, com acúmulo de sujeira e odor de fezes próximo à área de envase. O chefe do Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal do Paraná, Fernando Mendes, alertou para a importância de adquirir produtos apenas com identificação e registro no Mapa.



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Mapa apreende 10 mil litros de vinho falsificado no Paraná



Na última sexta-feira (27), uma operação conjunta entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), a Polícia Militar e a Polícia Civil do Paraná resultou na apreensão de mais de 10 mil litros de vinho falsificado em Campina Grande do Sul, na região metropolitana de Curitiba. A ação identificou cerca de 800 caixas do produto adulterado, indicando uma grave ameaça à saúde pública e à integridade do mercado nacional.

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Durante a inspeção, foram encontrados corantes, conservantes, aromatizantes e açúcar – substâncias proibidas na produção de vinho. Essa adulteração evidencia a necessidade de rigor na fiscalização. O Mapa coletou amostras das bebidas e do álcool para análise, reforçando seu compromisso em garantir a qualidade dos produtos consumidos pela população.

O diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal, Hugo Caruso, destacou a importância da atuação coordenada entre os órgãos envolvidos. “O combate às fraudes é essencial para garantir que os alimentos e bebidas que chegam à mesa do consumidor sejam seguros e de qualidade. Nosso objetivo é fortalecer essa cooperação em prol da saúde pública e do mercado nacional” afirmou.

Além disso, o local de fabricação apresentava condições insalubres, com acúmulo de sujeira e odor de fezes próximo à área de envase. O chefe do Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal do Paraná, Fernando Mendes, alertou para a importância de adquirir produtos apenas com identificação e registro no Mapa.



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Ministros anunciam obras de modernização do aeroporto de Sorriso (MT) com investimento de R$ 104 milhões



Nesta terça-feira (1º), os ministros da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, e de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, anunciaram o início das obras de ampliação e modernização do Aeroporto Regional de Sorriso Adolino Bedin, em Mato Grosso. O projeto, que contará com um investimento total de mais de R$ 104 milhões, visa qualificar o terminal para melhor atender a região.

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Segundo o ministro Fávaro, a obra representa um importante reconhecimento do presidente Lula quanto à relevância da cidade de Sorriso para a economia brasileira. “Isso demonstra o compromisso com o desenvolvimento econômico, a geração de empregos e a criação de oportunidades. É o PAC funcionando em Mato Grosso, em Sorriso, para que essa região prospere ainda mais”, afirmou.

As obras incluirão a reforma e ampliação do pátio de aeronaves, a construção de uma nova pista de taxi, novo acesso aos hangares, e um estacionamento de veículos. O projeto também permitirá que o aeroporto receba aeronaves de maior porte, como os modelos B737-800 e A320, aumentando a eficiência operacional e a segurança do terminal. Para essa etapa inicial, serão destinados R$ 25 milhões, com a conclusão prevista para o primeiro semestre de 2026.

O ministro Silvio Costa Filho enfatizou a importância da iniciativa para a infraestrutura local: “Estamos anunciando investimentos de mais de R$ 100 milhões para a reforma do aeroporto de Sorriso, uma obra que vai transformar definitivamente sua capacidade e segurança, otimizando toda a logística para o desenvolvimento do turismo de negócios e lazer.”

Desde dezembro de 2023, o aeroporto está sob a gestão da Infraero, que assumiu a responsabilidade de realizar as melhorias necessárias. Em dezembro deste ano, um novo edital será lançado para ampliar a pista de pouso, ajustar a área de segurança e construir um novo terminal de passageiros com 6.000 m².

Durante a cerimônia, o ministro Fávaro também destacou a internacionalização do aeroporto de Cuiabá, que deve ser concluída em 45 dias, como parte das tratativas do governo federal para impulsionar o desenvolvimento do estado.

O investimento na infraestrutura aeroportuária reforça as oportunidades no setor agropecuário e o fortalecimento das relações comerciais do Brasil.



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Podcast: veja o que vai impactar o mercado hoje



Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado do Brasil e do mundo, com a análise de economistas.

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No morning call de hoje, o economista do PicPay, Igor Cadilhac, destaca que a intensificação dos conflitos geopolíticos no Oriente Médio tomou conta dos mercados, com prevalência da aversão a risco. O VIX, conhecido como índice do medo, chegou a disparar mais de 20% e as bolsas americanas fecharam no vermelho. Para hoje, olho nos dados de produção industrial por aqui. 

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AgroNewsPolítica & Agro

Preços do café sobem com clima seco e baixa oferta no Brasil


Os estoques globais de café também são motivo de apreensão





Foto: Divulgação

O mercado futuro do café, tanto para as variedades arábica quanto robusta, mantém uma tendência de alta, operando em níveis elevados. Segundo análise da Hedgepoint Global Markets, mesmo após uma correção no início da semana, os contratos próximos ao vencimento permanecem valorizados, refletindo a preocupação com a oferta no curto prazo.

O comportamento dos fundos especulativos reforça essa tendência. Embora tenha ocorrido uma liquidação parcial na última sexta-feira, o mercado ainda projeta altas, impulsionado pelas condições climáticas desfavoráveis no Brasil. A seca e o calor excessivo nas regiões produtoras estão elevando os riscos para a safra 2025/26, enquanto as expectativas de chuva permanecem incertas.

Os estoques globais de café também são motivo de apreensão. Com níveis baixos tanto nas áreas de origem quanto nos principais destinos, qualquer nova adversidade climática pode intensificar a escassez, pressionando ainda mais os preços. Além disso, o Vietnã, importante produtor de robusta, enfrenta uma colheita menor devido às condições climáticas adversas, agravando o cenário de déficit global.





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Queimadas encarecem alimentos e elevam alerta no bolso do consumidor



Os incêndios na Amazônia, no Cerrado e no Pantanal desencadearam uma onda de preocupação socioeconômica, especialmente em meio à maior estiagem da história recente do Brasil. Além dos danos ambientais, as queimadas têm impacto direto nos preços de alimentos como verduras, legumes e frutas, que tendem a subir devido aos prejuízos causados ao solo das plantações.

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Setembro já é um mês marcado pelo encarecimento de produtos devido à transição do inverno para a primavera. Neste ano, no entanto, a situação é agravada por desastres ambientais. O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) registrou mais de 68 mil focos de queimadas neste mês, um aumento de 144% em relação ao mesmo período de 2023.

O avanço das queimadas compromete o solo, que precisa de tempo para se recuperar. Esse cenário leva à escassez de alimentos e à diminuição da oferta no mercado. Além disso, a seca afeta a navegabilidade dos rios, obrigando os fornecedores a recorrerem ao transporte rodoviário, que é mais caro. Bancos, consultorias e corretoras já preveem uma alta nos preços dos alimentos entre 4,5% e 7,5%.

Fernando Lamounier, educador financeiro e CEO da Multimarcas Consórcios, destaca o impacto dessa situação: “A inflação, normalmente mensurada pelo IPCA, tem um impacto profundo na vida do consumidor, fazendo com que cada real valha menos do que antes, obrigando todos a repensar prioridades e a se adaptar a um novo cenário econômico.”

Diante desse cenário, os consumidores precisam se preparar para gastos maiores nos próximos meses. A inflação, impulsionada pelo aumento nos preços dos alimentos, exigirá ajustes no planejamento financeiro. Medidas como fazer listas de compras, evitar idas frequentes ao supermercado e aproveitar descontos são formas práticas de driblar a alta nos preços.

O aumento do preço dos alimentos, impulsionado pelas queimadas e pela escassez de recursos, exige que o consumidor repense suas compras. Para evitar que essa realidade prejudique seu orçamento, é essencial planejar as refeições, aproveitar a sazonalidade dos produtos e buscar alternativas mais acessíveis, como hortas comunitárias”, aconselha Lamounier.

Com a pressão popular, o governo federal anunciou uma série de medidas para combater os incêndios florestais e ajudar os produtores rurais. O Ministério da Agricultura prevê a liberação de R$ 6,5 bilhões em apoio aos agricultores afetados pelas queimadas. No entanto, os consumidores também precisam adotar práticas mais conscientes e criar um fundo de emergência para lidar com as oscilações nos preços.

As previsões indicam que os impactos das queimadas podem prolongar o encarecimento de produtos essenciais. Para enfrentar esse cenário, uma dica prática é criar um fundo de emergência específico para a possível variação das despesas com alimentação, separando mensalmente uma pequena porcentagem extra da renda para evitar ser pego de surpresa com a alta de preços. Planejamento financeiro é a chave para garantir estabilidade em tempos de incerteza“, finaliza Lamounier.



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AgroNewsPolítica & Agro

Sul do Brasil enfrenta tempestades e acumulados expressivos de chuva


Hoje, as instabilidades se movem para o norte do estado





Foto: Pixabay

Nesta quarta-feira, 2 de outubro de 2024, o Sul do Brasil segue sob a influência de uma forte frente fria, que tem gerado tempestades e acumulados volumosos de chuva. A região, especialmente o Rio Grande do Sul, já registrou precipitações volumosas nas últimas 24 horas.

Clique aqui e acesse AGROTEMPO

De acordo com o meteorologista do Portal Agrolink Gabriel Rodrigues, cidades como Santana do Livramento, Dom Pedrito e Caçapava do Sul receberam acumulados de até 100 mm na terça-feira. Hoje, as instabilidades se movem para o norte do estado, além de Santa Catarina e Paraná. A previsão aponta para chuvas intensas na Serra Catarinense, com volumes que podem ultrapassar 60 mm, e há projeções de acumulados superiores a 100 mm em algumas áreas.

A persistência da frente fria promete mais um dia de chuvas intensas, o que aumenta o risco de enchentes localizadas e transtornos em diversas áreas do Sul. 





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AgroNewsPolítica & Agro

Chuvas irregulares no Centro-Oeste e Norte preocupam o agro


Precipitações ainda ocorrem de forma isolada e mal distribuída





Foto: USDA

As regiões Centro-Oeste e Norte enfrentam um cenário de chuvas irregulares, o que tem gerado preocupações no setor. De acordo com o meteorologista do Portal Agrolink, Gabriel Rodrigues, embora as precipitações tenham começado a retornar gradualmente, ainda ocorrem de forma isolada e mal distribuída.

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Rodrigues explica que, no Centro-Oeste, as chuvas esparsas favorecem o início do plantio da soja, mas ainda são necessárias precipitações mais regulares para garantir a reposição de umidade no solo. A expectativa é que, após o dia 10 de outubro, as chuvas se tornem mais frequentes e recorrentes em estados como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, São Paulo e Minas Gerais, normalizando dentro da média histórica.

No Norte, o meteorologista destaca o retorno do período chuvoso, especialmente no oeste do Amazonas, Acre e Rondônia. Porém, em áreas como Pará e norte do Tocantins, as precipitações ainda são tímidas e localizadas. Nas próximas semanas, espera-se uma mudança para um padrão mais úmido, enquanto o interior do Nordeste deve permanecer seco durante a primeira metade de outubro.





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