quarta-feira, agosto 19, 2026
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Sindan defende uso de antimicrobianos e segregação para mercados da UE


A partir de 3 de setembro, a União Europeia e a Noruega suspenderão a importação de produtos brasileiros de origem animal que não atendam às novas exigências, incluindo restrições ao uso de antimicrobianos. O Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan) defende a segregação das cadeias produtivas e a criação de regras específicas para esses mercados.

Importância dos antimicrobianos

Gabriela Mura, diretora do Sindan, destacou a relevância dos antimicrobianos para a saúde animal na pecuária brasileira. Ela ressaltou dois pontos principais:

  • A proibição de moléculas consideradas importantes para a saúde humana, conforme determinação da Organização Mundial da Saúde.
  • A proibição de aditivos antimicrobianos melhoradores de desempenho, que já possuem registro no Brasil.

Mura enfatizou que essas moléculas são utilizadas exclusivamente em animais e possuem análise de segurança aprovada por órgãos reguladores europeus.

Desafios e perspectivas

Apesar dos argumentos apresentados, a União Europeia já determinou as novas regras há quase dois meses. Mura acredita que o Brasil pode atender às exigências, pois já possui protocolos de segregação implementados com sucesso para outros países. Ela mencionou que a situação atual é mais crítica para a bovinocultura de corte, devido ao ciclo de vida dos animais.

O Sindan continua a trabalhar para garantir que a pecuária brasileira se adapte às novas exigências, visando a manutenção do acesso aos mercados internacionais.

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