sexta-feira, agosto 7, 2026

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Operação do Ibama apreende 10 toneladas de peixes



Uma empresa de pescado, situada na cidade de Assis Brasil, no Acre, foi flagrada com 10 mil quilos de pirarucu sem a devida licença para exportação em uma operação conjunta promovida pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e pela Receita Federal. A empresa foi multada em R$ 5 milhões.

O pirarucu (Arapaima gigas) consta na lista de espécies da Convenção sobre Comércio Internacional das Espécies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo de Extinção (Cites). Por esse motivo, a exportação do pirarucu requer uma licença específica do Ibama, a qual a empresa não possuía no momento da fiscalização.

A superintendente do Ibama no Acre, Melissa de Oliveira Machado, destaca a importância da fiscalização para a proteção das espécies ameaçadas e o cumprimento das normas internacionais de comércio. “Os agentes do Ibama continuarão vigilantes para garantir a preservação da fauna brasileira e o respeito às leis ambientais.”

Além da apreensão do produto, a empresa foi multada por não cumprir as regulamentações necessárias para a exportação do peixe. De acordo com os fiscais do Ibama, as dez toneladas de pirarucu apreendidas foram doadas ao programa Mesa Brasil, do Serviço Social do Comércio (Sesc), a fim de contribuir para a alimentação de pessoas em situação de vulnerabilidade.



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Amazonas ganha edital de R$ 10 milhões



Wilson Lima, governador do Amazonas, lançou na última quinta-feira (26), um edital para fortalecer o setor primário do estado. A proposta foi apresentada em Manacapuru (a 100 quilômetros de Manaus), durante a entrega de equipamentos a entidades rurais e ação de crédito.

O edital visa apoiar projetos com foco na aquisição de equipamentos, materiais permanentes e de consumo, bens móveis e serviços de adequação de espaços físicos. 

Por meio do Fundo de Promoção Social (FPS), o edital permitirá que organizações da sociedade civil (OSCs) apresentem propostas de até R$180 mil.

Segundo Lima, a iniciativa do edital no valor de R$ 10 milhões, irá proporcionar dignidade e qualidade de vida aos trabalhadores rurais. 



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AgroNewsPolítica & Agro

Mercado de trigo fecha em alta em Chicago



Esse desempenho contrasta com o mercado de soja



No mercado interno, o trigo mostrou desempenho expressivo ao longo de 2024
No mercado interno, o trigo mostrou desempenho expressivo ao longo de 2024 – Foto: Agrolink

De acordo com dados divulgados pela TF Agroeconômica, o mercado de trigo encerrou o último dia útil com alta nos contratos futuros em Chicago, além de fechar o acumulado de 2024 em patamares superiores ao ano anterior. O contrato de março do trigo brando SRW de Chicago, relevante para produtores e exportadores brasileiros, subiu 0,59%, fechando a $551,50 por bushel. O contrato de maio registrou alta de 0,63%, cotado a $562,50. Na Euronext de Paris, o trigo para moagem também apresentou elevação de 1,28%, encerrando a 237,25 euros por tonelada.  

No mercado interno, o trigo mostrou desempenho expressivo ao longo de 2024. Os preços no Rio Grande do Sul avançaram 2,48%, enquanto no Paraná, a valorização foi ainda maior, atingindo 10,66%. O farelo de trigo destacou-se como o produto com maior variação nominal, registrando alta de 26,31% no ano, ocupando o terceiro lugar entre os produtos agrícolas acompanhados pela TF Agroeconômica.  

Esse desempenho contrasta com o mercado de soja, que encerrou 2024 com uma queda de 2,41% nos preços em relação ao final de 2023. A resiliência do trigo, especialmente no mercado interno, reflete uma combinação de fatores como demanda por subprodutos, variações cambiais e condições climáticas favoráveis para a safra no Brasil.  

O fechamento em alta no mercado internacional, somado ao fortalecimento dos preços no mercado doméstico, evidencia a competitividade do trigo brasileiro em um cenário de desafios econômicos globais e locais. Os dados ressaltam a importância de monitorar de perto as cotações para estratégias de comercialização em 2025.

 





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Soja deve ter dia ‘parado’; festividades afetam o mercado do grão



O mercado brasileiro de soja deverá registrar uma quinta-feira de poucos negócios, ainda impactado pelo ritmo de festividades de fim de ano. As cotações devem apresentar poucas variações, com Chicago retomando suas operações mais tarde, às 11h30min, devido ao feriado. O dólar comercial iniciou o dia com leve queda de 0,12%, cotado a R$ 6,1712, enquanto o Dollar Index (DXY) subiu 0,18%, alcançando 108,67 pontos.

Na segunda-feira (30), último dia útil no Brasil, o mercado da soja foi volátil, seguindo os movimentos de Chicago e do câmbio. As cotações no mercado físico apresentaram altas pontuais, mas com pagamentos previstos para fevereiro, o que limitou os negócios. Em Passo Fundo (RS), a saca caiu de R$ 133,00 para R$ 132,00; na região das Missões (RS), recuou de R$ 134,00 para R$ 133,00.

Já no Porto de Rio Grande (RS), a saca da soja diminuiu de R$ 139,00 para R$ 138,00. Em Cascavel (PR), a saca subiu de R$ 130,00 para R$ 131,00, enquanto no Porto de Paranaguá (PR) permaneceu em R$ 137,00. Em Rondonópolis (MT), subiu de R$ 117,00 para R$ 119,00, e em Dourados (MS), passou de R$ 129,00 para R$ 130,00. Já em Rio Verde (GO), a saca recuou de R$ 126,00 para R$ 129,00.

Soja em Chicago

Devido ao feriado de Ano Novo, a Bolsa de Mercadorias de Chicago retomará suas operações às 11h30min, impactando o ritmo de negociação no mercado internacional de commodities.

Câmbio

O dólar comercial opera com uma leve queda de 0,12%, cotado a R$ 6,1712. Já o Dollar Index (DXY) registra alta de 0,18%, alcançando 108,67 pontos, refletindo movimentos no mercado global de câmbio.



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Brasil registra maior número de focos de incêndio em 14 anos



Em 2024, o Brasil registrou 278.229 focos de incêndio, um aumento de 46% em relação aos 189.891 registros de 2023 e o pior número desde 2010, quando foram contabilizadas 319.383 ocorrências. Os dados são do programa BD Queimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e foram divulgados pelo jornal Folha de São Paulo.

Intensificado pelas mudanças climáticas e influenciado pelo fenômeno El Niño, o Brasil enfrentou uma seca histórica em 2024. O fogo começou mais cedo do que o habitual em várias partes do país. Entre fevereiro e março, incêndios atingiram Roraima e, no Pantanal, as chamas começaram a se alastrar em junho.

A ministra do Meio Ambiente e Mudança Climática, Marina Silva, afirmou que a estiagem foi a maior em 73 anos no Pantanal e a mais severa dos últimos 40 anos na Amazônia.

No último ano, São Paulo quebrou o recorde de focos de incêndio. Os dados do Inpe apontam um aumento de 423%, o maior percentual do país, com 8.702 registros. No Distrito Federal, o índice avançou 292%, com 349 focos.

Porém, os maiores números foram registrados na Amazônia (140.328), um aumento de 42% em relação a 2023 e o maior patamar desde 2007, quando foram detectados 186.463 focos. O Pantanal apresentou uma alta de 120%, com 14.498 focos, o pior número desde 2020, quando houve 22.116 ocorrências.

No Cerrado, foram registrados 81.432 focos, um aumento de 60% em relação a 2023. Esse número é o maior desde 2012, quando foram contabilizados 90.579. Outros biomas também sofreram com o fogo: a Mata Atlântica perdeu 10 mil km² de área, a Caatinga 2.975 km² e o Pampa 33 km².

O Pará registrou 56.060 focos em 2024, um aumento de 34%. Em 2023, o estado praticamente havia mantido o mesmo volume de focos detectados no ano anterior. O Amazonas, o índice subiu 30%, com 25.499 focos detectados. No ano anterior, o estado havia registrado uma redução de 7%.

Segundo o Monitor do Fogo, da plataforma MapBiomas, até o mês de novembro, o fogo atingiu uma área de 297.680 km² no Brasil, equivalente ao território do Rio Grande do Sul. Esse índice representa um aumento de 90% em relação ao mesmo período de 2023. A plataforma ainda não atualizou os dados referentes a dezembro.

Mudanças

Em 2024, os cientistas do MapBiomas identificaram uma mudança no padrão das áreas atingidas pelo fogo. Enquanto nos últimos seis anos as queimadas afetaram predominantemente áreas de pastagem, neste ano as florestas foram as mais impactadas.



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Novo salário mínimo entra em vigor; entenda os impactos na economia



Entrou em vigor ontem (1º de janeiro) o novo valor de R$ 1.518,00 para o salário mínimo – um aumento de R$ 106,00 em relação a 2024 (R$ 1.412,00). Segundo o governo, o valor incorpora a reposição de 4,84% da inflação de 12 meses, apurada em novembro do ano passado (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), e mais 2,5% de ganho real.

O salário mínimo está de acordo com a nova regra aprovada pelo Congresso Nacional, que condiciona a atualização do valor aos limites definidos pelo novo arcabouço fiscal. Por essa nova norma – válida até 2030 – o salário mínimo terá ganho real de 0,6% a 2,5%.

O reajuste vai afetar a remuneração de 59 milhões de pessoas que têm o rendimento ligado ao valor do salário mínimo, como empregados formais, trabalhadores domésticos, empregadores, trabalhadores por conta própria e beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Despesas

O valor do salário mínimo tem impacto direto nas contas do governo federal, como os pagamentos às pessoas aposentadas ou pensionistas, cerca de 19 milhões; a quem tem direito ao Benefício de Prestação Continuada (BPC), mais de 4,7 milhões; aos trabalhadores com carteira dispensados do serviço, cerca de 7,35 milhões que acionaram o seguro-desemprego (dado de julho de 2024); e aos trabalhadores que têm direito ao abono salarial (PIS-Pasep), cerca de 240 mil pessoas no ano passado.

Um estudo feito pela empresa Tendências Consultoria, de São Paulo, estima que a nova política de reajuste do salário mínimo vai gerar R$ 110 bilhões de economia nos gastos públicos até 2030, sendo que R$ 2 bilhões estão previstos para 2025.

O salário mínimo no Brasil foi criado em 1936, durante o governo do ex-presidente Getúlio Vargas.



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AgroNewsPolítica & Agro

Real encerra 2024 com desvalorização histórica



Eleição de Trump influenciou o dólar



Além dos fatores externos, a desvalorização do real também foi impulsionada por questões domésticas
Além dos fatores externos, a desvalorização do real também foi impulsionada por questões domésticas – Foto: Pixabay

O câmbio brasileiro vivenciou um ano de alta volatilidade e encerrou 2024 com uma desvalorização de 21,82% em relação ao dólar Ptax, a taxa de referência para contratos denominados em real em bolsas de mercadorias no exterior. Esse desempenho coloca o real como a moeda mais desvalorizada entre 27 economias analisadas pela consultoria Elos Ayta. Trata-se do pior resultado para a moeda brasileira desde 2020 e da terceira maior queda nominal desde 2010, superado apenas pelos anos de 2015 (-31,98%) e 2020 (-22,44%).  

Nesse contexto, o analista da Elos Ayta, Einar Riverno, destaca que esse desempenho reflete os desafios econômicos enfrentados pelo Brasil em um contexto global adverso e com incertezas internas. Em âmbito internacional, a vitória de Donald Trump nas eleições para a presidência dos Estados Unidos gerou expectativas de políticas protecionistas, o que fortaleceu a economia norte-americana, a inflação no país e, consequentemente, o dólar, que é sua moeda.  

Além dos fatores externos, a desvalorização do real também foi impulsionada por questões domésticas. O pacote fiscal anunciado pelo governo no final de 2024 gerou preocupações entre investidores, provocando um êxodo de capitais e pressionando ainda mais a moeda brasileira. Riverno afirma que, para 2025, a recuperação do real dependerá de reformas estruturais que atraiam investimentos, além de um ambiente externo mais favorável. É essencial que o governo sinalize seu compromisso com a disciplina fiscal e adote medidas concretas para conter a inflação e promover o crescimento sustentável.





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Nova frente fria causa temporais localizados em região brasileira



O segundo dia de 2025 é marcado pela chegada de uma nova frente fria no Sul e por instabilidades em grande parte do país. Temporais também atingem o Centro-Oeste. Contudo, o tempo abafado não deixa de se fazer presente na maioria dos estados. Confira a previsão:

Sul

Uma nova frente fria começa a se deslocar pela Região, provocando chuva nos três estados. Pode chover forte e não se descarta alguns temporais localizados. As temperaturas vão seguir elevadas e o tempo fica abafado.

Sudeste

Tempo segue instável e com pancadas de chuva em toda a Região. Chove a qualquer hora no Espírito Santo e em áreas do centro-norte de Minas Gerais. Em São Paulo e no Rio de Janeiro, pancadas de chuva isolada, mas que podem ser mais intensas pelo interior paulista.

Centro-Oeste

A chuva ganha intensidade em Mato Grosso do Sul, onde pode chover forte e a qualquer hora do dia. Em Mato Grosso e Goiás, as pancadas de chuva acontecem ao longo do dia, alternando entre moderada a forte.

Nordeste

Chuva isolada pela costa da Região Nordeste, especialmente durante a tarde. No interior o predomínio é de tempo firme. No Maranhão e no Piauí, o dia deve ter mais nebulosidade e chove fraco em áreas da metade oeste e sudoeste maranhense e no oeste piauiense.

Norte

Pancadas de chuva alternadas com períodos de melhoria estão previstas para todos os estados da Região. Pode chover forte e não se descartam alguns temporais no Amazonas, Pará, Roraima e Amapá. Em Belém, no Pará, as pancadas de chuva podem vir acompanhadas por trovoadas.



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Nova lei regula uso de bioinsumos na Bahia



Lei dos bioinsumos fortalece a agricultura sustentável




Foto: Canva

A agricultura baiana deu um importante passo em direção à sustentabilidade com a sanção da Lei nº 15.070/2024, de autoria do senador Jaques Wagner. A nova legislação regulamenta e estimula o uso de bioinsumos na produção agropecuária, aquícola e florestal, consolidando práticas mais limpas, eficientes e alinhadas às demandas globais por sustentabilidade, conforme a Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri BA).

Os bioinsumos abrangem produtos e tecnologias de origem natural voltados para o crescimento e desenvolvimento de plantas, animais e microrganismos. A medida visa aumentar a fertilidade do solo, promover a proteção ambiental e reduzir a dependência de insumos químicos sintéticos, como agrotóxicos e fertilizantes convencionais.

Segundo dados da Seagri BA, a legislação fortalece a execução do Plano Estadual de Agroecologia e Produção Orgânica da Bahia, promovendo sistemas agrícolas mais resilientes e alinhados aos ecossistemas locais. Além disso, busca valorizar o conhecimento tradicional e minimizar os impactos ambientais.

Entre os principais pontos da nova lei, destacam-se:

  • Produção descentralizada: pequenos produtores, cooperativas e comunidades tradicionais poderão produzir bioinsumos para uso próprio.
  • Incentivos financeiros: acesso a crédito facilitado e programas de apoio econômico para quem adotar bioinsumos em seus sistemas produtivos.
  • Pesquisa e inovação: fomento à criação de novas tecnologias de bioinsumos para impulsionar a bioeconomia e valorizar a sociobiodiversidade.

De acordo com a Seagri, a nova lei é vista como estratégica para ampliar a presença da Bahia em mercados internacionais exigentes, como o europeu, que priorizam produtos com alta rastreabilidade ambiental e padrões sustentáveis. A legislação também está alinhada ao Plano ABC+ Bahia, voltado para práticas agrícolas de baixo carbono, consolidando o estado como referência em inovação agrícola e sustentabilidade.

A Secretaria da Agricultura da Bahia já trabalha em estratégias para ampliar a adoção da nova lei. A pasta planeja parcerias com instituições de pesquisa, além de programas de capacitação técnica voltados aos produtores.





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AgroNewsPolítica & Agro

Europa enfrenta seca, impactando cultivos de inverno



Temperaturas acima da média desafiam lavouras de inverno




Foto: Pixabay

O boletim semanal Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado na última quinta-feira (26) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), revelou que o clima na Europa durante o período de monitoramento foi marcado por chuvas generalizadas e temperaturas acima da média, mas a seca de curto prazo continua preocupando produtores na Espanha e em partes da Hungria.

De acordo com os últimos dados climáticos, a maior parte do continente registrou volumes de chuva entre 5 e 40 mm por semana, abrangendo regiões da Inglaterra e França até o leste europeu. No entanto, a escassez de chuvas desde novembro reduziu a umidade do solo na Espanha, comprometendo a emergência e o estabelecimento de culturas de inverno.

A situação também é crítica no sudoeste da Hungria (Transdanúbia), onde a seca extrema permanece localizada. Desde 1º de outubro, a região acumulou apenas 34% do volume de chuvas esperado, tornando este o período mais seco dos últimos 30 anos.

Outro destaque foi o aumento das temperaturas, que ficaram 2 a 7°C acima do normal na maior parte do centro, norte e leste da Europa. Apenas a porção sudoeste do continente registrou valores próximos à média histórica.

A ausência de cobertura de neve nas principais áreas de cultivo de inverno levanta preocupações sobre a exposição das lavouras, embora as mínimas tenham permanecido acima dos níveis que causariam danos por congelamento ou morte de plantas.

Produtores europeus monitoram de perto o impacto dessas condições climáticas, especialmente nas culturas de grãos. A falta de umidade na Espanha e na Hungria pode comprometer o rendimento das lavouras de inverno, enquanto as temperaturas elevadas trazem incertezas sobre a resistência das plantações frente ao inverno que se aproxima, conforme os dados do USDA.





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