sábado, março 28, 2026

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Produtores de Mato Grosso podem negociar multas na dívida ativa com até 65% de desconto; saiba como


Foto: Freepik.
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Produtores rurais de Mato Grosso e outros contribuintes com multas administrativas inscritas em dívida ativa já podem solicitar adesão a uma transação da Procuradoria-Geral do estado (PGE-MT). O prazo para pedir a negociação vai até 29 de maio, conforme edital publicado no Diário Oficial.

A medida abrange créditos de natureza não tributária originados de autos de infração lavrados até 31 de dezembro de 2022, aplicados por três órgãos estaduais: Agência de Regulação dos Serviços Públicos Delegados (Ager-MT), Instituto de Defesa Agropecuária (Indea-MT) e Secretaria de estado de Meio Ambiente (Sema-MT).

Critérios para a negociação

Podem entrar na negociação débitos já inscritos em dívida ativa, incluindo aqueles em execução fiscal, em discussão judicial, com parcelamento anterior rescindido ou com exigibilidade suspensa. No entanto, não podem participar débitos que já estejam com transação, acordo ou parcelamento em andamento.

No caso de multas ambientais aplicadas pela Sema-MT, o pagamento negociado não elimina a obrigação de reparação de danos ambientais nem outras exigências definidas pelos órgãos responsáveis.

Descontos e condições

O edital estabelece condições diferentes conforme o valor do débito:

Débitos de até R$ 42 mil:

  • À vista: 50% de desconto sobre juros, multas e penalidades
  • Até 12 parcelas: 40% de desconto
  • Até 36 parcelas: 30% de desconto

Débitos acima de R$ 42 mil:

  • À vista: 65% de desconto sobre juros, multas e penalidades
  • Até 12 parcelas: 50% de desconto
  • Até 24 parcelas: 30% de desconto
  • Até 36 parcelas: 20% de desconto

O edital prevê ainda regras específicas quando a transação envolver pessoa jurídica em recuperação judicial ou falência, além da possibilidade de enquadramento de produtor rural (pessoa física) em recuperação judicial, desde que caracterizado como empresário rural.

Como solicitar a adesão?

Antes de solicitar a adesão, o produtor pode consultar os débitos nos canais de atendimento da PGE-MT. O atendimento é feito por e-mail (atendimento@pge.mt.gov.br) ou pelo WhatsApp (65) 99243-6157. Os atendimentos são realizados de forma presencial nas unidades da Procuradoria e do Ganha Tempo.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.

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Área de citros deve crescer em Erechim



Produtores intensificam manejo fitossanitário



Foto: Pixabay

O Emater/RS-Ascar apontou, em Informativo Conjuntural divulgado na quinta-feira (26), perspectivas de expansão e desafios para a citricultura no norte do Rio Grande do Sul. Na regional de Erechim, a expectativa é de aumento da área plantada, que pode atingir 235 hectares em 2026, com produtividade estimada em cerca de 32 toneladas por hectare.

Na região de Frederico Westphalen, o relatório informa que “a bergamota da variedade precoce Okitsu está em início de colheita, enquanto os outros citros estão na fase de enchimento de frutos”. Segundo o levantamento, os produtores mantêm tratos culturais voltados à sanidade das lavouras. “Os produtores estão realizando adubações e tratamentos fitossanitários preventivos para pinta-preta, cancro-cítrico e ácaros”, registra o documento.

Em Liberato Salzano e municípios produtores, a estiagem no início do ano impactou o desenvolvimento dos pomares. “A estiagem ocorrida no início do ano prejudicou o desenvolvimento dos frutos, causando redução do calibre e queda”, aponta o informativo.

Ainda de acordo com a Emater/RS-Ascar, a comercialização da bergamota Satsuma Okitsu ocorre entre R$ 45,00 e R$ 50,00 por caixa de 25 quilos, conforme os dados mais recentes de mercado.





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Produção de azeite deve se aproximar de 1 milhão de litros em 2026


Foto: Cauê Silva/Divulgação.
Foto: Cauê Silva/Divulgação.

A produção de azeite de oliva no Brasil deve se aproximar de 1 milhão de litros em 2026, segundo estimativa do setor. O volume deve ser impulsionado pela safra no Rio Grande do Sul, que deve responder por cerca de 800 mil litros.

O restante da produção nacional, estimado em aproximadamente 200 mil litros, deve vir de outras regiões produtoras do país.

Recuperação após perdas

O resultado ocorre após dois anos de redução na produção provocada por condições climáticas. Neste ciclo, o clima permitiu o desenvolvimento das oliveiras e a retomada do volume produzido.

Em comunicado, o presidente do Instituto Brasileiro de Olivicultura (Ibraoliva), Flávio Obino Filho, afirmou que o resultado está ligado ao comportamento do clima durante o ciclo.

“Tivemos um ano com clima que contribuiu para o desenvolvimento das oliveiras e isso impacta diretamente na produção”, disse.

Colheita será aberta em abril

A estimativa acompanha a realização da 14ª Abertura Oficial da Colheita da Oliva, marcada para o dia 17 de abril, na sede da Azeite Milonga, em Triunfo (RS).

Segundo Flávio Obino Filho, o volume também indica avanço da atividade no país.

“É um crescimento que reforça a presença do azeite brasileiro no mercado e amplia o acesso do consumidor ao produto nacional”, disse.

Programação inclui feira e venda direta

Durante o evento, a programação inclui uma feira de negócios voltada à olivicultura. Também haverá comercialização direta de azeites da safra 2026 por produtores do Rio Grande do Sul.

A 14ª Abertura Oficial da Colheita da Oliva é organizada pelo Ibraoliva em parceria com a Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul.

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Colheita de soja no RS atinge 10% da área, segundo Emater


Colheita da Soja avança, mas alta do diesel aperta margens do produtor
Imagem: Marca Comunicação

A colheita da soja 2025/26 no Rio Grande do Sul alcança 10% da área estimada em 6,624 milhões de hectares, de acordo com a Emater.

“Embora as chuvas tenham favorecido a reposição hídrica em parte das lavouras ainda em fase reprodutiva, também impuseram interrupções pontuais à colheita. O predomínio fenológico se situa entre enchimento de grãos (43%) e maturação (41%), indicando proximidade da intensificação dos trabalhos de colheita no curto prazo”, disse a empresa em nota. A produtividade média estimada é de 2.871 quilos por hectare.

Colheita de milho e arroz

Também conforme a Emater, a colheita de milho no Estado atinge nesta semana 73% da área cultivada, com resultados, em média, satisfatórios.

“As produtividades refletem o histórico climático da safra. Áreas com regularidade hídrica e manejo adequado apresentam os melhores desempenhos, e regiões com restrição hídrica em fases críticas registraram perdas parciais”, destacou a Emater, que estima área cultivada de 803.019 hectares e produtividade média de 7.424 kg/ha.

No tocante à safra de arroz, a colheita no Estado alcança 35% da área. A maior parte das lavouras se encontra em maturação (47%) e 18% estão em enchimento de grãos, “fase sensível à disponibilidade hídrica e às condições de radiação solar”.

A área cultivada é de 891.908 hectares (estimativa do Instituto Rio-grandense do Arroz – Irga), com produtividade projetada pela Emater em 8.744 kg/ha.

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Federações do Sul apontam seguro como prioridade para o Plano Safra


Brasília (26/03/2026) – As Federações de Agricultura e Pecuária da região Sul sugeriram o aumento de recursos do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) e a melhoria do acesso ao crédito, durante encontro para discutir as propostas para o Plano Agrícola e Pecuário 2026/2027.

A reunião foi promovida pela Comissão Nacional de Política Agrícola da CNA, na quinta (26), e faz parte de uma série de debates entre produtores, sindicatos e federações de cada região com o objetivo de reunir demandas do setor para o próximo Plano Safra.

Durante o encontro, o assessor técnico da CNA Guilherme Rios apresentou um panorama da contratação de recursos do crédito e apólice de seguro no país e do aumento do endividamento no campo.

Em sua fala, o assessor destacou a redução anual da área coberta com seguro rural, o que tem reforçado a inadimplência do setor. “Temos aproximadamente 70 milhões de hectares com lavouras, e em 2025 a área coberta foi de apenas 3 milhões”, disse. 

Nesse contexto, os representantes do Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina apontaram a necessidade do aumento de recursos para o PSR e ao Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) para auxiliar os produtores que têm sofrido com as constantes quebras de safra em razão de eventos climáticos.

As federações reforçaram que o aumento de custos de produção, a queda do preço de commodities e a falta de seguro complicou ainda mais a situação no campo nas últimas safras.

O consenso entre as entidades é de que o próximo Plano Safra deve priorizar medidas estruturantes que fortaleçam a gestão de risco e a sustentabilidade financeira do produtor. Nesse sentido, é fundamental ampliar o acesso ao seguro rural e ao crédito.

Os próximos encontros serão realizados na próxima quarta (1º), no Distrito Federal, para discutir as demandas do Centro-Oeste, e no dia 7 de abril, em Linhares (ES), para tratar das propostas da região Sudeste.





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Imposto de Renda 2026: veja quando o produtor rural é obrigado a declarar


Imposto de Renda, Receita Federal
Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

A entrega da declaração do Imposto de Renda já começou e segue até o dia 29 de maio. Para o produtor rural, a atenção deve ser redobrada neste ano, com critérios que definem quem é obrigado a prestar contas à Receita Federal.

Segundo o especialista em gestão rural Hugo Monteiro da Cunha, a principal dúvida está no enquadramento. “Se o produtor teve determinadas operações em 2025, ele estará obrigado a declarar em 2026”, explica.

Critérios de obrigatoriedade

Entre os principais pontos, está o limite de rendimentos tributáveis. Quem recebeu acima de R$ 35.584 deve enviar a declaração. Entram nessa conta valores da própria atividade rural, arrendamentos, salários e prestação de serviços fora da atividade no campo.

Também estão obrigados produtores que tiveram rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte — como indenizações, rendimentos de poupança ou doações acima de R$ 200 mil.

Outro critério envolve a receita bruta da atividade rural. Quem registrou valor superior a R$ 177.920 em 2025 precisa declarar.

Além disso, a obrigatoriedade vale para quem tinha, até 31 de dezembro, bens ou direitos — incluindo imóvel rural — com valor total acima de R$ 800 mil.

Pontos de atenção na declaração

O especialista alerta para a qualidade das informações prestadas, principalmente em relação ao arrendamento.

Segundo ele, o valor recebido pelo arrendamento, mesmo quando pago em grãos, não é considerado receita da atividade rural. Nesse caso, o rendimento deve ser tributado pela tabela progressiva, que vai de zero a 27,5%.

Outro cuidado é com a apuração da receita bruta. Para fins de declaração, deve ser considerado o valor total recebido, incluindo o Funrural, e não apenas o valor líquido que entra na conta.

Já nas despesas, o produtor deve informar o que efetivamente pagou de Funrural nas operações de venda.

Multa e risco de fiscalização

A não entrega da declaração pode gerar multa de até 20% sobre o imposto devido. O valor mínimo é de R$ 165,74.

Além disso, o produtor pode cair em processos de conformidade da Receita Federal, o que aumenta o risco de fiscalização.

A orientação é verificar os critérios de obrigatoriedade e, em caso de dúvida, buscar apoio de um contador ou consultar as informações disponíveis no site da Receita.

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Temporais e onda de calor marcam o fim de semana no Brasil


temporal com raios
Pixabay

A previsão do tempo para este fim de semana no Brasil aponta chuva em várias regiões e temperaturas elevadas em parte do país.

Enquanto áreas do Norte, Nordeste e Centro-Oeste têm pancadas de chuva e risco de temporais, regiões do Sul e parte do Sudeste registram aumento das temperaturas, com início da primeira onda de calor de 2026.

Sábado tem chuva forte em várias regiões

No sábado (28), a previsão indica pancadas de chuva em grande parte do país. No Norte, a chuva ocorre desde o início do dia em vários estados e pode vir acompanhada de temporais.

No Nordeste, a chuva atinge áreas do litoral e também parte do interior. Há risco de temporais principalmente entre a Bahia e outros estados do litoral.

No Centro-Oeste, a chuva ocorre principalmente em Mato Grosso, com pancadas em diferentes áreas ao longo do dia. No Mato Grosso do Sul e em Goiás, a chuva aparece de forma isolada.

No Sudeste, a chuva se concentra no litoral do Espírito Santo, no norte do Rio de Janeiro e em áreas de Minas Gerais. No interior de São Paulo, a previsão é de tempo firme e temperaturas elevadas.

No Sul, o sábado começou com tempo firme em grande parte da região, mas há previsão de pancadas isoladas ao longo do dia em áreas do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. As temperaturas sobem e marcam o início da onda de calor prevista até o início de abril.

Domingo tem avanço de instabilidades no Sul

No domingo (29), áreas de instabilidade avançam pelo Sul do país, com pancadas de chuva no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina entre o fim da manhã e a tarde.

No Sudeste, a chuva continua em áreas do Espírito Santo, do norte do Rio de Janeiro e de Minas Gerais. O interior de São Paulo permanece com tempo firme.

No Centro-Oeste, a chuva ocorre principalmente em Mato Grosso, enquanto em Goiás e no Mato Grosso do Sul as pancadas são isoladas.

No Nordeste, a chuva continua em áreas do litoral e se espalha ao longo do dia. No Norte, a previsão indica pancadas de chuva em grande parte da região.

Capitais têm calor e pancadas de chuva

Entre as capitais, São Paulo deve ter tempo firme no sábado e no domingo, com temperaturas de até 31°C. No Rio de Janeiro, a previsão indica sol com possibilidade de chuva fraca à tarde.

Em Porto Alegre, o sábado deve ser de tempo firme e o domingo tem previsão de chuva à tarde. Em Belo Horizonte, há previsão de pancadas nos dois dias. Curitiba deve ter tempo firme no fim de semana.

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RS pode ampliar área de sorgo na próxima safra



A colheita de sorgo avança no Rio Grande do Sul



Foto: Pixabay

A colheita de sorgo avança no Rio Grande do Sul, com resultados considerados positivos mesmo em cenário de baixa disponibilidade hídrica. De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (26), na região administrativa de Bagé, o município de São Borja já colheu cerca de 50% dos 5.000 hectares cultivados.

Segundo o levantamento, nas áreas ainda não colhidas, 30% das lavouras estão em fase de maturação, 10% em enchimento de grãos e 10% em floração. A produtividade média das áreas já colhidas é de aproximadamente 4.800 quilos por hectare, com variações em áreas impactadas pela estiagem ou com menor nível tecnológico. Em sistemas irrigados por pivô, os rendimentos chegam a 7.200 quilos por hectare.

O informativo aponta que “os produtores estão satisfeitos com o desempenho da cultura, especialmente em um cenário de escassez de chuvas”. Ainda de acordo com a entidade, há expectativa de ampliação da área cultivada na próxima safra, condicionada à manutenção das condições de mercado.





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Na base da confiança: queijaria funciona sem ninguém no caixa – e está dando certo


queijaria Itabiobaia, no Espírito Santo
Foto: divulgação

Nem parece que estamos na Grande Vitória, porque a paisagem parece uma pintura: montanhas, estrada de chão, névoa e muito verde ao redor. Essa é a visão de quem passa pela Estrada Itabiobá, no Circuito Guaranhuns, na Serra (ES) – um dos cinco circuitos de agroturismo do município.

Dentre os empreendimentos da rota está o sítio Taquara, um local com muita história e boas lembranças. “A minha família sempre foi ligada ao meio rural. Meu pai nunca trabalhou para ninguém e sempre viveu com o que produziu aqui. Inclusive, essa propriedade é dele, mas, há alguns anos, ele cedeu uma parte pra eu trabalhar e empreender”, conta Jérzio Moraes Miranda, 43.

De uma propriedade com baixa lucratividade, o empreendedor transformou o local num negócio. “A pecuária não é fácil. É domingo, feriado, não tem dia e não tem hora. Eu já tirava leite das vacas. Então, por que não começar a fazer queijo?”, diz Jérzio.

Ele não embarcou nessa sozinho. Levou a esposa formada em Administração com ênfase em Comércio Exterior. “Ele me fez uma proposta: larga tudo e vamos abrir uma empresa na roça. Eu falei: mas isso não tem nada a ver comigo. Ele falou: então, vamos fazer um curso em Juiz de Fora, em Minas Gerais. Foi onde eu me descobri”, conta a hoje empreendedora Solange Miranda, 38.

Nascia a Queijaria Itaiobaia. Ao longo de sete anos, o casal vem produzindo – além dos queijos, é claro – iogurte, requeijão e doce de leite. “A gente sabe que o Brasil é país do futebol, país do samba, país do carnaval, mas podemos dizer também que é o país do queijo. É gosto nacional. Acredito que o queijo não sai da mesa dos brasileiros, seja no café da manhã, café da tarde, entre amigos, família…”, enumera Solange.

Foto: divulgação

Em torno de 40% das agroindústrias familiares do Espírito Santo são compostas por queijarias artesanais. Juntas somam 1.763 estabelecimentos, o principal segmento do setor. A região sul do estado destaca-se na produção por apresentar 37% das agroindústrias instaladas. A maior parte da produção (55%) é destinada ao consumo próprio. Os dados fazem parte de um levantamento realizado pelo Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper).

Auto-atendimento, o diferencial da queijaria

O diferencial da Queijaria Itaiobaia não está na produção, mas no atendimento. Ou melhor, auto-atendimento. Funciona assim: o cliente chega, escolhe o produto no freezer, paga com o celular – por meio de um QR code -, coloca o produto na sacola e vai embora. Você deve estar se perguntando: e se o pagamento for em dinheiro? Aì o cliente deposita as cédulas num cofre. Se precisar de troco, há uma gaveta com quantias disponíveis para facilitar a operação

“A gente pensou numa maneira de ser diferente no atendimento. Por isso, criamos esse sistema. Nós temos câmeras na loja e tudo é registrado. Nossa inadimplência é muito pequena”, revela a empreendedora.

Circuito de agroturismo

O Circuito Guaranhuns fica localizado a 3 km de Serra Sede, tendo acesso pela BR-101 e Rodovia do Contorno. Conta com restaurantes, lazer rural, camping, produção rural e Sítio Histórico de São José do Queimado, importante ponto turístico do município.

Além do Guaranhuns, a cidade também conta com os circuitos de Chapada Grande, Pitanga, Muribeca e das Águas. Todos localizados na zona rural da região metropolitana de Vitória. Esse ambiente rural tem atraído visitantes de várias tribos e regiões do Espírito Santo.

Não é raro avistar grupos de ciclistas percorrendo a Estrada Itaiobaia. E são eles justamente os principais clientes da queijaria. “A gente conheceu a queijaria por meio de colegas que pedalam por aqui e, agora, nós vamos passando a dica para outras turmas de ciclistas”, diz o técnico em mecânica Sérgio Roveda.

A parada no empreendimento do casal Miranda é “obrigatória”. “Não tem condição de passar aqui sem parar. Só quando está fechado mesmo”, completa o mecânico e ciclista Fabiano Gaeede.

Queijaria é alternativa para se manter na pecuária de leite

As constantes baixas no preço do leite tem causado preocupação entre os pecuaristas. Muitos chegam a desistir e abandonam a atividade. Mas o empreendedor Jérzio garante que é possível sim sobreviver da pecuária de leite. Basta inovar.

“A gente não pode ficar na mesmice. A pecuária praticada como anos atrás está findando. A pecuária moderna requer animais com genética boa, alimentação balanceada, ordenha ecanizada e agregação de valor aos produtos. Isso sim faz a diferença”, afirma Jérzio.

Queijaria Itaiobaia

  • Produção agrícola, produção e venda de produtos artesanais (queijos, biscoitos, pães e outros)
  • Funcionamento: diariamente 6h30 às 17h30
  • Endereço: Estrada Itaiobaia-Guaranhuns, Serra (ES)

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Tonkatsu: quanto custa e como é o prato no Japão


Foto: Reprodução/Canal Rural.
Foto: Reprodução/Canal Rural.

O terceiro episódio da série “Fabi no Japão”, exibido no programa Interligados, do Canal Rural, mostrou a visita da nutricionista Fabiana Borrego a um restaurante especializado em tonkatsu.

Considerado um dos pratos mais conhecidos da culinária japonesa, o tonkatsu é composto por uma costeleta de porco empanada na farinha panko. É servido fatiado, geralmente com molho tônico, repolho ralado, arroz e sopa de missô.

Na entrada, o estabelecimento expõe réplicas dos pratos disponíveis, prática comum em restaurantes japoneses. O cliente pode optar por consumir no local ou solicitar a refeição para viagem, no modelo takeout.

O salão conta com mesas em formato de tatame. Ao se acomodar, o cliente recebe uma toalha úmida para higienização das mãos antes da refeição. Durante a apresentação, é mostrado um conjunto do dia, descrito como opção executiva, com preço de ¥680, equivalente a cerca de R$ 56.

Confira:

Origem do tonkatsu

A receita foi criada no fim do século 19 e reúne influências externas com técnicas locais. O restaurante oferece três variedades de carne suína, com diferenças de composição e preço:

  • Amai Yuwaku: indicado como opção de maior valor, custa ¥4.200 (cerca de R$ 140). Ele possui maior concentração de gordura e corte com textura fina.
  • Kurobuta: disponível por ¥3.900 (aproximadamente R$ 130). É considerado uma carne nobre e premium no Japão. Frequentemente referida como o “Wagyu dos porcos” devido ao seu alto nível de marmoreio (gordura entremeada), sabor intenso e textura macia.
  • Chamiton: opção de menor custo, com preço de ¥199 (cerca de R$ 60). É uma marca premium de carne suína no Japão. Originária da província de Kagoshima, é conhecida pela sua alta qualidade, sabor refinado e textura macia.

Composição do prato

Os conjuntos servidos incluem tonkatsu acompanhado de arroz japonês (gohan), sopa tradicional japonesa feita a base de missô (missoshiro) e repolho cru – este último que pode contribuir para reduzir a absorção de gordura da fritura.

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