quinta-feira, abril 23, 2026

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Fethab no Mato Grosso arrecada muito, mas entrega pouco


Patrulheiro Agro MT-240 Nobres atoleiros escoamento 4
Foto: Canal Rural Mato Grosso

Mato Grosso é o coração do agronegócio brasileiro. Produz, exporta e sustenta o superávit do país. Mas, para que essa engrenagem funcione, o produtor aceita pagar o Fethab, um fundo criado para garantir infraestrutura, mas que, na prática, virou um pedágio permanente e cada vez menos transparente.

A arrecadação é bilionária, ultrapassando facilmente os R$ 4 bilhões por ano, dependendo da safra . O produtor paga. E paga muito. O problema é que a estrada, muitas vezes, não aparece.

Arrecadação alta, estrada precária.

O Fethab existe para garantir competitividade via diferimento do ICMS. Em troca, deveria entregar a logística. Mas o que se vê no campo é outra realidade.

A MT-240 e a MT-599 enfrentam dificuldades constantes. Em Paraitinga, o escoamento trava. No norte, a MT-322, entre Peixoto de Azevedo e Matupá, vira um teste de resistência nas chuvas. Já a MT-140, entre Campo Verde e Santa Rita do Trivelato, é o retrato da descontinuidade: começa asfaltada e termina na terra.

Não é exceção. É rotina.

O produtor paga duas vezes.

Sem estrada, o frete sobe, o tempo aumenta e o custo explode. O produtor paga o Fethab e paga novamente pela ineficiência logística.

E o mais grave: muitos trechos já tiveram previsão de obra, já passaram por licitação. O dinheiro existe. A execução não acompanha.

Quando o fundo perde o destino.

Ao longo do tempo, o Fethab deixou de ser exclusivo da infraestrutura. Parte dos recursos passou a atender outras despesas do Estado.

Se o produtor paga por estrada, mas o recurso financia outras áreas, há um descompasso evidente. A conta continua no campo, o retorno, não.

O jogo de empurra.

Uma parte relevante dos recursos vai para os municípios. A função é clara: manter estradas vicinais.

Na prática, o cenário se repete: falta máquina, falta manutenção, sobra justificativa. O recurso se perde entre repasses e execução, e o produtor segue sem estrada.

Sem logística, não há margem.

Estrada ruim encarece tudo. Frete mais caro, perda de eficiência, risco maior. Em um mercado competitivo, isso não é detalhe, é perda direta de renda.

Mato Grosso produz como potência, mas escoa com dificuldade.

A conta precisa fechar.

O problema não é arrecadar. É cumprir o destino do recurso. Sem transparência e sem execução eficiente, o Fethab deixa de ser solução e passa a ser custo.

Enquanto isso não mudar, o agro seguirá avançando com um freio invisível, pago por quem produz e travado na lama da má gestão.

Miguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.

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AgroNewsPolítica & Agro

A norma do crédito rural extrapola a lei?



O PRODES, por sua vez, monitora a supressão de vegetação


O PRODES, por sua vez, monitora a supressão de vegetação
O PRODES, por sua vez, monitora a supressão de vegetação – Foto: Canva

A exigência de verificação ambiental para concessão de crédito rural passa a incorporar, a partir de abril de 2026, a consulta a dados de monitoramento por satélite, com o objetivo de coibir o financiamento de atividades associadas ao desmatamento ilegal. A análise é da advogada especialista em agronegócio Patrícia Arantes de Paiva Medeiros.

As Resoluções CMN nº 5.193/2024 e nº 5.268/2025 determinam que instituições financeiras consultem o PRODES/INPE antes de liberar crédito para imóveis acima de quatro módulos fiscais, estendendo a exigência para propriedades menores a partir de 2027. Segundo a especialista, o modelo adotado cria uma inversão do ônus, ao tratar o produtor como irregular até que ele comprove o contrário com base em dados de satélite.

O Código Florestal já estabelece que o acesso ao crédito deve estar condicionado à regularidade ambiental comprovada por meio do Cadastro Ambiental Rural e validada por órgãos competentes. Instrumentos como Autorização de Supressão de Vegetação, Programa de Regularização Ambiental, Termo de Ajustamento de Conduta e Projeto de Recuperação de Área Degradada foram estruturados para diferenciar situações legais de infrações.

O PRODES, por sua vez, monitora a supressão de vegetação, mas não distingue se ela ocorreu de forma autorizada ou ilegal. Na prática, áreas com licença ambiental válida podem ser tratadas da mesma forma que desmatamentos irregulares, levando ao bloqueio prévio do crédito e à necessidade de comprovação por parte do produtor.

Com milhões de registros apontados e a maior parte dos cadastros ainda sem validação definitiva, o cenário gera sobreposição de sistemas e insegurança jurídica. Um imóvel regular pode enfrentar restrições, enquanto outro ainda não autuado pode acessar recursos normalmente.

A avaliação destaca que o problema não está no objetivo da norma, mas na forma de implementação. O uso do PRODES como base direta para bloqueio, sem mediação dos órgãos ambientais, amplia custos, cria incertezas e pode afetar o acesso ao crédito no início das safras.

 





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Café arábica sobe com oferta restrita, enquanto robusta recua com avanço da colheita


saca de café
Foto: Unsplash

O mercado de café encerrou o mês de março com movimentos distintos entre as principais variedades negociadas no Brasil. Segundo levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o café arábica voltou a registrar valorização, enquanto o robusta seguiu pressionado ao longo do período.

A alta do arábica foi sustentada principalmente pela oferta limitada e pelas incertezas no cenário geopolítico, que continuam influenciando os preços no mercado internacional.

Oferta e geopolítica sustentam arábica

De acordo com pesquisadores do Cepea, a valorização do arábica em março foi significativa, superando até mesmo o impacto das projeções positivas para a safra brasileira 2026/27.

A colheita da nova temporada deve ganhar ritmo entre maio e junho e é aguardada com expectativa no setor. Isso porque há possibilidade de o Brasil registrar a primeira safra recorde da variedade após cinco temporadas consecutivas abaixo do potencial produtivo, cenário influenciado principalmente por adversidades climáticas nas principais regiões produtoras.

Robusta segue pressionado com maior oferta

Por outro lado, o café robusta apresentou trajetória de queda ao longo de boa parte de março. Segundo o Cepea, a maior disponibilidade da variedade em comparação ao arábica tem pressionado as cotações.

Além disso, a proximidade da colheita também reforça o movimento de baixa. A expectativa é de que os volumes da safra 2026/27 comecem a entrar no mercado entre abril e maio.

Com a chegada dessa nova oferta, a tendência é de continuidade da pressão sobre os preços do robusta no curto prazo.

Mercado dividido

O cenário atual evidencia um mercado dividido entre fundamentos distintos para cada variedade. Enquanto o arábica segue sustentado por restrições de oferta e fatores externos, o robusta já reflete o aumento da disponibilidade e a entrada da nova safra.

Esse descompasso deve continuar guiando o comportamento dos preços nas próximas semanas.

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Preço do arroz fecha março com alta de mais de 11%


grãos de arroz
Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Os preços do arroz em casca no Rio Grande do Sul registraram alta superior a 11% em março, na comparação com o fechamento de fevereiro, segundo levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Apesar da valorização e de uma demanda considerada firme, o mercado seguiu com baixa liquidez ao longo de todo o mês. De acordo com os pesquisadores, a retração dos produtores foi o principal fator que limitou os negócios.

A cautela está relacionada ao descompasso entre os preços praticados e os custos de produção, o que tem levado muitos produtores a segurar as vendas na expectativa de melhores margens.

Com isso, as negociações ocorreram de forma pontual e em pequenos volumes, mantendo o ritmo lento no mercado spot.

Custos ainda pressionam rentabilidade

Mesmo com a alta recente, os valores atuais do arroz ainda estão abaixo do nível considerado ideal para garantir a rentabilidade do produtor, segundo o Cepea.

Esse cenário tem reforçado a postura mais conservadora dos vendedores, que evitam fechar negócios em um momento de margens apertadas.

Colheita também reduz presença no mercado

Outro fator que influenciou a dinâmica do mercado foi o avanço da colheita no estado. Com a redução das chuvas, os produtores passaram a priorizar os trabalhos no campo, reduzindo a participação nas negociações.

A presença no mercado ficou mais concentrada entre agentes com maior necessidade de caixa, ainda assim com volumes limitados.

A combinação entre preços em recuperação, custos elevados e foco na colheita mantém o mercado de arroz no Rio Grande do Sul travado, mesmo diante de sinais de demanda ativa.

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Trump diz que EUA podem deixar guerra contra o Irã ‘em breve’


Donald Trump em coletiva de imprensa sobre ação militar na Venezuela
Foto: Reprodução/Youtube

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o país pode deixar a guerra contra o Irã “muito em breve”, possivelmente dentro de duas a três semanas, mesmo sem um acordo formal. Segundo ele, a saída não depende necessariamente de um avanço diplomático.

Já o secretário de Estado, Marco Rubio, mencionou a possibilidade de negociações diretas com Teerã e afirmou que o fim do conflito está “se aproximando”.

As declarações indicam uma postura ainda incerta de Washington sobre como e quando encerrar o confronto, que já deixou milhares de mortos, se espalhou pelo Oriente Médio e provocou forte impacto nos mercados de energia.

Apesar do tom mais conciliador recente, os Estados Unidos haviam ameaçado intensificar a ofensiva caso o Irã não aceitasse um plano de cessar-fogo com exigências rígidas, incluindo restrições ao programa nuclear e a reabertura do Estreito de Ormuz.

Enquanto isso, os combates continuam. Ataques atingiram países do Golfo, como Kuwait e Bahrein, além de um petroleiro próximo ao Catar. O Irã também relatou bombardeios em diferentes áreas da capital, incluindo um terminal portuário de passageiros.

Ainda assim, sinais de possível desescalada impulsionaram os mercados asiáticos, que reagiram em alta diante da expectativa de um eventual fim da guerra.

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Demanda aquecida faz preço do açúcar subir, aponta Cepea


cubos de açúcar
Foto: Pixabay

O final do mês de março do açúcar ficou marcado pelo aumento das negociações no mercado spot de São Paulo. Compradores aproveitaram da reação dos preços para recuperar seu estoque, se prevenindo de um possível avanço a curto prazo.

Apesar disso, indicadores de preços do açúcar cristal indicam uma alta nos valores, chegando a números próximos a R$ 104,00/saca. Pesquisadores do Cepea apontam que a fase de entressafra torna a oferta mais restrita, o que favorece o avanço nos preços.

Mercado externo

Segundo o centro de estudos, mesmo com a volta das negociações do mercado interno, a exportação do adoçante se manteve mais vantajosa aos produtores nesta última semana, seguindo a tendência das outras semanas de março.

*Sob supervisão de Hildeberto Jr.

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Preços do etanol se mantêm estáveis, diz Cepea


etanol
Foto: Freepik

O etanol no mercado Spot de São Paulo se manteve com valores estáveis nesta última semana de março. Os preços do hidratado foram fechados em R$ 2,90/litro. Segundo o Cepea, apesar da baixa quantidade dos biocombustiveis, o período de entre-safra e o fato de alguns estarem vendedores buscando melhorar as cotações de saída, tem deixado compradores ainda cautelosos.

Pesquisadores que acompanham o mercado, relatam que algumas regiões já estão focadas nas atividades da nova safra. Em contrapartida, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Goiás, tem sido prejudicados pelas chuvas.

O mercado segue de olho nos preços elevados do petróleo e de seus combustíveís derivados, na esperança de que a demanda pelo etanol aumente nos próximos dias.

*Sob supervisão de Hildeberto Jr.

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Governo federal fecha acordo com estados para subsidiar diesel importado


Foto: Divulgação.
Foto: Divulgação.

Mais de 80% dos estados brasileiros indicaram adesão à proposta de subsídio ao diesel importado apresentada pelo Ministério da Fazenda, informou a pasta em nota conjunta divulgada com o Comitê dos Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz).

A medida busca conter a alta dos combustíveis provocada pela guerra no Oriente Médio. A proporção de 80% das 27 unidades da Federação significa que 22 ou 23 aceitaram a proposta do governo.

Oficialmente, a Fazenda não divulga as unidades da Federação que não aderiram. A assessoria da pasta informou que não pode repassar as informações porque as conversas ainda não foram concluídas

Mais cedo, o novo ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse que a medida provisória com o subsídio sai ainda esta semana. Embora a subvenção não exija o compromisso de todos os governadores, o ministro explicou as negociações para conseguir a adesão de todas as unidades da Federação contunuam.

De caráter temporário e excepcional, a proposta prevê um subsídio total de R$ 1,20 por litro de diesel importado por dois meses. O custo será dividido igualmente entre o governo federal e os estados, com R$ 0,60 arcados pela União e os outros R$ 0,60 pelas unidades da federação.

Proporção
Segundo o comunicado, a participação dos estados será proporcional ao volume de diesel consumido em cada região, embora os critérios específicos ainda estejam em definição.

A iniciativa terá duração limitada, com o objetivo de evitar impactos fiscais permanentes. A adesão é voluntária, conforme discutido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), órgão deliberativo que reúne os secretários estaduais da área, acima do Comsefaz.

O texto também estabelece que as cotas dos estados que optarem por não participar não serão redistribuídas entre os demais, preservando a autonomia das unidades federativas.

“A iniciativa reforça o diálogo cooperativo entre União e estados na busca por soluções conjuntas para o mercado de combustíveis, com foco na previsibilidade de preços, na segurança do abastecimento e na manutenção do equilíbrio das contas públicas em todos os níveis de governo”, ressaltou a nota conjunta.

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Abril começa com chuva forte e temporais em boa parte do país


A quarta-feira (1º) será marcada por aumento das instabilidades em grande parte do Brasil, com destaque para as regiões Sul e Sudeste, onde há previsão de pancadas de chuva moderadas a fortes e risco de temporais.

O cenário é provocado pela combinação entre fluxo de umidade e a atuação de um Vórtice Ciclônico de Altos Níveis (VCAN), que favorece a formação de nuvens carregadas em diversas áreas.

Sul

No Sul do país, a chuva já começa pela manhã no Paraná, especialmente nas regiões norte, noroeste e oeste, com intensidade moderada a forte. Há risco de temporais nessas áreas.

Ao longo do dia, as instabilidades se espalham para grande parte de Santa Catarina e também para o norte e interior do Rio Grande do Sul. No litoral, a chuva ocorre de forma mais fraca, mas persistente devido à influência marítima.

As rajadas de vento podem chegar a 50 km/h no sul catarinense, enquanto as temperaturas ficam mais amenas em áreas com maior nebulosidade.

Sudeste

No Sudeste, o dia começa com chuvas mais fracas no litoral do Espírito Santo e do Rio de Janeiro, além de pontos isolados em Minas Gerais.

Com o avanço das horas, as pancadas ganham intensidade, atingindo principalmente São Paulo e grande parte de Minas Gerais, com possibilidade de chuva forte e trovoadas.

A influência marítima mantém o tempo instável no litoral, enquanto as temperaturas ficam mais amenas no centro-sul paulista e sul de Minas devido à maior cobertura de nuvens.

Centro-Oeste

No Centro-Oeste, a chuva ocorre de forma irregular, mas pode ganhar força ao longo do dia. Mato Grosso e Goiás concentram os maiores volumes, com risco de temporais no norte e nordeste desses estados.

Em Mato Grosso do Sul, as pancadas atingem principalmente o sul e o leste, enquanto o restante do estado tem tempo mais firme.

O calor segue predominante na região, com baixa umidade do ar no oeste sul-mato-grossense, podendo ficar abaixo dos 30%.

Nordeste

No Nordeste, a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) e a umidade do oceano favorecem pancadas de chuva desde cedo no litoral e no interior de vários estados.

Os maiores volumes são esperados no Maranhão, Piauí, Ceará e oeste da Bahia, com risco de temporais em diversas áreas.

Apesar da chuva, a sensação de calor e abafamento predomina ao longo do dia.

Norte

A Região Norte segue com tempo instável, com chuva frequente e forte em estados como Amazonas, Pará, Tocantins e Roraima.

Há risco de temporais, especialmente no Tocantins e em grande parte do Amazonas e do Pará.

O calor e a alta umidade mantêm o clima abafado, enquanto o Acre deve ter um dia mais aberto, com chuva fraca e isolada.

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Alívio no mercado global derruba dólar e petróleo


PODCAST Diário Econômico

No morning call desta quarta-feira (1), a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta que sinais de redução do risco geopolítico entre Irã e EUA melhoraram o apetite por risco e impulsionaram bolsas em NY. O petróleo caiu, mas o Brent seguiu acima de US$ 100, mantendo pressão inflacionária.

No Brasil, o Ibovespa subiu 2,71%, aos 187 mil pontos, e o dólar recuou a R$ 5,17. Hoje, foco no ADP, ISM e dados da economia americana.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação

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