segunda-feira, abril 20, 2026

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Primeiro clone suíno da América Latina nasce em São Paulo


clone suíno
Foto: Divulgação

O primeiro clone suíno da América Latina nasceu na unidade experimental do Instituto de Zootecnia (IZ), em Piracicaba, São Paulo, no dia 24 de março. O feito é resultado de uma pesquisa conduzida pela Universidade de São Paulo (USP), com apoio da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta).

O projeto integra estudos voltados ao xenotransplante, técnica que busca viabilizar a utilização de órgãos e tecidos de animais em humanos. A iniciativa surge como alternativa diante da escassez de órgãos para transplante, um dos principais desafios da saúde pública no Brasil.

Segundo dados do Sistema Nacional de Transplantes, pacientes morrem diariamente à espera de um órgão compatível, o que reforça a relevância de pesquisas nessa área.

Nascimento do clone

O nascimento do clone ocorreu na unidade do IZ em Tanquinho, onde as instalações foram adaptadas para atender às exigências legais. O ambiente segue protocolos rigorosos de biossegurança, bem-estar animal e controle sanitário. A pesquisa reúne uma equipe multidisciplinar, com especialistas em zootecnia, medicina veterinária e biotecnologia.

No Instituto de Zootecnia, foram desenvolvidos protocolos específicos de manejo produtivo, sanitário, nutricional e ambiental. Além disso, a equipe implementou técnicas reprodutivas e cirúrgicas para a implantação dos embriões, incluindo sincronização de cio e procedimentos de alta complexidade.

Acompanhamento e objetivos da pesquisa

De acordo com a pesquisadora Simone Raymundo de Oliveira, o acompanhamento dos animais é contínuo. O objetivo é garantir o sucesso da gestação e gerar dados para futuras aplicações. “O foco agora é acompanhar o crescimento dos clones até a maturidade sexual, fornecendo informações que possam orientar decisões futuras”, afirmou.

O avanço científico tem como principal objetivo ampliar as possibilidades de transplantes por meio do uso de órgãos suínos. A técnica de xenotransplante é estudada globalmente como alternativa para reduzir a dependência de doadores humanos. Nesse contexto, o desenvolvimento de animais geneticamente controlados e criados sob condições específicas é considerado um passo essencial para garantir segurança e compatibilidade.

Impacto econômico e social

Além da área da saúde, a pesquisa também abre novas perspectivas para a produção animal e a bioeconomia. O projeto posiciona o estado de São Paulo como um dos polos de inovação em biotecnologia aplicada ao agro, evidenciando o papel das instituições públicas de pesquisa no desenvolvimento de tecnologias com impacto econômico e social.

Segundo o secretário de Agricultura e Abastecimento, Geraldo Melo Filho, o avanço reforça a importância do investimento contínuo em ciência. “O trabalho abre novas fronteiras para a saúde humana, a produção animal e a bioeconomia”, declarou.

O projeto segue em desenvolvimento, com novas gestações em curso. A próxima fase prevê o monitoramento dos clones ao longo do ciclo produtivo, incluindo a maturidade sexual. A expectativa é ampliar o banco de dados sobre os animais e consolidar a base científica para aplicações futuras, tanto na medicina quanto no agronegócio.

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Apesar de rotas fechadas, setor de frango redireciona cargas e mantém abastecimento


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Foto: Paola Cuenca/Canal Rural

O fechamento de rotas estratégicas no Oriente Médio, em meio à guerra na região, obrigou o setor brasileiro de proteína animal a redesenhar sua logística para manter o abastecimento, especialmente em relação à carne de frango.

A avaliação é do presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, durante entrevista ao Mercado & Companhia nesta quarta-feira (8).

Segundo ele, cerca de 70 mil toneladas mensais de carne de frango que passavam pelo Estreito de Ormuz tiveram de ser redirecionadas. “A gente conseguiu colocar mais da metade disso através de alternativas”, afirmou. Os custos, contudo, tiveram que ser revistos.

Rotas alternativas e aumento de custos

Santin explicou que para contornar o bloqueio, empresas passaram a utilizar caminhos mais longos e complexos, com desembarque em países como Arábia Saudita e Omã, além de portos nos Emirados Árabes Unidos antes do estreito.

Também houve uso de rotas via Turquia, com acesso ao Iraque por transporte terrestre.

Setor de proteína animal teve que usar rotas alternativas para contornar prejuízos com o fechamento do Estreito de Ormuz

Além do transporte marítimo, a logística passou a incluir etapas adicionais por terra. Em alguns casos, a carga chega à Arábia Saudita e segue de caminhão para outros destinos da região, como Emirados Árabes Unidos, Catar e Kuwait.

“Você descarrega em um país e depois precisa transportar por terra para outros mercados. Isso encarece muito a operação”, explicou.

O aumento dos custos é pressionado ainda pelo preço do combustível e pela chamada taxa de risco de guerra cobrada pelas companhias marítimas. “Tem o encarecimento do diesel dos navios, a taxa de guerra e toda essa logística alternativa. Foi muito custoso”, afirmou.

Apesar disso, Santin ressaltou que o foco do setor tem sido garantir o fornecimento. “O mais importante neste momento é manter o abastecimento. A população não pode enfrentar mais essa dificuldade em meio à guerra”, concluiu.

Divisão de custos e foco no abastecimento

De acordo com o presidente da ABPA, o impacto financeiro tem sido compartilhado com os importadores. Mesmo com contratos já firmados, compradores no Oriente Médio têm colaborado para absorver parte dos custos adicionais.

“O custo está sendo dividido com os importadores”, afirmou. Segundo ele, o foco neste momento não é apenas preço, mas garantir o fornecimento. “Muita gente não está olhando custo, e sim em manter o abastecimento”, completou.

Ele destacou ainda que há uma preocupação em evitar desabastecimento e pressão inflacionária sobre alimentos durante o conflito. “A gente está fazendo todos os esforços para que essas pessoas não tenham mais uma dificuldade, que é a falta de alimento”, pontuou.

Estratégia para manter o fluxo

Apesar das dificuldades, o setor conseguiu reduzir parcialmente o impacto logístico causado pelo fechamento do Estreito de Ormuz.

Segundo Santin, a redução foi limitada graças a estratégias como redirecionamento de cargas e uso de armazenagem. “Conseguimos fazer com que a redução de fornecimento ficasse em torno de 18% a 22%”, disse.

Ele destacou ainda que empresas concorrentes passaram a atuar de forma colaborativa. “Há um processo de colaboração, com troca de informações entre as empresas para enfrentar esse período”, afirmou.

Incerteza segue no radar

Além disso, o setor trabalha com diferentes cenários diante da instabilidade no Oriente Médio. Santin afirmou que a estratégia é manter o uso das rotas alternativas e adaptar rapidamente a operação conforme a evolução da guerra.

“Vamos continuar exercendo essas possibilidades alternativas”, disse.

Segundo ele, mesmo em caso de prolongamento do conflito, o setor tem conseguido manter o fluxo de produção e exportação. “A gente consegue manter o setor girando, sem prejudicar o mercado interno”, concluiu.

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Brasil abre mercados no Peru e nas Filipinas


O governo do Brasil concluiu negociações que permitirão a exportação de novos produtos agropecuários para o Peru e para as Filipinas. No caso do Peru, a abertura contempla sementes de pimenta da espécie Capsicum baccatum, que inclui variedades conhecidas e consumidas, como dedo-de-moça e cambuci, além de tipos utilizados na produção de pimenta calabresa. Em 2025, o Peru importou mais de US$ 729 milhões em produtos agropecuários brasileiros, com destaque para produtos florestais, carnes, complexo soja, cereais, farinhas e preparações.

Já no caso das Filipinas, a abertura de mercado envolve os chamados dry distillers grains (DDG) de milho, coproduto obtido no processamento do cereal para a produção de etanol. O produto é utilizado na alimentação animal, principalmente em formulações destinadas a bovinos, suínos, aves e outros rebanhos. Com cerca de 112 milhões de habitantes, o país asiático importou mais de US$ 1,8 bilhão em produtos agropecuários brasileiros em 2025.

Com esses anúncios, o agronegócio brasileiro alcança 557 aberturas de mercado desde o início de 2023.

Segundo o governo brasileiro, os resultados são fruto do trabalho conjunto do Ministério da Agricultura e Pecuária e do Ministério das Relações Exteriores.

O governo do Brasil concluiu negociações que permitirão a exportação de novos produtos agropecuários para o Peru e para as Filipinas.

No caso do Peru, a abertura contempla sementes de pimenta da espécie Capsicum baccatum, incluindo variedades como dedo-de-moça e cambuci, além de tipos utilizados na produção de pimenta calabresa. Em 2025, o país sul-americano importou mais de US$ 729 milhões em produtos agropecuários brasileiros, entre eles produtos florestais, carnes, complexo soja, cereais, farinhas e preparações.

Já nas Filipinas, a abertura de mercado envolve os dry distillers grains (DDG) de milho, coproduto obtido durante o processamento do cereal para a produção de etanol. O produto é utilizado na alimentação animal, principalmente em formulações destinadas a bovinos, suínos e aves. Com cerca de 112 milhões de habitantes, o país asiático importou mais de US$ 1,8 bilhão em produtos agropecuários brasileiros em 2025.

Com esses anúncios, o agronegócio brasileiro soma 557 aberturas de mercado desde o início de 2023. Os resultados, segundo o governo, são fruto do trabalho conjunto do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e do Ministério das Relações Exteriores (MRE).





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Caruru-roxo se espalha nas lavouras e eleva os desafios no manejo da soja


Caruru-rox
Embrapa Soja | Crédito Rafael Romero Mendes

Aspectos técnicos e comerciais relacionados à dificuldade de manejo do caruru-roxo (Amaranthus hybridus) na cultura da soja estarão no centro das discussões de um painel sobre plantas daninhas de difícil controle, no dia 13 de abril, das 10h30 às 12h, durante a Expo Londrina, em Londrina (PR). O encontro será realizado no auditório do Pavilhão SmartAgro, com participação de especialistas e representantes das cooperativas Cocamar, Coamo e Integrada.

O debate será conduzido pelo pesquisador Rafael Romero Mendes, que deve contextualizar o avanço da planta daninha nas últimas safras. Segundo ele, há cerca de quatro ciclos produtivos a infestação cresceu de forma significativa no Rio Grande do Sul e, mais recentemente, passou a preocupar também produtores de Santa Catarina, Paraná e São Paulo.

Apesar da existência de diferentes espécies de caruru, as principais apresentam comportamento semelhante, marcado por crescimento rápido e agressivo, produção de sementes pequenas, alta capacidade de dispersão e elevado potencial de germinação, fatores que dificultam o controle nas lavouras.

O aumento das áreas infestadas está associado, principalmente, à resistência a herbicidas e à disseminação das sementes via maquinário agrícola. Nesse contexto, práticas preventivas ganham relevância, como a limpeza dos equipamentos e a manutenção de palhada no solo, que ajuda a reduzir a germinação das plantas daninhas.

Como alternativa, também é indicado o uso de cultivares com novas biotecnologias. Já no manejo químico, há opções de herbicidas para aplicação em pré-emergência, que atuam impedindo a germinação das invasoras logo após o plantio. A recomendação, no entanto, depende da presença da planta na área ou em regiões vizinhas. Em casos de resistência ao glifosato, o uso de pré-emergentes se torna indispensável.

O uso desses herbicidas, que tem crescido nas últimas safras, exige cuidados específicos. Isso porque cada produto apresenta comportamento distinto conforme o tipo de solo, as condições climáticas e a cultivar de soja utilizada. Um dos principais pontos de atenção é o risco de fitotoxicidade, que pode causar danos à própria cultura, como injúrias, emergência irregular e falhas no estande.

Além dos desafios no campo, o caruru também tem gerado impactos comerciais. Cargas de soja brasileira já foram rejeitadas por compradores internacionais, como a China, devido à presença de sementes da planta daninha. Mesmo dentro de níveis considerados aceitáveis, algumas remessas foram recusadas, evidenciando o rigor dos importadores.

Esse cenário reforça a importância de um manejo eficiente ao longo de todo o ciclo da cultura. Segundo especialistas, não há soluções isoladas: o controle precisa ser contínuo e bem executado desde o início, evitando que plantas invasoras completem seu ciclo e produzam sementes capazes de contaminar novas áreas e comprometer a qualidade da produção.

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Paralisação da venda de fertilizantes de Rússia e China deve encarecer safra brasileira


fertilizantes no Porto de Paranaguá
Foto: Claudio Neves/SEIL-PR

Rússia e China, importantes exportadores de fertilizantes ao Brasil, estão bloqueando as vendas de nitrato de amônio e ureia, respectivamente, para assegurar suas produções internas em um momento de possível escasse global motivada pela guerra no Oriente Médio.

Enquantos os russos devem liberar os embarques em maio, a previsão é que os chineses retomem as vendas apenas em agosto, cenário que pode impactar o início da safra 2026/27 brasileira.

O analista de Inteligência de Mercado da StoneX Tomás Pernías ressalta que a notícia é especialmente preocupante ao Brasil, uma vez que, ao longo de 2025, o país importou 1,2 milhão de toneladas de nitrato, sendo que a maior parte desse volume veio justamente da Rússia.

“Se usarmos os números de 2025 e pensarmos que as exportações russas vão ser suspensas durante um mês, estaríamos falando de aproximadamente 100 mil toneladas de nitrato de amônio que deixariam de chegar ao mercado brasileiro”, destaca.

Segundo ele, ainda que o volume não seja tão significativo, essa paralisação é preocupante porque a oferta de nitrogenados já se encontra comprometida por conta da guerra entre Irã, Israel e Estados Unidos.

Com relação à China, Pernías lembra que recorrentemente o país suspende as suas exportações de ureia e de outros nitrogenados para direcioná-los ao mercado interno, algo que ocorreu no mesmo período de 2025.

“Contudo, ainda que os investidores brasileiros estejam esperando em alguma medida esse movimento em 2026, da mesma forma que ocorreu em 2025, novamente quero reiterar que isso acontece em um momento muito delicado. […] Ninguém esperava que isso fosse acontecer em meio de uma guerra no Oriente Médio.”

De acordo com o analista, as próximas semanas ditarão se a paralização das vendas de fertilizantes ocasionarão desabastecimento ou preços mais altos, a depender da retomada ou não das vendas russas em maio e a relação entre demanda e oferta chinesa.

Segundo Pernías, a StoneX e o mercado como um todo ainda não consideram um cenário de desabastecimento, mas observa-se que os custos de produção agrícola já estão mais elevados em 2026 por conta da alta dos combustíveis e frentes que já acontece independetemente da reabertura ou não do estreito de Ormuz.

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Soja: line-up prevê embarques de 16,656 mi de toneladas pelo Brasil em abril


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Foto: Ivan Bueno/AnP

O line-up, que indica a programação de embarques nos portos brasileiros, apontou exportações de 15,860 milhões de toneladas de soja em grão em março, reforçando o ritmo aquecido dos envios no período.

Para abril, a projeção é ainda mais elevada: 16,656 milhões de toneladas, conforme levantamento da Safras & Mercado. O volume representa um avanço expressivo em relação ao mesmo mês do ano passado, quando as exportações somaram 13,476 milhões de toneladas.

Já para maio de 2026, a previsão é de embarques mais modestos, estimados em 1,407 milhão de toneladas.

No acumulado de janeiro a maio de 2026, a programação aponta para embarques de 45,243 milhões de toneladas de soja. Como base de comparação, dados da Secretaria de Comércio Exterior mostram que, entre janeiro e março de 2025, foram exportadas 22,155 milhões de toneladas.

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Regularização de propriedades rurais chega a mais 50 municípios


A cidadania chega a mais produtores rurais de Minas. O secretário de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Thales Fernandes, firmou nesta terça-feira (07/04), acordos de cooperação técnica com mais 50 municípios selecionados em Edital de Chamamento Público do Programa Estadual de Regularização Fundiária Rural. Trata-se de uma das principais ações do Governo de Minas, voltada à regularização de terras devolutas no estado. A cerimônia, realizada na sede da Seapa, em Belo Horizonte, reuniu dezenas de representantes de prefeituras.

Com a formalização dos acordos, sobe para 270 o número de municípios atendidos pelo programa, que permite a concessão de títulos de propriedade da terra a produtores que vivem há anos em áreas devolutas. De 2019 até abril deste ano, a ação  já resultou na entrega de mais de 13,4 mil títulos de propriedade a agricultores em 133 cidades. A meta é chegar à concessão de 18 mil documentos até o fim de 2026. 

“O trabalho de regularização da propriedade da terra só é possível com o envolvimento das prefeituras, que lidam diariamente com a realidade dos produtores. É de encher os olhos ver as pessoas emocionadas receberem o documento, que lhes assegura a cidadania no campo”, disse o secretário Thales Fernandes.

Além de segurança jurídica, o título garante ao produtor acesso a diversas políticas públicas como o crédito rural, abrindo caminhos para investimentos na propriedade e expansão das atividades produtivas, com a geração de emprego e aumento da renda familiar. O documento facilita também os processos de aposentadoria dos produtores.

Critérios

Com as  assinaturas dos acordos, as prefeituras passam a contar com o apoio técnico da Seapa na execução das ações de regularização das propriedades rurais. Desde 2019, a Seapa passou a utilizar editais para ampliar o alcance do programa com critérios objetivos e maior transparência. Esta é a terceira edição do chamamento, que considerou indicadores como Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), percentual da população rural e demanda por regularização para classificar os municípios participantes.

Pelo termo de cooperação, caberá aos municípios organizar a divulgação e a realização de audiências públicas, além de mobilizar os produtores rurais. Já a Seapa será responsável pelo cadastramento dos interessados, publicação de editais, georreferenciamento das áreas e análise dos requisitos legais para a concessão dos títulos. A Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) também atua como parceira no processo de cadastramento dos produtores. 

O subsecretário de Assuntos Fundiários e Fomento Florestal, José Ricardo Roseno, destacou que a regularização da propriedade da terra  como um fator de transformação na vida dos produtores.. A secretária de Agricultura de Caranaíba, Natália Patrícia de Souza Henriques, que o diga. “A ação é de grande importância para a população do nosso  município, que  é 70% rural. Ter o documento da terra permite aos produtores terem acesso a crédito, possibilitando o aumento da produção e da renda, impactando diretamente na economia das comunidades”, relatou. Prefeito de Vargem Grande do Rio Pardo, Gabriel Braz vai além. “Os títulos são um presente de Deus para um povo tão sofrido que costuma esperar 40 anos pelo documento. Eles passam a ter dignidade.”





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Balança comercial tem superávit de US$ 6,4 bilhões


Os dados da Balança Comercial mostram que, em março de 2026, o Brasil registrou exportações de US$ 31,6 bilhões e importações de US$ 25,2 bilhões. O resultado gerou superávit de US$ 6,4 bilhões e corrente de comércio de US$ 56,8 bilhões.

No acumulado de janeiro a março de 2026, as exportações somaram US$ 82,3 bilhões e as importações alcançaram US$ 68,2 bilhões. O saldo positivo foi de US$ 14,2 bilhões, enquanto a corrente de comércio atingiu US$ 150,5 bilhões. Os resultados foram divulgados nesta terça-feira (7) pela Secretaria de Comércio Exterior, vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

Na comparação entre março de 2026 e março de 2025, quando as exportações haviam somado US$ 28,73 bilhões, houve crescimento de 10,0%. As importações também avançaram no período, passando de US$ 20,99 bilhões para US$ 25,2 bilhões, alta de 20,1%. Com esse desempenho, a corrente de comércio de março de 2026 alcançou US$ 56,8 bilhões, com superávit de US$ 6,4 bilhões. Em relação ao mesmo mês de 2025, a corrente de comércio registrou crescimento de 14,3%.

No acumulado de janeiro a março, as exportações passaram de US$ 76,88 bilhões em 2025 para US$ 82,34 bilhões em 2026, avanço de 7,1%. No mesmo intervalo, as importações cresceram 1,3%, passando de US$ 67,27 bilhões para US$ 68,16 bilhões. Com isso, a corrente de comércio totalizou US$ 150,5 bilhões no primeiro trimestre de 2026, crescimento de 4,4% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Na análise por setores, as exportações de março de 2026 registraram crescimento de US$ 0,09 bilhão na agropecuária, alta de 1,1%; avanço de US$ 1,96 bilhão na indústria extrativa, aumento de 36,4%; e expansão de US$ 0,81 bilhão na indústria de transformação, crescimento de 5,4%. No acumulado de janeiro a março de 2026, as exportações cresceram US$ 0,4 bilhão na agropecuária, alta de 2,4%; US$ 3,83 bilhões na indústria extrativa, aumento de 22,6%; e US$ 1,18 bilhão na indústria de transformação, crescimento de 2,8%.

No caso das importações, em março de 2026 houve aumento de US$ 4,02 bilhões na indústria de transformação, alta de 20,8%, e de US$ 0,23 bilhão na indústria extrativa, crescimento de 24,1%, enquanto a agropecuária registrou queda de US$ 0,06 bilhão, retração de 10,2%. No acumulado de janeiro a março de 2026, as importações da indústria de transformação cresceram US$ 1,41 bilhão, alta de 2,3%. Já a agropecuária registrou queda de US$ 0,34 bilhão, retração de 19,9%, e a indústria extrativa recuou US$ 0,22 bilhão, queda de 7,4%.

Nas exportações de março de 2026, a agropecuária somou US$ 8,26 bilhões, a indústria extrativa alcançou US$ 7,36 bilhões e a indústria de transformação totalizou US$ 15,82 bilhões, resultado que contribuiu para o aumento das vendas externas no período.

Entre os produtos que impulsionaram as exportações estão animais vivos, soja e algodão em bruto na agropecuária; outros minerais em bruto, minérios de metais de base e óleos brutos de petróleo na indústria extrativa; além de carne bovina, óleos combustíveis e ouro não monetário na indústria de transformação. Por outro lado, alguns produtos registraram retração nas vendas externas, entre eles mel natural, café não torrado e sementes oleaginosas na agropecuária; minério de ferro, minérios de níquel e minérios de alumínio na indústria extrativa; e açúcares e melaços, celulose e válvulas e dispositivos industriais na indústria de transformação.

No acumulado de janeiro a março de 2026, a agropecuária exportou US$ 17,21 bilhões, a indústria extrativa somou US$ 20,82 bilhões e a indústria de transformação atingiu US$ 43,86 bilhões, resultado que contribuiu para a expansão das exportações totais. O avanço foi influenciado principalmente pelas vendas de animais vivos, milho e soja na agropecuária; minério de Ferro, minérios de Cobre e petróleo bruto na indústria extrativa; e carne bovina, aeronaves e ouro não monetário na indústria de transformação. Apesar do crescimento geral das exportações, alguns produtos apresentaram queda no período, como trigo e centeio, café não torrado e algodão em bruto na agropecuária; pirites de Ferro, minérios de alumínio e carvão na indústria extrativa; e sucos de frutas, açúcares e alumina na indústria de transformação.

Nas importações de março de 2026, a agropecuária somou US$ 0,52 bilhão, a indústria extrativa registrou US$ 1,17 bilhão e a indústria de transformação alcançou US$ 23,35 bilhões, resultado que contribuiu para o crescimento das compras externas no mês.

O aumento das importações foi influenciado pela ampliação das compras de pescado, frutas e soja na agropecuária; minérios de metais de base, carvão e petróleo bruto na indústria extrativa; e medicamentos, fertilizantes e veículos automóveis na indústria de transformação. Mesmo com o crescimento das importações, alguns produtos registraram queda nas compras externas, como trigo, milho e cacau na agropecuária; além de produtos laminados de aço, caldeiras e motores e máquinas industriais na indústria de transformação.

No acumulado de janeiro a março de 2026, a agropecuária importou US$ 1,38 bilhão, a indústria extrativa somou US$ 2,77 bilhões e a indústria de transformação alcançou US$ 63,54 bilhões. O crescimento das importações no período foi influenciado pelas compras de pescado, frutas e soja na agropecuária; pedra, areia e cascalho, minérios de metais de base e carvão na indústria extrativa; e medicamentos, fertilizantes e veículos automóveis na indústria de transformação.

Por outro lado, houve redução nas importações de trigo e centeio, cacau e borracha natural na agropecuária; outros minerais em bruto, petróleo bruto e gás natural na indústria extrativa; além de propano e butano liquefeito, motores e máquinas industriais e plataformas e embarcações na indústria de transformação.

Entre os principais parceiros comerciais, a relação com a Argentina registrou queda de 5,9% nas exportações brasileiras em março de 2026, que somaram US$ 1,47 bilhão. As importações cresceram 13,1%, alcançando US$ 1,13 bilhão, resultando em superávit de US$ 0,34 bilhão e corrente de comércio de US$ 2,60 bilhões. No acumulado de janeiro a março de 2026, as exportações para a Argentina somaram US$ 3,45 bilhões, queda de 18,1%, enquanto as importações alcançaram US$ 2,74 bilhões, recuo de 6,5%. O saldo comercial foi positivo em US$ 0,70 bilhão e a corrente de comércio totalizou US$ 6,19 bilhões.

Com a China, as exportações brasileiras cresceram 17,8% em março de 2026 e chegaram a US$ 10,49 bilhões. As importações aumentaram 32,9%, atingindo US$ 6,66 bilhões, resultando em superávit de US$ 3,83 bilhões e corrente de comércio de US$ 17,15 bilhões. No acumulado de janeiro a março de 2026, as exportações para a China somaram US$ 23,89 bilhões, crescimento de 21,7%, enquanto as importações totalizaram US$ 17,91 bilhões, queda de 6,0%. O saldo comercial foi positivo em US$ 5,98 bilhões e a corrente de comércio chegou a US$ 41,80 bilhões.

Já nas relações com os Estados Unidos, as exportações brasileiras em março de 2026 recuaram 9,1%, para US$ 2,89 bilhões, enquanto as importações caíram 6,3%, somando US$ 3,31 bilhões. O resultado foi déficit de US$ 0,42 bilhão e corrente de comércio de US$ 6,21 bilhões. No acumulado de janeiro a março, as exportações para os Estados Unidos atingiram US$ 7,78 bilhões, queda de 18,7%, e as importações totalizaram US$ 9,17 bilhões, recuo de 11,1%, resultando em déficit de US$ 1,39 bilhão e corrente de comércio de US$ 16,95 bilhões.

Nas relações com a União Europeia, as exportações brasileiras em março de 2026 somaram US$ 4,11 bilhões, crescimento de 7,3%, enquanto as importações chegaram a US$ 4,69 bilhões, alta de 14,9%. O saldo foi deficitário em US$ 0,58 bilhão e a corrente de comércio totalizou US$ 8,80 bilhões. No acumulado de janeiro a março de 2026, as exportações para a União Europeia alcançaram US$ 12,23 bilhões, avanço de 9,7%, e as importações somaram US$ 11,61 bilhões, queda de 2,2%. O resultado foi superávit de US$ 0,62 bilhão e corrente de comércio de US$ 23,84 bilhões.





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Relembre os indicados ao Prêmio Personagem Soja Brasil; dá tempo de votar!


Imagem gerada por IA

Você sabia que a votação para o Prêmio Personagem Soja Brasil 2025/26 segue aberta até o dia 30 de abril? Isso significa mais tempo para participar e votar no produtor e pesquisador que fazem a diferença na cadeia da soja no país. Acesse o link, preencha seus dados e escolha seu favorito (a).

Confira os indicados desta safra:

Pesquisadores

Ricardo Andrade
O pesquisador Ricardo Andrade atua no desenvolvimento de tecnologias que ajudam a soja a produzir bem mesmo em condições climáticas adversas no oeste da Bahia. Engenheiro agrônomo e especialista em fisiologia vegetal, ele trabalha principalmente com estudos voltados à adaptação das plantas a estresses como a seca.

Seu trabalho busca entender como a soja reage ao ambiente e como pode se tornar mais resiliente diante das mudanças climáticas. Entre as linhas de pesquisa estão técnicas com bioestimulantes que aumentam a tolerância da planta a condições adversas e elevam o potencial produtivo.

Andrade também destaca a importância da educação e da formação de novos profissionais para o avanço do agro brasileiro. Para ele, a maior recompensa da pesquisa é ver tecnologias desenvolvidas no laboratório sendo aplicadas nas lavouras pelos produtores.

Fernando Adegas
Pesquisador da Embrapa Soja, Fernando Adegas construiu carreira dedicada ao manejo de plantas daninhas e ao desenvolvimento de estratégias para evitar perdas na produção agrícola.

Filho de família ligada ao campo, decidiu seguir a agronomia ao perceber a importância da agricultura para a economia brasileira. Após atuar na extensão rural no Paraná, aprofundou seus estudos na área de plantas daninhas, tema que se tornou central em sua trajetória científica.

Na Embrapa, acompanha a evolução dos sistemas de produção e o surgimento de plantas resistentes a herbicidas, trabalhando no desenvolvimento de técnicas de manejo integrado. O objetivo é garantir que os produtores consigam controlar as invasoras e manter a produtividade das lavouras, respeitando as diferenças entre regiões e biomas do país.

Leandro Paiola Albrecht
O pesquisador Supra da UFPR, Leandro Paiola Albrecht, desenvolve estudos voltados ao manejo de plantas daninhas e à busca por soluções que aumentem a produtividade e a rentabilidade da soja.

Seu trabalho vai além do uso de herbicidas, envolvendo práticas como rotação de culturas, cobertura do solo e estratégias integradas dentro do sistema produtivo. Ele também participa de pesquisas sobre resistência de plantas daninhas em áreas de soja no Brasil e no Paraguai, avaliando espécies como buva, caruru e capim-amargoso.

Esses estudos ajudam a identificar novas formas de controle e evitar perdas significativas nas lavouras. Segundo o pesquisador, o objetivo é integrar diferentes tecnologias para gerar soluções práticas e acessíveis aos produtores, garantindo produtividade, rentabilidade e sustentabilidade no campo.

Produtores

João Damasceno
Produtor rural do Tocantins, João Damasceno levou o sonho da soja para o Norte do Brasil e ajudou a consolidar a produção na região.

A história da fazenda começou ainda com seu pai, que adquiriu a propriedade na década de 1940. A partir da safra 1993/94, a família passou a investir na soja, substituindo outras culturas e ampliando gradualmente a área plantada e o parque de máquinas.

Com apoio técnico da Embrapa, adotou sistemas de rotação de culturas e integração com a pecuária, garantindo mais sustentabilidade à produção. Hoje a fazenda reúne soja como cultura principal, além de milho safrinha, gergelim, confinamento de gado e seringueira, além de estrutura própria de secagem e armazenamento.

Mesmo com oportunidades de expansão, a família decidiu investir na propriedade original, que carrega valor histórico e sentimental. Para Damasceno, produzir soja também significa preservar o legado familiar construído ao longo de gerações.

Maira Lelis
Produtora rural de Guaíra (SP), Maira Lelis representa uma nova geração do agro que une tradição, tecnologia e sustentabilidade.

A história da fazenda começou há mais de 80 anos com seu avô, quando a área ainda era formada por cerrado. Ao longo do tempo, a propriedade evoluiu com mecanização, adoção de tecnologias e ampliação da produção de grãos.

Hoje a gestão é focada em inovação, eficiência e redução de custos. Entre as práticas adotadas estão: rotação de culturas, uso de plantas de cobertura e aplicação de microrganismos para fortalecer a saúde do solo e aumentar a produtividade da soja.

Uma das iniciativas recentes é a criação de um corredor ecológico com árvores que produzem pólen ao longo do ano, ajudando a atrair inimigos naturais das pragas e equilibrar o sistema produtivo. Para Maira, produzir alimento com responsabilidade ambiental e preparar o solo para as próximas gerações é parte essencial da missão no campo.

Carlos Eduardo Carnieletto
A trajetória de Carlos Eduardo Carnieletto nasceu dentro da agricultura familiar no Paraná. A produção começou com os pais, em uma pequena área cultivada com muito trabalho e dedicação.

Ao longo dos anos, a estrutura da propriedade foi ampliada e consolidada. Formado em agronomia pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), ele manteve a ligação com o campo e hoje administra sua área com foco em eficiência e gestão.

Diante de custos elevados e preços pressionados, busca aumentar a produtividade sem elevar os gastos da lavoura. Entre as práticas adotadas estão o uso de biológicos, coinoculação e acompanhamento constante das lavouras.

Para ele, o solo é o principal patrimônio do agricultor. Por isso investe em conservação, cobertura e manejo adequado da terra. Mesmo diante dos desafios do setor, Carlos acredita nos ciclos da agricultura e mantém a convicção de seguir produzindo. Encerrar uma safra com bons resultados continua sendo sua maior motivação.

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JBS aponta demanda por nutrição funcional como vetor de crescimento do setor de alimentos


Foto: Reprodução Bradesco BBI

O Brasil deve assumir um papel central na expansão global do consumo de proteína nos próximos anos, sustentado por escala produtiva, ganhos de eficiência e avanços tecnológicos no campo. A avaliação é do CEO global da JBS, Gilberto Tomazoni, feita nesta terça-feira (7), durante o 12º Brazil Investment Forum, promovido pelo Bradesco BBI, em São Paulo.

Segundo o executivo, o crescimento da demanda por proteína deixou de ser uma tendência conjuntural e passou a refletir uma mudança estrutural, impulsionada por fatores como segurança alimentar, mudanças demográficas e a crescente busca por alimentos com maior valor nutricional. “Estamos diante de uma transformação consistente no padrão de consumo, com mais foco em saúde, energia e qualidade de vida”, afirmou.

A declaração foi feita no painel “Leading Brazil’s Protein Industry: Perspectives from the Companies That Feed the World”, que reuniu lideranças do setor para discutir perspectivas para a indústria de proteínas do Brasil e seu papel no abastecimento global.

O CEO da JBS destacou que a segurança alimentar ganhou centralidade na estratégia de diversos países, impulsionando investimentos em produção local, especialmente no Oriente Médio. Para ele, esse movimento, no entanto, não reduz a relevância do Brasil como fornecedor global competitivo e essencial para complementar o abastecimento internacional. “A produção local é uma realidade. Mas isso não elimina o papel do Brasil, porque você nunca fecha a equação produzindo exatamente tudo o que o mercado quer”, disse.

Ao falar sobre a competitividade brasileira, Tomazoni destacou que o país conta com uma vantagem estrutural rara no setor de proteína animal. Além de deter o maior rebanho comercial bovino do mundo, o Brasil ainda apresenta espaço significativo para elevar sua produtividade, sobretudo a partir do avanço em genética, nutrição e manejo. “O Brasil vai dar as cartas na carne bovina, porque tem rebanho, porque tem área e porque ainda há uma oportunidade muito grande de ganho de produtividade.”

Para o executivo, esse avanço produtivo será decisivo para atender a uma demanda global que tende a crescer de forma consistente nos próximos anos. Na avaliação de Tomazoni, o consumo de proteína deixou de ser somente uma tendência de mercado e passou a refletir uma transformação estrutural nos hábitos alimentares, impulsionada por uma mudança geracional e pela busca crescente por saúde, energia e qualidade de vida.

Nesse cenário, Tomazoni apontou uma nova avenida de crescimento para a indústria: o desenvolvimento das chamadas superproteínas, com aplicações voltadas à nutrição funcional, ao bem-estar e à saúde de longo prazo. Segundo ele, a JBS acredita no avanço de soluções baseadas tanto na proteína natural como em rotas de biotecnologia capazes de customizar compostos com funções específicas.

Um exemplo do investimento da Companhia nessa frente é a recente inauguração da JBS Biotech, em Florianópolis (SC). Esse centro de biotecnologia avançada é dedicado ao desenvolvimento de ciência aplicada à cadeia produtiva, para criar e agregar valor à produção de alimentos. “A gente acha que existem dois caminhos: o caminho da proteína natural, com aumento de produtividade, e o caminho da proteína funcional”, explicou o executivo.

Ao encerrar sua participação, Tomazoni reforçou que a diversificação entre geografias, proteínas e ciclos produtivos segue como um dos principais diferenciais estratégicos da JBS diante de um ambiente global mais volátil.

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