quinta-feira, agosto 13, 2026

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Governo libera verba para fortalecer o setor cafeeiro



O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) avançou no processo de liberação de recursos do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) do ano safra 2024/25, utilizando valores que ainda não foram aplicados. Serão distribuídos cerca de R$ 1,117 bilhão, informa em comunicado o Conselho Nacional do Café (CNC).

O Mapa apresentou, no dia 19, os contratos para assinatura de dez instituições financeiras selecionadas. Segundo o CNC, o processo seguiu para a assinatura pelo secretário de Política Agrícola, Guilherme Campos, etapa necessária para que, com a assinatura de ambas as partes, os contratos sejam formalizados.

Assim que finalizada essa etapa, os contratos serão publicados no Diário Oficial da União, e os recursos estarão autorizados para o repasse. Dez agentes habilitados já receberam os contratos para assinatura, com previsão de início do desembolso já na próxima semana.

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou o montante de R$ 6,88 bilhões para o Funcafé na safra 2024/25, destinado a diversas linhas de crédito. Dos valores não aplicados (cerca de R$ 1,117 bilhão), o remanejamento teve destinação de 65% do valor (cerca de R$ 729,572 milhões) para o sistema cooperativo, conforme explicou o Mapa.



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AgroNewsPolítica & Agro

Preços do milho mantêm estabilidade


Segundo dados divulgados pela Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (CEEMA), os preços do milho seguem estáveis no Brasil, com a média gaúcha fechando a semana em R$ 67,00/saca, representando um aumento nominal de 12,9% em comparação ao mesmo período do ano passado, quando o preço era de R$ 59,35/saca. Esse incremento supera a inflação anual de 4,87%, gerando um ganho real aos produtores gaúchos, diferente do que ocorre com a soja.

Nas principais praças do Rio Grande do Sul, os valores atuais giram em torno de R$ 65,00/saca, contra R$ 59,00 no ano anterior. Em outras regiões do país, as cotações oscilam entre R$ 58,00 e R$ 69,00/saca, embora muitas praças não tenham registrado preços nesta semana. No mesmo período de 2023, os valores variavam entre R$ 40,00 e R$ 66,00/saca.

A produção nacional de milho estimada para a safra 2024/25 apresenta divergências entre as projeções do setor público e privado. Enquanto a Conab estima uma produção de pouco mais de 119 milhões de toneladas, o setor privado, representado pela Pátria AgroNegócios, projeta 129,3 milhões de toneladas.

Segundo o relatório com base nos dados da Secex, nos primeiros 10 dias úteis de dezembro, o Brasil exportou 2,4 milhões de toneladas de milho, com a média diária 21,8% menor que a registrada no mesmo mês do ano anterior. Em dezembro de 2023, o país exportou um total de 6,1 milhões de toneladas.

A projeção para as exportações totais do cereal no atual ano comercial está entre 35 e 37 milhões de toneladas, uma redução significativa em relação às 55 milhões de toneladas exportadas no ciclo anterior, destaca o relatório da CEEMA.

Enquanto a ferrugem asiática preocupa os sojicultores, a cigarrinha do milho é a principal ameaça para os produtores do grão. Em Santa Catarina, a infestação do inseto segue constante, com o manejo dificultado pelo estágio reprodutivo das lavouras e pela altura das plantas, conforme divulgado pela Epagri-SC.





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Sonhando em viver do campo? Projeto abre portas para o turismo rural familiar



A Comissão de Turismo da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 1761/23, que equipara as receitas da hotelaria e do turismo rural, quando explorados em regime familiar, às da atividade rural, para fins de Imposto de Renda (IR).

A medida assegura alguns benefícios, como dedução das despesas e investimentos, reduzindo a tributação. O texto altera a Lei 8.023/90, que regulamenta a cobrança de IR na atividade rural.

O projeto, do deputado Marco Brasil (PP-PR), foi aprovado por recomendação do relator, deputado Paulo Litro (PSD-PR).

Segundo Litro, a medida contribuirá para o desenvolvimento de regiões rurais e para a formalização dos empreendimentos existentes, reduzindo a informalidade. “Os serviços de hotelaria nessas propriedades constituem receitas acessórias, mas vinculadas a atividades principais como agricultura e pecuária”, afirmou.

A proposta foi aprovada também pela Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural. O texto será analisado agora, em caráter conclusivo, pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, a medida precisa ser aprovada pelos deputados e pelos senadores.



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Ibama intensifica ações de combate ao desmatamento



Com o objetivo de coibir novos desmatamentos, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) conduziu uma nova etapa da Operação Rebote. A ação contou com a participação da Força Nacional (FN). Equipes das instituições percorreram áreas embargadas e identificaram diversas irregularidades no município de Pacajá, no sudoeste do Pará.

Entre 2 e 13 de dezembro, a Operação Rebote IV aplicou 20 autos de infração que somaram R$ 4,5 milhões em multas. Durante a fiscalização, os agentes constataram que muitas áreas já embargadas não estavam respeitando as restrições, o que impedia a regeneração da vegetação nativa.

Além disso, novas áreas desmatadas foram localizadas e receberam embargos. Houve a determinação de prazo para que os responsáveis realizem a retirada do gado criado ilegalmente das áreas autuadas. A presença de rebanhos nessas localidades é uma das principais causas da degradação contínua da floresta.

Pacajá é um dos principais focos de desmatamento no Pará e, por isso, tem recebido especial atenção nas ações de combate ao desmatamento. A região já foi, inclusive, base de Grupo de Combate ao Desmatamento na Amazônia (GCDA). A Operação Rebote IV é uma continuidade das edições anteriores para coibir esse tipo de crime ambiental.



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Verão começa com instabilidade e chuva forte por todo o país



A estação mais quente e chuvosa começou oficialmente hoje (21) e com condições climáticas variadas em todo o Brasil. No estado de São Paulo, por exemplo, uma frente fria avança pelo mar e mantém o tempo instável. O céu fica nublado com algumas aberturas de sol e há previsão de chuva a qualquer hora em diferentes períodos do dia no Vale do Ribeira, toda faixa costeira, Vale do Paraíba e região metropolitana da capital. A chuva varia em intensidade e, especialmente durante a tarde, há potencial para chuva forte com raios e rajadas de vento de 40 a 60 km/h. A situação segue vulnerável para o risco de alagamentos e danos na rede elétrica.

Há risco, também, de tempestades com chuva volumosa no sul de Minas Gerais e no oeste do Rio de Janeiro. Nas demais áreas, como a faixa central de Minas e o sul do Espírito Santo, o alerta é para temporais. Já na parte norte de Minas Gerais e no centro-norte do Espírito Santo, as chuvas serão de moderada a forte intensidade ao longo do dia. Rajadas de vento entre 40 e 50 km/h são previstas em grande parte do litoral do Espírito Santo, no Rio de Janeiro e em São Paulo. Confira os detalhes do tempo em todas as regiões do país.

Sul

O tempo segue instável, com chuvas esporádicas e isoladas de fraca intensidade. Os maiores acumulados são esperados no norte do Paraná, onde há possibilidade de pancadas de chuva acompanhadas de raios e trovoadas. Nas capitais Porto Alegre, Florianópolis e Curitiba, o dia será de sol entre nuvens, com chuvas passageiras. Já na faixa norte do Paraná, um alerta para temporais está em vigor. No oeste, Campanha e sul do Rio Grande do Sul, a chuva pode alcançar intensidade moderada a forte, enquanto ventos entre 40 e 50 km/h são esperados na faixa central de Santa Catarina e no sul do Rio Grande do Sul.

Sudeste

As instabilidades predominam em quase toda a região. Há risco de tempestades com chuva volumosa no sul de Minas Gerais e no oeste do Rio de Janeiro. Nas demais áreas, como o estado de São Paulo, a faixa central de Minas e o sul do Espírito Santo, o alerta é para temporais. Já na parte norte de Minas Gerais e no centro-norte do Espírito Santo, as chuvas serão de moderada a forte intensidade ao longo do dia. Rajadas de vento entre 40 e 50 km/h são previstas em grande parte do litoral do Espírito Santo, no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Centro-Oeste

O início do verão traz chuvas intensas e temporais pontuais na maior parte dos estados. Durante o dia, o sol aparecerá entre nuvens, intercalado com pancadas de chuva, especialmente à tarde. Há alerta para temporais na faixa leste do Mato Grosso do Sul, no leste de Mato Grosso e no sul de Goiás. Nas demais áreas, as chuvas variam de moderada a forte intensidade, com ventos entre 40 e 50 km/h no Distrito Federal e no sul de Mato Grosso do Sul.

Nordeste

As chuvas se concentram no Maranhão, Piauí e no oeste da Bahia, onde pancadas localizadas podem ser de forte intensidade, acompanhadas de trovoadas. No entanto, no sertão nordestino, o tempo permanece estável, com céu limpo e temperaturas elevadas. Nas capitais São Luís, Natal e Salvador, o sábado será de sol entre muitas nuvens, com chuvas passageiras.

Norte

A chuva permanece forte em áreas como Rondônia, Amazonas e interior do Acre, acompanhada de raios e trovoadas. No Tocantins, chuvas são esperadas ao longo do dia, intercaladas com momentos de sol. Nas demais áreas da região, predomínio de sol, com temperaturas elevadas e sensação de abafamento.



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Cuidados no período de transição aumentam saúde e produtividade de vacas leiteiras



Nesta semana, no quadro Raio-X da Pecuária, o zootecnista Rafael Cardenas falou sobre os cuidados cruciais para o bom desenvolvimento da saúde e da produtividade do rebanho durante o período de transição das vacas leiteiras. Nessa fase, as vacas enfrentam diversos desafios, e fatores de bem-estar, como conforto e ventilação, podem ser essenciais para determinar a qualidade do leite. A jornalista Pryscilla Paiva conversou sobre o assunto com o profissional no telejornal Mercado & Companhia.

Rafael explicou que o período de transição é caracterizado pelas três semanas que antecedem o parto e pelas três semanas após o parto, na transição do período seco — quando a vaca não está produzindo leite — para o início da lactação. “É um período em que o animal passa por diversas mudanças, sejam elas hormonais ou metabólicas. Quando o animal começa a produzir leite, aumenta muito a exigência por alguns nutrientes”, disse.

Segundo o zootecnista, minimizar os impactos desse período pode afetar diretamente a saúde e a produtividade dos animais. Uma dieta balanceada com os nutrientes necessários pode evitar diversos problemas.

Cardenas também ressaltou que o ambiente onde os animais passam esse período precisa atender a alguns aspectos, como espaçamento de coxo adequado, sombra e ventilação. “Estratégias como banho e ventilação desses animais são importantes, inclusive no momento em que a vaca ainda não está produzindo leite. Esses 21 dias que antecedem o parto requerem o controle da temperatura do ambiente para manter a temperatura do animal sob controle”, concluiu.

Assista o quadro completo!



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Produtos da ceia de Natal têm diferenças de quase 190% em São Paulo



Diferença de até 188% nos preços dos produtos mais comuns da ceia de Natal foi constatada por pesquisa do Procon de São Paulo. O levantamento levou em conta 122 itens alimentícios pesquisados em estabelecimentos comerciais de 11 municípios paulistas, incluindo São Paulo, entre 9 e 13 de dezembro.

Na capital paulista, a maior diferença de preço encontrada foi de 126,2% no valor de um quilo de azeitonas verdes com caroço a granel – em um local o produto estava sendo vendido por R$ 69,90 e, em outro, por R$ 30,90.

No interior e litoral, a maior diferença de preços foi registrada na Baixada Santista, onde a farofa pronta tradicional da Yoki (400g), custava R$ 9,49 em um local e R$ 3,29 em outro, uma diferença de 188,4%.

Diferença no panetone

Entre os panetones e chocotones, um dos itens mais consumidos nesta época, a maior diferença de preço na capital paulista foi 109,1%: o Panettone Frutas da Seven Boys (400g) custava R$ 22,99 em um estabelecimento e R$ 10,99 em outro.

Em Bauru, no interior do estado, houve grande variação, de 142,7%, em relação ao panetone gotas de chocolate da Panco (400g), era vendido a R$ 28,89 em um estabelecimento e R$ 11,90 em outro.

“Como não há tabelamento e as oscilações refletem tanto as cotações de mercado quanto a demanda, os valores podem sofrer alterações em função da data da compra, em função de descontos, ofertas e promoções. Além disso, até lojas de uma mesma rede podem praticar preços diferentes em regiões diferentes. Por isso a, recomendação é pesquisar, porque é a melhor ferramenta para economizar”, destacou o diretor executivo do Procon-SP, Luiz Orsatti Filho.

Além da capital paulista, a coleta de preços de produtos do Natal foi realizada em Sorocaba, Presidente Prudente, Bauru, São José do Rio Preto, Ribeirão Preto, Campinas, Jundiaí e São José dos Campos. Já no litoral, os dados foram coletados em Santos e São Vicente.

Para acessar a pesquisa completa, clique aqui.



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Veja como os preços da arroba do boi gordo encerraram a semana


O mercado físico do boi gordo encerrou a semana com preços acomodados, perdendo liquidez. A consultoria Safras & Mercado lembra que esse movimento é natural para o período do ano devido a proximidade das festividades.

Isso acontece por conta dos frigoríficos ausentes das compras, das manutenções programadas e dos pecuaristas mais cautelosos nas negociações.

“Os frigoríficos sinalizam para escalas de abate confortáveis. Devido ao físico lento neste
momento, as expectativas passam para a retomada em 2025, com possível encurtamento nas
programações”, disse Allan Maia, analista da empresa.

Segundo ele, no decorrer das próximas semanas, o mercado deve prestar atenção em quatro fatores:

  • Evolução dos cortes no atacado;
  • Condições das pastagens;
  • Movimentação do dólar; e
  • Fluxo da exportação brasileira

Preços da arroba do boi (a prazo)

  • São Paulo: média entre R$ 310 e R$ 320
  • Minas Gerais: cotado entre R$ 300 e R$ 310
  • Goiás: indicação a R$ 300
  • Mato Grosso do Sul: negociada em R$ 315

Mercado atacadista

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Foto: Freepik

O mercado atacadista manteve preços inalterados no decorrer desta sexta-feira. Segundo Maia, as atenções estão voltadas para o comportamento do consumo até o fechamento de 2024, o que tende a ser favorecido pelas festas e pela capitalização das famílias devido à entrada de parte do décimo terceiro na economia.

“Por outro lado, o alto preço dos cortes bovinos podem levar uma parcela da população, as de menor poder aquisitivo, a procurarem opções mais acessíveis, como o frango. No início de 2025, os cortes mais nobres tendem a encontrar dificuldade para sustentação”, disse o analista.

O quarto dianteiro foi cotado a R$ 20,30, por quilo. Quarto traseiro foi indicado em R$ 26,80, por quilo. Ponta de agulha permaneceu em R$ 19,50, por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou em queda de 0,87%, sendo negociado a R$ 6, 0710 para venda e a R$ 6,0690 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 6,0446 e a máxima de R$ 6,1136. Na semana, a divisa valorizou 0,70%.



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AgroNewsPolítica & Agro

Semeadura do arroz entra na reta final no RS



As lavouras apresentam excelente desenvolvimento inicial




Foto: Divulgação

De acordo com o último Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (19), a semeadura do arroz no Rio Grande do Sul está em fase de finalização. As áreas restantes estão concentradas principalmente na região central do estado.

A continuidade do tempo firme em parte de outubro e novembro permitiu um avanço acelerado do plantio, diferentemente da safra anterior, marcada por atrasos devido ao excesso de chuvas. O plantio ocorreu em condições ideais dentro do período preferencial, garantindo um bom início para o ciclo da cultura.

As lavouras apresentam excelente desenvolvimento inicial, favorecidas por chuvas regulares, radiação solar adequada e temperaturas satisfatórias. No entanto, há preocupações com a aproximação do período reprodutivo, especialmente para as lavouras em pré-floração ou emborrachamento. Nessas fases, a temperatura ideal varia entre 20°C e 35°C, e temperaturas inferiores podem ocasionar abortamentos florais.

O Instituto Rio Grandense de Arroz (IRGA) projeta uma área cultivada de 948.356 hectares no estado, enquanto a Emater/RS-Ascar estima uma produtividade média de 8.478 kg/ha. As boas condições observadas até o momento elevam as expectativas para o desempenho da safra atual.





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Soja encerra a semana praticamente sem negócios



O mercado brasileiro de soja vai encerrando a semana praticamente sem negócios. Os agentes entram em período de recesso com o fim do ano, devendo retornar apenas nas primeiras semanas de 2025. A indústria está abastecida e a janela de exportações está praticamente finalizada para este ano.

Os preços variaram de estáveis a mais baixos nas principais praças de comercialização do país, mesmo com a alta da Bolsa de Chicago. O dólar voltou a cair e os prêmios operam no negativo.

  • Passo Fundo (RS): preço se manteve em R$ 132,00
  • Região das Missões (RS): preço se manteve em R$ 133,00
  • Porto de Rio Grande (RS): preço se manteve em R$ 140,00
  • Cascavel (PR): preço se manteve em R$ 131,00
  • Porto de Paranaguá (PR): preço se manteve em R$ 137,00
  • Rondonópolis (MT): preço se manteve em R$ 120,00
  • Dourados (MS): preço se manteve em R$ 131,00
  • Rio Verde (GO): preço se manteve em R$ 125,00

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sexta-feira com preços mais altos. O mercado estendeu os ganhos da quinta-feira, estimulado por compras de barganha.

Nos últimos negócios, o grão acelerou os ganhos, fechando perto das máximas do dia, acompanhando o movimento do dólar frente a outras moedas de queda acentuada, o que deixa o produto norte-americano mais competitivo. Na semana, a posição janeiro/25 subiu 1,39%.

Contratos futuros da soja

Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro fecharam com alta de 11,50 centavos de dólar ou 1,19% a US$ 9,74 1/2 por bushel. A posição março teve cotação de US$ 9,79 1/4 por bushel, com ganho de 12,75 centavos, ou 1,31%.

Nos subprodutos, a posição janeiro do farelo fechou com alta de US$ 10,40 ou 3,66% a US$ 294,50 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em janeiro fecharam a 39,48 centavos de dólar, com baixa de 0,53 centavo ou 1,32%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou em queda de 0,87%, sendo negociado a R$ 6,0710 para venda e a R$ 6,0690 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 6,0446 e a máxima de R$ 6,1136. Na semana, a divisa valorizou 0,70%.



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