sexta-feira, março 27, 2026

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AgroNewsPolítica & Agro

Chuvas intensas colocam cinco estados em alerta


A semana começa com previsão de chuvas intensas para esta terça-feira (18), segundo informações do Meteored. A presença de uma área de baixa pressão entre regiões do Sul e Sudeste mantém o tempo instável e coloca cinco estados em alerta. Para esta segunda-feira (17), a previsão já indica precipitações em diversas partes do país, com possibilidade de trovoadas e transtornos em vários municípios. De acordo com o Meteored, “a presença de uma frente fria permite a incursão de umidade vinda de outras áreas do país”.

Durante a madrugada de terça-feira, o sistema de baixa pressão deve provocar chuvas fortes sobre municípios do leste do Paraná, norte de Santa Catarina e sul de São Paulo, reforçado por um canal de umidade que avança da América do Sul. O Meteored aponta que “em alguns pontos, há possibilidade de trovoadas nas primeiras horas da madrugada”. Os volumes previstos podem gerar transtornos ainda antes do amanhecer.

No período da manhã, as chuvas permanecem sobre os três estados, avançando para uma área maior de Santa Catarina e para uma faixa entre o sul paulista e a divisa com Minas Gerais, onde as precipitações tendem a ser de menor intensidade. Ao final da manhã, o sistema ganha força e se expande para outras áreas do Sudeste, incluindo o sul de Minas Gerais. A capital paulista deverá permanecer em estado de atenção, já que a previsão indica chuvas fortes na região metropolitana.

A instabilidade continuará ao longo da tarde. Segundo o Meteored, a atmosfera aquecida deve fornecer energia para a formação de novas áreas de instabilidade, enquanto a circulação atmosférica aumenta a umidade. As chuvas serão intensas em pontos do Sudeste, desde a Grande São Paulo até o norte do estado, além de municípios do oeste, sudoeste, sul e leste de Minas Gerais, bem como em grande parte do Rio de Janeiro. No Sul, o leste do Paraná e quase todo o território catarinense também terão chuvas fortes.

Os acumulados previstos entre segunda e terça-feira podem superar 90 mm em Curitiba e chegar a 104 mm em áreas próximas. Em Belo Horizonte, os volumes devem passar dos 50 mm. Em São Paulo e Rio de Janeiro, os acumulados serão menores, com 30 mm e 15 mm, respectivamente. No sul paulista, os volumes podem alcançar 80 mm no período. No Sul de Minas, são esperados registros superiores a 60 mm apenas nesta terça-feira, enquanto o Rio de Janeiro também deve receber volumes expressivos, sobretudo próximo à divisa com Minas Gerais.

O Meteored alerta que “grandes volumes de precipitação estão previstos nesta terça-feira”, o que aumenta o risco de alagamentos, transbordamentos de rios e deslizamentos de massa. A orientação é para que a população acompanhe os avisos emitidos pelas Defesas Civis estaduais e municipais.





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Na COP30, Brasil anuncia R$ 107 milhões para cooperativas extrativistas na Amazônia



O Brasil apresentou, na COP30, um novo programa para fortalecer cooperativas extrativistas na Amazônia. A iniciativa, chamada Coopera+ Amazônia, reúne ações de apoio à gestão, tecnologia e ampliação de mercado.

O plano prevê investimentos de R$ 107 milhões para atender cooperativas que trabalham com babaçu, açaí, castanha e cupuaçu em cinco estados da região. A proposta tem duração de 48 meses e busca ampliar renda e aprimorar processos produtivos.

Estrutura do programa e fontes de financiamento

O programa foi lançado com a participação do vice-presidente Geraldo Alckmin, que destacou o potencial de geração de renda para famílias extrativistas. Segundo o governo, cerca de 3,5 mil famílias devem ser atendidas na primeira etapa.

A iniciativa é coordenada pelo Ministério do Meio Ambiente e envolve BNDES, MDIC, Embrapa e Sebrae. Do total anunciado, R$ 103 milhões virão do Fundo Amazônia, administrado pelo BNDES. Outros R$ 3,7 milhões serão aportados pelo Sebrae.

Representantes das instituições reforçaram que o programa pretende estimular inovação, melhorar a inserção das cooperativas no mercado e ampliar a adoção de tecnologias nas cadeias da sociobiodiversidade. Entre as ações previstas estão consultorias, capacitações, assistência técnica e aquisição de máquinas para reduzir a penosidade do trabalho extrativista.

Capacitação, inovação e resultados esperados

O Sebrae e o MDIC estruturaram o Coopera+ Amazônia para ampliar produtividade, diversificar mercados e fortalecer modelos de negócio ligados à bioeconomia. O projeto inclui um Escritório de Negócios Territorial para apoiar a expansão comercial e o desenvolvimento de marcas regionais.

Agentes Locais de Inovação acompanharão cooperativas na adoção de melhorias tecnológicas e gerenciais. A iniciativa também utiliza levantamentos da Embrapa sobre máquinas adequadas ao extrativismo, buscando ampliar o uso de equipamentos compatíveis com as cadeias da sociobiodiversidade.

Entre os resultados esperados estão aumento da produtividade, maior valor agregado aos produtos, ampliação do faturamento e crescimento do número de cooperados. O programa também prevê ações para reduzir resíduos e incentivar o reaproveitamento de materiais das cadeias extrativistas.

Papel do Fundo Amazônia

Criado em 2008, o Fundo Amazônia financia ações de combate ao desmatamento, pesquisa, inovação e desenvolvimento sustentável. Após a retomada das doações em 2023, o número de países apoiadores aumentou e permitiu ampliar o financiamento de projetos na região.

Segundo dados do fundo, mais de 260 mil pessoas já foram beneficiadas por iniciativas financiadas desde sua criação. Os recursos também apoiam projetos que contribuem para metas climáticas e para o Plano de Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal.



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Cruzamento de touro canchim com vacas tabapuã pode ser eficiente para o pecuarista; confira



O cruzamento do touro canchim com vacas tabapuã é uma estratégia altamente eficiente para pecuaristas que buscam aliar a excelência materna do zebuíno à produtividade do taurino.

A afirmação é do zootecnista Alexandre Zadra, especialista em genética, que responde à dúvida de Vinícius Dias, de Guaratinguetá (SP), sobre essa combinação.

As matrizes tabapuã são reconhecidas por sua habilidade materna e grande resistência, tornando-se uma base ideal para cruzamentos. O touro canchim, desenvolvido pela Embrapa Pecuária Sudeste, é um bimestiço robusto, com cinco oitavos de sangue Charolês e três oitavos de sangue zebuíno (Indubrasil, Nelore e Guzerá). Essa combinação resulta em animais super rústicos e com ganho de peso significativo.

Confira:

Resultados do cruzamento

O cruzamento entre o touro canchim e a matriz tabapuã produzirá animais com trinta e um por cento de sangue europeu. Zadra se refere a essas fêmeas como “31”, destacando sua rusticidade e valor para o sistema de produção.

Com a utilização do Canchim, o criador tem a possibilidade de gerar bezerros machos robustos, prontos para o abate, além de fêmeas que podem ser utilizadas como matrizes “31” para reposição.

A matriz Tabapuã é vantajosa não apenas pela habilidade materna, mas também pelo trabalho intenso na seleção por ultrassom de carcaça, visando melhorar a musculosidade e o rendimento de cortes nobres. Essa abordagem se alinha com as necessidades do mercado e com as exigências de uma pecuária moderna e eficiente.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.



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AgroNewsPolítica & AgroSafra

La Niña: INMET, Embrapa e MAPA/RS apresentam prognósticos do clima e…


A Superintendência do Ministério da Agricultura e Pecuária no Rio Grande do Sul (MAPA/RS) chama a imprensa para apresentar informações sobre o La Niña na quinta-feira (6/11), às 9h, em Porto Alegre. Especialistas do INMET e da Embrapa irão abordar a situação atual, prognósticos do clima e proposições de manejo nos cultivos visando a redução dos estresses e frustrações. O encontro será realizado na sede da superintendência, na Capital.

O superintendente do MAPA/RS, José Cleber de Souza, estará disponível presencialmente para atender a imprensa. De forma remota, também estarão disponíveis para entrevista o meteorologista do INMET Glauber Ferreira, de Brasília; o agrometeorologista da Embrapa Trigo, Gilberto Cunha; o chefe geral da Embrapa Trigo, Jorge Lemainski; e a chefe adjunta de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Clima Temperado, Rosane Martinazzo.

A superintendência do MAPA/RS fica na avenida Loureiro da Silva, nº 515, 7° andar, sala 701, em Porto Alegre.

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Mata Atlântica perde 1% de área e Cerrado ganha 1,8%, revisa IBGE


Os limites dos biomas Cerrado e Mata Atlântica entre os estados de Minas Gerais e São Paulo foram revisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A divulgação feita nesta terça-feira (18) mostra que o Cerrado ganhou 1,8% de área enquanto a Mata Atlântica perdeu 1%.

Segundo o órgão, as alterações se deram por conta de avaliação de critérios técnicos. Não houve, portanto, redução ou ampliação da área devido a possíveis desmatamentos ou reflorestamentos.

Na revisão, foram considerados critério técnicos como clima, geologia, geomorfologia, pedologia e vegetação. De acordo com o IBGE, a maior parte das alterações ocorreram em áreas de contato entre vegetações de florestas estacionais e savanas.

A área com alteração dos limites representou aproximadamente 19.869 quilômetros quadrados quilômetros (km²) do território brasileiro, sendo 816 km² em Minas Gerais e 19.053 km² em São Paulo. Cerrado e Mata Atlântica foram o foco desta revisão. Outros biomas não foram avaliados dessa vez.

Em Minas Gerais, a área de Mata Atlântica foi ampliada nas proximidades de Belo Horizonte, englobando agora todo o município e as áreas ao norte da capital mineira. Já o Cerrado aumentou, principalmente no centro-norte de São Paulo, estado que possui lei de proteção para este bioma desde 2009.

Expedições de campo IBGEExpedições de campo IBGE

A revisão abrangeu as regiões do nordeste paulista, parte do Triângulo Mineiro e a região da Serra do Espinhaço, incluindo municípios mineiros como Sacramento, Uberaba, Fronteira, Planura e São Sebastião do Paraíso, Diamantina, Conceição do Mato Dentro, Belo Horizonte, Florestal e Juatuba, entre outros. E os paulistas Franca, Barretos, São José do Rio Preto, Ribeirão Preto, Piracicaba, Mococa e Votuporanga.

Revisões recorrentes

As revisões são recorrentes e ocorrem porque, em 2019, o IBGE lançou a publicação Biomas e Sistema Costeiro Marinho do Brasil que mudou a escala, tornando o mapeamento dos territórios mais preciso.

A publicação é compatível com a escala de 1 para 250 mil, 20 vezes maior que a anterior, de 1 para 5 milhões. Agora, são feitas revisões para checar os limites de cada bioma e adequar as áreas.

As alterações são feitas a partir de análise integrada de especialistas em diversos temas, além de expedições de campo em áreas especificamente demandadas e questionadas por organizações da sociedade civil e por instituições de governo da esfera ambiental. Já foram realizadas cinco expedições.



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Crédito com seguro rural e sustentabilidade serão temas na COP30


A COP 30, que está sendo realizada em Belém, reunirá especialistas do agronegócio para discutir dois temas que ganharam centralidade diante da emergência climática: crédito rural sustentável e seguro agrícola como instrumento de resiliência.

Nos dias 19 e 20 de novembro, os debates ocorrerão na Casa Sustentabilidade Brasil e na Casa do Seguro, com participação de acadêmicos, empresas, governo e representantes do setor produtivo.

Crédito rural e sustentabilidade

No dia 19, o painel Crédito Rural e Sustentabilidade abordará como práticas sustentáveis, combinadas ao uso de tecnologia, estão moldando uma nova geração de financiamentos agropecuários. Sensoriamento remoto, analytics e plataformas digitais vêm permitindo maior rastreabilidade, escalabilidade e transparência nas operações de crédito.

A adoção de indicadores alinhados aos princípios ESG fortalece a competitividade internacional e amplia o acesso a financiamentos verdes.

Participam do painel Murilo Oliveira, da Audsat; Guilherme Bastos, da FGV Agro; Paulo Hora, da BrasilSeg; e este que vos escreve.

O encontro na Casa Sustentabilidade Brasil será às 14h15, na Av. Duque de Caxias, 1375 – Belém, Pará.

Seguro agrícola e resiliência climática

Já no dia 20 de novembro, às 15h, a Casa do Seguro sediará o evento Seguro Agrícola e Resiliência Climática. A queda de 47% na área segurada entre 2021 e 2024 — de 13,7 para 7,2 milhões de hectares — evidencia a vulnerabilidade dos produtores brasileiros diante dos eventos climáticos extremos.

O encontro discutirá caminhos para ampliar a cobertura, fortalecer o Programa de Subvenção ao Prêmio (PSR) e desenvolver produtos capazes de atender diferentes culturas.

Também será lançada a ferramenta de conformidade socioambiental para seguros, reforçando o compromisso do setor com boas práticas.

A programação inclui dois painéis: o primeiro sobre “Seguros como instrumento de proteção da produção agrícola” com a participação de nomes como Eduardo Bastos, da Abag; Paulo Hora, da BrasilSeg; Tânia Zanella, do Instituto Pensar Agropecuária; eu, representando a FGVAgro; e Esteves Colnago, da CNSEG, como moderador.

O painel 2 tem como tema “Tecnologia e inovação no campo para resiliência climática”, com enfoque em dados, sensoriamento remoto, inteligência artificial para fortalecer a produtividade do campo e reduzir riscos climáticos. Neste, os debatedores são Raquel Martins Montagnoli, da CNH; Jairo Costa, da Syngenta; além de Murilo Oliveira, da AudSat. O moderador será o Guilherme Bastos, da FGV Agro.

A abertura será feita por Roberto Rodrigues, com a palestra “O papel estratégico do seguro agrícola diante da emergência climática global”. O encontro na Casa do Seguro será no dia 20 de novembro, às 15h, na Travessa Alferes Costa, 2828 – Bairro Pedreira – Belém/PA.

Crédito rural sustentável, seguro agrícola e o Zoneamento Agrícola de Risco Climático formam hoje a espinha dorsal da resiliência do agro brasileiro, um tema decisivo para a segurança alimentar global e para a COP30.

*Pedro Loyola é coordenador executivo do Observatório do Seguro Rural da FGV Agro.


Canal Rural e a FGV Agro não se responsabilizam pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seu autor. O Canal Rural se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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Marca Brasil sob risco


A incapacidade do governo brasileiro de avançar de forma consistente nas negociações comerciais com os Estados Unidos expõe um risco crescente de fragilização da marca Brasil no cenário internacional. A decisão norte-americana de reduzir em apenas 10% as tarifas aplicadas a determinados produtos brasileiros, embora anunciada como um gesto de boa vontade diplomática, está longe de representar um ganho real para o setor produtivo nacional. Ao contrário: cria-se uma falsa percepção de que os pleitos brasileiros foram atendidos, enquanto as condições estruturais que travam a competitividade das exportações permanecem intactas.

Essa taxa simbólica de redução tarifária não altera a equação econômica que pesa sobre os exportadores. O produtor brasileiro segue enfrentando custos logísticos elevados, volatilidade cambial e uma carga tributária complexa, competindo em um mercado global agressivo onde cada ponto percentual de tarifa impacta diretamente a margem de lucro. Os Estados Unidos, ao optarem por um gesto mínimo, sinalizam que não estão dispostos a abrir espaço real para produtos brasileiros, e o governo brasileiro, ao aceitar e celebrar essa pequena concessão, transmite uma imagem de fraqueza negociadora. Para parceiros internacionais atentos, isso reduz a percepção de força estratégica do país e compromete a confiança na capacidade de Brasília de defender seus interesses comerciais.

O impacto é ainda mais severo para pequenos e médios produtores rurais, que dependem de previsibilidade e acesso a mercados sólidos para garantir a sustentabilidade de seus negócios. Ao contrário dos grandes grupos exportadores — que contam com reservas financeiras, equipes especializadas e capacidade de desviar cargas para mercados alternativos —, os pequenos produtores operam com margens estreitas e menor tolerância a oscilações. A manutenção de tarifas elevadas nos EUA limita a competitividade de produtos como café, frutas, proteína animal, açúcar, etanol e uma série de itens de alto valor agregado oriundos da agricultura familiar e da agroindústria regional.

Sem uma diplomacia comercial firme, o Brasil se vê pressionado a buscar novos mercados, muitas vezes menos vantajosos, mais instáveis ou distantes, aumentando custos logísticos e reduzindo o retorno econômico ao produtor. Isso leva a um ciclo perverso: baixa competitividade reduz as exportações; exportações menores enfraquecem a capacidade de investimento na produção; produtividade menor compromete a renda no campo e afeta a vitalidade econômica de centenas de municípios onde a agropecuária é a espinha dorsal do desenvolvimento local.

A marca Brasil — historicamente associada à potência agroambiental, à produção sustentável e à segurança alimentar mundial — perde força quando o país se mostra incapaz de assegurar condições comerciais justas e previsíveis para seus produtores. A imagem internacional de um país que produz com excelência, mas não consegue garantir acesso competitivo aos principais mercados, mina a confiança de compradores e investidores. Em um mundo onde reputação é ativo estratégico, essa erosão custa caro.

Portanto, é imperativo que o governo brasileiro abandone o discurso triunfalista e adote uma postura mais técnica, coordenada e assertiva nas negociações com os Estados Unidos e outros parceiros. A redução de 10% nas tarifas é insuficiente, cosmética e perigosa. O Brasil precisa exigir espaços de diálogo real que considerem a relevância do agro para a economia nacional e para a segurança alimentar global. Somente uma diplomacia econômica forte, baseada em dados, planejamento e defesa intransigente dos interesses do produtor rural, poderá evitar que a marca Brasil se desgaste e que pequenos e médios agricultores paguem a conta da inabilidade negociadora.

*Tirso Meirelles é presidente do Sistema Faesp/Senar-SP. Economista e produtor rural, atua há décadas no fortalecimento da produção paulista


O Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação



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plantio de soja atinge 69% no Brasil, aponta Conab



O plantio da safra 2025/26 de soja atingiu 69% da área nacional até 15 de novembro, segundo relatório da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Na semana anterior, a semeadura havia alcançado 58,4% da área. No mesmo período do ano passado, o percentual era de 73,8%, enquanto a média dos últimos cinco anos para esta época é de 67,2%.

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Plantio de soja por estado

Entre os estados, São Paulo lidera com 100% da área semeada, seguido por Mato Grosso (95,2%), Mato Grosso do Sul (87%) e Paraná (86%). Tocantins registra 69%, Goiás 65%, Bahia 50%, Minas Gerais 48,8%, Santa Catarina 40%, Piauí 29%, Rio Grande do Sul 28% e Maranhão 15%.



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AgroNewsPolítica & Agro

Goiás lidera produção nacional de melancia


A edição de novembro do informativo Agro em Dados, elaborado pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), aponta que a melancia ocupa a quinta posição entre as frutas mais produzidas no Brasil. O levantamento também indica que o país está em quinto lugar no ranking mundial, ao lado de China, Índia, Turquia e Argélia. Segundo o documento, essa relevância decorre “não apenas do volume colhido, mas também da ampla aceitação pelo consumidor e do papel estratégico no abastecimento do mercado interno e externo”.

Em Goiás, a melancia é o quarto fruto mais cultivado e exerce forte impacto socioeconômico ao gerar emprego, renda e fortalecer a fruticultura regional. Em 2024, o estado superou a Bahia e assumiu a liderança nacional na produção, de acordo com dados do IBGE. A série histórica mostra que, nos últimos dez anos, a produção goiana cresceu 9,6%, alcançando 270,5 mil toneladas em 2024. No mesmo período, houve redução de 11,8% na área plantada, acompanhada de aumento de 24,2% na produtividade. O valor da produção avançou 134,9%, totalizando R$ 273,3 milhões. O relatório afirma que Goiás alcançou “patamar recorde para a cultura no estado em produtividade e valor da produção”.

Entre os municípios, Uruana se mantém como o maior produtor de melancia do país, responsável por 32,6% do volume estadual. Jussara retomou o cultivo em 2024 e atingiu a segunda posição no ranking, enquanto Santa Fé de Goiás apresentou o maior avanço em comparação com 2023, duplicando sua produção, segundo o IBGE.

O informativo destaca ainda avanços no melhoramento genético, impulsionados pela crescente demanda por melancias sem sementes. As pesquisas buscam desenvolver cultivares híbridas com maior doçura, textura firme e maior shelf-life. O documento aponta que “esse investimento gera um produto de maior valor agregado”, ampliando a rentabilidade e permitindo o acesso a mercados mais exigentes.

As cotações no estado registraram oscilações no segundo semestre. Na segunda quinzena de setembro, o aumento da oferta em Uruana pressionou os preços, que recuaram após breve alta no início do mês. O Hortifrúti/Cepea indica que a retração está ligada à menor demanda e às temperaturas mais amenas nas regiões Sul e Sudeste. Em outubro, a desaceleração da colheita na região provocou reação nos preços. No atacado de São Paulo, no entanto, as vendas perderam força devido ao clima frio. A expectativa é de novo recuo da demanda ao fim do mês.

No mercado internacional, as exportações brasileiras de melancia se concentram entre janeiro e setembro. Em 2024, o país registrou recorde em volume exportado e o segundo melhor resultado da série histórica em faturamento. Para Goiás, o período representou o melhor desempenho em seis anos, com valor exportado de US$ 270,1 mil. Apesar disso, apenas 1,4% da produção estadual foi destinada ao mercado externo em 2024, o equivalente a 3,8 mil toneladas. O relatório avalia que existe “um cenário de oportunidades” para ampliar a presença goiana no comércio internacional.

Os principais destinos da fruta produzida no estado são Argentina, Paraguai e Uruguai. Em 2023, os Emirados Árabes Unidos passaram a integrar a lista de compradores. No acumulado de janeiro a setembro de 2025, o país árabe é o que apresenta melhor remuneração por tonelada exportada.





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Plantio de soja 2025/26 atinge 92% no Paraná



O plantio da 1ª safra 2025/26 de soja no Paraná atingiu 92% da área prevista até 17 de novembro, segundo o Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento. A área destinada à oleaginosa foi estimada em 5,776 milhões de hectares, praticamente estável em relação aos 5,770 milhões cultivados na temporada 2024/25.

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As condições das lavouras permanecem favoráveis, com 92% classificadas como boas, 7% como médias e 1% como ruins. Quanto às fases de desenvolvimento, 8% das áreas estão em germinação, 69% em crescimento vegetativo e 23% em floração.

Comparação semanal

Na semana anterior, em 10 de novembro, o plantio estava em 86% da área, com condições de 91% boas, 7% médias e 2% ruins, distribuídas entre as fases de germinação (12%), crescimento vegetativo (75%) e floração (13%).

Para a temporada 2025/26, o Deral projeta produção de 21,962 milhões de toneladas, um aumento de 4% frente às 21,185 milhões da safra 2024/25. A produtividade estimada é de 3.802 kg/ha, superior aos 3.671 kg/ha registrados na safra anterior.



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