terça-feira, agosto 18, 2026

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Sistema de plantio direto comemora 50 anos com 32 milhões de hectares semeados no Brasil



O Dia Nacional do Plantio Direto é comemorado nesta quarta-feira (23). O método de manejo reduz os impactos ambientais da produção agropecuária e gera mais produtividade, já que ao semear diretamente na palha, é possível reter matéria orgânica no solo.

A adoção da prática iniciou no Brasil em 1974, há exatamente 50 anos. O pesquisador da Embrapa Solos, Pedro Luiz de Freitas, destaca que o país já conta com cerca de 32 milhões de hectares com a prática sendo desempenhada por pequenos, médios e grandes produtores.

“Para a atual safra, estudos de nossos pesquisadores mostram que entre 33 e 39 milhões de hectares serão semeados em sistema de plantio direto”.

O produtor de soja Fred Frandsen realiza plantio direto desde 1995 em Palmital, interior de São Paulo. “Só tenho benefícios com esse sistema. Não mexemos mais na terra a não ser quando temos de fazer uma correção de solo em profundidade […]”.

Já Freitas destaca que todos os indicadores mostram os benefícios do sistema. “Qualquer área sobre o sistema de plantio direto sem a movimentação do solo, com a abertura permanente e com a rotação plurianual de culturas, está muito mais bem preparada, o solo está muito mais saudável do que em áreas que não estão sobre esse sistema […]”.

Acompanhe a reportagem no vídeo acima com o relato do ex-ministro da Agricultura, Francisco Turra.



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AgroNewsPolítica & Agro

Arroba bovina alcança maior patamar em 16 meses


Em Mato Grosso, o preço da arroba do boi gordo chegou a US$ 46,29





Foto: Kadijah Suleiman

Segundo o relatório semanal do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgado nesta segunda-feira (21), a arroba bovina brasileira alcançou, em outubro de 2024, o maior valor dos últimos 16 meses. A alta foi puxada pela menor participação de fêmeas nos abates e pela crescente demanda internacional por carne bovina brasileira.

Em Mato Grosso, o preço da arroba do boi gordo chegou a US$ 46,29, o maior desde maio de 2023, o que representa um aumento de 15,58% em relação a setembro. Em São Paulo, o valor subiu para US$ 53,29, uma elevação de 18,69% no mesmo período. Apesar dessas altas significativas, a carne bovina brasileira permanece competitiva no mercado internacional, principalmente em comparação com os Estados Unidos, onde a arroba foi cotada a US$ 110,16 em setembro, impulsionada pela redução na oferta de gado no país, conforme dados do Imea.

De acordo com dados do relatório semanal, essa competitividade de Mato Grosso, que segue com o preço mais baixo entre os principais países produtores, pode fortalecer as exportações do estado, favorecendo o desempenho da pecuária brasileira no mercado global.





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Brasil terá adidos agrícolas em todos os países do Brics, diz Mapa



O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) busca reforçar a cooperação agrícola com os parceiros do Brics – bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Egito, Etiópia e Irã.

A segurança alimentar é um dos temas debatidos pela 16ª Cúpula do Brics, que ocorre em Kazan, na Rússia.

Em nota, o ministério informou que a posição do Brasil na cúpula é reafirmar seu papel de um dos principais fornecedores globais de alimentos e de defesa da cooperação multilateral no enfrentamento da insegurança alimentar e das mudanças climáticas.

“O Brasil agora terá adidos agrícolas em todos os países do Brics, tanto nos membros fundadores quanto nos novos integrantes, o que amplia nossa capacidade de negociação e cooperação”, disse, em nota, o secretário de Comércio e Relações Internacionais da pasta, Luis Rua, que participa da cúpula.

Segundo ele, esses profissionais são fundamentais para promover uma agenda agrícola robusta, facilitar o intercâmbio de tecnologias e boas práticas e alinhar os interesses do Brasil com os dos nossos parceiros estratégicos.



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Boi gordo: demanda aquecida e recorde de exportação mexem com os preços; confira



O mercado físico do boi gordo volta a conviver com elevação dos preços no decorrer desta quarta-feira (23).

Para o analista da consultoria Safras & Mercado Allan Maia, o ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade deste movimento no curto prazo, em linha com a atual posição das escalas de abate que permanecem encurtadas.

“Soma-se a isso uma demanda robusta, com exportações avançando de maneira contundente na atual temporada. O Brasil tende a estabelecer um recorde absoluto de exportação na atual temporada”, disse.

Preços médios da arroba do boi

Em São Paulo foram relatadas negociações acima da referência média, com negócios atingindo o patamar de R$ 320 a arroba a prazo. As negociações no estado se concentram entre R$ 305/310 a prazo.

Em Minas Gerais novamente foram relatadas negociações acima da referência média. No Triângulo Mineiro, indicação de negócios em até R$ 300/305 a prazo.

Em Mato Grosso do Sul, mais um dia de negócios acima da referência média. Na região de Naviraí indicação de negócios a R$ 305 a prazo. Em Campo Grande indicação de negócios em até R$ 305 a prazo.

Em Mato Grosso foram novamente relatadas negociações acima da referência média. Na região de Rondonópolis relatos de negócios ao nível de R$ 300 a arroba a prazo. Em Cuiabá também foram relatadas negociações em até R$ 300 a prazo.

Mercado atacadista

O mercado atacadista volta a apresentar preços firmes, e o viés ainda é de elevação de preços no curto prazo.

Segundo Maia, é importante mencionar que a carne de frango segue ganhando competitividade no mercado doméstico, em especial com o recente movimento de alta deflagrado pela carne bovina nos últimos dias.

“O consumidor brasileiro segue incapaz de absorver novos reajustes da carne bovina”, assinalou.

O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 23,20 por quilo. O quarto dianteiro ainda é cotado a R$ 18,20 por quilo. A ponta de agulha segue no patamar de R$ 17,30 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou em queda de 0,10%, sendo negociado a R$ 5,6908 para venda e a R$ 5,6888 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6847 e a máxima de R$ 5,7322.



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Mercado da soja tem quarta-feira com negociações moderadas; confira a análise completa



O mercado brasileiro de soja apresentou movimentos moderados nesta quarta-feira (23), com cotações oscilando entre a estabilidade e leves altas. Segundo a Safras & Mercado, as indicações nos portos permaneceram firmes, refletindo essa movimentação. Embora Chicago tenha mostrado volatilidade, a tendência foi positiva, com a firmeza do dólar também reforçando as cotações.

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Preços do grão no Brasil

  • Passo Fundo (RS): de R$ 135,00 para R$ 136,00
  • Missões (RS): de R$ 134,00 para R$ 135,00
  • Porto de Rio Grande (RS): de R$ 143,00 para R$ 144,00
  • Cascavel (PR): segue em R$ 140,00
  • Porto de Paranaguá (PR): de R$ 143,00 para R$ 144,50
  • Rondonópolis (MT): de R$ 140,00 para R$ 141,00
  • Dourados (MS): permanece em R$ 140,00
  • Rio Verde (GO): permanece em R$ 135,00

Chicago

Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), os contratos futuros da soja fecharam a quarta-feira com preços mais altos para o grão, enquanto os preços para farelo e óleo apresentaram queda. Após uma manhã de perdas, o mercado reagiu positivamente, impulsionado pela boa demanda do produto dos Estados Unidos. Os contratos de soja em grão com entrega em novembro de 2024 fecharam com alta de 5,75 centavos, alcançando US$ 9,97 1/2 por bushel. A posição de janeiro de 2025 teve uma cotação de US$ 10,05 por bushel, com um avanço de 4,50 centavos.

Contratos futuros da soja

Nos subprodutos, a posição de dezembro de 2024 do farelo fechou com perda de US$ 2,70, resultando em US$ 315,00 por tonelada. Já o óleo, com vencimento em dezembro de 2024, fechou a 43,39 centavos de dólar por libra-peso, apresentando uma retração de 0,30 centavo.

O dólar comercial encerrou em queda de 0,10%, sendo negociado a R$ 5,6908 para venda e a R$ 5,6888 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6847 e a máxima de R$ 5,7322.



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Governo destina crédito extra de R$ 5 bi para RS enfrentar mudanças climáticas


Foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira (23), duas medidas em apoio à população do Rio Grande do Sul, que enfrenta os efeitos das enchentes ocorridas em maio deste ano. Uma delas é a Medida Provisória nº 1.269/2024, que abre crédito extraordinário, no valor de R$ 5 bilhões, para Operações Oficiais de Crédito.

A segunda é o Decreto nº 12.228/2024, que autoriza a concessão adicional de crédito de instalação aos beneficiários do Programa Nacional de Reforma Agrária (PNRA) também afetados pelo evento climático extremo. Ambos os atos foram assinados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Enfrentamento de calamidades públicas

A medida provisória versa que os recursos, no âmbito do Ministério da Fazenda, disponibilizam linhas de financiamento com a utilização do superávit financeiro do Fundo Social.

Assim, o objetivo é apoiar ações de mitigação e adaptação às mudanças climáticas e de enfrentamento de consequências sociais e econômicas de calamidades públicas no Rio Grande do Sul.

Crédito não afeta LDO

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FOTO: Divulgação/Mapa

Os recursos provenientes do Fundo Social estão alinhadas com a autorização prevista na Lei nº 14.981/2024, para a utilização do superávit financeiro do Fundo, de R$ 20 bilhões.

Além disso, já houve a abertura de crédito extraordinário, de R$ 15 bilhões, por meio da Medida Provisória nº 1.233/2024 — ato que se refere ao saldo de R$ 5 bilhões do total autorizado pelo Governo Federal.

De acordo com o governo, o crédito extraordinário não impacta os resultados fiscais previstos na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) 2024, por motivo do reconhecimento do estado de calamidade pública em parte do território nacional, para atendimento às consequências derivadas de eventos climáticos no território gaúcho (Decreto Legislativo nº 36/2024).



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SP espera levantar R$ 20 bi em investimentos com 5 leilões previstos até fim do ano



A agenda do governo do estado de São Paulo prevê cinco leilões de concessões até o fim de 2024. A expectativa é levantar cerca de R$ 20 bilhões em investimentos privados por meio dos certames realizados entre novembro e dezembro. Os projetos envolvem concessões e parcerias público-privada (PPPs) nas áreas de mobilidade, educação e saúde.

Na próxima quarta-feira (30), vai a leilão a concessão do lote rodoviário da Rota Sorocabana. O investimento de R$ 8,8 bilhões é o maior entre os cinco certames previstos até o fim do ano no estado. O projeto abrange 460 quilômetros de estradas localizadas na região Sudoeste de São Paulo.

Ainda no setor rodoviário, o governo paulista irá leiloar o trecho da Nova Raposo no dia 28 de novembro, com previsão de R$ 7,9 bilhões em investimentos. Serão concedidos 92 quilômetros de trechos de vias operadas atualmente pela ViaOeste e estradas sob gestão do Departamento de Estradas de Rodagem do Estado de São Paulo (DER-SP).

PPP Novas Escolas

A agenda inclui ainda a parceria público-privada para construção de 33 novas unidades escolares que irão atender 35 mil estudantes dos ensinos fundamental e médio. O escopo da PPP inclui a construção, adequação e manutenção predial e está dividido em dois lotes com 29 municípios paulistas.

Os leilões da PPP de Novas Escolas serão realizados nos dias 29 de outubro (Lote Oeste) e 4 de novembro (Lote Leste).

Concessão de loterias

No dia primeiro de novembro, serão concedidos os serviços públicos de loteria estadual, com previsão de arrecadar cerca de R$ 3,4 bilhões, recurso que será aplicado em investimentos para a saúde. O projeto prevê 31 unidades exclusivas (lotéricas) e estima mais de 11 mil pontos não exclusivos em todo o território paulista.

A futura concessionária vencedora poderá explorar o serviço de maneira física ou virtual, em duas modalidades de jogos. A concessão dos serviços lotéricos será uma fonte para o financiamento de políticas públicas, segundo o governo de São Paulo.



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AgroNewsPolítica & Agro

Chuva alivia seca na Rússia e Ucrânia


Chuvas chegam às áreas agrícolas da Rússia e Ucrânia





Foto: Divulgação

Segundo o relatório Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado na terça-feira (22) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), o bloqueio atmosférico que afetava a Rússia ocidental por semanas finalmente cedeu, permitindo que chuvas tão aguardadas chegassem às áreas agrícolas centrais e orientais. Pela primeira vez em meses, regiões da Ucrânia oriental e da Rússia ocidental receberam chuvas fortes, com volumes que variaram entre 10 e 50 mm em áreas essenciais para o cultivo de inverno.

Veja mais informações sobre o clima em Agrotempo

Apesar dessa melhora, algumas regiões, como o Distrito Central sudoeste da Rússia e partes do sul do Distrito Sul, incluindo o norte de Krasnodar Krai e o sul de Rostov Oblast, receberam menos de 10 mm de chuva, ainda permanecendo sob condições de seca. Esta foi a primeira chuva mensurável desde agosto para muitas das áreas agrícolas mais afetadas pela estiagem.

De acordo com o relatório, enquanto as chuvas trouxeram alívio, especialmente no leste da Ucrânia e na Rússia ocidental, o Índice de Saúde da Vegetação (VHI) derivado de satélite continua mostrando que o vigor das culturas permanece de ruim a abismal, indicando que a seca está longe de ser resolvida. Mais precipitação será necessária para garantir um desenvolvimento uniforme das lavouras de inverno nessas regiões. No entanto, o VHI continuou a melhorar na Moldávia e no oeste da Ucrânia devido às chuvas recentes.





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previsão aponta risco de raios e trovoadas em 2 estados



Saiba como o clima irá se comportar nesta quinta-feira (24) em todo o Brasil:

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Sul

O tempo fica mais instável em toda a região. Na Campanha gaúcha, no litoral do Paraná e no litoral norte de Santa Catarina, a chuva será acompanhada de trovoadas e raios. Nas demais áreas, ocorrem pancadas isoladas de chuva, concentradas à tarde.

Sudeste

O tempo permanece instável em todo o estado de São Paulo, no Triângulo Mineiro e nas regiões sul e oeste de Minas Gerais, com previsão de pancadas de chuva acompanhadas de raios e trovoadas. No Rio de Janeiro, Espírito Santo e nas demais áreas de Minas Gerais, o dia será ensolarado, com predomínio de sol.

Centro-Oeste

A condição de chuva isolada continua em Mato Grosso do Sul e Goiás. Em Mato Grosso, as pancadas de chuva são esperadas apenas no noroeste do estado. Nas demais áreas, o dia será ensolarado, mas com sensação de abafamento devido às altas temperaturas.

Nordeste

O tempo firme predomina em quase toda a região. Caso chova, será de forma isolada e passageira nos litorais da Bahia, Sergipe, Alagoas e Pernambuco.

Norte

A condição para pancadas de chuva e trovoadas continua nos estados do Amazonas, Acre, Rondônia e sudoeste do Pará. Nas demais áreas, o sol aparece entre algumas nuvens, sem previsão de chuva.



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Produção de biodiesel deve crescer 130% no Brasil, projeta banco



O futuro dos biocombustíveis no Brasil é altamente promissor, de acordo com projeções do Itaú BBA feitas durante o Agro Vision 2024.

As estimativas da instituição financeira indicam que a produção de etanol, proveniente tanto de milho quanto de cana-de-açúcar, deve aumentar 84%, passando de 32 bilhões de litros em 2024 para 59 bilhões de litros em 2037.

Já a produção de biodiesel deverá crescer 130%, dando um salto de 10 bilhões de litros produzidos atualmente para 23 bilhões de litros em 2037.

Para a diretora de relações institucionais e sustentabilidade do Itaú Unibanco, Luciana Nicola, enquanto a eletrificação será uma agenda de médio e longo prazo, os biocombustíveis podem ser uma solução sustentável rápida e eficiente que posicionará o Brasil como um grande fornecedor global.

Segundo ela, o Brasil tem a oportunidade de atender essa demanda crescente apostando na conversão de terras degradadas, expansão do milho de segunda safra sobre áreas de soja, uso de biomassa residual, além de investimentos em irrigação e aumento de produtividade.

O head de combustíveis da Azul, Diogo Youssef, enfatizou a importância da regulamentação da Lei do Combustível do Futuro para garantir que os combustíveis sustentáveis produzidos no Brasil sejam aceitos internacionalmente.

Ele destacou que o combustível representa 40% do custo de uma passagem aérea no Brasil, comparado a 25% em mercados internacionais, e que o Sustainable Aviation Fuel (SAF) brasileiro pode ser uma solução competitiva e eficiente para a agenda de descarbonização do setor.

O CEO da Copersucar, Thomás Manzano, mencionou no evento as oportunidades econômicas do país, ressaltando que o Brasil já conta com uma produção consolidada de biocombustíveis.

De acordo com ele, ao contrário de outros mercados, o consumidor não paga mais caro por soluções renováveis, como o etanol. Para Manzano, o biometano e o biodiesel são alternativas mais baratas que os combustíveis fósseis no transporte rodoviário, que ainda representa cerca de 70% do cenário nacional.



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