domingo, agosto 16, 2026

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Turquia lidera transbordo de commodities agrícolas


Nos últimos dez anos, a Turquia emergiu como um importante centro de transbordo de produtos agrícolas, como oleaginosas, grãos e leguminosas, resultado de investimentos em infraestrutura portuária e maior envolvimento nos sistemas de comércio regional e global, conforme relatório do Serviço Agrícola Estrangeiro (FAS) do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA).

Mercados no Oriente Médio, Ásia Central e África têm se beneficiado com o papel crescente da Turquia nesse setor, segundo o FAS. Em 2022, o valor dos produtos agrícolas transbordados atingiu um recorde de US$ 4 bilhões, o dobro de alguns anos antes, embora tenha caído ligeiramente para US$ 3,8 bilhões em 2023, com expectativa de crescimento nos próximos anos.

De acordo com a análise do FAS, os principais produtos transbordados no último ano, em termos de valor e volume, foram oleaginosas, grãos, leguminosas, nozes e suco, provenientes de países como Ucrânia, Rússia, Estados Unidos e Argentina. “Nos últimos dois anos, com a guerra na Ucrânia e a instabilidade no Mar Negro, a Turquia se tornou ainda mais crucial como centro de transbordo para oleaginosas e grãos da Rússia e Ucrânia”, destacou o FAS. “Problemas recentes no Mar Vermelho também fortaleceram o papel da Turquia como ponto de transbordo para o Oriente Médio e África.”

Entre 2013 e 2023, o volume de transbordos na Turquia quintuplicou, passando de 500.000 toneladas para 2,5 milhões de toneladas, impulsionado pela expansão da infraestrutura logística e aumento da capacidade do Mar Negro para exportação. A Rússia se destaca como o maior exportador mundial de trigo, enquanto a Ucrânia figura entre os principais exportadores de trigo, milho, cevada e óleo de girassol, apesar do conflito entre ambos desde fevereiro de 2022.
 





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STF julga se União deve devolver Funrural sobre receita bruta cobrado nos anos 90


O Supremo Tribunal Federal (STF) julga, nesta semana, um pedido da União para ser desobrigada a devolver valores da contribuição ao Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural).

Os valores são cobrados sobre a receita bruta do empregador rural (pessoa jurídica) no período que vai de 1994 a 1998 – cujo recolhimento foi declarado inconstitucional pela Corte.

O julgamento é realizado no plenário virtual e tem conclusão prevista para esta sexta-feira (6). Em dezembro de 2022, o Supremo decidiu, por 7 a 4, que a base de cálculo para o Funrural é a receita bruta decorrente da comercialização, que equivale ao conceito de faturamento.

A decisão, com repercussão geral, deve ser aplicada em ao menos 644 processos na Justiça, segundo dados do Supremo. O setor produtivo defendia que a cobrança fosse vinculada à folha de salários, sob o argumento de que a receita bruta já é base de cálculo de outros tributos e não poderia ser objeto de bitributação.

Impacto bilionário à União

A decisão foi favorável à União, que estimava impacto de R$ 12,2 bilhões com eventual derrota. Mas, ao definir a tese do julgamento, em março do ano passado, o Supremo esclareceu que a incidência do Funrural sobre a receita bruta só é válida a partir de 1998, quando o Congresso aprovou emenda constitucional que mudou o conceito de faturamento. A Corte entendeu que, antes dessa mudança, a contribuição sobre a receita bruta não poderia ter sido cobrada.

A União entrou com um recurso para evitar que contribuintes peçam a restituição de valores pagos no passado. A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) argumentou que a contribuição sobre a receita bruta “fora instituída, recolhida e cobrada sob amparo da farta e inequívoca jurisprudência do STF acerca do conceito de faturamento”.

Como estava amparada na jurisprudência da época, a União alegou que não pode ser responsabilizada pelos valores cobrados.

Votos sobre o Funrural até o momento

STF, Supremo Tribunal FederalSTF, Supremo Tribunal Federal
Foto: José Cruz/Agência Brasil

Até o momento, há três votos (do relator, Alexandre de Moraes, e dos ministros Flávio Dino e Cármen Lúcia) para acolher o recurso da União.

“A ausência de modulação dos efeitos da decisão provocaria o ajuizamento de inúmeras ações de repetição de indébito tributário por parte dos contribuintes que recolheram a contribuição cobrada pelo ente federal na certeza da higidez da norma questionada”, afirmou Moraes em seu voto.

A exceção é para empregadores que já tinham ações ajuizadas na Justiça questionando a cobrança. Nesses casos, de acordo com os votos proferidos até agora, a União deverá devolver os valores.

O tributarista Leonardo Briganti, sócio do escritório Briganti Advogados, ressalta que há dúvidas sobre a possibilidade de empregadores conseguirem a restituição, já que esse direito prescreve em cinco anos. “Não sei se, mesmo tendo direito, o contribuinte teria alguma forma de buscar esses valores”, disse.



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dólar e exportações ditam o ritmo dos preços


Segundo informações da análise de mercado da Grão Direto, o mercado de soja foi impulsionado pelos derivados nesta semana. As vendas de farelo e óleo de soja registraram um aumento significativo, favorecendo o comportamento dos grãos. Além disso, as exportações norte-americanas da safra 2024/25 apresentaram um crescimento expressivo, especialmente para a China, principal destino das vendas.

O mercado foi ainda mais movimentado pela alta do dólar. A economia dos Estados Unidos permanece robusta, gerando incertezas quanto à redução das taxas de juros. Em Chicago, o contrato de soja para setembro de 2024 encerrou em US$9,81 por bushel (+3,05%). No Brasil, o dólar subiu 2,92%, chegando a R$5,64, impulsionando o mercado físico com predominância de alta. O contrato com vencimento em março de 2025 também fechou em alta, a US$10,30 por bushel (+2,28%).

A expectativa para o mercado de soja na próxima semana é de continuidade na volatilidade. Nos Estados Unidos, o ano-safra encerrado em 31 de agosto registrou uma queda de mais de 15% no volume total de exportações em comparação ao ano anterior, de acordo com o USDA. Com as vendas acumuladas de soja correspondendo a apenas 20,5% da meta projetada, o mercado precisará ver uma média de 740.000 toneladas em vendas semanais para atingir as previsões.

No Brasil, a Conab aponta para estoques finais baixos, um dos menores dos últimos anos. Com um consumo interno de 55,9 milhões de toneladas e exportações projetadas de 92,4 milhões, o Brasil pode finalizar o ano com apenas 3 milhões de toneladas em estoque. Esse cenário poderá valorizar o prêmio da soja brasileira, especialmente se o escoamento nos Estados Unidos for limitado.

Além disso, a análise da Grão Direto ainda ressalta que o contrato de novembro de soja em Chicago pode encontrar resistência em US$10,15, US$10,30 e US$10,45, com potencial de alta até US$10,80. Porém, caso os preços caiam abaixo de US$9,60, o mercado pode retestar mínimas recentes, trazendo incertezas para os produtores americanos.





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Ferramenta promete detectar maturação do café com até 97% de precisão


O faturamento bruto total das lavouras de café no Brasil em 2024 deve ser de, aproximadamente, R$ 66,5 bilhões, de acordo com informações divulgadas pelo Observatório do Café.

Desse total, a espécie Coffea arabica (arábica) corresponde a mais de 70%, o que representa cerca de R$ 48 bilhões da receita.

Pensando nesse potencial, a empresa de soluções tecnológicas CodeBit e a agrotech AgroBee se uniram para otimizar o tempo de coleta de dados nos cafezais.

A promessa é que uma nova ferramenta criada pelas duas (que ainda está em desenvolvimento e não foi batizada) permita ao produtor prever a produtividade das plantas antes mesmo da colheita. “Foi um desafio metodológico e tecnológico”, afirma Heitor Cunha, CEO da CodeBit.

Segundo ele, durante quatro meses, um modelo de inteligência artificial (IA) que utiliza Redes Neurais Convolucionais para a detecção de objetos em imagens foi treinado pela equipe da empresa.

Assim, com uma base de dados de mais de cinco mil imagens, o modelo atingiu 97% de precisão na contagem e na detecção do estado de maturação dos frutos.

De acordo com Cunha, a tecnologia consegue processar mais de 20 mil imagens em menos de meio dia.

Análise de grande volume de café

Lavoura de caféLavoura de café
Foto: Seaf-MT

A ferramenta ainda depende de avaliação da Fapesp para que a segunda fase de desenvolvimento prossiga. Ela utiliza algoritmos de aprendizado de IA para analisar grandes volumes de informações rapidamente.

“Tradicionalmente, a estimativa de produção é feita de forma empírica. Com essa automação, podemos analisar um grande volume de dados em pouco tempo e com maior precisão”, explica Diego Moure Oliveira, PhD e R&D Manager da AgroBee.

Segundo ele, a solução digital vai permitir ao produtor a identificação de demandas locais da lavoura, assim como otimizar o uso de insumos, recursos hídricos e defensivos, além de reduzir emissões de gases de efeito estufa e a pegada de carbono.

As empresas informam, ainda, que planejam expandir o uso da tecnologia, disponibilizando-a para smartphones, o que deve permitir o acesso de pequenos e grandes produtores.



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Mandioca registra aumento de 7,6% em agosto


Demanda das fecularias por raízes continua elevada




Foto: José Luis da Silva Nunes

Em agosto, o preço da mandioca apresentou uma expressiva valorização, com a média nominal a prazo da tonelada posta fecularia alcançando R$ 515,16, o equivalente a R$ 0,8959 por grama. Segundo dados do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), esse valor representa um aumento de 7,6% em relação ao mês anterior, sendo o maior registrado desde janeiro deste ano.

O movimento de alta, que já dura três meses consecutivos, é resultado da combinação entre uma oferta limitada e uma demanda aquecida. De acordo com os pesquisadores do Cepea, as chuvas que ocorreram no final de agosto não foram suficientes para permitir a retomada das atividades de campo na maioria das regiões monitoradas. Além disso, muitos produtores permanecem retraídos, seja devido à baixa rentabilidade das raízes de 1º ciclo, seja pela expectativa de preços ainda mais altos nos próximos períodos.

Paralelamente, a demanda das fecularias por raízes continua elevada, o que tem intensificado a competição pela matéria-prima.





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calor, seca e neblina marcam a terça-feira



Saiba como o clima irá se comportar nesta terça-feira (2) em todas as regiões do país:

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Sul

O amanhecer desta terça-feira será com neblina no Rio Grande do Sul e no interior de Santa Catarina, mas logo se dissipa e dá espaço ao sol. O dia será de tempo estável e sem nada de chuva na região.

Sudeste

O amanhecer terá chance de nevoeiro no leste de São Paulo e na Zona da Mata mineira. O padrão de tempo se mantém em toda a região ao longo do dia, com bastante sol, ar muito seco e níveis de umidade relativa do ar em alerta na maioria das áreas.

Centro-Oeste

O calor acima de 35 ºC ainda é destaque na maior parte do Centro-Oeste. Terça-feira de muito sol e umidade do ar muito baixa. O risco de novos focos de incêndio, principalmente no Pantanal, aumenta.

Nordeste

Dia de sol com pancadas rápidas e isoladas na costa leste do Nordeste. Chove fraco desde Salvador até Natal no Rio Grande do Norte. Nas demais áreas, há um pouco de vento, mas sem chuva. O tempo segue firme e seco no Piauí, Maranhão e Ceará.

Norte

Pancadas mais irregulares na faixa norte da região e ar seco com calor intenso entre o Acre, sul do Amazonas, Pará e Tocantins, com umidade do ar em alerta.



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Produtividade alta em meio ao clima desafiante


As mudanças climáticas têm levado os produtores a acompanhar de perto os mapas meteorológicos. Embora o clima possa ser um aliado ou um obstáculo, uma boa gestão das operações ajuda a minimizar seus impactos. Produtores como Cristian Marques Dalbenb e Adalberto Ceretta se destacam por alcançarem produtividades muito acima da média nacional de 95 sacas por hectare, com 247,88 e 237,6 sacas por hectare, respectivamente.

Em 2023 e 2024, produtores de diferentes regiões se destacaram pela alta produtividade. Tiago Libretollo Rubert, do Rio Grande do Sul, colheu 330,4 sacas por hectare de milho irrigado, enquanto Diego Fachini Mazzur, do Paraná, obteve 303,37 sacas por hectare de milho sequeiro. Em 2024, Ronei Gaviraghi, do Paraná, alcançou 270 sacas por hectare de milho sequeiro, e Cláudio Castro Cunha, de Minas Gerais, colheu 258,2 sacas por hectare de milho irrigado. A chave para esses resultados excepcionais é a eficiência na gestão da propriedade.

De acordo com o Coordenador Técnico do Getap, Gustavo Capanema, todos estes agricultores fazem bem a lição de casa. “Mesmo em anos desafiadores de condições de clima desfavoráveis, o bom manejo realizado gerou resultados positivos minimizando esses impactos climáticos. Vale a velha máxima que o produtor prevenido produz mais e perde menos”, destaca.

Embora o clima não esteja sob controle dos produtores, o uso de tecnologias e um bom manejo podem minimizar perdas em condições adversas. Segundo Capanema, o planejamento é crucial e deve começar antes da safra, incluindo a compra antecipada de insumos e a manutenção de máquinas. É essencial cuidar do solo, verificando suas condições químicas, físicas e biológicas para ajustar a adubação. A utilização de palhada e a rotação de culturas também são recomendadas para melhorar as condições do solo e o desenvolvimento das lavouras.

“Sempre reforçamos a importância do agricultor se atentar às suas margens e não somente se prender a questão de preço dos grãos. Isso porque os valores de comercialização estão atrelados a uma série de fatores, como oferta e demanda que pode muitas vezes travar os preços”, detalhou Capanema.
 





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Risco de incêndio fecha 80 Unidades de Conservação em São Paulo



O fechamento emergencial de 80 Unidades de Conservação da região metropolitana e do interior de São Paulo foi anunciada pela Fundação Florestal, órgão vinculado à Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do estado lo (Semil). A medida foi tomada por conta do atual risco de incêndios florestais e vale até o dia 12 de setembro, podendo ser alterada, caso as condições mudem.

No período, as equipes da fundação terão como prioridade ações de prevenção e combate a incêndios e monitoramento territorial, informa a secretaria.

Outra responsabilidade atribuída aos funcionários é prestar apoio às comunidades vizinhas, caso seja necessário.

“Também estamos incrementando nossos contratos, especialmente o de bombeiros civis, além de direcionar equipes do litoral e do Vale do Ribeira para somar esforços durante esse período mais crítico”, disse o diretor executivo da fundação, Rodrigo Levkovicz.

Entre os fatores que contribuem para as ocorrências de incêndios figura a baixa umidade relativa do ar. Na última semana, o governo decretou situação de emergência – por 180 dias – nas áreas de 45 municípios paulistas que registraram queimadas entre os dias 4 e 24 de agosto.



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Queimadas persistem na Amazônia; cidades do PA superam mil focos



Levantamento do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) aponta a persistência das queimadas em diversos biomas do país, a partir de dados coletados entre 25 e 31 de agosto.

Na Amazônia, a situação é considerada grave em 37 municípios, que tiveram mais de 100 focos em uma semana. A cidade de São Félix do Xingu (PA) registrou 1.443 focos. Em Altamira (PA), foram identificados 1.102 focos. As cidades lideram os focos de incêndio ativos no país.

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O governo do Pará decretou, na última terça-feira (27), estado de emergência em função dos focos de queimadas no estado. Com a medida, fica proibido o uso de fogo para limpeza e manejo de áreas em todo o território estadual.

Queimadas no Pantanal 

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso informou que o sábado foi marcado pelo combate a 36 queimadas. Um incêndio em Sinop, no Parque Florestal, foi extinto na manhã deste sábado após dois dias.

As demais queimadas ocorreram nas seguintes localidades: Mirantes Morro dos Ventos, Atmã, Penhasco e Geodésico, no Morro do Chapéu e na região do Bananal, no Manso, em Chapada dos Guimarães; na Área de Proteção Ambiental Municipal Aricá-açu e Distrito da Guia, em Cuiabá. As chamas foram controladas por 31 bombeiros, com apoio de avião. 

No Pantanal, são 56 bombeiros distribuídos pela Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Sesc Pantanal, em Barão de Melgaço; entre Cáceres e a Bolívia; e na região da Fazenda Cambarazinho, em Poconé. Nesses locais, os militares contam com dois aviões, 16 viaturas, 11 máquinas, quatro barcos e um caminhão-pipa, além do apoio de outros órgãos e das Forças Armadas.

São monitorados também incêndios florestais na Terra Indígena Capoto Jarinã, em Peixoto de Azevedo; e na Aldeia Utiariti, em Campo Novo do Parecis. Os bombeiros precisam de autorização da Funai para ingressar nessas áreas.

Cerrado

Os dados mostram que ao menos nove municípios localizados no Cerrado registraram mais de 100 focos de calor no período analisado. A cidade de Lagoa da Confusão, em Tocantins, por exemplo, chegou a ter 282 registros, 163 a mais na comparação com a semana anterior. 

São Paulo

Os registros de incêndios se estendem ao norte de São Paulo e ao oeste de Minas Gerais, com menor intensidade. Em São Paulo, a Defesa Civil relatou sete focos nesse sábado (31), sendo um deles em Pedregulho, que ainda permanecia ativo até o começo da tarde deste domingo (1º).

Na região metropolitana de São Paulo, em Osasco, foi registrada a ocorrência de incêndio em uma comunidade, que atingiu ao menos 20 barracos. Não há registro de vítimas.



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Carne: missão oficial ao México destaca potencial e oportunidades para exportação



Uma missão oficial do Brasil ao México, promovida pelo Ministério da Agricultura brasileiro, buscou reforçar o potencial de crescimento da exportação da carne bovina do país àquele mercado, destacou a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) em nota. O mercado mexicano foi aberto à carne bovina do Brasil em março de 2023. Desde então, as exportações do produto têm registrado forte crescimento.

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Com as importações, eles suprem a demanda interna por determinado tipo de carne. Assim, ganham escala para exportar outros cortes, conforme a estratégia do momento”, disse, na nota, a diretora de Relações Internacionais da Abiec, Lhais Sparvoli. “Eventos como esse ajudam a estreitar as relações bilaterais e fazem parte de uma agenda estratégica constante”, acrescentou.

A missão oficial no México teve a participação de autoridades como os secretários de Comércio e Relações Internacionais, Roberto Perosa, e de Defesa Agropecuária, Carlos Goulart. A agenda incluiu reuniões e rodadas de negócios para expandir e consolidar a presença da carne bovina brasileira no mercado mexicano. Também ocorreu um evento na embaixada do Brasil no país, promovido pela Abiec e Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).



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