quinta-feira, julho 30, 2026

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Câmara aprova urgência do PL de pacote fiscal que limita crescimento do salário mínimo a 2,5% ao ano



A Câmara dos Deputados aprovou no final da noite desta quarta-feira (4), por 267 votos a favor e 156 contra, o requerimento de urgência para o projeto de lei que limita o crescimento real do salário mínimo ao máximo permitido pelo arcabouço fiscal, de 2,5% ao ano. Eram necessários 257 votos. A iniciativa faz parte do pacote de ajuste fiscal anunciado na semana passada pela equipe econômica.

A expectativa inicial era de que essa medida resultasse em economia de R$ 2,2 bilhões em 2025 e R$ 9,7 bilhões em 2026. No entanto, a revisão do Produto Interno Bruto (PIB) de 2023, de 2,9% para 3,2%, aumentará para R$ 15 bilhões a projeção de economia de gastos com a medida neste período.

O líder do governo na Câmara, José Guimarães, reforçou que o acordo feito entre governo e Parlamento para destravar a votação da urgência era de justamente avançar na negociação em torno das emendas parlamentares. “Nós vamos na próximas horas buscar solução para execução das emendas que são legítimas e precisam ser executadas”, disse ele em plenário.

Houve resistência de parte da Câmara em apoiar as urgências aos projetos do pacote de ajuste fiscal devido à insatisfação com as novas exigências do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a distribuição e a execução das emendas parlamentares.

Pelo projeto de lei, assinado por Guimarães, o ganho real do salário mínimo não poderá ser superior a 2,5% ao ano, nem inferior a 0,6%.

“O projeto de lei tem a finalidade de racionalizar despesas públicas primárias, com vistas a aperfeiçoar o orçamento público e ajustar o ritmo de crescimento do gasto obrigatório ao disposto na LC 200/2023 (arcabouço fiscal), que limita o crescimento real da despesa a 70% da variação da receita, sempre entre 0,6% e 2,5%”, diz o texto.

Na prática, a proposta prevê que o salário mínimo continuará sendo corrigido pelo valor acumulado do INPC até novembro mais a variação do PIB de dois anos antes, mas limitado à regra do arcabouço fiscal a cada ano – que estabelece o crescimento da despesa a 70%, ou 50%, da variação da receita nos 12 meses anteriores, com variação entre 0,6% e 2,5% ao ano acima da inflação.

Por exemplo, se a regra do arcabouço permitir que o orçamento cresça 2% em termos reais em um determinado ano, e o PIB de dois anos anteriores tenha sido menor do que este porcentual, o salário mínimo vai crescer à taxa do PIB – mas esse crescimento do salário mínimo não poderá ser menor do que 0,6%. Se o PIB for maior do que os 2%, o reajuste real seguirá o mesmo porcentual da regra de limite de gastos daquele ano.

O PL também prevê mudanças nas regras de concessão do Benefício de Prestação Continuada (BPC), determinando que a renda familiar vai considerar a soma dos rendimentos mensais de membros da família e vedando deduções não previstas em lei. Quem tiver bens ou propriedade que superem o valor de isenção referente ao patrimônio na declaração de Imposto de Renda não poderá usufruir do benefício. O governo espera economizar R$ 2 bilhões por ano com a medida.

O texto inclui, também, a obrigatoriedade de cadastro biométrico para concessão, manutenção e renovação de benefícios de seguridade social. O governo pretende economizar R$ 2,5 bilhões por ano com essa medida. Além disso, prevê que o Proagro respeite a disponibilidade orçamentária.

O projeto também muda os parâmetros relativos à permanência no Bolsa Família, incluindo o estabelecimento de índices máximos de famílias unipessoais. A expectativa é que essa iniciativa renda R$ 2,0 bilhões em 2025 e R$ 3,0 bilhões ao ano a partir de 2026. Prevê, ainda, que a despesa federal alocada no Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF) cresça limitada ao IPCA. Com essa medida, espera-se economizar R$ 800 milhões em 2025 e R$ 1,5 bilhão em 2026.



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Conab realiza leilões para compra de sementes destinadas a produtores no RS



A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) realiza na sexta-feira (6) três leilões eletrônicos para a compra de 75 toneladas de sementes de arroz, com o objetivo de atender cooperativas e assentamentos no estado do Rio Grande do Sul.

Em nota, a estatal afirma que a compra atende à demanda específica de sementes de arroz da safra 2024/2025, considerando o perfil dos produtores rurais de pequeno e médio porte. Os recursos para os leilões são do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA).

A primeira operação do leilão eletrônico prevê a aquisição de 15 toneladas de sementes de arroz Epagri 108, safra 2024/2025, que serão entregues no Assentamento Capela, em Nova Santa Rita (RS). A cooperativa responsável pela recepção das sementes será a Cooperativa Agropecuária de Nova Santa Rita (Coopan).

A segunda operação contempla a compra de 30 toneladas de sementes de arroz BRS A705, também safra 2024/2025. Este lote será destinado ao Assentamento Integração Gaúcha, localizado em Eldorado do Sul (RS), e a recebedora será a Associação Dezenove de Setembro.

A terceira operação trata da aquisição de 30 tonealdas de sementes de arroz BRS Pampeira, safra 2024/2025, divididas em dois lotes de 15 toneladas cada. O primeiro lote será entregue no Assentamento Capela, em Nova Santa Rita, com a Coopan como recebedora, enquanto o segundo lote será destinado ao Assentamento Filhos de Sepé, em Viamão (RS), com a Associação dos Moradores Filhos de Sepé (Aafise) como recebedora.



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Chuvas acima da média beneficiam o arroz no Sudeste Asiático



Impacto no óleo de palma preocupa




Foto: Pixabay

Segundo o boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado nesta terça-feira (3) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), Uma perturbação tropical de grande magnitude atingiu o Sudeste Asiático, causando chuvas torrenciais em diversas regiões e provocando inundações localizadas. Áreas do leste das Filipinas e partes da Malásia e Indonésia registraram acumulados superiores a 200 mm de precipitação.

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Na península da Malásia, algumas localidades chegaram a reportar chuvas acima de 800 mm. Embora as inundações mais severas tenham ocorrido fora das principais áreas agrícolas, atrasos na colheita e possíveis quedas no rendimento de óleo de palma na Malásia foram observados como efeitos negativos.

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Por outro lado, na Indonésia, as chuvas em Java foram majoritariamente sazonais e benéficas para o arroz da estação principal, que apresenta um desempenho positivo nesta temporada. Os dados indicam que os acumulados de chuva em Java estão 120% acima da média histórica, um contraste significativo em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram registrados apenas 54% do normal.





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Senado aprova projeto que inclui produtores no RenovaBio e endurece regras para distribuidoras



O Senado aprovou nesta quarta-feira (4) o projeto de lei 3.149/2020, que inclui produtores independentes de matéria-prima para biocombustíveis no sistema de créditos de descarbonização do Renovabio (CBios).

Na prática, o projeto permite que produtores de cana-de-açúcar participem da remuneração dos Cbios, até então restrito às usinas fabricantes de biocombustíveis. A versão, que manteve o texto avalizado pela Câmara dos Deputados, foi aprovada por unanimidade pelos senadores. O texto agora segue para sanção presidencial.

A principal mudança do projeto é a inclusão dos produtores de cana-de-açúcar na remuneração dos CBios. O projeto prevê que o produtor de cana-de-açúcar deve receber no mínimo 60% das receitas oriundas da comercialização dos CBios gerados a partir da cana-de-açúcar por ele entregue e destinada à produção de biocombustíveis.

Em caso de fornecimento pelo produtor ao fabricante de biocombustível de dados primários necessários ao cálculo da nota de eficiência energético-ambiental, além dos 60%, ele deverá receber 85% de receita adicional sobre a diferença de créditos, como um estímulo adicional de receita.

O relator do projeto, senador Efraim Filho (União-PB), afirmou que o projeto “casa com assuntos ambientais e de transição energética”, tem sintonia de “entendimento público” e fortalece toda a cadeia produtiva.

“A emissão de Créditos de Descarbonização (CBIOs) está diretamente ligada à substituição de combustíveis fósseis por biocombustíveis nos veículos automotores, o que depende essencialmente tanto da matéria prima como do seu processamento. Nesse contexto de análise, como consequência, imagina-se ser relevante a inclusão do produtor rural, ou ‘fornecedor independente de matéria-prima’, no RenovaBio”, defendeu Efraim.

O projeto também endurece as regras quanto a distribuidoras que não cumprirem as metas de descarbonização relativas às suas metas individuais de redução de emissões de gases de efeito estufa. As metas deverão ser cumpridas até 31 de dezembro de cada ano. As sanções e penalidades em casos de descumprimento foram ampliadas, além de incluídas obrigações sobre estoque de biocombustível necessário pelo distribuidor.

De acordo com o projeto, o não cumprimento da meta pelas distribuidoras vai figurar crime ambiental, além de multa proporcional à quantidade de créditos de descarbonização que deixou de ser comprovadamente adquirida e aposentada, variando de R$ 100 mil a R$ 500 milhões. As distribuidoras adquirem os CBios para alcançarem as metas atreladas ao Renovabio. Cada CBio representa uma tonelada de carbono equivalente que deixou de ser emitida para a atmosfera ao substituir o combustível fóssil por um renovável.

O projeto estava em tramitação na Congresso desde 2020, mas o tema dividia há anos usinas e produtores de cana-de-açúcar. Agora, usinas e produtores chegaram a um consenso sobre o novo arcabouço dos CBios. O setor produtivo calcula que aproximadamente 30% da cana-de-açúcar fornecida à indústria de biocombustíveis é produzida por produtores independentes.

As alterações no Renovabio, Política Nacional de Biocombustíveis criada em 2017, foram apoiadas pelo governo federal, com manifestação expressa ao longo da tramitação na Câmara por integrantes do Ministério de Minas e Energia. O Ministério da Agricultura também era favorável ao tema.



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Chicago opera perto da estabilidade, aguardando exportações dos EUA



Os contratos do milho operam com preços próximos à estabilidade nas negociações da sessão eletrônica da Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O mercado opera sem direção definida, alternando entre os territórios positivo e negativo.

Por um lado, as cotações do cereal são impactadas pela expectativa em relação às vendas norte-americanas, cujo relatório semanal de exportações será divulgado hoje, às 10h30min, pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Analistas estimam vendas entre 800 mil e 1,55 milhão de toneladas.

Paralelamente, o cenário é sustentado por fatores positivos, como a desaceleração do dólar frente a outras moedas e o avanço nos preços do petróleo em Nova York.

Os contratos com vencimento em março de 2025 operam cotados a US$ 4,30 1/4 por bushel, alta de 0,25 centavo de dólar, ou 0,05%, em relação ao fechamento anterior.

Ontem (4), o milho fechou com baixa nos preços. O mercado foi pressionado pelo clima favorável ao desenvolvimento das lavouras na América do Sul, seguindo também a aceleração do dólar frente a outras moedas correntes e as perdas do petróleo em Nova York.

Além disso, o cereal foi impactado pela agitação política na Coreia do Sul, um dos maiores compradores de produtos agrícolas dos Estados Unidos.

Os contratos com entrega em dezembro de 2024 fecharam com baixa de 2,25 centavos, ou 0,52%, cotados a US$ 4,30 por bushel. Os contratos com entrega em março de 2025 fecharam com recuo de 2,5 centavos, ou 0,57%, cotados a US$ 4,35 1/2 por bushel.



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Inseticida-acaricida apresenta eficácia contra pragas da citricultura



Inseticida-acaricida é integrado ao “Avalia Psilídeo”




Foto: Seane Lennon

A empreasa Sipcam Nichino Brasil anunciou que sua solução inseticida-acaricida “Fujimite®”, com o ingrediente ativo fenpiroximato, foi recentemente incorporada ao informe “Avalia Psilídeo”, ferramenta do Fundecitrus desenvolvida para ajudar citricultores a avaliar a eficácia dos inseticidas no controle do psilídeo-dos-citros (Diaphorina citri), vetor da doença ‘greening’. A mais recente atualização da ferramenta, que reúne dados sobre 78 populações do inseto coletadas em várias regiões do cinturão citrícola, foi publicada recentemente.

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De acordo com a empresa, a solução é eficaz no controle de pragas de alta relevância econômica, como o psilídeo e os ácaros tetranichydius e ovos do ácaro-da-leprose. Com modo de ação por contato e ingestão, o o inseticida-acaricida é destacado pela empresa como um novo grupo de ação, sendo ideal para a rotação de ativos na cultura e no manejo de resistência do psilídeo, devido à sua singularidade no grupo IRAC.

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O inseticida-acaricida tem mostrado ótimos resultados de controle do psilídeo-dos-citros, com estudos técnicos realizados na Estação Experimental Sylvio Moreira, do Instituto Agronômico (IAC), e por consultorias como SmartMip, Farmatac e Fundecitrus, que indicam um controle variando de 80% a 100% da praga.

 





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Cotações da soja avançam em Chicago à espera de vendas nos EUA



Os contratos da soja em grão registram preços mais altos nas negociações da sessão eletrônica na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) nesta quinta-feira (5).

O mercado tenta uma recuperação técnica após as perdas registradas no pregão anterior, impulsionado por um movimento de compras de barganha por parte dos investidores.

Também contribuem para o cenário favorável a desaceleração do dólar em relação a outras moedas e o avanço dos preços do petróleo em Nova York. Outro fator de atenção para os agentes do mercado é a divulgação das vendas semanais norte-americanas.

O relatório semanal de exportações de soja dos Estados Unidos será publicado hoje, às 10h30min, pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). As expectativas dos analistas apontam para vendas entre 1,1 milhão e 2,4 milhões de toneladas. Por outro lado, o avanço mais expressivo dos preços segue limitado pelas projeções de uma safra recorde no Brasil e pelas preocupações com a postura comercial agressiva do governo de Donald Trump em relação à China.

Os contratos com vencimento em janeiro de 2025 operam cotados a US$ 9,88 1/4 por bushel, alta de 4,5 centavos de dólar, ou 0,45%, em relação ao fechamento anterior.

Ontem (4), a soja fechou com preços mais baixos. O bom desenvolvimento das lavouras no Brasil e na Argentina sinaliza uma ampla oferta mundial da commodity e mantém o cenário fundamental baixista. O mercado acompanha de perto também o tumulto político na Coreia do Sul. O país asiático é importante compradores de produtos agrícolas americanos e os agentes avaliam os impactos que a tensão em Seul pode ter sobre a demanda.

Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro fecharam com baixa de 8 centavos de dólar, ou 0,8%, a US$ 9,83 3/4 por bushel. A posição março teve cotação de US$ 9,89 3/4 por bushel, com perda de 7,5 centavos, ou 0,75%.



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São Paulo premia as melhores cachaças paulistas


Na última terça-feira (03/12), foi realizada a cerimônia de premiação do 1º Concurso Estadual de Qualidade da Cachaça Paulista, na sede da Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo (SAA). A competição, que teve como objetivo valorizar a excelência da bebida produzida no estado, reconheceu as melhores cachaças em três categorias: envelhecida, armazenada e branca. Ao todo, 78 rótulos foram premiados, todos com qualidade certificada.

São Paulo é o maior produtor de cachaça do Brasil, com mais de 400 unidades produtoras, o que representa 45% da produção nacional. Os vencedores de cada categoria foram: Cachaça Almeida Valente, de Arthur Nogueira, na categoria branca; Cachaça Santa Capela Carvalho, de Santa Bárbara d’Oeste, na categoria armazenada; e Cachaça Taboado, de Votuporanga, na categoria envelhecida, conforme o infomado pela SAA.

A cerimônia destacou a rica diversidade de aromas e sabores da cachaça paulista, que pode incluir notas de frutas tropicais, baunilha, mel, especiarias e até mesmo nuances de couro e tabaco, dependendo do tipo de madeira utilizada e do tempo de envelhecimento. A bebida deve equilibrar doçura, acidez e amargor, com um final suave e agradável.

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O trabalho de pesquisa e desenvolvimento, realizado pelo Grupo de Estudos da Cadeia da Cachaça de Alambique (Gecca), também foi destacado. O grupo, composto por pesquisadores da Apta Regional de Bauru e Piracicaba, em parceria com o Instituto de Economia Agrícola (IEA-Apta), a Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (CATI), a Câmara Setorial da Cachaça Paulista da SAA e diversas universidades, tem como objetivo promover o aprimoramento da produção da cachaça no estado.

Os 78 rótulos participantes passaram por um rigoroso processo de avaliação, que considerou qualidade, procedência e informações dos rótulos. Entre os avaliadores estavam representantes da Secretaria de Agricultura, especialistas e apreciadores da bebida. A Apta Regional de Piracicaba foi responsável pela parte técnica do concurso, com a elaboração das fichas sensoriais e a análise dos resultados dos provadores. Ao todo, 51 cachaças foram premiadas com a classificação ouro, 23 com prata e 4 com bronze. As 5 melhores de cada categoria foram premiadas na cerimônia.





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Veja os destaques do mercado de hoje no Diário Econômico



Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta a revisão de cenário econômico, com expectativa de alta de 0,75 p.p. na Selic e manutenção do dólar acima de R$ 6. Destaque para a troca no comando da Petrobras, o recuo de 0,2% na produção industrial e a revisão do emprego privado nos EUA.



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preço registra alta nas cotações do algodão


Segundo o boletim do Agricultural Marketing Service’s Cotton and Tobacco Program, do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) publicado na última sexta-feira (29), as cotações do algodão em pluma registraram alta na semana encerrada em 28 de novembro nos Estados Unidos. O preço médio spot da qualidade base foi de $ 66,44 cents por libra, superando os $ 64,54 cents da semana anterior, mas abaixo dos $ 75,04 cents observados no mesmo período de 2023.

As cotações diárias oscilaram entre 65,73 centavos, na sexta-feira (22), e $ 66,71 cents, na quarta-feira (27). No período, foram negociados 46.556 fardos, quase o dobro do volume da semana anterior (19.685), mas ainda abaixo dos 35.889 registrados no mesmo período do ano passado. No acumulado da temporada, o total de transações spot chegou a 185.262 fardos, inferior aos 200.447 do ano passado, conforme o USDA.

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De acordo com o boletim, o mercado spot apresentou demanda moderada, enquanto a oferta dos produtores permaneceu limitada. O preço de liquidação de março na ICE encerrou a semana em alta, alcançando $ 71,75 cents, ante $ 70,43 cents da semana anterior.

O clima também influenciou as atividades agrícolas. Na região sudeste dos Estados Unidos, chuvas leves melhoraram as condições em algumas áreas, mas bolsões de seca persistiram em outras. As temperaturas diurnas variaram entre 50 e 70 graus Fahrenheit, enquanto mínimas noturnas oscilaram entre 30 e 50 graus.

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A colheita e o trabalho de campo avançaram, com os módulos sendo processados sem interrupções nas instalações de descaroçamento. Em algumas áreas das Carolinas e Virgínia, as chuvas tornaram o solo instável, causando atrasos pontuais.

O mercado interno mostrou demanda moderada por algodão de alta qualidade, especialmente para entregas no primeiro trimestre de 2025, embora nenhum novo contrato tenha sido formalizado. As exportações também registraram movimentação limitada, com pedidos pontuais de usinas na Costa Rica e Taiwan, mas sem negociações adicionais.





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