sexta-feira, julho 24, 2026

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Chuva predomina no Natal em grande parte do Brasil



O Natal deve ser chuvoso em boa parte do Brasil. A combinação de calor, alta umidade do ar e a circulação dos ventos formam muitas nuvens no céu, provocando pancadas de chuva, principalmente no período da tarde. Acompanhe os detalhes do tempo em cada região do país, segundo a Climatempo.

Sul

A circulação de ventos do oceano em direção ao continente aliado ao calor e alta umidade já presente na atmosfera favorece um dia com mais presença de nebulosidade e pancada de chuva à tarde nas regiões oeste e noroeste paranaense, litoral e região metropolitana do Paraná, região no vale do Itajaí e região metropolitana de Florianópolis e nas regiões norte e nordeste do Rio Grande do Sul. Nas demais áreas, o sol aparece sem previsão de chuva e o dia será bem ensolarado, exceto no extremo sul do Rio Grande do Sul, RMPOA e campanha gaúcha, onde tem previsão de chuva passageira, mas no fim do dia.

Sudeste

As instabilidades continuam predominando e chove em praticamente todo o estado de Minas Gerais, Espírito Santo e também no Rio de Janeiro. Em São Paulo, a chuva se concentra nas regiões oeste, noroeste, litoral, vale do Paraíba e região metropolitana – é uma chuva que acontece à tarde e não tem previsão para temporais. As demais regiões do estado seguem com o tempo bem ensolarado.

Centro-Oeste

As instabilidades predominam em todos os estados da Região Centro-Oeste do Brasil. A chuva acontece à tarde em formato de pancadas com raios e trovoadas, não descartando ocorrências de temporais. Ao longo do dia, o sol deve aparecer em alguns momentos e por isso a temperatura sobe bem. As máximas ficam mais altas e a sensação será de tempo abafado.

Nordeste

A circulação de ventos mantém as instabilidades mais intensas entre os estados Maranhão, Piauí e oeste da Bahia, enquanto entre as capitais Salvador e Natal, os ventos que sopram do oceano em direção ao continente também formam nuvens carregadas, mas a chuva acontece de forma muito esporádica. No sertão nordestino, o tempo continua bem ensolarado, com máximas elevadas.

Norte

A chuva se concentra entre o interior do Acre, sul e leste do Amazonas, Pará, Tocantins e também todo o estado de Rondônia. No Amapá, a ZCIT continua causando chuva no norte do estado, enquanto na região norte do Amazonas e em Roraima, o tempo firme predomina, com um sol parecido entre poucas nuvens.



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Chuva beneficia safras de milho


No Rio Grande do Sul, as lavouras de milho apresentam diferentes estágios de desenvolvimento e produtividade, de acordo com o boletim da Emater/RS-Ascar publicado na quinta-feira (19). As chuvas recentes contribuíram para a recuperação do potencial produtivo em várias regiões, mas a estiagem de novembro ainda reflete em perdas localizadas.

Na região administrativa de Bagé, a cultura está em estágio inicial de desenvolvimento vegetativo. Já na Fronteira Oeste, grande parte das lavouras encontra-se na fase de enchimento de grãos. Em Quaraí, chuvas volumosas sustentaram o alto potencial produtivo, embora o controle de lagartas tenha sido necessário em alguns pontos. Em Santa Margarida do Sul, agricultores familiares estão comercializando milho-verde, opção que agrega renda às pequenas produções.

Na região de Caxias do Sul, há grande variação nos estágios de desenvolvimento. Nos Aparados da Serra, a semeadura já foi concluída e as lavouras seguem em desenvolvimento vegetativo. Nos Campos de Cima da Serra, a cultura avançou para pendoamento e floração.

Em Erechim, 20% das lavouras estão em floração e 80% em enchimento de grãos, com expectativa de produtividade superior à última safra. Em Ijuí, 70% das plantações também estão em enchimento, mas as perdas durante a estiagem de novembro reduziram o potencial inicial. Apesar disso, as chuvas subsequentes estabilizaram a umidade, favorecendo o peso das espigas.

Na região de Pelotas, 66% da área foi semeada, com 88% das lavouras ainda em desenvolvimento vegetativo, 10% em pendoamento e 2% em enchimento de grãos. Em Santa Maria, a estiagem afetou a produtividade no Vale do Jaguari, principalmente em Capão do Cipó e Santiago, onde as plantas apresentam encurtamento dos entrenós.

Em Santa Rosa, 1% das lavouras está em desenvolvimento vegetativo, 4% em floração, 65% em enchimento de grãos, 28% em maturação e 2% já foi colhido. A produtividade em áreas irrigadas chega a 13.200 kg/ha, enquanto nas áreas de sequeiro é de 6.600 kg/ha, com projeção de queda de 6% devido à estiagem de novembro.

Na região de Soledade, as lavouras precoces estão distribuídas entre os estágios de desenvolvimento vegetativo (8%), floração (25%) e enchimento de grãos (65%). As chuvas de dezembro garantiram bom enchimento, mas há perdas pontuais nas áreas afetadas pela seca anterior. Já o plantio tardio sobre resteva de tabaco está em germinação e emergência (2%).

O preço médio da saca de 60 quilos de milho recuou 1,05% na última semana, caindo de R$ 67,71 para R$ 67,00, segundo levantamento semanal da Emater/RS-Ascar.





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Goiás registra aumento de 10,1% no abate de bovinos


Segundo o Agro em Dados de dezembro da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Governo de Goiás, Goiás registrou 1,06 milhão de bovinos abatidos no terceiro trimestre de 2024, o que representa um aumento de 10,1% em comparação com o mesmo período do ano passado. O desempenho do estado contribuiu com 10,2% do total nacional de abates no período, conforme dados do IBGE. Esse crescimento na oferta de carne, somado à demanda aquecida no segundo semestre, resultou em resultados históricos nas exportações brasileiras e goianas de carne bovina, com destaque para o mês de outubro.

Em outubro, o Brasil exportou 298,3 mil toneladas de carne bovina, gerando um faturamento de US$ 1,3 bilhão. Esse volume representa um aumento de 41,9% em comparação ao mesmo mês de 2023, enquanto o valor das exportações subiu 44,6%. O preço médio por tonelada também registrou crescimento, atingindo US$ 4.560,89, um aumento de 1,9% em relação a outubro do ano passado.

Goiás, que já é um dos principais exportadores de carne bovina do Brasil, também observou aumento em suas vendas externas. Em outubro, os principais destinos da carne bovina goiana ampliaram suas aquisições, com destaque para o crescimento de 6,6% nas compras pela China, 88,7% pelos Estados Unidos, 1.860,5% pelo México e 109,8% pela Rússia. Esses números demonstram a competitividade da carne bovina goiana no mercado internacional.

A cadeia produtiva de carne bovina nos Estados Unidos enfrenta desafios, com aumento nos custos de produção, secas severas e redução no rebanho bovino. Como resultado, os preços aumentaram e houve uma maior demanda externa por carne bovina. Este cenário abre uma oportunidade para o Brasil expandir suas exportações e atender à crescente demanda norte-americana, com perspectivas de aumento no volume exportado em 2025.

No mercado interno, as cotações do bezerro, da arroba do boi gordo e de outras categorias seguem em alta. Em outubro, a média mensal foi de R$ 2.205,46, marcando uma valorização de 7,1% em relação ao ano passado. Este cenário de alta nos preços tem favorecido a retenção de fêmeas para a produção de bezerros, o que já reflete na diminuição de vacarias e novilhas enviadas ao abate. De acordo com o IBGE, no terceiro trimestre de 2024, o abate de vacas caiu 12,5%, e o de novilhas teve redução de 33,5% em comparação com o segundo trimestre deste ano.





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Alta temperatura afeta produção de morango



Em Pelotas, a produção de morango continua em plena colheita




Foto: Seane Lennon

A produção de morango na região de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, apresenta bom desenvolvimento, com frutos sadios e de bom tamanho. No entanto, as altas temperaturas registradas recentemente afetaram a produção, causando o abortamento de flores e, consequentemente, a redução da quantidade de frutos. A colheita está em andamento e os preços praticados no município são de R$ 25,00 por kg, de acordo com o boletim da Emater/RS-Ascar publicado na quinta-feira (19).

Segundo a região de Santa Rosa, a produção de morangos é realizada principalmente em semi-hidroponia, com os produtores já em plena colheita. O preço de venda varia conforme o tamanho do fruto: R$ 15,00 por kg para morangos pequenos e R$ 30,00 por kg para frutos maiores e padronizados. Contudo, a produção enfrenta desafios devido ao excesso de calor, exigindo cuidados constantes com a fertirrigação e controle da temperatura da água. Além disso, o cultivo foi afetado por ataques de percevejos e moscas-pretas, que comprometeram o valor comercial do produto.

Em Pelotas, a produção de morango continua em plena colheita. Contudo, houve uma redução na produção das cultivares de dias curtos, que foram influenciadas pelo número elevado de horas de radiação solar. Este ano, pela segunda vez consecutiva, o pico da floração foi retardado devido à alta nebulosidade e à umidade durante o inverno e a primavera, o que também causou o atraso no término da produção dessas variedades. Por outro lado, as plantas de dias neutros, tanto cultivadas em solo quanto em estufa, apresentam produção satisfatória, com até duas colheitas semanais. A oscilação de preços nos mercados, que variam entre R$ 18,00 e R$ 35,00 por kg, é reflexo da redução da safra das cultivares de dias curtos.





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Exportações de milho enfrentam desaceleração em outubro


Segundo o Agro em Dados de dezembro da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Governo de Goiás, as condições climáticas de 2024 favoreceram a semeadura e o desenvolvimento do milho 1ª safra, especialmente em Goiás e nos estados do sul do Brasil, com chuvas regulares e bem distribuídas durante o plantio. Em Goiás, a estimativa para esta safra de verão é otimista, com um acréscimo de 1,8% em produção e produtividade em comparação à temporada anterior.

No início de dezembro, Goiás já havia alcançado 49,0% da área prevista para o milho, um avanço significativo em relação aos 23% registrados na mesma época do ano passado. No Brasil, o plantio atingiu 65,1% da área cultivada, com destaque para a região Sul, onde a semeadura está praticamente concluída.

No terceiro trimestre de 2024, o preço do milho apresentou uma leve recuperação em comparação ao ano anterior, quando houve uma queda brusca nos preços devido à ampla oferta do cereal. Em novembro, o valor da saca de milho atingiu o maior patamar do ano, refletindo um aumento de 21,7% em relação ao mesmo mês de 2023.

No entanto, as exportações de milho do Brasil enfrentaram uma redução de 24,2% no volume comercializado em outubro, enquanto Goiás registrou queda de 3,8% em comparação ao mesmo período do ano passado. Essa desaceleração nas transações internacionais pode ser atribuída ao aumento da demanda interna pelo cereal, principalmente para a produção de etanol.

Segundo o Balanço Energético Nacional (BEN) 2024, a produção de etanol a partir do milho tem ganhado espaço no Brasil desde 2021, alcançando 16% de participação na fabricação do biocombustível em 2023. Além disso, o milho tem sido uma importante matéria-prima para a produção de coprodutos, como óleo de milho e DDGS, que geram rentabilidade adicional para o setor.





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SP apoia fruticultura com novo crédito



“Estamos muito satisfeitos com este projeto que vai beneficiar bastante”



Em 2024, o FEAP já disponibilizou um montante recorde de R$ 290 milhões para crédito rural
Em 2024, o FEAP já disponibilizou um montante recorde de R$ 290 milhões para crédito rural – Foto: Canva

O Governo de São Paulo anunciou, no dia 18 de dezembro de 2024, a criação da Linha de Crédito Fruticultura SP, com um valor disponibilizado de R$ 10 milhões, para apoiar pequenos e médios produtores do setor fruticultor do estado. O anúncio foi feito no Parque do Morango Duílio Maziero, em Jarinu, e visa fortalecer a citricultura paulista, além de expandir a produção para o mercado externo. A linha de crédito terá condições facilitadas: taxa de juros de 3% ao ano, prazo de 84 meses e dois anos de carência.

Edson Fernandes, secretário executivo de Agricultura e Abastecimento, ressaltou a importância da iniciativa, que busca capitalizar as pequenas propriedades e garantir a competitividade da fruticultura paulista. A produção do estado tem grande relevância tanto no mercado interno quanto externo, com destaque para o setor citrícola, que exportou mais de US$ 2,65 bilhões entre janeiro e novembro de 2024.

Em 2024, o FEAP já disponibilizou um montante recorde de R$ 290 milhões para crédito rural, beneficiando diversas cadeias produtivas. Para acessar o crédito, os produtores devem procurar a Casa da Agricultura de seu município. São Paulo segue sendo líder nacional na produção de frutas, com 14,5 milhões de toneladas cultivadas em 2023, destacando-se na produção de laranja, limão, banana, abacate e caqui.

“Estamos muito satisfeitos com este projeto que vai beneficiar bastante, principalmente o pequeno e médio produtor rural a manter e expandir as atividades da produção agrícola”, frisou o presidente da Associação de Produtores de Morango de Atibaia e Jarinu, Oswaldo Maziero.

 





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Após estiagem, safra de feijão mostra sinais de recuperação


No Rio Grande do Sul, a primeira safra de feijão avança em diferentes estágios de desenvolvimento, impulsionada pela recuperação da umidade do solo após a estiagem registrada em novembro. Dados do último Informativo Conjuntural, divulgado pela Emater/RS-Ascar, apontam que as lavouras cultivadas no início do calendário agrícola já estão, em grande parte, em fase reprodutiva e início da colheita.

Na região dos Campos de Cima da Serra, onde o plantio é mais tardio, a semeadura segue em andamento, com algumas áreas ainda em fase inicial de desenvolvimento. Já em outras regiões do estado, os danos causados pela falta de chuvas foram parcialmente revertidos com a regularização das precipitações em dezembro, favorecendo o enchimento das vagens e o aumento do peso dos grãos.

A safra 2024/2025 deve ocupar 28.896 hectares no estado, com produtividade média estimada em 1.864 kg/ha. No entanto, a Emater destaca a variação nos rendimentos devido ao impacto do estresse hídrico e ao nível tecnológico adotado, como o uso de irrigação.

Nas diferentes regiões administrativas, o avanço das lavouras reflete o impacto do clima e as estratégias de manejo:

Caxias do Sul: A semeadura segue até janeiro, com lavouras em fase inicial de emergência e boas condições de temperatura e umidade.

Ijuí: Cerca de 55% das lavouras estão em maturação e 10% já foram colhidas, com boa formação de grãos e rendimento elevado.

Pelotas: As lavouras apresentam 48% em desenvolvimento vegetativo, 33% em floração e 19% em enchimento de grãos.

Santa Maria: O avanço é distribuído entre 30% em floração, 30% em enchimento de grãos, 20% em maturação e 20% colhidos, beneficiados por condições climáticas favoráveis.

Soledade: A safra está dividida com 10% em floração, 40% em enchimento de grãos, 40% em maturação e 10% colhidos. A produtividade varia de 900 a 1.980 kg/ha, dependendo do manejo e do impacto hídrico.

Apesar do avanço na produção, o preço médio da saca de 60 kg registrou queda de 6,90% na última semana, recuando de R$ 290,00 para R$ 270,00, segundo levantamento da Emater/RS-Ascar.

A redução reflete o avanço da colheita e a maior oferta no mercado, mas produtores seguem atentos ao monitoramento de doenças, como antracnose, e ao controle de pragas, como tripes e ácaros, especialmente em lavouras mais tardias.

Com a expectativa de continuidade nas condições climáticas favoráveis, a Emater/RS-Ascar projeta que a recuperação parcial das perdas iniciais garantirá uma safra com bom volume e qualidade. No entanto, a desuniformidade nos rendimentos entre as regiões reforça a importância do investimento em tecnologias e manejo adequado para enfrentar os desafios climáticos e otimizar a produção.





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Você sabe qual a diferença entre o chester, o frango e o peru?



Nesta época do ano, as aves natalinas são destaques nos lares brasileiros. Chester, frango e peru são sinônimos de sabor e tradição, mas guardam diferenças entre si. Até a década de 70, o peru era a ave queridinha por aqui, foi quando uma empresa introduziu o chester nacionalmente para competir pela preferência das famílias. Trata-se de um frango maior que o convencional, produzido por um tempo maior. Mas do ponto de vista nutricional, não há diferença alguma.

Já o peru, proteína tradicionalmente consumida nesta época do ano, começa a ser produzida em meados de agosto, para formação de estoques. Apesar de serem aves, elas possuem algumas características.

Porém, para o consumidor, a boa notícia é que na hora de fazer o prato está liberado misturar as proteínas, mas o ideal é que se busque harmonia entre as carnes.O repórter João Nogueira entrevistou o presidente da Fundação de Apoio à Ciência e Tecnologia Avícolas (Facta), Ariel Mendes, que falou sobre essas diferenças.



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Brasil abriu 300 mercados para produtos agropecuários em menos de 2 anos



O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, anunciou hoje (24) que o Brasil alcançou a marca de 300 novos mercados internacionais abertos para produtos agropecuários em menos de dois anos. “Celebramos uma conquista histórica para o setor agropecuário brasileiro”, disse o ministro, em nota, destacando o impacto na geração de emprego e oportunidades na cadeia produtiva.

O balanço divulgado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) mostra que foram 222 aberturas de mercado somente em 2024, com 62 novos destinos incorporados à pauta exportadora desde janeiro de 2023. A estratégia incluiu a expansão da rede de representantes no exterior, que ganhou 11 novos postos de adidos agrícolas, chegando a 40 profissionais.

O país ampliou sua pauta exportadora além dos tradicionais carnes e grãos, incluindo produtos como embriões, gergelim, uvas frescas, erva-mate, sorgo, açaí em pó, sementes, noz-pecã e subprodutos de reciclagem animal.

Ano que vem

O governo planeja intensificar as ações de promoção comercial em conjunto com a ApexBrasil e o Ministério das Relações Exteriores. “Reforçaremos ainda mais as ações de promoção comercial para que todas as oportunidades que estão sendo geradas possam ser efetivadas”, afirmou em nota o secretário de Comércio e Relações Internacionais do Mapa, Luís Rua.



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Alimentação deve seguir pressionada no início de 2025, por alimentos in natura



O grupo de Alimentação deve seguir pressionado para cima no começo de 2025, mantendo variações acima de 1%, devido à sazonalidade dos alimentos in natura. A avaliação é do economista e coordenador do Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) da Fundação Getulio Vargas (FGV), André Braz.

“Normalmente, os volumes de chuva mais elevados – como os previstos para 2025 – não contribuem bem para safras robustas de alimentos in natura“, explica Braz. “Apesar de eles pesarem pouco no grupo, as altas que apresentam entre janeiro e março são fortes. Isso deve aparecer de alguma forma no IPC-S das próximas leituras.”

Atualmente, as carnes são as protagonistas da inflação em Alimentação, segundo Braz, que aponta que no início do próximo ano a demanda forte por proteínas deve apresentar sinais de arrefecimento. “O ritmo de encarecimento das proteínas começa a perder fôlego perto de março, o que também pode aliviar um pouco a inflação do grupo”, pontua.

Na terceira quadrissemana de dezembro, o grupo de Alimentação arrefeceu de 1,17% para 1,12%. O principal item que contribuiu para o avanço de 0,17% do IPC-S foi passagens aéreas, devido à demanda aquecida do período, aponta o economista.



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