segunda-feira, julho 13, 2026

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inflação final de 2024 e o impacto do Payroll; confira análise


Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o dia morno no mercado: o Ibovespa subiu levemente e o dólar caiu para R$ 6,04. Apesar da queda no varejo em novembro, o setor segue em um bom momento.

Hoje, o foco está na inflação oficial de 2024, com projeção de 4,86%, e no Payroll dos EUA, que pode agitar os mercados.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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AgroNewsPolítica & Agro

Mato Grosso do Sul alcança superávit de US$ 7,1 bilhões em 2024


Segundo dados divulgados pela Agência de Notícia do MS, o Mato Grosso do Sul encerrou 2024 com um superávit comercial de US$ 7,1 bilhões, impulsionado pelo desempenho robusto das exportações de commodities agrícolas e produtos industrializados. Os dados constam na Carta de Conjuntura divulgada pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc).

No acumulado do ano, o estado registrou US$ 9,969 bilhões em exportações, contra US$ 2,808 bilhões em importações. Entre os produtos exportados, a soja liderou com 28,7% do total (US$ 2,8 bilhões), seguida pela celulose, que respondeu por 26,6% das vendas externas (US$ 2,6 bilhões). Este último produto destacou-se com um aumento de 79,1% em relação a 2023, conforme apontaram os dados.

No lado das importações, o gás natural foi o principal item adquirido, representando 41,3% do total, seguido por adubos (11,3%) e cobre (7,6%).

A China manteve sua posição como principal destino das exportações do estado, com 45,4% do valor total. Destaque também para o crescimento exponencial de mercados como Turquia, que ampliou suas compras em 158,6%, e Emirados Árabes Unidos, com alta de 101% em comparação a 2023.

De acordo com o informado, o setor industrial foi um dos destaques de 2024, com crescimento de 25,13% na receita e 12,42% no volume exportado. Por outro lado, a agropecuária registrou queda significativa, com retração de 36,7% no valor exportado e de 35% na movimentação de cargas.

No contexto regional, Três Lagoas liderou as exportações, representando 26,2% do valor total, com avanço de 45,3% em relação ao ano anterior (US$ 2,6 bilhões). Ribas do Rio Pardo teve o maior crescimento percentual, registrando alta de 690% nas exportações, impulsionado pela instalação de uma nova fábrica de celulose, totalizando US$ 428 milhões em vendas externas. Em contraste, Dourados sofreu uma retração de 43,1%, enquanto Campo Grande teve um crescimento modesto de 4,4%, alcançando US$ 532 milhões.





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AgroNewsPolítica & Agro

Estiagem afeta produção de mandioca



A escassez de água no solo resultou em estresse hídrico nas plantas




Foto: Canva

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (9) pela Emater/RS-Ascar, a seca prolongada na região administrativa de Santa Rosa, no Rio Grande do Sul, tem impactado diretamente as lavouras de mandioca. A escassez de água no solo resultou em estresse hídrico nas plantas, que apresentam murchamento intenso das folhas ao longo do dia.

Em áreas onde a mandioca foi plantada mais cedo, a colheita já começou. Embora as raízes colhidas apresentem menor tamanho, a qualidade interna, com polvilho suficiente, tem garantido boas características de cozimento e sabor.

Entretanto, atividades como a capina foram suspensas devido à baixa umidade do solo, que dificulta o trabalho mecânico e aumenta a evapotranspiração, prejudicando ainda mais o cultivo. Apesar das adversidades, a cultura de mandioca na região mantém um bom potencial, com produtividade estimada em 16 toneladas por hectare, considerada dentro da média histórica para o município.

A mandioca está no período de entressafra, e a comercialização segue com preço estável, cotado a R$ 6,00 por quilo. A estimativa é que os impactos climáticos possam influenciar no abastecimento e, consequentemente, nas cotações futuras, caso a situação de estiagem persista.





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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Petróleo registra ganho semanal com clima mais frio e estímulos da China


Logotipo Reuters

Por Arathy Somasekhar

HOUSTON (Reuters) – Os preços do petróleo subiram nesta sexta-feira, fechando a semana em alta sustentados pelo clima frio na Europa e nos EUA, bem como pelo estímulo econômico adicional sinalizado pela China.

Os contratos futuros do petróleo Brent fecharam em alta de 58 centavos, ou 0,8%, a 76,51 dólares por barril, o nível mais alto desde 14 de outubro. O petróleo bruto dos EUA (WTI) ganhou 83 centavos, ou 1,13%, para 73,96 dólares.

O Brent registrou ganho semanal de 2,4%, enquanto o WTI subiu quase 5%.

Sinais de fragilidade econômica chinesa aumentaram as expectativas de medidas para impulsionar o crescimento no principal importador de petróleo do mundo.

“Neste momento, a China tem sido incessante com anúncios sobre tentativas de estimular a atividade econômica, e o mercado está prestando atenção nisso”, disse John Kilduff, sócio da Again Capital, em Nova York.

As preocupações com a demanda chinesa foram um fator nas previsões de demanda fraca no ano passado, acrescentou ele.

A China anunciou algumas medidas novas para impulsionar o crescimento nesta semana, com um movimento surpreendente para aumentar os salários de funcionários do governo e um forte aumento no financiamento de títulos do tesouro ultralongos.

O funding adicional deverá ser usado para estimular o investimento empresarial e iniciativas de estímulo ao consumidor.

Os preços do petróleo também devem ter recebido suporte das expectativas de aumento da demanda por óleo para aquecimento após as previsões de clima mais frio em algumas regiões.

(Reportagem de Arathy Somasekhar em Houston, Enes Tunagur em Londres, Florence Tan e Jeslyn Lerh em Cingapura)





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AgroNewsPolítica & Agro

Exportações do agronegócio brasileiro alcançam US$ 164,4 bilhões em 2024


Segundo o informado pela Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), as exportações do agronegócio brasileiro somaram US$ 164,4 bilhões em 2024, consolidando o segundo maior montante da série histórica. Representando 49% das exportações totais do país, o desempenho reflete a resiliência do setor, que conseguiu manter sua força apesar da retração nos preços internacionais de algumas das principais commodities.

O complexo soja e os cereais registraram queda nas vendas, influenciados por uma menor safra e preços mais baixos. No entanto, a performance de outros segmentos tradicionais compensou essa retração: carnes (+11,4%), complexo sucroalcooleiro (+13,3%), produtos florestais (+21,2%) e café (+52,6%) lideraram o crescimento.

Produtos menos tradicionais, como limões, chocolate, alimentos para animais de estimação, gengibre, pasta de cacau e cebolas, também mostraram avanços expressivos, reforçando a diversificação da pauta exportadora brasileira.

A China manteve-se como o maior destino das exportações brasileiras, com US$ 49,7 bilhões, seguida pela União Europeia (US$ 23,2 bilhões) e pelos Estados Unidos (US$ 12,1 bilhões). Regiões como África (+24,4%) e Oriente Médio (+20,4%) ganharam maior relevância, impulsionadas pela retomada de relações diplomáticas e ações de promoção comercial.

O ano foi marcado pelo recorde de aberturas e ampliações de mercados internacionais, fortalecendo a posição do Brasil como fornecedor global de alimentos, fibras e energia. As ações do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) focaram na promoção de cadeias produtivas emergentes, com grande potencial de crescimento, além da diversificação de destinos e produtos exportados.





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AgroNewsPolítica & Agro

Preços do boi gordo sobem no Rio de Janeiro e Mato Grosso



O mercado pecuário paulista segue ajustando sua dinâmica pós-fim de ano




Foto: Divulgação

O informativo “Tem Boi na Linha”, da Scot Consultoria, apontou que após a alta registrada na quarta-feira (8), as cotações nas praças pecuárias de São Paulo permaneceram estáveis nesta quinta-feira (9). O mercado pecuário paulista segue ajustando sua dinâmica pós-fim de ano, com vendedores retornando aos negócios para equilibrar a oferta de bovinos. Apesar disso, compradores ainda relataram baixo volume de ofertas, o que contribuiu para a manutenção dos preços em todas as categorias.

As escalas de abate no estado atendem, em média, a seis dias.

Na região Norte de Mato Grosso, a oferta de boiadas permaneceu relativamente satisfatória, enquanto a demanda por carne continuou aquecida. Esse cenário impulsionou a cotação do boi gordo em R$ 3,00/@ e da vaca em R$ 5,00/@, mantendo o preço da arroba da novilha estável.

Já no Sudoeste do estado, houve alta de R$ 5,00/@ para a vaca e a novilha, enquanto a arroba do boi gordo se manteve inalterada. As escalas de abate alcançam, em média, sete dias no Norte e oito dias no Sudoeste.

No estado do Rio de Janeiro, o mercado registrou alta de R$ 5,00/@ para o boi gordo e para a vaca, com o preço da novilha permanecendo estável. As escalas de abate também estão, em média, para sete dias.





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Paraná inicia plantio da 2ª safra em área de 2,56 mi de hectares



O plantio da segunda safra de milho já começou no Paraná. A previsão de área é de 2,564 milhões de hectares, segundo o Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Agricultura do estado. O plantio atinge menos de 1% da área projetada.

De acordo com o Deral, o ritmo lento dos trabalhos é normal para o período e está atrelado principalmente à colheita da soja, que ocupa 5,7 milhões de hectares (93% da área total da primeira safra de grãos) e teve menos de 1% das lavouras colhido até agora.

“O plantio (de milho) só deve começar a evoluir mais rapidamente quando a colheita da soja tomar corpo”, diz o Deral.

O avanço também é limitado pelo clima. “Apesar das boas chuvas registradas até dezembro, 2025 começou quente e apenas com chuvas esparsas”, destaca o engenheiro agrônomo Carlos Hugo W. Godinho, do Deral, em nota.

Safra de milho atrasada em relação à anterior

Em comparação com o ciclo anterior, a safra atual está mais atrasada. O relatório aponta que 12% das lavouras de soja estão em maturação, 4 pontos porcentuais abaixo dos 16% registrados no mesmo período do ano passado, “indicando que a colheita deve ser um pouco mais lenta que no ciclo anterior”.

No caso do feijão segunda safra, que deve ocupar 381 mil hectares, o plantio atinge 6% da área prevista. Somadas, as áreas de milho e feijão segunda safra já semeadas representam mais de 32 mil hectares, ante 6,2 milhões de hectares ocupados pelas culturas na primeira safra.



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índice de preços recuou 3,31% em dezembro



O índice de preços Ceagesp encerrou o mês de dezembro em queda de 3,31% ante uma variação positiva de 3,25% em novembro. No ano, a alta é de 2,20%.

“O destaque ficou com o setor de verduras, que, após enfrentar forte alta no mês anterior, fechou o período com a maior redução de preços entre todos os setores analisados”, disse a Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp) em nota.

“As férias escolares provocaram forte desaquecimento de vendas no setor, puxando em grande parte a redução de preços.”

O setor de verduras variou -1,01% ante uma variação de 25,56% no mês anterior. No mesmo período do ano passado, o setor apresentou variação de -3,41%. As principais reduções ocorreram nos preços de alface crespa (-22,25%) e coentro (-20,50%). As principais altas ocorreram nos preços de repolho liso (+29,96%) e brócolis ramoso (+29,16%).

O setor de frutas variou -5,08% ante uma variação de 5,26% no mês anterior. No mesmo período do ano passado, o setor apresentou variação de 2,69%. Com o resultado obtido, o setor encerrou o mês com um acumulado de 11,54% no ano e de 11,54% em 12 meses. As principais reduções ocorreram nos preços de carambola (-57,66%) e pitaia (-46,54%). As principais altas ocorreram nos preços de caju (+20,91%) e mamão Havaí (+17,23%).

O setor de legumes variou 5,25% ante uma variação de -9,61% no mês anterior. No mesmo período do ano passado, o setor apresentou variação de 16,34%. Com o resultado obtido, o setor encerrou o mês com um acumulado de -14,16% no ano e de -14,16% em 12 meses. As principais altas ocorreram nos preços de vagem macarrão (+64,24%) e pepino comum (+51,39%). As principais reduções ocorreram nos preços de jiló (-47,91%) e quiabo (-39,65%).

O setor de diversos variou -9,73% ante uma variação de 3,56% no mês anterior. No mesmo período do ano passado, o setor apresentou variação de 8,27%. Com o resultado obtido, o setor encerrou o mês com um acumulado de -14,48% no ano e de -14,48% em 12 meses. As principais reduções ocorreram nos preços de batata lavada (-34,32%) e batata escovada (-19,42%). As principais altas ocorreram nos preços de ovos de codorna (+15,91%) e ovos brancos (+12,67%).

O setor de pescados variou 3,17% ante uma variação de 0,03% no mês anterior. No mesmo período do ano passado, o setor apresentou variação de 0,31%. Com o resultado obtido, o setor encerrou o mês com um acumulado de 1,95% no ano e de 1,95% em 12 meses. As principais altas ocorreram nos preços de curimba (+38,46%) e abrotea (+23,33%). As principais reduções ocorreram nos preços de espada (-14,65%) e robalo (-11,40%



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Dólar fecha no menor valor em quase um mês


Num dia de ajustes e de feriado parcial nos Estados Unidos, o dólar teve forte queda e fechou no menor nível em quase um mês. A Bolsa de Valores (B3) perdeu força perto do fim das negociações e ficou praticamente estável, abaixo dos 120 mil pontos.

O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (9) vendido a R$ 6,041, com queda de R$ 0,068 (-1,11%). A cotação iniciou o dia em leve alta, influenciada pelo aumento do dólar no exterior, mas passou a cair após o fechamento do mercado norte-americano, que funcionou em horário reduzido por causa do funeral do ex-presidente Jimmy Carter.

A cotação está no menor valor desde 13 de dezembro, quando estava em R$ 6,03. Com o desempenho de hoje, a moeda norte-americana acumula queda de 2,25% em 2025.

Bolsa

No mercado de ações, o dia foi marcado pela volatilidade. Em dia de poucos negócios, o índice Ibovespa, da B3, fechou aos 119.781 pontos, com alta de 0,13%. O indicador chegou a subir 0,44% às 14h11, mas desacelerou nas horas finais da sessão.

Com o fechamento mais cedo do mercado norte-americano, os investidores se voltaram para os fatores internos. Sem notícias relevantes para a economia no cenário doméstico, prevaleceu o ajuste de posições com os investidores vendendo dólares para embolsar lucros recentes. A valorização do minério de ferro e do petróleo no mercado internacional e os juros altos no Brasil ajudaram a atrair capitais externos para o país.



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AgroNewsPolítica & Agro

Mercado do açúcar fecha em queda


Segundo a União Nacional da Bioenergia (Udop), os contratos futuros de açúcar encerraram a quarta-feira (8) em queda nas bolsas de Nova York e Londres, enquanto o mercado doméstico brasileiro também registrou desvalorização no açúcar cristal pelo segundo dia consecutivo. Por outro lado, o etanol hidratado manteve sua trajetória de alta pelo nono dia seguido, refletindo um cenário misto no setor sucroenergético.

De acordo com os dados, na ICE Futures de Nova York, o açúcar bruto, com vencimento em março de 2025, foi negociado a 19,24 centavos de dólar por libra-peso, uma retração de 21 pontos ou 1,1% em relação à sessão anterior. Já o contrato para maio de 2025 caiu 15 pontos, sendo negociado a 17,96 centavos de dólar por libra-peso. Os demais contratos registraram quedas entre 3 e 12 pontos.

Na ICE Futures Europe, em Londres, o açúcar branco para março de 2025 foi negociado a US$ 503,70 por tonelada, uma desvalorização de US$ 3,90 em relação à véspera. O contrato para maio de 2025 seguiu a mesma tendência, sendo negociado a US$ 506,50 por tonelada, com recuo de US$ 3,90. Os demais contratos apresentaram quedas de 2 a 3,80 dólares.

No Brasil, o preço do açúcar cristal caiu pelo segundo dia consecutivo. De acordo com o Indicador Cepea/Esalq da USP, a saca de 50 quilos foi negociada a R$ 158,53, uma desvalorização de 0,29% em relação aos R$ 158,99 registrados na terça-feira.

Diferentemente do açúcar, o etanol hidratado seguiu valorizado pelo nono dia consecutivo. Segundo o Indicador Diário Paulínia, o biocombustível foi negociado a R$ 2.844,00 por metro cúbico, uma alta de 0,23% em relação aos R$ 2.837,50 registrados no pregão anterior, conforme o divulgado pela Udop.





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