domingo, julho 12, 2026

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Drones aceleram seleção de milho resistente à seca em estudo brasileiro



Pesquisadores brasileiros desenvolveram uma metodologia inovadora que utiliza drones equipados com câmeras RGB para acelerar a seleção de plantas de milho geneticamente modificadas, tornando o processo mais eficiente e menos custoso.

A técnica foi testada em experimentos conduzidos em Campinas (SP) e os resultados foram publicados na revista The Plant Phenome Journal no dia 5 de janeiro.

O estudo foi conduzido por pesquisadores do Centro de Genômica Aplicada às Mudanças Climáticas (GCCRC), uma parceria entre a Embrapa e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). 

Metodologia mais eficiente

Segundo Juliana Yassitepe, pesquisadora da Embrapa Agricultura Digital e autora do estudo, os métodos tradicionais de avaliação em campo são demorados e caros, dificultando avanços no desenvolvimento de cultivares mais resilientes.

“Nos métodos convencionais, é necessário esperar o ciclo completo da planta e realizar medições manuais, muitas vezes com equipamentos caros e processos lentos”, afirma.

Com a nova abordagem, drones realizam voos semanais sobre as plantações, capturando imagens que são convertidas em índices para avaliar a saúde das plantas. Isso permite identificar rapidamente variedades promissoras e simular seu desempenho em diferentes condições ambientais.

“Antes, levaríamos vários dias para medir a produção de grãos, tempo até a floração e altura das plantas. Agora, fazemos isso em poucas horas”, destaca Yassitepe.

Experimentos com drones no campo

Os experimentos realizados em 2023 incluíram 21 variedades de milho, das quais 18 tinham genes testados para tolerância à seca. As plantas foram divididas em dois grupos: um recebeu irrigação ao longo de todo o ciclo, enquanto o outro foi submetido à seca.

As análises mostraram que as câmeras RGB, mais acessíveis que as multiespectrais, produzem resultados confiáveis.

“Com voos mais baixos, é possível obter imagens de alta resolução, permitindo testar mais variedades de milho em uma mesma área”, afirma Helcio Pereira, pesquisador de pós-doutorado no GCCRC e coautor do estudo.

Benefícios e impacto

Além de reduzir custos operacionais, a metodologia permite realizar estudos em áreas menores, beneficiando projetos com recursos limitados. A análise temporal contínua também foi essencial para compreender como as plantas respondem ao estresse hídrico.

Os dados coletados pelos drones foram utilizados para desenvolver modelos preditivos que facilitam a seleção de variedades adaptadas a diferentes condições ambientais.

“Podemos prever o comportamento das variedades de plantas sem a necessidade de medições manuais frequentes, tornando o processo mais rápido e acessível”, afirma Pereira.



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AgroNewsPolítica & Agro

produtividade para soja mesmo em período de desafios climáticos



Soja enfrenta crescentes desafios sanitários devido às mudanças climáticas


Foto: Pixabay

“Assim como todas as culturas agrícolas, a soja enfrenta crescentes desafios sanitários devido às mudanças climáticas. Períodos prolongados de seca, chuvas intensas fora de época e aumento agressivo da temperatura média impactam diretamente o ciclo produtivo, dificultando o manejo das lavouras. Essas condições proporcionam comprometimento direto na produtividade, além de favorecer a ação de pragas e doenças. Os prejuízos vêm de diferentes frentes”, detalha Luiz Marcandalli, gerente Nacional de Marketing da Rainbow.

Diante desse cenário de desafios, os agricultores precisam buscar meios modernos para a manutenção da saúde das lavouras. Uma das principais ferramentas é o manejo integrado contemplando soluções biológicas, que envolve tanto a proteção da lavoura como a regeneração do solo, além de fortificar a microbiota natural de forma sustentável. Os agricultores adotam cada vez mais a prática. Dados da FarmTrak Bioinsumos mostram que 33% da safra 2022/23 de soja brasileira utilizou bioinsumos no manejo.

Para Marcandalli, o uso de soluções biológicas tem vários benefícios, incluindo a mitigação dos impactos climáticos nas culturas e a preservação ambiental. “Essa abordagem combina práticas agrícolas sustentáveis por meio do uso de microorganismos que atuam de maneira benéfica para as plantas. Dessa forma, mesmo diante de inúmeros desafios, conseguimos reduzir os impactos externos para o cultivo da nossa mais importante commodity”. 

Com a visão de contribuir para o sucesso da agricultura sustentável no Brasil, a Rainbow trouxe para o país sua divisão Rainbow Bio, que fornece modernas biossoluções que podem ser utilizadas de forma integrada, seja para aplicação foliar ou no solo. Destaque para Besroute, Besular, Searent e Searoot. Besroute é um fertilizante orgânico simples de torta vegetal de soja classe A que carrega consigo nitrogênio de carbono. Já Besular é um fertilizante organomineral.

“Além dos eficazes Besroute e Besular, Searent é um fertilizante organomineral com alta concentração de potássio K2O. Já Searoot é um fertilizante orgânico organomineral que possui em sua composição alta concentração de carbono e potássio”, detalha o gerente Nacional de Marketing da Rainbow. O portfólio da Rainbow Bio deve ser ampliado para o próximo ano com novos registros e ampliação da atuação da companhia no segmento.





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Embrapa prorroga inscrições de concurso público



A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) prorrogou as inscrições do concurso público para o dia 14 de janeiro de 2025. Ao todo, são ofertadas 1.027 vagas para cargos de níveis fundamental, médio e superior, com salários que podem chegar a R$ 12.814,61. As vagas estão distribuídas entre os municípios de Campo Grande, Corumbá e Dourados, em Mato Grosso do Sul. As provas, que incluirão questões objetivas e discursivas, serão realizadas no dia 23 de março de 2025.

Os cargos disponíveis no concurso da Embrapa são Pesquisador, com salário de R$ 12.814,61; Analista, com remuneração de R$ 10.921,33; Técnico, com salário de R$ 5.556,81; e Assistente, com remuneração de R$ 2.186,19. A taxa de inscrição varia conforme o cargo, sendo R$ 170,00 para Pesquisador, R$ 150,00 para Analista, R$ 80,00 para Técnico e R$ 60,00 para Assistente. O pagamento da taxa deve ser feito até o dia 4 de fevereiro de 2025.

Sobre as vagas

As oportunidades abrangem 189 áreas e subáreas, alinhadas às demandas estratégicas da empresa. Os candidatos devem escolher a área desejada durante a inscrição e poderão ser alocados em qualquer unidade da Embrapa com vagas disponíveis.

A Embrapa possui uma sede em Brasília (DF) e 43 unidades descentralizadas distribuídas pelo Brasil.

Além disso, das 1.027 vagas oferecidas, 719 serão destinadas à ampla concorrência, 205 para pessoas pretas ou pardas (PPP) e 103 para pessoas com deficiência (PCD).

Informações e inscrições

Os interessados podem acessar o edital completo no site do Cebraspe. O certame representa uma oportunidade histórica para quem deseja ingressar em uma das instituições mais relevantes para a pesquisa agropecuária no Brasil.



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muita chuva no início do ano; confira



O mês de janeiro de 2025 será intenso em relação à chuva em várias partes do Brasil, conforme a previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Os dados mostram que grandes áreas do país devem registrar precipitação acima da média histórica, com destaque para os pontos em azul no mapa.

No entanto, algumas regiões, como Rondônia, sudeste e norte do Pará, norte e sul do Tocantins, região central do Maranhão, oeste da Bahia e sul do Rio Grande do Sul, terão acumulados de chuva que podem ficar próximos ou abaixo do normal para o período.

Em São Paulo e no centro-sul do Rio de Janeiro, a previsão é de chuva dentro da média ou ligeiramente acima da média histórica, enquanto Minas Gerais e Espírito Santo podem enfrentar volumes de precipitação abaixo do esperado.

Chuva no Centro-Oeste

No Centro-Oeste, a chuva deve ocorrer dentro da normalidade, com destaque para Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, onde os volumes podem ser superiores à média. Por outro lado, Goiás e algumas áreas de Mato Grosso do Sul poderão ter precipitação abaixo da média registrada.



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como ajustar alimentação do rebanho na mudança da seca para as águas



A transição entre o período seco e o início das chuvas é crucial para o manejo nutricional do rebanho bovino. Segundo Murillo Meschiatti, engenheiro agrônomo e consultor técnico da Trouw Nutrition, esse é o momento em que ajustes na suplementação são fundamentais para garantir a saúde e o desempenho dos animais.

“O principal benefício de corrigir o suplemento é garantir o consumo efetivo, que proporciona a correta mineralização dos animais, essencial para as atividades metabólicas e o desempenho adequado do rebanho”, disse Meschiatti durante entrevista ao Canal Rural.

O papel da ureia na suplementação

Durante a seca, a suplementação proteica, com a inclusão de ureia, é essencial para melhorar a digestibilidade das fibras presentes nas forragens de baixa qualidade, segundo o engenheiro agrônomo.

“A ureia serve como substrato para as bactérias do ambiente ruminal, permitindo maior digestibilidade e consumo da forragem, evitando perdas de peso no período seco”, detalhou o especialista.

Ajustes na suplementação com início das chuvas

Com as primeiras chuvas, a qualidade das pastagens melhora, mas a transição exige atenção. Um erro comum, de acordo com Meschiatti, é não ajustar o nível de ureia nos suplementos, o que pode causar “travamento” no consumo, comprometendo a mineralização dos animais.

Para situações em que a recuperação das pastagens é lenta, o agrônomo recomenda o uso de suplementos proteicos ou proteico-energéticos para compensar a falta de forragem e garantir o desempenho do rebanho.

“A suplementação bem feita é crucial para suprir o que as forragens não conseguem oferecer e para manter o desempenho dos animais”, destacou.

Benefícios do manejo correto

Além de evitar perdas de peso, a suplementação adequada durante a transição contribui para o desenvolvimento metabólico e para alcançar os objetivos do produtor, sejam eles ganho de peso ou manutenção do rebanho.

O manejo nutricional eficiente durante essa fase é um dos pilares para garantir a sustentabilidade e produtividade da pecuária, tornando a suplementação uma ferramenta indispensável para o sucesso no campo.



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Carne bovina registra reajustes expressivos


De acordo com Ricardo Leite, Superintendente Executivo do Banco Safra, o setor pecuário enfrentou oscilações significativas em 2024, refletindo uma combinação de fatores internos e externos. O preço do boi gordo registrou uma alta expressiva de 35% entre janeiro e novembro, subindo de R$ 249,65 para R$ 338,75 por arroba. No varejo, o impacto também foi relevante: cortes como o acém tiveram aumento de 10,4% em novembro em relação ao mês anterior, acumulando alta de 14,5% no ano. Outros cortes premium, como a picanha e o contrafilé, registraram aumentos de 6,5% e 9,7%, respectivamente.

No mercado internacional, a situação foi distinta. O preço médio de exportação da carne bovina caiu 4,4% no acumulado de janeiro a novembro de 2024. No entanto, o aumento de 30,3% no volume exportado compensou a queda nos preços, resultando em uma elevação de 24,7% na receita total, que alcançou US$ 10,6 bilhões. Desde o pico histórico registrado em julho de 2022, o preço da carne bovina brasileira no mercado internacional acumulou uma desvalorização de 17%, com o preço médio em março de 2024 chegando a R$ 22,6 por kg (US$ 4,53 por kg).

Os últimos cinco anos evidenciam um ciclo de altos e baixos para o boi gordo. Em 2020, o preço subiu de R$ 200 para R$ 250 por arroba, impulsionado pela forte demanda de exportação, especialmente da China. Em 2022, o valor atingiu um recorde em julho, chegando a R$ 320, mas ajustes no mercado internacional fizeram com que terminasse o ano em R$ 300. Já em 2024, o aumento consistente dos preços foi reflexo de uma menor oferta e maior demanda interna e externa, com o valor fechando novembro em R$ 338,75 por arroba.

“As variações de preço da carne bovina em 2024 refletem uma combinação de fatores internos e externos. No mercado interno, a alta demanda e a menor oferta impulsionaram os preços, enquanto no mercado externo, a queda nos preços foi compensada por um aumento no volume de exportações”, disse ele.

 





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A busca por solução referente à Moratória da Soja



A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT), referente à Moratória da Soja, se manifesta em relação ao julgamento virtual da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) nº 7.774, movida contra a Lei nº 12.709/2024, que trata da concessão de incentivos fiscais a empresas com impacto econômico-social negativo para os municípios do estado de Mato Grosso.

No dia 26 de dezembro, o ministro do STF, Flávio Dino, determinou a suspensão da eficácia da lei que trata o acordo, prevista para entrar em vigor no dia 1º de janeiro de 2025. O Supremo Tribunal Federal (STF) agendou o julgamento virtual que questiona a constitucionalidade da lei. A legislação, que estabelece o corte de incentivos às signatárias da moratória da soja no estado, será analisada pelo STF entre os dias 14 e 21 de fevereiro.

A entidade reafirma sua confiança no processo judicial e na capacidade do Supremo Tribunal Federal (STF) de garantir um julgamento justo e equilibrado, levando em conta os profundos prejuízos socioeconômicos que a Moratória da Soja pode gerar para os produtores e para a economia do estado.

Representando os interesses dos produtores de soja e milho, a Aprosoja MT destaca a importância dessa decisão para o setor agropecuário e o futuro do desenvolvimento sustentável em Mato Grosso. A associação solicitará oficialmente o ingresso como amicus curiae no processo, com o objetivo de fornecer informações e argumentos técnicos que possam contribuir para a análise adequada do caso.



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Após 100 anos, antas reaparecem em área preservada no Rio de Janeiro



Antas (Tapirus terrestris) foram registradas pela primeira vez em cem anos em território do estado do Rio de Janeiro, em uma unidade de conservação do Parque Estadual Cunhambebe, administrada pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea). O maior mamífero terrestre da América do Sul, antes considerado extinto na região, foi avistado por meio de armadilhas fotográficas instaladas graças a uma parceria entre o Inea e a Vale, firmada em 2020.

Os 108 registros feitos pelas câmeras flagraram grupos com até três indivíduos, incluindo uma fêmea acompanhada de filhote. O achado sugere uma população estável, indicando o sucesso das iniciativas de preservação da Mata Atlântica, que abriga também espécies como a onça-parda (Puma concolor).

“É a primeira vez, em dez décadas, que são registrados no Rio de Janeiro indivíduos em total vida livre, ou seja, que não dependem de reintrodução ou manejo humano,” destacou o Inea.

O secretário de Estado do Ambiente e Sustentabilidade, Bernardo Rossi, afirmou que a descoberta valida as ações de conservação nas unidades estaduais. “Essa redescoberta é um marco não só para o Rio de Janeiro, mas para a ciência”, disse.

As antas, que podem pesar até 250 quilos, desempenham um papel vital no ecossistema como dispersoras de sementes, contribuindo para a regeneração da floresta. A última vez que a espécie foi avistada no estado foi em 1914, no Parque Nacional da Serra dos Órgãos. Entre as principais causas de sua extinção na região estão a caça, a urbanização e a perda de habitat.

O presidente do Inea, Renato Jordão, enfatizou a importância do momento. “Esses registros são históricos e nos permitem avançar em estratégias eficazes de conservação e na conscientização sobre a biodiversidade,” afirmou.

Parque Estadual Cunhambebe

O Parque Cunhambebe, o segundo maior do estado, protege cerca de 40 mil hectares de áreas naturais, abrangendo ações de preservação ambiental, educação e pesquisa científica, fortalecendo o engajamento das comunidades na conservação dos recursos naturais.



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USDA reduz produção global de soja


O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) apresentou a atualização de oferta e demanda para a soja em janeiro, trazendo ajustes importantes nos números globais e regionais. A produção mundial foi revisada para 424,26 milhões de toneladas, uma redução em relação às 427,14 milhões de toneladas estimadas em dezembro. Os estoques finais globais também recuaram significativamente, passando de 131,87 milhões para 128,37 milhões de toneladas.  

No Brasil, a produção foi mantida em 169 milhões de toneladas, consolidando o país como o maior produtor global. No entanto, os estoques finais sofreram um ajuste, caindo de 33,52 milhões para 32,52 milhões de toneladas. As exportações permanecem inalteradas, projetadas em 105,5 milhões de toneladas.

Nos Estados Unidos, os números apresentaram mudanças expressivas. A produção foi revisada para 118,84 milhões de toneladas, abaixo das 121,4 milhões estimadas no mês anterior. A produtividade caiu para 56,82 sacas por hectare, contra 57,95 sacas em dezembro. Além disso, os estoques finais diminuíram de 12,8 milhões para 10,34 milhões de toneladas, enquanto as importações foram ajustadas para 540 mil toneladas, acima das 410 mil anteriormente projetadas.  

Na Argentina, a estimativa de produção foi mantida em 52 milhões de toneladas, mas os estoques finais sofreram uma leve redução, passando de 28,98 milhões para 28,95 milhões de toneladas. Já a China, maior importadora global de soja, teve sua produção revisada para 20,65 milhões de toneladas, uma pequena queda frente às 20,7 milhões estimadas anteriormente. Os estoques finais também recuaram para 45,96 milhões de toneladas, enquanto as importações permanecem projetadas em 109 milhões de toneladas. 

 





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Exportações superam US$ 1,37 bilhão em 2024



O setor registrou um aumento de 2% no valor total exportado




Foto: Divulgação

Segundo o Boletim Semanal de Conjuntura Agropecuária, divulgado nesta quinta-feira (9) pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, os dados parciais da AGROSTAT – compilados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) com base na Secretaria de Comércio Exterior (Secex/MDIC) – apontam um desempenho positivo das exportações da fruticultura nacional em 2024.

O setor registrou um aumento de 2% no valor total exportado, alcançando US$ 1,377 bilhão, contra US$ 1,349 bilhão em 2023. Entretanto, houve uma redução de 1,3% nos volumes embarcados, que caíram de 1,108 milhão de toneladas em 2023 para 1,094 milhão no ano passado.

Apesar da queda no volume, a fruticultura nacional se beneficiou de uma melhor precificação dos produtos no mercado internacional. O preço médio da tonelada de frutas brasileiras aumentou 3,4%, passando de US$ 1.217 mil em 2023 para US$ 1.258 mil em 2024.





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