domingo, julho 12, 2026

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Preços dos combustíveis oscilam perto de estabilidade nos primeiros dias do ano


Os preços dos combustíveis registraram variações discretas nos primeiros quinze dias de 2024, aponta o Panorama Veloe de Indicadores de Mobilidade, desenvolvido em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

De acordo com os números nacionais, o preço médio da gasolina comum se manteve praticamente estável nesse período (-0,02%). Comparativamente, o etanol registrou uma discreta elevação de R$ 0,03 em seu preço médio (+0,71%), assim como o diesel S-10, com ajuste positivo de R$ 0,01 (+0,22%). Os resultados evidenciam um cenário de relativa estabilidade nos preços cobrados nos postos brasileiros na abertura do ano.

O cenário foi similar à apuração nas capitais, onde o destaque também ficou por conta da pequena elevação de R$ 0,03 no preço médio do etanol hidratado (proporcionalmente, +0,62%) e de R$ 0,01 no caso do diesel S-10 (que correspondeu ao acréscimo proporcional de +0,12%). Em contraste, o preço médio da gasolina comum apresentou um recuo marginal de R$ 0,01 nas capitais, o que correspondeu a um ajuste de -0,09% em relação ao valor médio apurado pelo levantamento ao final de dezembro.

Na esteira dessas oscilações observadas, a análise de custo-benefício entre etanol e gasolina, dada pelo Indicador Custo-Benefício Flex, que mede a relação entre o preço e o rendimento de ambos combustíveis, permaneceu na faixa de indiferença adotada pelo levantamento, com valor de 70,4% no âmbito nacional e 70,6% nas capitais. Assim, embora ambos percentuais tenham se situado acima do patamar de 70%, os resultados não representam vantagem significativa no abastecimento entre as duas opções.

Em todo caso, é importante ressaltar que essas diferenças podem ser mais relevantes em certas regiões ou cidades, tendo em vista os níveis de preços nessas localidades.





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Dia será marcado por temporais em grande parte do país; confira



O fim de semana começa chuvoso em grande parte do país, com risco de temporais em áreas amplas. Veja a previsão de Norte a Sul:

Sul

A chuva continua se espalhando mais sobre áreas do leste, litoral e serra do Rio Grande do Sul. Pancadas de moderada a forte intensidade em Santa Catarina e tempo mais fechado e chuvoso no norte e nordeste do Paraná, com risco de temporais. Chove a qualquer momento no litoral e interior paranaenses.

Sudeste

Pancadas mais isoladas e irregulares no centro-norte de Minas Gerais e do Espírito Santo. Risco de chuva forte concentrada entre o centro-sul, Triângulo mineiro e o estado de São Paulo. Chove de forma mais irregular no Rio de Janeiro.

Centro-Oeste

Tempo fechado e condições de novas pancadas de chuva sobre Mato Grosso e Goiás. Apesar das aberturas de sol no Distrito Federal e no sul de Mato Grosso do Sul, a chuva pode ocorrer em forma de pancadas de verão, localmente fortes. Alerta de temporais isolados no extremo norte de Mato Grosso do Sul.

Nordeste

O risco de temporais diminui em grande parte da Região. Contudo, as pancadas podem ocorrer com moderada até forte intensidade entre Maranhão, Piauí, Ceará, sul do Rio Grande do Norte, interior de Pernambuco, no litoral da Bahia e em Sergipe. O dia ainda será marcado por sol e chuva nos períodos da tarde e da noite.

Norte

Pouca chuva no Amazonas, Acre, em Roraima e no noroeste do Pará. Tempo fechado e chuvoso no Amapá e em Rondônia, com risco alto de temporais. Chove a qualquer momento em Tocantins.



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Dólar comercial recua para menos de R$ 6,04 nesta sexta



Dólar opera em baixa antecipando posses presidenciais


Foto: Pixabay

Segundo dados do InfoMoney divulgados nesta sexta-feria (17), o dólar comercial apresentava queda durante o dia, com o mercado focado na posse do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, programada para segunda-feira, e nas perspectivas para as taxas de juros das principais economias globais. Às 13h05, a moeda norte-americana operava com baixa de 0,23%, cotada a R$ 6,038 na compra e R$ 6,039 na venda.

No mercado futuro, o contrato de dólar de primeiro vencimento registrava queda de 0,32%, a 6.047 pontos.

O Banco Central anunciou que realizará um leilão de até 15.000 contratos de swap cambial tradicional, com o objetivo de rolar o vencimento previsto para 3 de fevereiro de 2025.

Dólar comercial

  • Compra: R$ 6,038
  • Venda: R$ 6,039

Dólar turismo

  • Compra: R$ 6,133
  • Venda: R$ 6,313





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Poder de compra de fertilizantes registra alta em dezembro


O Índice de Poder de Compra de Fertilizantes (IPCF) registrou uma ligeira alta em dezembro de 2024, fechando em 1,05, superando o valor registrado no mês anterior. Esse índice reflete a relação entre os preços dos fertilizantes e das commodities agrícolas e indica que o início de 2025 será marcado por um cenário de planejamento estratégico para os produtores rurais, especialmente durante a curta janela de plantio de milho segunda safra. Produtores que realizam compras antecipadas tendem a obter preços mais favoráveis, além de evitar congestionamentos logísticos nas entregas de insumos e garantir que os fertilizantes cheguem no momento ideal para a aplicação.

No período analisado, o preço médio dos fertilizantes apresentou um aumento de cerca de 2%, impulsionado principalmente pela alta de 4% no cloreto de potássio (KCl). Por outro lado, as commodities registraram uma queda média de 6%, com destaque para a soja, que foi impactada pela valorização do dólar, que subiu cerca de 5% em relação ao mês anterior. Essa desvalorização das commodities, no entanto, não afetou a demanda interna de milho, que segue firme, especialmente devido à procura das usinas de etanol, o que tem sustentado os preços da commodity no mercado doméstico.

O mercado permanece atento ao início da colheita da soja e ao clima, com a janela de plantio do milho de segunda safra se aproximando. Aproximadamente 20% dos fertilizantes ainda precisam ser negociados para esta safra. Para os próximos meses, a orientação é que os produtores busquem antecipar suas compras para garantir melhores condições de mercado.

O IPCF, divulgado mensalmente pela Mosaic, é um indicador que reflete a relação entre os preços de fertilizantes e as commodities agrícolas. Seu cálculo considera as principais lavouras brasileiras – soja, milho, açúcar, etanol e algodão – e é ponderado pelo câmbio. Quanto menor a relação, mais favorável é o índice e, consequentemente, a troca entre fertilizantes e commodities. A metodologia utiliza dados de preços de fertilizantes fornecidos pela CRU e de commodities apurados pela Agência Estado e CEPEA.

O índice é calculado levando em consideração os preços de fertilizantes como MAP, SSP, ureia e KCl, ponderados conforme o uso em diferentes culturas. As commodities incluem soja, milho, açúcar, etanol e algodão, com os preços ponderados pelo consumo de fertilizantes. O índice também leva em conta o câmbio, sendo que 70% do peso dos fertilizantes e 85% do peso das commodities é influenciado pela moeda estrangeira.

Dados referentes a dezembro de 2024.





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Preço do leite cai 2,29% em MT



Produção de leite cresce 8,45% em novembro




Foto: Divulgação

Segundo os dados do boletim semanal do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgado nesta segunda-feira (13), o preço do leite captado em novembro de 2024 apresentou queda de 2,29% em relação ao mês anterior, fixando-se em R$ 2,31 por litro. Essa retração reflete a elevação na produção do período, impulsionada pelas chuvas sazonais que melhoraram tanto a quantidade quanto a qualidade das pastagens no estado.

O Índice de Captação do Leite (ICAP-L) atingiu 61,23% em novembro, um crescimento de 8,45 pontos percentuais em comparação ao mês anterior, evidenciando o aumento da oferta. Essa expansão também afetou os preços dos derivados lácteos no mercado atacadista: a muçarela registrou queda de 4,52%, sendo comercializada a R$ 33,24 por quilo, enquanto a manteiga apresentou recuo de 3,77%, com preço médio de R$ 36,47 por quilo.

A redução no preço do leite cru também está atrelada ao menor poder de compra dos consumidores, pressionado pelas despesas típicas do início do ano, como matrículas escolares, IPVA, IPTU e seguros. Além disso, a continuidade do período de alta produção de leite reforça a tendência de preços mais baixos para o produtor no curto prazo.

A expectativa do setor é de que as condições climáticas favoráveis continuem sustentando a boa produtividade, enquanto o mercado observa a possibilidade de estabilização de preços diante da recuperação gradual do consumo interno.





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Banco Central anuncia primeira intervenção no câmbio em 2025



Após quase três semanas sem atuar no câmbio, o Banco Central (BC) anunciou, no início da noite desta sexta-feira (17), a primeira intervenção cambial em 2025.

Na próxima segunda-feira (20), a autoridade monetária venderá até US$ 2 bilhões das reservas internacionais em leilões de linha, quando assume o compromisso de recomprar o dinheiro daqui a alguns meses.

Estão previstos dois leilões de até US$ 1 bilhão cada. O dinheiro do primeiro leilão retornará às reservas internacionais em 4 de novembro; e o do segundo leilão, em 2 de dezembro.

A última intervenção do BC no câmbio havia ocorrido em 30 de dezembro, quando a autoridade monetária vendeu US$ 1,815 bilhão das reservas internacionais à vista. Nessa modalidade, a venda é definitiva, e o dinheiro não volta às reservas.

O último leilão de linha (com compromisso de recompra) foi realizado em 20 de dezembro, quando a autoridade monetária vendeu US$ 2 bilhões. Em dezembro, o BC vendeu US$ 32,59 bilhões das reservas externas, o maior volume mensal de intervenções cambiais desde a criação do regime de metas de inflação, em 1999.

Nesta sexta-feira, o dólar comercial encerrou o dia vendido a R$ 6,066, com alta de R$ 0,012 (+0,2%). A cotação oscilou bastante durante o dia, chegando a R$ 6,08 por volta das 11h e caindo para R$ 6,03 por volta das 13h, antes de passar a subir durante a tarde e fechar em leve alta.



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Preço do boi gordo termina a semana em nova alta; confira


O mercado físico do boi gordo voltou a apresentar negociações acima da referência média nesta sexta-feira (17).

Segundo o consultor de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, o movimento não conta com a agressividade de determinados momentos de 2024, mas, mesmo assim, o cenário traçado indica a continuidade deste movimento nos próximos dias.

“O grande ponto de atenção para este início de temporada está na dificuldade que as indústrias encontram na composição de suas escalas de abate, que hoje atendem entre cinco e seis dias úteis na média nacional”.

Segundo ele, em um ambiente pautado pelo forte ritmo de embarques, o mais provável é que os preços sigam em alta no curto prazo.

Preços médios da arroba do boi (a prazo)

  • São Paulo: R$ 333,50 (R$ 333,08 ontem)
  • Minas Gerais: R$ 322,94 (R$ R$ 319,71 na quinta)
  • Goiás: R$ 323,21 (R$ 323,04 anteriormente)
  • Mato Grosso do Sul: R$ 326,36 (R$ 325,57 ontem)
  • Mato Grosso: R$ 319,04 (R$ 317,70 a arroba na quinta)

Mercado atacadista

carne bovina - exportaçõescarne bovina - exportações
Foto: Wenderson Araujo/CNA

O atacado voltou a apresentar preços firmes durante o dia de hoje. Segundo Iglesias, é importante destacar que há menor espaço para reajustes no curto prazo, considerando o menor apelo ao consumo durante a segunda quinzena do mês.

“Vale destacar também que o perfil de consumo traçado para o período aponta para maior sustentação dos preços do dianteiro bovino, que reúne os cortes mais acessíveis da carne bovina”, indica.

O quarto traseiro ainda é cotado a R$ 26,50. Ponta de agulha permanece cotada a R$ 18,50, por quilo. Já o quarto dianteiro ainda é precificado a R$ 18,50, por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,16%, sendo negociado a R$ 6,0644 para venda e a R$ 6,0624 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 6,0286 e a máxima de R$ 6,0901. Na semana, a moeda teve desvalorização de 0,63%.



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Como ficaram os preços da soja? Veja o fechamento de mercado



O mercado brasileiro de soja apresentou negócios moderados nesta sexta-feira (17). A movimentação nos portos ganhou força, enquanto a transição entre safras gerou uma movimentação mista nos preços. A maior parte das ofertas no mercado spot envolve a entrega da nova safra em fevereiro, o que limita as oportunidades de negócios mais vantajosos no curto prazo.

Preços da soja

  • Passo Fundo (RS): preço subiu de R$ 132,00 para R$ 134,00
  • Região das Missões (RS): preço subiu de R$ 133,00 para R$ 135,00
  • Porto de Rio Grande (RS): preço subiu de R$ 138,00 para R$ 139,00
  • Cascavel (PR): preço subiu de R$ 123,00 para R$ 125,00
  • Porto de Paranaguá (PR): preço subiu de R$ 132,00 para R$ 134,00
  • Rondonópolis (MT): preço subiu de R$ 116,50 para R$ 118,00
  • Dourados (MS): preço caiu de R$ 120,00 para R$ 117,00
  • Rio Verde (GO): preço subiu de R$ 120,00 para R$ 121,00

Chicago

Em relação aos mercados internacionais, os contratos futuros da soja na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sexta-feira com preços significativamente mais altos. A previsão de clima mais seco na próxima semana na Argentina contribuiu para a alta, ampliando a valorização semanal do contrato março/25 para 0,85%. A movimentação também foi influenciada pela expectativa do posicionamento de carteiras dos agentes, devido ao feriado nos Estados Unidos e o cenário político com a posse de Donald Trump.

Contratos futuros da soja

No mercado internacional, os contratos futuros da soja com entrega em março fecharam com alta de 15,00 centavos de dólar ou 1,47%, a US$ 10,34 por bushel. Já a posição de maio teve alta de 13,25 centavos, ou 1,28%, fechando a US$ 10,44 3/4 por bushel.

Nos subprodutos, a posição março do farelo teve alta de US$ 2,80 ou 0,95%, a US$ 297,20 por tonelada, enquanto o óleo teve alta de 0,66 centavo ou 1,46%, com o contrato de março fechando a 45,69 centavos de dólar.

Câmbio

Em relação ao câmbio, o dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,16%, negociado a R$ 6,0644 para venda e a R$ 6,0624 para compra. Na semana, a moeda teve uma desvalorização de 0,63%.



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Comercialização de soja 2023/24 avança, mas preço cede



MT registra avanço nas vendas de soja




Foto: Pixabay

Segundo o boletim semanal do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) divulgado nessa segunda-feira (13), a comercialização da soja da safra 2023/24 em Mato Grosso atingiu 99,73% da produção em dezembro de 2024, representando um avanço de 0,50 ponto percentual em relação ao mês anterior. O índice é 1,72 ponto percentual superior ao registrado no mesmo período da safra passada e 0,78 ponto percentual acima da média histórica, reflexo da redução na oferta devido à quebra de produção nesta temporada.

Em termos de preços, houve uma retração de 3,12% no comparativo mensal, com a saca sendo negociada, em média, a R$ 134,98.

Para a safra 2024/25, as vendas alcançaram 45,20% da produção estimada até dezembro, apresentando um crescimento de 4,11 pontos percentuais em relação a novembro. As boas condições das lavouras motivaram os produtores a negociarem volumes maiores.

Por outro lado, o mercado enfrentou desafios de preços, influenciados pela queda na cotação da soja no CME Group, pela pressão sobre o prêmio portuário e pela valorização do dólar, que, apesar de alta, não foi suficiente para sustentar os valores da commodity. O preço médio da saca da soja foi negociado a R$ 111,23, uma queda de 0,40% em relação ao mês anterior, conforme dados divulgados.





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Defesa Civil alerta população para risco de novos temporais no RS


A Defesa Civil do Rio Grande do Sul emitiu, nesta sexta-feira (17), cinco alertas para moradores e pessoas que estejam de passagem por diferentes regiões do estado. Os avisos abrangem várias cidades onde há previsão de chuvas e ventos fortes acompanhados por descargas elétricas e possibilidade de queda de granizo ainda hoje.

A advertência vale para a região metropolitana de Porto Alegre, além de uma extensa área da Serra Geral, Vales, Costa Doce, litoral norte e extremo sul gaúcho. A recomendação é que a população esteja atenta aos informes dos órgãos oficiais municipais, conheça os planos de contingência locais para saber identificar os riscos e como agir em caso de necessidade. Caso sejam surpreendidas por condições adversas severas, as pessoas devem buscar abrigo imediatamente.

Segundo a Defesa Civil estadual, o temporal que atingiu a cidade de Campo Bom, no Vale do Rio dos Sinos, a cerca de 50 quilômetros de Porto Alegre, destelhou parcialmente ao menos 28 imóveis. Outras cinco casas foram destelhadas em Caxias do Sul. Também foram registrados danos em Novo Hamburgo e em Piratini.

Na capital, Porto Alegre, a Defesa Civil municipal emitiu alerta preventivo diante da possibilidade de tempestades com fortes rajadas de vento ocorrerem até as 18 horas de hoje. Ontem (16), uma chuva intensa causou alagamentos em diferentes pontos da cidade, interrompendo o tráfego de veículos. Moradores de alguns bairros registraram a queda de granizo e órgãos municipais foram acionados para remover árvores e galhos que caíram com a força dos ventos. Ao menos um imóvel foi parcialmente destelhado, e uma pessoa foi ferida pela queda de um painel.

A Defesa Civil recomenda que a população evite áreas alagadas e esteja atenta à possibilidade de quedas de galhos de árvores e outras eventuais consequências das chuvas e ventos fortes. O órgão também orienta as pessoas a, em caso de tempestade, buscar abrigo em locais seguros, mantendo distância de postes, árvores e estruturas que possam ser derrubadas pelas rajadas de vento.



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