sábado, julho 11, 2026

News

News

Dia será marcado por pancadas de chuva de moderada a forte intensidade



O tempo típico de verão não dá trégua: pancadas de chuva e calorão. A diferença é que as condições climáticas têm estado mais intensas neste janeiro de 2025. Confira:

Sul

A chuva continua em forma de pancadas e pode vir com força no Paraná. Chove de maneira mais irregular no centro-norte de Santa Catarina e o tempo fica firme no litoral do estado. Dia de sol, temperaturas em elevação à tarde no Rio Grande do Sul e pancadas mais isoladas no sul, litoral e na Serra gaúcha.

Sudeste

Dia abafado, mais instável ainda em grande parte do Sudeste. Haverá variação de nuvens em São Paulo e pancadas de moderada a forte intensidade; divisa com o Paraná tem risco de temporais. Chove à tarde com raios no sul de Minas Gerais e do Rio de Janeiro. Tempo firme em parte do Espírito Santo e pouca chuva no leste e norte de Minas Gerais.

Centro-Oeste

Dia de sol e calor no Distrito Federal e temperaturas em elevação em Goiás e Mato Grosso. Contudo, há condições de pancadas de chuva de moderada a forte intensidade com risco de raios nessas áreas. Chove a qualquer momento no sul e no oeste de Mato Grosso do Sul; a chuva no norte do estado cai em forma de pancadas.

Nordeste

Muita umidade estimulando nuvens carregadas sobre Maranhão e Piauí. Pancadas a qualquer momento do dia com chance de temporais isolados nesses estados. Chove com moderada a forte intensidade na costa leste da Região. Boa parte do oeste e norte da Bahia voltam a ficar em atenção.

Norte

Calorão e tempo firme em Roraima. Pancadas de chuva a qualquer hora no Amazonas, em Rondônia, no Pará e norte do Tocantins com risco alto de temporal. Pode chover forte no leste do Acre. Perigo de chuva volumosa no Amapá devido à atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT).



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Defensivos no algodão movimentam R$ 7,4 bi na safra 2023/24


A Kynetec Brasil divulgou o mais recente estudo FarmTrak algodão. O levantamento revela que os defensivos agrícolas usados na cultura do algodão movimentaram R$ 7,4 bilhões na safra 2023-24, um crescimento de 9% em comparação com os R$ 6,8 bilhões registrados na temporada 2022/23.

O analista de inteligência de mercado da Kynetec, Felipe Lopes Abelha, explicou que o aumento está relacionado principalmente à ampliação da área plantada, que alcançou um recorde de 2 milhões de hectares, uma alta de 18% em relação à safra anterior (1,64 milhão de hectares), e ao maior uso de aplicações específicas.“Destacamos da pesquisa o acréscimo de duas aplicações pelo produtor, em média, que por sua vez resultaram numa alta de nove tratamentos frente ao ciclo 2022/23. Isso apesar da redução de 11% no preço médio da arroba da pluma no período, para US$ 23 a arroba”, comenta.

Segundo o analista, os inseticidas continuam sendo os agroquímicos mais utilizados no cultivo do algodão, movimentando R$ 3,7 bilhões, um crescimento de 21% em relação à safra anterior. “A principal praga da cultura, o bicudo, demandou aumento de 13 para 15 tratamentos. A mosca-branca também exigiu atenção, fazendo subir a adoção dos defensivos. As lagartas puxaram, em média, 1,5 entrada a mais para aplicações em lavouras. Somadas, as três pragas equivaleram a R$ 700 milhões em negócios” explica Lopes Abelha.

Já os fungicidas registraram avanço de 10% comparativamente a 2022/23, atingindo R$ 150 milhões, com o número médio de tratamentos por hectare passando de 11,8 para 13,3. Esse aumento reflete as preocupações dos produtores com doenças como a ramulária, principal ameaça à cultura, e a mancha-alvo, especialmente em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. “A safra 2023/24 mostrou-se desafiadora do planejamento à colheita. No princípio, caminhava para um período com menores índices pluviométricos nas grandes regiões produtoras, como Bahia e Mato Grosso. Contudo, entre janeiro e fevereiro de 2024 as chuvas ocorreram de maneira recorrente e potencializaram a incidência dessas doenças”, complementa Felipe Abelha.

Por outro lado, os herbicidas apresentaram retração de 22%, movimentando R$ 1,148 bilhão em 2023/24, uma queda de R$ 300 milhões em relação ao ciclo anterior. 

O estudo destaca ainda que o algodão ocupa o sexto lugar em importância para a indústria de defensivos agrícolas no Brasil, consolidando sua relevância no cenário agroindustrial.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

fertilizante organomineral impulsiona produção de cebola



Santa Catarina lidera produção nacional de cebola




Foto: Pixabay

Santa Catarina, líder nacional na produção de cebola com 33% do volume total, continua apostando em tecnologias avançadas e práticas sustentáveis para otimizar sua produção e manter a posição de destaque no setor.

A principal área produtora do estado está localizada no Vale do Itajaí, mais especificamente na microrregião de Ituporanga. Lá, o uso de fertilizantes organominerais, como o Minerplant, tem se destacado como uma solução eficiente para aumentar a produtividade e melhorar a qualidade do solo.

O produtor Salésio Horst, de Ituporanga, vem adotando o Minerplant em sua propriedade de forma gradual e já percebe os resultados. Desenvolvido pela empresa Terraplant, de Chapecó (SC), o produto combina matéria orgânica e mineral para proporcionar maior eficiência no fornecimento de nutrientes e melhorias no solo. “Comecei usando em 2 ha e fazendo testes, e observei que nestas áreas obtive os melhores resultados da lavoura. Com isso, fui aumentando a área e hoje uso a tecnologia da Terraplant nos 40 hectares de cultivo da cebola”, conta Horst.

O fertilizante foi desenvolvido com uma porção orgânica e outra mineral, fornecendo quantidade adequada de macro e micronutrientes ao solo. Com isso, proporciona às culturas uma alta concentração de N-P-K de forma imediata, potencializada pela ação mineral, e o equilíbrio nutricional da porção orgânica, com liberação gradual. A tecnologia embarcada ao produto melhora a estrutura física, química e biológica do solo, contribuindo para melhor resiliência da planta, resultando em solos e grãos mais saudáveis.





Source link

News

Carne bovina gaúcha ganha estudo inovador que conecta qualidade ao ambiente de criação


Um projeto liderado pela Embrapa Pecuária Sul, no Rio Grande do Sul, busca mapear as características da carne bovina produzida no estado, relacionando composição nutricional e saudabilidade aos diferentes sistemas de criação.

A pesquisa reúne mais de 20 especialistas de diversas instituições brasileiras e utiliza tecnologias de ponta, como metabolômica e inteligência computacional, para entender o impacto dos sistemas produtivos na qualidade da carne.

Tecnologia a serviço da carne gaúcha

Segundo Élen Nalério, pesquisadora responsável pelo estudo, a metabolômica permitirá uma análise aprofundada do sistema biológico dos animais. “Com essa ferramenta, conseguimos identificar os compostos presentes na carne e entender como o sistema produtivo impacta na qualidade final”, afirma.

Além disso, os dados coletados vão compor um banco de informações alimentado por inteligência computacional, que buscará padrões nutricionais vinculados ao ambiente de criação.

O projeto avaliará entre três e cinco sistemas de produção predominantes no Rio Grande do Sul, considerando variáveis como solo, alimentação, raça e emissões de carbono.

“Nosso objetivo é criar modelos preditivos que possam ser aplicados em pesquisas futuras e ajudar na valorização da carne gaúcha”, detalha Nalério.

Foto: Leonardo Hostin/Embrapa

Dados para a saúde e o mercado

Um dos principais resultados esperados é a disponibilização de um dossiê com informações detalhadas sobre a carne gaúcha. Essas informações poderão subsidiar políticas públicas, como o Guia Alimentar para a População Brasileira, e combater desinformações sobre o impacto da carne na saúde humana.

Nalério destaca a relevância do estudo em um cenário de crescente preocupação ambiental e pressões sociais sobre o consumo de carne.

“Acreditamos que as carnes gaúchas têm características únicas em termos de eficiência produtiva e benefícios à saúde, o que pode abrir novos mercados e agregar valor à produção local.”

Foto: Élen Nalério/Embrapa

Metodologia detalhada

Os dados serão coletados tanto em campo quanto em laboratório. Informações como dieta animal, idade de abate, tipo de solo e emissões de metano serão combinadas a análises químicas de amostras de carne.

Essas análises incluirão parâmetros físico-químicos, composição de ácidos graxos e vitaminas, conduzidas no Laboratório de Ciência e Tecnologia de Carnes da Embrapa Pecuária Sul.

Com o sucesso da iniciativa no Rio Grande do Sul, a ideia é expandir o projeto para outros estados, abrangendo diferentes biomas e sistemas produtivos do Brasil. “Estamos desenvolvendo metodologias que poderão ser aplicadas em diversas regiões, fortalecendo a cadeia produtiva nacional”, conclui a pesquisadora.

Esse estudo pioneiro coloca a carne bovina gaúcha no centro das discussões sobre eficiência produtiva e sustentabilidade, com impactos que prometem beneficiar produtores, consumidores e o mercado como um todo.

O trabalho tem apoio financeiro da da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs). “Temos representantes de diferentes áreas de atuação no estudo, como por exemplo, matemáticos e pesquisadores de TI para o trabalho com inteligência computacional”, conta Élen Nalério.

Além disso, o projeto conta com pesquisadores da Embrapa Gado de Leite (MG), Universidade Federal do Pampa (Unipampa), Universidade Federal de Lavras (Ufla) e Universidade Federal de Pelotas (UFPel) , com expertises nas áreas de produção animal, química e engenharia de alimentos, ciência da carne, estatística, física e matemática aplicada.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Produção de arroz no Brasil deve crescer 14% em 2025, mas La Niña segue como alerta



Ddesafios climáticos ainda persistem no Rio Grande do Sul




Foto: USDA

A semeadura de arroz no Brasil está na fase final, com 94% da área total plantada até 5 de janeiro, segundo dados divulgados pelo Itaú BBA, com base em informações da Conab. O Rio Grande do Sul, principal estado produtor, alcançou 98% da área prevista, de acordo com o Instituto Rio Grandense do arroz (Irga). No entanto, a Região Central do estado registrou um avanço menor, com 85% da área semeada, reflexo das enchentes de maio e das chuvas subsequentes. Em Santa Catarina, o plantio já foi concluído, e as condições climáticas no Sul têm sido favoráveis para o desenvolvimento da cultura.

A Conab projeta que a produção brasileira de arroz em 2025 chegará a 12,1 milhões de toneladas em casca, um aumento de 14% em comparação à safra anterior. Este crescimento é atribuído à melhoria na produtividade e à expansão da área plantada. Apesar disso, especialistas alertam para os riscos associados ao fenômeno climático La Niña, que ainda pode impactar os resultados finais da safra.

Mercosul em alta

No restante do Mercosul, as perspectivas também são otimistas. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) estima que o bloco produzirá 10,9 milhões de toneladas de arroz beneficiado, o equivalente a 16,0 milhões de toneladas em casca. Este volume representa o maior nível de produção desde a safra 2014/15.

Para o Brasil, o USDA projeta uma produção de 8,0 milhões de toneladas de arroz beneficiado, ou 11,8 milhões de toneladas em casca, um pouco abaixo das estimativas da Conab. Segundo a análise do Itaú BBA, a oferta significativa de arroz no Mercosul deve manter a pressão sobre os preços em 2025, especialmente no mercado internacional.

 

 





Source link

News

Veja como os preços do boi gordo iniciaram a semana



O mercado físico do boi gordo manteve preços firmes nesta segunda-feira (20), de estáveis a mais altos em relação à última sexta-feira (17).

Segundo o consultor de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, muitas indústrias permanecem ausentes da compra de gado, avaliando as melhores estratégias a serem adotadas na compra.

“O fato é que a semana começa com um cenário ainda pautado pela oferta restrita, com exportações ainda contundentes, em um janeiro com imenso potencial em termos de volume exportado“, comenta.

Preços médios da arroba do boi

  • São Paulo: R$ 333,92 (R$ 333,50 anteriormente)
  • Minas Gerais: R$ 322,94, estável
  • Goiás: R$ 323,21, sem mudanças
  • Mato Grosso do Sul: R$ 326,59 (R$ 326,36 anteriormente)
  • Mato Grosso: R$ 319,72 (R$ 319,04 a na sexta)

Mercado atacadista

O atacado voltou a apresentar preços firmes durante a segunda-feira. "Importante destacar que há menor espaço para reajustes no curto prazo, considerando o menor apelo ao consumo durante a segunda quinzena do mês", observa Iglesias.

O quarto traseiro ainda é cotado a R$ 26,50, enquanto a ponta de agulha permanece a R$ 18,50, por quilo. Já o quarto dianteiro ainda é precificado a R$ 18,50, por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou em queda de 0,36%, sendo negociado a R$ 6,0421 para venda e a R$ 6,0401 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 6,0295 e a máxima de R$ 6,0865.



Source link

News

conheça a mulher que deve intensificar o protecionismo norte-americano


Referência global em políticas e estatísticas para o agronegócio, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) passará a ser comandado pela advogada Brooke Rollins, de 52 anos.

A nova presidente do órgão – posto similar ao ministro do Ministério da Agricultura e Pecuária no Brasil, guardadas as devidas proporções – será responsável por um complexo de, aproximadamente, 4.500 locais de operações nos Estados Unidos e no exterior e que emprega mais de 100 mil funcionários.

Apenas no Brasil, o USDA mantém três escritórios: o Office of Agricultural Affairs (OAA), em Brasília; o Animal and Plant Health Inspection Service (APHIS), também na capital federal; e o Agricultural Trade Office (ATO), para a promoção de sua agroindústria, no consulado geral em São Paulo.

A escolhida do novo presidente Donald Trump para o cargo desbancou nomes tidos como favoritos em novembro de 2024, época da eleição norte-americana, como o atual comissário de agricultura do Texas, Sidney Carroll Miller, e Kip Tom, um tradicional produtor de milho e soja do estado de Indiana.

Escolhida de Trump para o USDA

Brooke Rollins e Donald TrumpBrooke Rollins e Donald Trump
Foto: Redes Sociais

Ao justificar a escolha, Trump destacou que Brooke sempre esteve ligada ao agronegócio. A vivência dela dá pistas dessa associação: cresceu em uma fazenda em Glen Rose, a cerca de 80 quilômetros de Fort Worth, no Texas. Nos verões, ia com a família para Minnesota, onde mantinham propriedade em que cultivavam milho, batata e soja. Além de direito, ela cursou desenvolvimento agrícola em 1994 pela A&M University.

No setor, interlocutores dizem que a nova chefe do USDA é vista como uma liderança apoiadora dos agricultores norte-americanos e uma defensora da autossuficiência alimentar do país.

Os discursos de Trump mostram que a nova mandatária do USDA terá como desafios sanar o aumento dos custos para os produtores locais e vencer as disputas comerciais entre os Estados Unidos e a China.

No início de janeiro, quando o nome de Brooke Rollins foi anunciado, uma coalizão de produtores rurais e líderes de grupos de fazendas enviaram uma carta ao Senado norte-americano pedindo a célere confirmação do nome dela ao cargo. O documento destacava o conhecimento da advogada sobre o agro e a sua experiência em política e negócios.

Protecionismo e impacto no Brasil

Apesar da trajetória de Brooke, o cientista político e professor Leandro Consentino, do Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper), destaca que a escolha de Brooke para o USDA causou surpresa nele e na maioria dos analistas que conhece.

“Ela não possui experiência significativa no agronegócio, o que indica que a política agrícola do país será fortemente influenciada por Trump. A expectativa é de uma gestão mais protecionista, voltada para atender às demandas dos fazendeiros norte-americanos, o que pode gerar atritos com interesses comerciais do Brasil.”

Segundo ele, para enfrentar possíveis barreiras protecionistas, o Brasil precisa diversificar suas parcerias comerciais e buscar convergências em temas estratégicos com os Estados Unidos. “A agenda agrícola norte-americana sob Trump será desafiadora, mas o Brasil deve estar preparado para negociar pontos de convergência e encontrar alternativas onde houver conflitos de interesse”, conclui.



Source link

News

Sudeste tem aumento em preços, mas segue a região mais barata para abastecer



A Região Sudeste teve os preços médios da gasolina e do etanol mais baratos de todo o país na primeira quinzena de janeiro, mesmo após aumento no preço de ambos, de acordo com os dados do Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL).

A gasolina, vendida a preço médio de R$ 6,16, apresentou alta de 0,16% na comparação com a primeira quinzena de dezembro, enquanto o etanol, encontrado a R$ 4,21, registrou alta de 0,72% na mesma comparação.

De acordo com o IPTL, os preços médios registrados para os dois tipos de diesel também cresceram. O comum passou a custar, em média, R$ 6,14 na região e o tipo S-10 R$ 6,22, altas de 0,49% e 0,32%, respectivamente.

“Mesmo com a alta nos combustíveis, o Sudeste, quando comparado com as outras regiões do país, segue como a região mais barata para abastecer com gasolina e etanol. O estado de São Paulo, que vinha se destacando há meses como o estado detentor do menor preço médio de gasolina no país segundo o IPTL, registrou um valor de R$ 6,09 na primeira quinzena de janeiro, mas foi ultrapassado pela Paraíba (com média de R$ 6,08)”, detalha o diretor-geral de Mobilidade da Edenred Brasil, Douglas Pina.

Ainda assim, conforme ele, São Paulo é o local mais barato do Sudeste para abastecer com qualquer tipo de combustível. “Diante desse cenário, o IPTL apontou que o etanol é economicamente mais viável em todos os estados da região, com exceção do Rio de Janeiro. Vale ressaltar que a escolha pelo biocombustível vai além do financeiro, uma vez que, devido à sua composição, o etanol é um combustível que emite menos poluentes na atmosfera, contribuindo para uma mobilidade de baixo carbono”.



Source link

News

Confira as cotações da soja em dia de feriado nos EUA



O mercado brasileiro de soja esteve travado nesta segunda-feira (20). Com o feriado nos Estados Unidos mantendo a Bolsa de Chicago fechada e o dólar oscilando dentro de pequenas margens, os preços ficaram estáveis e os negócios, se ocorreram, foram pontuais.

Preços da soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): preço se manteve em R$ 134,00
  • Missões (RS): preço se manteve em R$ 135,00
  • Porto de Rio Grande (RS): preço se manteve em R$ 139,00
  • Cascavel (PR): preço se manteve em R$ 125,00
  • Porto de Paranaguá (PR): preço se manteve em R$ 134,00
  • Rondonópolis (MT): preço se manteve em R$ 118,00
  • Dourados (MS): preço se manteve em R$ 117,00
  • Rio Verde (GO): preço se manteve em R$ 121,00

Chicago

Os mercados financeiro e agrícola dos Estados Unidos não operaram na segunda-feira, 20, devido ao feriado do Dia de Martin Luther King. Com isso, as bolsas de Chicago para grãos e cereais (soja, subprodutos, trigo e milho), o mercado financeiro em Wall Street e a bolsa de Nova York para soft commodities (algodão, cacau, café, suco de laranja e açúcar) não abriram.

Câmbio

O dólar comercial encerrou em queda de 0,36%, sendo negociado a R$ 6,0421 para venda e a R$ 6,0401 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 6,0295 e a máxima de R$ 6,0865.



Source link

News

Santa Catarina deve voltar a enfrentar chuvas fortes


As chuvas fortes devem voltar a atingir parte de Santa Catarina nesta segunda-feira (20). Segundo a Defesa Civil estadual, entre a tarde e a noite de hoje, o avanço de uma frente fria associado à ação de um ciclone marítimo tende a causar temporais isolados, com raios, além de rajadas de vento e formação de granizo.

O alerta da Defesa Civil volta a deixar a população em alerta após um fim de semana sem registro de ocorrências graves relacionadas à precipitação pluviométrica. Na Grande Florianópolis, Médio e Baixo Vale do Itajaí, litorais norte e sul e no extremo leste do Alto Vale do Itajaí, e dos planaltos Norte e Sul, é alto o risco de alagamentos, enxurradas, destelhamentos e quedas de árvores e galhos, com os consequentes danos à rede elétrica.

As temperaturas devem se elevar entre amanhã (21) e quarta-feira (22), superando os 35 graus Celsius (ºC) em algumas áreas do Grande Oeste e do litoral catarinense, com risco baixo de temporais e outras intercorrências na divisa com o Paraná. Na quinta-feira (23), a previsão é que a instabilidade volte a ganhar força, com temporais se espalhando por todo o estado.

Na semana passada, as chuvas fortes provocaram destruição, desalojando famílias e causando ao menos uma morte, na cidade de Governador Celso Ramos, cuja prefeitura decretou situação de emergência, junto com os municípios catarinenses de Balneário Camboriú, Biguaçu, Camboriú, Florianópolis, Gaspar, Governador Celso Ramos, Ilhota, Itapema, Porto Belo, São José, Palhoça, São Pedro de Alcântara e Tijucas.

Até o sábado (18), quando as chuvas deram uma breve trégua em boa parte do estado, a Secretaria Estadual da Proteção e Defesa Civil já contabilizava 320 desabrigados e 995 desalojados.



Source link