sexta-feira, julho 10, 2026

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Vassoura-de-bruxa da mandioca é detectada e Brasil declara emergência fitossanitária



O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) declarou estado de emergência fitossanitária relativo ao risco de surto da praga quarentenária Rhizoctonia theobromae (Ceratobasidium theobromae), conhecida como vassoura-de-bruxa, nos estados do Amapá e do Pará. A declaração, publicada hoje (30) através da Portaria n° 769, valerá por um ano, visa reforçar as medidas de prevenção e evitar a dispersão da praga para outras áreas de cultivo.

Com a publicação da Portaria será estabelecido um Comando Nacional de emergenciais, compostos por várias instituições públicas federais, estaduais e municipais, além da iniciativa privada, para tratar das ações necessárias no enfrentamento a esta praga.

“Esta é uma medida que demonstra o reconhecimento do tema por parte do Mapa. Durante a vigência do estado de emergência fitossanitária, todas as ações necessárias para erradicar a praga e evitar sua disseminação para outras áreas produtivas poderão ser adotadas com mais agilidade, tanto em nível federal quanto estadual”, afirmou o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro.

A “vassoura-de-bruxa” da mandioca foi detectada pela Embrapa Amapá nos plantios em terras indígenas de Oiapoque, em agosto de 2024. O Mapa informou que a doença é uma praga quarentenária ausente que tem potencial de provocar prejuízos econômicos. Até então, a praga não estava presente no território nacional.

Sintomas da doença

Plantas atacadas pela doença ficam com ramos secos e deformados, nanismo e proliferação de brotos fracos e finos nos caules. Com a evolução da doença, é comum a ocorrência de clorose, murcha e seca das folhas, morte apical e morte descendente das plantas.

Já a dispersão pode ocorrer por meio de material vegetal infectado, ferramentas de poda, além de possível movimentação de solo e água. A movimentação de plantas e produtos agrícolas entre regiões também pode facilitar a dispersão do patógeno, aumentando o risco de infecção em novas áreas.

Ações

Ontem (29), o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, o ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, representantes da Embrapa e equipe técnica dos dois ministérios, estiveram reunidos para debater as ações de defesa fitossanitária para diminuir os impactos da nova doença.

“Nós temos o melhor sistema de defesa agropecuária do mundo e trataremos essa situação com a máxima seriedade e agilidade”, pontuou o ministro Fávaro.

Desde a confirmação oficial da presença da praga no país, uma força-tarefa do Mapa, Embrapa, Agência de Defesa e Inspeção Agropecuária do estado do Amapá (Diagro) e o Instituto de Extensão, Assistência e Desenvolvimento Rural do Amapá (Rurap) estão atuando no estado do Amapá, realizando varredura na área considerada de novos riscos de detecção de novos focos da praga e aplicação de medidas de contenção nos focos identificados.

Com informações do Ministério da Agricultura e Pecuária.



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Feira do Cerrado reunirá 4 mil cafeicultores em busca de inovação



A 10ª Feira do Cerrado, promovida pela Cooxupé, reunirá cerca de 4 mil cafeicultores do Cerrado Mineiro nos dias 5 e 6 de fevereiro, em Monte Carmelo (MG). O evento terá como tema “Agricultura e Mudanças Climáticas: Resiliência e Oportunidades”, destacando soluções tecnológicas e novas práticas para impulsionar a sustentabilidade e a produtividade diante dos desafios climáticos.

Destaques da feira

Com uma área total de 50 mil m², sendo 11 mil m² cobertos, a feira contará com mais de 12 mil produtos e 65 expositores em 85 estandes, máquinas, equipamentos, ferramentas e suprimentos agrícolas, demonstrações de drones de pulverização e novas variedades de culturas, exibição de guindastes de alta capacidade e soluções para movimentação de carga, tecnologias para manejo sustentável e aumento da rentabilidade na lavoura.

Sustentabilidade e inovação

Uma das grandes novidades deste ano será o lançamento de uma usina compacta para produção de biochar, um produto que melhora a fertilidade do solo e ajuda a reduzir as emissões de gases de efeito estufa. O equipamento pode produzir entre 1.000 e 1.200 litros de biochar por dia, com tecnologia de reaproveitamento térmico e ajuste de temperatura.

Além disso, o Espaço Novas Culturas trará demonstrações de cultivo de cereais, como milho e soja, e o uso de drones agrícolas para pulverização e otimização das lavouras.
Oportunidades de negócios

Para Carlos Augusto Rodrigues de Melo, presidente da Cooxupé, a Feira do Cerrado é uma grande oportunidade para os cafeicultores. “Além de conhecer as mais novas tecnologias do setor, os cooperados poderão adquirir produtos em condições especiais, como a operação Barter, que permite utilizar o café como moeda de troca”, destaca.

Já Douglas Ferreira, supervisor de máquinas da Cooxupé, ressalta a importância da antecipação de compras e planejamento estratégico. “Nosso desafio é fornecer informações técnicas precisas para que os cooperados possam planejar melhor as ações de plantio, colheita e pós-colheita, sempre com foco na sustentabilidade e rentabilidade.”

Cobertura especial

O Canal Rural estará atento e presente no evento. O apresentador do Rural Notícias, o jornalista Antonio Pétrin, fará a cobertura e vai produzir reportagens especiais que estarão na grade da emissora.

Serviço

A Feira do Cerrado tem entrada e estacionamento gratuitos. O Núcleo da Cooxupé de Monte Carmelo está localizado às margens da Rodovia MG 190, KM 3, s/nº.

Com informações do Conselho Nacional do Café/CNC.



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mercado brasileiro deve ter negociações mais aquecidas



O mercado físico brasileiro de café deve ter uma quinta-feira (30) mais movimentada, com preços firmes acompanhando a valorização do café na Bolsa de Nova York (ICE Futures US) e a alta do dólar frente ao real, fator que favorece as exportações.

Movimentação no mercado físico

Na quarta-feira (29), os preços do café subiram, mas o ritmo de negócios foi lento. Segundo a Safras & Mercado, compradores elevaram suas ofertas, mas os produtores seguem pedindo mais, o que limita as negociações. Pequenos lotes ainda dominam as transações.

Principais preços:

  • Sul de Minas Gerais (arábica bebida boa, 15% catação) → R$ 2.520,00/2.530,00 por saca (↑ R$ 60)
  • Cerrado Mineiro (arábica bebida dura, 15% catação) → R$ 2.545,00/2.555,00 por saca (↑ R$ 55)
  • Zona da Mata (arábica “rio” tipo 7, 20% catação) → R$ 2.230,00/2.240,00 por saca (estável) Vitória (conilon tipo 7) → R$ 2.085,00/2.095,00 por saca (↑ R$ 10)

Estoques certificados em queda

Os estoques certificados de café arábica na ICE Futures US caíram para 902.995 sacas de 60 kg, uma redução de 24.655 sacas em relação ao dia anterior, reforçando um cenário de oferta limitada no mercado global.

Nova York impulsiona preços

Os contratos de março/2025 registram alta de 0,54%, cotados a 368,55 centavos de dólar por libra-peso. Na quarta-feira, o contrato fechou em 366,50 centavos, avançando 9,05 centavos (+2,53%), sustentado por estoques baixos e preocupações climáticas.

O cenário segue positivo para os preços, com fundamentos sólidos no mercado global e perspectivas de novos ajustes nos valores nos próximos dias.



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AgroNewsPolítica & Agro

Nova variedade de brócolis reforça liderança do Brasil



“O Centurion demora muito mais para passar do ponto”



A aposta em novas variedades como o Centurion reforça a posição do Brasil como maior produtor de brócolis
A aposta em novas variedades como o Centurion reforça a posição do Brasil como maior produtor de brócolis – Foto: Pixabay

A variedade híbrida Centurion, da linha TSV Sementes, tem chamado a atenção dos produtores de brócolis pelo alto desempenho em durabilidade e resistência. Segundo Silvio Nakagawa, especialista da Agristar do Brasil, o Centurion mantém a qualidade por mais tempo, mesmo após transporte e armazenamento. 

Além disso, apresenta floretes finos e escuros, favorecendo a aparência e a conservação no mercado fresco. O consultor Antonio Carlos Rothmann destaca ainda sua resistência a doenças como míldio e mancha de alternaria, além da capacidade de permanecer em câmaras frias por mais de 20 dias sem perda de qualidade.

“O Centurion é resistente a doenças como míldio e mancha de alternaria, além de suportar o armazenamento em câmaras frias por mais de 20 dias sem perda de qualidade. Isso garante segurança ao mercado fresco, que hoje é o principal fornecedor de brócolis de cabeça para todo o Brasil”, destaca Rothmann.

A aposta em novas variedades como o Centurion reforça a posição do Brasil como maior produtor de brócolis da América do Sul, respondendo por 48% da produção total. Segundo a Associação Brasileira do Comércio de Sementes e Mudas (ABCSEM), o país produz mais de 290 mil toneladas anuais, movimentando cerca de R$ 1,2 bilhão no varejo. As principais regiões produtoras incluem a Serra Gaúcha, Grande Curitiba, o Cinturão Verde de Santa Catarina, além do Sul de Minas Gerais e São Paulo.

Segundo o especialista em Brássicas e Folhosas da Agristar do Brasil a variedade apresenta uma combinação de floretes finos e bem escuros que favorece sua durabilidade. “O Centurion demora muito mais para passar do ponto. O produtor pode embalar o brócolis, enviá-lo para outras regiões e, mesmo após o transporte e exposição na gôndola, ele mantém a qualidade por muito mais tempo”, explica.

 





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Governo alerta para riscos de contaminação no Rio Tocantins



O Ministério da Saúde divulgou uma nota técnica com orientações para a população que vive próxima ao Rio Tocantins, onde a Ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, entre Aguiarnópolis (TO) e Estreito (MA), desabou em dezembro de 2023, causando a morte de 14 pessoas; três ainda seguem desaparecidas.

Durante o colapso, caminhões transportando defensivos agrícolas e ácido sulfúrico caíram no rio. Embora não haja indícios de contaminação, o governo mantém o monitoramento da qualidade da água e recomenda precaução.

Risco ambiental e impacto na população

Segundo o ministério, os produtos químicos permanecem no leito do rio, representando potencial risco de vazamento. Uma contaminação da água poderia afetar a subsistência de comunidades indígenas, ribeirinhas e quilombolas, além dos moradores da região.

Principais recomendações

O governo recomenda que, em caso de confirmação de contaminação, a população:

  • Evite contato com a água do Rio Tocantins
  • Não utilize a água para consumo ou lazer
  • Siga apenas informações de órgãos ambientais e sanitários
  • Busque atendimento médico em caso de exposição aos produtos químicos

Além disso, profissionais de saúde foram orientados a monitorar sintomas de intoxicação, como náuseas, tontura, irritação na pele e dificuldades respiratórias.

A equipe técnica do Ministério da Saúde segue acompanhando a situação, com reuniões semanais entre representantes dos estados do Tocantins e Maranhão para atualizar o cenário e definir novas ações de mitigação.



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SP reativa Câmara Setorial de Açúcar, Etanol e Bioenergia



A Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo informou, em nota, que reativou a Câmara Setorial de Açúcar, Etanol e Bioenergia. Além disso, empossou como presidente do colegiado Bruno Garcia, que é representante da Organização de Associações de Produtores de Cana do Brasil (Orplana) na câmara.

Segundo nota da pasta, a Câmara Setorial do segmento foi reativada após três anos, com um plano de ação que visa o avanço da cadeia produtiva de cana-de-açúcar em São Paulo.

O novo plano estratégico do colegiado inclui, entre outros itens, a reestruturação do Programa Etanol Mais Verde, “fundamental para promover práticas sustentáveis, prevenir incêndios e ampliar a regularização ambiental por meio de ferramentas como o Cadastro Ambiental Rural (CAR) e o Programa de Regularização Ambiental (PRA)”, diz a secretaria na nota.

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A secretaria informou, além disso, que anunciou outras medidas para o setor sucroenergético, como procedimentos para licenciamento ambiental visando facilitar a geração de biogás e biometano nas propriedades agrícolas, a sanção do projeto de isenção de IPVA para veículos híbridos flex e a criação da Coordenadoria de Transição Energética.



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AgroNewsPolítica & Agro

Brasil enfrenta desafios com falsificações de fertilizantes



“A entrada de novas empresas no mercado de fertilizantes é um grande desafio”



Entre as principais recomendações do especialista estão a demonstração de confiabilidade por meio de certificações
Entre as principais recomendações do especialista estão a demonstração de confiabilidade por meio de certificações – Foto: Canva

Segundo João Luiz Ricardo de Souza Filho, Associado no IEST Group, o aumento das importações de fertilizantes no Brasil tem gerado sérios problemas com falsificações e produtos de baixa qualidade. A procedência, a logística e o armazenamento são fatores cruciais que impactam a eficácia dos fertilizantes quando chegam ao campo, tornando essencial um maior controle e confiabilidade no setor.

“Por isso eu sempre digo, a entrada de novas empresas no mercado de fertilizantes é um grande desafio. Para evitar prejuízos, tanto para as empresas que importam quanto para o produtor rural”, comenta em seu perfil na rede social LinkedIn.

Entre as principais recomendações do especialista estão a demonstração de confiabilidade por meio de certificações, participação em eventos agrícolas e parcerias com produtores, permitindo que o mercado avalie o produto em ação. Além disso, preços muito abaixo do mercado e promessas de logística facilitada costumam gerar desconfiança, tornando a transparência fundamental nas negociações.

Outro aspecto essencial é o investimento no chamado pós-venda. Monitorar o desempenho dos fertilizantes no solo e acompanhar seus efeitos nas lavouras demonstra compromisso com a qualidade e fortalece a relação com os clientes. Um suporte técnico eficiente pode ser um diferencial competitivo e ajudar a consolidar a marca no mercado. “A qualidade do fertilizante impacta diretamente a produtividade e a rentabilidade do agricultor. Vale a pena o cuidado”, conclui ele, citando um caso em que observou a soja como exemplo.

 





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Gergelim brasileiro recebe aval para exportação à Coreia do Sul



Os governos da Coreia do Sul e da Guatemala autorizaram a exportação de novos produtos agropecuários do Brasil. Os sul-coreanos liberaram a exportação do gergelim brasileiro. A Coréia do Sul é um dos principais destinos para produtos agropecuários. Apenas em 2024, o país asiático importou mais de US$ 2,85 bilhões em produtos do agro, com destaque para os setores de cereais, carnes e oleaginosas.

Guatemala

A autoridade sanitária do país da América Central confirmou o cumprimento dos requisitos sanitários por parte dos exportadores brasileiros de gelatina e colágeno. “A abertura deste mercado reforça a parceria comercial entre os países, facilitando o acesso da indústria brasileira de insumos alimentícios e farmacêuticos ao mercado guatemalteco”, informou o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

No ano passado, o Brasil exportou US$ 248,9 milhões em produtos agropecuários para a Guatemala, com destaque para os produtos florestais, cereais e oleaginosos.

O Mapa destaca que as novas parcerias são frutos da pasta em cooperação com o Ministério das Relações Exteriores (MRE). Desde 2023, o agronegócio brasileiro conquistou 317 aberturas de mercado, consolidando o Brasil como um dos principais fornecedores globais de alimentos e insumos agropecuários.



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Fortalecimento da Embrapa e reestruturação do Inmet são debatidos no governo



O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, reuniu-se com a ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck e conversaram sobre o aprimoramento da gestão, como a reestruturação do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Durante o encontro também foi debatido o fortalecimento da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). “É uma instituição crucial na produção de alimentos e que requer nosso contínuo apoio. Tenho plena confiança de que o Ministério da Gestão continuará sendo um grande parceiro do Ministério da Agricultura, trabalhando juntos para modernizar e otimizar a estrutura da máquina pública”, disse Fávaro.

A reunião serviu para realizar ajustes estratégicos no Ministério da Agricultura, visando garantir a eficiência e as entregas programadas para 2025. Umas das ideias é a inclusão do Inmet como secretaria destacou o ministro.

Em novembro de 2024, durante a comemoração dos 115 anos do Inmet, o ministro Fávaro lançou o novo Planejamento Estratégico para o período 2025-2031 do Instituto. O novo planejamento tem por objetivo três pontos principais:

  • A ampliação da utilização de dados meteorológicos na agropecuária e no suporte à tomada de decisão no campo;
  • A reformulação da comunicação dos produtos e serviços prestados pelo Inmet;
  • O fortalecimento da pesquisa aplicada e a inovação dos processos e serviços.

O planejamento foi elaborado com apoio técnico da Agência de Internacionalização e de Inovação da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (Aginova/UFMS).

Ainda está prevista a incorporação de 80 novos servidores, selecionados pelo Concurso Público Nacional Unificado (CNU), para renovar o quadro de servidores do Inmet e potencializar novas entregas.

No início de 2025, também foi publicada, no Diário Oficial da União, a Portaria nº 752, que aprova a Política de Inovação do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). A medida tem como objetivo aumentar as oportunidades de coordenação e o alinhamento das ações do Instituto em relação à inovação, com foco na apropriação e desenvolvimento de novas tecnologias, produtos, processos e serviços meteorológicos, que atendam às necessidades do setor produtivo e da sociedade.



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Otimização das manobras na colheita de cana-de-açúcar




A pesquisa revelou que as melhorias nas manobras desses veículos resultaram em um aumento considerável na produtividade da colheita
A pesquisa revelou que as melhorias nas manobras desses veículos resultaram em um aumento considerável na produtividade da colheita – Foto: Divulgação

O Laboratório de Máquinas e Mecanização Agrícola (LAMMA) anunciou, no início de 2025, a publicação do artigo “Optimization of Auxiliary Vehicle Maneuvering in Mechanized Sugarcane Harvesting: Productivity and Sustainability” na revista científica AgriEngineering (2025, 7(2), 25). O estudo foi conduzido pelo Rouverson Silva Research Group, composto por uma equipe de especialistas, e focou na otimização das manobras de veículos auxiliares, como os vagões transbordo, durante a colheita mecanizada da cana-de-açúcar.

A pesquisa revelou que as melhorias nas manobras desses veículos resultaram em um aumento considerável na produtividade da colheita, ao mesmo tempo em que contribuíram para a redução da compactação do solo, um problema frequente em áreas com intensa movimentação de máquinas. O estudo também demonstrou que a adoção de técnicas otimizadas, especialmente em terrenos planos, proporcionou um retorno econômico mais favorável, aliado a um impacto ambiental reduzido. Esses resultados destacam a relevância de conciliar eficiência operacional com práticas sustentáveis no setor agrícola.

O trabalho foi assinado por Lígia Negri Corrêa, Adão Felipe dos Santos, Carlos Eduardo Angeli Furlani, Glauco de Souza Rolim, Igor Cristian de Oliveira Vieira, Breno dos Santos Silva, Frederico Luiz Siansi e Rouverson Pereira da Silva. A publicação está disponível na edição 7(2) de AgriEngineering de 2025 e representa um avanço significativo nas práticas de mecanização agrícola, com um impacto direto na produtividade e na sustentabilidade das operações de colheita de cana-de-açúcar.

 





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