segunda-feira, julho 6, 2026

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AgroNewsPolítica & Agro

Colheita segue pautando mercado do milho: Confira


A TF Agroeconômica informou que a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) concluiu oficialmente o plantio da primeira safra de milho no Rio Grande do Sul. O estado lidera a colheita no país, com 69% da área apta já colhida, superando os 60% da semana anterior e os 63% registrados no mesmo período de 2023. No entanto, a Conab destacou que lavouras mais tardias enfrentam dificuldades devido à irregularidade das chuvas.  

Em Santa Catarina, a colheita segue atrasada, de acordo com a Conab. No mercado local, cooperativas pagam R$ 64,50 por saca em Campo Alegre, R$ 63,50 em Papanduva, R$ 67,00 no oeste catarinense e R$ 67,00 na região serrana. No porto, os preços variam entre R$ 72,50 para entrega em agosto e pagamento em 30/09, até R$ 73,50 para entrega em outubro e pagamento em 28/11.  

No Paraná, a Conab revisou os dados de colheita da primeira safra, apontando alguns atrasos. No mercado local, o milho spot é negociado a R$ 70,00/saca no interior. No porto de Paranaguá, compradores oferecem R$ 72,70 para entrega em agosto, R$ 73,50 para setembro, R$ 73,80 para outubro e R$ 74,80 para novembro, com pagamentos programados para o mês seguinte à entrega.  

Já no Mato Grosso do Sul, o plantio do milho safrinha atingiu 24,2% da área, segundo a Aprosoja. No mercado físico, os preços caíram 1,52% em Campo Grande, chegando a R$ 65,00. Entretanto, houve alta nas demais regiões: Chapadão subiu 7,81% para R$ 69,00, Dourados e Maracaju atingiram R$ 70,00, enquanto Ponta Porã, São Gabriel do Oeste e Sidrolândia registraram R$ 66,00 por saca.

 





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Área tratada com defensivos agrícolas cresceu 9,2% em 2024, diz Sindiveg



A área tratada com defensivos agrícolas no país cresceu 9,2% em 2024, para mais de 2 bilhões de hectares, segundo pesquisa da Kynetec Brasil, encomendada pelo Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para a Defesa Vegetal (Sindiveg).

O volume de defensivos agrícolas utilizados para o controle de pragas, doenças e plantas daninhas cresceu 8,5% em relação ao mesmo período de 2023. A distribuição desse total é composta por herbicidas (45%), inseticidas (23%), fungicidas (23%), tratamentos de sementes (1%) e outros (8%).

Para a safra 2024/2025, a projeção é de que a área tratada com defensivos agrícolas cresça 6%, mantendo os mais de 2 bilhões de hectares do ano anterior.

Essa área deve ser distribuída entre soja (55%), milho (17%), algodão (8%), pastagem (5%), cana (4%), trigo (3%), feijão (2%), hortifrúti (2%), café (1%), citros (1%), arroz (1%) e outros (1%).

Na soja, a área tratada deve crescer 7%, com ênfase no combate a percevejos (4,9%) e lagartas (14,6%).

“Para realizar a análise (de 2024), foi utilizada a métrica denominada PAT (potencial de área tratada ou área tratada por produto), que leva em consideração o número de aplicações e o número de produtos no tanque utilizados para o controle das diversas pragas, doenças e plantas invasoras. No total, a área tratada está representada por soja (56%), milho (16%), algodão (8%), pastagem (5%), cana (4%), trigo (3%), feijão (2%), hortifruti (2%), citros (1%), café (1%), arroz (1%) e outros (2%)”, disse o Sindiveg em nota.

Em termos regionais, o valor de mercado dos defensivos agrícolas está concentrado principalmente em Mato Grosso e Rondônia (28%), São Paulo e Minas Gerais (18%), Bamatopipa (15%), Rio Grande do Sul e Santa Catarina (11%), Paraná (10%), Mato Grosso do Sul (8%), Goiânia e Distrito Federal (8%) e outras regiões (3%). O crescimento observado é atribuído à maior infestação por pragas, como lagartas, cigarrinhas e mosca branca.



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O efeito da inflação dos alimentos em pequenos negócios


O aumento no preço dos alimentos tem deixado a refeição dos brasileiros mais cara e continua sendo debate. Apesar da prévia da inflação de fevereiro apontar uma desaceleração nos preços dos alimentos em relação à janeiro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) indicou a alta de 0,61%. Alcance percentual de menor proporção desde setembro de 2024.  

A informação foi divulgada nesta terça-feira (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. O IPCA-15 funciona como prévia da inflação.

Já o IPCA, que mede oficialmente a inflação dos principais produtos e serviços consumidos no Brasil, apontou recuo de 0,16% em janeiro.

De acordo com o  Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), esta foi a menor taxa para um mês de janeiro desde o início do Plano Real, em 1994. 

Apesar da ligeira retração no índice geral, o grupo formado por Alimentação e Bebidas registrou alta de 0,96% em janeiro, quinto aumento consecutivo. 

Enquanto a alimentação no domicílio subiu 1,07%, influenciada pelas altas da cenoura (36,14%), do tomate (20,27%) e do café moído (8,56%); a alimentação fora do domicílio desacelerou de 1,19% em dezembro para 0,67% em janeiro.

De acordo com o Sebrae, apesar dos desafios, esta inflação também pode abrir oportunidades para os pequenos empreendedores que adotarem estratégias inteligentes para prosperar em ambiente dinâmico.

“Negócios que conseguem se adaptar rapidamente às mudanças de preços e custos, renegociando contratos com fornecedores e otimizando processos produtivos, tendem a sair fortalecidos”. Giovanni Bevilaqua, coordenador de Acesso ao Crédito e Investimentos do Sebrae.

Para o Sebrae, a alta da inflação, influenciada pelo aumento dos juros e pela desvalorização do real frente ao dólar, pode impactar nos custos das empresas.

Além dos motivos relacionados ao mercado, pequenos produtores rurais também passam por desafios com a oscilação do clima, aumento de pragas, entre outros.

Mas Giovanni Bevilaqua afirmou que a busca do consumidor por alternativas mais baratas pode impulsionar o crescimento de marcas próprias e soluções mais acessíveis, abrindo um novo espaço aos empreendedores.

No intuito de criar formas para reduzir o efeito da inflação na rotina dos pequenos negócios, o Sebrae orienta:

  • Conheça a sua real situação: empreendedores dos ramos de alimentação (como restaurantes, padarias e mercearias) tendem a ser mais afetados com o aumento do preço dos alimentos. Conhecer a sua real situação financeira e elaborar estratégias contribuem para evitar, quando possível, os repasses ao consumidor, que também sofre com a alta de preços.
  • Fique atento à gestão financeira: invista no planejamento orçamentário, monitorando de perto os custos e margens de lucro. Nesse contexto, a boa gestão das finanças torna-se um diferencial competitivo. Coloque os custos em ordem de prioridade: a gestão financeira e o fluxo de caixa devem ser feitos com muita atenção.
  • Mude: a diversificação de fornecedores e a adoção de estratégias de precificação mais dinâmicas podem ajudar a mitigar os efeitos da inflação.
  • Negocie: renegocie dívidas, preços com fornecedores, aluguéis, taxas e financiamentos com instituições financeiras e o que mais pesar no orçamento da empresa.
  • Inove: programas de fidelização e diferenciação de produtos ou serviços podem contribuir para manter a clientela, mesmo em um ambiente de alta de preços.



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Morre superintendente de Torrefação e Negócios da Cooxupé


Morreu na manhã desta terça-feira (25), em Guaxupé (MG), o superintendente de torrefação e novos negócios da Cooxupé, Mário Panhotta da Silva. Durante o seu trabalho na cooperativa, Panhotta também ocupou os cargos de gerente de divisão comercial e gerente comercial de mercado interno.

Sob a liderança de Panhotta, a Cooxupé consolidou-se no mercado, ampliando a produção e a presença dos produtos em diversos estados do Brasil. Em 2015, ele acompanhou a inauguração da nova planta industrial no Complexo Japy, que permitiu a ampliação da capacidade produtiva da cooperativa.

A Cooxupé manifestou pesar pela perda do profissional, destacando sua contribuição para cooperativa e para o fortalecimento da indústria cafeeira nacional.

Mário Panhotta era casado e pai de dois filhos. O velório ocorre na Capela do Lar São Vicente e o sepultamento no cemitério Luiz Smargiass, em Guaxupé.

Nota de falecimento Mário Panhotta (Cooxupé)Nota de falecimento Mário Panhotta (Cooxupé)
A Cooxupé lamentou a morte de Mário Panhotta Foto: reprodução/ Cooxupé



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Trump diz que tarifas para México e Canadá entram em vigor na próxima semana



O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira (24) que as tarifas sobre importações do México e do Canadá “irão adiante” quando um adiamento de 30 dias expirar na semana que vem. A notícia, que veio nos últimos 40 minutos de negociação na segunda-feira, arrastou para baixo o S&P 500, índice de ativos de bolsas norte-americanas.

Esse é o primeiro dos quatro prazos tarifários iminentes de Trump nas próximas seis semanas. Trump voltou a dizer que os EUA “foram aproveitados” por parceiros comerciais, mas que pretende “ganhar muito território”.

Se confirmadas, as tarifas devem entrar em vigor a partir do dia 4 de março, quando expira o prolongamento do prazo anunciado pelo presidente americano. As tarifas incluem taxas de 25% sobre todas as importações mexicanas e canadenses, com uma exceção apenas da tarifa de 10% das importações de energia do Canadá. 



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Vendas internas de açúcar são mais lucrativas que as externas, aponta Cepea



Cálculos do Cepea mostram que as vendas domésticas de açúcar cristal seguem vantajosas frente ao valor equivalente das exportações, cenário observado desde a segunda quinzena de outubro do ano passado.

De 17 a 21 de fevereiro, enquanto a média semanal do Indicador do açúcar cristal Cepea/Esalq, cor Icumsa de 130 a 180, foi de R$ 141,49/saca de 50 kg, a das cotações do contrato nº 11 da ICE Futures (vencimento Março/25) foi de R$ 141,00 a saca.

Assim, o spot paulista remunerou 0,34% a mais que as vendas externas. Para esse cálculo, foram considerados US$ 59,99/ tonelada no frete tipo FOB, US$ 58,68/ tonelada de prêmio de qualidade e R$ 5,711 de dólar.

Comércio interno do açúcar

No mercado doméstico, levantamento do Cepea aponta que os preços da saca do açúcar cristal não têm mostrado sustentação, já que algumas usinas continuam reduzindo os valores de suas ofertas. Comparando-se as médias do Indicador Cepea/Esalq nas últimas duas semanas, a queda foi de 1,95%.

Açúcar no exterior

Indicadores apontam para uma queda na produção de açúcar na Índia, segunda maior produtora mundial, para 26 milhões de toneladas. A queda na oferta pressiona o mercado global e impulsiona os preços.

Cepea

O Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) é parte do Departamento de Economia, Administração e Sociologia da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (Esalq), unidade da Universidade de São Paulo (USP) e é um grupo de pesquisas registrado no CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico).



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AgroNewsPolítica & Agro

Confira como fechou o mercado de trigo


A disponibilidade de trigo no Rio Grande do Sul caiu para 940 mil toneladas, conforme levantamento da TF Agroeconômica. Do total de 3,9 milhões de toneladas da safra estimada, 2,96 milhões já foram utilizadas, com 1,7 milhão destinadas à exportação, 70 mil para ração, 550 mil adquiridas pelos moinhos, 470 mil enviadas para fora do estado e 170 mil para sementes. Isso representa um comprometimento de 75,9% da safra. Os moinhos locais avançam lentamente na cobertura de abril, com preços entre R$ 1.300,00 e R$ 1.400,00 por tonelada, dependendo da localização e qualidade do grão. Exportações tiveram cotações de R$ 1.320,00 no porto para entrega em fevereiro, sem registro de negócios.

Em Santa Catarina, a dificuldade de repassar custos para o preço das farinhas mantém o mercado travado. Os preços do trigo no estado seguem estáveis, com a sexta semana consecutiva de valores inalterados em Canoinhas (R$ 72,00/saca), Chapecó (R$ 69,00), Joaçaba (R$ 74,33), Rio do Sul (R$ 80,00), São Miguel do Oeste (R$ 72,00) e Xanxerê (R$ 73,00). A demanda de farelo caiu, pressionando os preços para R$ 1.100,00 por tonelada ensacada. Algumas cooperativas seguram as vendas, aguardando valorização futura do cereal.

No Paraná, a disponibilidade de trigo caiu de 200 mil toneladas há um mês para cerca de 40 mil toneladas, o que elevou os preços para R$ 1.550,00/t FOB. Os compradores oferecem R$ 1.500,00/t, posto no Centro-Sul do estado, para entrega em março e pagamento em abril. O início da colheita de milho e soja reduziu a atenção ao trigo, enquanto os fretes seguem em alta. O trigo importado da Argentina via rodoviária chega ao Oeste paranaense a R$ 1.590,00/t. O preço médio da saca subiu 0,49% na semana, atingindo R$ 73,24, enquanto o custo de produção caiu para R$ 68,68, elevando o lucro médio do triticultor de 6,10% para 6,64%.

 





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Cortes de Trump geram preocupação com monitoramento da gripe aviária



Os cortes feitos pelo Departamento de Eficiência Governamental da administração de Donald Trump estão gerando preocupação quanto ao monitoramento da gripe aviária pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) e pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC).

O USDA anunciou que eliminou US$ 132 milhões em contratos, como parte de um esforço para reduzir gastos públicos considerados excessivos.

“Os americanos não têm como se proteger da gripe aviária, a menos que o governo Trump pare de reter irresponsavelmente as informações mais recentes sobre onde e como o vírus está se espalhando”, disse em comunicado Hannah Connor, do Centro para a Diversidade Biológica.

Combate contra a gripe aviária

Segundo relatos, o governo Trump reduziu em cerca de 25% a equipe responsável pelo monitoramento da gripe aviária, mas há informações na mídia de que o governo estaria tentando recontratar parte desses funcionários.

De acordo com dados do USDA, cerca de 159 milhões de aves comerciais foram perdidas para a gripe aviária desde fevereiro de 2022. Representantes do USDA e do CDC não responderam aos pedidos de comentário.

Além disso, a gripe aviária tem causado problemas aos americanos. Desde o início do surto, a doença provocou a diminuição da oferta de ovos e no aumento dos preços do produto em todo o país.



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Veja a situação da colheita da safra 2024/25 do arroz, milho e da soja



A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou relatório com dados obtidos até o último domingo (23) sobre a colheita da safra 2024/25 da soja, milho e arroz. De acordo com a entidade, a colheita de soja atinge 36,4% da área no Brasil, conforme o relatório da entidade.

Na semana passada os trabalhos atingiam 25,5% da área e, no mesmo período do ano passado, a ceifa estava completa em 38,0% da área.

Semeadura da soja

Já o plantio da safra de soja estava completo em 100% da área até o dia 23 de fevereiro. Na semana passada a semeadura atingia 99,7% da área. Em igual período do ano passado, os trabalhos de plantio atingiam 100% da área.

Safra do milho

A colheita de milho 1° safra 2024/25 atingiu 20,9% da área estimada no Brasil, até o dia 23 de fevereiro, segundo a Conab. Na semana anterior, a colheita atingia 17,3% da área. No mesmo período do ano passado, a ceifa estava completa em 24,9% da área.

O plantio de milho 1° safra 2024/25 avançou para 99,6% da área. Na semana anterior, a semeadura estava em 98,1%. Em igual período do ano passado, o número era de 99,5%.

O plantio de milho 2° safra atingiu 53,6%. Na semana anterior, a semeadura atingia 35,7% da área. Em igual período do ano passado, os trabalhos de plantio haviam sido concluídos em 59% da área.

Safra do arroz

A colheita de arroz avançou para 11,7% da área estimada para a temporada 2024/25 nos seis principais estados produtores do Brasil (Tocantins, Maranhão, Mato Grosso, Goiás, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, que representam 88% do total), conforme levantamento da Conab.

Na semana anterior, a colheita da safra estava em 7,1%. Em igual período do ano passado, o número era de 5,9%.



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AgroNewsPolítica & Agro

Preço do trigo segue em alta no Brasil com escassez de produto de qualidade



Compradores enfrentam dificuldades para encontrar lotes com bom padrão




Foto: Canva

Os preços do trigo em grão continuam em alta no Brasil, impulsionados pela escassez de produto de qualidade no mercado interno. De acordo com o boletim informativo do Cepea, compradores enfrentam dificuldades para encontrar lotes com bom padrão, o que tem levado à priorização das importações.

Por outro lado, vendedores, com estoques reduzidos, evitam fechar novos negócios à espera de cotações ainda mais elevadas nos próximos meses, em plena entressafra nacional. Segundo o Cepea, a comercialização do trigo com PH igual ou superior a 78 está restrita a lotes pontuais, reforçando a limitação da oferta interna.

Enquanto isso, os produtores já começam a se planejar para a próxima safra. Dados oficiais apontam uma redução de 2,1% na área plantada no Brasil, mas a expectativa de aumento na produtividade deve garantir uma oferta maior em 2025 na comparação com o ano anterior.





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