quinta-feira, julho 2, 2026

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Como a soja fechou o dia em Chicago?



O mercado operou em queda pelo terceiro dia consecutivo



O mercado operou em queda pelo terceiro dia consecutivo
O mercado operou em queda pelo terceiro dia consecutivo – Foto: Nadia Borges

A soja negociada na Bolsa de Chicago (CBOT) encerrou o dia em queda, impactada pelo ritmo acelerado da colheita no Brasil e por incertezas no comércio global. Segundo a TF Agroeconômica, o contrato para maio, referência para a safra brasileira, recuou 0,44%, fechando a US$ 1008,25 por bushel. O vencimento de julho caiu 0,49%, a US$ 1021,50 por bushel. O farelo de soja também registrou baixa de 0,73%, cotado a US$ 297,7 por tonelada curta, enquanto o óleo de soja recuou 0,42%, fechando a US$ 42,36 por libra-peso.  

O mercado operou em queda pelo terceiro dia consecutivo, refletindo a turbulência gerada pelas novas tarifas propostas pelo governo dos EUA e potenciais retaliações dos países afetados. Há preocupações sobre taxas portuárias onerosas para navios chineses, o que poderia encarecer as exportações agrícolas americanas. Além disso, o avanço da colheita no Brasil pressiona os preços, com expectativa de produção recorde de 170 milhões de toneladas.  

A valorização do real frente ao dólar é outro fator em jogo, podendo reduzir o apetite dos produtores brasileiros por vendas no curto prazo. No entanto, a pressão sazonal típica do período continua, com novos lotes de soja entrando no mercado. Esse cenário mantém a volatilidade e a cautela entre os operadores, que acompanham de perto os desdobramentos da política comercial global.  

Com um mercado ainda incerto e influenciado por fatores externos, a tendência dos preços dependerá da evolução da demanda global e das medidas protecionistas adotadas pelos EUA. No Brasil, os próximos passos dos produtores serão decisivos para o ritmo das exportações e para o comportamento do mercado nas próximas semanas.

 





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mercado reage ao comunicado do Copom; ouça análise


Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca a correção no mercado brasileiro após seis altas seguidas.

O Ibovespa recuou e o real perdeu força, refletindo a decisão do Copom de elevar a Selic e a cautela global com a política tarifária dos EUA.

Lá fora, a moeda americana se valorizou enquanto o Fed manteve a previsão de dois cortes de juros no ano, impulsionando o ouro.

No Brasil, o mercado já ajusta projeções para uma Selic ainda mais alta, enquanto o Congresso aprovou o relatório do orçamento de 2025.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Brasil contraria maiores economias e eleva taxa de juros


O Banco Central do Brasil elevou a Selic para 14,25% e sinalizou um novo aumento, conforme relatório de David Beker, chefe de economia para o Brasil e de estratégia para a América Latina do Bank of America, divulgado nesta quarta-feira (19). O Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu, de forma unânime, elevar a taxa em 100 pontos-base e indicou mais um ajuste de menor magnitude na próxima reunião, sem oferecer diretrizes para os encontros subsequentes. A análise do BofA prevê duas novas altas de 50bps nas próximas reuniões, com possíveis cortes posteriormente.  

No cenário externo, o Copom destacou a incerteza sobre a política comercial dos Estados Unidos, o que pode afetar a desinflação global e o crescimento econômico. No Brasil, o comunicado trouxe a observação de que a atividade econômica dá sinais de “moderação incipiente”, enquanto as expectativas de inflação foram descritas como “em nível elevado”, sugerindo um processo de estabilização.  

A inflação segue acima da meta de 3,0% no horizonte relevante de seis trimestres, com projeção para o terceiro trimestre de 2026 ajustada de 4,0% para 3,9%. Para 2025, a estimativa anual caiu de 5,2% para 5,1%. Com a desaceleração da atividade econômica e a estabilização das expectativas inflacionárias, o Bank of America avalia que a Selic pode atingir 15,25% antes de uma possível reversão da trajetória de alta.

Brasil na contramão?

Enquanto grandes economias mantêm ou reduzem juros, o Brasil segue na contramão. O Federal Reserve manteve as taxas dos EUA entre 4,25% e 4,50% ao ano, sem mudanças por duas reuniões consecutivas, refletindo incertezas econômicas. O presidente do Fed, Jerome Powell, reforçou a necessidade de cautela antes de ajustes, mas indicou possíveis cortes em 2025.  

Na China, o Banco Central manteve as taxas de referência de empréstimo inalteradas, com a LPR de um ano em 3,1% e a de cinco anos em 3,6%. A decisão acompanha a postura do Fed, apesar das pressões externas, como tensões comerciais e defesa do yuan. Pequim foca no consumo interno para mitigar impactos da guerra comercial. Apesar de sinais de recuperação, como alta no varejo e produção industrial, a inflação negativa e a deflação industrial indicam necessidade de estímulos. Analistas preveem cortes nos juros chineses ainda em 2024, alinhados à meta de crescimento de 5%.

 





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Previsão do tempo para hoje é de temporais em várias áreas; confira



Diversas áreas do país têm chance de receber temporais neste início de outono. Por outro lado, regiões como o oeste do Rio Grande do Sul, oeste da Bahia e porções de Mato Grosso do Sul enfrentam muito calor nesta sexta-feira.

Confira como ficam as condições do tempo em todo o país, de acordo com análise da Climatempo.

Sul

Pouca chuva deve atingir a região. Apenas o litoral norte de Santa Catarina e o litoral do Paraná devem ter receber precipitações, por conta da infiltração marítima.

O tempo continua aberto e firme nas demais áreas do Sul, com temperaturas mais elevadas no oeste do Rio Grande do Sul.

Sudeste

Dia de sol, poucas nuvens e tempo firme no centro-oeste de São Paulo. As demais áreas do estado têm sol e pancadas de chuva mais irregulares, aparecendo de forma isoladas no litoral e no norte paulista.

Por outro lado, o tempo fica mais carregado nos três outros estados do Sudeste, com chuva forte e temporais.

Centro-Oeste

Não chove no oeste e sul de Mato Grosso do Sul. No entanto, estão mantidas as condições de pancadas para Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso, com risco de temporais localizados.

Nordeste

A costa norte da região segue com chance para chuva forte no Maranhão, Piauí, Ceará e Rio Grande do Norte. O potencial é alto para temporais, enquanto áreas do sertão e do agreste do Nordeste continuam sem chuva.

Destaque para o calor e baixa umidade no oeste da Bahia.

Norte

Permanecem as condições para ocorrência de pancadas de chuva em toda a região, com risco maior de temporais no Acre, Rondônia, Amazonas, Pará e Amapá.



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Confira como estão preços da soja


A lentidão do mercado de milho segue no Rio Grande do Sul, segundo informações da TF Agroeconômica. “Indicações no porto, para entrega março e pagamento abril na casa de R$ 135,50 entrega abril e pagamento final de abril bateu R$ 136,00 entrega maio e pagamento final de maio R$ 136,60. No interior, os preços nas fábricas seguem os valores de cada praça: R$ 131,00 em Cruz Alta (pagamento em 31/03), R$ 131,00 em Passo Fundo (pagamento no final de março), R$ 132,00 em Ijuí (pagamento em 31/03), R$ 132,00 em Santa Rosa/São Luiz (pagamento em meados de abril). Já os preços de pedra em Panambi mantiveram-se em R$ 127,00 por saca para o produtor”, comenta.

A colheita da soja avança em Santa Catarina, com 10% colhido no Meio Oeste e lavouras em maturação nos Planaltos. A produtividade média esperada é de 3.710 kg/ha, mas estiagem no Planalto Sul afetou algumas áreas. A sanidade das lavouras é satisfatória.   Produtores ajustaram a área plantada, optando por soja safrinha devido à maior 

rentabilidade. No porto de São Francisco, a saca está cotada a R$ 134,19 para junho, refletindo incertezas climáticas.

No Paraná, o destaque é para as perdas causadas pelo clima. “Em Paranaguá, o preço chegou a R$ 135,37. Em Ponta Grossa foi de R$ 128,70 por saca CIF, Cascavel, o preço foi 123,77. Em Maringá, o preço foi de R$ 124,60 em Ponta Grossa o preço foi a R$ 128,70 por saca FOB, sem negócios reportados. Os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 125,00”, completa.

A produtividade da soja em Mato Grosso do Sul ficará abaixo da média, com 49,23 sacas/ha devido à falta de chuvas. Ainda assim, a produção crescerá 13,19%, atingindo 814,9 mil toneladas, impulsionada pelo aumento de 6,79% na área plantada.  Os preços da soja no estado variam, com cotações de R$ 117,09 em Dourados, Campo Grande e Maracaju, e R$ 108,01 em Chapadão do Sul.

No Mato Grosso, o preço da soja caiu. “O preço da soja continua em queda em Mato Grosso, onde a colheita da safra já atingiu 97% da área cultivada, segundo o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea). Nesta quarta-feira (18/3), o valor médio do grão no estado foi de R$ 107,65 por saca de 60 kg, uma leve redução de 0,29%.

Paralelamente, o custo de produção da soja para a safra 2025/26 subiu 0,54% em fevereiro, chegando a R$ 4.073,00 por hectare, conforme análise do Imea com base no projeto CPA-MT”, conclui.

 





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Milho volta a cair na B3: Veja os motivos


O milho da Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3) fechou em baixa com correção da sequência de alta do milho e baixa do dólar, segundo informações da TF Agroeconômica. “Dia de correção para o milho da B3. As cotações cederam à pressão do dólar, que caiu pela sétima sessão consecutiva e encerrou no menor nível desde meados de outubro”, comenta.

“O mercado também tomou lucro depois de uma boa sequência de altas do milho, que acumula alta de 4,57% em uma semana para a cotação de maio. O mercado de etanol continua ativo no país, a Anec elevou em 0,16% as exportações de março, mas a indústria de ração está buscando compras mais racionais, comprando apenas o necessário e esperando o acesso ao grão da primeira safra que está sendo colhido”, completa.

Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam em baixa no dia. “O vencimento de maio/25 foi de R$ 83,08 apresentando baixa de R$ -1,36 no dia, alta de R$ 3,63 na semana; julho/25 fechou a R$ 74,58, baixa de R$ -0,48 no dia, alta de R$ 2,56 na semana; o vencimento setembro/25 fechou a R$ 74,16, baixa de R$ -0,50 no dia e alta de R$ 2,71 na semana”, indica.

Em Chicago, o milho fechou de forma mista com etanol e migração de área. “A cotação de maio, referência para a nossa safra de verão, fechou em alta de 0,71 % ou $ 3,25 cents/bushel a $ 462,00. A cotação para maio, fechou em alta de 0,27 % ou $ 1,25 cents/bushel a $ 469,25”, informa.

“As cotações mais curtas do milho fecharam em alta, com o suporte da melhora nos dados da produção de etanol nos EUA. Depois de duas semanas de relatórios negativos, esta semana a Administração de Informação de Energia dos EUA apontou um aumento na produção e uma redução nos estoques. Já as cotações mais longas fecharam em queda com a perspectiva de migração de área de soja para o plantio de milho em 2025”, conclui.

 





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Confira como o mercado de milho encerrou o dia


A TF Agroeconômica informou que o mercado de milho apresentou aumentos pontuais no Rio Grande do Sul, enquanto os preços se mantiveram estáveis no Paraná e no porto de Santa Catarina. No Mato Grosso do Sul, as cotações tiveram alta significativa em diversas regiões. As indústrias gaúchas enfrentam dificuldades para garantir estoques para abril e maio, levando algumas a pagar os preços pedidos pelos vendedores. No estado, os valores variam entre R$ 75,00 e R$ 80,00, dependendo da localidade, enquanto em Panambi o preço da saca subiu para R$ 68,00. Os armazenadores realizam vendas conforme a demanda dos produtores, com mais de 50% da colheita já comercializada.  

Em Santa Catarina, cooperativas locais pagam entre R$ 69,00 e R$ 71,00 por saca, dependendo da região. No porto, os preços foram vistos entre R$ 72,00 para entrega em agosto e R$ 73,00 para entrega em outubro, com prazos de pagamento em setembro e novembro, respectivamente. Já no Paraná, os preços do milho spot giram em torno de R$ 72,00/saca no interior. No porto de Paranaguá, as ofertas para a safrinha variam entre R$ 70,50 e R$ 73,30, conforme o prazo de entrega e pagamento.  

No Mato Grosso do Sul, os preços do milho registraram alta em diversas localidades. Em Campo Grande, a saca subiu 2,94% para R$ 70,00. Chapadão teve a maior valorização, com um aumento de 18,57%, alcançando R$ 77,00. Em Dourados, a cotação subiu 5,26%, atingindo R$ 75,79, enquanto em Maracaju foi registrada a marca de R$ 74,00. Ponta Porã, São Gabriel do Oeste e Sidrolândia também apresentaram aumento, chegando a R$ 75,00.

 





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Trigo segue lento nos estados do Sul



No Paraná, o evento Moatrigo foi destaque, reunindo mais de 400 participantes



Em Santa Catarina, a situação também é de preços estáveis e dificuldades na comercialização de farinhas
Em Santa Catarina, a situação também é de preços estáveis e dificuldades na comercialização de farinhas – Foto: Divulgação

O mercado de trigo segue lento no Rio Grande do Sul, com preços estáveis e moinhos enfrentando dificuldades na venda de farinhas, segundo a TF Agroeconômica. O trigo pão comum continua cotado a R$ 1.400/t FOB, com baixa demanda e pouca disponibilidade de transporte, já que os caminhões estão priorizando a soja. O preço do trigo branqueador seria R$ 1.550/t FOB, mas não há negócios fechados. O desempenho das vendas de farinha segue fraco, semelhante a fevereiro. Em Panambi, o preço da saca subiu para R$ 71,00.

Em Santa Catarina, a situação também é de preços estáveis e dificuldades na comercialização de farinhas. Os moinhos estão com estoques elevados e pouca margem para pagar mais pelo trigo, que se mantém próximo de R$ 1.400/t FOB. Há ofertas do RS a R$ 1.300/t FOB, podendo chegar a R$ 1.600/t no leste do estado, considerando frete e ICMS. Nos preços pagos aos produtores, houve alta em São Miguel do Oeste (R$ 74,00) e estabilidade em Joaçaba (R$ 78,00), Rio do Sul (R$ 80,00), Chapecó (R$ 69,00) e Xanxerê (R$ 77,00).

No Paraná, o evento Moatrigo foi destaque, reunindo mais de 400 participantes e trazendo informações relevantes sobre vendas de farinha no Brasil. No mercado, a oferta segue escassa e os preços em leve alta, com pedidos entre R$ 1.550 e R$ 1.570/t FOB. No norte do estado, negócios chegaram a R$ 1.600/t. Os produtores estão focados na colheita da soja e evitam vender trigo. Para a próxima safra, as indicações variam entre R$ 1.450 e R$ 1.500/t, mas a área plantada deve cair 20% a 25% no Paraná. O lucro médio do triticultor no estado subiu para 11,34%, com o preço médio da saca avançando para R$ 76,47.

 





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‘É inadmissível governo passar pano para invasor de terra’



Um dia após ser escolhido presidente da Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados, o deputado federal Rodolfo Nogueira (PL-MS) afirmou, em entrevista exclusiva ao Canal Rural, que pretende pressionar o governo federal por soluções para os principais desafios enfrentados pelo setor agropecuário. Entre os temas prioritários, estão a insegurança jurídica no campo, a falta de recursos para o seguro rural e o atraso na definição do orçamento do Plano Safra.

Pecuarista e agricultor, Nogueira assume o cargo em um cenário de invasões de terras, estiagem prolongada em diversas regiões e incertezas quanto ao financiamento da próxima safra. Para enfrentar esses desafios, o parlamentar destacou que vai unir forças com a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e convocar os ministros da Agricultura e da Fazenda para prestarem esclarecimentos à comissão.

“Vamos fazer uma cobrança dura, implacável ao governo, tanto nas políticas públicas de financiamento quanto nas políticas públicas de segurança ao direito de propriedade. É inadmissível um governo passar pano para invasor de terra em pleno 2025”, afirmou Nogueira.

O deputado também criticou o atraso na votação da Lei Orçamentária Anual, classificando o governo como “perdido” e “sem diálogo com o Congresso”. Segundo ele, essa morosidade prejudica diretamente o agronegócio, que representa um terço da carteira de trabalho formal no Brasil e é responsável por grande parte da balança comercial do país.

Nogueira enfatizou a importância de recursos adequados para o seguro rural e sinalizou apoio à proposta apresentada pela senadora Tereza Cristina (PP-MS), que reivindica ao menos R$ 2 bilhões para o programa ainda neste ano. Ele alerta que, sem esse apoio, produtores podem enfrentar dificuldades para fechar contratos de financiamento e custeio, que se encerram até o dia 30 de março.

“O produtor não sabe de onde vai vir o recurso para financiamentos. O seguro rural pode ser a única forma de garantir segurança financeira em um ano de tantas incertezas”, destacou.

Rodolfo Nogueira substitui Evair de Melo (PP-ES) na presidência da comissão e ficará à frente dos trabalhos por um ano, conforme determina o regimento interno da Câmara. Antes, ele já havia atuado como vice-presidente da Comissão de Agricultura e Pecuária.



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Arroba de boi gordo tem alta moderada hoje; veja os preços



O mercado físico do boi gordo volta a se deparar com uma elevação tímida de preços da arroba nesta quinta-feira (20).

O encurtamento das escalas de abate pode ser atribuído como grande variável para justificar a recuperação dos preços, de acordo com análise da consultoria Safras & Mercado. A oferta de fêmeas apresenta sinais de retração, o que sem dúvida é um fator importante neste momento.

Os pecuaristas se deparam com pastos em boas condições, o que também favorece a retenção como uma estratégia recorrente.

Exportações em bom nível são outro elemento que precisa ser mencionado, disse o analista Fernando Henrique Iglesias.

Preço médio da arroba de boi gordo hoje

  • São Paulo: R$ 329,27
  • Goiás: R$ 313,92
  • Minas Gerais: R$ 308,82
  • Mato Grosso do Sul: R$ 303,64.
  • Mato Grosso: R$ 300,23.

Atacado

O mercado atacadista apresenta elevação em seus preços. O ambiente de negócios sugere por menor propensão a reajustes durante a segunda quinzena do mês, período pautado por menor apelo ao consumo.

Soma-se a isso a preferência da população por proteínas mais acessíveis a exemplo da carne de frango, cortes suínos e embutidos.

  • O quarto traseiro foi precificado a R$ 25,50 o quilo, alta de R$ 0,50.
  • O quarto dianteiro ainda é cotado a R$ 18,50 o quilo.
  • A ponta de agulha permanece no patamar de R$ 17 o quilo.



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