sexta-feira, julho 3, 2026

Autor: Redação

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Frente fria derruba temperaturas, traz chuva forte e ventos de até 90 km/h


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Foto: Pixabay

Clima severo, decorrente do avanço de uma nova frente fria, deve começar a atingir parte do país a partir desta quinta-feira (7), alerta o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Segundo o órgão, as áreas de instabilidade devem atingir o sul do Rio Grande do Sul no período da manhã, trazendo chuvas intensas no decorrer do dia em grande parte do estado, com maior severidade nas porções sul e oeste.

Assim, são esperados acumulados de até 50 mm de chuva na quinta-feira, principalmente na região de Uruguaiana, e queda de granizo no centro sul do estado.

Já no período da noite, há previsão de rajadas de vento de até 90 km/h e pancadas de chuva na Região Metropolitana de Porto Alegre, além de queda nas temperaturas em áreas do sul e oeste do estado, com máximas de até 15°C.

Frente fria avança para outros estados

O Inmet alerta que na sexta-feira (8), a frente fria tende a avançar pela Região Sul, provocando pancadas de chuva com trovoadas no norte do Rio Grande do Sul, em Santa Catarina, no Paraná e sudoeste de Mato Grosso do Sul.

Nessas áreas, as temperaturas máximas não ultrapassam os 21°C ao longo do dia no sudoeste sul-mato-grossense e em toda a Região Sul, à exceção de áreas do norte paranaense e da Região Metropolitana de Curitiba.

No sábado (9), a frente fria deve ocasionar pancadas de chuva e queda nas temperaturas nos estados de Mato Grosso do Sul e de São Paulo. Ao longo do dia, permanece a previsão de declínio das temperaturas, com destaque para a região centro-sul do Paraná onde a máxima prevista é de 15°C.

Neste dia, os maiores acumulados de chuva são esperados em Santa Catarina, sul do Paraná e sul de Mato Grosso do Sul, com valores em torno de 40 mm.

Massa de ar frio chega no Norte

O Inmet ainda prevê que durante o domingo (10), a intensa massa de ar frio continua avançando pelo continente e atinge o centro-sul de Rondônia. As temperaturas seguem em declínio, com máxima prevista de 20°C no sudoeste rondoniense, uma queda de 8°C em relação ao dia anterior.

No entanto, o frio mais rigoroso está reservado para o Sul do país, onde as máximas não devem passar dos 16°C, com destaque para a Serra Catarinense, que terá máxima de apenas 12°C. Conforme o Instituto, há previsão de geada entre o sudoeste do Paraná e a região centro-oeste de Santa Catarina.

Na segunda-feira (11), o Inmet destaca que a massa de ar frio alcançará uma ampla área que vai desde o Sul Fluminense até o Acre, passando por Rondônia, Cuiabá, sul goiano, Triângulo Mineiro e sul de Minas.

O frio intenso permanecerá no Sul do Brasil, com geada esperada em todos os estados da Região, além do sudoeste de Mato Grosso do Sul. Para os estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo, há previsão de pancadas isoladas de chuva ao longo do dia.

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AgroNewsPolítica & Agro

Chuvas limitam ritmo da colheita de milho


De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (30), a colheita de milho no Rio Grande do Sul avançou apenas 1 ponto percentual na última semana, atingindo 92% da área cultivada, impactada pelas chuvas e pela priorização de outras atividades no campo. As lavouras remanescentes estão distribuídas entre maturação, enchimento de grãos e florescimento, concentradas em cultivos tardios e de safrinha, com produtividade próxima ao esperado na maior parte das áreas.

Segundo a Emater/RS-Ascar, as precipitações regulares e a elevada umidade do solo desde meados de março favoreceram o desenvolvimento das lavouras em estádios reprodutivos, permitindo recuperação parcial do potencial produtivo em áreas afetadas por déficit hídrico anteriormente. As áreas de safrinha apresentam bom potencial, mas seguem expostas a riscos como queda de temperatura e possibilidade de geadas, que podem comprometer o ciclo. A estimativa da Emater/RS-Ascar aponta área cultivada de 803.019 hectares e produtividade média estadual de 7.424 kg por hectare.

Na região administrativa de Bagé, a colheita alcança 83% da área, com lavouras ainda em maturação e enchimento de grãos, incluindo cultivos tardios e de safrinha. Em Manoel Viana, essas áreas apresentam bom desenvolvimento, com manejo eficiente e condições hídricas favoráveis, mantendo potencial produtivo elevado. Na regional de Caxias do Sul, a colheita atinge cerca de 80% da área, com produtividade média próxima de 7.700 kg por hectare, resultado levemente inferior à expectativa inicial, segundo a Emater/RS-Ascar.

Em Erechim, 95% da área já foi colhida, com produtividade média estimada em 8.800 kg por hectare, embora haja registro de perdas de até 25% em alguns municípios da região. Na regional de Pelotas, a colheita chega a 50% da área, com lavouras ainda em enchimento de grãos, floração e maturação. A produtividade média está próxima de 4.800 kg por hectare, favorecida pela umidade do solo nas últimas semanas. Em Santa Maria, a colheita supera 70%, com parte das lavouras ainda em maturação e enchimento de grãos. Apesar do potencial produtivo elevado, foram registradas perdas superiores a 40% em algumas localidades devido à restrição hídrica em fases críticas, embora a quebra média regional seja inferior a 2%.

Na região de Santa Rosa, 94% da área foi colhida, restando pequenas parcelas em diferentes estádios. As chuvas favoreceram o desenvolvimento das lavouras, sem registros relevantes de pragas ou doenças, mas há preocupação com possíveis geadas precoces. Em Soledade, a colheita alcança 67% da área, com produtividade média em torno de 5.500 kg por hectare. As condições de temperatura e umidade têm contribuído para o desenvolvimento das lavouras, embora a menor incidência solar esteja prolongando o ciclo da cultura.





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Nelore avança e registra ganho de quase 100 kg de carcaça em 10 anos


Gado Nelore
Foto: Reprodução.

O programa Giro do Boi desta terça-feira (5) recebeu André Locatelli, gerente executivo da Associação dos Criadores de Nelore do Brasil (ACNB), para o lançamento da 28ª edição do Circuito Nelore de Qualidade. O evento destacou a evolução da raça Nelore, que, em pouco mais de uma década, saltou de uma média de 260 kg para 365 kg de carcaça nos lotes campeões.

Esse ganho de mais de 100 kg por animal, aliado ao fato de que 70% dos exemplares são abatidos precocemente, com até dois dentes, consolida o Nelore como um motor de eficiência na pecuária brasileira. Os números apresentados pela ACNB mostram que a raça deixou de ser considerada apenas um gado rústico, transformando-se em uma máquina de produção de carne premium.

Confira:

Evolução da raça e nova regulamentação

O comparativo histórico revela que o lote vencedor de 2025 atingiu 365 kg de carcaça, superando em 105 kg a média dos campeões do ano 2000. Atualmente, a grande maioria dos animais avaliados chega ao gancho com no máximo dois dentes, por volta de 24 meses, o que garante uma carne mais macia e sustentável.

Veja:

Foto: Reprodução/Giro do Boi.

O novo regulamento do Circuito removeu o limite máximo de peso para fêmeas “zero dentes”, visando premiar aquelas que conseguem depositar carcaça pesada precocemente. O Circuito se firmou como o maior campeonato de avaliação de carcaças do mundo, funcionando como um termômetro para os pecuaristas medirem sua gestão.

Etapas e metas para 2026

Foto: Reprodução/Giro do Boi.

A edição de 2026 terá 38 etapas, sendo 33 no Brasil, em 14 estados, e cinco internacionais, na Bolívia e no Paraguai. Após avaliar quase 50 mil animais em 2025, a meta é estabelecer novos recordes de participação. A primeira etapa nacional está programada para começar em 28 de maio, em Araguaína (TO). Confira o calendário completo aqui.

O campeonato agora enfatiza a categoria “Pai Identificado”, divulgando a genética por trás dos campeões e fortalecendo o marketing de criatórios e centrais de sêmen. Para os produtores que buscam o pódio, a estratégia foca na padronização do lote, com recomendações para selecionar apenas os animais “régua” durante o embarque.

Importância da qualidade e tecnologia

Vale ressaltar que a gordura mediana e uniforme é essencial para uma boa pontuação, e o gado deve estar “acabado” por igual. Tecnologias como o confinamento e a técnica de Índice de Precocidade (TIP) têm se mostrado diferenciais para alcançar os pesos recordes exigidos pela competição.

O Circuito Nelore de Qualidade demonstra que a raça atingiu um elevado nível de excelência, beneficiando o consumidor. Produzir animais mais pesados em menos tempo é um caminho para uma pecuária lucrativa e ambientalmente correta. “Quanto mais pecuaristas unidos, mais forte é a defesa da nossa classe”, afirmou Locatelli.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.

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Preços da soja têm queda após alta generalizada na sessão anterior


soja
Foto: Daniel Popov/ Canal Rural

O mercado brasileiro de soja teve um dia travado para a comercialização, revertendo o movimento positivo observado na segunda-feira (4).

De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado Rafael Silveira, o cenário foi marcado por queda generalizada nas cotações.

"Os preços caíram em praticamente todas as praças, refletindo a forte queda do dólar e a devolução de parte dos ganhos em Chicago", afirma. Segundo ele, os prêmios apresentaram apenas pequenas mudanças e não foram suficientes para compensar as perdas.

Assim, o ambiente foi de retração tanto por parte dos compradores quanto dos vendedores. “Algumas tradings ficaram fora do mercado e o produtor também se manteve retraído, aguardando melhores oportunidades”, conta Silveira.

Preços médios da saca de soja

  • Passo Fundo (RS): recuou de R$ 126 para R$ 124
  • Santa Rosa (RS): caiu de R$ 127 para R$ 125
  • Cascavel (PR): passou de R$ 122 para R$ 120
  • Rondonópolis (MT): reduziu de R$ 111 para R$ 109
  • Dourados (MS): diminuiu de R$ 113,50 para R$ 112
  • Rio Verde (GO): foi de R$ 113 para R$ 111
  • Portos de Paranaguá (PR): decresceu de R$ 132 para R$ 130
  • Porto de Rio Grande (RS): recuou de R$ 132 para R$ 130

Bolsa de Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em baixa nesta terça-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). Após os bons ganhos de ontem, o mercado realizou lucros, com base em fatores técnicos.

A forte queda do petróleo no mercado internacional e as condições favoráveis ao desenvolvimento das lavouras estadunidenses completaram o cenário baixista.

De acordo com relatório de segunda-feira do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), o plantio das lavouras de soja atingiu 33% da área prevista no país. Em igual período do ano passado, o índice era de 28%, enquanto a média dos últimos cinco anos é de 23%. Na semana anterior, o número era de 23%.

Os investidores também se posicionam frente ao relatório de oferta e demanda do USDA, previsto para a próxima terça-feira (12), e à reunião entre Donald Trump e Xi Jinping, marcada para 14 e 15 de maio, em Pequim.

Contratos futuros da soja

soja preço baixo guerra comercial
Foto: Pixabay/ Arte Canal Rural

Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com baixa de 11,25 centavos de dólar, ou 0,92%, a US$ 12,11 1/2 por bushel. A posição agosto teve cotação de US$ 12,05 por bushel, com redução de 11,00 centavos de dólar ou 0,90%.

Nos subprodutos, a posição julho do farelo fechou com baixa de US$ 0,50 ou 0,15% a US$ 320,40 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em julho fecharam a 76,91 centavos de dólar, com ganho de 0,38 centavo ou 0,49%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 1,09%, sendo negociado a R$ 4,9122 para venda e a R$ 4,9102 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,9057 e a máxima de R$ 4,9527.

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Ministro da Agricultura discute Plano Safra 2026/27 com setor rural


Em São Paulo, a Sociedade Rural Brasileira reuniu o ministro da Agricultura, André de Paula, e lideranças do setor para discutir o cenário atual e as perspectivas do agronegócio brasileiro. O governo federal está finalizando os ajustes do próximo Plano Safra, que deve ser anunciado no início de junho.

Expectativas para o novo Plano Safra

O ministro destacou que a expectativa é de um programa mais consistente e vigoroso, com números impactantes, mas que prioriza a questão dos juros e do acesso ao crédito rural.

  • O governo busca construir soluções que garantam acesso ao produtor rural.
  • Apesar das discussões avançadas, valores ainda não foram confirmados.
  • No ano passado, o plano destinou cerca de R$ 516 bilhões.
  • A expectativa é de um valor maior nesta nova edição.

Desafios enfrentados pelo setor

A construção do Plano Safra ocorre em meio a desafios como o autoendividamento dos produtores rurais. O governo estuda medidas para facilitar a renegociação dessas dívidas, incluindo o programa Desenrola Rural.

  • O Desenrola é um instrumento importante para mitigar os efeitos do endividamento.
  • O ministro enfatizou a importância de parcerias para reduzir impactos no setor.
  • Contatos com entidades e o Ministério da Agricultura são bem-vindos para a construção de soluções.

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Lula discute terras raras e tarifas com Donald Trump nos EUA


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva viaja aos Estados Unidos para se encontrar com o presidente norte-americano Donald Trump nesta quinta-feira. Um dos principais assuntos da reunião será a questão das tarifas comerciais, além do potencial das terras raras brasileiras.

Importância das terras raras

As terras raras são minerais críticos essenciais para tecnologias do futuro, como a transição energética e a revolução digital. O Brasil possui a segunda maior reserva de terras raras do mundo, representando cerca de 23% do total global.

Negociações comerciais

Durante o encontro, Lula pretende utilizar a riqueza mineral do Brasil como um argumento de persuasão para a retirada das tarifas impostas pelos Estados Unidos, que variam de 10% a 40% em alguns produtos. O comentarista Miguel Daú destaca que essa é uma oportunidade única para o Brasil.

  • Brasil possui a segunda maior reserva de terras raras do planeta.
  • As terras raras são essenciais para a tecnologia e segurança nacional.
  • A China controla 91% da extração e processamento desses minerais.
  • O Brasil busca investimentos para processar suas reservas.
  • O encontro pode resultar em acordos importantes para o país.

Desafios e expectativas

Além das terras raras, Lula também abordará questões relacionadas ao crime organizado e outras pressões dos Estados Unidos. A expectativa é que a reunião não traga surpresas negativas e que o Brasil consiga avançar nas negociações comerciais.

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Chuva volumosa e queda de temperaturas afetam diversas regiões do Brasil


A previsão do tempo para os próximos dias indica a continuidade de chuvas volumosas na região Norte e no litoral do Nordeste do Brasil. De acordo com o meteorologista Artur Miller, do Canal Rural, a situação pode gerar alagamentos e deslizamentos de terra em áreas afetadas.

Condições climáticas no Nordeste

As chuvas devem se concentrar principalmente nas seguintes áreas:

  • Rio Grande do Norte
  • Paraíba
  • Pernambuco

O excesso de umidade na faixa litorânea do Nordeste pode causar problemas urbanos, com previsão de mais de 100 mm de chuva nos próximos cinco dias.

Frente fria e queda de temperaturas no Sul

Uma massa de ar polar avança para o Brasil, trazendo queda nas temperaturas, especialmente no Sul. As mínimas podem chegar a:

  • 5 a 3 graus Celsius no Rio Grande do Sul
  • Geadas em Mato Grosso do Sul

Esse frio deve durar entre 10 a 15 dias e pode afetar a saúde do gado solto, aumentando o risco de hipotermia.

Expectativas para o restante do mês

Entre os dias 11 e 15 de maio, as chuvas devem avançar para o interior do Ceará, Pernambuco e Paraíba, beneficiando os produtores rurais. Já de 16 a 20 de maio, a frente fria deve trazer chuvas para o Sudeste e partes do Sul da Bahia, com previsão de 30 a 40 mm de precipitação.

Os próximos dias também podem trazer temporais, especialmente no Norte e Nordeste, com risco de granizo e rajadas de vento no Sul, o que pode prejudicar a safra de milho no Paraná.

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Ferramenta do Cepagr ajuda produtores de café a reduzir emissões e custos


A tecnologia desenvolvida pelo Centro de Pesquisas Meteorológicas e Climáticas Aplicadas à Agricultura (Cepagr) da Unicamp promete ajudar os produtores de café a reduzir as emissões de gases de efeito estufa e os custos de produção, ao mesmo tempo em que melhora a qualidade da bebida.

Ferramenta inovadora

A ferramenta, que adapta uma metodologia internacional à realidade da cafeicultura, permite que os agricultores identifiquem as principais emissões e adotem práticas mais eficientes no campo. Entre os benefícios estão:

  • Redução de custos operacionais
  • Melhoria na qualidade do solo
  • Aumento da eficiência na adubação
  • Identificação de gargalos na produção
  • Ganho na qualidade da bebida

Desafios e soluções

Um dos principais desafios enfrentados foi a medição do carbono armazenado no solo, essencial para entender o impacto ambiental da lavoura. A coleta de dados requer um protocolo rigoroso para garantir amostras homogêneas.

Acesso e parcerias

Atualmente, o acesso à ferramenta é facilitado por técnicos e instituições parceiras, beneficiando tanto pequenos quanto grandes produtores. A iniciativa foi desenvolvida em parceria com a cooperativa de cafeicultores de Guaxupé, a Coxupé, e está disponível para todos os usuários interessados.

Resultados esperados

Além de reduzir impactos ambientais, a adoção de práticas sustentáveis pode melhorar a qualidade do café, aumentando a disponibilidade de nutrientes durante a formação e maturação dos frutos, o que terá reflexos positivos na bebida final.

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Projeto de lei cria política nacional de minerais críticos e estratégicos


O deputado Arnaldo Jardim apresentou o parecer do projeto de lei que institui a política nacional de minerais críticos e estratégicos, destacando a importância da exploração de terras raras no Brasil. O projeto visa não apenas a exploração, mas também a agregação de valor e a captação de recursos e tecnologia de empresas internacionais.

Objetivos do projeto

  • Promover a eletrificação dos transportes e a energia renovável.
  • Incentivar o beneficiamento e a transformação de minerais no Brasil.
  • Estabelecer um fundo garantidor para apoiar empresas de menor porte no setor mineral.

Importância dos minerais estratégicos

O projeto inclui minerais como fosfatados e nitrogenados na categoria de minerais estratégicos, visando reduzir a dependência do Brasil na importação de fertilizantes. O deputado enfatizou que o agro é um setor dinâmico da economia brasileira e que a legislação deve impulsionar a produção nacional.

Próximos passos

O projeto está pautado para discussão na Câmara dos Deputados, com expectativa de avanço rápido. O relator expressou otimismo sobre a aprovação, ressaltando a urgência do tema para o futuro econômico do país.

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Safra de soja do Brasil deve atingir 181 milhões de toneladas em 2025/26


A consultoria Headpoint Global Markets elevou a estimativa da safra brasileira de soja, que pode atingir 181 milhões de toneladas na temporada 2025-2026. Apesar do recorde, o aumento da oferta já pressiona os preços no mercado interno.

Projeção de safra

A nova projeção representa um aumento de 1,5 milhão de toneladas em relação à estimativa anterior. O avanço foi impulsionado pela alta produtividade no centro e norte do país, que compensou as perdas no Rio Grande do Sul, onde a safra deve ficar em cerca de 19,5 milhões de toneladas.

Impacto das condições climáticas

  • As perdas no Rio Grande do Sul foram causadas por problemas climáticos.
  • A safra deste ano é melhor que a registrada no ano passado, quando as perdas foram maiores.
  • Produtividades em estados como Mato Grosso, Goiás e Bahia surpreenderam e compensaram as perdas no Sul.

Pressão nos preços

Com a colheita praticamente concluída, a oferta elevada pressiona o mercado, com soja já sendo negociada abaixo de R$ 100 por saca em algumas regiões. O cenário é influenciado também pelo dólar mais fraco.

Expectativas para o futuro

Para a próxima safra, o clima entra no radar, com possível impacto do fenômeno El Niño no centro-norte do Brasil. A consultoria alerta que os preços devem continuar pressionados por um tempo, sem espaço para grandes valorizações no mercado brasileiro de soja.

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