sexta-feira, julho 3, 2026

Autor: Redação

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Pesquisa da ABMRA revela avanço tecnológico e cautela na avicultura


No dia a dia das granjas, a tecnologia e a conectividade estão cada vez mais presentes na rotina dos avicultores brasileiros. Um levantamento recente da Associação Brasileira de Marketing Rural e Agro (ABMRA) aponta um perfil de produtores mais cautelosos, que lidam com desafios como custos de produção, acesso ao crédito e sucessão no campo.

Conectividade e perfil dos produtores

No cenário da avicultura brasileira, a digitalização já é uma realidade consolidada, especialmente nas regiões Sul e Sudeste. Minas Gerais lidera a conectividade com 44,1%, seguido por Santa Catarina (26,2%) e São Paulo (16,5%). O Rio Grande do Sul e Paraná completam a lista com 8,5% e 4,4%, respectivamente.

Desafios enfrentados

  • Custos de produção e insumos
  • Busca por produtividade
  • Acesso ao crédito
  • Sucessão no campo

Apesar do avanço tecnológico, a inteligência de dados ainda é majoritariamente analógica. A pesquisa também revela que 95% dos produtores são homens, e a idade média do produtor rural é de 48 anos, desafiando a ideia de que os jovens estão dominando o campo.

Educação e futuro do campo

Outro dado relevante é que apenas 9% dos produtores rurais possuem nível superior, o que levanta preocupações sobre a preparação para os desafios futuros da avicultura. A pesquisa destaca a necessidade de uma comunicação que atenda ao perfil mais sênior dos produtores, visando um desenvolvimento sustentável e informado para os próximos 50 anos.

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Mudanças na norma regulamentadora 1 ampliam segurança no campo


Um encontro realizado em São Paulo pelo sistema FAESP SENAR reuniu produtores rurais e especialistas para discutir a aplicação de uma nova norma que visa ampliar a segurança e a saúde de quem trabalha no campo. A norma regulamentadora número um, atualizada recentemente, incorpora mudanças significativas, como a adoção do programa de gerenciamento de riscos ocupacionais.

Principais mudanças na norma

As novas diretrizes exigem que os produtores analisem os impactos que vão desde a implementação de novas tecnologias até as relações no ambiente de trabalho. Durante a palestra do ministro do Tribunal Superior do Trabalho, Breno Medeiros, foram destacados alguns pontos importantes:

  • A saúde mental agora é considerada no mesmo patamar que riscos físicos, químicos e biológicos.
  • A norma busca promover uma negociação entre a empresa e o trabalhador para garantir a saúde e segurança no trabalho.
  • A ideia central é a prevenção de acidentes e doenças.

O papel do Tribunal Superior de Trabalho

De acordo com o ministro, o Tribunal Superior de Trabalho não se limita à fiscalização, mas atua como um agente auxiliar na implementação das normas. A legislação não visa burocratizar ou punir, mas sim garantir que os problemas de acidentes de trabalho sejam efetivamente tratados e que a saúde mental seja uma prioridade nas discussões sobre segurança no trabalho.

Essas mudanças são vistas como um avanço significativo e têm o potencial de repercutir positivamente no ambiente rural, promovendo um espaço de trabalho mais seguro e saudável.

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Chuvas de quase 200 mm e previsão de frio em Mato Grosso do Sul


Nos próximos dias, a região de Mato Grosso do Sul deve enfrentar chuvas intensas, com acumulados que podem chegar a quase 200 mm, além de uma previsão de frio intenso. A informação foi divulgada por meteorologistas que analisam as condições climáticas da área.

Previsão de chuvas e frio

De acordo com as previsões, as chuvas que ocorrerão entre os dias 7 e 10 de maio somarão cerca de 90 a 100 mm, o que pode impactar os trabalhos em campo, mas é considerado um alívio para os cultivos. Além disso, a temperatura deve cair significativamente nos próximos dias.

  • A máxima deve ficar em torno de 32ºC.
  • A mínima pode chegar a 4ºC, com risco de geada.
  • Na semana do dia 20, um novo ar frio deve avançar, trazendo mínimas abaixo dos 10ºC.

Expectativas para junho e julho

O mês de junho deve ser mais quente, mas com mínimas novamente abaixo dos 10ºC no final do mês. Para julho, a expectativa é de um acumulado de chuvas entre 60 e 70 mm, com risco de geadas fracas, mas a umidade deve ser suficiente para o desenvolvimento das culturas na região.

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Nova frente fria provoca queda de temperaturas e chuvas no Brasil


A partir do final de semana, uma nova frente fria avança pelo Brasil, provocando uma significativa queda nas temperaturas e chuvas volumosas em diversas regiões do país. A previsão indica que a massa de ar polar afetará principalmente o sul e o sudeste, trazendo mínimas que podem chegar a zero grau em áreas de baixada.

Previsão de chuvas volumosas

O alerta de chuvas volumosas se estende para o norte da região Norte e o litoral do Nordeste, onde as precipitações podem ultrapassar 100 mm em um período de cinco dias. As áreas afetadas incluem:

  • Norte da região Norte
  • Litoral do Nordeste
  • Interior do sul da Bahia

Queda de temperaturas

As temperaturas devem cair drasticamente, especialmente nas regiões Sul e Sudeste. As mínimas esperadas incluem:

  • Abaixo de 10ºC em São Paulo e Mato Grosso do Sul
  • Abaixo de 15ºC em Rondônia e Acre
  • Possibilidade de zero grau em áreas de baixada no Sul

Impactos e recomendações

Com a chegada da frente fria, a umidade relativa do ar deve cair, aumentando o risco de incêndios em algumas regiões do Brasil Central, onde as temperaturas podem atingir até 36ºC. É recomendado que a população esteja atenta às previsões e tome precauções necessárias para evitar problemas relacionados ao frio e à umidade.

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Boi gordo: condições das pastagens continuam afetando preços; veja as cotações


boi
Foto: Fabiano Marques/Embrapa

O mercado físico do boi gordo voltou a se deparar com tentativas de compra em níveis mais baixos ao longo da terça-feira (5).

“É válido mencionar que os frigoríficos convivem com uma posição de maior conforto em suas escalas de abate, que hoje atendem entre sete e oito dias úteis na média nacional”, disse o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias.

Segundo ele, a disponibilidade de gado está aumentando em alguns estados em função do desgaste das pastagens (caso de Goiás e Minas Gerais).

“Em outros estados a pressão de oferta acontece com os pecuaristas antecipando o desgaste das pastagens. Mesmo assim a possibilidade de cadenciar o ritmo dos negócios faz com que esse movimento seja menos perceptível”, aponta.

De acordo com Iglesias, esse descompasso na situação das pastagens Brasil a fora justifica a inversão de diferencial de base em que o boi mato-grossense apresenta preços superiores em comparação a São Paulo.

Preço médio da arroba do boi

  • São Paulo: R$ 352,83 — ontem: R$ 353,75
  • Goiás: R$ 338,79 — ontem: R$ 339,71
  • Minas Gerais: R$ 339,06 — ontem: R$ 339,29
  • Mato Grosso do Sul: R$ 348,52 — ontem: R$ 334,09
  • Mato Grosso: R$ 355,00 — ontem: R$ 355,41

Mercado atacadista

O mercado atacadista apresenta algum recuo dos preços no decorrer da semana, em um ambiente de negócios que aponta para maior acomodação no curtíssimo prazo.

Segundo Iglesias, a menor competitividade da carne bovina em relação às proteínas concorrentes, em especial na comparação com a carne de frango, foi fator decisivo para justificar o movimento de queda.

“As famílias sofrem com baixo poder de compra no Brasil, optando por produtos que causem menor impacto na renda”, observa.

  • Quarto traseiro: R$ 28,00 por quilo, queda de R$ 0,50;
  • Quarto dianteiro: R$ 23,00 por quilo;
  • Ponta de agulha: R$ 21,00 por quilo, redução de R$ 0,50

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,39%, sendo negociado a R$ 5,0014 para venda e a R$ 4,9994 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,9793 e a máxima de R$ 5,0138.

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Projeto de lei sobre minerais críticos ganha destaque na agenda econômica


O projeto de lei que institui a política nacional de minerais críticos e estratégicos se tornou uma prioridade na agenda econômica do Brasil, com tramitação acelerada no Congresso Nacional. A proposta visa regulamentar a exploração de terras raras, essenciais para a produção de tecnologia avançada.

Reunião com Donald Trump

O presidente Lula se encontrará com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na próxima quinta-feira, onde um dos temas discutidos será um possível acordo para a exploração de terras raras.

Dados do setor mineral

  • A indústria mineral brasileira registrou quase 10 bilhões de dólares no saldo da balança comercial no primeiro trimestre de 2023.
  • O setor alcançou um faturamento de R$ 78 bilhões, com uma alta de 6% em relação ao ano anterior.
  • Arrecadou 27 bilhões em tributos e taxas, gerando 230 mil empregos diretos.

Objetivos do projeto de lei

O projeto busca verticalizar a produção mineral no Brasil, reduzindo a exportação de matéria-prima bruta e promovendo a industrialização local. Entre os minerais críticos estão:

  • Terras raras
  • Fosfatados
  • Nitrogenados

Incentivos e regulamentação

A proposta inclui instrumentos de incentivo econômico, como linhas de crédito e benefícios fiscais, além de priorizar propostas ligadas a minerais estratégicos por órgãos reguladores. O objetivo é acelerar licenciamentos e ampliar investimentos no setor.

Próximos passos

O relator Arnaldo Jardim espera que o texto do projeto seja aprovado antes da viagem de Lula aos Estados Unidos. Se aprovado, seguirá para análise no Senado, sendo considerado essencial para a transição energética do país.

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Frente fria derruba temperaturas, traz chuva forte e ventos de até 90 km/h


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Foto: Pixabay

Clima severo, decorrente do avanço de uma nova frente fria, deve começar a atingir parte do país a partir desta quinta-feira (7), alerta o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Segundo o órgão, as áreas de instabilidade devem atingir o sul do Rio Grande do Sul no período da manhã, trazendo chuvas intensas no decorrer do dia em grande parte do estado, com maior severidade nas porções sul e oeste.

Assim, são esperados acumulados de até 50 mm de chuva na quinta-feira, principalmente na região de Uruguaiana, e queda de granizo no centro sul do estado.

Já no período da noite, há previsão de rajadas de vento de até 90 km/h e pancadas de chuva na Região Metropolitana de Porto Alegre, além de queda nas temperaturas em áreas do sul e oeste do estado, com máximas de até 15°C.

Frente fria avança para outros estados

O Inmet alerta que na sexta-feira (8), a frente fria tende a avançar pela Região Sul, provocando pancadas de chuva com trovoadas no norte do Rio Grande do Sul, em Santa Catarina, no Paraná e sudoeste de Mato Grosso do Sul.

Nessas áreas, as temperaturas máximas não ultrapassam os 21°C ao longo do dia no sudoeste sul-mato-grossense e em toda a Região Sul, à exceção de áreas do norte paranaense e da Região Metropolitana de Curitiba.

No sábado (9), a frente fria deve ocasionar pancadas de chuva e queda nas temperaturas nos estados de Mato Grosso do Sul e de São Paulo. Ao longo do dia, permanece a previsão de declínio das temperaturas, com destaque para a região centro-sul do Paraná onde a máxima prevista é de 15°C.

Neste dia, os maiores acumulados de chuva são esperados em Santa Catarina, sul do Paraná e sul de Mato Grosso do Sul, com valores em torno de 40 mm.

Massa de ar frio chega no Norte

O Inmet ainda prevê que durante o domingo (10), a intensa massa de ar frio continua avançando pelo continente e atinge o centro-sul de Rondônia. As temperaturas seguem em declínio, com máxima prevista de 20°C no sudoeste rondoniense, uma queda de 8°C em relação ao dia anterior.

No entanto, o frio mais rigoroso está reservado para o Sul do país, onde as máximas não devem passar dos 16°C, com destaque para a Serra Catarinense, que terá máxima de apenas 12°C. Conforme o Instituto, há previsão de geada entre o sudoeste do Paraná e a região centro-oeste de Santa Catarina.

Na segunda-feira (11), o Inmet destaca que a massa de ar frio alcançará uma ampla área que vai desde o Sul Fluminense até o Acre, passando por Rondônia, Cuiabá, sul goiano, Triângulo Mineiro e sul de Minas.

O frio intenso permanecerá no Sul do Brasil, com geada esperada em todos os estados da Região, além do sudoeste de Mato Grosso do Sul. Para os estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo, há previsão de pancadas isoladas de chuva ao longo do dia.

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AgroNewsPolítica & Agro

Chuvas limitam ritmo da colheita de milho


De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (30), a colheita de milho no Rio Grande do Sul avançou apenas 1 ponto percentual na última semana, atingindo 92% da área cultivada, impactada pelas chuvas e pela priorização de outras atividades no campo. As lavouras remanescentes estão distribuídas entre maturação, enchimento de grãos e florescimento, concentradas em cultivos tardios e de safrinha, com produtividade próxima ao esperado na maior parte das áreas.

Segundo a Emater/RS-Ascar, as precipitações regulares e a elevada umidade do solo desde meados de março favoreceram o desenvolvimento das lavouras em estádios reprodutivos, permitindo recuperação parcial do potencial produtivo em áreas afetadas por déficit hídrico anteriormente. As áreas de safrinha apresentam bom potencial, mas seguem expostas a riscos como queda de temperatura e possibilidade de geadas, que podem comprometer o ciclo. A estimativa da Emater/RS-Ascar aponta área cultivada de 803.019 hectares e produtividade média estadual de 7.424 kg por hectare.

Na região administrativa de Bagé, a colheita alcança 83% da área, com lavouras ainda em maturação e enchimento de grãos, incluindo cultivos tardios e de safrinha. Em Manoel Viana, essas áreas apresentam bom desenvolvimento, com manejo eficiente e condições hídricas favoráveis, mantendo potencial produtivo elevado. Na regional de Caxias do Sul, a colheita atinge cerca de 80% da área, com produtividade média próxima de 7.700 kg por hectare, resultado levemente inferior à expectativa inicial, segundo a Emater/RS-Ascar.

Em Erechim, 95% da área já foi colhida, com produtividade média estimada em 8.800 kg por hectare, embora haja registro de perdas de até 25% em alguns municípios da região. Na regional de Pelotas, a colheita chega a 50% da área, com lavouras ainda em enchimento de grãos, floração e maturação. A produtividade média está próxima de 4.800 kg por hectare, favorecida pela umidade do solo nas últimas semanas. Em Santa Maria, a colheita supera 70%, com parte das lavouras ainda em maturação e enchimento de grãos. Apesar do potencial produtivo elevado, foram registradas perdas superiores a 40% em algumas localidades devido à restrição hídrica em fases críticas, embora a quebra média regional seja inferior a 2%.

Na região de Santa Rosa, 94% da área foi colhida, restando pequenas parcelas em diferentes estádios. As chuvas favoreceram o desenvolvimento das lavouras, sem registros relevantes de pragas ou doenças, mas há preocupação com possíveis geadas precoces. Em Soledade, a colheita alcança 67% da área, com produtividade média em torno de 5.500 kg por hectare. As condições de temperatura e umidade têm contribuído para o desenvolvimento das lavouras, embora a menor incidência solar esteja prolongando o ciclo da cultura.





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Nelore avança e registra ganho de quase 100 kg de carcaça em 10 anos


Gado Nelore
Foto: Reprodução.

O programa Giro do Boi desta terça-feira (5) recebeu André Locatelli, gerente executivo da Associação dos Criadores de Nelore do Brasil (ACNB), para o lançamento da 28ª edição do Circuito Nelore de Qualidade. O evento destacou a evolução da raça Nelore, que, em pouco mais de uma década, saltou de uma média de 260 kg para 365 kg de carcaça nos lotes campeões.

Esse ganho de mais de 100 kg por animal, aliado ao fato de que 70% dos exemplares são abatidos precocemente, com até dois dentes, consolida o Nelore como um motor de eficiência na pecuária brasileira. Os números apresentados pela ACNB mostram que a raça deixou de ser considerada apenas um gado rústico, transformando-se em uma máquina de produção de carne premium.

Confira:

Evolução da raça e nova regulamentação

O comparativo histórico revela que o lote vencedor de 2025 atingiu 365 kg de carcaça, superando em 105 kg a média dos campeões do ano 2000. Atualmente, a grande maioria dos animais avaliados chega ao gancho com no máximo dois dentes, por volta de 24 meses, o que garante uma carne mais macia e sustentável.

Veja:

Foto: Reprodução/Giro do Boi.

O novo regulamento do Circuito removeu o limite máximo de peso para fêmeas “zero dentes”, visando premiar aquelas que conseguem depositar carcaça pesada precocemente. O Circuito se firmou como o maior campeonato de avaliação de carcaças do mundo, funcionando como um termômetro para os pecuaristas medirem sua gestão.

Etapas e metas para 2026

Foto: Reprodução/Giro do Boi.

A edição de 2026 terá 38 etapas, sendo 33 no Brasil, em 14 estados, e cinco internacionais, na Bolívia e no Paraguai. Após avaliar quase 50 mil animais em 2025, a meta é estabelecer novos recordes de participação. A primeira etapa nacional está programada para começar em 28 de maio, em Araguaína (TO). Confira o calendário completo aqui.

O campeonato agora enfatiza a categoria “Pai Identificado”, divulgando a genética por trás dos campeões e fortalecendo o marketing de criatórios e centrais de sêmen. Para os produtores que buscam o pódio, a estratégia foca na padronização do lote, com recomendações para selecionar apenas os animais “régua” durante o embarque.

Importância da qualidade e tecnologia

Vale ressaltar que a gordura mediana e uniforme é essencial para uma boa pontuação, e o gado deve estar “acabado” por igual. Tecnologias como o confinamento e a técnica de Índice de Precocidade (TIP) têm se mostrado diferenciais para alcançar os pesos recordes exigidos pela competição.

O Circuito Nelore de Qualidade demonstra que a raça atingiu um elevado nível de excelência, beneficiando o consumidor. Produzir animais mais pesados em menos tempo é um caminho para uma pecuária lucrativa e ambientalmente correta. “Quanto mais pecuaristas unidos, mais forte é a defesa da nossa classe”, afirmou Locatelli.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.

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Preços da soja têm queda após alta generalizada na sessão anterior


soja
Foto: Daniel Popov/ Canal Rural

O mercado brasileiro de soja teve um dia travado para a comercialização, revertendo o movimento positivo observado na segunda-feira (4).

De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado Rafael Silveira, o cenário foi marcado por queda generalizada nas cotações.

"Os preços caíram em praticamente todas as praças, refletindo a forte queda do dólar e a devolução de parte dos ganhos em Chicago", afirma. Segundo ele, os prêmios apresentaram apenas pequenas mudanças e não foram suficientes para compensar as perdas.

Assim, o ambiente foi de retração tanto por parte dos compradores quanto dos vendedores. “Algumas tradings ficaram fora do mercado e o produtor também se manteve retraído, aguardando melhores oportunidades”, conta Silveira.

Preços médios da saca de soja

  • Passo Fundo (RS): recuou de R$ 126 para R$ 124
  • Santa Rosa (RS): caiu de R$ 127 para R$ 125
  • Cascavel (PR): passou de R$ 122 para R$ 120
  • Rondonópolis (MT): reduziu de R$ 111 para R$ 109
  • Dourados (MS): diminuiu de R$ 113,50 para R$ 112
  • Rio Verde (GO): foi de R$ 113 para R$ 111
  • Portos de Paranaguá (PR): decresceu de R$ 132 para R$ 130
  • Porto de Rio Grande (RS): recuou de R$ 132 para R$ 130

Bolsa de Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em baixa nesta terça-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). Após os bons ganhos de ontem, o mercado realizou lucros, com base em fatores técnicos.

A forte queda do petróleo no mercado internacional e as condições favoráveis ao desenvolvimento das lavouras estadunidenses completaram o cenário baixista.

De acordo com relatório de segunda-feira do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), o plantio das lavouras de soja atingiu 33% da área prevista no país. Em igual período do ano passado, o índice era de 28%, enquanto a média dos últimos cinco anos é de 23%. Na semana anterior, o número era de 23%.

Os investidores também se posicionam frente ao relatório de oferta e demanda do USDA, previsto para a próxima terça-feira (12), e à reunião entre Donald Trump e Xi Jinping, marcada para 14 e 15 de maio, em Pequim.

Contratos futuros da soja

soja preço baixo guerra comercial
Foto: Pixabay/ Arte Canal Rural

Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com baixa de 11,25 centavos de dólar, ou 0,92%, a US$ 12,11 1/2 por bushel. A posição agosto teve cotação de US$ 12,05 por bushel, com redução de 11,00 centavos de dólar ou 0,90%.

Nos subprodutos, a posição julho do farelo fechou com baixa de US$ 0,50 ou 0,15% a US$ 320,40 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em julho fecharam a 76,91 centavos de dólar, com ganho de 0,38 centavo ou 0,49%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 1,09%, sendo negociado a R$ 4,9122 para venda e a R$ 4,9102 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,9057 e a máxima de R$ 4,9527.

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