sexta-feira, julho 3, 2026

Autor: Redação

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EUA ainda precisam importar ureia



O volume chama atenção porque a ureia é um dos principais fertilizantes


O volume chama atenção porque a ureia é um dos principais fertilizantes
O volume chama atenção porque a ureia é um dos principais fertilizantes – Foto: Canva

O mercado norte-americano de fertilizantes segue atento ao ritmo das compras externas de Ureia, em um momento em que o atraso nas importações pode ampliar a pressão sobre o abastecimento interno. A avaliação é de José Carlos de Lima Júnior, sócio da Markestrat Group e cofundador da Harven Agribusiness School, com base em dados divulgados no início da tarde.

As informações indicam que os produtores dos Estados Unidos ainda não avançaram o suficiente nas importações do insumo. Segundo estimativas da CRU Group, o país precisaria trazer do exterior cerca de 600 mil toneladas de ureia para atender à demanda prevista.

O volume chama atenção porque a ureia é um dos principais fertilizantes nitrogenados usados na agricultura, e atrasos nas compras podem aumentar a sensibilidade do mercado a oscilações de preço e disponibilidade. No caso americano, o ponto central está no comportamento dos importadores, que têm demonstrado cautela para fechar novos pedidos.

Essa hesitação estaria ligada à expectativa de melhora no cenário global. Parte dos compradores trabalha com a possibilidade de que uma eventual acomodação das condições internacionais resulte em preços mais favoráveis. Com isso, decisões de compra acabam sendo postergadas, mesmo diante da necessidade de recomposição do abastecimento.

A leitura apresentada aponta que esse otimismo depende, em parte, de uma melhora no ambiente diplomático internacional. O contexto citado envolve a confiança de agentes americanos na condução política do governo Donald Trump em relação a tensões globais, especialmente no caso do Irã. A percepção, porém, é tratada com cautela, diante da instabilidade do cenário e das sucessivas sinalizações sobre avanços em negociações.

Enquanto isso, a necessidade estimada de importação permanece como um fator relevante para o mercado. Caso os pedidos continuem atrasados, os Estados Unidos poderão ter de acelerar compras em um ambiente ainda sujeito a incertezas, o que mantém a ureia no foco das atenções do setor agrícola.

 





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CCGL premia produtores de destaque no Top RS Leite



Premiação valoriza resultados da pecuária leiteira gaúcha


Foto: Divulgação

A CCGL realiza nesta quarta-feira, 06 de maio, às 19h, em Santa Rosa (RS), a entrega do Prêmio Top RS Leite de Verdade. A cerimônia ocorre no Parque de Exposições Alfredo Leandro Carlson e vai reconhecer produtores e propriedades leiteiras gaúchas que se destacaram por desempenho técnico e produtivo na pecuária leiteira.

A iniciativa da CCGL tem como foco reconhecer o trabalho de produtores rurais e propriedades leiteiras do Rio Grande do Sul que alcançaram resultados relevantes no setor. De acordo com informações divulgadas pela CCGL, a escolha dos premiados considera critérios técnicos e produtivos, reforçando a importância da gestão, da eficiência e da qualidade na atividade leiteira.

A entrega do Prêmio Top RS Leite de Verdade será realizada em uma cerimônia voltada à valorização da cadeia produtiva do leite, segmento estratégico para a economia agropecuária gaúcha e para a geração de renda no campo.

A solenidade está marcada para as 9h30, no Parque de Exposições Alfredo Leandro Carlson, em Santa Rosa. O local recebe a cerimônia de reconhecimento dos produtores que se destacaram na produção leiteira, reunindo representantes ligados ao setor e à iniciativa promovida pela CCGL. Segundo dados divulgados pela CCGL, o prêmio busca celebrar os resultados alcançados por propriedades leiteiras do Estado, evidenciando o desempenho de quem investe em produtividade e melhoria dos processos dentro da atividade.





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Feira agrícola tem queda histórica


A retração nos investimentos em tecnologia agrícola expôs em 2026 um ambiente de maior cautela no campo. Segundo Marco Aurélio Vieira da Silva, diretor de ecossistema, a Agrishow 2026 registrou R$ 11,4 bilhões em intenções de negócios, queda de 22% ante os R$ 16,4 bilhões de 2025.

O resultado marca a primeira contração em 11 anos e apenas a segunda queda em 31 edições da feira. Com correção pela inflação, o recuo chega a 25%, indicando perda real de fôlego no setor.

Os dados de máquinas confirmam o enfraquecimento. No primeiro trimestre, as vendas caíram 19,9% ante 2025. A comercialização de tratores ficou em 9 mil unidades, contra 10 mil no ano anterior. Entre as colheitadeiras, a retração superou 40%.

A leitura é de um problema estrutural. Juros elevados, câmbio desfavorável e commodities pressionadas reduziram a margem dos produtores. Quem não tinha caixa em 2025 entrou em 2026 com menos espaço para investir. Quem tinha recursos passou a adiar decisões, em meio a uma crise de liquidez.

A feira manteve 197 mil visitantes, número próximo ao de 2025, mas a presença não virou negócios no mesmo ritmo. Parte do público foi consultar, pesquisar e esperar condições melhores. Casos como XCMG Brasil Indústria, com alta de 10%, e Herbicat, com 300 contatos, aparecem como exceções.

Nesse cenário, a digitalização deixa de ser luxo e ganha peso como necessidade. Plataformas B2B, redução de intermediários, integração entre máquinas, financiamento, consultoria, marketplace de insumos e análise de dados podem ajudar a cortar custos e recuperar margem. A crise indica que o agro que resistir será o que fizer mais com menos.

 





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Alysson Paolinelli recebe homenagem póstuma de visionário da agricultura tropical


Homenagem entregue à viúva de Alysson Paolinelli
Foto: Divulgação

Líder da revolução agrícola tropical que transformou o Brasil de comprador de commodities a exportador de alimentos para mais de um bilhão de pessoas no mundo, o ex-ministro da Agricultura Alysson Paolinelli (1936 – 2023) recebeu homenagem póstuma no Agro Summit Lide 2026, nesta terça-feira (5), em Belo Horizonte, Minas Gerais.

Fundador da Academia Latino-Americana do Agronegócio (Alagro), entidade que organiza o evento, Paolinelli foi lembrado pelas maiores lideranças da agropecuária, agronegócio, energia e mineração do Brasil e da América Latina.

Na ocasião, Marisa de Sena Gonzaga, viúva do laureado, recebeu dos organizadores uma placa de agradecimento, além do troféu “Alysson Paolinelli, O Visionário da Agricultura Tropical”.

Presente no Agro Summit, o também ex-ministro da Agricultura e co-fundador da Alagro, Roberto Rodrigues, destacou o espírito visionário de Paolinelli, em especial o seu apoio ao trabalho da Embrapa na aplicação da ciência para uma agricultura mais moderna e produtiva.

Também participante do evento, o professor de agronegócio José Luiz Tejon compartilhou com o público um pouco da visão de mundo de Paolinelli, compartilhada em diversas ocasiões, como em um voo para a Bolívia.

“Neste voo, Paolinelli me disse três coisas sensacionais: que a agricultura de clima temperado havia trazido o mundo até onde ele estava, mas que o futuro seria a agricultura tropical; que em cada bioma do Brasil existem dezenas de estudos a serem feitas e de micro-biomas que exigem pesquisa, sendo que a ciência sempre esteve presente em sua visão de mundo; além de outra questão muito marcante sobre a sociedade civil organizada precisar tomar as rédeas e comandar o país, sem depender de governo”, lembrou.

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Impacto da colheita de soja no Brasil sobre a bolsa de Chicago


A colheita de soja no Brasil e as expectativas sobre a safrinha de milho têm impactado a bolsa de Chicago, refletindo nas cotações e na competitividade do mercado. A analista da Datágro, Giovana Cavalca, trouxe detalhes sobre as atualizações do mercado de grãos.

Desempenho da soja

Hoje, a bolsa de Chicago encerrou a primeira posição com um moderado recuo, influenciada pela baixa no petróleo, que reduz a competitividade no mercado de biocombustíveis. A disponibilidade da soja brasileira nos portos, mesmo com a colheita um pouco atrasada, continua alta.

  • Colheita da soja no Brasil avança, com volume significativo.
  • Ritmo de plantio da soja norte-americana está acima da média histórica.

Mercado de milho

O mercado de milho em Chicago apresentou uma queda de quase 2%, refletindo tanto a baixa no mercado de energia quanto o bom rendimento da safrinha no Brasil, especialmente no Mato Grosso.

  • Expectativa de aumento no potencial exportador brasileiro no segundo semestre.
  • Ritmo acelerado do plantio no hemisfério norte pode pressionar preços.

Entretanto, há notícias de perdas devido a frio extremo, o que pode limitar algumas das baixas nos preços.

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Ana Repezza assume presidência da CropLife Brasil com foco em diálogo, inovação e fortalecimento do setor


A CropLife Brasil (CLB) empossa nesta segunda-feira, 4 de maio, Ana Repezza como sua nova presidente. A executiva assume o cargo com o compromisso de ampliar o diálogo institucional, avançar em agendas regulatórias prioritárias e projetar o setor nos debates internacionais sobre inovação agrícola.

À frente da associação, terá como missão articular os interesses dos quatro setores representados – defensivos químicos, biológicos, sementes e biotecnologia. Com trajetória consolidada em comércio exterior, articulação institucional e atração de investimentos, Repezza tem histórico comprovado na construção de consensos em ambientes complexos — no Brasil e em fóruns globais.

Seu perfil diplomático chega para fortalecer a competitividade do agronegócio brasileiro no cenário internacional. “Quero fortalecer ainda mais o diálogo produtivo que a CropLife já mantém com o governo, tanto no Executivo quanto no Legislativo. Este ano temos desafios com impactos econômicos no setor de insumos.

São temas que afetam diretamente a pesquisa e a segurança jurídica do setor”, afirma Ana Repezza. Na visão de Repezza, o Brasil reúne condições únicas para ampliar sua relevância global — não apenas como grande exportador de alimentos, mas como referência em ciência aplicada à agricultura tropical. Nesse contexto, a gestão terá entre suas prioridades o estímulo à adoção de tecnologias sustentáveis no campo, a valorização das boas práticas agrícolas e o fortalecimento do papel do Brasil nos debates internacionais sobre segurança alimentar e inovação no campo.

“Quero colocar minha experiência a serviço do setor e contribuir para que o Brasil siga avançando como protagonista na inovação agrícola global”, disse a nova presidente. Repezza foi selecionada pelo Conselho de Administração da CLB por meio de processo estruturado com foco no fortalecimento da atuação estratégica da entidade. Durante a transição, as atividades foram conduzidas em regime colegiado, sob governança do Conselho.

Mini bio

Ana Paula L. A. Repezza é mestre Gestão Internacional pela University of London (Inglaterra), além de MBA em Negócios Internacionais e Comércio Exterior pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Possui especialização em Globalização e Desenvolvimento Socioeconômico pelo World Trade Institute da Universidade de Berna (Suíça). Sua formação inicial é Administração de Empresas pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Com mais de 25 anos de experiência, Ana construiu uma trajetória sólida na articulação de políticas comerciais, relações governamentais e institucionais, atração de investimentos e iniciativas ESG para setores estratégicos como agronegócio, biocombustíveis e mineração.

Em sua passagem mais recente, à frente da Diretoria de Negócios da ApexBrasil, liderou mais de 50 missões comerciais internacionais na América Latina, África e Ásia. Integra a sua trajetória também a passagem marcante como Secretária-Executiva da Câmara de Comércio Exterior – CAMEX, em que pode se debruçar na proposição e construção de políticas comerciais, em coordenação com diversos ministérios, com foco em tarifas e regulação de bens agrícolas e industriais.





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Queda do dólar e seus impactos no agronegócio brasileiro


A recente desvalorização do dólar frente ao real, atingindo o menor valor desde janeiro de 2024, traz implicações significativas para o agronegócio brasileiro. A moeda norte-americana caiu quase 22% nos últimos 16 meses, impactando diretamente os produtores rurais e exportadores.

Contexto da desvalorização do dólar

O valor do dólar é determinado pela oferta e demanda. No Brasil, a oferta de dólares aumentou devido a:

  • Compra de ações na bolsa brasileira.
  • Taxas de juros elevadas, atraindo investimentos estrangeiros.
  • Exportações de commodities, como petróleo e produtos agrícolas.

Esses fatores têm pressionado a cotação do dólar para baixo, mas essa tendência pode não ser permanente, com previsões de estabilidade nos próximos meses.

Impactos no agronegócio

Para os exportadores e produtores rurais, a situação é desafiadora:

  • Recebem menos reais por dólar exportado, reduzindo a rentabilidade.
  • As cotações esperadas para o final do ano variam entre R$ 4,80 e R$ 5,10.
  • A queda do dólar ajuda a conter a elevação dos custos de insumos importados, como fertilizantes.

Embora a redução nos custos de insumos seja benéfica, a diminuição na receita das exportações representa um desafio significativo para o setor.

Consequências para a inflação

O professor Celso Grise, da USP, destaca que a queda do dólar também tem implicações para a inflação no Brasil. Um estudo do Banco Central indica que uma alta de 10% no dólar poderia aumentar a inflação em até 1 ponto percentual. Portanto, a desvalorização atual pode estar contribuindo para uma inflação mais baixa do que seria caso o dólar estivesse em alta.

Em resumo, a situação atual do dólar apresenta um cenário complexo para o agronegócio, onde os desafios financeiros se entrelaçam com a dinâmica da inflação no país.

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Pesquisa da ABMRA revela avanço tecnológico e cautela na avicultura


No dia a dia das granjas, a tecnologia e a conectividade estão cada vez mais presentes na rotina dos avicultores brasileiros. Um levantamento recente da Associação Brasileira de Marketing Rural e Agro (ABMRA) aponta um perfil de produtores mais cautelosos, que lidam com desafios como custos de produção, acesso ao crédito e sucessão no campo.

Conectividade e perfil dos produtores

No cenário da avicultura brasileira, a digitalização já é uma realidade consolidada, especialmente nas regiões Sul e Sudeste. Minas Gerais lidera a conectividade com 44,1%, seguido por Santa Catarina (26,2%) e São Paulo (16,5%). O Rio Grande do Sul e Paraná completam a lista com 8,5% e 4,4%, respectivamente.

Desafios enfrentados

  • Custos de produção e insumos
  • Busca por produtividade
  • Acesso ao crédito
  • Sucessão no campo

Apesar do avanço tecnológico, a inteligência de dados ainda é majoritariamente analógica. A pesquisa também revela que 95% dos produtores são homens, e a idade média do produtor rural é de 48 anos, desafiando a ideia de que os jovens estão dominando o campo.

Educação e futuro do campo

Outro dado relevante é que apenas 9% dos produtores rurais possuem nível superior, o que levanta preocupações sobre a preparação para os desafios futuros da avicultura. A pesquisa destaca a necessidade de uma comunicação que atenda ao perfil mais sênior dos produtores, visando um desenvolvimento sustentável e informado para os próximos 50 anos.

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Mudanças na norma regulamentadora 1 ampliam segurança no campo


Um encontro realizado em São Paulo pelo sistema FAESP SENAR reuniu produtores rurais e especialistas para discutir a aplicação de uma nova norma que visa ampliar a segurança e a saúde de quem trabalha no campo. A norma regulamentadora número um, atualizada recentemente, incorpora mudanças significativas, como a adoção do programa de gerenciamento de riscos ocupacionais.

Principais mudanças na norma

As novas diretrizes exigem que os produtores analisem os impactos que vão desde a implementação de novas tecnologias até as relações no ambiente de trabalho. Durante a palestra do ministro do Tribunal Superior do Trabalho, Breno Medeiros, foram destacados alguns pontos importantes:

  • A saúde mental agora é considerada no mesmo patamar que riscos físicos, químicos e biológicos.
  • A norma busca promover uma negociação entre a empresa e o trabalhador para garantir a saúde e segurança no trabalho.
  • A ideia central é a prevenção de acidentes e doenças.

O papel do Tribunal Superior de Trabalho

De acordo com o ministro, o Tribunal Superior de Trabalho não se limita à fiscalização, mas atua como um agente auxiliar na implementação das normas. A legislação não visa burocratizar ou punir, mas sim garantir que os problemas de acidentes de trabalho sejam efetivamente tratados e que a saúde mental seja uma prioridade nas discussões sobre segurança no trabalho.

Essas mudanças são vistas como um avanço significativo e têm o potencial de repercutir positivamente no ambiente rural, promovendo um espaço de trabalho mais seguro e saudável.

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Chuvas de quase 200 mm e previsão de frio em Mato Grosso do Sul


Nos próximos dias, a região de Mato Grosso do Sul deve enfrentar chuvas intensas, com acumulados que podem chegar a quase 200 mm, além de uma previsão de frio intenso. A informação foi divulgada por meteorologistas que analisam as condições climáticas da área.

Previsão de chuvas e frio

De acordo com as previsões, as chuvas que ocorrerão entre os dias 7 e 10 de maio somarão cerca de 90 a 100 mm, o que pode impactar os trabalhos em campo, mas é considerado um alívio para os cultivos. Além disso, a temperatura deve cair significativamente nos próximos dias.

  • A máxima deve ficar em torno de 32ºC.
  • A mínima pode chegar a 4ºC, com risco de geada.
  • Na semana do dia 20, um novo ar frio deve avançar, trazendo mínimas abaixo dos 10ºC.

Expectativas para junho e julho

O mês de junho deve ser mais quente, mas com mínimas novamente abaixo dos 10ºC no final do mês. Para julho, a expectativa é de um acumulado de chuvas entre 60 e 70 mm, com risco de geadas fracas, mas a umidade deve ser suficiente para o desenvolvimento das culturas na região.

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