domingo, julho 26, 2026

Autor: Redação

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Reino Unido manterá importação de carnes do Brasil após mudança na UE


Exportação de frango de Santa Catarina soma US$ 1,15 bilhão até maio

O Reino Unido manterá a importação de carnes do Brasil, mesmo com a exclusão do país da lista de fornecedores da União Europeia (UE) a partir de 3 de setembro, em razão do novo regulamento de antimicrobianos adotado pelo bloco europeu. A informação foi repassada a importadores britânicos pela Associação Internacional do Comércio de Carnes (Imta, na sigla em inglês), que afirmou que não haverá restrições no mercado britânico nessa data.

Em comunicado, a Imta informou que o Reino Unido conduz uma avaliação própria sobre resistência antimicrobiana nos sistemas de controle do Brasil, separada da análise feita pela UE. Segundo a associação, o país concluirá a verificação de conformidade do novo protocolo adotado pelo Brasil desde 1º de julho com a regulamentação local.

De acordo com a Imta, essa análise servirá de base para a decisão sobre a capacidade do sistema brasileiro de garantir a rastreabilidade de antibióticos nas cadeias de aves e carne bovina. A entidade acrescentou que a Irlanda do Norte será exceção dentro do Reino Unido e aplicará a proibição da UE às carnes brasileiras a partir de 3 de setembro.

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A associação também relatou reunião realizada na última sexta-feira com o Departamento de Meio Ambiente, Alimentação e Assuntos Rurais do Reino Unido (Defra). No encontro, segundo a Imta, o órgão apontou maior desafio para a conformidade da carne bovina, devido à implantação do novo sistema brasileiro em 1º de julho e ao ciclo de vida mais longo do gado em comparação com as aves. Por isso, aves e carne bovina serão analisadas separadamente pelo Defra.

A Imta afirmou ainda que, se a avaliação concluir que o novo protocolo brasileiro para carne bovina ou aves não oferece as garantias exigidas, as importações desses produtos deixarão de ser permitidas na Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte a partir de fevereiro de 2027. A entidade destacou também que o Reino Unido se alinhará integralmente ao regulamento europeu de antimicrobianos em meados de 2027, quando passará a importar apenas de países aprovados pela UE.

No início deste mês, o Ministério da Agricultura estabeleceu novos procedimentos para o controle do uso de antimicrobianos na cadeia de proteínas e de produtos de origem animal voltados ao atendimento da legislação europeia.

As medidas definidas pelo Ministério da Agricultura abrangem exportações de carne de aves, carne bovina, envoltórios, pescado, mel, ovos e subprodutos destinados à União Europeia e ao Reino Unido.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Balança comercial tem superávit de US$ 526,3 milhões na 3ª semana de julho


Trump afirma que China comprará soja e aviões dos EUA e nega debate sobre tarifas com Xi

A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 526,3 milhões na terceira semana de julho, informou nesta segunda-feira (20) a Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). O resultado foi alcançado com exportações de US$ 6,113 bilhões e importações de US$ 5,587 bilhões.

No acumulado de julho até a terceira semana, o saldo positivo chegou a US$ 4,950 bilhões. No período, as exportações somaram US$ 19,383 bilhões, enquanto as importações totalizaram US$ 14,433 bilhões.

Na comparação com o mesmo período de 2025, as exportações avançaram 6,7%. Por setor, a agropecuária registrou alta de 6,5%, com US$ 4,308 bilhões. A indústria extrativa cresceu 17,2%, para US$ 4,919 bilhões, e a indústria de transformação teve avanço de 1,4%, com US$ 9,987 bilhões.

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Nas importações, houve crescimento de 1,6% na mesma base de comparação. A agropecuária recuou 16,3%, com US$ 236 milhões. Já a indústria extrativa subiu 37,7%, para US$ 784 milhões, e a indústria de transformação avançou 0,4%, alcançando US$ 13,327 bilhões.

De janeiro até a terceira semana de julho, o superávit acumulado do ano chegou a US$ 47,308 bilhões. O valor representa crescimento de 36,7% sobre o mesmo intervalo de 2025, quando o saldo estava em US$ 37,184 bilhões.

O MDIC projeta superávit de US$ 90,0 bilhões para 2026. A estimativa considera exportações de US$ 394,4 bilhões e importações de US$ 304,4 bilhões.

Os dados da terceira semana de julho mostram avanço das exportações brasileiras na comparação anual, com crescimento também na agropecuária, enquanto o saldo positivo da balança comercial se mantém tanto no mês quanto no acumulado de 2026.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Raízen vende Usina Caarapó para Adecoagro por R$ 760 milhões


Preços do etanol hidratado e anidro recuam nas usinas paulistas, aponta Cepea

A Raízen anunciou nesta segunda-feira (20) a venda da Usina Caarapó, em Caarapó (MS), para a Adecoagro Vale do Ivinhema. A transação inclui a unidade industrial, a cessão de cana-de-açúcar própria e contratos com fornecedores vinculados à usina. O valor total estimado do negócio é de R$ 760 milhões, com pagamento à vista na data de conclusão, sujeito a ajustes.

Segundo a companhia, os ativos envolvidos na operação processaram aproximadamente 3,5 milhões de toneladas de cana na safra 2025/26. A venda integra a estratégia da Raízen de otimização de portfólio, simplificação das operações e captura de eficiências, com foco na melhora da rentabilidade do portfólio agroindustrial.

Com a conclusão da transação, a Raízen passará a operar 23 usinas, com capacidade instalada de moagem de cerca de 69 milhões de toneladas por safra. O anúncio foi feito em comunicado encaminhado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

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Além da transferência da usina localizada em Mato Grosso do Sul, o contrato também abrange ativos ligados ao suprimento de matéria-prima da unidade, incluindo cana própria e contratos com fornecedores. Esse formato reúne, na mesma operação, a estrutura industrial e parte da base de abastecimento vinculada à usina.

A conclusão do negócio ainda depende da aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e do cumprimento de outras condições precedentes previstas no contrato.

Fonte: Estadão Conteúdo

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AgroNewsPolítica & Agro

Projeto integra etanol, biogás e ração animal



A matéria-prima virá de produtores da região e de 400 hectares próprios irrigados


A matéria-prima virá de produtores da região e de 400 hectares próprios irrigados
A matéria-prima virá de produtores da região e de 400 hectares próprios irrigados – Foto: Pixabay

A produção de biocombustíveis a partir da batata-doce deve ganhar escala com um projeto que integra etanol, biogás e nutrição animal em um mesmo ciclo produtivo. A iniciativa prevê investimento de R$ 20 milhões na ampliação industrial e na instalação de um biodigestor, aproveitando tubérculos fora do padrão comercial e resíduos da pecuária.

A Agropecuária Vista Alegre, do Better Group, iniciou a obtenção das licenças ambientais para implantar a estrutura. A expectativa é produzir 7 milhões de litros de etanol por ano, sendo 5 milhões pela fermentação da batata-doce, além de 7 mil toneladas de ração e 7 milhões de metros cúbicos de biogás com dejetos bovinos.

A produção atual de etanol, de 2 milhões de litros anuais, será ampliada para abastecer a frota do grupo e atender indústrias farmacêutica, alimentícia e de cosméticos. O biodigestor transformará resíduos em energia térmica e elétrica para a própria operação.

A matéria-prima virá de produtores da região e de 400 hectares próprios irrigados. Como o processamento não exige padrão estético, o projeto amplia o aproveitamento da lavoura e reduz perdas no campo. O processo também gerará um coproduto com teor de proteína acima de 29%, destinado à fabricação de ração. Depois, os resíduos seguirão para o biodigestor. Apresentado na Batatec de 2025, o projeto recebeu o 32º Prêmio Expressão de Ecologia, na categoria Energias Limpas.

“Enquanto o mercado discute sustentabilidade, o Better Group prática esse conceito em cada elo da cadeia. Com nosso propósito de ‘Alimentar Hoje. Cuidando do Amanhã’, construímos um sistema para entregar carne de excelência com impacto ambiental reduzido, em um modelo maduro de economia circular. A transformação da batata-doce em diferentes produtos mostra como a inovação pode ampliar o aproveitamento dos recursos e criar novas oportunidades para toda a cadeia produtiva”, informa Everton Gardezan, gerente de marketing do Better Group.

 





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Focus eleva para 4,18% projeção de inflação suavizada em 12 meses


Focus reduz mediana do IPCA de 2026 para 5,30%

A mediana do relatório Focus para a inflação suavizada nos próximos 12 meses passou de 4,16% para 4,18%, na segunda alta semanal consecutiva. Há um mês, a estimativa estava em 4,14%. Considerando apenas as projeções atualizadas nos últimos cinco dias úteis, o indicador também avançou, de 4,17% para 4,18%.

A inflação suavizada em 12 meses passou a receber mais atenção do mercado após a regulamentação da meta de inflação contínua. Nesse modelo, o cumprimento do alvo é verificado pela inflação acumulada em 12 meses. Quando a taxa fica acima ou abaixo do intervalo de tolerância por seis meses consecutivos, considera-se que o Banco Central perdeu a meta.

O novo alvo foi descumprido pela primeira vez em julho de 2025. Na ocasião, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou junho com alta de 5,35% em 12 meses, acima do teto de 4,50% pelo sexto mês seguido.

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No mesmo dia, o Banco Central divulgou carta aberta ao ministro da Fazenda informando que esperava a inflação acumulada em 12 meses abaixo do teto da meta no fim do primeiro trimestre de 2026. O IPCA está abaixo de 4,50% desde novembro, mas a expectativa do mercado é de que o índice volte a superar a meta em maio.

A meta de inflação é de 3%, com tolerância de 1,5 ponto porcentual para cima ou para baixo. Alterações podem ser propostas pelo ministro da Fazenda ao Conselho Monetário Nacional (CMN), com efeito após 36 meses.

A inflação suavizada é calculada a partir das projeções das instituições para a inflação total nos 12 meses seguintes. A cada divulgação do IPCA, a projeção do mês mais antigo é substituída pelo dado efetivo, e o Banco Central distribui gradualmente a diferença entre o valor estimado e o realizado até a divulgação seguinte.

No Focus, a mediana para a inflação de preços administrados em 2026 ficou em 5% pela quinta semana seguida. Para 2027, a projeção permaneceu em 3,85%. No comunicado da reunião de julho do Comitê de Política Monetária (Copom), o Banco Central projetou 4,7% para 2026 e 3,9% para 2027.

Com a nova alta da mediana para 4,18%, a inflação suavizada em 12 meses segue no centro do acompanhamento do mercado dentro do regime de meta contínua, ao lado das projeções para o IPCA e para os preços administrados.

Fonte: Estadão Conteúdo

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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Governo passa a ver inflação acima de 5% em 2026


Logotipo Reuters

 

BRASÍLIA, 15 Jul (Reuters) – A Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda voltou a elevar sua estimativa para a inflação neste ano, que agora supera o teto da meta contínua do Banco Central, citando o impacto dos choques recentes do petróleo e maior probabilidade de ocorrência do fenômeno climático El Niño, entre outros fatores.

Em seu Boletim Macroeconômico, publicação trimestral, a SPE estimou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechará 2026 em 5,1%, contra 4,5% previstos em maio. Em 2027, a previsão é de inflação de 3,6%, ante previsão anterior de 3,5%.

A taxa de inflação perseguida pelo BC é de 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual.

Para o Produto Interno Bruto, a SPE manteve projeção de crescimento de 2,3% este ano.

(Reportagem de Marcela Ayres, texto de Isabel Versiani; edição de Camila Moreira)

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Lucro líquido da Yara sobe 32% no segundo trimestre de 2026


Comissão de Comércio dos Estados Unidos revisará tarifas sobre fosfatados de Marrocos e Rússia

A Yara reportou lucro líquido de US$ 545 milhões no segundo trimestre de 2026, alta de 32% ante os US$ 413 milhões apurados em igual período do ano passado. No mesmo intervalo, o Ebitda ajustado subiu 39%, para US$ 906 milhões, enquanto a receita e outras rendas avançaram 12,2%, para US$ 4,43 bilhões. O resultado veio mesmo com recuo de 17% nas entregas totais da companhia.

Segundo a companhia, as entregas totais somaram 7,11 milhões de toneladas, frente a 8,27 milhões de toneladas no segundo trimestre de 2025. As entregas de fertilizantes ficaram em 5,18 milhões de toneladas, em um cenário marcado pela queda rápida nos preços dos fertilizantes, que adiou os padrões de compra em mercados de entressafra.

A Yara atribuiu o desempenho do Ebitda, excluindo itens especiais, a margens aprimoradas em todos os segmentos e à continuidade de iniciativas de melhoria e controle disciplinado de custos, o que compensou o menor volume de entregas.

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Na Europa, o Ebitda ajustado alcançou US$ 189 milhões, aumento de 47% na comparação anual. O avanço foi associado a preços mais elevados de fertilizantes e margens mais fortes, mesmo com queda de 14% nas entregas na região.

Nas Américas, o resultado foi de US$ 209 milhões, recuo de 13% ante igual trimestre de 2025, refletindo principalmente a retração de 14% nas entregas em razão de manutenções planejadas e da baixa demanda de entressafra. Já na África e Ásia, o Ebitda ajustado caiu 45%, para US$ 41 milhões, pressionado por margens mais fracas em mercados asiáticos e por entregas 28% menores.

O presidente e diretor executivo da Yara, Svein Tore Holsether, afirmou que o modelo de negócios global da companhia está posicionado para gerenciar a volatilidade do mercado. A empresa também alertou que o conflito no Oriente Médio segue trazendo incerteza aos mercados globais de fertilizantes e energia. Segundo a companhia, a interrupção inicial provocada pelo bloqueio do Estreito de Ormuz elevou os preços da ureia no fim da temporada de compras do Hemisfério Norte.

Para o terceiro e o quarto trimestres de 2026, a Yara estima custos com gás US$ 75 milhões e US$ 115 milhões maiores, respectivamente, na comparação com um ano antes. A companhia também destacou a aquisição da fábrica de amônia Gulf Coast, no Texas, por US$ 1,3 bilhão, anunciada em julho para diversificar sua exposição energética.

Fonte: Estadão Conteúdo

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O pontapé da produtividade: como a palhada freou as plantas daninhas e mudou a história de sojicultor paranaense


Acervo pessoal Adriano Palaro

Produtor rural em Pato Branco (PR), Adriano Palaro, de 40 anos, viu a produtividade da soja crescer de forma consistente após investir em rotação de culturas, formação de palhada e manejo integrado de pragas (MIP). Em uma propriedade de 53 hectares, onde cultiva soja, milho e feijão, ele afirma que as mudanças no sistema de produção permitiram aumentar a rentabilidade e enfrentar melhor os desafios do campo.

Agricultor desde a infância, Palaro deu continuidade à tradição da família na propriedade onde nasceu e cresceu. “Sempre fez parte da minha vida. Meu avô já trabalhava na propriedade onde estou até hoje, depois passou para o meu pai e, consequentemente, eu segui a tradição de ser agricultor”, conta.

Segundo ele, um dos principais marcos da trajetória foi o aumento gradual da produtividade, impulsionado pela adoção de novas tecnologias e pelo aperfeiçoamento do manejo. “Venho conseguindo aumentar a produção ano após ano. Aderi à rotação de culturas, implementei tecnologias e consegui um aumento bem expressivo na produtividade em comparação com anos atrás”, afirma.

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Atualmente, o produtor cultiva milho safrinha em parte da área e mantém o restante com plantas de cobertura, utilizando principalmente milheto e aveia para formar uma camada de palhada. A estratégia, segundo ele, foi decisiva para elevar o rendimento da soja. “Hoje estou produzindo, em média, 95 sacas de soja por hectare. A palhada fez muita diferença para alcançar esse resultado”, destaca.

Entre os maiores desafios enfrentados ao longo da carreira, Palaro cita a chegada da ferrugem asiática e da buva, planta daninha que dificultou o manejo das lavouras.

“No início tive uma quebra grande de produção porque ainda não havia conhecimento suficiente para controlar a ferrugem. Já a buva foi a planta daninha que mais deu trabalho até encontrarmos um manejo eficiente”, relembra.

Com o passar dos anos, ele afirma que o monitoramento constante e a adoção de diferentes estratégias de manejo tornaram o controle mais eficiente. “Hoje a gente faz monitoramento, acompanha a presença de esporos e reforça os tratamentos quando necessário. O controle da ferrugem ficou muito mais eficiente”, explica.

Além da palhada, o produtor atribui parte dos resultados ao Manejo Integrado de Pragas (MIP), prática que conheceu por meio de um curso e que passou a adotar na propriedade. “Reduzi bastante o uso de inseticidas. Hoje aplico somente quando há necessidade. Isso diminuiu os custos e aumentou a rentabilidade da propriedade”, afirma.

Ao compartilhar sua experiência, Palaro deixa um conselho para outros agricultores que buscam melhorar a produtividade e reduzir riscos. “Investir em palhada é o futuro. Uma boa cobertura do solo ajuda no controle de plantas daninhas, reduz os impactos dos veranicos e funciona praticamente como um seguro para a lavoura”, conclui.ra a lavoura”, conclui.

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ALMG aprova proibição de reidratação de leite em pó importado


A Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) aprovou um projeto de lei que proíbe os laticínios de reidratar leite em pó importado para venda como leite líquido. O texto aguarda a sanção governamental e visa beneficiar diretamente os pecuaristas mineiros.

Objetivo do projeto

A proposta tem como objetivo proibir a reconstituição do leite em pó importado, uma prática que desvaloriza a produção local. O texto determina que o leite vendido em Minas Gerais seja integralmente fresco e produzido no estado.

Aprovação e autoria

O projeto de lei foi aprovado em segundo turno na ALMG nesta semana e é de autoria da deputada estadual Maria Clara Marra, do PSDB. A proposta é considerada importante e comemorada pelos pecuaristas, especialmente em um momento de crescimento na produção.

Dados da produção de leite

  • Minas Gerais captou mais de 1 bilhão de litros de leite nos primeiros três meses de 2023.
  • Esse volume equivale a quase 25% de toda a produção de leite cru no Brasil no primeiro trimestre do ano.
  • Minas Gerais se destaca como líder na produção de leite no país.

O repórter Bruno Dourado segue acompanhando o assunto de Uberaba, Minas Gerais.

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ApexBrasil anuncia R$ 130 milhões para diversificação de mercados afetados por tarifas


A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) anunciou um plano de diversificação de mercados para produtos brasileiros afetados por tarifas impostas pelos Estados Unidos. O investimento previsto é de R$ 130 milhões, com a expectativa de que a iniciativa seja detalhada nos primeiros dias de agosto.

Impacto das tarifas

A recente decisão dos Estados Unidos, baseada na seção 301, gerou incertezas para os exportadores brasileiros. A tarifa de 25% sobre produtos nacionais motivou a ApexBrasil a criar estratégias para mitigar os efeitos negativos.

Colaboração com o setor privado

A ApexBrasil trabalhará em conjunto com 57 entidades do setor privado para implementar a diversificação. O presidente da ApexBrasil, Lauddemir Miller, destacou a importância da parceria e a necessidade de uma estratégia específica para enfrentar os desafios impostos pelas tarifas.

Ferramenta de apoio ao empresariado

Além do plano de diversificação, a ApexBrasil lançou um painel de medidas tarifárias dos Estados Unidos. Esta plataforma interativa e gratuita permite que as empresas verifiquem se seus produtos estão sendo sobretaxados ou se possuem isenções no mercado norte-americano. O objetivo é fornecer um instrumento de inteligência comercial para o empresariado nacional.

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