quarta-feira, julho 1, 2026

Autor: Redação

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Canal Rural inaugura espaço em Chapecó e lança o Agropocket Grande Oeste


Um espaço para conectar pessoas e desenvolver o agro. Na próxima terça-feira (12/maio) o Canal Rural inaugura em Chapecó, Santa Catarina, o seu mais novo endereço. Através da Afiliada Sul, a multiplataforma de comunicação líder em audiência quando o assunto é agronegócio, reforça sua presença em uma das regiões de maior expressão agrícola e pecuária do país, o Oeste catarinense.

A inauguração ocorre em paralelo à Pollen Week, a semana que celebra os cinco anos de operação do Pollen Parque Tecnológico e Científico, um ecossistema de inovação mantido pela Unochapecó. O Canal Rural é uma das mais de 40 empresas residentes nesse espaço, que tem como objetivo de ampliar o envolvimento da universidade com a comunidade e transformar a região numa referência em desenvolvimento econômico e científico.

A inauguração do espaço contempla uma agenda institucional, de conteúdo e confraternização. Na ocasião será lançado um novo produto de informação e debate do Canal Rural, o Agropocket Grande Oeste. A proposta é estabelecer um diálogo que envolve, interessa e impacta campo e cidade, sob a perspectiva de uma economia sustentada em uma vocação natural, onde apontar caminhos, construir e compartilhar soluções não é mais opção, mas condição a um futuro mais eficiente e competitivo.

“A iniciativa surge com o propósito de criar um espaço dinâmico, interativo e plural, um palco periódico com uma pauta permanente sobre tendências, tecnologia, inovação e informação de interesse do agro e, por consequência, da sociedade organizada, do público ao privado, do urbano ao rural, do cidadão”, explica Giovani Ferreira, do Canal Rural. “O Agropocket traz uma contribuição singular ao desenvolvimento econômico, social e sustentável da Região Oeste, do estado de Santa Catarina e do Brasil.

Agenda 12/05 – Terça-feira
17h30 Abertura/Recepção
17h45 Agropocket Grande Oeste – Desenvolvimento econômico e social que integra campo e cidade
18h30 Coquetel Confraternização / Network
19h00 Encerramento
Local: Pollen Parque Tecnológico (3º Andar) – Unochapecó | Rua Eduardo Pedroso da Silva, 195. Bairro Efapi.

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Mercado eleva previsão de inflação para 2026 pela nona semana seguida


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Foto: Agência Brasil

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), referência oficial da inflação no país, passou de 4,89% para 4,91% este ano. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (11), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

Com a guerra no Oriente Médio pressionando o preço dos combustíveis e a inflação, a previsão para o IPCA deste ano foi elevada pela nona semana seguida, estourando o intervalo da meta que deve ser perseguida pelo BC.

Estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%.

Em março, a alta dos preços em transportes e alimentação fez a inflação oficial do mês fechar em 0,88% – ante 0,7% em fevereiro. O IPCA acumulado em 12 meses ficou em 4,14%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Para 2027, a projeção da inflação permaneceu em 4%. Para 2028 e 2029, as estimativas são de 3,64% e 3,5%, respectivamente.

Taxa Selic
Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida atualmente em 14,5% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. Na última reunião, na semana passada, por unanimidade, o colegiado reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual, pela segunda vez seguida, apesar das tensões em torno da guerra no Oriente Médio.

De junho de 2025 a março deste ano, a Selic ficou em 15% ao ano, o maior nível em quase 20 anos. O Copom voltou a cortar os juros na reunião passada, num cenário de queda da inflação. No entanto, a guerra no Oriente Médio, que se refletiu no aumento dos preços de combustíveis e de alimentos, dificulta o trabalho do Copom.

Em ata, o colegiado não deu pistas sobre a evolução dos juros. No documento o BC informou que está monitorando o conflito e os efeitos de um possível prolongamento sobre a inflação.

O próximo encontro do Copom para definir a Selic será nos dias 16 e 17 de junho.

Nesta edição do Focus, a estimativa dos analistas de mercado para a taxa básica até o fim de 2026 permaneceu em 13% ao ano. Para 2027 e 2028, a previsão é que a Selic seja reduzida para 11,25% ao ano e 10% ao ano, respectivamente. Em 2029, a taxa deve chegar a 10% ao ano.

Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida, o que causa reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.

Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Quando a Taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, diminuindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

PIB e câmbio
Nesta edição do boletim do Banco Central, a estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano permaneceu em 1,85%. Para 2027, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) variou de 1,75% para 1,76%. Para 2028 e 2029, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2% para os dois anos.

Em 2025, a economia brasileira cresceu 2,3%, de acordo com o IBGE. Com expansão em todos os setores e destaque para a agropecuária, o resultado representa o quinto ano seguido de crescimento.

No Focus desta semana, a previsão da cotação do dólar está em R$ 5,20 para o final deste ano. No fim de 2027, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,30.

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Exportações de carne de frango somam 486,5 mil toneladas em abril, diz ABPA


Exportações de carne de frango somam 486,5 mil toneladas em abril, diz ABPA
Imagem gerada por inteligência artificial

As exportações brasileiras de carne de frango in natura e processada totalizaram 486,5 mil toneladas em abril, segundo dados divulgados pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) nesta segunda-feira (11). O volume representa alta de 2,2% em relação a abril de 2025, quando os embarques somaram 475,9 mil toneladas. A receita cambial avançou 3,8% no mesmo intervalo, de US$ 906,1 milhões para US$ 940,5 milhões.

De acordo com a ABPA, o resultado de abril foi recorde para o mês. No acumulado do primeiro quadrimestre de 2026, os embarques alcançaram 1,943 milhão de toneladas, crescimento de 4,3% frente ao mesmo período de 2025. A receita no intervalo entre janeiro e abril somou US$ 3,704 bilhões, alta de 6,1% na comparação anual.

Entre os principais destinos de abril, a China permaneceu na liderança, com 52,2 mil toneladas embarcadas, avanço de 0,6% sobre igual mês do ano passado. Também houve aumento das compras por Japão, com alta de 13,1%, União Europeia, com avanço de 23,1%, e México, com expansão de 50,2%.

Na direção oposta, os Emirados Árabes Unidos registraram recuo de 52,7% nos volumes importados. Filipinas e Coreia do Sul também reduziram as compras no período. Esse movimento indica uma recomposição regional da demanda, com maior participação de mercados asiáticos, europeus e latino-americanos e retração pontual em parte do Oriente Médio.

Segundo Ricardo Santin, presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o comércio internacional segue favorável para a proteína animal brasileira, mesmo com mudanças geopolíticas em alguns mercados. Em nota, ele afirmou que houve crescimento em destinos estratégicos da Ásia, da União Europeia e da América Latina, além da ampliação de mercados de maior valor agregado.

Fonte: Estadão Conteúdo

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AgroNewsPolítica & Agro

Brasil abre mercado de ovos na Coreia do Sul



Brasil chega a 602 aberturas de mercado



Foto: Divulgação

O governo brasileiro concluiu as negociações para exportação de ovos e produtos derivados à Coreia do Sul, ampliando o acesso da avicultura nacional ao mercado asiático. A abertura permitirá o envio de produtos destinados tanto ao consumo direto quanto à indústria alimentícia.

Segundo o governo, a medida amplia as oportunidades para o setor avícola brasileiro em um dos principais mercados da Ásia. Em 2025, as exportações do agronegócio brasileiro para a Coreia do Sul somaram US$ 2,4 bilhões, com destaque para farelo de soja, carne de aves, café, soja em grão, milho, fumo, algodão e couro.

O avanço nas negociações ocorre após a missão presidencial realizada à República da Coreia em fevereiro de 2026. Durante a agenda, os dois países assinaram memorandos de entendimento voltados à cooperação em agricultura, medidas sanitárias e fitossanitárias, bioinsumos, inovação e desenvolvimento rural.

De acordo com o governo brasileiro, a missão contribuiu para fortalecer o diálogo sanitário entre os países e acelerar tratativas de interesse do setor agrícola nacional.

Com a nova autorização, o agronegócio brasileiro alcança 602 aberturas de mercado desde o início de 2023. O resultado, segundo o comunicado, é fruto da atuação conjunta do Ministério da Agricultura e Pecuária e do Ministério das Relações Exteriores.

A expectativa é de que a abertura fortaleça a presença dos produtos brasileiros no mercado sul-coreano e amplie as oportunidades comerciais para a cadeia de proteína animal.





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Focus reduz projeção do dólar para R$ 5,20 no fim de 2026


Focus reduz projeção do dólar para R$ 5,20 no fim de 2026

A mediana das projeções do mercado financeiro para a cotação do dólar no fim de 2026 caiu de R$ 5,25 para R$ 5,20, segundo o relatório Focus divulgado pelo Banco Central (BC) nesta segunda-feira (11). Há um mês, a estimativa era mais alta, em R$ 5,37. O levantamento consolida previsões de instituições financeiras e consultorias para os principais indicadores da economia.

No recorte das estimativas atualizadas nos últimos cinco dias úteis, considerado mais sensível a mudanças recentes de cenário, a mediana para o dólar no fim de 2026 passou de R$ 5,24 para R$ 5,19. Nesse grupo, foram consideradas 48 projeções.

Para os anos seguintes, o relatório indicou estabilidade ou recuos mais moderados. A mediana para o dólar no fim de 2027 permaneceu em R$ 5,30, abaixo dos R$ 5,40 observados quatro semanas antes. Para 2028, a estimativa intermediária recuou de R$ 5,39 para R$ 5,35. Há um mês, estava em R$ 5,46. Já para 2029, a projeção continuou em R$ 5,40, contra R$ 5,50 há quatro semanas.

O Banco Central informa que a projeção anual de câmbio no Focus é calculada com base na média da taxa no mês de dezembro, e não no valor esperado para o último dia útil do ano. Esse critério está em vigor desde 2021.

Na prática, a revisão para baixo nas expectativas de câmbio altera referências usadas por agentes do agronegócio, da indústria e do comércio exterior para formação de preço, planejamento financeiro e cálculo de receita de exportação ou custo de insumos dolarizados. O efeito, porém, depende da trajetória efetiva do câmbio ao longo do ano e das condições de mercado.

O Focus funciona como termômetro das expectativas do mercado, mas não representa meta oficial para o câmbio. Novas revisões dependerão da evolução do cenário doméstico e externo nas próximas semanas.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Pesquisadores defendem bioinsumos e controle biológico diante de riscos climáticos no campo


Pesquisadores defendem bioinsumos e controle biológico diante de riscos climáticos no campo

O avanço das mudanças climáticas tem ampliado a pressão sobre os sistemas produtivos, com aumento de temperatura, secas mais prolongadas e eventos extremos. Durante o BioSummit 2026, realizado entre terça-feira (6) e quarta-feira (7), em Campinas (SP), pesquisadores defenderam o uso de bioinsumos e do controle biológico como ferramentas para elevar a resiliência da agricultura e reduzir a dependência de insumos químicos.

Pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Meio Ambiente (Embrapa Meio Ambiente), Wagner Bettiol afirmou que a preservação da biodiversidade microbiana é parte central desse processo. Segundo ele, microrganismos benéficos contribuem para o equilíbrio dos sistemas agrícolas, melhoram o aproveitamento de água pelas plantas e reduzem impactos ambientais.

Bettiol também destacou que o aquecimento global pode intensificar doenças causadas por vírus e molicutes transmitidos por vetores. De acordo com o pesquisador, temperaturas mais altas tendem a encurtar o ciclo de vida desses organismos, elevar sua atividade e aumentar a disseminação de patógenos, como já observado em casos de enfezamento do milho.

No aspecto ambiental, o pesquisador apresentou uma comparação entre insumos. Segundo ele, a produção de 1 quilo de defensivo químico pode emitir de 20 a 25 quilos de CO2 equivalente, enquanto 1 quilo de bioinsumo gera de 3 a 5 quilos de CO2 equivalente. Bettiol acrescentou que o Brasil tem 277 produtos biológicos registrados com uso de apenas duas cepas de microrganismos, o que, segundo ele, indica espaço para ampliar o uso da biodiversidade microbiana nacional.

Professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp), Carlos Alexandre Cruciol afirmou que agentes de biocontrole atuam além do combate a doenças. Segundo ele, bactérias como Bacillus ajudam plantas a enfrentar estresses abióticos, enquanto fungos do gênero Trichoderma apresentam melhor resposta em condições de déficit hírico.

No evento, a jornalista especializada em agro Renata Maron informou que a área potencial tratada com bioinsumos no Brasil alcançou cerca de 194 milhões de hectares em 2025. No mesmo período, a taxa de adoção passou de 22% para 47% em cinco anos.

Fonte: embrapa.br

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Paraná anuncia R$ 53,8 milhões para modernização do Parque de Exposições de Maringá


Ratinho Junior anuncia R$ 53,8 milhões para modernização do Parque de Exposições de Maringá

O governador Carlos Massa Ratinho Junior anunciou nesta sexta-feira (8), durante a abertura da 52ª Expoingá, o repasse de R$ 53,8 milhões para a ampliação e modernização do Parque de Exposições Francisco Feio Ribeiro, em Maringá, no Noroeste do Paraná. Segundo o governo estadual, o investimento total chegará a R$ 56,6 milhões, com participação da prefeitura, e será destinado à construção de um estacionamento público de três pavimentos.

O parque pertence ao município e abriga uma das principais feiras agropecuárias do país. A Expoingá reúne atividades de negócios, difusão de tecnologia e integração entre o setor rural e o urbano. Na edição anterior, o evento recebeu mais de 500 mil visitantes e movimentou mais de R$ 1 bilhão em negócios, de acordo com os organizadores.

Ao anunciar o aporte, Ratinho Junior afirmou que a feira tem papel na difusão de implementos, tecnologias e soluções voltadas ao aumento de produtividade no campo. O governador também relacionou a modernização do parque à atividade econômica local, ao turismo e à realização de eventos.

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O prefeito de Maringá, Silvio Barros, disse que a Expoingá funciona como vitrine para o agronegócio, a indústria e os serviços do município. Já o presidente da Sociedade Rural de Maringá, Henrique Pinto, informou que o projeto busca melhorar a estrutura para receber o público, diante do volume de visitantes registrado anualmente.

Além do anúncio de investimento, o governo estadual destacou participação institucional na feira. O Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná) organiza seminários, oficinas, simpósios e rodadas de negócios, além da Feira Sabores, voltada à agroindústria familiar, e da Fazendinha, com 12 unidades didáticas. Também participam órgãos como Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), Centrais de Abastecimento do Paraná (Ceasa Paraná), Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e Fomento Paraná.

A modernização do parque foi apresentada como medida de infraestrutura para ampliar a capacidade de atendimento do espaço em grandes eventos. Até o momento, não foram detalhados publicamente o cronograma de execução da obra nem as etapas operacionais do investimento.

Fonte: agricultura.pr.gov.br

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Fenasul Expoleite 2026 começa nesta quarta-feira em Esteio com entrada gratuita


Fenasul Expoleite 2026 começa nesta quarta-feira (13/5) em Esteio com entrada gratuita

A Fenasul Expoleite 2026 começa nesta quarta-feira (13/5) no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS), com acesso gratuito ao público e portões abertos das 8h às 00h. A programação inclui julgamentos, concursos de ordenha, provas e rodeios, seminários técnicos, feira da agricultura familiar, multifeira, atrações culturais e atividades gastronômicas.

Nesta edição, a feira terá 1.453 animais entre bovinos leiteiros, bubalinos, equinos, coelhos, chinchilas, pássaros, caprinos e ovinos. O concurso de ordenha das raças Holandesa e Jersey será realizado na quarta-feira (13) e na quinta-feira (14), com encerramento previsto para as 17h de quinta, no tradicional banho de leite.

Pela primeira vez, a Feira Nacional dos Ovinos (Fenovinos) será realizada junto com a Fenasul Expoleite. Segundo a organização, serão 483 animais na programação, que inclui julgamento, Campeonato Cabanheiro do Futuro e leilão multirraças.

Acompanhe os preços das principais commodities do agro, como soja, milho e boi, com atualização direta das principais praças do Brasil: acesse a página de cotações do Canal Rural!

Na área equestre, os cavalos Árabes disputarão a segunda etapa Fenasul de Domados do Pampa. Já os Mangalargas terão provas de três tambores e seis balizas no sábado (16) e no domingo (17), nas pistas 14 e 15. O 11º Rodeio Fenasul ocorrerá de quinta-feira (14) a domingo (17), na pista PP1. O Cavalo Crioulo também terá agenda própria a partir de quinta, com a Classificatória Gaúcha Sul e a Exposição Outonal 2026.

No segmento comercial, a Feira da Agricultura Familiar contará com 40 expositores de agroindústrias familiares gaúchas. A Multifeira de Esteio reunirá 116 empresas, instituições, entidades e órgãos públicos em diferentes pavilhões do parque.

A programação técnica inclui seminário da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) na sexta-feira (15), às 8h30, sobre tecnologias para mitigação de gases de efeito estufa na cadeia leiteira. Também estão previstas apresentações sobre manejo sanitário, desmama e mercado na Associação Gaúcha de Professores Técnicos de Ensino Agrícola (AGPTEA).

A Fenasul Expoleite é realizada pela Seapi e pela Associação dos Criadores de Gado Holandês do Rio Grande do Sul (Gadolando), com copromoção da Federação Brasileira das Associações de Criadores de Animais de Raça (Febrac), da Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag-RS), da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul) e da Prefeitura de Esteio. Para o visitante, o acesso de pedestres será pelos portões 3 e 7, com estacionamento disponível nos portões 5 e 10.

Fonte: agricultura.rs.gov.br

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Dólar avança com alta do petróleo e cautela antes de dados de inflação


Dólar avança com alta do petróleo e cautela antes de dados de inflação

O dólar opera em alta no mercado à vista nesta segunda-feira (11), em um ambiente de fortalecimento global da moeda americana e avanço dos rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos. O movimento também reflete a elevação do petróleo e a cautela dos investidores antes da divulgação de novos indicadores de inflação no Brasil e nos EUA, prevista para terça-feira (12).

No cenário externo, a aversão ao risco ganhou força com a indefinição sobre um acordo de paz entre Estados Unidos e Irã e com a manutenção de riscos ao tráfego marítimo no Estreito de Ormuz, rota relevante para o fluxo global de petróleo. Por volta de 9h30 desta segunda-feira (11), o barril do Brent era negociado acima de US$ 104.

A alta do petróleo reforça preocupações com inflação, porque encarece energia, combustíveis e custos logísticos. Esse fator é acompanhado de perto pelo mercado, especialmente em um momento de revisão das expectativas para os índices de preços.

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No Brasil, o Boletim Focus mostrou nova elevação da mediana para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2026, de 4,89% para 4,91%, acima do teto da meta de inflação, de 4,50%. Para 2027, a projeção permaneceu em 4,00%, e para 2028, em 3,64%.

Ao mesmo tempo, a Fundação Getulio Vargas (FGV) informou desaceleração do Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) em seis das sete capitais pesquisadas na primeira quadrissemana de maio. O indicador subiu 0,75%, abaixo do avanço anterior, de 0,88%.

No campo geopolítico, o porta-voz da chancelaria do Irã, Esmail Baghaei, afirmou que Teerã poderá recorrer à diplomacia ou à luta para defender seus interesses nacionais. Já a Capital Economics avaliou que o encontro entre Donald Trump e Xi Jinping nesta semana em Pequim tende a ter mais valor simbólico do que resultados concretos.

Fonte: Estadão Conteúdo

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China exporta mais veículos elétricos e híbridos plug-in do que modelos a combustão em abril


China exporta mais veículos elétricos e híbridos plug-in do que modelos a combustão em abril

A China exportou 769 mil automóveis em abril e, pela primeira vez, os veículos de nova energia superaram os modelos movidos a gasolina ou diesel nas vendas externas. Segundo a Associação Chinesa de Carros de Passageiros (CPCA), nesta segunda-feira (11), elétricos e híbridos plug-in responderam por 52,7% do total exportado, com 406 mil unidades embarcadas no mês.

O resultado indica uma mudança na composição das exportações da indústria automotiva chinesa. Os veículos de nova energia, categoria que inclui elétricos e híbridos plug-in, mais do que dobraram em relação ao mesmo período anterior, de acordo com a CPCA. Já os dados divulgados pela entidade não detalham, no material disponível, a distribuição por mercados de destino nem a base exata de comparação para os modelos a combustão.

No mercado interno, o cenário permaneceu mais fraco. As vendas no varejo de carros de passeio caíram 21,5% em abril, na comparação anual, para 1,38 milhão de unidades. Em relação a março, a retração foi de 16%. Entre os eletrificados, as vendas no varejo somaram 849 mil unidades, queda de 6,8% ante abril do ano anterior.

A entidade atribui parte dessa pressão ao sentimento de consumo mais moderado na China. Também cita a alta dos preços do petróleo como um fator que reduziu a atratividade dos veículos tradicionais, ao elevar o custo de uso para o consumidor final. O Salão do Automóvel de Pequim, realizado em abril, trouxe suporte pontual ao mercado, mas não foi suficiente para reverter a queda anual das vendas.

Nesse contexto, a expansão externa passou a ter papel mais relevante para as montadoras chinesas. Segundo a CPCA, a tendência é que as exportações se consolidem como um dos principais vetores de crescimento do setor, com avanço das operações sobretudo na Europa e na América Latina.

Os dados de abril mostram que o crescimento das exportações tem compensado, ao menos em parte, a desaceleração do consumo interno na China. Para o setor, o acompanhamento dos próximos meses será relevante para medir se a participação acima de 50% dos veículos de nova energia nas exportações se mantém e em quais regiões esse avanço terá maior peso.

Fonte: Estadão Conteúdo

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