sábado, julho 25, 2026

Autor: Redação

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Conab mantém suspenso atendimento presencial em Natal até sexta-feira


Atendimento presencial da Conab em Natal segue suspenso até sexta-feira

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) informou nesta terça-feira (21) que o atendimento presencial na Superintendência Regional do Rio Grande do Norte, em Natal, seguirá suspenso até sexta-feira (24). A decisão foi tomada em razão das fortes chuvas que atingem a capital potiguar e impedem a conclusão dos serviços de manutenção na rede hidráulica da unidade.

Durante o período de suspensão, as atividades administrativas da regional ocorrem de forma remota. O público pode entrar em contato com a unidade pelo e-mail rn.sureg@conab.gov.br ou pelo WhatsApp (84) 4006-7635.

A exceção é o atendimento aos pequenos criadores de animais vinculados ao Programa de Venda em Balcão (ProVB), que permanece de forma presencial. Segundo a Conab, os clientes do programa serão atendidos das 7h30 às 11h e das 13h30 às 17h.

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O atendimento do ProVB ocorre no endereço Avenida Jerônimo Câmara, nº 1.814, no bairro Lagoa Nova, em Natal.

A manutenção do atendimento presencial para os beneficiários do programa preserva o funcionamento do serviço voltado aos pequenos criadores, enquanto a superintendência regional mantém suspensas as demais atividades presenciais.

A suspensão do atendimento presencial na sede da Conab em Natal segue até sexta-feira (24), com atividades administrativas remotas e atendimento presencial mantido para os clientes do Programa de Venda em Balcão.

Fonte: gov.br

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Conab divulga nesta quarta-feira o 7º Boletim Prohort 2026


Índice de preços da Ceagesp recua 1,63% em junho

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgará nesta quarta-feira (22), às 9h, o resultado do 7º Boletim Prohort de Comercialização de Hortigranjeiros nas Centrais de Abastecimento (Ceasas) de 2026. O estudo trará informações sobre os preços das principais frutas e hortaliças comercializadas nos mercados atacadistas acompanhados pela estatal, com base nos dados coletados no último mês.

A apresentação será transmitida pelo canal da Conab no YouTube. Após a divulgação, o release e o boletim completo com os principais destaques ficarão disponíveis no portal da Companhia.

Segundo a Conab, o material também será enviado por e-mail à imprensa. As rádios de todo o país receberão o ConabCast, que poderá ser acessado no site da estatal.

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As solicitações de entrevistas poderão ser encaminhadas por e-mail à Gerência de Imprensa da Conab. O serviço divulgado pela Companhia informa que a publicação do boletim está marcada para quarta-feira (22), às 9h.

O 7º Boletim Prohort 2026 será apresentado pela Conab nesta quarta-feira (22), às 9h, com dados sobre a comercialização e os preços de hortigranjeiros nas Ceasas monitoradas pela estatal.

Fonte: gov.br

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Atendimento presencial da Conab em Natal segue suspenso até sexta-feira


Atendimento presencial da Conab em Natal segue suspenso até sexta-feira

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) informou que o atendimento presencial na Superintendência Regional do Rio Grande do Norte, em Natal, seguirá suspenso até sexta-feira (24). A medida foi mantida em razão das fortes chuvas que atingem a capital potiguar e impedem a conclusão dos serviços de manutenção na rede hidráulica.

Durante o período, as atividades administrativas da unidade ocorrem de forma remota. O público pode entrar em contato com a regional pelo e-mail rn.sureg@conab.gov.br ou pelo WhatsApp (84) 4006-7635.

A suspensão não se aplica ao atendimento dos pequenos criadores de animais vinculados ao Programa de Venda em Balcão (ProVB), que continuará de forma presencial. Os clientes do programa serão atendidos das 7h30 às 11h e das 13h30 às 17h.

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O atendimento do ProVB ocorre na Avenida Jerônimo Câmara, nº 1.814, no bairro Lagoa Nova, em Natal.

A Conab mantém, até sexta-feira (24), o atendimento administrativo remoto na superintendência regional em Natal, enquanto o serviço presencial do ProVB segue disponível aos pequenos criadores de animais nos horários informados.

Fonte: gov.br

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Dólar cai a R$ 5,0737 com petróleo acima de US$ 90 e avanço do carry trade


Juros futuros sobem após EUA restringirem venda de petróleo do Irã

O dólar à vista caiu 0,31% nesta terça-feira (21), a R$ 5,0737, no menor nível de fechamento desde 15 de junho. O recuo ocorreu mesmo com a alta de 0,23% do DXY, índice que mede a moeda americana frente a pares fortes. Segundo agentes de mercado, o movimento do real foi sustentado pela valorização do petróleo e pela demanda por operações de carry trade.

O dólar futuro para agosto cedia 0,39%, a R$ 5,0860, por volta das 17 horas. Na semana, a moeda americana acumulava queda de 0,73%. No mês, recuava 1,73% e, no ano, 7,57% frente ao real.

Entre os fatores apontados para o desempenho da divisa brasileira está a melhora nos termos de troca, com o petróleo Brent acima de US$ 90 por barril. No fechamento, o contrato para setembro, referência para a Petrobras, subiu 2,00%, a US$ 91,01 o barril.

Acompanhe os preços das principais commodities do agro, como soja, milho e boi, com atualização direta das principais praças do Brasil: acesse a página de cotações do Canal Rural!

A tensão no Oriente Médio segue no centro das atenções. O mercado acompanha sinalizações de que o grupo iemenita Houthi pode interromper o fluxo no Estreito de Bab-el-Mandeb. Para a coordenadora de alocação e inteligência da Avenue, Juliana Benvenuto, a ameaça pode se tornar um problema maior para o fluxo global de petróleo. Ela também citou a continuidade dos ataques entre Estados Unidos e Irã e a negativa do presidente Donald Trump em abrir conversas com Teerã neste momento.

Para o economista-chefe da Nomos, Beto Saadia, o cenário atual indica estabilização do petróleo na faixa de US$ 85 a US$ 95 por barril, o que favorece o Brasil. Segundo ele, a diversificação do portfólio estrangeiro ajuda a moeda brasileira. Saadia afirma que o fluxo externo também ocorre por operações de carrego, diante de juros reais elevados no Brasil e expectativa de queda.

O economista Marcos Vinícius Oliveira, da ZIIN Investimentos, avalia que o diferencial de juros entre Brasil e Estados Unidos segue atrativo. Na quarta-feira (22), o mercado acompanha os dados do Departamento de Energia dos Estados Unidos sobre petróleo, gasolina e destilados, às 11h30, e o fluxo cambial semanal do Brasil, às 14h30.

O fechamento do câmbio nesta terça-feira (21) consolidou o dólar no menor patamar desde 15 de junho, em um ambiente de petróleo valorizado e manutenção do interesse por operações de carry trade.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Sojicultores ainda esperam por preços melhores; negócios não andam e dia é fraco para a soja


soja preço câmbio
Foto: Ascom Famasul

O mercado brasileiro de soja apresentou pequenos ajustes negativos nesta terça-feira (21), mas sem mudanças nos fundamentos. Segundo o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, o relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) manteve uma perspectiva favorável para a safra norte-americana, mesmo diante das ondas de calor no Meio-Oeste dos Estados Unidos. Ainda assim, a demanda segue dando sustentação às cotações.

No mercado físico, as cotações foram mistas, com algumas regiões registrando estabilidade e outras pequenas quedas nas indicações de compra. Apesar disso, os vendedores mantiveram pedidas elevadas, sustentados por um basis positivo no mercado interno.

Silveira destaca que algumas praças continuam com ofertas firmes e, embora os portos apresentem boas oportunidades de comercialização, o volume de negócios segue limitado, já que os produtores continuam retendo a soja à espera de preços melhores.

Preços de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): desceu de R$ 140,00 para R$ 139,00
  • Santa Rosa (RS): desceu de R$ 141,00 para R$ 140,00
  • Cascavel (PR): manteve em R$ 134,00
  • Rondonópolis (MT): desceu de R$ 127,00 para R$ 126,00
  • Dourados (MS): desceu de R$ 128,00 para R$ 127,50
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 129,00
  • Paranaguá (PR): manteve em R$ 145,00
  • Rio Grande (RS): desceu de R$ 146,00 para R$ 145,00

Soja em Chicago

No mercado internacional, os contratos futuros da soja encerraram o dia em baixa na Bolsa de Chicago (CBOT). Após a valorização registrada nas últimas sessões, o mercado passou por um movimento de realização de lucros, pressionado também pela melhora das condições das lavouras norte-americanas.

Dados do USDA

De acordo com o USDA, 66% das lavouras de soja dos Estados Unidos estavam em condições boas a excelentes até 19 de julho, acima dos 65% registrados na semana anterior. As áreas classificadas como regulares representavam 26%, contra 27% na semana anterior, enquanto 8% permaneciam entre ruins e muito ruins.

Nos próximos dias, o mercado continuará atento às previsões meteorológicas para avaliar se o clima seco e as temperaturas elevadas poderão comprometer o potencial produtivo da safra norte-americana. Além disso, os agentes seguem monitorando possíveis sinais de aquecimento da demanda pela soja dos Estados Unidos, principalmente por parte da China.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja para agosto fecharam cotados a US$ 12,19½ por bushel, com queda de 5,50 centavos de dólar, ou 0,41%. O vencimento novembro encerrou a US$ 12,22¾ por bushel, com recuo de 3,50 centavos, ou 0,28%.

Entre os derivados, o farelo de soja para agosto avançou US$ 3,20, ou 0,98%, para US$ 326,70 por tonelada. Já o óleo de soja para agosto fechou a 74,30 centavos de dólar por libra-peso, com baixa de 0,50%.

Câmbio

No câmbio, o dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,30%, cotado a R$ 5,0730 para venda e R$ 5,0710 para compra. Durante o pregão, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,0664 e a máxima de R$ 5,0859.

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Queda do diesel puxa recuo dos demais combustíveis em julho


Foto: Divulgação.
Foto: Divulgação.

Os preços da gasolina, etanol e diesel S-10 começaram julho em queda na média nacional, com o diesel S-10 liderando o movimento de redução, conforme dados do Monitor de Preços de Combustíveis da Veloe, elaborado com apoio técnico da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

Os números mostram que na segunda semana do mês, o diesel s-10 registrou a maior queda de preço entre os três combustíveis analisados, enquanto o etanol atingiu seu menor preço desde a primeira semana de dezembro de 2024, reforçando sua vantagem para os proprietários de veículos flex.

Na média nacional, a gasolina comum passou de R$ 6,73 por litro, na última semana de junho, para R$ 6,70 na segunda semana de julho, uma queda de R$ 0,03 (0,42%). O etanol hidratado recuou de R$ 4,21 para R$ 4,17 por litro, redução de R$ 0,04 (0,95%), alcançando o menor valor observado na série histórica desde o início de dezembro de 2024.

O diesel S-10 apresentou o recuo mais intenso no período, passando de R$ 7,04 para R$ 6,95 por litro, uma queda de R$ 0,09 (1,35%). Entretanto, nas capitais, o movimento foi mais moderado, com redução média de R$ 0,05 por litro, indicando que parte do alívio registrado nacionalmente ainda não chegou aos grandes centros urbanos.

Conflito no Oriente Médio

Apesar da sequência recente de reduções, gasolina e diesel seguem sendo comercializados em patamares superiores aos registrados antes da escalada das tensões geopolíticas internacionais que pressionaram as cotações do petróleo nos últimos meses. O comportamento indica que, embora o mercado esteja em trajetória de acomodação, os preços ainda não retornaram aos níveis anteriores ao conflito.

A queda do etanol, por sua vez, não foi uniforme entre os estados. Os maiores recuos foram registrados em:

  • Rio Grande do Norte: o litro ficou R$ 0,21 mais barato na semana;
  • Ceará: -R$ 0,10;
  • Pará e Pernambuco: -R$ 0,08 cada; e
  • Espírito Santo: -R$ 0,07

Em São Paulo, principal mercado consumidor do biocombustível, a redução foi de R$ 0,05 por litro. Na direção oposta, Amazonas, Distrito Federal e Maranhão registraram alta nos preços, de R$ 0,24, R$ 0,08 e R$ 0,04, respectivamente.

Com esse movimento, o Indicador Flex nacional permaneceu favorável ao etanol e ampliou a vantagem do biocombustível frente à gasolina: a relação recuou de 66,2% para 65,9%, uma redução de 0,3 ponto percentual.

Como o percentual permanece abaixo do limite de cerca de 70%, considerado referência para veículos flex, o etanol continua sendo a alternativa mais econômica para abastecimento na média nacional.

Em uma parcela relevante dos estados, o etanol reforçou sua vantagem frente à gasolina em termos de custo-benefício, como no caso de Mato Grosso, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Paraná, Goiás e Distrito Federal. Com a nova rodada de quedas, esses mercados tendem a oferecer a melhor relação entre preço e rendimento para os motoristas de veículos flex.

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AgroNewsPolítica & Agro

Trump usa desmatamento para taxar Brasil


As justificativas dos Estados Unidos para taxar o Brasil em 25% sobre os produtos exportados incluem a acusação de que o Brasil permite o desmatamento. Para o secretário executivo do Observatório do Clima, Marcio Astrini, as análises do governo de Donald Trump são totalmente infundadas.

“O governo Trump está usando a questão ambiental para impor barreiras comerciais que servem apenas como uma desculpa. O governo Trump virou as costas para a questão ambiental no mundo inteiro. Saiu do Acordo de Paris”, disse Astrini.

Segundo o pesquisador, os Estados Unidos estão levando vantagens comerciais por não aplicarem nenhuma medida de proteção ambiental como a redução da emissão de carbono. Existem dezenas de outros países que desmatam e esse argumento não está sendo usado para nenhum outro país para impor taxas sobre os produtos.

“É uma medida puramente política, não tem nada a ver com a questão ambiental. É apenas uma desculpa para impor uma barreira tarifária ao país”, afirmou Astrini.

Ele destaca as ações feitas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) como fundamentais para a redução do desmatamento no país. O Ibama recebeu aportes financeiros do Fundo Amazônia o que foi importante para intensificar a fiscalização.

Segundo estudo do MapBiomas, o desmatamento no Brasil ficou abaixo de 1 milhão de hectares em 2025.

“O Brasil atingiu em 2025 um marco no monitoramento do desmatamento: pela primeira vez desde 2019, a área total de vegetação nativa desmatada ficou abaixo de 1 milhão de hectares em um único ano. De acordo com o RAD2025 (Relatório Anual do Desmatamento no Brasil) foram desmatados 984.794 hectares no país, uma redução de 20,6% em relação a 2024”, dizem os pesquisadores.

O MapBiomas é iniciativa multi-institucional, que envolve universidades, ONGs e empresas de tecnologia, focada em monitorar as transformações na cobertura e no uso da terra no Brasil, para buscar a conservação e o manejo sustentável dos recursos naturais, como forma de combate às mudanças climáticas.

Amazônia e Cerrado juntos responderam por mais de 84% de toda a área desmatada no país em 2025. O Cerrado permanece como o bioma com a maior área desmatada, com 540.614 hectares, concentrando sozinho 54,9% do desmatamento do país, apesar da queda de 16,9% em relação a 2024. Na Amazônia, foram desmatados 289.478 hectares, uma redução de 23,5% frente ao ano anterior.

O Pantanal registrou a maior redução proporcional entre todos os biomas: queda de 48,4% na área desmatada em relação a 2024, somando 12.260 hectares perdidos no ano.

De acordo com o MapBiomas, o desmatamento associado à expansão da agropecuária responde por mais de 97% de toda a perda de vegetação nativa no Brasil nos últimos sete anos. Esse vetor de pressão responde por 99% da vegetação nativa perdida no Brasil em 2025. No último ano, 99% da área desmatada associada ao garimpo estava concentrada na Amazônia, com maior incidência no Pará.

Já os desmatamentos relacionados a empreendimentos de energia renovável estiveram quase que totalmente concentrados na Caatinga, que respondeu por 97% da área desmatada associada a esse vetor.

Os desmatamentos associados à expansão urbana apresentaram aumento de 7% em relação a 2024 e concentraram-se principalmente no Cerrado e na Amazônia, que juntos responderam por mais de 60% da área de vegetação nativa perdida vinculadas às áreas urbanizadas.





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Bonsmara: raça ganha força no cruzamento industrial para produção de carne premium


Foto: Divulgação.

Originário da África do Sul e desembarcado no Brasil no final da década de 1990, o avanço do bonsmara no Brasil é impulsionado por um tripé produtivo: a alta heterose nos cruzamentos, sua adaptabilidade ao clima tropical e a entrega de carne de qualidade superior.

O médico-veterinário e inspetor técnico da Associação Brasileira dos Criadores de Bonsmara, Fúlvio Domenech, destacou em entrevista ao Giro do Boi que essa raça consegue imprimir a rusticidade necessária para a produção nos trópicos.

Domenech afirmou que, além da rusticidade, o bonsmara apresenta características como fertilidade, precocidade e conformação frigorífica, atributos que são frequentemente associados a raças britânicas. Uma das maiores vantagens competitivas da raça é sua capacidade de suprir a carência do mercado brasileiro por touros taurinos que realizam repasse e cobertura a campo em regiões de calor extremo, como Mato Grosso, Tocantins e Pará.

Confira a entrevista completa:

Características e adaptação

Foto: Divulgação.

Todos os touros chancelados pela Associação passam por auditoria técnica e são selecionados por características como a alta densidade de glândulas sudoríparas. Isso permite uma troca térmica eficiente sob sol intenso, mantendo a libido ativa. O sangue Afrikaner da raça confere alta tolerância a carrapatos e moscas-do-chifre, aspectos fundamentais para a criação em invernadas extensas.

A seleção da raça também é rigorosa em relação à morfologia, garantindo prumos corretos, cascos escuros e resistentes, além de bainha e umbigo corrigidos. Esses fatores contribuem para a longevidade e baixo custo de manutenção veterinária a campo.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.

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CNA participa de reunião da Farm no Paraguai com foco sanitário e acordo Mercosul-UE


CNA participa de reunião da Farm no Paraguai com foco sanitário e acordo Mercosul-UE

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) participou, na segunda-feira (20), da reunião do Conselho Diretivo da Federação das Associações Rurais do Mercosul (Farm), em Assunção, no Paraguai. Entre os principais temas debatidos estiveram a harmonização de procedimentos sanitários entre os países do bloco e o acordo entre Mercosul e União Europeia.

A CNA foi representada pelo coordenador de Inteligência Comercial e Defesa de Interesses, Felipe Spaniol. Segundo ele, as entidades do setor privado discutiram formas de atuação conjunta com os governos para facilitar o trânsito de animais nas fronteiras, simplificar protocolos e avançar na digitalização de processos e documentos.

A agenda também incluiu debate sobre o acordo Mercosul-União Europeia. O encontro teve a participação do embaixador paraguaio Didier Cesar Olmedo Adorno, que esteve à frente das negociações do acordo pelo Paraguai. Na reunião, ele destacou disciplinas consideradas importantes no texto, entre elas o mecanismo de reequilíbrio de concessões, além de tratar das vantagens da entrada em vigor do acordo.

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Para Spaniol, a aliança entre União Europeia e Mercosul fortalece as relações comerciais e estratégicas entre mercados relevantes. Ele afirmou que, para assegurar efetivo acesso ao mercado, os procedimentos operacionais do acordo precisam de melhor organização, com concessões de todas as partes envolvidas.

Spaniol também defendeu o reconhecimento das boas práticas produtivas dos países sul-americanos como referência para outras negociações em andamento.

Ainda na segunda-feira (20), Felipe Spaniol e a assessora de Relações Internacionais da CNA, Elena Castellani, participaram da abertura da Expo Paraguai, em Mariano Roque Alonso. A feira segue até domingo (26).

Fonte: cnabrasil.org.br

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Plano Safra: crédito sai ainda em julho e juros estão ‘muito baratos’, diz secretário do Mapa


Secretário de Política Agrícola do Mapa Guilherme Campos
Foto: Reprodução

Os recursos do Plano Safra 2026/27 com juros equalizados devem estar disponíveis para contratação dos produtores ainda em julho, disse o secretário de Política Agrícola do Mapa, Guilherme Campos.

Segundo ele, não há demora no oferecimento do crédito e o processo segue o rito costumeiro. “Temos o anúncio e, posteriormente, a adequação das instituições financeiras ao que foi definido pelo programa. Está no final da fase de ajustes e logo estará disponível para todos. […] Este mês estará tudo resolvido”, garantiu.

Para ele, os juros de custeio, principalmente para os agricultores enquadrados no Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp), está muito acessível. “Nove por cento [de juros] nesse mercado [com taxa Selic a 14,25%] é muito barato”, afirmou.

Setor critica redução da linha de custeio

O Plano Safra 2026/27 prevê R$ 610,3 bilhões, com R$ 525,1 bilhões destinados à agricultura empresarial e R$ 85,2 bilhões para a familiar.

Mesmo com alta nominal ante os R$ 594,4 bilhões da temporada anterior, representantes do setor avaliam que os recursos e as condições de financiamento seguem insuficientes diante do cenário no campo.

Entre os pontos centrais criticados pela Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) está a redução dos recursos para custeio, que somam R$ 384,9 bilhões nesta temporada, queda de 7,18% ante o programa do ciclo 2025/26. Essa linha financia despesas diretamente ligadas ao plantio, como sementes, fertilizantes, defensivos e outros insumos.

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