segunda-feira, junho 8, 2026

Autor: Redação

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Petróleo sobe com tensão no Oriente Médio e risco à oferta global


Petróleo sobe com impasse entre EUA e Irã e repercussão de cúpula entre Xi e Trump

O petróleo fechou em alta nesta quarta-feira (3), pela terceira sessão seguida, em meio à nova escalada de tensões entre Estados Unidos, Israel e Irã. O mercado reagiu ao aumento da percepção de risco sobre a continuidade da guerra no Oriente Médio e sobre a oferta global, diante das dificuldades para normalização do tráfego no Estreito de Ormuz. Também entrou no radar a queda dos estoques de petróleo nos Estados Unidos na semana passada.

Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o contrato do petróleo WTI para julho avançou 2,4%, ou US$ 2,26, e encerrou o dia cotado a US$ 96,02 por barril. Já o Brent para agosto, negociado na Intercontinental Exchange (ICE), subiu 1,89%, ou US$ 1,81, para US$ 97,81 por barril.

A valorização ocorreu após declarações do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, à CNBC, indicando que os Estados Unidos poderiam retomar ações militares em larga escala contra o Irã, se necessário. Ao mesmo tempo, o cessar-fogo no Estreito de Ormuz segue sob pressão, com novas acusações de ataques envolvendo embarcações e instalações ligadas ao conflito.

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O mercado também monitorou sinais de restrição física de oferta. Com o Estreito de Ormuz virtualmente fechado, aumentaram as dúvidas sobre a capacidade de escoamento de petróleo na região. Nesse contexto, o primeiro-ministro do Iraque determinou a retomada das operações de empresas petrolíferas no Curdistão a partir de quinta-feira (4).

Outro fator de sustentação veio dos estoques nos Estados Unidos. Segundo os dados citados no mercado, as reservas de petróleo caíram 7,974 milhões de barris na semana passada, acima da expectativa de recuo de 3,3 milhões de barris.

Para o agronegócio, o comportamento do petróleo é acompanhado de perto porque influencia os preços de diesel, frete, insumos industriais e custos de energia. Esses efeitos, no entanto, dependem da transmissão para os combustíveis no mercado interno, do câmbio e da política de preços adotada no Brasil.

No curto prazo, a direção das cotações seguirá condicionada à evolução do conflito no Oriente Médio, à situação do Estreito de Ormuz e aos dados de oferta e demanda. Sem uma normalização clara do fluxo na região, o mercado tende a manter prêmio de risco nas negociações.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Missão do agroBR leva 23 produtores à feira Alimentec, na Colômbia


Missão do agroBR leva 23 produtores à feira Alimentec, na Colômbia

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), por meio do projeto agroBR, participa entre domingo (8) e quinta-feira (12) da feira Alimentec 2026, em Bogotá, na Colômbia. A missão reúne 23 produtores rurais brasileiros e integra a estratégia de promoção comercial internacional do programa. A agenda prevê visitas ao varejo, reuniões com entidades do setor agropecuário colombiano e encontros de negócios durante o evento.

Segundo a CNA, a comitiva será formada por produtores dos segmentos de café, cachaça, cacau e chocolates, frutas e derivados, molhos, especiarias e farinhas. A ação é realizada em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

A Alimentec é uma feira multissetorial voltada à indústria de alimentos e bebidas. De acordo com a programação divulgada, no domingo (8) os participantes farão uma imersão no mercado local, com visitas a grandes redes varejistas e centros de distribuição da capital colombiana. Entre segunda-feira (9) e quinta-feira (12), a delegação participará da feira, com reuniões no estande do agroBR e rodadas de negócios com compradores previamente selecionados.

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A agenda institucional também inclui encontros com entidades colombianas ligadas ao agro. Na terça-feira (10), a comitiva tem reunião prevista com a Sociedad de Agricultores de Colombia (SAC). Na quinta-feira (12), estão programados encontros com a Federación Colombiana de Ganaderos (FEDEGÁN), com a Embaixada do Brasil em Bogotá e com a ProColombia.

Do ponto de vista técnico, a missão se insere nas ações de prospecção de mercados e relacionamento comercial para produtos agroindustriais e de maior valor agregado. A programação combina observação de canais de distribuição, interlocução com instituições setoriais e negociação direta com compradores, etapas usadas para mapear demanda, exigências comerciais e possibilidades de inserção dos produtos brasileiros no mercado colombiano.

Até o momento, a CNA não informou metas financeiras, volume potencial de negócios ou estimativas de contratos a serem fechados durante a missão. Os resultados comerciais e eventuais desdobramentos para exportações deverão depender das rodadas de negócios e das reuniões previstas ao longo da programação em Bogotá.

Fonte: cnabrasil.org.br

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Lula critica tarifas dos EUA e defende Brasil como potência global


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou, durante reunião ministerial no Palácio do Planalto, o tratamento dispensado pelos Estados Unidos ao Brasil, especialmente após a proposta de novas tarifas sobre produtos brasileiros. Lula enfatizou que o Brasil não deve ser considerado uma republiqueta insignificante e que a nação possui uma história significativa no cenário global.

Críticas às tarifas dos EUA

Lula expressou sua indignação em relação às tarifas propostas pelo governo norte-americano, afirmando que o Brasil não se negou a negociar. Ele destacou que a comunicação sobre as tarifas foi feita de maneira inadequada, através do Twitter, e não por canais oficiais.

Fortalecimento da democracia

O presidente ressaltou a importância do reconhecimento do fortalecimento da democracia no Brasil e a luta pelo multilateralismo. Ele afirmou que o país deve ser tratado com respeito e dignidade, e que a narrativa construída pelo governo brasileiro busca esclarecer a situação para a comunidade internacional.

Relações com os EUA

Lula também mencionou a necessidade de um diálogo mais civilizado entre os líderes, criticando a forma como as decisões são comunicadas. Ele se referiu a Marco Rubio, senador dos EUA, como alguém que não tem uma visão favorável à América Latina, o que, segundo ele, impacta negativamente as relações entre os países.

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21ª Mega Leite em Belo Horizonte discute genética e PIB agropecuário


A 21ª edição da Mega Leite, realizada em Belo Horizonte, destaca Minas Gerais como o maior polo da pecuária leiteira do Brasil e discute inovações em tecnologia genética e o futuro do setor. O evento reúne produtores, empresas e autoridades, enfatizando a importância econômica da pecuária leiteira, que vai além da simples produção de leite.

Abertura do evento

A abertura da Mega Leite contou com a presença do governador de Minas Gerais, marcando o início de uma das maiores feiras da pecuária leiteira da América Latina.

Importância do setor

O evento ressalta a relevância econômica do setor, que envolve uma ampla cadeia de produtos e inovações. A média de produção de leite por vaca lactante no Brasil aumentou de 4,5 litros para quase 10 litros, destacando a contribuição da raça Girolanda.

Produção e PIB

Minas Gerais lidera a produção nacional de leite, com destaque para as regiões do Alto Paranaíba e Triângulo Mineiro, e continua a expandir sua participação no mercado internacional de lácteos. O setor representa 24% do PIB mineiro, apenas 1% abaixo do PIB da mineração.

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Mercado nacional recebe 27,2 milhões de doses de vacinas contra clostridioses em maio


Mapa libera mais 2,47 milhões de doses de vacinas contra clostridioses

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) informou, nesta terça-feira (3), que 27.217.356 doses de vacinas contra clostridioses foram disponibilizadas ao mercado nacional ao longo de maio de 2026. Do total, 17.167.285 doses foram de fabricação nacional e 10.050.071 vieram de importações. A atualização foi divulgada em nota oficial da pasta.

De acordo com o Mapa, as doses produzidas no Brasil representaram 63,08% do volume liberado no mês, enquanto as vacinas importadas responderam por 36,92%. Considerando as liberações feitas desde março de 2026, o mercado nacional já recebeu mais de 41 milhões de doses, somando produtos nacionais e importados.

As vacinas contra clostridioses integram protocolos de prevenção sanitária na pecuária, especialmente em rebanhos de produção. A disponibilidade desses imunizantes é acompanhada pelo setor por sua relação com o manejo preventivo e com a programação de compra de insumos veterinários nas propriedades.

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Na nota, o ministério informou que mantém atuação junto à indústria de insumos veterinários para ampliar a produção nacional, viabilizar importações e agilizar procedimentos de fiscalização e liberação. O comunicado, no entanto, não detalha a distribuição regional das doses, as espécies atendidas nem o volume efetivamente comercializado ao produtor.

Os números de maio indicam predominância da fabricação doméstica no abastecimento recente. Esse dado é relevante para o acompanhamento da oferta de vacinas no mercado interno, em um contexto de dependência parcial de produtos importados. Sem informações adicionais sobre estoques, demanda por estado ou cronograma de entrega, a nota não permite estimar, neste momento, o alcance operacional dessas liberações nas diferentes cadeias pecuárias.

Com base nas informações oficiais disponíveis, o dado central é a ampliação da oferta de vacinas ao mercado brasileiro desde março. A evolução do abastecimento nos próximos meses dependerá do ritmo de produção nacional, das importações e das liberações regulatórias informadas pelo Mapa.

Fonte: gov.br

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Programa de apoio a produtor rural afetado por desastre climático avança em comissão da Câmara


Projeto em análise na Câmara propõe política de saúde mental para vítimas de desastres climáticos

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (3), o Projeto de Lei 5029/25, que cria o Programa de Amparo ao Produtor Rural (PAPR). A proposta busca apoiar produtores atingidos por desastres climáticos por meio de instrumentos como crédito rural, mitigação de riscos, subvenção econômica e renegociação de passivos. O texto ainda segue em análise em outras comissões da Câmara.

O parecer aprovado é um substitutivo do relator, deputado Alberto Fraga (PL-DF), ao projeto apresentado pelo deputado Leo Prates (Republicanos-BA). Segundo a Câmara dos Deputados, a nova versão manteve os objetivos centrais da proposta, com ajustes para adequação jurídica, operacional e fiscal.

Entre as medidas previstas estão linhas especiais de crédito rural, mecanismos de mitigação de riscos e subvenção econômica para reduzir o custo do financiamento. O substitutivo também cria uma linha de crédito para recuperação emergencial, destinada a investimentos em infraestrutura e maquinário. As condições dessa modalidade ainda serão definidas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

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Outro ponto do texto é a possibilidade de subvencionar até 90% do prêmio do seguro rural na safra seguinte para produtores que tiverem perda superior a 50% da produção em razão de desastre climático. A proposta também prevê prorrogação e renegociação de dívidas, tema recorrente em regiões afetadas por eventos extremos.

Na justificativa do parecer, Alberto Fraga afirmou que a medida busca enfrentar a dificuldade de retomada da atividade produtiva após perdas climáticas. Já o autor do projeto argumentou que os mecanismos atualmente disponíveis podem ser insuficientes ou lentos para o atendimento emergencial.

Para o setor agropecuário, a tramitação é relevante porque reúne, em um mesmo programa, instrumentos de crédito, seguro e reestruturação financeira voltados à recuperação produtiva. O alcance prático da medida, no entanto, dependerá da regulamentação das linhas propostas e da aprovação final do projeto.

O Projeto de Lei 5029/25 ainda será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado. Como as condições operacionais do programa ainda dependem de etapas posteriores da tramitação e de regulamentação, não há definição final sobre prazos de implementação.

Fonte: camara.leg.br

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AgroNewsPolítica & Agro

ICMBio e Embaixada do Japão promovem encontro com empresas japonesas com foco no fortalecimento da sociobioeconomia


O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), em parceria com a Embaixada do Japão no Brasil, promoveu um encontro institucional com empresas japonesas para apresentar oportunidades de cooperação voltadas à conservação da biodiversidade e ao fortalecimento da sociobioeconomia em unidades de conservação (UCs) federais. A iniciativa contou com o apoio do Fundo Vale, no âmbito do Sustenta.Bio, e reuniu representantes do setor privado, lideranças comunitárias e instituições parceiras. 

O evento teve como foco a implementação do Programa ECOSociobio: Wa no Mori – Economia e Biodiversidade, iniciativa que busca aproximar diferentes atores em torno de estratégias que integrem conservação ambiental, valorização cultural e desenvolvimento econômico sustentável. 

A abertura institucional contou com a participação do presidente do ICMBio, Mauro Pires; do ministro Tomoaki Ishigaki, chefe da Missão Adjunto da Embaixada do Japão no Brasil; e de Carlos Roza, presidente da Japan House São Paulo. 

Durante a programação, a coordenadora-geral de Articulação de Políticas Públicas e Economias da Sociobiodiversidade do ICMBio, Tatiana Rehder, apresentou as diretrizes e objetivos do Programa. Em seguida, Márcia Soares, da Gerência de Amazônia e Parcerias do Fundo Vale, compartilhou experiências desenvolvidas por meio da parceria entre o Fundo e o Instituto na iniciativa Sustenta.Bio. 

Também foi apresentada uma proposta de expedição voltada a representantes de empresas e instituições interessadas em conhecer iniciativas de sociobioeconomia desenvolvidas em algumas unidades de conservação. A experiência prevê uma imersão em territórios onde a conservação da biodiversidade, os modos de vida tradicionais e as economias sustentáveis se articulam na prática. 

Manoel Cunha, líder comunitário e gestor da Reserva Extrativista do Médio Juruá, no Amazonas, compartilhou experiências de conservação e geração de renda desenvolvidas na Amazônia, destacando a importância de iniciativas que conciliem proteção ambiental, fortalecimento comunitário e desenvolvimento local. 

“Nós, povos e comunidades tradicionais, estamos na floresta cumprindo um papel muito importante para o Brasil e para o mundo: conservar a biodiversidade e os ecossistemas, ao mesmo tempo em que garantimos nosso sustento de forma sustentável, a partir dos conhecimentos transmitidos pelos nossos antepassados”, colocou a liderança. 

Como desdobramento do encontro, estão previstas novas agendas de diálogo, reuniões institucionais e aproximações com empresas interessadas em apoiar, investir ou estabelecer parcerias relacionadas ao Programa ECOSociobio e às iniciativas territoriais apresentadas durante o evento. 

Sabores que conectam biodiversidade e culturas 

A cultura alimentar japonesa também integrou a programação como elemento de aproximação entre diferentes territórios e tradições. Um menu especial elaborado pela chef Telma Shimizu apresentou releituras contemporâneas que combinaram técnicas da culinária japonesa com ingredientes oriundos da sociobiodiversidade brasileira. 

Entre os produtos utilizados estavam o pirarucu de manejo sustentável comercializado pela Associação de Produtores Rurais de Carauari (Asproc), por meio da marca coletiva Gosto da Amazônia, além de tucupi produzido por agroindústria familiar amazônica, mel de abelhas nativas e frutos como pequi, mangaba e açaí. 

A proposta buscou demonstrar o potencial da sociobiodiversidade brasileira como expressão cultural, econômica e ambiental, evidenciando oportunidades de geração de valor associadas à conservação da natureza. 

Programa ECOSociobio 

O Programa tem como objetivo fortalecer as economias da sociobiodiversidade desenvolvidas por povos e comunidades tradicionais em UCs. A iniciativa promove geração de renda, valorização cultural, conservação ambiental e justiça territorial, reconhecendo a sociobioeconomia como uma das estratégias mais eficientes para aliar proteção da biodiversidade e bem viver. 

O programa foi inspirado na iniciativa Sustenta.Bio, parceria entre o ICMBio e o Fundo Vale, que atualmente apoia ações voltadas à sociobioeconomia e à conservação em mais de 15 UCs federais. 

Comunicação ICMBio [email protected](61) 2028-9280  





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Regras para contratação de safristas entram em debate na Câmara dos Deputados


CNA debate contratos de trabalho e benefícios sociais no meio rural

A Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados realiza nesta terça-feira (9), às 16h30, uma audiência pública para discutir propostas que alteram as regras de contratação do trabalhador agrícola safrista. O debate tratará dos projetos de lei 676/25 e 1456/25, que estão em análise no colegiado. O plenário da reunião ainda não havia sido definido no material divulgado até esta quarta-feira (3).

Os contratos de safra estão previstos na Lei 5.889/73, que regula o trabalho rural. Esse tipo de vínculo tem duração variável conforme a atividade agrária e, em geral, cobre o período entre o preparo do solo e a colheita. Na prática, é um instrumento usado por empregadores rurais para atender à demanda temporária de mão de obra em etapas específicas da produção.

Segundo a divulgação da Câmara dos Deputados, a audiência foi proposta pelo deputado Bohn Gass (PT-RS), relator das duas matérias. De acordo com o parlamentar, o debate busca reunir contribuições de entidades representativas para subsidiar a elaboração do parecer sobre os textos.

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O conteúdo detalhado das mudanças previstas nos projetos de lei 676/25 e 1456/25 não foi informado no material resumido encaminhado à imprensa. Também não foram apresentados, até o momento, os nomes dos convidados que participarão da audiência pública.

Do ponto de vista setorial, a discussão tem relação direta com a gestão de mão de obra temporária em culturas que operam por janelas de plantio, tratos culturais e colheita. Alterações nas regras podem afetar a formalização dos contratos, as obrigações trabalhistas e o planejamento operacional de produtores e empregadores rurais, a depender do texto que vier a ser consolidado no parecer.

Como a audiência ainda antecede a manifestação final do relator, não há definição sobre o formato das eventuais mudanças nem sobre prazos de implementação. O avanço da tramitação dependerá do resultado do debate e das etapas legislativas seguintes.

Neste momento, o dado objetivo é a realização da audiência pública para discutir os projetos em tramitação. Uma avaliação técnica mais precisa sobre efeitos práticos para produtores rurais e trabalhadores dependerá da apresentação consolidada das propostas e do parecer a ser elaborado na comissão.

Fonte: camara.leg.br

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Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil participa de conferência da OIT em Genebra


Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil participa de conferência da OIT em Genebra

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) participa, de 1º a 12 de junho, da 114ª Conferência Internacional do Trabalho, realizada em Genebra, na Suíça, pela Organização Internacional do Trabalho (OIT). Segundo a entidade, a representação do setor agropecuário brasileiro integra a delegação de empregadores e acompanha, na primeira semana, discussões técnicas sobre diálogo social e tripartismo.

De acordo com a CNA, a comitiva da entidade é formada pelo diretor jurídico, Rudy Ferraz, pelo coordenador trabalhista, Rodrigo Hugueney, e por representantes de federações estaduais de agricultura e pecuária. Neste ano, a delegada da bancada dos empregadores é a Confederação Nacional dos Transportes (CNT).

A conferência ocorre ao longo de 12 dias e reúne representantes de governos, empregadores e trabalhadores. Esse formato tripartite é uma das bases institucionais da OIT e orienta os debates técnicos sobre normas, relações de trabalho e mecanismos de negociação entre as partes.

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Segundo o material divulgado pela CNA nesta quarta-feira (3), a primeira semana do encontro é dedicada às discussões técnicas. Entre os temas acompanhados pela entidade está a comissão de discussão recorrente sobre diálogo social e tripartismo.

Em nota, Rodrigo Hugueney afirmou que a participação da CNA busca levar às discussões internacionais a realidade do setor agropecuário brasileiro. A presença da entidade ocorre em um ambiente de debate sobre relações de trabalho e representação patronal, temas que têm interface com a organização produtiva do campo.

O conteúdo divulgado não detalha propostas específicas em análise, cronograma de deliberações nem possíveis efeitos práticos imediatos para produtores rurais ou empregadores do setor. Assim, eventuais desdobramentos dependem do andamento das comissões e das conclusões formais da conferência.

Até o encerramento do encontro, em 12 de junho, a sinalização técnica disponível é de acompanhamento institucional dos debates pela CNA dentro da delegação de empregadores. Sem a divulgação de resoluções finais ou medidas concretas, não há base para projetar efeitos regulatórios imediatos sobre o setor agropecuário.

Fonte: cnabrasil.org.br

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Embrapa Gado de Leite lança Anuário do Leite 2026 durante a Megaleite


Embrapa Pecuária Sul abre edital para bolsas de iniciação científica e tecnológica

A Embrapa Gado de Leite lançou nesta segunda-feira (1º), durante a Megaleite 2026, o Anuário do Leite 2026. A publicação apresenta um panorama do setor lácteo brasileiro e destaca temas técnicos ligados à reprodução, genética, sanidade, nutrição e bem-estar animal. A edição também inclui um encarte especial em comemoração aos 50 anos da unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

Segundo as informações divulgadas pela Embrapa Gado de Leite, o anuário busca mapear o cenário atual da cadeia leiteira e indicar diretrizes para os próximos anos. O material foi apresentado em um dos principais eventos da pecuária leiteira do país, a Megaleite 2026, o que reforça o foco da publicação em produtores, técnicos, cooperativas e demais agentes da cadeia.

Entre os temas centrais da edição estão a biópsia embrionária baseada na genética e outras biotécnicas de reprodução. De acordo com a descrição da publicação, a ferramenta permite antecipar a seleção genômica e identificar o potencial produtivo da futura bezerra antes da gestação, o que pode ampliar a precisão na tomada de decisão dentro dos programas de melhoramento.

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O anuário também aborda pontos ligados à sanidade e à sustentabilidade da produção. Entre eles estão orientações para o controle da tristeza parasitária bovina, estratégias de nutrição de precisão com foco em eficiência ambiental e práticas de manejo voltadas ao bem-estar animal. Esses temas têm relação direta com indicadores de produtividade, redução de perdas e ajustes no sistema de produção leiteira.

Além do conteúdo técnico, a edição traz um encarte especial sobre o cinquentenário da Embrapa Gado de Leite. O material resgata ações e resultados da unidade ao longo de 50 anos e reúne relatos sobre a transformação e a profissionalização do setor lácteo. O conteúdo foi produzido em parceria com o grupo Texto Comunicação Corporativa e está disponível na plataforma Infoteca da Embrapa.

A publicação amplia o acesso a informações técnicas sobre genética, manejo e sanidade em um momento de busca por maior eficiência na pecuária leiteira. O material não informa, no conteúdo apresentado, estimativas de produção, impacto econômico mensurado ou projeções numéricas para 2026, o que limita análises quantitativas mais amplas sobre os efeitos imediatos das tecnologias destacadas.

Fonte: embrapa.br

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