terça-feira, junho 16, 2026

Autor: Redação

News

Bolsas da Ásia caem após ataque dos EUA no sul do Irã


Juros abrem pressionados com alta do petróleo e avanço dos rendimentos globais

As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em baixa nesta terça-feira (26), depois que os Estados Unidos realizaram ataques classificados como de “autodefesa” no sul do Irã. A ofensiva elevou a aversão ao risco nos mercados da região e voltou a pressionar o petróleo Brent, que subia mais de 3% no fim da madrugada, após ter recuado quase 7% na sessão anterior.

No Japão, o índice Nikkei caiu 0,25%, aos 64.996,09 pontos, pressionado por ações dos setores farmacêutico e de eletrônicos. Em Hong Kong, o Hang Seng recuou 0,03%, aos 25.599,45 pontos, na volta de um feriado. Em Taiwan, o Taiex perdeu 0,27%, aos 43.525,37 pontos.

Na China continental, o Xangai Composto cedeu 0,17%, aos 4.145,37 pontos, enquanto o Shenzhen Composto caiu 0,60%, aos 2.872,32 pontos. Na Oceania, o S&P/ASX 200, da Austrália, fechou em baixa de 0,39%, aos 8.657,80 pontos.

Quer ficar por dentro da previsão do tempo e dos alertas meteorológicos? Acesse a página do tempo do Canal Rural e planeje-se!

A exceção foi a Coreia do Sul. Em Seul, o Kospi avançou 2,55% e renovou recorde ao encerrar aos 8.047,51 pontos, apoiado por ações de tecnologia e de estaleiros.

Segundo as Forças Armadas dos Estados Unidos, a operação de segunda-feira (25) foi realizada para proteger tropas americanas de ameaças atribuídas a forças iranianas. Os militares afirmaram ainda que houve moderação na ação em razão do cessar-fogo em vigor. Até a publicação das informações de mercado, o Irã não havia apresentado resposta oficial.

O avanço do Brent recolocou o petróleo no centro da atenção dos agentes financeiros. Para o setor agropecuário, esse tipo de movimento é acompanhado de perto porque pode alterar custos de diesel, frete e logística. O conteúdo disponível, no entanto, não traz desdobramentos objetivos sobre repasses a combustíveis ou impactos imediatos no mercado brasileiro.

O comportamento do petróleo e dos ativos globais deve seguir condicionado à evolução do quadro entre Estados Unidos e Irã. Sem informações adicionais sobre oferta, sanções ou resposta oficial de Teerã, não há base suficiente para projetar a duração desse movimento nos custos de energia e transporte.

Fonte: Estadão Conteúdo

O post Bolsas da Ásia caem após ataque dos EUA no sul do Irã apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Preço do milho ainda busca um piso no país


O mercado do milho atravessa uma fase de cautela, com recuperação pontual em Chicago, mas ainda sem sinais firmes de mudança na tendência principal. Segundo análise da TF Agroeconômica, a estratégia deve priorizar vendas e compras escalonadas, já que a oferta global elevada segue pressionando os preços, enquanto riscos climáticos nos Estados Unidos e uma eventual volta da China às compras mantêm algum potencial de reação.

Para os agricultores com milho disponível, a recomendação é aproveitar repiques de alta para avançar nas vendas. A retenção excessiva à espera de uma recuperação forte no curto prazo é vista como arriscada, porque a entrada mais intensa da safrinha ainda pode ampliar a pressão sazonal sobre o mercado físico. No Brasil, o indicador ESALQ/BM&FBovespa permanece em tendência de baixa e ainda não confirmou um fundo consistente.

Para a safra 2026/27, a orientação é iniciar proteção parcial em momentos de recuperação em Chicago, sem comprometer toda a produção neste momento. O hedge escalonado é apontado como alternativa mais prudente, especialmente porque o risco climático americano ainda está aberto e pode alterar o comportamento dos preços caso as chuvas previstas não se confirmem em áreas relevantes, como Nebraska.

A estratégia indicada para produtores é vender em lotes, proteger margens positivas e acompanhar de perto o clima nos Estados Unidos, o ritmo das exportações, o câmbio e os prêmios portuários. Em Chicago, o contrato julho/26 passou a operar em faixa lateral, entre cerca de 448 e 480 cents por bushel, com tendência de curto prazo lateral e viés levemente baixista.

Para cooperativas, indústrias e consumidores, a avaliação é que o mercado ainda pode oferecer oportunidades melhores de compra entre junho e julho. As compras escalonadas seguem como a estratégia mais segura, evitando concentração de cobertura em apenas um momento.

Entre exportadores, o forte ritmo das vendas americanas exige atenção. Qualquer retomada da demanda chinesa pode elevar rapidamente Chicago e os prêmios, apesar do peso baixista da oferta sul-americana, com destaque para a safra recorde argentina e a perspectiva de ampla disponibilidade no Brasil.

 





Source link

News

Petróleo em queda e inflação em alta: podcast destaca o que esperar do mercado


PODCAST Diário Econômico

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca que o petróleo caiu quase 7% com avanço nas negociações entre EUA e Irã, ficando abaixo de US$ 100 pela primeira vez em semanas.

O Ibovespa subiu 0,91% aos 177 mil pontos, puxado pelo setor financeiro, mas com volume muito baixo. A curva de juros devolveu prêmio em todos os vértices.

Hoje, atenção à Confiança do Consumidor nos EUA e ao IDP no Brasil, enquanto o Focus projeta IPCA acima do teto da meta pela 11ª semana.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação

O post Petróleo em queda e inflação em alta: podcast destaca o que esperar do mercado apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Estoques limitam reação nos preços do milho


O mercado de milho encerrou a semana com movimentação limitada no Brasil, em um cenário marcado por compradores abastecidos, liquidez reduzida e ajustes pontuais nas cotações. Segundo a TF Agroeconômica, a B3 fechou de forma mista na sexta-feira, com pequenas quedas nas posições mais curtas e leves ganhos nos vencimentos mais longos, enquanto o mercado interno permaneceu travado.

Mesmo com a valorização em Chicago e do dólar, as indústrias seguiram atuando apenas na reposição de estoques. No acumulado, a B3 avançou 0,60%, Chicago subiu 1,65% e o dólar recuou 0,77%. No mercado físico, a média Cepea teve alta de 0,17% após semanas de leves quedas. Na bolsa brasileira, julho de 2026 fechou a R$ 67,20, setembro a R$ 69,94 e novembro a R$ 72,94.

No Rio Grande do Sul, o mercado seguiu com baixa liquidez e negócios pontuais. As indicações ficaram entre R$ 56,00 e R$ 65,00 por saca, com média estadual de R$ 58,24, alta semanal de 0,28%. A colheita da safra 2025/26 avançou para 96% da área, favorecida pelo tempo seco. As lavouras remanescentes são tardias e tiveram desenvolvimento mais lento pelo frio e pela menor radiação solar. Geadas causaram danos pontuais e levaram parte das áreas para silagem.

Em Santa Catarina, estoques confortáveis continuaram limitando os negócios. As pedidas ficaram próximas de R$ 70,00 por saca, enquanto a demanda se concentrou ao redor de R$ 65,00, mantendo distância entre vendedores e compradores. No Paraná, a liquidez também permaneceu baixa, com indicações perto de R$ 65,00 e demanda em torno de R$ 60,00 CIF. A primeira safra está totalmente colhida, enquanto a segunda teve leve piora nas condições, com áreas boas recuando de 84% para 82%.

Em Mato Grosso do Sul, o avanço da oferta pressionou as praças, com preços entre R$ 50,69 e R$ 52,17 por saca. O setor de bioenergia sustentou parte da demanda, mas os estoques elevados mantiveram o consumo seletivo e o ritmo de negócios lento.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Cenário externo apoia preços do trigo



A consultoria avalia que os agricultores devem evitar vendas agressivas neste momento


A consultoria avalia que os agricultores devem evitar vendas agressivas neste momento
A consultoria avalia que os agricultores devem evitar vendas agressivas neste momento – Foto: Canva

O mercado do trigo segue marcado por preços firmes no Brasil e por forte dependência do clima no cenário internacional, com recomendações de cautela para produtores e moinhos nas próximas semanas. Segundo análise da TF Agroeconômica, a tendência principal ainda é de sustentação, embora a volatilidade permaneça elevada e possam ocorrer acomodações pontuais.

No exterior, Chicago encerrou a semana com saldo positivo, apoiado pelas preocupações com a menor produção nos Estados Unidos e pelos riscos climáticos no início da colheita. Em Kansas, por outro lado, os preços recuaram diante da pressão sazonal da entrada da safra de inverno. Mesmo com chuvas recentes, cerca de 70% da área de trigo de inverno dos Estados Unidos ainda apresenta algum nível de seca, percentual bem acima do registrado no mesmo período do ano passado.

A consultoria avalia que os agricultores devem evitar vendas agressivas neste momento. A orientação é aproveitar repiques de alta para fazer comercializações parciais e escalonadas, especialmente porque a safra 2026/27 ainda pode ter potencial de valorização, principalmente para trigo de melhor qualidade. A atenção deve permanecer voltada ao clima nos Estados Unidos, já que problemas de qualidade durante a colheita podem gerar novos movimentos de alta.

No Brasil, os preços seguem firmes, apesar de estabilização e leves recuos pontuais provocados pela retração nas vendas de farinha pelos moinhos. A escassez de trigo de qualidade no Mercosul continua sustentando o mercado, com menor disponibilidade de produto premium também em países vizinhos. A paridade de importação elevada limita quedas mais fortes.

Para os moinhos, a recomendação é manter cobertura parcial das necessidades futuras. A análise indica que a retração atual das vendas de farinha pode conter altas imediatas, mas não altera a tendência estrutural firme. O mercado segue apertado para trigo de qualidade superior, o que exige planejamento nas compras e atenção à oferta regional.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Mercado do trigo tem ajuste gradual no Sul



Em Santa Catarina, o frete aparece como principal fator de elevação


Em Santa Catarina, o frete aparece como principal fator de elevação
Em Santa Catarina, o frete aparece como principal fator de elevação – Foto: Seane Lennon

O mercado de trigo no Sul do país segue marcado por ajustes graduais de preços, baixa disponibilidade em algumas regiões e maior atenção dos moinhos à qualidade do cereal. Os dados são da TF Agroeconômica, que aponta movimentos distintos entre Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, com influência da demanda, do frete e das referências externas.

No Rio Grande do Sul, moinhos em busca de trigo de boa qualidade vêm contribuindo para uma alta lenta nos preços. Na safra velha, foram reportados negócios com compradores interessados em julho, com ofertas entre R$ 1.400 e R$ 1.430 CIF, enquanto vendedores pedem R$ 1.350 FOB. Ao mesmo tempo, os moinhos relatam dificuldade com os preços da farinha, que não avançam, e também com os farelos. Para a safra nova, a referência voltou a R$ 1.250 FAS no porto, enquanto moinhos indicam R$ 1.100 FOB, nível considerado pouco atrativo para vendedores. Até o momento, foram ouvidas apenas 40 mil toneladas negociadas entre moinhos e exportadores. O trigo branqueador também segue restrito, com aceitação de produto de até 270 de W a R$ 1.400 FOB no armazém do vendedor. Junho está praticamente coberto, enquanto julho teria cerca de 40% de cobertura. No balcão, Panambi registrou alta para R$ 65,04 por saca.

Em Santa Catarina, o frete aparece como principal fator de elevação do preço final. O trigo local subiu para R$ 1.350 a R$ 1.400 por tonelada FOB, com retirada e pagamento em 30 dias, enquanto no Paraná as ofertas recuaram para R$ 1.320 a R$ 1.350 no Sudoeste. O trigo gaúcho aparece entre R$ 1.350 e R$ 1.450 FOB. No balcão, houve estabilidade em Canoinhas, Xanxerê, Chapecó e Joaçaba, com altas em Rio do Sul e São Miguel do Oeste.

No Paraná, há poucas ofertas e vendedores com expectativas maiores. Lotes rodaram a R$ 1.350 FOB na região central, R$ 1.400 FOB no Norte e entre R$ 1.400 e R$ 1.450 CIF em Curitiba. O trigo branqueador tem referência de R$ 1.450 FOB, enquanto a safra nova indica R$ 1.320 a R$ 1.350 FOB para setembro. O trigo argentino nacionalizado aparece entre US$ 290 e US$ 295, após alta de US$ 2 por tonelada no frete marítimo e de US$ 12 no FOB argentino em dois meses.

 





Source link

News

Relator propõe jornada de 40 horas semanais em PEC sobre fim da escala 6×1


Relator propõe jornada de 40 horas semanais em PEC sobre fim da escala 6x1

O relator da comissão especial da Câmara dos Deputados sobre o fim da escala 6×1, deputado Leo Prates (PDT-BA), apresentou nesta segunda-feira (25) parecer que reduz a jornada de trabalho para 40 horas semanais, sem redução salarial. O texto também estabelece dois dias de descanso por semana, sendo um preferencialmente aos domingos. A proposta será analisada pela comissão nesta quarta-feira (27), após adiamento por pedido de vista coletiva.

A medida está prevista em uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) e define uma transição em duas etapas. Pela versão do relator, 60 dias após a promulgação da emenda, o limite semanal cairá para 42 horas, já com dois dias de repouso remunerado por semana. Doze meses depois, a jornada será fixada em 40 horas semanais, totalizando 14 meses de transição.

O parecer consolida a PEC 221/19, do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), e a PEC 8/25, da deputada Erika Hilton (Psol-SP). As propostas originais previam 36 horas semanais, mas com prazos e formatos distintos. Segundo Prates, a redução para 36 horas exigiria transição mais longa, apoio por políticas públicas, negociação coletiva e ganhos de produtividade.

Receba no seu e-mail as notícias mais importantes do dia, análises de mercado e os principais fatos que movimentam o agronegócio: assine a newsletter do Canal Rural

O texto mantém a possibilidade de compensação de horários e ajustes por acordo ou convenção coletiva, inclusive para regimes diferenciados, como escalas 12×36 e setores de atividade contínua. Nesses casos, deverá ser assegurada, na média mensal, a concessão de dois dias de repouso semanal remunerado, com pelo menos um deles dentro do período máximo de uma semana.

A proposta também autoriza lei complementar para criar regras específicas para microempreendedores individuais, microempresas e empresas de pequeno porte, desde que os níveis de emprego sejam mantidos. Para profissionais com nível superior e remuneração acima de 2,5 vezes o teto do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), hoje em R$ 21.188,87, o controle de jornada deixa de ser obrigatório, mas os dois dias de descanso permanecem exigidos.

Para o público do agronegócio, o texto tem relevância regulatória porque altera a regra geral de jornada no país. O parecer, porém, não detalha efeitos específicos para o trabalho rural nem para cadeias agropecuárias, o que mantém a análise setorial dependente da tramitação no Congresso e de eventual regulamentação posterior.

Após a votação na comissão especial, a proposta ainda precisará passar pelo Plenário da Câmara e pelo Senado. Como se trata de uma PEC, o alcance prático para agroindústria, serviços essenciais, transporte e pequenos negócios dependerá do texto final aprovado e das normas complementares previstas no parecer.

Fonte: camara.leg.br

O post Relator propõe jornada de 40 horas semanais em PEC sobre fim da escala 6×1 apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Relator propõe jornada de 40 horas semanais em PEC sobre escala 6×1


Deputado propõe retirar transição de 14 meses no fim da jornada 6x1

O relator da comissão especial da Câmara dos Deputados sobre o fim da escala 6×1, deputado Leo Prates (Republicanos-BA), apresentou nesta segunda-feira (25) parecer que reduz a jornada de trabalho para 40 horas semanais, sem corte salarial. A proposta, em análise por meio de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC), prevê dois dias de descanso por semana, um deles preferencialmente aos domingos. A votação no colegiado está prevista para esta quarta-feira (27), após adiamento por pedido de vista coletiva.

Pelo texto, 60 dias após a promulgação da emenda constitucional, o limite semanal cairá de 44 para 42 horas, já com repouso remunerado de dois dias por semana. Doze meses depois dessa etapa, a jornada passará a 40 horas semanais. O parecer unifica discussões de propostas que previam 36 horas semanais, com ritmos distintos de transição.

A proposta mantém a possibilidade de compensação de horários e redução de jornada por acordo ou convenção coletiva, inclusive para regimes diferenciados, como escalas 12×36 e atividades contínuas. Nesses casos, os instrumentos coletivos deverão assegurar, na média, dois dias de repouso semanal remunerado dentro do mês, com pelo menos um descanso dentro do período máximo de uma semana.

Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

O texto também autoriza lei complementar para definir regras específicas para microempreendedores individuais, microempresas e empresas de pequeno porte, desde que os níveis de emprego sejam mantidos. Para contratos públicos com uso intensivo de mão de obra, a redução da jornada dependerá de aditivo contratual, com prazo de até 12 meses para adequação.

Para o setor agropecuário, a proposta pode ter efeito indireto sobre agroindústrias, frigoríficos, transporte, armazenagem e empresas de prestação de serviços com operação contínua. O alcance exato sobre atividades rurais e cadeias específicas, porém, ainda depende da tramitação da PEC, da redação final e de futura regulamentação por lei e negociação coletiva. O parecer não detalha, até o momento, recortes próprios para atividades agropecuárias.

A próxima etapa é a votação na comissão especial e, se aprovada, a análise pelo Plenário da Câmara e pelo Senado. Sem definição do texto final e das regras complementares, ainda não há base suficiente para dimensionar de forma precisa o impacto operacional e de custo sobre produtores, cooperativas e agroindústrias.

Fonte: camara.leg.br

O post Relator propõe jornada de 40 horas semanais em PEC sobre escala 6×1 apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Deputado propõe retirar transição de 14 meses no fim da jornada 6×1


Deputado propõe retirar transição de 14 meses no fim da jornada 6x1

O deputado Hildo Rocha (MDB-MA), vice-líder do governo no Congresso, defendeu nesta segunda-feira (25) a retirada do período de transição de 14 meses previsto no relatório da proposta que altera a jornada de trabalho e reduz o limite semanal para 40 horas. Durante sessão da comissão especial que analisa o texto, o parlamentar informou ter apresentado um destaque para suprimir esse trecho do parecer do deputado Leo Prates (Republicanos-BA).

Pelo relatório em análise, a redução da jornada ocorreria em duas etapas após a promulgação da proposta. A primeira preveria corte de 2 horas semanais depois de 60 dias. Passados mais 12 meses, haveria nova redução de 2 horas, até atingir o limite de 40 horas por semana. Nesse intervalo, seria permitida a ampliação da duração diária do trabalho para redistribuição das horas semanais.

Hildo Rocha afirmou que a nova carga horária deveria entrar em vigor de forma imediata, sem fase de adaptação. Segundo ele, não haveria necessidade de prazo adicional, inclusive porque a proposta ainda dependerá de tramitação no Senado, sem calendário definido.

Quer ficar por dentro da previsão do tempo e dos alertas meteorológicos? Acesse a página do tempo do Canal Rural e planeje-se!

A discussão tem efeito potencial sobre setores que operam com escalas contínuas e revezamento de equipes, como agroindústrias, frigoríficos, armazenagem, transporte e segmentos de processamento ligados ao agronegócio. Nesses casos, mudanças na jornada podem exigir revisão de turnos, contratação adicional de pessoal ou reorganização operacional. O texto disponível, no entanto, não apresenta estimativas oficiais de impacto para o setor agropecuário.

Como a proposta ainda está em análise na comissão especial, o conteúdo pode ser alterado antes de eventual votação em plenário. Também não foram informados, no material disponível, posicionamentos de entidades do agro, cooperativas ou representantes da indústria de alimentos sobre a retirada da transição.

O avanço da proposta dependerá da deliberação da comissão, das votações na Câmara dos Deputados e, posteriormente, no Senado. Até o momento, não há prazo oficial para conclusão da tramitação nem base técnica pública que permita dimensionar, com precisão, os efeitos operacionais da medida sobre cadeias produtivas do agronegócio.

Fonte: Estadão Conteúdo

O post Deputado propõe retirar transição de 14 meses no fim da jornada 6×1 apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Mapa lança sistema para integrar registro de defensivos agrícolas


Mapa lança sistema para integrar registro de agrotóxicos

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) realiza nesta terça-feira (26), às 10h, em Brasília, a cerimônia de lançamento do Sistema Unificado de Informação, Petição e Avaliação Eletrônica (Sispa). Segundo a pasta, a ferramenta foi criada para modernizar e integrar o processo de registro de defensivos agrícolas no país. O evento ocorrerá no Auditório Moacir Micheletto, na sede do ministério.

De acordo com o aviso de pauta divulgado pelo Mapa nesta segunda-feira (25), o Sispa atenderá às determinações da Lei nº 14.785/2023. A proposta, conforme o ministério, é ampliar a integração, a agilidade e a transparência na tramitação dos processos de registro.

O tema tem relação direta com a política regulatória de insumos agropecuários. O registro de defensivos agrícolas envolve etapas administrativas e análise por diferentes órgãos públicos, o que influencia o fluxo de avaliação de produtos destinados à produção agrícola. Nesse contexto, a adoção de uma plataforma eletrônica unificada pode alterar procedimentos operacionais para empresas, consultorias técnicas e áreas responsáveis por protocolos regulatórios.

Receba no seu celular atualizações em tempo real, enquetes interativas e tudo o que impacta o dia a dia no campo: entre agora no Whatsapp do Canal Rural!

A solenidade terá participação confirmada do ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula; do presidente da Agência Brasileira de Cooperação (ABC), embaixador Ruy Pereira; do diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Leandro Safatle; e do secretário nacional de Meio Ambiente Urbano, Recursos Hídricos e Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Adalberto Maluf.

Até o momento, o aviso de pauta não detalha cronograma de implantação, regras de transição, etapas de uso do sistema nem eventuais mudanças práticas para requerentes. Essas informações tendem a ser centrais para o setor, já que o registro de defensivos envolve prazos, documentação técnica e interação com diferentes instâncias regulatórias.

A apresentação do Sispa deve esclarecer o funcionamento da nova ferramenta e o alcance operacional da medida. Sem detalhes adicionais já publicados no aviso oficial, ainda não é possível dimensionar, de forma técnica, o efeito prático do sistema sobre o tempo de tramitação dos registros.

Fonte: gov.br

O post Mapa lança sistema para integrar registro de defensivos agrícolas apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link