terça-feira, junho 16, 2026

Autor: Redação

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Goianá inaugura biofábrica para controle biológico de pragas


Goianá inaugura biofábrica para controle biológico de pragas

A Prefeitura de Goianá, na Zona da Mata de Minas Gerais, inaugurou na última sexta-feira (22) a Biofábrica de Insetos para Controle Biológico. A estrutura foi instalada no Centro de Apoio à Agricultura e reúne parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Milho e Sorgo, a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG), a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

Segundo as instituições envolvidas, a biofábrica foi criada para ampliar o acesso de produtores locais ao controle biológico de pragas, especialmente em áreas de milho e hortaliças. O insumo produzido será a vespa do gênero Trichogramma, utilizada no manejo natural de insetos-praga.

De acordo com o chefe-geral da Embrapa Milho e Sorgo, Vinícius Guimarães, antes da estrutura local os produtores dependiam do envio desse material por via postal, o que poderia comprometer o uso no momento adequado em caso de atraso na entrega. Com a produção no município, a proposta é reduzir esse entrave logístico e melhorar a disponibilidade do insumo para os agricultores.

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A prefeitura informou que Goianá tem a pecuária leiteira entre as principais atividades econômicas, mas a iniciativa foi estruturada para atender também a produção agrícola regional. O evento de inauguração reuniu produtores rurais e representantes de órgãos públicos e entidades ligadas ao setor agropecuário.

O secretário municipal de Agricultura, Pecuária, Meio Ambiente e Segurança Alimentar, Filipe Russo, afirmou que o modelo em implantação em Goianá poderá ser levado também para Porteirinha, no Norte de Minas. O material divulgado, no entanto, não informa a capacidade de produção da biofábrica, o volume de atendimento previsto nem a área agrícola que poderá ser coberta.

Na prática, o uso de controle biológico pode reduzir a dependência de inseticidas químicos e ampliar alternativas de manejo, sobretudo em sistemas de produção familiar e em estratégias de base agroecológica. O efeito econômico e produtivo da biofábrica, porém, dependerá da escala de produção, da regularidade de oferta e da adesão dos agricultores.

A inauguração amplia a oferta regional de tecnologia para manejo fitossanitário, mas os resultados sobre custo, produtividade e expansão do controle biológico ainda dependerão de dados operacionais que não foram detalhados pelas instituições parceiras.

Fonte: embrapa.br

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Comissão debate recursos da Eletrobras para revitalização do São Francisco


Comissão da Câmara debate recursos da Eletrobras para revitalização do São Francisco

A Comissão de Integração Nacional e Desenvolvimento Regional da Câmara dos Deputados realiza nesta quarta-feira (27), às 9h30, uma audiência pública para discutir a execução dos investimentos vinculados à desestatização da Eletrobras na revitalização da Bacia do Rio São Francisco. O debate foi solicitado pelo deputado Pedro Campos (PSB-PE) e terá como foco a situação de projetos já aprovados e o risco de descontinuidade dos recursos destinados à bacia.

Segundo a Câmara, a discussão ocorre em meio a questionamentos sobre a manutenção de aportes em áreas atendidas por contratos de concessão regionalizada dos serviços de saneamento. A controvérsia envolve a interpretação de que, nessas áreas, a aplicação de recursos públicos federais poderia ser restringida.

De acordo com o parlamentar, os valores destinados à revitalização da bacia são considerados estratégicos para ações de segurança hídrica, saneamento básico e recuperação ambiental. Ele afirma que há preocupação com a dificuldade de execução dos recursos e com a possibilidade de interrupção de iniciativas voltadas à ampliação do esgotamento sanitário e à melhoria do abastecimento de água.

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Na avaliação apresentada no requerimento, uma interpretação restritiva pode comprometer projetos já estruturados tecnicamente e aptos à execução. O deputado também sustenta que a eventual revisão ou redução dos investimentos pode afetar a lógica integrada da política pública para toda a bacia.

Para o público do setor agropecuário, o debate tem relação com a gestão dos recursos hídricos em uma das principais bacias do país. A disponibilidade e a qualidade da água influenciam atividades produtivas, populações rurais, sistemas de abastecimento e iniciativas de recuperação ambiental em áreas com desigualdade de acesso hídrico.

O material divulgado pela Câmara não informa o montante em discussão nem detalha quais projetos podem ser afetados. Também não há, até o momento, definição pública sobre eventual mudança formal nas regras de aplicação dos recursos.

A audiência deve esclarecer o entendimento jurídico e operacional sobre a continuidade dos aportes e o alcance dos investimentos já previstos para a bacia. Até que haja definição técnica e institucional, permanece a incerteza sobre a execução integral dos projetos anunciados.

Fonte: camara.leg.br

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Plantio de trigo avança para 61% da área no Paraná, informa Deral


Plantio de trigo avança para 48% da área no Paraná, diz Deral

O plantio de trigo da safra 2026/27 atingiu 61% da área estimada no Paraná até segunda-feira (25), ante 48% na semana anterior, segundo boletim divulgado nesta terça-feira (26) pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Agricultura do Estado. O órgão informou que há regiões com semeadura concluída e outras em fase final de instalação, sob condições climáticas consideradas, em geral, favoráveis ao desenvolvimento inicial da cultura.

De acordo com o Deral, 100% das lavouras de trigo estão em boas condições no estado. Em relação ao estágio das áreas já implantadas, 69% estão em desenvolvimento vegetativo e 31% em germinação. O boletim registra que, apesar de períodos de excesso de umidade, o clima tem favorecido a fase inicial da cultura na maior parte das regiões.

O avanço de 13 pontos porcentuais em uma semana indica continuidade do ritmo de implantação da safra paranaense, em um momento importante para o calendário de inverno. O relatório, no entanto, não detalha a área total estimada em hectares nem a comparação com igual período do ciclo anterior.

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No milho segunda safra, cujo plantio já foi encerrado, o Deral informou que 79% das lavouras estão em boas condições, 14% em condição média e 7% em situação ruim. Quanto ao estágio de desenvolvimento, 69% das áreas estão em frutificação, 12% em floração, 7% em desenvolvimento vegetativo e 12% em maturação.

Segundo o departamento, a colheita do cereal começou de forma incipiente em algumas regiões, enquanto em outras a maturação ainda está em andamento. O boletim também aponta impactos pontuais causados por geadas, estiagem e ataques de pragas, como cigarrinha e lagarta-do-cartucho, além de doenças favorecidas pela alta umidade.

Esse quadro mantém a atenção dos produtores voltada ao manejo fitossanitário e à evolução do clima, tanto para a consolidação do trigo quanto para a definição do potencial produtivo final do milho safrinha.

O cenário no Paraná segue de acompanhamento das condições climáticas e sanitárias nas próximas semanas. Para o trigo, o foco permanece na conclusão do plantio e no estabelecimento das lavouras. No milho segunda safra, a evolução da maturação e o alcance dos danos pontuais observados pelo Deral ainda dependerão do comportamento do clima e do manejo adotado em cada região.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Mapa determina recolhimento de lote de azeite de oliva da marca San Paolo


Mapa determina recolhimento de lote de azeite de oliva da marca San Paolo

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) divulgou, nesta terça-feira (26), um alerta de risco ao consumidor sobre a comercialização de azeite de oliva extravirgem da marca San Paolo, lote 260289. Segundo a pasta, o produto foi desclassificado e considerado impróprio para consumo humano após análise laboratorial confirmar a presença de mistura de outros óleos vegetais. A fiscalização determinou o recolhimento imediato do lote irregular.

A ação foi conduzida pela Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA), com fiscalização da Superintendência Federal de Agricultura em São Paulo (SFA-SP) e atuação do Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal em Araraquara.

As amostras foram analisadas pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA) em Goiás. De acordo com o Mapa, o exame confirmou adulteração na composição do produto, que era comercializado como azeite de oliva extravirgem. A presença de outros óleos vegetais descaracteriza o produto e configura fraude.

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Durante a apuração, o ministério também identificou irregularidades cadastrais da empresa responsável pela importação e comercialização. Segundo a pasta, o endereço e o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) informados nos rótulos e nos documentos fiscais não foram localizados nem confirmados. A empresa foi notificada pela SFA-SP, mas não apresentou manifestação no prazo estabelecido e, por isso, será autuada administrativamente.

O Mapa informou ainda que a manutenção do lote à venda pode gerar responsabilização dos estabelecimentos comerciais. A orientação oficial é para que consumidores interrompam o uso do produto e solicitem a substituição, conforme previsto no Código de Defesa do Consumidor.

Do ponto de vista da cadeia de alimentos, o caso reforça a relevância da rastreabilidade, do controle laboratorial e da conformidade documental na comercialização de produtos vegetais, especialmente em itens de maior valor agregado e sujeitos a fraude por composição.

Até o momento, o alerta oficial menciona especificamente o lote 260289 da marca San Paolo. O ministério orienta que denúncias sobre a comercialização do produto sejam registradas na plataforma Fala.BR e recomenda a conferência das informações de rotulagem antes da compra. Não foram informados, no comunicado, o volume total recolhido nem a abrangência da distribuição do lote.

Fonte: gov.br

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Após 8 semanas de queda, preço do etanol volta a subir, aponta Cepea


etanol
Foto: Freepik

O processamento do etanol sofreu com paralisações pontuais na moagem, visto as recentes chuvas nas regiões que produzem cana-de-açúcar. De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), algumas usinas optaram por se afastar das negociações, quanto outras mantiveram os valores altos nas ofertas, o que sustentou as cotações.

Por conta dos fatores em questão, os preços do combustível subiram após 8 semanas em baixa.

Ainda segundo o centro pesquisas, negociações se mantiveram em pequenas quantidades, pois o foco tem sido na retirada dos volumes já comprados anteriormente pelas distribuidoras. Compradores seguem cautelosos, com aquisições pontuais e na expectativa de um aumento de oferta com o avanço da safra.

*Sob supervisão de Hildeberto Jr.

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Apesar da alta oferta, mercado do açúcar segue em ritmo lento


colher mexendo açúcar
Foto: Pixabay

O ritmo do mercado paulista do açúcar cristal se manteve mais lento na última semana. De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), compradores ainda seguem cautelosos nas aquisições, no aguardo de mais baixas nos preços.

Pesquisadores do centro de estudos relatam que mesmo a expectativa sendo de um cenário com oferta abundante ao longo do ciclo, algumas projeções apontam produções mais voltadas para o etanol, o que pode diminuir a oferta do açúcar no curto prazo.

O cenário internacional do açúcar demerara sofreu recuos na Bolsa de Nova York (ICE Futures), durante a semana passada, devido ao avanço de exportações da Tailândia nos nos primeiros meses de 2026.

*Sob supervisão de Hildeberto Jr

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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Navios que cruzam Ormuz precisam de autorização da Guarda, diz autoridade do Irã


Logotipo Reuters

 

Por Parisa Hafezi e Jonathan Saul

DUBAI/LONDRES, 17 Abr (Reuters) – Todos os navios podem navegar pelo Estreito de Ormuz, mas isso precisa ser coordenado com a Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) do Irã, disse uma autoridade iraniana de alto escalão à Reuters, acrescentando que o descongelamento de recursos iranianos faz parte do acordo.

O ministro das Relações Exteriores, Abbas Araqchi, escreveu no X que o estreito estava aberto depois que um acordo de cessar-fogo foi firmado no Líbano, enquanto o presidente dos EUA, Donald Trump, disse acreditar que um acordo para acabar com a guerra do Irã ocorrerá “em breve”, embora o momento ainda não esteja claro.

Centenas de navios e 20.000 marítimos ficaram retidos no Golfo esperando para passar pela importante hidrovia, que movimenta cerca de 20% dos fluxos de petróleo e gás natural liquefeito do mundo.

A autoridade iraniana afirmou que os trânsitos seriam restritos às rotas que o Irã considerasse seguras, acrescentando que as embarcações militares ainda estavam proibidas de cruzar o estreito.

“A liberação dos recursos do Irã foi parte do acordo para a reabertura do estreito”, observou a autoridade, referindo-se a uma receita congelada estimada em US$30 bilhões, gerada principalmente pelas exportações de petróleo e gás, bloqueadas em meio às sanções dos EUA contra Teerã.

Não ficou imediatamente claro se isso incluía as faixas do Esquema de Separação de Tráfego (TSS) estabelecidas para entrar e sair do Golfo, usadas pela navegação internacional desde a década de 1970.

“Até mesmo as embarcações dos EUA serão permitidas, excluindo os navios militares”, disse ele.

A fonte acrescentou que certas rotas através de Ormuz permaneceriam abertas, mas que elas precisariam ser determinadas como seguras pelo Irã.

“A navegação será feita em coordenação com o Irã e com a autorização da Guarda e da Organização Marítima e de Portos do Irã para garantir a segurança da navegação”, disse a autoridade.

Pouco depois da declaração de Araqchi, o presidente dos EUA, Donald Trump, postou no Truth Social: “O IRÃ ACABOU DE ANUNCIAR QUE O ESTREITO DO IRÃ ESTÁ COMPLETAMENTE ABERTO E PRONTO PARA A PASSAGEM”.

Trump acrescentou que permanece em vigor o bloqueio militar dos EUA aos navios que navegam pelo estreito de e para portos iranianos, anunciado após as negociações com o Irã no último fim de semana no Paquistão, que terminaram sem acordo.

A mídia estatal iraniana, citando uma autoridade não identificada, disse que se o bloqueio dos EUA persistir, Teerã considerará isso uma violação do cessar-fogo e voltará a fechar o estreito.

(Reportagem de Parisa Hafezi e Jonathan Saul)





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Ministério Público do Trabalho pede proibição total do glifosato no Brasil


pulverizador defensivo agrotóxico herbicida glifosato
Foto: Pixabay

O Ministério Público do Trabalho (MPT) protocolou uma Ação Civil Pública na última sexta-feira (22) pedindo a proibição do glifosato, o defensivo agrícola mais utilizado nas lavouras do país, com forte presença em culturas como soja, milho e algodão.

O processo inclui a suspensão do registro, da fabricação, da comercialização, da importação e da exportação do glifosato e de seus derivados no Brasil, e tem como alvos diretos a União e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Na peça jurídica, os procuradores do MPT alegam riscos à saúde humana, especialmente no que diz respeito à exposição ocupacional dos trabalhadores que manejam o produto no campo. Outro ponto usado para justificar o pedido de veto total são os danos causados por contaminações ao meio ambiente.

Procuradas pelo Canal Rural, tanto a Anvisa quanto as defesas dos órgãos citados não se manifestaram até a publicação desta reportagem.

Argumentação jurídica baseia-se em reviravolta científica

O principal fundamento técnico utilizado pelo MPT nesta nova ofensiva jurídica baseia-se em um fato recente do cenário científico internacional. A revista especializada Regulatory Toxicology and Pharmacology realizou a retratação de um estudo clássico publicado no ano 2000.

O artigo em questão era considerado uma das principais referências globais utilizadas por agências reguladoras e empresas químicas para atestar a segurança do glifosato e refutar seu potencial carcinogênico.

Ao retirar o paper citando preocupações éticas e potenciais conflitos de interesse dos autores originais, a publicação abriu margem para que o MPT argumentasse juridicamente que a base que sustentava a liberação comercial do ativo perdeu validade científica.

Impacto produtivo e risco de prejuízo bilionário no campo

Estudos da Embrapa Meio Ambiente mostram que os herbicidas representam cerca de 59% de todas as vendas de defensivos agrícolas no Brasil. Segundo os pesquisadores, esse uso está diretamente atrelado à consolidação do Sistema de Plantio Direto nas últimas três décadas.

Nesse contexto, o glifosato se mostra decisivo para a produtividade das lavouras brasileiras, uma vez que grande parte da produção brasileira de soja, milho e algodão utiliza biotecnologia de sementes geneticamente modificadas, desenvolvidas especificamente para resistir à aplicação do herbicida.

Vale salientar que a ação está em fase inicial. Portanto, a fabricação, a venda e a aplicação do glifosato nas lavouras brasileiras seguem autorizadas e ocorrendo normalmente em todo o território nacional, sem alterações práticas para o produtor rural enquanto o mérito é avaliado pelo Poder Judiciário.

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AgroNewsPolítica & Agro

Mercado de herbicidas exige validação constante



A avaliação reúne variações semanais


A avaliação reúne variações semanais
A avaliação reúne variações semanais – Foto: Divulgação

O mercado de herbicidas técnicos voltou a mostrar a necessidade de acompanhamento frequente dos preços internacionais, em um cenário marcado por variações entre períodos e por diferentes referências de negociação. Segundo análise de Rafael Gomes, especialista em gestão de portfólio agroquímico, o levantamento mais recente considera o comportamento de herbicidas técnicos no intervalo de 8 a 15 de maio de 2026, com base em preços FOB China para produtos técnicos.

A avaliação reúne variações semanais, mensais e anuais, permitindo uma leitura comparativa da movimentação dos preços em diferentes horizontes. Os dados foram consolidados a partir de plataformas e referências do mercado chinês, incluindo negociações spot, monitoramento FOB e acompanhamento de movimentações da cadeia agroquímica.

De acordo com o material analisado, a leitura desse mercado exige atenção a fatores que podem influenciar os resultados apurados. Entre eles estão possíveis diferenças decorrentes da tradução do mandarim para o português, divergências entre fontes consultadas, datas de coleta, conversão entre renminbi e dólar e a própria dinâmica de negociação no mercado FOB China.

O acompanhamento dos herbicidas técnicos também demanda validação constante entre períodos comparativos, concentrações técnicas e movimentos de mercado. Essa necessidade ganha relevância em um ambiente considerado extremamente dinâmico, no qual alterações de curto prazo podem modificar a interpretação sobre preços e tendências.

A análise aponta ainda para a evolução dos cruzamentos de dados como caminho para tornar os levantamentos mais consistentes e alinhados à realidade do mercado internacional. O objetivo é reforçar a qualidade técnica das avaliações e contribuir para discussões mais precisas sobre a cadeia global de agroquímicos técnicos.

 





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Comissão da Câmara ouve sindicatos sobre fim da escala 6×1 nesta terça-feira


Comissão da Câmara ouve sindicatos sobre fim da escala 6x1 nesta terça-feira

A comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa o fim da escala 6×1 realiza audiência nesta terça-feira (26), às 14h30, no plenário 2, para ouvir representantes de entidades sindicais e movimentos sociais. O colegiado discute a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/19, que trata da redução da jornada de trabalho no país. A votação do parecer está prevista para esta quarta-feira (27).

A audiência faz parte da série de reuniões promovidas pela comissão para reunir subsídios técnicos e políticos antes da deliberação da proposta. Segundo a pauta divulgada pela Câmara, o foco do encontro é ouvir representantes da sociedade civil ligados ao debate sobre jornada de trabalho e descanso semanal.

Nesta segunda-feira (25), o relator da comissão, deputado Leo Prates (Republicanos-BA), apresentou parecer recomendando a redução da jornada para 40 horas semanais, sem corte de salário. O texto também prevê dois dias de descanso por semana, sendo um deles preferencialmente aos domingos, além de uma transição de 14 meses para adaptação às novas regras.

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A proposta ainda está em fase de análise na comissão especial e, se aprovada, seguirá a tramitação legislativa prevista para propostas de emenda à Constituição. O texto disponível até o momento não detalha efeitos setoriais específicos nem apresenta estimativas oficiais de custo ou impacto por atividade econômica.

Para o setor agropecuário, o tema entra no campo da regulação trabalhista e pode atingir operações com contratação formal, especialmente agroindústrias, frigoríficos, cooperativas, usinas e empresas com escalas contínuas. No entanto, o conteúdo divulgado pela comissão até agora não traz recortes sobre o impacto em atividades rurais, safristas ou cadeias produtivas específicas.

O andamento da votação nesta quarta-feira (27) deve indicar se a comissão consolidará o texto-base para a continuidade da tramitação. Até o momento, a discussão pública está centrada na proposta geral de jornada e descanso, sem detalhamento técnico oficial sobre efeitos operacionais para segmentos específicos da economia, incluindo o setor agropecuário.

Fonte: camara.leg.br

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