sábado, março 14, 2026

Autor: Redação

News

Onda de calor: Inmet emite alerta de perigo para 8 estados; veja quais


calor, onda de calor, altas temperaturas
Foto: Pixabay

Um bloqueio atmosférico é a causa da forte onda de calor que afeta vários estados do Brasil neste fim de ano. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo para todo o estado de São Paulo, Rio de Janeiro e partes de Minas Gerais, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Paraná e Santa Catarina.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

O fenômeno faz com que as temperaturas fiquem até cinco graus acima do normal para esta época do ano em todas essas áreas.

Fonte: Inmet

Veja as previsões de calor para cada estado afetado

São Paulo: todo o estado está sob alerta de grande perigo. A capital paulista, o interior e o litoral devem ter temperaturas entre os 34 ºC e 35 ºC. À tarde, a capital tem muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas.

Rio de Janeiro: todo o estado também está sob alerta de grande perigo. A onda de calor atinge a capital do estado, toda a região metropolitana, litoral e interior. A temperatura deve chegar aos 39 ºC. Há possibilidade de pancadas de chuva e trovoadas isoladas à tarde.

Espírito Santo: a parte sul do estado está sob alerta vermelho. Temperatura em Cachoeiro do Itapemirim chega aos 34 ºC. Sem possibilidade de chuva.

Goiás: o sul do estado nas proximidades das fronteiras de Minas e de Mato Grosso do Sul tem forte calor. Itumbiara terá calor de 34 ºC. Sem possibilidade de chuva.

Minas Gerais: calor intenso na região do Triângulo Mineiro. Temperatura em Uberlândia chega a 33 ºC. Sem chuva.

Mato Grosso do Sul: calor atinge o leste do estado. Temperatura em Três Lagoas chega aos 36 ºC. Sem possibilidade de chuva.

Paraná: as áreas noroeste e central do estado recebem forte calor. A temperatura em Curitiba, capital, chega aos 31 ºC. Há possibilidade de chuva isolada na parte da tarde. Londrina terá 34 ºC e possibilidade de chuva e trovoadas.

Santa Catarina: o alerta de grande perigo do Inmet também vale para o norte de Santa Catarina, atingindo a cidade de Joinville, onde a temperatura pode chegar a 32 ºC.

O post Onda de calor: Inmet emite alerta de perigo para 8 estados; veja quais apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Algodão brasileiro reafirma seu protagonismo global


Em 2025, o trabalho da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), em conjunto com as 11 associações estaduais, reforçou o posicionamento do algodão como uma cultura responsável e estratégica para o agronegócio brasileiro.

De acordo com o Presidente da Abrapa, Gustavo Piccoli, o sucesso do algodão brasileiro em 2025 está baseado nos 4 pilares que norteiam o trabalho da Abrapa. “Através da implementação estruturada de práticas voltadas à sustentabilidade, à rastreabilidade, à qualidade e à promoção, conduzidas de forma organizada por meio dos programas da Abrapa, a cadeia consolidou um posicionamento sólido e articulado, capaz de avançar de maneira consistente em conquistas e em agendas socioambientais estratégicas para o país”, avalia o presidente.

No encerramento do ano, apresentamos um balanço das principais conquistas dos últimos 12 meses nos quatro pilares estratégicos do algodão brasileiro e das perspectivas que se desenham para 2026.

Sustentabilidade: renovação com a BCI e participação na COP 30 foram destaque

Desde sua criação, em 2012, o programa Algodão Brasileiro Responsável (ABR) orienta os cotonicultores a produzirem de acordo com rigorosos parâmetros de sustentabilidade socioambiental. Na safra 2024/2025, o ABR assegurou que 83% do algodão brasileiro fosse certificado segundo padrões internacionais de produção responsável, fortalecendo o posicionamento e o reconhecimento no mercado global.

Para dar continuidade a esse sucesso, o programa começou 2025 renovando a sua parceria com o Better Cotton Institute (BCI), benchmark que garante que o certificado BCI chegue às fazendas brasileiras e leve o algodão nacional para os clientes mais exigentes da indústria.

A participação da Abrapa na COP30 também contribuiu para projetar o algodão brasileiro no cenário internacional. O gerente de Sustentabilidade da entidade, Fábio Carneiro, destacou o alcance das práticas responsáveis adotadas no país e apresentou o algodão como uma alternativa natural às fibras sintéticas na indústria têxtil, hoje entre as maiores fontes de poluição por microplásticos.

Qualidade: atuação em conjunto com as associações estaduais

Em 2025, a Abrapa realizou seis workshops de qualidade em municípios de Goiás, Bahia e Mato Grosso, capacitando 1.440 profissionais envolvidos em toda a cadeia a produtiva. A entidade também realizou treinamentos nos estados produtores para inspetores de Unidade de Beneficiamento de Algodão (UBA) e de algodão em pluma, que atuam nos laboratórios de análise de todo o Brasil, uma prerrogativa do terceiro pilar do Standard Brasileiro HVI (SBHRVI), focado em capacitação e difusão de conhecimento.

Em 2026, o Centro Brasileiro de Referência em Análise de Algodão (CBRA) completará dez anos de atuação voltada à padronização de laboratórios. Apenas em 2025, mais de 14 milhões de fardos foram analisados pelos laboratórios, gerando dados que passam a integrar as informações no Sistema Abrapa de Identificação, o programa mais antigo de rastreabilidade do algodão brasileiro.

Rastreabilidade: SouABR lança política de adesão ao mercado

Lançado em 2021, o SouABR é o programa de rastreabilidade da Abrapa que assegura transparência em toda a cadeia de custódia do algodão brasileiro. Por meio de um QR Code aplicado às peças, o consumidor final tem acesso a informações completas sobre a origem e a trajetória do produto, da semente ao guarda-roupa.

Em 2025, o programa avançou com o lançamento de sua política de adesão, possibilitando que qualquer marca que atenda aos requisitos estabelecidos ofereça rastreabilidade em suas peças, assegurando o acesso aos dados da cadeia produtiva e ampliando a transparência do setor.

Sou de Algodão: movimento completa 10 anos em 2026

A trajetória do algodão também foi destaque no São Paulo Fashion Week 2025, por meio do movimento Sou de Algodão. O desfile reuniu seis estilistas de renome da moda brasileira para traduzir, nas passarelas, a importância da rastreabilidade e a conexão entre o consumidor e as histórias das milhares de pessoas que trabalham na cadeia produtiva.

“O público da moda está cada vez mais exigente em relação à origem e aos processos de produção do que consome. Nesse cenário, a rastreabilidade confere ainda mais credibilidade ao algodão brasileiro, tanto no mercado interno quanto no exterior”, afirmou a diretora de Relações Institucionais da Abrapa e gestora do movimento Sou de Algodão, Silmara Ferraresi.

Em 2026, o movimento que foi lançado na SPFW para unir a cadeia produtiva e têxtil e estimular o uso do algodão brasileiro completa 10 anos. “O Sou de Algodão mostra como o algodão é importante para o Brasil e o mundo através da comunicação, ações e campanhas. Nesses 10 anos, dialogamos com pessoas cada vez mais preocupada com origem, qualidade e sustentabilidade daquilo que consome”, analisa a diretora.

Cotton Brazil amplia diálogo em defesa da fibra natural

No comércio exterior, 2025 consolidou o Brasil como líder global do algodão ao unir escala, competitividade e sustentabilidade. O país é o terceiro maior produtor mundial e o primeiro exportador desde 2024, respondendo por 33% das exportações globais.

Na safra 2024/2025, foram embarcadas 2,8 milhões de toneladas, gerando US$ 4,8 bilhões em receita. O Brasil ampliou sua participação em todos os principais mercados importadores, com destaque para Índia, Egito e Paquistão.

Esse desempenho é impulsionado pelo projeto setorial Cotton Brazil, responsável por orientar a estratégia internacional do setor. O diretor de relações internacionais da Abrapa, Marcelo Duarte, explicou que o próximo ano será essencial para a manutenção do mercado conquistado. Segundo ele, “Em 2026 e 2027, o Cotton Brazil terá como foco a defesa de mercado, o fortalecimento da imagem e a expansão do consumo frente às fibras sintéticas. Para isso, continuamos priorizando os dez maiores compradores do algodão brasileiro, responsáveis por 96% das importações mundiais, mas expandimos nossas ações voltadas ao varejista e ao consumidor final, que se concentram na Europa e Estados Unidos”.

Congresso Brasileiro de Algodão (CBA) acontece em Belo Horizonte em 2026

A organização do CBA 2026 já está em andamento. O tema da sua próxima edição será “Algodão Brasileiro: Fibra Natural, uma jornada com propósito, qualidade e transparência”. O evento está marcado para setembro de 2026, na cidade de Belo Horizonte, e tem expectativa de público recorde.

Neste ano, a 14ª edição do CBA, que aconteceu em 2024, ganhou o primeiro lugar no Prêmio Caio, na categoria que reconhece os melhores congressos nacionais. O Prêmio Caio é comparado ao “Oscar” dos eventos no Brasil.

Segundo o diretor executivo da Abrapa, Márcio Portocarrero, o reconhecimento concedido ao 14º CBA simboliza um marco na trajetória do Congresso e reflete o protagonismo alcançado pelo algodão brasileiro no cenário internacional. “Além de conquistarmos a liderança nas exportações globais, o CBA registrou o maior público de sua história. Essa premiação consolida esse momento histórico vivido pela Abrapa”, afirmou.

 





Source link

News

Auditores fiscais ocupam 13 das 14 vagas de adidos agrícolas em missões em 2026


países adidos agrícolas
Foto: Pixabay

A maior parte dos novos adidos agrícolas do Brasil que iniciarão missão no exterior a partir de 2026 é formada por auditores fiscais federais agropecuários. Dos 14 profissionais designados para atuar em representações do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) junto a missões diplomáticas brasileiras, 13 integram a carreira, destacou o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários (Anffa Sindical) em nota.

Para a entidade, a função de adido agrícola representa uma alternativa estratégica de atuação profissional e reforça o reconhecimento técnico dos auditores fiscais federais agropecuários, que desempenham papel central na abertura, manutenção e ampliação de mercados internacionais para os produtos do agro brasileiro.

Os postos têm duração de quatro anos e abrangem países considerados estratégicos para a inserção global da agropecuária nacional.

Entre os destinos estão África do Sul, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Coreia do Sul, França, Índia, Indonésia, Japão, México, Suíça, Tailândia e Vietnã. Também foi selecionado um representante para o Canadá, que não integra a carreira de auditor fiscal federal agropecuário.

O presidente do Anffa Sindical, Janus Pablo Macedo, afirmou que a presença majoritária de auditores fiscais entre os novos adidos reforça a relevância da carreira.

“Esses profissionais contribuem diretamente para a abertura e a manutenção de mercados estratégicos e são fundamentais para a credibilidade do Brasil no comércio internacional de produtos agropecuários”, afirmou, na nota. Nomeada para atuar junto à Organização Mundial do Comércio (OMC), em Genebra, a auditora fiscal federal agropecuária Andréa Figueiredo de Moura classificou a missão como um dos maiores desafios de sua trajetória profissional.

“Estar no coração das negociações multilaterais significa a oportunidade de contribuir para a defesa dos interesses do Brasil em um tema estratégico como a agropecuária”, afirmou, ressaltando a complexidade do cenário global, marcado por disputas comerciais e mudanças regulatórias.

O post Auditores fiscais ocupam 13 das 14 vagas de adidos agrícolas em missões em 2026 apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Fiscalização apreende 235 toneladas de soja avaliadas em mais de R$ 378 mil


Soja
Foto: divulgação/Sefa

Um total de 235 toneladas de soja em grãos, avaliadas em R$ 378.450,00, foram apreendidas nesta terça-feira (23) na Coordenação de Controle de Mercadorias em Trânsito de Carajás, da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa), conforme os documentos fiscais apresentados.

A apreensão ocorreu no posto fiscal da Ponte do Rio Tocantins, no município de Marabá, no sudeste no Pará, quando foram abordados cinco caminhões transportando mercadorias provenientes do município de Barcarena, no Pará, com destino ao município de Cariri, no Tocantins

“Após a análise dos documentos e consultas aos sistemas da Sefa constatamos que não houve o recolhimento do ICMS antecipado de saída de mercadoria, exigido para a operação, nos termos da legislação tributária vigente”, informou o coordenador, Cicinato Oliveira.

Foram lavrados cinco Termos de Apreensão e Depósito (TADs), totalizando R$ 81.745,20, referentes à cobrança do imposto devido e das multas.

O post Fiscalização apreende 235 toneladas de soja avaliadas em mais de R$ 378 mil apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Mesmo em ano de gripe aviária, produção e exportação de ovos atingem recordes


classificação de ovos
Foto: Divulgação Anffa Sindical

Em 2025, o mercado de ovos manteve trajetória positiva, com produção e embarques recordes, apesar do caso de gripe aviária em granja comercial, em maio. Isso é o que indicam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Pesquisas do instituto mostram que as cotações atingiram recordes reais no início do ano; mas, com o aumento da oferta interna ao longo de 2025, passaram a recuar. Ainda assim, o bom ritmo dos embarques ajudou a limitar a baixa interna.

Os preços da proteína iniciaram 2025 abaixo dos praticados em dezembro/24, refletindo a demanda ainda retraída, típica do começo do ano. Em fevereiro, porém, o aumento gradual da procura com o retorno das aulas escolares e a oferta mais limitada elevaram os valores, que atingiram os maiores patamares da série histórica do Cepea.

As altas persistiram até março, período em que tradicionalmente a quaresma impulsiona a demanda pela proteína. No entanto, passaram a cair a partir de abril em todas as regiões acompanhadas pelo Cepea, com exceção de agosto.

A produção nacional de ovos para consumo somou 3,04 bilhões de dúzias (de janeiro a setembro/25), volume 6,9% superior ao do mesmo período de 2024 e um recorde, de acordo com o IBGE. No mercado externo, a evolução dos casos de gripe aviária reduziu a oferta de ovos em diversos países.

Nos EUA, um surto significativo levou o país a intensificar as compras da proteína brasileira, cujo volume, entre janeiro e novembro, superou em 825% o total importado no ano anterior. Segundo a Secex, nos 11 primeiros meses de 2025, os embarques de ovos in natura e processados somaram 38,64 mil toneladas, 109% acima do volume de todo o ano de 2024 e um recorde.

O setor também enfrentou alguns desafios externos. O “tarifaço” imposto pelo governo norte-americano em agosto reduziu os envios dos ovos aos EUA. Por outro lado, novos mercados foram abertos, como o México.

Além disso, a rápida resolução do caso isolado de IAAP permitiu ao Brasil a retomada do seu status sanitário internacional e evidenciou o potencial do País para seguir atendendo às crescentes demandas interna e externa.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo

O post Mesmo em ano de gripe aviária, produção e exportação de ovos atingem recordes apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Brasil fecha acordos sanitários com quatro países



Agronegócio alcança 525 aberturas desde 2023



Foto: Pixabay

O governo brasileiro concluiu negociações fitossanitárias com Marrocos, Iraque, Singapura e Argentina, ampliando o acesso de produtos do agronegócio nacional a mercados da África, da Ásia e da América do Sul. A informação foi anunciada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), que destacou a autorização para exportação de feno aos três primeiros países citados e de bulbos de cebola ao mercado argentino.

Segundo o Mapa, “as autoridades de Marrocos, Iraque e Singapura aprovaram a exportação brasileira de feno”, insumo utilizado na alimentação animal e relevante para cadeias pecuárias que dependem de oferta regular de forragens. Em 2024, as exportações brasileiras para esses destinos somaram cerca de US$ 3,8 bilhões, com o Iraque como principal comprador, responsável por US$ 1,78 bilhão.

No caso da Argentina, o anúncio envolve a liberação fitossanitária para a exportação de bulbos de cebola. O país importou mais de US$ 1,5 bilhão em produtos agropecuários brasileiros, com destaque para cacau e derivados, café e carnes.

Com as novas autorizações, o agronegócio brasileiro alcança 525 aberturas de mercado desde o início de 2023. De acordo com o governo, os resultados decorrem do trabalho conjunto do Ministério da Agricultura e Pecuária e do Ministério das Relações Exteriores (MRE), que atuam de forma integrada nas negociações sanitárias e diplomáticas.





Source link

News

Em 2025, cotações do feijão preto cedem, enquanto as do carioca se sustentam


feijão-preto BRS Esteio, da Embrapa
Foto: Sebastião José de Araújo/Embrapa

As cotações dos feijões preto e carioca apresentaram comportamentos distintos em 2025.
Isso é o que indicam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Enquanto os valores do feijão preto ao produtor cederam cerca de 36,4% (média de 2025 contra a de 2024), para o carioca, houve sustentação, sobretudo para o produto com notas 8,0 e 8,5 (+8,3%). Segundo pesquisadores do Cepea, as oscilações estão relacionadas à oferta e ao excedente de cada produto, que foram maiores para o feijão preto e menores para o carioca. Em 2025, a produção de feijão caiu 4,3%, somando 3,06 milhões de toneladas.

Considerando-se os estoques iniciais do ano (296,5 mil toneladas), a produção e as importações (13,9 mil toneladas), a disponibilidade interna é estimada em 3,37 milhões de toneladas, 4,8% a menos do que no ano anterior, de acordo com da Conab. Deste total, 2,8 milhões de toneladas estão previstas para serem consumidas internamente e 464,2 mil toneladas, para exportação.

Com isso, o estoque previsto para dezembro/25 é de apenas 106,8 mil toneladas, suficientes para o consumo de duas semanas no Brasil. Certamente, esse deverá ser um fator de sustentação dos preços em 2026.

A Conab estimou que a produção de feijão preto cresceu 14% no Brasil, para 811,3 mil toneladas. Já a colheita de feijão carioca reduziu 10,3%, para 1,65 milhão de toneladas, e a de feijão de caupi recuou 7,2%, para 600,2 mil toneladas.

No front externo, as exportações brasileiras totalizam 501,20 mil toneladas até novembro, recorde histórico anual, segundo dados da Secex. A Índia permanece como principal destino, absorvendo 60,7% das exportações brasileiras no período. As importações, por sua vez, permaneceram mínimas e totalizaram 12,3 mil toneladas nos 11 primeiros meses de 2025.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo

O post Em 2025, cotações do feijão preto cedem, enquanto as do carioca se sustentam apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Preço do milho se mantém elevado em 2025, mesmo em meio à colheita recorde


Geada queimou o milho? Saiba como transformá-lo em silagem de qualidade
Geada queimou o milho? Saiba como transformá-lo em silagem de qualidade

Mesmo diante de uma oferta brasileira recorde de milho em 2025, os preços do cereal registraram recuperação em boa parte do ano, operando acima dos patamares de 2024. Isso é o que indicam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Considerando-se o agregado das três safras 2024/25, a produção brasileira atingiu 141 milhões de toneladas, 22% acima da safra anterior, impulsionada sobretudo pelo expressivo avanço da 2ª safra, reflexo do aumento da produtividade. No cenário internacional, a oferta mundial de milho manteve-se praticamente estável entre 2023/24 e 2024/25.

Os aumentos em países como Brasil, na China e na Índia compensaram as reduções de produção observadas em outros países como Rússia, EUA e Ucrânia. No início de 2025, embora as previsões já indicassem uma produção nacional maior, o estoque de passagem historicamente reduzido, estimado em apenas 1,8 milhão de toneladas em janeiro/25, influenciou o mercado doméstico.

A esse fator somaram-se a demanda interna aquecida, valores elevados pedidos pelos vendedores e as dificuldades logísticas, que resultaram em maiores preços no 1º trimestre do ano. Já nos meses seguintes, as cotações foram pressionadas pela maior disponibilidade do cereal diante do avanço da colheita da safra de verão.

Além disso, o bom desenvolvimento da segunda safra, favorecido pelo clima, reforçou as expectativas de uma colheita volumosa em 2024/25, intensificando a pressão sobre os preços domésticos. No início do 2º semestre, os preços seguiram em queda, influenciados pela retração da demanda, já que muitos consumidores aguardavam novas desvalorizações do cereal, fundamentados no avanço da colheita da segunda safra e nas estimativas indicando produção recorde no País.

Assim, com exportações mais lentas e a colheita da segunda safra em andamento, os vendedores passaram a demonstrar maior flexibilidade nas negociações. Na reta final do ano, a partir de outubro, produtores passaram a restringir a oferta no mercado spot, movimento que voltou a sustentar os preços até meados de dezembro, com agentes relatando dificuldades na recomposição de estoques.

O post Preço do milho se mantém elevado em 2025, mesmo em meio à colheita recorde apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Oferta global recorde de soja derruba preços internos e externos em 2025


Descarregamento de Soja
Foto: Antonio Neto/Arquivo Embrapa

O mercado de soja apresentou elevada volatilidade de preços ao longo de 2025, em um contexto de ampla oferta global, disputas comerciais entre China e Estados Unidos, mudanças na política de “retenciones” na Argentina e expansão da demanda em diversos países.

As cotações médias foram as mais baixas dos últimos anos tanto no Brasil quanto no front externo. Os Indicadores Cepea/Esalq – Paranaguá (PR) e Cepea/Esalq Paraná registraram em 2025 as menores médias anuais desde 2019, em termos reais. Na CME Group, o contrato de primeiro vencimento teve a menor média anual desde 2020.

No Brasil, apesar de o ano ter começado com o menor estoque de passagem em quatro safras, o avanço acelerado da colheita 2024/25 confirmou uma produção recorde de 171,48 milhões de toneladas. Mesmo com a quebra registrada no Rio Grande do Sul a produtividade dos outros estados compensou a oferta, o que ampliou a disponibilidade interna e a liquidez do mercado spot.

Dessa forma, o País respondeu por cerca de 40% da produção mundial, estimada em 427,15 milhões de toneladas pelo USDA. Argentina e EUA também tiveram recuperação expressiva na produção, alcançando os maiores volumes desde a safra 2021/22.

Os EUA colheram 119,04 milhões de toneladas, crescimento de 5% em relação à temporada anterior, enquanto a Argentina produziu 51,1 milhões de toneladas, avanço de 6%. Outros países também atingiram recordes, reforçando o cenário de ampla oferta global.

Do lado da demanda, o desempenho também foi relevante. A China importou 108 milhões de toneladas, quantidade 3,5% menor que a da safra anterior, mas esse recuo foi compensado pela expansão das compras em outros destinos.

No total, o comércio mundial de soja atingiu 184,8 milhões de toneladas em 2024/25, alta de 3,9%, com o Brasil respondendo por 55,8% das exportações globais. Assim, os embarques brasileiros atingiram um novo recorde em 2025.

A China permaneceu como principal destino, com participação de 78,3% (de janeiro a novembro), enquanto a Argentina ampliou as importações do grão brasileiro em 73,5%, um movimento atípico e relevante ao longo do ano.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo

O post Oferta global recorde de soja derruba preços internos e externos em 2025 apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Seguro Rural cresce 56,8% em três anos em São Paulo



São Paulo investe R$ 290 milhões em Seguro Rural



Foto: Pixabay

O Governo de São Paulo investiu R$ 290 milhões no Seguro Rural nos últimos três anos, consolidando o maior aporte do país na política de proteção ao produtor rural. As informações foram divulgadas pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, que destacou que o valor representa um aumento de 56,8% em relação ao período anterior, quando, entre 2020 e 2023, os investimentos somaram R$ 184,95 milhões.

Segundo a Secretaria, o aporte tem garantido resposta rápida às perdas causadas por eventos climáticos e ampliado a cobertura das lavouras no estado. “O investimento assegura resposta rápida às perdas provocadas por eventos climáticos, amplia a cobertura das lavouras e reforça a capacidade de recuperação das propriedades”, informou a pasta, ao destacar que o programa oferece segurança para que os produtores mantenham a atividade mesmo em cenários adversos.

No período analisado, foram contratadas mais de 53 mil apólices de seguro rural por cerca de 40 mil produtores paulistas. A Secretaria de Agricultura e Abastecimento subsidia até 30% do valor do prêmio do seguro, medida que, de acordo com o órgão, amplia o acesso ao instrumento e fortalece a proteção das produções agrícolas no estado.

Desde 2023, aproximadamente R$ 18 bilhões em valor de produção agrícola, pecuária e florestal foram protegidos com o apoio do Seguro Rural. A Secretaria informou que, a cada R$ 1 investido pelo Estado, em média R$ 60 em valor de produção são resguardados, reforçando a continuidade das atividades no campo.

O programa é executado em parceria com diversas seguradoras, permitindo que o produtor escolha a opção mais adequada à sua propriedade e à cultura explorada, conforme destacou a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.





Source link