Sistema de rastreabilidade cruza informações ambientais e sanitárias para garantir a legalidade na cadeia da carne bovina (Foto: Reprodução).
Em novembro, a disponibilidade interna de carne bovina ficou próxima de 517 mil toneladas, o menor volume na série histórica desde março/23. Isso é o que indicam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
As projeções para dezembro indicam manutenção desse cenário de oferta restrita. Segundo o instituto, a quantidade ofertada ao mercado doméstico neste período de maior consumo tem mantido as cotações firmes.
Os preços da arroba e da carne no atacado atravessaram novembro em alta moderada e iniciam dezembro sustentados, refletindo a necessidade da indústria em complementar suas escalas com animais adquiridos no spot.
Decisão da Terceira Turma afirma que apenas o arrendatário que exerce atividade rural pessoal e diretamente é que possui assegurado o direito de preferência na compra do imóvel, reforçando a importância de contratos bem elaborados no setor
A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) firmou, em recente julgamento do Recurso Especial n.º 2.140.209/SP, entendimento com grande impacto nas relações contratuais agrárias no país, especialmente, no tocante aos contratos de arrendamento rural. Segundo a decisão, o arrendatário que não possui perfil de homem do campo, ou seja, que não exerce pessoal e diretamente a atividade rural, não tem direito de preferência na aquisição do imóvel.
Ao relatar o caso, o ministro responsável destacou que o STJ já havia reconhecido, em decisões anteriores, que a mera existência de um contrato de arrendamento não garante automaticamente o direito de preferência ao arrendatário. O advogado da HBS Advogados, Roberto Bastos Ghigino, esclarece que, de acordo com o voto, o Estatuto da Terra condiciona esse benefício à figura do trabalhador rural que efetivamente cultiva a terra e cumpre sua função social. “Ainda, segundo o relator, a regulamentação do Estatuto reforça essa interpretação ao atribuir seus benefícios apenas aos que exploram a atividade rural de maneira pessoal, direta e eficiente. Nessa linha, o relator concluiu que, na ausência do direito de preferência, deve prevalecer a livre concorrência entre interessados, ficando o imóvel com quem apresentar a melhor proposta financeira”, detalha.
A decisão, embora não tenha caráter vinculante, acende um alerta no setor. Especialistas ressaltam que o posicionamento pode sinalizar uma tendência de restringir a aplicação das normas cogentes do direito agrário apenas aos produtores considerados hipossuficientes, aqueles que trabalham diretamente a terra, deixando de lado a ideia central do Estatuto da Terra, que é garantir a continuidade da exploração agrícola, a função social da propriedade e, em última instância, a segurança alimentar.
Nesse cenário, Ghigino alerta que “cresce a importância de contratos bem redigidos para assegurar direitos e evitar controvérsias. No próprio caso analisado pelo STJ, o desfecho poderia ser diferente caso o contrato de arrendamento previsse expressamente o direito de preferência do arrendatário, independentemente da aplicação das regras do Estatuto”, refere. A recomendação vale também para outros direitos previstos na legislação agrária, como o de retenção por benfeitorias e o de renovação automática do contrato, que podem ser reforçados por cláusulas contratuais claras e específicas.
O Brasil vive hoje um desequilíbrio institucional que combina tensão, desconfiança e competição aberta entre os poderes. O Executivo governa sob a lógica eleitoral de 2026, mais preocupado com fidelizar sua base social do que com reformas estruturais. Enquanto, o Legislativo reage ampliando privilégios, aprovando medidas de impacto fiscal elevado e blindagens políticas para sobreviver à própria impopularidade. E o Judiciário, percebendo o vácuo de autoridade, avança sobre pautas que antes pertenciam à arena política, assumindo papel de árbitro permanente, e por vezes protagonista.
O resultado é um sistema em que cada poder atua por instinto de sobrevivência, e não por compromisso com um projeto nacional. Não há prioridade comum, coordenação ou visão de futuro. Há apenas movimentos táticos, decisões improvisadas e disputas de território político. Num ambiente assim, qualquer política pública se torna refém do conflito.
A mediocridade como método e a ausência de projeto
A crise não é ideológica. É estratégica. O Brasil não discute produtividade, inovação, educação, infraestrutura, reforma administrativa ou competitividade global. Não se discute sequer como preparar o país para um mundo dominado por tecnologia, transição energética e disputa geopolítica entre grandes potências.
A agenda nacional está sequestrada por:
Manobras regimentais,
Pautas de blindagem,
Trocas fisiológicas,
Batalhas entre partidos e corporações,
Narrativas eleitorais vazias.
Enquanto Brasília gira em torno de si mesma, o país real, pobre, desigual, com serviços públicos colapsados, segue sem direção, sem liderança e sem horizonte. O problema não é apenas moral. É econômico. Um país sem projeto não cresce.
Impactos econômicos imediatos: o risco real de fuga de capitais
Mercados não convivem bem com o improviso. A disputa permanente entre os Poderes cria o pior cenário possível para quem investe:
Incerteza sobre regras,
Imprevisibilidade sobre decisões,
Falta de coordenação entre instituições,
Sinais contraditórios sobre política fiscal e monetária.
Investidores, domésticos e internacionais, observam que o Brasil está preso em um ciclo de autopreservação política, sem reformas, sem clareza e sem estabilidade.
O efeito é direto:
Empresas adiam decisões de expansão.
Projetos estratégicos são congelados.
Fundos reduzem exposição ao risco Brasil.
Investidores estrangeiros preferem esperar, ou sair.
E em países emergentes, a saída de capitais acontece de forma súbita. Basta um gatilho político, um conflito entre Poderes, uma decisão judicial controversa, uma ruptura fiscal, para desencadear fuga em massa.
O resultado é conhecido:
Câmbio dispara,
Juros sobem,
Crédito encarece,
Inflação pressiona,
Toda economia produtiva é penalizada, incluindo o agro, que sente imediatamente a pressão sobre os custos e a desvalorização de receitas.
Nenhum país cresce com poderes em guerra. E nenhum investidor permanece onde o próprio Estado parece caminhar sem rumo.
O país tem potencial extraordinário: energia barata, agro competitivo, matriz limpa, recursos naturais únicos, população empreendedora. Mas falta o essencial: projeto nacional, liderança estável e coordenação mínima entre os poderes. Enquanto Brasília trava guerras internas, o Brasil real,o que produz, trabalha e investe, fica à deriva.
Se o país não recuperar previsibilidade institucional, pode perder mais do que o futuro. Pode perder o presente: crescimento, empregos, investimentos e até a confiança que ainda resta. E sem confiança, nenhum país se sustenta.
*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural
O Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.
A manutenção da Taxa Selic, juros básicos da economia, em 15% ao ano recebeu críticas do setor produtivo. Apesar de a decisão ter sido amplamente esperada pelo mercado, entidades empresariais e sindicais veem na postura do Banco Central (BC) um entrave ao crescimento econômico num cenário de inflação em queda, desaceleração da economia e perda de fôlego do mercado de trabalho.
CNI: decisão ignora desaceleração
Em nota, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) avaliou que o BC desconsiderou “evidências robustas” de que a economia já permitiria iniciar um ciclo de redução da Selic. O presidente da entidade, Ricardo Alban, afirmou que a manutenção dos juros “é excessiva e prejudicial”, intensificando a perda de ritmo da atividade, encarecendo o crédito e inibindo investimentos. Para ele, há espaço para um ajuste gradual sem comprometer a convergência da inflação para a meta.
A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) recebeu com preocupação a manutenção dos juros em níveis altos. Em comunicado, o presidente da CBIC, Renato Correia, afirma que a continuidade do crescimento do setor em 2026 depende da queda dos juros o mais rápido possível.
Comércio
O economista-chefe da Associação Paulista de Supermercados (Apas), Felipe Queiroz, considerou que o BC mantém uma política desconectada da conjuntura nacional e internacional. Ele lembrou que países como os Estados Unidos iniciaram cortes enquanto o Brasil conserva uma das maiores taxas reais do mundo. Segundo Queiroz, a postura atual “prejudica investimentos, consumo e agrava entraves estruturais”, além de dificultar a condução da política fiscal.
Em tom mais moderado, a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) avaliou que a manutenção era esperada e reflete um ambiente ainda delicado. Para o economista Ulisses Ruiz de Gamboa, a inflação e as expectativas continuam acima da meta, e o contexto inclui expansão fiscal, resiliência do mercado de trabalho e incertezas internacionais. Ele afirmou que o comunicado do Comitê de Política Monetária (Copom) será decisivo para entender a sinalização dos próximos passos.
Centrais sindicais
Em nota, a Central Única dos Trabalhadores (CUT) classificou a decisão como um “descumprimento das necessidades da população e do setor produtivo”. A presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro da CUT (Contraf-CUT) e vice-presidenta da CUT, Juvandia Moreira, disse que a Selic elevada desvia recursos do investimento produtivo para o “rentismo”. Economistas ligados à central afirmam que a inflação está controlada e que o aperto monetário já provoca queda no consumo, desaceleração do PIB e perda de dinamismo no mercado de trabalho.
A Força Sindical criticou de forma contundente a decisão, classificando-a como “vergonha nacional”. Para o presidente da entidade, Miguel Torres, o Copom favorece especuladores e estrangula a economia ao insistir em juros elevados. Ele afirma que a política atual prejudica campanhas salariais, limita o consumo e impõe obstáculos ao desenvolvimento. “Estamos vivendo a era dos juros extorsivos”, afirmou em comunicado.
No morning call desta quinta-feira (11), a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta que o Fed cortou os juros em 25 pontos-base para 3,50%–3,75%, sinalizando pausa cautelosa e apoiando alta das bolsas nos EUA, com avanço de bancos e tecnologia.
No Brasil, Ibovespa subiu a 159 mil pontos, mas o dólar fechou a R$ 5,47 e juros futuros avançaram após Copom manter Selic em 15% com tom duro. Hoje, destaque para dados do varejo e agrícolas do IBGE e indicadores globais nos EUA.
Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.
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Segundo análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgada na segunda-feira (8), os primeiros meses do ciclo de exportações da safra 2024/25 apresentaram “volumes mais baixos registrados nos últimos anos”. No entanto, o instituto afirma que novembro de 2025 interrompeu essa tendência, ao registrar “o segundo maior volume para um mês em toda a série histórica para as exportações nacionais”, ficando atrás apenas de janeiro de 2025.
O Imea destaca que Mato Grosso respondeu por 58,37% dos embarques nacionais no período, com 234,93 mil toneladas. O relatório aponta ainda que “a China voltou a liderar as exportações de algodão do estado, com 52,48 mil t”, fato que não ocorria desde novembro de 2024.
Por fim, o documento da Secex indica “perspectiva positiva em relação ao cenário futuro da demanda pelo algodão mato-grossense”, após um início de ciclo mais lento, e reforça a expectativa de um novo recorde nas exportações de pluma.
O ciclone extratropical que afetou fortemente o Sul do país deve se afastar e deixar o tempo mais firme na região. As instabilidades também diminuem no Sudeste, enquanto pancadas fortes de chuva se fazem presentes no restante do país. Confira:
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Sul
O tempo deve seguir mais firme ao longo do dia na Região Sul. Entre o fim da tarde e o início da noite, novas pancadas de chuva avançam pelo sul, sudeste e litoral sul do Rio Grande do Sul, além de áreas do leste do Paraná, com chuvas fracas a moderadas. As temperaturas começam a se elevar e as rajadas de vento ainda podem ocorrer com maior intensidade no litoral e nordeste gaúcho, além do leste de Santa Catarina e do Paraná.
Sudeste
As instabilidades diminuem em grande parte da Região, mas a presença de umidade na atmosfera ainda favorece pancadas de chuva no norte e nordeste paulista, além da metade norte e oeste de Minas Gerais, de maneira fraca a moderada, podendo ocorrer de forma mais forte em alguns pontos. Em algumas áreas do Espírito Santo e do Rio de Janeiro, também há chance de chuva.
Centro-Oeste
As chuvas continuam ocorrendo em Mato Grosso e em Goiás, e devem ficar mais concentradas no norte dos estados, com chance de chuva moderada a forte e risco de temporais. Já em Mato Grosso do Sul, as instabilidades voltam a aumentar devido à presença de uma baixa pressão sobre o Paraguai, e as temperaturas seguem elevadas.
Há chance de chuva em boa parte do Maranhão, sul do Piauí e oeste da Bahia, de moderada a forte intensidade. Já no nordeste do Maranhão, norte do Piauí, Ceará e Rio Grande do Norte, há chance de chuvas mais fracas, enquanto no restante da Região o tempo segue mais firme. As temperaturas continuam elevadas.
Norte
Em áreas da metade norte do Pará, além de Roraima, o tempo segue mais firme. Já no Amazonas, metade sul do Pará e em Tocantins, as pancadas de chuva seguem ocorrendo. No Amapá, as instabilidades aumentam, podendo ocorrer de maneira mais moderada.
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De acordo com a análise divulgada nesta terça-feira (9) no informativo “Tem Boi na Linha”, da Scot Consultoria, o mercado do boi gordo registrou estabilidade nas praças paulistas. O boletim aponta que “uma parte dos compradores estava com escalas prontas para o começo da segunda semana de janeiro e testavam preços menores, mas sem negócios concretizados”. As empresas que não contavam com escalas longas “mantinham as ofertas dentro das referências”, o que resultou em preços estáveis para todas as categorias. As escalas de abate estavam, em média, em 11 dias.
Na Bahia, o cenário variou conforme a região. No Sul do estado, parte da indústria ficou fora das compras e houve redução na oferta de bovinos, mas o informativo ressalta que “ainda sem alterar o preço de todas as categorias”. As escalas de abate estavam, em média, em cinco dias. No Oeste baiano, a retração dos vendedores reduziu a oferta e elevou em R$ 3,00/@ a cotação do boi gordo. Já a cotação da vaca e da novilha permaneceu inalterada.
Em Alagoas, a análise registra que não houve mudanças nos preços.
O boletim também destaca o desempenho das exportações brasileiras de carne bovina in natura. Até a primeira semana de dezembro, o volume embarcado chegou a 76,7 mil toneladas, com média diária de 15,3 mil toneladas, “aumento de 59,1% frente ao embarcado por dia no mesmo período de 2024”. A cotação média da tonelada ficou em US$ 5,6 mil, alta de 13,4% na comparação anual.
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Foto: Divulgação
Segundo análise semanal divulgada pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) na segunda-feira (8), Mato Grosso registrou em novembro de 2025 o maior volume já exportado de carne bovina in natura, alcançando 112,81 mil toneladas em equivalente carcaça. O instituto afirmou que o resultado representa “alta de 4,52% em relação a outubro de 2025”. No acumulado de janeiro a novembro, o estado embarcou 867,72 mil TEC, o que corresponde a “acréscimo de 23,87% em relação ao mesmo período de 2024”, ano considerado recorde para as exportações mato-grossenses.
O Imea destacou que o desempenho foi impulsionado pelo aumento dos envios para China, Rússia e Chile. Segundo o instituto, esses países “ampliaram significativamente sua participação no total exportado” ao longo de 2025, reforçando a relevância do mercado externo para a cadeia produtiva estadual.
Para o instituto, o avanço nas exportações foi resultado da abertura de novos mercados e do ganho de competitividade do produto local. O relatório afirmou que esses fatores “permitiram ao estado atender uma demanda internacional aquecida”, consolidando Mato Grosso como principal fornecedor de carne bovina do país.
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A digitalização também ganhou espaço – Foto: Pixabay
O agronegócio encerra 2025 diante de um cenário que mistura expectativas positivas e cautela, marcado por volatilidade nos custos, juros elevados e mudanças regulatórias. Esse ambiente reforça a necessidade de planejamento mais profundo, baseado em dados e alinhado às condições externas. A partir dessa leitura, a Horsch ajustou sua preparação para 2026 com foco em eficiência, testes de cenários e decisões sustentadas por indicadores concretos.
Segundo Stefan Vorwerk, a empresa incorporou aprendizados recentes para aprimorar gestão de estoques, capital de giro, previsão de demanda e qualidade. A ampliação do portfólio e o avanço em pesquisa e desenvolvimento reforçam a aposta em máquinas mais modernas, conectadas e voltadas à agricultura de alta performance, incluindo equipamentos autônomos já operando no país. A digitalização também ganhou espaço para elevar a eficiência industrial.
O acompanhamento das mudanças tributárias, ambientais e trabalhistas tem sido contínuo, em alinhamento com a matriz alemã. A proteção de recursos naturais integra a estratégia, com máquinas voltadas à economia de insumos, conservação do solo e redução de emissões. O plano de 2026 incorpora práticas de ESG, com atenção ao impacto ambiental, à valorização de colaboradores e ao fortalecimento de controles internos.
“O Brasil é estratégico para o Grupo Horsch, e o Paraná tem protagonismo nesses planos. A região oferece uma base industrial sólida, mão de obra qualificada e condições logísticas e fiscais favoráveis, o que nos levou a investir em um terreno de 400.000 m² em Curitiba, onde está localizada a nossa primeira fábrica no país. Esse investimento reflete nossa confiança de que o maior crescimento do Grupo Horsch nos próximos anos virá do Brasil. E temos certeza de que o Paraná é o lugar certo para isso”, conclui.