terça-feira, março 10, 2026

Autor: Redação

News

Plantio de transgênicos próximo a unidades de conservação deve seguir algumas regras; confira


Foto: Divulgação.
Foto: Divulgação.

O plantio de alimentos transgênicos no entorno de Unidades de Conservação (UCs) é permitido pela legislação federal, mas exige que o produtor rural esteja atento a um conjunto de regras rígidas para evitar infrações e embargos.

O advogado e professor Pedro Puttini Mendes explica que, embora não exista uma proibição expressa, a atividade nas chamadas Zonas de Amortecimento é monitorada e pode demandar licenciamento ambiental específico.

As restrições de uso para propriedades vizinhas a parques ou reservas concentram-se na Zona de Amortecimento, um “cinturão” criado para minimizar os impactos da atividade humana sobre a biodiversidade da unidade.

As UCs ocupam cerca de 18% do território brasileiro e dividem-se em duas categorias: as de Proteção Integral, que possuem restrições severas, como parques, e as de uso sustentável, que permitem atividade produtiva controlada.

Confira:

Desafios e alternativas

Um desafio comum são os chamados “parques de papel”, onde a unidade foi criada, mas o proprietário ainda não foi indenizado. Nesses casos, o Código Florestal oferece uma alternativa: o uso dessas áreas como Cotas de Reserva Legal (CRL), permitindo que o produtor compense a reserva de outros imóveis e transforme um passivo em um ativo financeiro.

Para investir com segurança em propriedades vizinhas a reservas ou parques, Puttini recomenda um diagnóstico prévio. Ele ressalta a importância de seguir todas as normas e regulamentos estabelecidos para evitar problemas legais e preservar o meio ambiente.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.

O post Plantio de transgênicos próximo a unidades de conservação deve seguir algumas regras; confira apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Corteva e bp produzirão biocombustíveis com canola, mostarda e girassol


biocombustíveis
Imagem gerada por IA com base em foto de arquivo do Canal Rural

A Corteva e a bp anunciaram nesta quarta-feira (7) uma joint venture para a produção de biocombustíveis, como SAF (para aviação) e diesel renovável a partir de canola, mostarda e girassol.

A nova empresa, chamada Etlas, pretende produzir um milhão de toneladas métricas de matéria-prima por ano até meados de 2030, o que tem o potencial de gerar mais de 800 mil toneladas de combustível renovável.

O fornecimento inicial está programado para começar em 2027 para uso em coprocessamento em refinarias, bem como em plantas dedicadas à produção de biocombustíveis.

Estimativas de lideranças da indústria indicam que a demanda global por SAF pode crescer para 10 milhões de toneladas até 2030, partindo de cerca de 1 milhão de toneladas em 2024, enquanto a demanda global por RD pode chegar a 35 milhões de toneladas até 2030, em comparação com aproximadamente 17 milhões de toneladas em 2024.

Áreas agrícolas já existentes

Corteva e bp informam que a matéria-prima utilizada pela Etlas será colhida de culturas cultivadas em áreas agrícolas já existentes e entre as principais safras de alimentos.

Tais culturas intermediárias podem ajudar a melhorar a saúde do solo, ao mesmo tempo em que oferecem aos agricultores uma nova fonte de receita. Como utilizam terras agrícolas existentes em períodos anteriormente improdutivos, como durante o pousio ou cobertura, elas também não geram demanda adicional por novas áreas.

O diretor global de Desenvolvimento de Negócios na Corteva, Ignacio Conti, será o novo CEO da Etlas, enquanto o vice-presidente de Novos Insumos na bp, Gaurav Sonar, assumirá como presidente do Conselho de Administração.

“À medida que a indústria da aviação busca fontes confiáveis, sustentáveis e competitivas para SAF, fica claro que os agricultores têm um papel fundamental a desempenhar”, disse Conti.

O post Corteva e bp produzirão biocombustíveis com canola, mostarda e girassol apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Preços de soja sobem em algumas regiões do Brasil; confira o fechamento de mercado


Fonte: Andre Penner

O mercado brasileiro de soja registrou negócios pontuais no porto e leve avanço nos preços nesta quarta-feira, sustentado pela melhora dos prêmios e pelo desempenho positivo da Bolsa de Chicago. De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado, Rafael Silveira, o cenário abriu oportunidades específicas no mercado físico, mas sem grande volume de negociação.

Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱

Segundo o analista, o dia foi marcado por baixa oferta, especialmente no mercado spot, onde o spread segue elevado. O produtor permanece resistente aos níveis atuais de preços, o que continua limitando os volumes negociados. Na safra nova, houve poucos ajustes, mesmo com altas pontuais em algumas regiões. Ainda assim, os valores não são considerados atrativos pelo vendedor.

No geral, as cotações seguem depreciadas e em processo de ajuste, à medida que a nova safra começa a ganhar disponibilidade no mercado.

Preços de soja no mercado físico

  • Passo Fundo (RS): subiu de 134,00 pra 135,00
  • Santa Rosa (RS): subiu de 135,00 pra 136,00
  • Cascavel (PR): manteve em 128,00
  • Rondonópolis (MT): subiu de 116,00 pra 117,00
  • Dourados (MS): subiu de 116,00 pra 117,00
  • Rio Verde (GO): subiu de 115,00 pra 117,50

Nos portos, Paranaguá (PR) manteve em 135,00, enquanto Rio Grande (RS) manteve em 137,00.

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja encerraram a sessão em alta na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O movimento foi sustentado por sinais de demanda aquecida da China pela soja norte-americana. Além disso, o avanço da colheita no Brasil e a expectativa pelo relatório de janeiro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado no dia 12, seguem no radar do mercado.

Informações divulgadas pela agência Reuters indicam que a estatal chinesa Sinograin teria adquirido mais 10 cargas de soja dos Estados Unidos. Fontes de mercado apontam que o volume já comprado desde o acordo entre os dois países gira em torno de 10 milhões de toneladas, com meta de alcançar 12 milhões até fevereiro.

A safra brasileira segue com bom desenvolvimento e está em fase inicial de colheita. Levantamento da Safras News junto às regiões produtoras indica lavouras bem estabelecidas e com bom potencial produtivo, sem riscos relevantes no momento.

Para o relatório de janeiro, o mercado espera que o USDA indique redução na produção americana de soja em 2025/26, ao mesmo tempo em que revise para cima os estoques finais. Analistas projetam corte da safra dos Estados Unidos de 4,253 bilhões para 4,232 bilhões de bushels, enquanto os estoques devem subir para 301 milhões de bushels.

No cenário global, a expectativa é de estoques finais mundiais de soja em 2025/26 em 123,1 milhões de toneladas, acima das 122,4 milhões estimadas em dezembro. Já os estoques trimestrais norte-americanos, na posição de 1º de dezembro, são projetados em 3,296 bilhões de bushels, acima do volume registrado no mesmo período de 2024.

Contratos futuros de soja

O contrato março da soja em grão fechou com alta de 10,75 centavos de dólar, a US$ 10,67 por bushel. A posição maio encerrou cotada a US$ 10,78 3/4 por bushel, também em alta de 10,75 centavos.

Nos subprodutos, o farelo com vencimento em março subiu US$ 5,90, encerrando a US$ 305,40 por tonelada. Já o óleo de soja, com vencimento em março, recuou levemente para 49,31 centavos de dólar.

Câmbio

O dólar comercial fechou o dia em alta de 0,09%, cotado a R$ 5,3860 para venda e R$ 5,3840 para compra. Ao longo da sessão, a moeda norte-americana variou entre R$ 5,3690 e R$ 5,4010.

O post Preços de soja sobem em algumas regiões do Brasil; confira o fechamento de mercado apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Crédito e subvenções alcançam 42 mil produtores em São Paulo


A Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo informou que, nos últimos três anos, consolidou uma política pública de apoio financeiro ao agro paulista por meio do Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista. Entre 2023 e 2025, “foram liberados R$ 829 milhões em crédito e subvenções”, beneficiando cerca de 42 mil produtores rurais em todas as regiões do Estado, com foco no fortalecimento da produção, na redução de riscos e na ampliação do acesso a investimentos.

Do total de recursos, a Secretaria detalha que “R$ 378 milhões foram destinados a linhas de crédito”, atendendo mais de 3 mil produtores, enquanto “R$ 451 milhões foram aplicados em subvenções”, alcançando mais de 39 mil produtores. Segundo a pasta, a estratégia combinou financiamento voltado ao desenvolvimento rural com subvenções econômicas direcionadas à mitigação de riscos, ao estímulo à sustentabilidade e aos investimentos produtivos.

De acordo com a Secretaria de Agricultura e Abastecimento, as linhas de crédito permitem que os produtores realizem investimentos diretos na atividade agropecuária, com juros subsidiados e prazos compatíveis com a realidade do campo. Já a subvenção, conforme o órgão, “representa o apoio financeiro direto do Estado, sem necessidade de devolução”, reduzindo custos, protegendo a renda e viabilizando investimentos que não seriam acessíveis apenas por meio de financiamento tradicional. A combinação das duas ferramentas ampliou o alcance da política agrícola paulista no período.

Em 2025, o FEAP registrou seu maior nível de diversificação. Segundo a Secretaria, “foram R$ 119 milhões em crédito”, distribuídos em dez linhas e 1.127 operações, que atenderam desde a produção sustentável e orgânica até a pecuária, o leite, a aquicultura e políticas específicas para mulheres e comunidades quilombolas. Os programas Desenvolvimento Rural Sustentável e Mulher Agro SP concentraram grande parte das operações, refletindo o foco na inclusão produtiva feminina e no fortalecimento da base da agricultura paulista.

No segmento de subvenções, o volume disponível chegou a R$ 206 milhões em 2025, com cerca de 17 mil operações e 12 mil produtores atendidos, abrangendo cinco programas. A Secretaria destaca que o Seguro Rural manteve papel central na proteção da atividade no campo, enquanto o Pró-Trator avançou na modernização da produção. O Pagamento por Serviços Ambientais reforçou o compromisso ambiental do Estado, e iniciativas como Irriga+ e Artesanal + Legal ampliaram o alcance da política pública para áreas como irrigação e regularização da produção artesanal.





Source link

News

Instituto desenvolve ‘horta inteligente’ para pequenas propriedades rurais


Horta
Foto: Rosa, Felipe Santos da/ Embrapa

Estudantes e professores do Centro de Pesquisas do Instituto Mauá de Tecnologia desenvolveram uma “horta inteligente” que utiliza sensores, dados climáticos e automação para apoiar a tomada de decisão no campo.

A proposta é democratizar o acesso à agricultura de precisão, especialmente para pequenas propriedades rurais.

O sistema combina sensores de umidade do solo e uma estação meteorológica, capaz de medir índices de chuva, temperatura, umidade do ar, velocidade do vento e luminosidade. Os dados são coletados em tempo real e servem como base para soluções que podem ser replicadas em pequenas propriedades rurais.

O projeto teve início em 2020 com objetivo de permitir a introdução da tecnologia na agricultura de precisão.

“Para isso, nós criamos uma pequena horta, uma horta em pequena escala, mas que na qual nós pudéssemos introduzir tecnologias que poderiam depois serem reproduzidas em fazendas com maiores dimensões”, explica o professor e pesquisador do Instituto Mauá de Tecnologia, Wanderson Assis.

Conectividade e baixo custo

O grande diferencial do projeto é a conectividade de longo alcance e baixo custo. As informações coletadas pelos sensores são transmitidas por internet das coisas para uma central de controle. 

Com essas informações disponíveis em servidores, o produtor pode acompanhar as condições do solo e do clima, entender o que acontece na lavoura e tomar decisões com mais precisão.

Expectativas

O projeto agora entra em uma nova fase, que inclui o uso de inteligência artificial e processamento de imagens. A ideia é identificar pragas, como o pulgão, e otimizar ainda mais o manejo da irrigação, aplicando água e defensivos apenas onde e quando necessário.

Embora os testes atuais sejam realizados com o trigo, a tecnologia é adaptável para qualquer cultura, prometendo democratizar a agricultura digital para o pequeno produtor.

“A tecnologia traz vários benefícios, como, por exemplo, redução de custos, uso mais eficiente da água, aumento a produtividade e mitigação de riscos climáticos”, Assis.

Segundo o pesquisador, a expectativa é que a “horta inteligente” contribua para uma produção mais sustentável e eficiente, ampliando o acesso à agricultura digital e fortalecendo a competitividade do pequeno produtor rural.

O post Instituto desenvolve ‘horta inteligente’ para pequenas propriedades rurais apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Após estiagem, retorno das chuvas melhora aspecto das lavouras de soja no interior de SP


grãos soja abiove
Foto: Paulo Lanzetta/Embrapa

As lavouras de soja da safra 2025/26 em Guaíra, no nordeste do estado de São Paulo, apresentam bom aspecto vegetativo após o retorno das chuvas. A área cultivada no município soma cerca de 16 mil hectares.

* Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱

Até o período próximo ao Natal, as lavouras vinham sendo afetadas pela falta de chuvas e pelas altas temperaturas, o que gerava preocupação quanto ao desenvolvimento das plantas. No entanto, a ocorrência de 94 milímetros de precipitação em 20 de dezembro alterou o cenário, promovendo recuperação visual das áreas cultivadas e reduzindo o potencial de perdas decorrentes do período seco.

Novos volumes de chuva foram registrados no início de janeiro, com 6 mm no dia 2 e 26 mm no dia 5, contribuindo para a manutenção da umidade do solo e beneficiando o estágio atual das lavouras. A maior parte das áreas se encontra em fase de enchimento de vagens, enquanto uma parcela menor ainda permanece em florescimento.

A expectativa de produtividade média para a soja na região varia entre 3.600 e 3.720 quilos por hectare, refletindo o impacto positivo das chuvas recentes sobre o potencial produtivo da safra.

Soja em São Paulo

No cenário estadual, a estimativa mais recente aponta que a área cultivada com soja em São Paulo deve alcançar 1,455 milhão de hectares na safra 2025/26, avanço de 1% em relação à temporada anterior.

A produção está projetada em 5,472 milhões de toneladas, também com crescimento de 1%, enquanto a produtividade média deve se manter em torno de 3.780 quilos por hectare, nível semelhante ao registrado no ciclo anterior.

O post Após estiagem, retorno das chuvas melhora aspecto das lavouras de soja no interior de SP apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

AgroNewsPolítica & AgroSafra

Portos da Região Norte crescem mais de 31% e movimentam 12,6 milhões de…


Resultado é impulsionado pela navegação interior e pela expansão da cabotagem, com destaque para o transporte de contêineres

Os portos da Região Norte do Brasil movimentaram 12,6 milhões de toneladas de cargas em outubro de 2025, volume 31,46% superior ao registrado no mesmo período de 2024, quando a movimentação somou 10,2 milhões de toneladas. Os números, da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), confirmam a trajetória de crescimento da atividade portuária na região.
 

Segundo o levantamento feito pelo Ministério de Portos e Aeroportos, o avanço foi impulsionado principalmente pela navegação interior, que respondeu por 7,4 milhões de toneladas, crescimento de 25,28% na comparação anual. A modalidade tem papel fundamental na integração logística regional, especialmente no escoamento da produção agrícola e mineral.

A navegação de cabotagem também apresentou desempenho positivo, com alta de 26,71% em relação a outubro do ano anterior, totalizando 872 mil toneladas movimentadas. O principal destaque foi o transporte de contêineres, que registrou crescimento de 128%, evidenciando o fortalecimento da cabotagem como alternativa logística eficiente, sustentável e competitiva.

Para o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, os dados demonstram que investimentos estratégicos na região são importantes também para a logística nacional. “O desempenho da Região Norte reflete os investimentos em infraestrutura portuária e logística e reforça o papel dos portos como vetores de desenvolvimento econômico, integração regional e ampliação da competitividade das exportações brasileiras”, afirmou.

Movimentação

A navegação de longo curso alcançou 4,4 milhões de toneladas, crescimento de 19,22% na comparação com outubro de 2024, mantendo papel relevante no fluxo de exportações da Região Norte.

Entre as principais mercadorias movimentadas no período, o milho liderou com 3,8 milhões de toneladas, seguido pela bauxita, com 1,9 milhão de toneladas, e pelos contêineres, que somaram aproximadamente 1 milhão de toneladas.

No recorte por terminal, o Porto de Vila do Conde (PA) registrou o maior volume movimentado em outubro, com 1,8 milhão de toneladas. Na sequência, o Porto de Santarém (PA) alcançou 1 milhão de toneladas movimentadas no período.

Crescimento nacional

O resultado da Região Norte acompanha o bom momento do setor portuário brasileiro. Segundo a Antaq, os meses de setembro e outubro registraram movimentações de 120,4 milhões e 121,5 milhões de toneladas, respectivamente, os maiores volumes da série histórica.





Source link

News

Forragem hidropônica revoluciona pecuária brasileira com alta produtividade; entenda


Foto: Divulgação.
Foto: Divulgação.

A forragem hidropônica (FVH) está sendo apontada como uma técnica revolucionária para a pecuária brasileira, permitindo a produção de até 100 toneladas de matéria verde por dia por hectare.

O segredo dessa produtividade extraordinária reside no sistema de cultivo vertical e indoor, que utiliza estruturas de alta densidade para transformar grãos em biomassa em apenas dez dias, independentemente de chuvas ou da qualidade do solo.

Em entrevista ao Giro do Boi, o consultor Reginaldo Rocha afirmou que o sistema otimiza o uso da terra e da água, com redução de até noventa e nove por cento no consumo hídrico. Rocha ressaltou que a forragem hidropônica entrega um alimento de altíssima digestibilidade, podendo reduzir os custos operacionais da fazenda em até cinquenta por cento.

Confira:

Produção e benefícios da forragem hidropônica

A produção da forragem hidropônica funciona através da germinação controlada de grãos, como milho, aveia, cevada e trigo, criando um “tapete” verde rico em nutrientes. Diferente do grão seco ou da silagem, a forragem hidropônica oferece um alimento “vivo”, com benefícios diretos para a saúde do rebanho.

O investimento em forragem hidropônica apresenta um retorno financeiro (payback) menor que vinte e quatro meses. Além da economia com maquinário pesado e diesel, a técnica é uma solução estratégica para enfrentar períodos de seca extrema.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.

O post Forragem hidropônica revoluciona pecuária brasileira com alta produtividade; entenda apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Bom desempenho marca a safra 25/26 de soja, milho e feijão no Paraná


Soja
Aprosoja MT

Os trabalhos de campo nas principais culturas agrícolas do Paraná seguem em ritmo acelerado na safra 25/26, conforme dados do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab).

O levantamento mais recente do Sistema de Acompanhamento de Safra Subjetiva (PSS), referente à segunda semana de janeiro, mostra bom desenvolvimento das lavouras em praticamente todas as regiões do estado.

A soja, principal cultura agrícola paranaense, já ocupa uma área de 4,8 milhões de hectares plantados. A maior parte das lavouras encontra-se em condições consideradas boas, com predominância das fases de desenvolvimento vegetativo e floração.

A produção estimada é praticamente de 22 milhões de toneladas, reforçando a expectativa de mais uma grande safra para o estado.

No caso do milho, a primeira safra soma cerca de 339 mil hectares plantados, com lavouras bem distribuídas em todas as regiões produtoras. As condições das lavouras também são positivas, com mais de 90% das áreas classificadas entre médias e boas. Já a segunda safra de milho, já tem mais de 2,8 milhões de hectares projetados, embora o plantio ainda esteja em fase inicial.

O feijão, cultura essencial para o abastecimento interno, apresenta dois cenários distintos. Na primeira safra, o estado contabiliza aproximadamente 103,6 mil hectares plantados, com avanço da colheita em algumas regiões e produção estimada em cerca de 184 mil toneladas. Já o feijão da segunda safra ainda está em início de plantio, com grande parte das áreas previstas.

Condições climáticas

De acordo com o Deral, as condições climáticas têm favorecido o desenvolvimento das lavouras até o momento, mas o acompanhamento segue atento, especialmente em relação à regularidade das chuvas nos próximos meses, fator decisivo para a consolidação das produtividades esperadas.

O post Bom desempenho marca a safra 25/26 de soja, milho e feijão no Paraná apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Bunge e Mantiqueira fecham acordo para fornecimento de farelo de soja; saiba mais


grãos, agricultores
Foto: Fabio Scremin/APPA

A Bunge e a Mantiqueira Brasil firmaram um acordo comercial para o fornecimento de 12 mil toneladas de farelo de soja 100% rastreável e com menor pegada de carbono, em uma iniciativa voltada à promoção da agricultura regenerativa no Brasil.

O insumo será utilizado na produção de ração para as aves poedeiras das unidades produtivas da Mantiqueira, explicou a companhia em nota.

Segundo as empresas, o farelo é originado de fazendas que adotam práticas sustentáveis voltadas à melhoria da saúde do solo, da biodiversidade e ao aumento dos estoques de carbono.

A transação integra a estratégia da Bunge de conectar a produção sustentável de grãos à demanda de clientes que buscam reduzir emissões e ampliar a rastreabilidade de suas cadeias de suprimentos.

A parceria inclui o monitoramento da pegada de carbono do produto por meio de uma plataforma blockchain, que consolida informações desde a fazenda até o destino final. De acordo com a Bunge, a pegada de carbono do farelo fornecido é estimada entre 40% e 70% menor do que a média brasileira, considerando metodologias de mercado como EcoInvent, GFLI e AgriFootprint.

O indicador adotado é auditado por terceira parte e utiliza dados primários coletados nas fazendas participantes do Programa de Agricultura Regenerativa da companhia. Além do fornecimento do farelo, o acordo prevê um projeto piloto com o uso do fertilizante orgânico Solobom, produzido a partir de esterco de galinhas poedeiras da Mantiqueira Brasil.

Testes preliminares foram realizados em áreas de milho safrinha, com a aplicação de cerca de 100 toneladas do produto, e novos ensaios estão previstos para outras culturas.

O post Bunge e Mantiqueira fecham acordo para fornecimento de farelo de soja; saiba mais apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link