De acordo com informações da Agência Brasil, parte do estado de São Paulo teve o fornecimento de energia interrompido após a passagem de um ciclone extratropical desde terça-feira (9). A Enel informou que 2.052.401 clientes na Região Metropolitana de São Paulo foram afetados.
Segundo a concessionária, “por causa dos ventos, em alguns pontos a rede elétrica é atingida por objetos e galhos, o que prejudica o fornecimento, além da queda de árvores”. A empresa destacou que, em São Paulo, a velocidade dos ventos alcançou 96,3 km/h, conforme dados da Defesa Civil. Segundo a Agência Brasil, o Corpo de Bombeiros registrou 514 chamados para queda de árvores na manhã desta quarta-feira (10). A distribuidora afirmou ter mobilizado 1,3 mil equipes para restabelecer o fornecimento nas áreas atendidas.
A Defesa Civil do Estado emitiu alerta para fortes rajadas de vento no fim da manhã desta quarta. Em comunicado nas redes sociais, o órgão ressaltou: “Ontem [terça-feira] o destaque foi para fortes chuvas. Hoje [quarta-feira] o destaque é para as fortes rajadas de vento que atingem todo o estado de São Paulo”. Os avisos vêm sendo reiterados desde o início da semana, quando o ciclone extratropical avançou pela região.
Segundo a Agência Brasil, a Defesa Civil registrou quedas de árvores em diversos municípios, entre eles Vera Cruz, Guareí, Ribeirão Bonito, Caieiras, Ferraz de Vasconcelos, Araçatuba, Matão, Redenção da Serra, Vargem Grande Paulista, Fernandópolis, Osasco, Guaratinguetá, Botucatu, Santa Cruz do Rio Pardo, Elisiário, Ibaté, Biritiba, Guapiara, Oscar Bressane e Barra Bonita. O Instituto Butantan informou o fechamento do Parque de Ciência devido às rajadas de vento registradas nesta quarta-feira.
Xi Jinping, presidente da China | Foto: World Economic Forum/Pascal Bitz/ Divulgação
A China sinalizou que, em 2026, deve depender de maneira forte e contínua de estímulos fiscais para sustentar o ritmo de crescimento econômico. A orientação foi divulgada após a Conferência Central de Trabalho Econômico, encontro anual que define as diretrizes macroeconômicas do país. Segundo Pequim, manter um déficit orçamentário “necessário” e altos níveis de gasto público será fundamental diante da desaceleração da demanda interna e das crescentes tensões comerciais no cenário global.
O governo chinês pretende aprofundar ajustes anticíclicos, mantendo o déficit próximo ao patamar recorde de 4% do PIB e ampliando a emissão de dívida. A estratégia fiscal será acompanhada de medidas para estimular o consumo das famílias e acelerar o desenvolvimento de setores considerados estratégicos, especialmente aqueles ligados à inovação tecnológica. No campo monetário, autoridades reforçaram que seguirão utilizando instrumentos flexíveis, como cortes no compulsório e possíveis reduções adicionais de juros, para sustentar a atividade econômica.
Mesmo com sinais de resiliência ao longo de 2025, impulsionada pela diversificação das exportações em resposta às tarifas impostas pelos Estados Unidos, a China enfrenta limitações estruturais. O modelo baseado em forte produção industrial e superávits comerciais elevados tem ampliado pressões internacionais, levando parceiros a exigir maior contribuição do país para o equilíbrio da demanda global.
Diante desse quadro, Pequim reconhece que será necessário fortalecer o mercado doméstico, reduzir desequilíbrios e avançar em um crescimento mais sustentável. A promessa de estímulos robustos em 2026 indica que o governo continua disposto a sustentar a economia, mesmo ao custo de maior endividamento público.
Dados da Secex analisados pelo Cepea mostram que as exportações brasileiras de carne suína caíram 26,3% de outubro para novembro, a maior queda mensal desde dezembro de 2015, quando a retração foi de 28,5%.
os embarques da proteína totalizaram 105,2 mil toneladas no mês passado, o menor volume desde janeiro deste ano, ficando abaixo também da quantidade de novembro/24, de 111,5 mil toneladas.
Já no acumulado de 2025 (até novembro), o total exportado supera o de 2024 inteiro, somando 1,35 milhão de toneladas, ante 1,33 milhão de toneladas do ano passado.
Quanto aos abates, dados do IBGE analisados pelo Cepea indicam que o volume de suínos abatido no terceiro trimestre deste ano foi o maior da história, com quase 1,5 bilhão de quilos produzidos entre julho e setembro em todo o País.
Em comparação com o trimestre anterior, houve crescimento de 5,3%, e, frente a igual intervalo do ano passado, de 6,1%. Analistas do Cepea ressaltam que, historicamente, o terceiro trimestre é o pico de produção do ano, enquanto o quarto, o menor.
Sistema de rastreabilidade cruza informações ambientais e sanitárias para garantir a legalidade na cadeia da carne bovina (Foto: Reprodução).
Em novembro, a disponibilidade interna de carne bovina ficou próxima de 517 mil toneladas, o menor volume na série histórica desde março/23. Isso é o que indicam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
As projeções para dezembro indicam manutenção desse cenário de oferta restrita. Segundo o instituto, a quantidade ofertada ao mercado doméstico neste período de maior consumo tem mantido as cotações firmes.
Os preços da arroba e da carne no atacado atravessaram novembro em alta moderada e iniciam dezembro sustentados, refletindo a necessidade da indústria em complementar suas escalas com animais adquiridos no spot.
Decisão da Terceira Turma afirma que apenas o arrendatário que exerce atividade rural pessoal e diretamente é que possui assegurado o direito de preferência na compra do imóvel, reforçando a importância de contratos bem elaborados no setor
A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) firmou, em recente julgamento do Recurso Especial n.º 2.140.209/SP, entendimento com grande impacto nas relações contratuais agrárias no país, especialmente, no tocante aos contratos de arrendamento rural. Segundo a decisão, o arrendatário que não possui perfil de homem do campo, ou seja, que não exerce pessoal e diretamente a atividade rural, não tem direito de preferência na aquisição do imóvel.
Ao relatar o caso, o ministro responsável destacou que o STJ já havia reconhecido, em decisões anteriores, que a mera existência de um contrato de arrendamento não garante automaticamente o direito de preferência ao arrendatário. O advogado da HBS Advogados, Roberto Bastos Ghigino, esclarece que, de acordo com o voto, o Estatuto da Terra condiciona esse benefício à figura do trabalhador rural que efetivamente cultiva a terra e cumpre sua função social. “Ainda, segundo o relator, a regulamentação do Estatuto reforça essa interpretação ao atribuir seus benefícios apenas aos que exploram a atividade rural de maneira pessoal, direta e eficiente. Nessa linha, o relator concluiu que, na ausência do direito de preferência, deve prevalecer a livre concorrência entre interessados, ficando o imóvel com quem apresentar a melhor proposta financeira”, detalha.
A decisão, embora não tenha caráter vinculante, acende um alerta no setor. Especialistas ressaltam que o posicionamento pode sinalizar uma tendência de restringir a aplicação das normas cogentes do direito agrário apenas aos produtores considerados hipossuficientes, aqueles que trabalham diretamente a terra, deixando de lado a ideia central do Estatuto da Terra, que é garantir a continuidade da exploração agrícola, a função social da propriedade e, em última instância, a segurança alimentar.
Nesse cenário, Ghigino alerta que “cresce a importância de contratos bem redigidos para assegurar direitos e evitar controvérsias. No próprio caso analisado pelo STJ, o desfecho poderia ser diferente caso o contrato de arrendamento previsse expressamente o direito de preferência do arrendatário, independentemente da aplicação das regras do Estatuto”, refere. A recomendação vale também para outros direitos previstos na legislação agrária, como o de retenção por benfeitorias e o de renovação automática do contrato, que podem ser reforçados por cláusulas contratuais claras e específicas.
O Brasil vive hoje um desequilíbrio institucional que combina tensão, desconfiança e competição aberta entre os poderes. O Executivo governa sob a lógica eleitoral de 2026, mais preocupado com fidelizar sua base social do que com reformas estruturais. Enquanto, o Legislativo reage ampliando privilégios, aprovando medidas de impacto fiscal elevado e blindagens políticas para sobreviver à própria impopularidade. E o Judiciário, percebendo o vácuo de autoridade, avança sobre pautas que antes pertenciam à arena política, assumindo papel de árbitro permanente, e por vezes protagonista.
O resultado é um sistema em que cada poder atua por instinto de sobrevivência, e não por compromisso com um projeto nacional. Não há prioridade comum, coordenação ou visão de futuro. Há apenas movimentos táticos, decisões improvisadas e disputas de território político. Num ambiente assim, qualquer política pública se torna refém do conflito.
A mediocridade como método e a ausência de projeto
A crise não é ideológica. É estratégica. O Brasil não discute produtividade, inovação, educação, infraestrutura, reforma administrativa ou competitividade global. Não se discute sequer como preparar o país para um mundo dominado por tecnologia, transição energética e disputa geopolítica entre grandes potências.
A agenda nacional está sequestrada por:
Manobras regimentais,
Pautas de blindagem,
Trocas fisiológicas,
Batalhas entre partidos e corporações,
Narrativas eleitorais vazias.
Enquanto Brasília gira em torno de si mesma, o país real, pobre, desigual, com serviços públicos colapsados, segue sem direção, sem liderança e sem horizonte. O problema não é apenas moral. É econômico. Um país sem projeto não cresce.
Impactos econômicos imediatos: o risco real de fuga de capitais
Mercados não convivem bem com o improviso. A disputa permanente entre os Poderes cria o pior cenário possível para quem investe:
Incerteza sobre regras,
Imprevisibilidade sobre decisões,
Falta de coordenação entre instituições,
Sinais contraditórios sobre política fiscal e monetária.
Investidores, domésticos e internacionais, observam que o Brasil está preso em um ciclo de autopreservação política, sem reformas, sem clareza e sem estabilidade.
O efeito é direto:
Empresas adiam decisões de expansão.
Projetos estratégicos são congelados.
Fundos reduzem exposição ao risco Brasil.
Investidores estrangeiros preferem esperar, ou sair.
E em países emergentes, a saída de capitais acontece de forma súbita. Basta um gatilho político, um conflito entre Poderes, uma decisão judicial controversa, uma ruptura fiscal, para desencadear fuga em massa.
O resultado é conhecido:
Câmbio dispara,
Juros sobem,
Crédito encarece,
Inflação pressiona,
Toda economia produtiva é penalizada, incluindo o agro, que sente imediatamente a pressão sobre os custos e a desvalorização de receitas.
Nenhum país cresce com poderes em guerra. E nenhum investidor permanece onde o próprio Estado parece caminhar sem rumo.
O país tem potencial extraordinário: energia barata, agro competitivo, matriz limpa, recursos naturais únicos, população empreendedora. Mas falta o essencial: projeto nacional, liderança estável e coordenação mínima entre os poderes. Enquanto Brasília trava guerras internas, o Brasil real,o que produz, trabalha e investe, fica à deriva.
Se o país não recuperar previsibilidade institucional, pode perder mais do que o futuro. Pode perder o presente: crescimento, empregos, investimentos e até a confiança que ainda resta. E sem confiança, nenhum país se sustenta.
*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural
O Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.
A manutenção da Taxa Selic, juros básicos da economia, em 15% ao ano recebeu críticas do setor produtivo. Apesar de a decisão ter sido amplamente esperada pelo mercado, entidades empresariais e sindicais veem na postura do Banco Central (BC) um entrave ao crescimento econômico num cenário de inflação em queda, desaceleração da economia e perda de fôlego do mercado de trabalho.
CNI: decisão ignora desaceleração
Em nota, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) avaliou que o BC desconsiderou “evidências robustas” de que a economia já permitiria iniciar um ciclo de redução da Selic. O presidente da entidade, Ricardo Alban, afirmou que a manutenção dos juros “é excessiva e prejudicial”, intensificando a perda de ritmo da atividade, encarecendo o crédito e inibindo investimentos. Para ele, há espaço para um ajuste gradual sem comprometer a convergência da inflação para a meta.
A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) recebeu com preocupação a manutenção dos juros em níveis altos. Em comunicado, o presidente da CBIC, Renato Correia, afirma que a continuidade do crescimento do setor em 2026 depende da queda dos juros o mais rápido possível.
Comércio
O economista-chefe da Associação Paulista de Supermercados (Apas), Felipe Queiroz, considerou que o BC mantém uma política desconectada da conjuntura nacional e internacional. Ele lembrou que países como os Estados Unidos iniciaram cortes enquanto o Brasil conserva uma das maiores taxas reais do mundo. Segundo Queiroz, a postura atual “prejudica investimentos, consumo e agrava entraves estruturais”, além de dificultar a condução da política fiscal.
Em tom mais moderado, a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) avaliou que a manutenção era esperada e reflete um ambiente ainda delicado. Para o economista Ulisses Ruiz de Gamboa, a inflação e as expectativas continuam acima da meta, e o contexto inclui expansão fiscal, resiliência do mercado de trabalho e incertezas internacionais. Ele afirmou que o comunicado do Comitê de Política Monetária (Copom) será decisivo para entender a sinalização dos próximos passos.
Centrais sindicais
Em nota, a Central Única dos Trabalhadores (CUT) classificou a decisão como um “descumprimento das necessidades da população e do setor produtivo”. A presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro da CUT (Contraf-CUT) e vice-presidenta da CUT, Juvandia Moreira, disse que a Selic elevada desvia recursos do investimento produtivo para o “rentismo”. Economistas ligados à central afirmam que a inflação está controlada e que o aperto monetário já provoca queda no consumo, desaceleração do PIB e perda de dinamismo no mercado de trabalho.
A Força Sindical criticou de forma contundente a decisão, classificando-a como “vergonha nacional”. Para o presidente da entidade, Miguel Torres, o Copom favorece especuladores e estrangula a economia ao insistir em juros elevados. Ele afirma que a política atual prejudica campanhas salariais, limita o consumo e impõe obstáculos ao desenvolvimento. “Estamos vivendo a era dos juros extorsivos”, afirmou em comunicado.
No morning call desta quinta-feira (11), a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta que o Fed cortou os juros em 25 pontos-base para 3,50%–3,75%, sinalizando pausa cautelosa e apoiando alta das bolsas nos EUA, com avanço de bancos e tecnologia.
No Brasil, Ibovespa subiu a 159 mil pontos, mas o dólar fechou a R$ 5,47 e juros futuros avançaram após Copom manter Selic em 15% com tom duro. Hoje, destaque para dados do varejo e agrícolas do IBGE e indicadores globais nos EUA.
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Segundo análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgada na segunda-feira (8), os primeiros meses do ciclo de exportações da safra 2024/25 apresentaram “volumes mais baixos registrados nos últimos anos”. No entanto, o instituto afirma que novembro de 2025 interrompeu essa tendência, ao registrar “o segundo maior volume para um mês em toda a série histórica para as exportações nacionais”, ficando atrás apenas de janeiro de 2025.
O Imea destaca que Mato Grosso respondeu por 58,37% dos embarques nacionais no período, com 234,93 mil toneladas. O relatório aponta ainda que “a China voltou a liderar as exportações de algodão do estado, com 52,48 mil t”, fato que não ocorria desde novembro de 2024.
Por fim, o documento da Secex indica “perspectiva positiva em relação ao cenário futuro da demanda pelo algodão mato-grossense”, após um início de ciclo mais lento, e reforça a expectativa de um novo recorde nas exportações de pluma.
O ciclone extratropical que afetou fortemente o Sul do país deve se afastar e deixar o tempo mais firme na região. As instabilidades também diminuem no Sudeste, enquanto pancadas fortes de chuva se fazem presentes no restante do país. Confira:
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Sul
O tempo deve seguir mais firme ao longo do dia na Região Sul. Entre o fim da tarde e o início da noite, novas pancadas de chuva avançam pelo sul, sudeste e litoral sul do Rio Grande do Sul, além de áreas do leste do Paraná, com chuvas fracas a moderadas. As temperaturas começam a se elevar e as rajadas de vento ainda podem ocorrer com maior intensidade no litoral e nordeste gaúcho, além do leste de Santa Catarina e do Paraná.
Sudeste
As instabilidades diminuem em grande parte da Região, mas a presença de umidade na atmosfera ainda favorece pancadas de chuva no norte e nordeste paulista, além da metade norte e oeste de Minas Gerais, de maneira fraca a moderada, podendo ocorrer de forma mais forte em alguns pontos. Em algumas áreas do Espírito Santo e do Rio de Janeiro, também há chance de chuva.
Centro-Oeste
As chuvas continuam ocorrendo em Mato Grosso e em Goiás, e devem ficar mais concentradas no norte dos estados, com chance de chuva moderada a forte e risco de temporais. Já em Mato Grosso do Sul, as instabilidades voltam a aumentar devido à presença de uma baixa pressão sobre o Paraguai, e as temperaturas seguem elevadas.
Há chance de chuva em boa parte do Maranhão, sul do Piauí e oeste da Bahia, de moderada a forte intensidade. Já no nordeste do Maranhão, norte do Piauí, Ceará e Rio Grande do Norte, há chance de chuvas mais fracas, enquanto no restante da Região o tempo segue mais firme. As temperaturas continuam elevadas.
Norte
Em áreas da metade norte do Pará, além de Roraima, o tempo segue mais firme. Já no Amazonas, metade sul do Pará e em Tocantins, as pancadas de chuva seguem ocorrendo. No Amapá, as instabilidades aumentam, podendo ocorrer de maneira mais moderada.