terça-feira, março 31, 2026

Autor: Redação

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Segredo no manejo leva soja a alta produtividade



O controle fitossanitário também foi priorizado


O controle fitossanitário também foi priorizado
O controle fitossanitário também foi priorizado – Foto: Pixabay

O manejo adequado da soja nas fases reprodutivas tem papel decisivo na definição do potencial produtivo, especialmente em momentos críticos como o florescimento e o enchimento de grãos. Estratégias que favorecem a retenção de estruturas e a redistribuição de nutrientes podem resultar em ganhos expressivos de rendimento no campo.

Com foco nessas etapas, o produtor Paulo Storti adotou o uso de bioestimulantes nas fases R1 e R5 na Fazenda Santana, em Itapeva (SP). A prática contribuiu para maior retenção de vagens e incremento no peso dos grãos, fatores que ajudaram a alcançar produtividade de 126,71 sacas por hectare. O desempenho garantiu ao produtor o primeiro lugar no Desafio Nacional de Máxima Produtividade de Soja da safra 24/25, promovido pelo Comitê Estratégico Soja Brasil.

Segundo o produtor, a antecipação de decisões e o uso de dados foram determinantes ao longo do ciclo. Mesmo diante de variações climáticas, como veranico no início da formação de vagens e excesso de chuvas na maturação, o planejamento técnico orientou os ajustes necessários. O escalonamento do plantio e o uso de tecnologias de monitoramento em tempo real permitiram preservar o potencial produtivo.

O controle fitossanitário também foi priorizado, com atenção à ferrugem asiática, mancha-alvo e percevejo-marrom. O manejo incluiu fungicidas protetores desde estágios iniciais e alternância de mecanismos de ação, além de monitoramento frequente e controle antecipado de pragas.

Na área, práticas como rotação de culturas, plantio direto e uso racional de insumos foram associadas ao uso crescente de biodefensivos, promovendo maior equilíbrio biológico e eficiência produtiva. A avaliação é de que o uso consistente de informações e o conhecimento detalhado da área são fatores essenciais para alcançar altos níveis de produtividade.

 





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Safra de arroz mantém qualidade dos grãos


O Emater/RS-Ascar informou que a colheita de arroz no Rio Grande do Sul avançou para 35% da área cultivada, conforme o Informativo Conjuntural divulgado na quinta-feira (26). O progresso foi favorecido por períodos de baixa precipitação, ainda que tenham ocorrido chuvas esparsas.

Segundo o levantamento, “o cultivo de arroz registrou avanço contínuo da colheita, alcançando 35% da área, impulsionado por períodos de baixa precipitação ou acumulados pouco significativos”. A maior parte das lavouras está em maturação, com 47% da área, enquanto 18% ainda se encontram em enchimento de grãos, fase considerada sensível às condições hídricas e de radiação solar.

De acordo com o relatório, “de maneira geral, as produtividades vêm se confirmando em patamares satisfatórios a elevados nas áreas já colhidas”, embora haja redução em relação à safra anterior em parte das lavouras. O documento aponta que essa variação está associada a fatores como menor incidência solar, temperaturas fora da faixa ideal em momentos críticos e mudanças no nível tecnológico adotado. A qualidade industrial também foi destacada. “A qualidade industrial dos grãos colhidos é considerada adequada, com bom rendimento de engenho”, informa.

A colheita segue condicionada à redução da umidade dos grãos e a fatores climáticos. “Eventuais intercorrências climáticas, como ventos e precipitações, podem interferir pontualmente no ritmo das operações e na qualidade final da produção”, registra o boletim. A área cultivada no estado é de 891.908 hectares, conforme dados do IRGA, e a produtividade média está projetada em 8.744 quilos por hectare.

Nas regionais, o avanço ocorre em ritmos distintos. Em Bagé, a colheita chegou a 29% da área, mesmo com registros de chuva durante o período. Em Uruguaiana, há relatos de acamamento pontual causado por ventos, sem perdas quantificadas. Em São Gabriel, 25% da área foi colhida, com produtividades entre 10% e 20% abaixo da safra anterior.

Na regional de Pelotas, a colheita também atingiu 35% da área, com predominância de lavouras em maturação. Já em Santa Maria, os trabalhos superam 40% da área, com produtividades acima de 8.000 kg/ha, chegando a 9.000 kg/ha em algumas áreas. O cenário, segundo o boletim, indica potencial produtivo elevado, com resultados superiores aos inicialmente projetados em diversas regiões.

Em Santa Rosa, a colheita foi iniciada, mas segue limitada pelas chuvas. Na regional de Soledade, os trabalhos alcançaram 35% da área, com destaque para a qualidade dos grãos e rendimento de engenho. O relatório também aponta que “o monitoramento fitossanitário segue ativo, e a ocorrência de percevejos e brusone está sob controle”.





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Produção de milho deve cair mesmo com mais área


A nova temporada de milho no Brasil aponta para leve expansão de área, mas com expectativa de recuo na produção total, refletindo ajustes entre as safras e influência das condições climáticas ao longo do ciclo. Dados do Rally da Safra indicam mudanças relevantes na distribuição entre primeira e segunda safra, além de impactos do calendário de plantio sobre o potencial produtivo.

A área total estimada para 2025/26 é de 22,9 milhões de hectares, alta de 2,7% frente ao ciclo anterior. O avanço é puxado pela segunda safra, que cresce 2,5% e alcança 18,5 milhões de hectares, enquanto a primeira safra registra aumento de 3,6%, somando 4,4 milhões de hectares. Apesar da expansão da área, a produção total é projetada em 141,6 milhões de toneladas, queda de 6,2% em relação à temporada passada.

O recuo está concentrado na segunda safra, cuja produção é estimada em 114,5 milhões de toneladas, retração de 7,6%. Já a primeira safra apresenta leve alta de 0,3%, chegando a 27,1 milhões de toneladas. O ritmo de plantio da safrinha segue próximo ao padrão recente, com leve atraso em relação à média de cinco anos em algumas etapas, mas mantendo convergência ao longo de março.

O levantamento também destaca a dependência crescente das lavouras por chuvas em períodos mais tardios. Em estados como Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Paraná, aumenta a parcela de áreas que necessitam de precipitações em maio para sustentar o potencial produtivo, especialmente nas lavouras plantadas fora da janela ideal.

As simulações indicam que o atraso no plantio eleva o risco climático. Em Goiás e Mato Grosso, áreas semeadas em março tendem a apresentar maior sensibilidade a cortes de chuva a partir da segunda quinzena de abril, com possíveis perdas de produtividade. Por outro lado, a manutenção das chuvas até abril e maio pode sustentar bom desempenho mesmo nas áreas mais tardias.

 





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Argentina permite mistura de até 15% de etanol na gasolina após choque do…


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BUENOS AIRES, 27 Mar (Reuters) – O governo da Argentina anunciou nesta sexta-feira que permitirá que as empresas locais misturem voluntariamente até 15% de etanol à gasolina, em uma tentativa de reduzir o impacto dos preços mais altos do petróleo sobre os custos locais dos combustíveis.

“A medida tem como objetivo dar maior flexibilidade ao setor e amortecer qualquer aumento potencial nos preços do combustível na bomba, protegendo os consumidores”, disse a Secretaria de Energia em um comunicado.

Os preços da gasolina no país sul-americano subiram mais de 18% em março, segundo estimativas de analistas, impulsionados pela guerra entre Estados Unidos e Israel contra o Irã, e acumulam alta superior a 60% em relação ao ano anterior.

A Secretaria de Energia da Argentina, subordinada ao Ministério da Economia, aumentou o teor máximo de oxigênio permitido no combustível para 5,6%, dando às refinarias flexibilidade para adicionar mais etanol e usar menos gasolina em suas misturas, contribuindo para a redução dos custos totais.

A secretaria esclareceu que a resolução não impõe novas exigências às refinarias nem modifica a mistura obrigatória de bioetanol. Também não introduz alterações ao atual regime do biodiesel, que já permite misturas de até 20%.

(Reportagem de Lucila Sigal)

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Barra AgroShow 2026: Lançamento em Juazeiro marca expansão estratégica do Médio São Francisco


Foto: Divulgação/Marca Comunicação

A organização da Barra AgroShow 2026 se prepara para o lançamento da segunda edição. Realizado em Barra, no Médio São Francisco, o evento ganhou uma nova data e será realizado entre os dias 26 e 29 de agosto.

Como parte da divulgação, um evento de lançamento será realizado no dia 15 de abril, em Juazeiro (BA), no Norte do estado, e deve reunir lideranças políticas, empresários, investidores e representantes do setor produtivo.

Na cidade que também cresceu às margens do Velho Chico, o objetivo, de acordo com a organização, é apresentar ao setor produtivo de Juazeiro uma das regiões mais promissoras do agro irrigado nacional: o Médio São Francisco.

Distante pouco mais de 620 km de Barra, o Mercado Produtor de Juazeiro figura como o terceiro maior entreposto de alimentos do Brasil. Estreitar relações e conectar o Matopiba com o Norte baiano, pode alavancar ambos os lugares.

Após o sucesso da primeira edição, a Barra AgroShow se consolida como plataforma estratégica de negócios, inovação e projeção territorial, colocando a região no mapa dos grandes investimentos do agro.

A estreia em 2025, com R$ 32 milhões em negócios gerados, 12 mil visitantes e 100 marcas expositoras, a edição de 2026 chegará ampliada e ainda mais robusta, segundo os organizadores:

  • Crescimento de 18% na área total;
  • Expansão para 125 expositores;
  • Novos espaços voltados à inovação;
  • Crédito rural e tecnologia aplicada.

Além disso, a feira quer atrair produtores, investidores e empresas de todo o país. Neste ano, a pecuária, tecnologias em irrigação e energia solar, maquinário agrícola, soluções para aumento de produtividade e linhas de crédito e financiamento rural são outros destaques.

O Médio São Francisco

Com condições naturais altamente favoráveis, como alta incidência solar, disponibilidade hídrica e solos agricultáveis, o Médio São Francisco se posiciona como um dos territórios mais competitivos do Brasil para a produção irrigada.

A região já apresenta índices de produtividade que chegam a até o dobro da média nacional. A fruticultura de alta qualidade voltada à exportação é um dos reflexos do lugar.


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Pecuária pode recuperar pasto com manejo correto, afirma especialista


Foto: Reprodução/Giro do Boi.
Foto: Reprodução/Giro do Boi.

No Giro do Boi desta segunda-feira (30), o engenheiro agrônomo Mateus Arantes apresentou uma solução estratégica para a pecuária brasileira enfrentar o encarecimento global dos fertilizantes. O Sistema São Mateus, validado pela Embrapa, surge como uma alternativa de baixo custo que utiliza o próprio gado como ferramenta de recuperação de pastagens.

Em um cenário de incertezas causadas por conflitos internacionais que limitam a oferta de insumos nitrogenados, este modelo de manejo prova que a biologia e a integração podem reduzir os custos de reforma em mais de 90%. O título desta edição reflete a mudança de mentalidade proposta pelo Sistema São Mateus: o manejo correto do gado é o que determina se o pasto será degradado ou restaurado.

Confira:

Produtividade e gestão da forragem

Para Mateus Arantes, a produtividade do gado é uma consequência direta da gestão da forragem. O sistema permite extrair até R$ 7.000,00 de lucro por hectare. Com uma carga de quatro a seis cabeças por hectare e ganho médio de setecentos gramas por dia, o produtor obtém um retorno rápido sobre o investimento.

A fazenda precisa de um “chefe do pasto”, alguém dedicado exclusivamente a observar a altura de entrada e saída do gado. “Tudo depende da intensidade e frequência do pastejo”, afirma Mateus. É esse ajuste fino que transforma o animal de um agente de degradação em um agente de recuperação.

Estratégias de manejo

Diante da escassez de adubos em 2026, o Sistema São Mateus prioriza tecnologias que potencializam a natureza. A degradação das pastagens é uma decisão de manejo. O Sistema São Mateus prova que tratar o pasto como lavoura e o gado como aliado biológico garante a sustentabilidade financeira da fazenda. “Se você sabe manejar a frequência e a intensidade, o seu pasto será o seu maior ativo, não o seu maior custo”, conclui o agrônomo.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.

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Saiba como ficaram as cotações de soja com mercado atento aos números do USDA


soja mãos
Foto: Pixabay

O mercado brasileiro de soja começou a semana com baixa movimentação e poucas mudanças nos preços. De acordo com o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, o dia foi marcado por liquidez limitada e comportamento lateral das cotações, refletindo um cenário de cautela entre compradores e vendedores.

No campo, a colheita segue como principal foco do produtor, que começa a aparecer mais no mercado. Ainda assim, o ritmo de comercialização ocorre de forma cadenciada. Apesar desse controle na oferta, cresce a necessidade de avanço nas vendas, impulsionada por compromissos típicos do período.

No cenário de preços, os prêmios voltaram a recuar ao longo do dia, enquanto as cotações oscilaram dentro de uma faixa estreita, variando entre estabilidade e leve baixa.

No mercado físico brasileiro, os preços apresentaram o seguinte comportamento:

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 124,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 125,00
  • Cascavel (PR): manteve em R$ 120,00
  • Rondonópolis (MT): desceu de R$ 109,00 para R$ 108,00
  • Dourados (MS): desceu de R$ 114,00 para R$ 113,00
  • Rio Verde (GO): desceu de R$ 111,00 para R$ 110,00
  • Paranaguá (PR): desceu de R$ 131,00 para R$ 130,00
  • Rio Grande (RS): manteve em R$ 130,00

Soja em Chicago

No mercado internacional, os contratos futuros da soja fecharam de forma mista na Bolsa de Chicago. O grão sustentou ganhos durante boa parte do dia, mas perdeu força no fechamento. O farelo recuou e o óleo também apresentou leve baixa.

O mercado reagiu inicialmente à escalada do conflito no Oriente Médio, que elevou os preços do petróleo e trouxe suporte às commodities. No entanto, ao longo do dia, prevaleceu o movimento de ajuste de posições, com investidores aguardando os relatórios do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos.

USDA

O USDA deve divulgar nesta terça-feira o relatório de intenção de plantio, com expectativa de aumento da área destinada à soja em 2026. A possível migração de área do milho para a soja está relacionada ao aumento dos custos com fertilizantes, especialmente o nitrogênio, mais demandado pelo milho.

Segundo levantamento da Reuters, o mercado projeta uma área de 85,55 milhões de acres, acima dos 81,22 milhões do ano passado. As estimativas variam entre 84,25 milhões e 86,5 milhões de acres. Ainda assim, a área de milho deve seguir maior.

Além disso, será divulgado o relatório de estoques trimestrais, com expectativa de volume em 2,077 bilhões de bushels em 1º de março, acima do registrado no mesmo período do ano anterior.

Na Bolsa de Chicago, os contratos de soja para maio fecharam em US$ 11,59 por bushel, com queda de 1,23%. Já o contrato de julho recuou 1,19%. Entre os subprodutos, o farelo caiu 2,11%, enquanto o óleo registrou leve baixa.

Câmbio

No câmbio, o dólar comercial encerrou o dia com leve alta de 0,14%, cotado a R$ 5,2459 para venda, após oscilar entre a mínima de R$ 5,2246 e a máxima de R$ 5,2666 ao longo da sessão.

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Soja pode cair mais com oferta recorde no radar



No médio prazo, o comportamento dos preços dependerá de novos dados dos EUA


No médio prazo, o comportamento dos preços dependerá de novos dados dos EUA
No médio prazo, o comportamento dos preços dependerá de novos dados dos EUA – Foto: Divulgação

O mercado internacional da soja segue marcado por movimentos de acomodação, refletindo o equilíbrio entre fatores de oferta elevada e expectativas de demanda. Segundo análise da TF Agroeconômica, o cenário de curto prazo indica uma tendência lateral a levemente baixista, influenciada principalmente pela ampla disponibilidade do grão na América do Sul.

No médio prazo, o comportamento dos preços dependerá de novos dados sobre área plantada e estoques nos Estados Unidos, além da evolução da demanda global, com destaque para China e o setor de biodiesel. Em Chicago, a análise técnica aponta um mercado em consolidação, com resistência próxima de 1180 cents por bushel e suporte ao redor de 1140 cents.

Entre os fatores de sustentação, estão os custos mais elevados de insumos agrícolas nos Estados Unidos, que podem impactar a área cultivada ou a produtividade, além da expectativa de expansão do biodiesel, com aumento previsto no mandato de diesel de biomassa nos próximos anos. Também contribuem para o viés positivo novas vendas externas da safra americana, incluindo a confirmação recente de 105 mil toneladas, e a possibilidade de retomada das compras chinesas diante de negociações entre os dois países. A redução nas projeções de exportação brasileira para março também pode aliviar a concorrência no mercado internacional.

Por outro lado, o avanço da safra brasileira, com estimativas superiores a 183 milhões de toneladas, somado à recuperação das lavouras argentinas e ao ritmo acelerado da colheita no Brasil, amplia a oferta e pressiona as cotações. Esse conjunto reforça a percepção de um mercado ainda abastecido.

A leitura técnica mostra que, após uma reação motivada por tensões geopolíticas, os preços não conseguiram sustentar níveis mais elevados e retornaram ao intervalo de consolidação. O movimento indica que o impulso altista foi pontual e que o mercado voltou aos seus fundamentos.





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Boi gordo mantém firmeza com escalas curtas e exportações aquecidas no início desta semana


boi gordo mercado
Foto: Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo

O mercado físico do boi gordo iniciou a semana com maior firmeza, registrando negócios pontuais acima da referência média. O movimento reflete um cenário de oferta ainda restrita, com frigoríficos operando com escalas de abate encurtadas, entre cinco e sete dias úteis na média nacional.

Do lado da produção, os pecuaristas seguem em posição confortável para negociar, especialmente nas regiões do centro-norte, onde as condições de pastagem ainda são favoráveis. Esse cenário permite um ritmo mais cadenciado de vendas, evitando pressão sobre os preços.

No mercado externo, as exportações continuam em ritmo acelerado. A demanda chinesa segue aquecida, com importadores atuando de forma agressiva para garantir volumes antecipadamente, enquanto exportadores brasileiros buscam preencher rapidamente suas cotas de embarque. Esse ambiente reforça a sustentação dos preços no mercado interno.

Os preços da arroba apresentaram os seguintes níveis médios nas principais praças:

  • São Paulo: R$ 360,42, na modalidade a prazo
  • Goiás: R$ 340,89
  • Minas Gerais: R$ 346,18
  • Mato Grosso do Sul: R$ 349,09
  • Mato Grosso: R$ 356,15

Atacado

No mercado atacadista, os preços seguiram firmes ao longo da segunda-feira (30), sustentados pela baixa disponibilidade de carne. Mesmo diante da perda de competitividade em relação a proteínas concorrentes, como o frango, a restrição de oferta continua sendo o principal fator de suporte.

Os cortes bovinos mantiveram os seguintes patamares:

  • Quarto traseiro: R$ 27,50/kg
  • Quarto dianteiro: R$ 21,80/kg
  • Ponta de agulha: R$ 20,00/kg

Câmbio

No câmbio, o dólar comercial encerrou o dia em alta de 0,69%, cotado a R$ 5,2558 para venda. A valorização da moeda norte-americana tende a favorecer as exportações, contribuindo para a sustentação dos preços do boi gordo.

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Carga com 17 toneladas de mel avaliada em R$ 241,5 mil é apreendida em operação


mel
Foto: divulgação/Sefa

Fiscais da Coordenação de Controle de Mercadorias em Trânsito da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa), no posto do Gurupi, em Cachoeira do Piriá, nordeste paraense na divisa com o Maranhão, apreenderam, na última sexta-feira (27), cerca de 17 toneladas de mel de abelha avaliadas em R$ 241.527,00.

O condutor de uma carreta apresentou nota fiscal do produto informando que a carga era remessa para fim de exportação, com origem no município de Ourém, no Pará e destino ao município de Araranguá, em Santa Catarina. 

“A fiscalização fez a verificação física na mercadoria: eram 59 tambores com 17.476 kg de mel de abelha. Na análise da documentação fiscal, e em consulta ao sistema, não foi encontrado no cadastro do contribuinte o regime especial de exportador, obrigatório para esse tipo de operação, conforme determina a legislação tributária”, informou o coordenador Gustavo Bozola.

A carga, no valor total de R$ 241.527,99, foi retida, e lavrado o Termo de Apreensão e Depósito (TAD) cobrando imposto e multa no valor de R$ 40.576,70.

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