domingo, maio 17, 2026

Autor: Redação

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demanda enfraquecida e aumento na produção derrubam as cotações



Os preços do milho seguem em queda no mercado doméstico, isso é o que apontam levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea)

Segundo o instituto, o avanço da colheita da segunda safra, que deve atingir produção recorde. Esta perspectiva, somada à retração compradora são os fatores que pressionam as cotações. 

Além disso, a demanda externa, também enfraquecida, reforça o movimento de queda no preço interno do cereal. 

Em seu 10º levantamento de safra, a Conab apontou aumento na produção total de milho no Brasil. O reajuste positivo em julho, tanto em relação ao relatório de junho/25 quanto ao de julho/24, se deve às maiores produções esperadas para as primeira e segunda safras. 

No agregado, a Conab estima 131,97 milhões de toneladas de milho na temporada 2024/25. O valor representa crescimento de 14,3% frente ao ano anterior (2023/24) e também a maior colheita da história.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Baixas temperaturas e falta de chuvas devem predominar na maior parte do país



A semana pode começar com um pouco de chuva sobre áreas do centro-norte e na Serra do Rio Grande do Sul, devido à entrada de ventos marítimos. A maior parte da manhã, será marcada por nebulosidade mais variável e a tarde, pode chover fraco – sem alertas.

No Sudeste, as temperaturas continuam mais baixas de manhã sobre SP, sul de MG e do RJ e com a possibilidade para nevoeiro no Vale do Ribeira e na Grande SP. Dia marcado pela presença do sol com um pouco mais de nuvem presente no céu sobre o centro-sul e leste de SP, região da Zona da Mata em Minas e no centro-sul e interior do RJ. Não há previsão de chuva em nenhuma área da região e a umidade continua abaixo de 30% em Belo Horizonte, no centro-oeste e no Triângulo mineiro, além de áreas do oeste e norte paulista.

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O tempo continua aberto, firme e seco no Centro-Oeste. Segunda, ensolarada e com umidade do ar ainda abaixo de 30% na maior parte de MS, GO, DF e MT. Alerta para valores abaixo de 20% no noroeste de MS, no sudoeste e sul de MT – incluindo Cuiabá.

O vento úmido que sopra do mar contra a costa mantém o tempo mais carregado na costa leste do Nordeste e a semana começa com risco alto para temporais em Salvador e no litoral norte baiano – dia mais encoberto com previsão de pancadas a qualquer momento, podendo começar já durante a madrugada.

Alerta para temporais em Roraima – boa parte da chuva continua concentrada sobre Amazonas, Pará e Amapá no Norte do Brasil – dia abafado com pancadas ocorrendo em vários momentos, intercalando aberturas de sol. O tempo continua firme e seco no centro-sul de Rondônia, sul do Pará e em todo o estado do Tocantins.

Sul

Terça: Circulação de ventos associados à área de alta pressão próxima à região mantém o tempo firme nos três estados da Região. Destaque para as temperaturas, que voltam a se elevar de maneira significativa entre o oeste gaúcho e noroeste paranaense. URA cai de maneira acentuada no interior catarinense, e entra em atenção no noroeste paranaense.

Quarta: Avanço de uma nova frente fria deve favorecer o retorno das instabilidades sobre o RS. Ainda cedo, haverá condições para pancadas de chuva com moderada a eventual forte intensidade – seguidas por raios e ventos. SC e PR seguem com dia marcado pelo predomínio de tempo estável. Entre norte e noroeste do PR, alerta para baixa umidade do ar à tarde.

Quinta: Formação de uma área de baixa pressão próximo à região deve reforçar as instabilidades sobre o estado gaúcho ao longo do dia – com início ainda no período da madrugada. Segue a condição para pancada de chuva com moderada – a eventual forte – intensidade, seguida por raios e ventos. Entre o fim da tarde e início da noite, a chuva avança sobre áreas do interior e sul catarinense, e no extremo sul e sudoeste paranaense.

Sudeste

Terça: Predomínio segue sendo de tempo firme em todo Sudeste. O amanhecer continua mais frio, mas o sol aparece ainda pela manhã e favorece o aumento da temperatura. Leste de SP, RJ e no ES, as temperaturas seguem mais amenas à tarde. No interior de SP e em MG, o ar seco favorece a queda acentuada da umidade relativa do ar à tarde.

Quarta: Semana segue com tempo estável em todos os estados da região. Em SP, leste e litoral seguem com temperaturas mais amenas e dia de céu parcialmente encoberto. No interior paulista, esquenta mais e a URA segue baixa. MG com predomínio de sol, temperaturas amenas entre a capital e a faixa leste. RJ e ES ainda sob influência dos ventos marítimos e as temperaturas também não disparam.

Quinta: Destaque segue sendo o tempo firme em toda a região. Calor ganha força entre o interior de SP e de MG. Leste de SP, RJ e ES começam a apresentar maior aumento nas temperaturas ao longo do dia. À tarde, alerta de baixa umidade em boa parte de SP e MG.

Centro-Oeste

Terça: Ar seco segue marcando presença em todos os estados da região, e o tempo continua firme ao longo do dia. À tarde, o calor ganha força entre MS, MT, GO e DF, e segue o alerta para baixa umidade do ar em praticamente toda a região.

Quarta: Tempo continua estável em todos os estados. Destaque para o calor mais intenso entre o norte de MS e o MT. À tarde, a URA sofre queda acentuada e entra em limiares de atenção. Destaque entre norte de MS, MT e oeste de GO, onde há risco para que os índices fiquem abaixo de 20%.

Quinta: Avanço de massa de ar polar deve impedir o aumento significativo das temperaturas no sul, sudoeste e parte do oeste de MS. Apesar disso, o restante do estado continua mais quente. Tempo segue firme, o calor e a baixa umidade continuam nas capitais, Cuiabá/MT, Goiânia/GO e na Capital Federal.

Nordeste

Terça: Instabilidades seguem concentradas sobre a região do recôncavo baiano, com risco de chuva fraca a moderada durante o dia. Condição para pancadas isoladas entre o litoral da PB e do RN. Chuva isolada no norte do MA. No interior de todo nordeste segue com bastante calor e com alerta para baixa umidade do ar.

Quarta: Entrada de umidade marítima estimula a formação de nuvens carregadas ainda sobre boa parte da costa leste, mas pancadas acontecem irregulares durante o dia. No litoral do MA, as pancadas podem cair com moderada intensidade. Sertão e agreste seguem com tempo firme, calor e baixa umidade do ar.

Quinta: Chuva volta a ganhar força no litoral da BA, SE, AL, PE e PB, com condições para pancadas de chuva com moderada a eventual forte intensidade. Interior da região já segue com tempo firme e calor. Umidade baixa mantém o alerta para queimadas na região.

Norte

Terça: Instabilidades continuam atuando sobre o norte do AM, em RR e no norte do AP, com condições para pancadas de chuva forte ao longo do dia. O restante da região continua com tempo firme e destaque sendo o calor. URA segue baixa no TO.

Quarta: Aproximação da ZCIT espalha as instabilidades no AP. RR e a metade norte do AM seguem com tempo instável e condições para pancadas de chuva com moderada a forte intensidade. Chove também no norte e litoral do PA. Demais regiões com tempo firme e destaque continua sendo o calor.

Quinta: Chuva começa a se espalhar mais sobre o AM e pode alcançar áreas do oeste do AC. RR e AP seguem com condições para chuva forte. PA com pancadas restritas ao litoral e norte. RO e TO com tempo firme.



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Brasil registra estabilidade enquanto cotações externas caem



Os valores externos da soja caíram na última semana, pressionados pelo clima favorável nas lavouras dos Estados Unidos e pelos estoques elevados no Brasil e na Argentina. Essa é a avaliação dos pesquisadores do  Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea)

Segundo o instituto, as tarifas impostas pelo governo norte-americano também contribuíram para intensificar a desvalorização internacional da soja. As tarifas passam a valer a partir de 1° de agosto.

Por outro lado, no mercado doméstico, o movimento de baixa do início da semana passada foi interrompido. 

Dessa forma, os pesquisadores explicam que a tensão comercial entre os Estados Unidos e países importadores de grãos e a valorização do dólar frente ao Real tendem a redirecionar demandantes de soja norte-americana ao Brasil.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Ministério da Agricultura confirma 245 mortes de cavalos por ração contaminada



A contaminação de rações equinas da empresa Nutratta Nutrição Animal Ltda já provocou a morte de 245 cavalos nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Alagoas, de acordo com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) . Desde o recebimento da primeira denúncia, em 26 de maio, por meio da Ouvidoria oficial, o Mapa tem conduzido investigações dos fatos.

Em todas as propriedades investigadas os equinos que adoeceram ou vieram a óbito consumiram produtos da empresa. Já os animais que não ingeriram as rações permaneceram saudáveis, mesmo quando alojados nos mesmos ambientes.

Os resultados das amostras coletadas e analisadas pelos Laboratórios Federais de Defesa Agropecuária (LFDA) constataram a detecção de alcaloides pirrolizidínicos (substâncias tóxicas, chamada de monocrotalina, e incompatíveis com a segurança alimentar animal).

“Esse é um caso único. Nunca, em toda a história do Ministério, havíamos identificado a presença dessa substância em ração para equinos. É a primeira vez que isso acontece”, afirmou o secretário de Defesa Agropecuária, Carlos Goulart.

“Essa substância, mesmo em doses muito pequenas, pode causar problemas neurológicos e hepáticos graves. A legislação é clara: ela não pode estar presente em nenhuma hipótese”, reforçou o secretário.

A investigação aponta que a contaminação ocorreu por falha no controle da matéria-prima, que continha resíduos de plantas do gênero crotalaria, responsáveis pela geração da monocrotalina.

Diante das irregularidades constatadas, o Mapa instaurou processo administrativo fiscalizatório, lavrou auto de infração e determinou a suspensão cautelar da fabricação e comercialização de rações destinadas, inicialmente, a equídeos. Posteriormente, a medida foi estendida para rações de todas as espécies animais.

Mesmo com a interdição determinada pelo Ministério, a empresa obteve na Justiça autorização para retomar parte da produção não destinadas a equídeos. O Mapa já recorreu da decisão, apresentando novas evidências técnicas que reforçam o risco sanitário representado pelos produtos e a necessidade de manutenção das medidas preventivas adotadas.

O Ministério permanece atento a qualquer nova denúncia e manterá a sociedade informada com total transparência. As ações de fiscalização seguem reforçadas, com foco na proteção da saúde animal e na segurança da cadeia produtiva.

“Estamos acompanhando de perto. Precisamos garantir que todo o lote contaminado seja recolhido e que nenhum novo caso aconteça”, afirmou Goulart.



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AgroNewsPolítica & Agro

Exportações de feijão brasileiro ameaçadas?



Enquanto isso, no mercado interno, o dia foi de estabilidade



Enquanto isso, no mercado interno, o dia foi de estabilidade
Enquanto isso, no mercado interno, o dia foi de estabilidade – Foto: Canva

As exportações brasileiras de feijão podem ser afetadas por uma nova onda de protecionismo. Em 2024, os Estados Unidos se tornaram o 12º maior destino do feijão nacional, com a importação de pouco mais de 4 mil toneladas. Agora, ameaças de tarifas comerciais lançam dúvidas sobre esse avanço. Apesar de, até o momento, serem apenas declarações, se concretizadas, as barreiras podem comprometer não só os embarques, mas toda a estratégia de expansão internacional do setor.

Segundo análise do Instituto Brasileiro de Feijão e Pulses (Ibrafe), qualquer nova tarifa significaria aumento no custo dos embarques, dificuldades na precificação de contratos de longo prazo e margens mais apertadas para os produtores, que ainda enfrentam custos elevados. O impacto seria ainda maior para quem investiu em áreas irrigadas e em variedades específicas para atender mercados externos. O Ibrafe lembra que o mercado global de feijões secos pode superar os US\$ 53 bilhões até 2035 — e o Brasil tem como meta exportar 500 mil toneladas por ano até 2030.

Além disso, o instituto destaca que exportar feijão exige regularidade, qualidade e confiança — elementos que são facilmente abalados por incertezas tarifárias. A possibilidade de barreiras também acende um alerta sobre a necessidade de fortalecer o mercado interno ou buscar novos destinos, o que exigirá articulação diplomática e estratégia profissional.

Enquanto isso, no mercado interno, o dia foi de estabilidade. Em Minas Gerais e Goiás, os preços se mantiveram, e os negócios seguiram no mesmo ritmo, ainda que com menor intensidade por conta do feriado em São Paulo. O recado do Ibrafe é claro: o jogo não está só na lavoura, mas também na arena internacional. E quem produz precisa estar atento às mudanças, diversificar os mercados e contar com apoio institucional para enfrentar os desafios.

 





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Nova molécula da Syngenta entrega uma proteção incomparável abaixo e acima do solo


A agricultura brasileira enfrenta desafios cada vez mais complexos, nos quais inimigos ocultos, como nematoides e patógenos de solo, minam silenciosamente a produtividade das lavouras.

Nesse cenário desafiador, a Syngenta, líder global em pesquisa e desenvolvimento agrícola, apresenta uma resposta revolucionária: uma nova molécula, diferente de tudo o que o mercado já viu e que entrega uma proteção incomparável abaixo e acima do solo.

Essa molécula inovadora é TYMIRIUM® technology, uma solução que representa um novo conceito na proteção de culturas, atuando no momento mais crítico, que é o estabelecimento da cultura.

TYMIRIUM® technology oferece aos agricultores uma solução que contempla 4 dimensões – acima, abaixo, simples e sustentável – para o controle de nematoides, doenças de solo e doenças iniciais.

TYMIRIUM® technology entrega uma poderosa proteção das raízes às folhas na fase inicial de desenvolvimento, criando uma barreira duradoura e consistente que protege o sistema radicular contra todas as espécies de nematoides que atacam os cultivos e doenças do solo, além de também oferecer controle das doenças foliares da fase inicial de desenvolvimento da cultura, estabelecendo um novo conceito de proteção.

A proteção conferida por TYMIRIUM® technology durante toda a fase de desenvolvimento da cultura se traduz em plantas mais vigorosas, resilientes e sadias, capazes de expressar plenamente seu potencial genético, maximizando o rendimento do produtor.

Além disso, TYMIRIUM® technology é uma molécula reconhecida pela sua excepcional simplicidade de uso e ampla compatibilidade, pode ser facilmente integrado ao manejo através do tratamento de sementes ou no sulco de plantio. TYMIRIUM® technology é uma molécula versátil, projetada para atender às necessidades específicas de diferentes culturas e métodos de aplicação, proporcionando uma grande flexibilidade operacional.

Essa sinergia se estende à sustentabilidade do manejo com TYMIRIUM® technology, que é compatível com biológicos, ainda preserva o equilíbrio da vida microbiana e de microrganismos do solo, componentes vitais para a saúde do solo e das plantas.

Solos saudáveis e biologicamente ativos sustentam cultivos mais vigorosos e produtivos ano após ano, criando condições favoráveis para que as plantas desenvolvam sistemas radiculares mais saudáveis e extensos que, por sua vez, as tornam mais resilientes a condições de estresse, nematoides e doenças.

Portanto, a introdução da tecnologia TYMIRIUM® technology reforça o compromisso da Syngenta com a inovação científica de ponta voltada para os desafios reais da agricultura.

Este lançamento não é simplesmente uma nova molécula, é o resultado de anos de pesquisa intensiva, investimento significativo e validação global rigorosa, que contou com mais de 450 cientistas e mais de 6.500 ensaios de campo em mais de 60 países e 100 sistemas de cultivo distintos para o seu desenvolvimento.

Assim, TYMIRIUM® technology reforça a posição da Syngenta como autoridade e parceira na proteção de cultivos, oferecendo soluções inovadoras para o manejo integrado de nematoides, doenças do solo e doenças foliares e outros desafios fitossanitários no campo.

Quer saber mais sobre esse lançamento? Leia a matéria completa no nosso blog e confira, em detalhes, como TYMIRIUM® technology está revolucionando a proteção de cultivos: saiba mais sobre TYMIRIUM®.



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Produtores amapaenses criam subprodutos com ‘Abacaxi de Porto Grande’


Mais do que uma fruta simbólica para o município, o ‘Abacaxi de Porto Grande‘, no Amapá (AP), se tornou um exemplo inspirador de como a agricultura familiar pode se reinventar e prosperar por meio de iniciativas sustentáveis e empreendedoras.

Mircea Agostinelli Amador Diniz, produtora rural, professora e tesoureira da Associação de Produtores de Abacaxi de Porto Grande, relembra como tudo começou.

“Esse abacaxi foi trazido por trabalhadores da antiga Icomi [empresa de minérios amapaense] e, aos poucos, as famílias locais passaram a cultivá-lo e vendê-lo nas feiras. Hoje, ele é o símbolo do nosso município.”

O reconhecimento institucional veio em 2024, quando o abacaxi recebeu o selo de Indicação Geográfica (IG), na modalidade de Procedência (IP), concedido pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi). Essa conquista valorizou ainda mais a produção regional e impulsionou os produtores a avançarem.

Foto de um abacaxi ainda no pé Foto de um abacaxi ainda no pé
Abacaxi de Porto Grande reconhecido com Indicação de Procedência pelo Inpi. Foto: Arquivo pessoal

Segundo o Inpi, o ‘Abacaxi de Porto Grande’ é comercializado em restaurantes, quiosques e praças de Macapá na forma de abacaxi temperado — uma tradição que frequentemente chama a atenção dos turistas que visitam a capital.

Além disso, no Caderno de Especificações Técnicas apresentado ao instituto, o fruto é identificado como da variedade pérola, com sabor adocicado, perfume marcante e coloração amarela clara.

“O reconhecimento de Indicação de Procedência do abacaxi mais doce do Brasil foi uma mistura de emoção com dever cumprido. Porque foi um trabalho muito grande. Tinha momentos em que a gente pensava que não ia dar certo. E ver esse reconhecimento é maravilhoso. É uma sensação indescritível”, relata Diniz, emocionada.

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Apoio do Sebrae na geração dos negócios

Com o suporte de instituições como o Sebrae/AP, os produtores celebram não apenas a certificação, mas também os avanços no aproveitamento integral da fruta.

Com isso, surgiram subprodutos como melaço da casca, compotas, balas e geleias, que fortaleceram a agroindústria local e ampliaram as fontes de renda.

“Eles enxergaram possibilidades que não víamos. Cada embalagem, cada novo produto teve o toque do Sebrae. Somos muito gratos”, afirma a produtora, reforçando o impacto positivo do apoio institucional no crescimento do negócio.

Foto de produtos à base de abacaxi Foto de produtos à base de abacaxi
“Cada embalagem, cada novo produto teve o toque do Sebrae”, diz Diniz. Foto: Arquivo pessoal

Geração de Renda

Além de fomentar o empreendedorismo rural, a iniciativa também fortaleceu o vínculo social entre as gerações. “Com esses subprodutos, conseguimos emprego para os nossos filhos e para os filhos dos sócios da nossa associação. Eles estudam meio período e, na outra parte do dia, produzem na fábrica. É uma fonte de renda para eles também.”

Com isso, vem mais novidade por aí, já que a sustentabilidade é parte essencial do negócio dos produtores de Porto Grande.

“Estamos estudando formas de aproveitar a coroa e as folhas do abacaxi. Já tem gente fazendo tecido com fibra da folha. A sustentabilidade é tudo: nos ajuda a preservar e a inovar.”

No entanto, essa trajetória mostra que, com apoio técnico, visão empreendedora e compromisso com o meio ambiente, é possível transformar o cotidiano rural em uma história de superação e protagonismo no agronegócio brasileiro.



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AgroNewsPolítica & Agro

Há possibilidade de alta na soja



Por outro lado, há fatores de baixa que exigem cautela



Por outro lado, há fatores de baixa que exigem cautela
Por outro lado, há fatores de baixa que exigem cautela – Foto: Pixabay

Segundo análise da TF Agroeconômica, com o Brasil praticamente isolado no fornecimento de grandes volumes de soja no mercado internacional, há uma janela favorável para alta dos preços. No entanto, a consultoria alerta que os produtores brasileiros já perderam metade do lucro disponível ao não fixarem preços em maio de 2024. Por isso, a principal recomendação é aprender a operar no mercado futuro de Chicago e dividir a produção em pelo menos 10 lotes, vendendo gradualmente a cada alta.

Entre os principais fatores de alta, estão: o aumento do óleo de soja nos EUA, impulsionado pelas tarifas impostas ao Canadá que reduzem a competitividade do óleo de canola; nova venda de 219.900 toneladas de soja americana para o México; a desvalorização do real, que mesmo após queda de 10,45% no ano, recuperou 2,64% na última semana; o aumento da demanda chinesa pelo grão brasileiro; e a valorização dos prêmios de exportação, que saltaram de -5 para +10 cents/bushel entre os dias 1º e 12 de julho — um ganho de US\$ 3,34/tonelada para a soja brasileira.

Por outro lado, há fatores de baixa que exigem cautela. A China segue sem demonstrar interesse pela soja americana da nova safra, mas as boas condições climáticas no cinturão produtor dos EUA favorecem o desenvolvimento das lavouras. Além disso, a Conab e a ANEC apontam aumento nas exportações brasileiras, o que pode pressionar preços. A Argentina também teve sua produção elevada para 49,9 milhões de toneladas. O USDA, embora tenha reduzido ligeiramente a produção dos EUA, elevou projeções de esmagamento e consumo, mas aumentou os estoques finais para 8,44 milhões de toneladas, o que limita o espaço para altas expressivas.

Diante desse cenário complexo e volátil, a TF Agroeconômica reforça a importância do acompanhamento diário do mercado e do uso de ferramentas de proteção de preços, especialmente em um momento em que os produtores brasileiros têm grande protagonismo nas exportações globais.





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Frigoríficos saem do mercado, avaliando impactos de novas tarifas dos EUA ao Brasil



O mercado físico do boi gordo encerrou a semana com os frigoríficos ausentes da compra de gado em meio às avaliações dos impactos que podem surgir diante das novas tarifas adicionais de 50% que os Estados Unidos pretendem implantar ao Brasil a partir de 1 de agosto.
De acordo com o analista de Safras & Mercado Fernando Iglesias, o mercado futuro do boi também apresentou intenso movimento de queda, especialmente na quinta-feira (10), considerando a relevância dos norte-americanos nas compras brasileiras, que em 2025 respondem por aproximadamente 15% das vendas nacionais de carne bovina.

“Diante do aumento da tarifação, o Brasil perderá competitividade em relação à Austrália, Argentina e Uruguai. Se não houver mudanças até o final do mês, a expectativa é de perda de participação do Brasil no mercado norte-americano”, sinaliza.

Variação de preços da arroba do boi

Os preços da arroba do boi gordo na modalidade a prazo nas principais praças de comercialização do Brasil estavam assim em 11 de julho em comparação ao dia 4:

  • São Paulo (Capital): R$ 300, queda de 3,23% frente aos R$ 310
  • Goiás (Goiânia): R$ 290, recuo de 1,69% perante os R$ 295
  • Minas Gerais (Uberaba): R$ 295, baixa de 1,67% frente aos R$ 300
  • Mato Grosso do Sul (Dourados): R$ 305, retração de 1,61% ante aos R$ 310
  • Mato Grosso (Cuiabá): R$ 315, estável
  • Rondônia (Vilhena): R$ 275, inalterado

Mercado atacadista

O mercado atacadista se deparou com preços mistos no decorrer da semana, avalia Iglesias.

Segundo ele, o ambiente de negócios sugere algum espaço para reajustes no decorrer da primeira quinzena do mês, período pautado por maior apelo ao consumo.

“Vale destacar que a carne de frango ganhou grande competitividade em relação às concorrentes, em especial na comparação com a carne bovina”, conta.

O quarto do traseiro do boi foi cotado a R$ 22,50 o quilo, queda de 2,17% frente aos R$ 23 da semana passada. Já o quarto do dianteiro do boi foi vendido por R$ 18,75 o quilo, aumento de 1,35% em comparação aos R$ 18,50 registrados no período anterior.

Exportações de carne bovina

As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 269,931 milhões em julho (4 dias úteis), com média diária de US$ 67,483 milhões, de acordo com a Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

A quantidade total exportada pelo país chegou a 48,715 mil toneladas, com média diária de 12,178 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 5.541,00.

Assim, em relação a julho de 2024, houve alta de 48,4% no valor médio diário da exportação, ganho de 18,1% na quantidade média diária exportada e avanço de 25,7% no preço médio.



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AgroNewsPolítica & Agro

Produtores agora podem contar com uma nova solução biológica para a defesa da lavoura


Atenta aos desafios fitossanitários que impactam diretamente a produtividade no campo, a Nitro — empresa brasileira referência em insumos agrícolas de nutrição e biológicos — anuncia o lançamento de um produto que chega para fortalecer o manejo sustentável e estratégico nas lavouras. Trata-se do Égide Max, biofungicida foliar formulado com cepas de Bacillus de alta performance.

Com eficácia comprovada em ensaios realizados na safra 2023/24 contra doenças foliares de difícil controle, o novo produto foi desenvolvido para atender às diversas realidades de cada região produtora do Brasil. O lançamento representa uma nova etapa na expansão do portfólio da Nitro, que reforça sua presença no mercado de biológicos, que cresce rapidamente incentivado pela demanda por alternativas eficazes ao controle químico tradicional.

“A realidade do produtor mudou. Os desafios de campo, como as doenças foliares, se tornaram mais complexos e exigem ferramentas específicas e eficazes. Por isso, estamos entregando uma solução altamente estratégica, com formulação robusta, ação comprovada e amplo espectro de controle”, afirma Celso Santi Júnior, gerente de Pesquisa e Desenvolvimento da área de biológicos da Nitro.

Blindagem contra doenças foliares

O Égide Max chega ao mercado com o objetivo de elevar a proteção foliar nas lavouras de soja, milho, algodão, café, cana-de-açúcar e HF. Sua formulação combina duas cepas de alto desempenho no controle de patógenos como Corynespora cassiicola (mancha-alvo), Phakopsora pachyrhizi (ferrugem-asiática), entre outras. Com aplicação recomendada em diferentes fases do ciclo produtivo, é uma solução que atua por meio de barreira física, controle direto e indução de resistência nas plantas.

“Com esse produto, entregamos ao produtor um aliado fundamental no controle de doenças foliares de difícil manejo, contribuindo para o controle de resistência e com a sustentabilidade da lavoura. É um ativo que dialoga com as exigências do futuro, sem abrir mão da performance agronômica”, reforça.

Crescimento expressivo e mudança de paradigma no campo

O mercado de produtos biológicos no Brasil vem apresentando crescimento exponencial nos últimos anos. De acordo com dados da Kynetec FarmTrak 2025, mais de 133 milhões de hectares já são potencialmente tratados com soluções biológicas no país; sendo 11,5 milhões com biofungicidas. O dado é ainda mais relevante quando se considera que apenas 7% dos agricultores utilizam fungicidas biológicos, o que demonstra o amplo espaço para crescimento desse segmento.

Esse avanço é impulsionado por três fatores principais: aumento da resistência de patógenos aos defensivos tradicionais, pressão por legislações ambientais mais rigorosas e demanda do consumidor por práticas agrícolas mais sustentáveis. Nesse cenário, o desenvolvimento do Égide Max representa uma resposta técnica às dores do produtor rural, com foco em doenças foliares que causam prejuízos bilionários se não forem adequadamente controladas.

“Nosso compromisso é oferecer ferramentas que ajudem o produtor a proteger sua lavoura com eficiência, segurança e respeito ao meio ambiente. A biotecnologia é, sem dúvida, um caminho certo e promissor na agricultura moderna”, conclui Celso.

Sobre a Nitro

A Nitro é uma multinacional brasileira com quase 90 anos de história, com atuação nos segmentos de insumos para o agronegócio, especialidades químicas e químicos industriais. A Nitro ingressou no agro em 2019 e, em cinco anos no segmento, se consolidou como uma das três maiores empresas de nutrição e biológicos do setor. A Nitro conta com 6 unidades de produção no Brasil e 4 centros de Pesquisa e Desenvolvimento, além dos centros de distribuição, unidades internacionais e escritório administrativo em São Paulo (SP).

 





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