sábado, maio 16, 2026

Autor: Redação

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Custo da safra 25/26 do algodão recua em junho





Foto: Canva

De acordo com a análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), desta segunda-feira (21), com base no projeto CPA-MT, o custo operacional efetivo (COE) da safra 2025/26 do algodão em Mato Grosso foi estimado em R$ 10.647,25 por hectare. A projeção representa um recuo de 0,17% em relação ao mês anterior.

Segundo o levantamento, a queda no custo foi influenciada principalmente pela redução das despesas com micronutrientes e corretivos do solo, que apresentaram retrações mensais de 1,35% e 0,72%, respectivamente. Apesar da leve diminuição, o instituto aponta que esse ainda é o segundo maior custo da série histórica para a cultura.

O Imea destacou que, diante da manutenção dos preços da pluma em níveis mais baixos, o produtor deve ficar atento às oportunidades de compra dos insumos. “A relação de troca (RT) com os fertilizantes SAM e KCL está 10,95% e 21,26% menor, respectivamente, que a média dos últimos anos”, informou o instituto. Para adquirir uma tonelada de cada produto, são necessárias, em média, 13,96 e 17,25 arrobas de pluma.

A análise também chama atenção para a necessidade de acompanhamento contínuo dos preços do algodão, uma vez que eventuais quedas mais expressivas podem comprometer a relação de troca e afetar a rentabilidade da atividade.





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Canola enfrenta baixa luminosidade e fitotoxicidade


A semeadura da canola foi concluída no Rio Grande do Sul, segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na última quinta-feira (17). A área cultivada no estado foi estimada em 203.206 hectares, com projeção de produtividade média de 1.737 kg por hectare.

De acordo com a Emater, as condições climáticas favoreceram o desenvolvimento das lavouras em grande parte das regiões, com recuperação do crescimento das plantas e emissão de novas folhas. “Observa-se boa recuperação no crescimento das plantas, com emissão de novas folhas e elongação da haste principal”, informa o boletim.

Nas áreas onde o controle de plantas daninhas foi atrasado pelas chuvas intensas, os produtores enfrentaram dificuldades no manejo das invasoras. Em alguns casos, o uso de herbicidas em pós-emergência resultou em fitotoxicidade leve, especialmente em lavouras com plantas em estágio sensível.

Na região administrativa de Bagé, a semeadura também foi concluída. As lavouras estão em fase de estabelecimento, com aplicação de tratos culturais nas áreas mais avançadas. Em Manoel Viana, que concentra 7.300 hectares, o desenvolvimento foi limitado pelas temperaturas baixas, nebulosidade e impactos residuais das chuvas de junho. Já em São Borja, cerca de metade da área semeada está em floração e não foram registrados danos significativos causados pelas geadas.

Na região de Ijuí, a maior parte das lavouras está em desenvolvimento vegetativo. Segundo o levantamento, 85% das áreas encontram-se nessa fase, 11% em floração e 4% em granação. Os danos causados pelas geadas foram pontuais e não afetaram significativamente o potencial produtivo.

Em Santa Maria, mais de 10% das lavouras estão em fase de floração. A baixa luminosidade tem limitado o crescimento vegetativo e o acúmulo de biomassa, especialmente em Tupanciretã. O cenário tem exigido atenção ao manejo de doenças fúngicas, com medidas preventivas sendo adotadas.

A região de Santa Rosa apresenta 65% das áreas em desenvolvimento vegetativo, 30% em floração e 5% em enchimento de grãos. Embora os efeitos das geadas estejam sob avaliação, o tempo firme tem contribuído para o crescimento das plantas. Os produtores aguardam chuvas para realizar a adubação nitrogenada.

Em Soledade, as lavouras semeadas em maio iniciaram a floração. A maior parte segue em fase vegetativa, com crescimento considerado satisfatório. Segundo o boletim, “o tempo firme e a boa radiação solar foram favoráveis ao desempenho da cultura”.





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Radiação solar beneficia lavouras de hortaliças



Crescimento das folhosas avança com clima ameno




Foto: Pixabay

As condições climáticas da última semana contribuíram para o desenvolvimento das hortaliças folhosas em diversas regiões do Rio Grande do Sul, conforme aponta o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (17).

Na região administrativa de Passo Fundo, o aumento das temperaturas e a maior incidência de radiação solar favoreceram o crescimento das culturas. Segundo a Emater, os preços das folhosas permaneceram estáveis em relação ao período anterior. A alface e a rúcula foram comercializadas a R$ 4,00 por unidade ou molho, a couve a R$ 5,00 por molho e o agrião e condimentos também a R$ 4,00 por molho.

Na região de Soledade, o comportamento climático semelhante também resultou em melhora na qualidade das folhosas. A combinação de temperaturas amenas e boa radiação solar promoveu maior atividade fotossintética, o que impulsionou o crescimento das plantas. Os preços praticados na região foram de R$ 3,00 por unidade de alface e R$ 2,00 por molho de salsa, cebolinha e rúcula.

Segundo os técnicos, o desempenho das lavouras deve seguir estável nas próximas semanas, desde que as condições climáticas se mantenham favoráveis.





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Trump anuncia mega acordo com o Japão e reforça estratégia de tarifação recíproca


Em uma publicação agora pouco nas redes sociais, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou com grande entusiasmo um suposto “acordo histórico” com o Japão.

Segundo ele, a negociação envolverá um investimento japonês de US$ 550 bilhões em solo americano, com os Estados Unidos retendo 90% dos lucros e a criação de centenas de milhares de empregos.

Além disso, o país asiático teria aceitado abrir seu mercado para carros, caminhões, arroz e outros produtos agrícolas norte-americanos, pagando uma tarifa recíproca de 15%.

Embora a mensagem siga o tom hiperbólico característico de Trump, é importante analisar o conteúdo com cautela e senso crítico, especialmente diante da ausência de detalhes oficiais ou confirmação por parte do governo japonês.

O que o anúncio revela, de fato?

Intensificação da política comercial agressiva dos EUA: a exigência de tarifas recíprocas de 15% reforça a estratégia americana de endurecimento nas relações comerciais, já vista na aplicação da tarifa de 50% sobre produtos brasileiros. A doutrina é clara: “vocês querem vender para nós? Abram seus mercados e paguem as mesmas taxas”.

Pressão sobre países aliados: o Japão, historicamente parceiro estratégico dos EUA no Pacífico, parece estar sendo compelido a ampliar sua abertura comercial em troca de manter relações privilegiadas. Isso deixa um recado implícito para outras nações: quem quiser acesso ao mercado americano precisa ceder.

Agronegócio americano como prioridade absoluta: ao destacar a abertura japonesa para produtos agrícolas, Trump sinaliza sua intenção de apoiar diretamente os produtores norte-americanos — inclusive com tarifas contra concorrentes (como o Brasil), e acordos preferenciais com países estratégicos.

Recado ao Brasil: protecionismo seletivo está valendo. Enquanto o Brasil sofre sanções tarifárias de 50% sob a alegação de “desequilíbrio comercial”, o Japão, mesmo com superávit na balança com os EUA, recebe tratamento especial. O motivo? Alinhamento político, capacidade de investimento e contrapartidas negociadas.

O que está em jogo para o Brasil

Esse movimento do governo americano amplia o isolamento de países que não estão alinhados estrategicamente com Washington. O Brasil — hoje em rota de colisão com os EUA por conta de questões políticas internas e tensões diplomáticas — pode ser ainda mais prejudicado se não reagir com pragmatismo e estratégia.

É preciso reconhecer que o protecionismo americano está sendo seletivo e pragmático. Não se trata de uma guerra contra todos, mas de uma reordenação comercial em que apenas os aliados dispostos a fazer concessões têm vez.

Qual a conclusão?

O “megacordo” com o Japão, anunciado com pompa por Donald Trump, é mais uma peça no xadrez geopolítico do comércio internacional. Trata-se de um gesto de poder, que ao mesmo tempo amplia o domínio econômico dos EUA e isola concorrentes considerados “hostis”.

O Brasil precisa enxergar que essa nova ordem exige articulação diplomática firme, inteligência comercial e um reposicionamento rápido, ou será deixado para trás.

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Miguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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Brasil deve bater recorde de exportação de carne bovina mesmo sem os EUA, diz analista



A compra de carne bovina brasileira pelos Estados Unidos despencou 80% em três meses, conforme dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços compilados pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec).

Entretanto, o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias lembra que, ao se considerar o primeiro semestre de 2025, os embarques da proteína animal ao mercado norte-americano subiram quase 100% em comparação ao mesmo período de 2024.

Segundo ele, na comparação mês a mês, o único que apresentou declínio quanto às exportações do produto brasileiro aos Estados Unidos foi junho.

“Esse declínio [de junho] vai muito em torno das necessidades de demanda. Os Estados
Unidos tiveram uma grande quantidade de compras durante o mês de abril, que foi o pico das exportações brasileiras, com 74 mil toneladas em equivalente de carcaça. Depois disso, passou a declinar: foram 45 mil toneladas em maio e em torno de 31 mil toneladas em junho. Mas, de qualquer forma, o saldo é muito positivo. O Brasil vendeu muito para o mercado norte-americano.”

De acordo com o especialista, os números mostram que o resultado é extremamente satisfatório para o setor pecuário brasileiro e, justamente por isso, o tarifaço anunciado por Donald Trump preocupa o Brasil e gera impactos no mercado interno.

A despeito das medidas dos Estados Unidos, Iglesias destaca que o Brasil fornece grandes quantidades de carne para o mercado asiático, como para China e Oriente Médio. “Tudo isso tem colocado o país com um resultado simplesmente espetacular nas vendas de carne bovina nessa temporada”, sintetiza.

Perspectivas para o segundo semestre

Mesmo com o adicional tarifário imposto pelos Estados Unidos, o analista de Safras & Mercado acredita que o Brasil ainda conseguirá exportar grande quantidade de carne bovina, desempenho que levará o país a estabelecer novo recorde de embarques em 2025.

Iglesias ressalta que o tarifaço dos Estados Unidos acentuou o movimento de queda dos preços da arroba. “Tínhamos a percepção que a entrada de animais confinados, muitos firmados em contratos a termo nessa temporada, possibilitariam que a indústria tivesse uma posição confortável de suas escalas e a questão das tarifas dos Estados Unidos acabaram aumentando essa pressão baixista dentro do mercado do boi”, afirma.

De acordo com ele, reflexo disso é a perda do patamar de R$ 300 a arroba em São Paulo, com a média negociada entre R$ 290 e R$ 295.

Novos mercados ao Brasil

O analista enxerga que Austrália, Uruguai e Argentina serão os principais beneficiados com a ausência da carne bovina brasileira nos Estados Unidos, uma vez que a tarifa de 50% sobre as exportações torna as vendas para aquele mercado inviáveis.

“Para atender os Estados Unidos, esses países vão deixar outros mercados de lado. Então pode acontecer um rearranjo, uma reorganização dessa corrente de comércio global e o Brasil pode muito bem atender esses países.”

Segundo Iglesias, o Brasil deve ampliar a presença em países que já compram a sua carne e, ao mesmo tempo, buscar novos mercados, como Japão e Coreia do Sul.



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cotações seguem influenciadas pelos EUA



O mercado físico do boi gordo apresenta manutenção do padrão de negócios nesta terça-feira (22).

Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, as questões envolvendo o adicional tarifário imposto recentemente pelos Estados Unidos ainda impactam sobre a formação dos preços da arroba.

“Os Estados Unidos ocupam papel relevante nas compras de carne bovina do Brasil em 2025, absorvendo grandes quantidades durante o primeiro semestre. A entrada de animais confinados no mercado é outro aspecto a ser mencionado, fazendo com que os frigoríficos não encontrem dificuldades na composição de suas escalas de abate”, disse.

  • São Paulo: R$ 294,37 — ontem: R$ 294,43
  • Goiás: R$ 276,21 — R$ 277,04
  • Minas Gerais: R$ 281,76 — R$ 281,47
  • Mato Grosso do Sul: R$ 295,80 — R$ 295,57
  • Mato Grosso: R$ 294,04 — R$ 295,14

Mercado atacadista

O mercado atacadista ainda se depara com manutenção do padrão das negociações. Segundo Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere pela queda das cotações no curtíssimo prazo, considerando a reposição mais lenta entre atacado e varejo durante a segunda quinzena do mês.

“Além disso, a carne de frango segue muito mais competitiva em comparação com as proteínas concorrentes, em especial se comparado a carne bovina”, assinalou o consultor.

O quarto dianteiro segue no patamar de 17,50 por quilo; a ponta de agulha segue no patamar de R$ 17,50 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou em alta de 0,04%, sendo negociado a R$ 5,5669 para venda e a R$ 5,5649 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,5513 e a máxima de R$ 5,5903.



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Banco do Brasil anuncia novo vice-presidente de agronegócios e agricultura familiar



O Banco do Brasil anunciou nesta terça-feira (22), a indicação de Gilson Alceu Bittencourt como novo vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar, em substituição a Luiz Gustavo Braz Lage (Liguta), que continuará exercendo suas funções até a investidura do indicado.

De acordo com nota da instituição, a mudança mantém a estratégia de busca por eficiência, inovação e geração de valor.

Maior parceiro do agronegócio e da agricultura familiar, o Banco do Brasil é líder nos financiamentos para a agricultura familiar e empresarial e destinará R$ 230 bilhões para o financiamento da safra 2025/26.

“A indicação segue nosso foco em alinhar perfis de liderança às exigências de cada negócio em que atuamos, ressaltando em especial o atual cenário e os desafios que temos para manter e ampliar o protagonismo do BB no agro. Gilson Bittencourt tem larga experiencia e ampla contribuição para o desenvolvimento do agronegócio e a agricultura familiar do país, atributos fundamentais para a geração de resultados para o Banco do Brasil”, destaca Tarciana Medeiros, presidenta do Banco do Brasil.

“Trata-se de uma nova fase do trabalho de evolução no segmento, iniciado e liderado pelo Liguta há pouco mais de dois anos”, complementa.

Perfil do profissional

Gilson Bittencourt é agrônomo formado pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), especialista em Análise de Políticas Públicas pela Universidade do Texas/EUA, e Mestre em Desenvolvimento Econômico pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Atualmente é Subsecretário de Política Agrícola e Negócios Agroambientais do Ministério da Fazenda, e membro do Conselho de Administração da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), e do Conselho de Administração da Livelo.

Ele foi secretário de Agricultura Familiar no Ministério do Desenvolvimento Agrário, secretário adjunto de Política Econômica do Ministério da Fazenda, secretário de Planejamento e Investimentos Estratégico do Ministério do Planejamento e secretário adjunto da Secretaria-Executiva da Casa Civil da Presidência da República.

Além disso, trabalhou no Departamento de Estudos Sócio-Econômicos Rurais (Deser) com política agrícola e foi professor e consultor em crédito rural para instituições financeiras. Foi membro do Comitê de Auditoria da BrasilPrev, da BB Seguridade e da Embrapa, além de membro do Conselho Fiscal da BrasilCap e da Caixa Econômica Federal.

“O processo de elegibilidade encontra-se em trâmite nas instâncias competentes de governança para posterior eleição pelo Conselho de Administração”, finaliza a nota do BB.



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Pecuária de precisão: família no Pará revoluciona com TIP em São Félix do Xingu


Em São Félix do Xingu (PA), a Fazenda Pindorama B desponta como um exemplo do futuro da pecuária brasileira. A propriedade tem investido significativamente na Terminação Intensiva a Pasto (TIP), aliando essa prática a um forte foco em pecuária de precisão e alta tecnologia. Já clica aí pra assistir ao vídeo abaixo e conferir essa história que é pura inspiração para a sua fazenda!

Este caso de sucesso demonstra como é possível unir tradição e inovação para elevar a produtividade e a rentabilidade na lida do gado.

Esta prova de excelência e dedicação familiar foi o destaque do quadro Giro pelo Brasil na terça-feira (22).

O tradicional quadro do programa Giro do Boi, do Canal Rural, acompanha o nível de qualidade dos abates de bovinos de corte no país, garantindo carne segura e de alta qualidade para consumidores brasileiros e internacionais.

A história da Fazenda Pindorama B é um desses bons exemplos de pecuária que alcança patamares superiores de produção.

A origem do sucesso: Fazenda Pindorama B

Família Behnen de Paula e Silva, com os proprietários Paulo Henrique e Roberta Behnen de Paula e Silva e as filhas Rafaela e Isabela. Foto: Divulgação
Família Behnen de Paula e Silva, com os proprietários Paulo Henrique e Roberta Behnen de Paula e Silva e as filhas Rafaela e Isabela. Foto: Divulgação
Família Behnen de Paula e Silva, com os proprietários Paulo Henrique e Roberta Behnen de Paula e Silva e as filhas Rafaela e Isabela. Foto: Divulgação

Este exemplo de capricho na produção vem da Família Behnen de Paula e Silva, com os proprietários Paulo Henrique e Roberta Behnen de Paula e Silva.

Um ponto interessante é que os abates do gado foram registrados em nome das filhas do casal, Rafaela Behnen de Paula e Silva e Isabela Behnen de Paula e Silva, simbolizando a união familiar e o futuro no campo. A propriedade em questão é a Fazenda Pindorama B, localizada no município de São Félix do Xingu (PA).

A apresentação dessa história de sucesso ficou a cargo de Ataíde Bueno Júnior, originador da unidade da Friboi de Santana do Araguaia (PA).

Ataíde, que conhece de perto a realidade do campo e o potencial dos produtores da região, ressaltou o empenho da família e o investimento em tecnologias que resultam em excelência na produção.

O investimento na pecuária de precisão

Paulo Henrique e a equipe da fazenda. Foto: Divulgação
Paulo Henrique e a equipe da fazenda. Foto: Divulgação
Paulo Henrique e a equipe da fazenda. Foto: Divulgação

Os animais da Fazenda Pindorama B foram manejados no sistema de Terminação Intensiva a Pasto (TIP), uma estratégia eficaz para a engorda. O produtor, com notável dedicação, adquiriu uma estrutura mecânica que funciona como um cocho automatizado para os animais.

Essa tecnologia permite a suplementação precisa de cem bois, otimizando o trato e o desenvolvimento do gado.

É a pecuária de precisão aplicada na prática, demonstrando que o investimento correto em inovação e tecnologia resulta em maior eficiência, carne de qualidade superior e um retorno financeiro que justifica todo o esforço no campo.

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exportadores avaliam impacto de tarifa dos EUA



EUA eleva tarifa e carne bovina brasileira




Foto: Pixabay

A análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgada nesta segunda-feira (21), aponta que os Estados Unidos elevaram em 50% a tarifa sobre a carne bovina brasileira. Com o novo acréscimo, o total de impostos incidentes sobre o produto importado chega a 76%.

Atualmente, os Estados Unidos são o segundo maior comprador da carne bovina brasileira, responsáveis por 13,69% do volume exportado no primeiro semestre de 2025. Em relação ao estado de Mato Grosso, 7,20% das exportações no mesmo período foram destinadas ao mercado norte-americano.

Segundo a análise, apesar da elevação tarifária, Mato Grosso tende a sofrer impacto limitado, em razão da diversificação de seus destinos comerciais. “O estado possui um mercado externo bem distribuído, o que permite redirecionar os volumes anteriormente destinados aos EUA para outros países importadores”, aponta o Imea.

Por outro lado, os Estados Unidos poderão enfrentar dificuldades de reposição. Cerca de 30% da carne bovina importada pelo país é de origem brasileira. Com a nova tarifa, os norte-americanos terão de buscar fornecedores alternativos, como Austrália, Argentina e Uruguai — mercados que, geralmente, operam com preços superiores aos praticados pelo Brasil.





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