quinta-feira, abril 2, 2026

Autor: Redação

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fim de semana terá chuva e ventos fortes em várias regiões do Brasil



O primeiro fim de semana de novembro será marcado por chuvas fortes, temporais e sensação de abafamento em várias regiões do Brasil, de acordo com a Climatempo. A combinação entre áreas de baixa pressão e a atuação de um cavado meteorológico em níveis médios da atmosfera deve provocar instabilidades típicas da primavera. Confira a previsão completa para sábado (1º) e domingo (2) em cada região do país:

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Sul

O avanço da baixa pressão e do cavado meteorológico intensifica as instabilidades no Paraná e em Santa Catarina neste sábado (1º). As pancadas de chuva ganham força ao longo do dia, com risco de temporais, raios e ventos fortes, especialmente no norte e centro do Paraná. No Rio Grande do Sul, o tempo fica mais firme no interior, mas há chuvas isoladas no litoral e calor durante a tarde.

No domingo (2), o alerta de temporais continua no Paraná, com chuva intensa e volumes elevados em pouco tempo. Em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, a instabilidade se espalha, com chuvas moderadas a fortes em várias áreas.

Sudeste

O fim de semana será de instabilidade e abafamento em todos os estados da região.
No sábado (1º), o interior de São Paulo terá pancadas de chuva desde a manhã, que se intensificam à tarde, com risco de temporais. Em Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo, as chuvas aparecem a partir da tarde, de forma isolada, acompanhadas de raios e trovoadas.

No domingo (2), as instabilidades ganham força sobre São Paulo, Minas e Rio, com risco de temporais e rajadas de vento. No Espírito Santo, a chuva será mais passageira e de fraca intensidade.

Previsão para São Paulo (capital)

Sábado (1º): mínima de 15 °C e máxima de 27 °C. Pancadas de chuva com raios e risco de temporais à tarde. Sensação de abafamento.

Domingo (2): mínima de 17 °C e máxima de 22 °C. Chuva persistente ao longo do dia, com acumulados expressivos em alguns bairros.

Centro-Oeste

A região terá chuvas intensas e temporais generalizados durante todo o fim de semana.
No sábado (1º), pancadas fortes ocorrem desde cedo no Mato Grosso do Sul, avançando para Mato Grosso, Goiás e Distrito Federal.

No domingo (2), o tempo segue instável, com risco de acumulados elevados, principalmente no sul de Goiás e no Mato Grosso do Sul. Apesar da chuva, a sensação de abafamento persiste.

Nordeste

O tempo será de contrastes. Enquanto o sul do Maranhão, o Piauí e o oeste da Bahia registram pancadas fortes e isoladas, o interior nordestino permanece com calor intenso e baixa umidade. Na faixa litorânea, a umidade marítima provoca chuvas rápidas e passageiras.

Norte

As instabilidades continuam ativas sobre Tocantins, Pará, Roraima e Amazonas, com risco de chuvas fortes e temporais isolados. Em Acre e Rondônia, a chuva será mais pontual. Já o Amapá terá tempo firme na maior parte do dia, com precipitação leve apenas no norte do estado.



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demanda interna e exportações impulsionam mercado no fim do ano



O mercado do boi gordo entra no último bimestre do ano com expectativa positiva, sustentada pela melhora das pastagens e pelo aumento gradual da demanda interna. Segundo o analista da Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, a tendência é de avanço no consumo de proteínas animais, impulsionado pelo comportamento sazonal típico desse período.

“Todo ano é assim. Todo ano gera um efeito positivo no consumo de proteínas animais e esse ano não vai ser muito diferente. A gente tem uma expectativa muito boa, até porque a exportação está muito forte, muito agressiva”, afirma.

Depois de um mês de setembro considerado histórico, as exportações brasileiras de carne bovina se encaminham a um resultado ainda melhor em outubro. Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), apenas nos primeiros 18 dias úteis do mês, foram enviadas ao exterior 15,36 mil toneladas da proteína, alta de 2,3% frente ao mesmo período do ano passado. 

Abate de animais jovens cresce e eleva qualidade da carne

Dados divulgados pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) mostram que 40% dos abates no país envolvem bovinos com menos de 24 meses. Para Iglesias, esse aumento na participação de animais mais jovens acaba influenciando a qualidade da carne, o volume de produção e o comportamento de preços.

“A questão da precocidade foi uma exigência do mercado e o Brasil está entregando isso. Além de entregar um animal jovem, a carne brasileira está aumentando qualidade ao longo dessa década. Hoje, ela atende os requisitos de exportação para atender os mercados mais exigentes do mundo. É bem interessante isso”, destacou.

Neste sentido, apesar da ampliação da participação da China nas exportações brasileiras de carne bovina para cerca de 60%, após a imposição de tarifas pelos Estados Unidos, Iglesias recomenda que o Brasil se abra a novos mercados. 

“Tentar abrir de uma vez o Japão, Coreia do Sul, mercados importantes que compram bons volumes e reduzir cada vez mais essa dependência em relação à China. Esse é o caminho para a bovinocultura de corte aqui no Brasil”.

Câmbio e cenário externo devem guiar o setor em 2026

Além do câmbio como um fator determinante para o desempenho das exportações, analistas avaliam que 2026 deve marcar a recomposição do rebanho, com foco na eficiência reprodutiva das fêmeas. 

No entanto, para Iglesias, outras variáveis devem ser observadas nos próximos meses para que o setor mantenha a rentabilidade e evite um desequilíbrio entre oferta e preço

“Câmbio é uma variável chave para 2026, mas o que a gente precisa acompanhar de perto, agora em novembro, é a decisão que a China vai tomar em relação àquela investigação que está conduzindo sobre o impacto das importações de carne bovina na formação da produção local. E por fim, a gente tem que monitorar o cenário envolvendo China e Estados Unidos, mais para o mercado de grãos”, finalizou.



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a disputa entre o folclore brasileiro e a cultura americana


No dia 31 de outubro é celebrado o Halloween, o Dia das Bruxas americano. A comemoração tradicional dos Estados Unidos também vem ganhando cada vez mais força aqui no Brasil, principalmente entre a Geração Z. Esse efeito pode ser observado no comércio, pois grandes marcas vem investindo na data como forma de atrair mais clientes.

Apesar dessa guinada da festividade americana nos centros urbanos, desde o início dos anos 2000, entusiastas da cultura nacional buscaram resinificar a data. Em 2003, surgiu a ideia para um Projeto de Lei Federal instituindo o Dia do Saci em 31 de outubro como forma de valorizar a cultura nacional. Em 2004, o estado de São Paulo tomou a dianteira e oficializou a data como lei estadual, e em 2013 ela se consolida em âmbito nacional.

O principal intuito da medida foi criar uma data para celebrar a vasta cultura do folclore nacional, valorizando as tradições e histórias que compõem a identidade do Brasil. Ao mesmo tempo, a data serve como um contraponto ao Halloween, indo contra a forte influência estrangeira trazida pela globalização.

O folclore e a viola

Enquanto o Halloween se consolida como uma festividade predominantemente urbana, o folclore nacional está intrinsecamente ligado à vida no campo. Para o violeiro Paulo Freire “quanto mais longe a gente fica de uma luz elétrica, mais a gente consegue ver as coisas que estão rodeando a gente”. O músico e escritor é autor de diversos projetos que unem a viola caipira com a mitologia brasileira, como o álbum “A Mula” (2024) e “Nuá – Músicas Para os Mitos Brasileiros” (2009).

Com 19 anos, Paulo largou a faculdade de jornalismo, e inspirado pelo livro Grande Sertão: Veredas, de João Guimarães Rosa, resolveu se mudar para o sertão mineiro, com o intuito de se conectar com o Brasil profundo. Lá ele conviveu com a tradição da viola caipira, e com as histórias da mitologia brasileira.

Paulo Freire VioleiroPaulo Freire Violeiro
Foto: Roberto Aso

O violeiro conta sobre essa junção do instrumento com o folclore: “Ali no sertão eu comecei a ouvir muita história ligada à viola e ligada à nossa mitologia popular. E eu fui me apaixonando muito pelo assunto, que tem muito a ver com o instrumento, com as rodas de causos em volta da fogueira, as folias de reis, onde sempre contavam as histórias e os mistérios que acontecem.”

No mundo da música diversos nomes buscaram inspiração no folclore como Heitor Villa-Lobos, Inezita Barroso e Rolando Boldrin. Mas o folclore nacional também serviu de inspiração para grandes artistas da literatura. Antes mesmo de criar o Sítio do Picapau Amarelo, Monteiro Lobato publicou “Saci-Pererê: O resultado de um inquérito” (1918), onde pediu relatos para diversas pessoas do Brasil inteiro sobre seus contatos com o ser travesso. Mario de Andrade também foi importante pesquisador do folclore nacional.

Dia do Saci vs Halloween

Mesmo com a instituição do Dia do Saci, ainda existe um longo caminho a ser percorrido para o mitologia brasileira ser amplamente valorizada. Paulo comenta a importância dessa busca pelo folclore: “Eu acho que a gente tem que buscar cada vez mais. Só vai fazer bem para o nosso convívio com as nossas matas, com os nossos rios e para a gente aprender a viver nessa cidade doida também. A gente tem que trazer mais esses seres para cá.” explica.

Paulo vai ainda mais longe ao dizer que não é contra o Halloween, e que não concorda com a instituição do dia do Saci em 31 de outubro. “Eu acho que o Dia do Saci não tem que ser um dia em contraponto a outro. Ele tem que ter o dia dele próprio. Mas tem que prestar atenção que ele bagunça tudo, então ele vai lá mexer no calendário e vai mudar o dia dele também”, brinca.

Mas o músico defende que essa valorização não pode se basear apenas por medidas governamentais, para ele, também é necessário que haja um interesse pessoal. Essa busca “depende de cada um de nós. A Inezita Barroso foi um grande exemplo. Ela era uma moça nascida e criada em São Paulo, em uma família tradicional de São Paulo, mas chegava às férias e ela corria para a roça e ia se inteirando desses assuntos por um amor pela nossa terra.” Comenta.

Paulo, faz parte da Associação Nacional dos Criadores de Saci. A instituição incentiva as pessoas a se tornarem “Criadoras de Saci” por manterem este personagem vivo ao continuarem contando histórias e repassando a tradição do pesonagem para as próximas gerações.

Nesse sentido ele conclui: “A gente precisa mostrar que esses mitos existem, que esses seres existem. Se a gente ficar ligado em televisão, em celular, em rede social, a gente não vai conviver com isso. Então, nós temos que apresentar para as gerações que estão chegando essa nossa grande variedade, essas nossas histórias.”

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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AgroNewsPolítica & Agro

Acordo entre EUA e China movimenta mercado do trigo



Trigo tem alta com expectativa de acordo comercial global



Foto: Canva

Segundo análise da Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema), referente à semana de 24 a 30 de outubro e publicada nesta quinta-feira (30), a cotação do trigo em Chicago apresentou alta na última semana de outubro. O movimento foi impulsionado pela valorização da soja e pela expectativa de um possível acordo comercial entre Estados Unidos e China.

De acordo com o levantamento, o bushel do cereal atingiu US$ 5,32 no dia 29 de outubro, o maior valor desde 28 de julho de 2025. No entanto, no fechamento do dia 30, houve leve recuo, com a cotação ficando em US$ 5,24 por bushel, ante US$ 5,13 registrados na semana anterior.

Em relação às exportações norte-americanas de trigo, a Ceema informou que, na semana encerrada em 23 de outubro, os embarques somaram 258.543 toneladas, volume abaixo do esperado pelo mercado. Mesmo assim, o total exportado no atual ano comercial já alcança 11,5 milhões de toneladas, resultado 19% superior ao observado em igual período do ano passado.

 





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Brasil vai exportar farinha de sangue bovino para a Colômbia



O Brasil ampliou sua presença no mercado colombiano com a autorização para exportar farinha de sangue bovino, insumo usado na fabricação de ração animal. A negociação foi concluída entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e o Ministério das Relações Exteriores (MRE), após tratativas sanitárias entre os dois países.

A abertura representa mais uma frente para o agronegócio brasileiro, que já soma 471 novos mercados desde o início de 2023, segundo dados oficiais.

Novo destino para um produto de alto valor proteico

A farinha de sangue é produzida a partir de subprodutos do abate bovino e tem alto teor de proteína, o que a torna importante na formulação de rações. O produto é usado principalmente em dietas para cães, gatos e peixes, além de suínos e aves.

A Colômbia, com cerca de 52 milhões de habitantes, tem um mercado pet em expansão. Estimativas apontam que mais da metade das famílias colombianas possui ao menos um animal de estimação, fator que reforça o potencial da nova rota comercial para produtores e indústrias brasileiras do setor.

Comércio bilateral em crescimento

Em 2024, as exportações brasileiras do agronegócio para a Colômbia superaram US$ 863 milhões, com destaque para papel e celulose, açúcar refinado, café e rações para animais. A entrada da farinha de sangue na lista de produtos habilitados tende a diversificar ainda mais o portfólio de vendas ao país vizinho.

De acordo com o Mapa, o avanço reflete o esforço conjunto das autoridades agrícolas e diplomáticas para ampliar o acesso do agro brasileiro a novos destinos. O governo considera que a estratégia de negociações sanitárias e de promoção comercial tem sido fundamental para fortalecer a competitividade internacional dos produtos nacionais.



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Line-up projeta exportações de 3,4 milhões de t de soja em novembro



O line-up, programação oficial de embarques nos portos brasileiros, projeta a exportação de 3,4 milhões de toneladas de soja em novembro. Em outubro, os números previstos são de 6,531 milhões de toneladas.

Segundo levantamento da Safras & Mercado, em outubro do ano passado as exportações somaram 4,443 milhões de toneladas. Em setembro, o Brasil embarcou 6,964 milhões de toneladas.

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Acumulados de soja: janeiro a novembro

No acumulado de janeiro a novembro de 2025, o line-up projeta embarques de 105,165 milhões de toneladas, acima dos 95,590 milhões registrados no mesmo período de 2024, indicando crescimento no ritmo das exportações da principal commodity agrícola do país.



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Anfitrião da abertura da colheita, Tocantins enfrenta falta de chuvas durante semeadura



O estado de Tocantins sediará a Abertura Nacional da Colheita de Soja, momento simbólico que reforça a importância da cultura para a economia local. Apesar dos avanços tecnológicos nas fazendas, como sementes de alto desempenho, fertilizantes de última geração e maquinário moderno, a safra enfrenta desafios climáticos, já que as chuvas ainda não se distribuíram pelo estado.

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De acordo com Caroline Schneider, presidente da Aprosoja Tocantins, muitos produtores ainda aguardam condições ideais para iniciar o plantio, o que pode impactar também a safrinha de milho, comprometendo a janela de plantio e o rendimento das lavouras. “Estamos na expectativa de que os produtores realizem uma safra segura, aguardando as melhores condições climáticas”, afirma.

A presidente comenta que o plantio e a colheita devem ser conduzidos com cautela, garantindo viabilidade econômica e minimizando riscos para as propriedades rurais. ” Aprosoja Tocantins acompanha de perto os produtores, oferecendo orientações para decisões seguras e estratégicas”, detalha.

Abertura Nacional da Colheita da Soja 25/26

O evento será realizado no dia 30 de janeiro, às 9h, na Fazenda Alto da Serra, em Porto Nacional (TO). Produtores rurais, lideranças do setor e autoridades nacionais participarão da cerimônia, que destaca a soja como motor de desenvolvimento econômico e sustentável no país.

A abertura será transmitida ao vivo pelo Canal Rural e pelas redes sociais, permitindo que produtores e o público de todo o Brasil acompanhem o início simbólico da colheita da principal cultura agrícola do país. A realização é do Canal Rural e da Aprosoja Brasil, com apoio da Aprosoja Tocantins e do Grupo Wink. “Esperamos todos vocês para este momento especial”, conclui a presidente Caroline Schneider.



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Preços do bezerro e boi magro sobem mais que o boi gordo e desafiam pecuarista



O último trimestre de 2025 traz um cenário desafiador para o pecuarista de recria e engorda. Isso porque os preços dos bezerros e bois magros estão mais altos que a arroba do boi gordo, o que encarece o início do novo ciclo de engorda. Segundo análise do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), essa diferença pressiona a relação de troca e eleva o custo de produção.

Os preços nas principais praças pesquisadas mostram que o pecuarista precisa, neste momento, de mais arrobas de boi gordo para adquirir os animais de reposição.

No Triângulo Mineiro (MG), são necessárias, em média, de 9,92 arrobas de boi gordo para comprar um bezerro na parcial de outubro (até o dia 28). O número é 5,4% maior que no mês anterior e 41% acima do resultado de outubro/24, de 7,04 arrobas por cabeça. Em Cuiabá (MT), é preciso 9,87 arrobas para adquirir um bezerro na média parcial, respectivos aumentos mensal e anual de 3,8% e 19,7%.

O que explica o cenário

De acordo com o Cepea, o movimento de alta no preço dos bezerros é sustentado pela oferta limitada de animais, resultado do abate recorde de fêmeas no primeiro semestre do ano. O fator acaba limitando o potencial produtivo da atividade de cria. No caso do boi magro, entretanto, é a oferta aquecida que vem pressionando as cotações.

Além disso, a seca prolongada limitou a engorda a pasto e direcionou a terminação para o confinamento. Conforme levantamento da DSM/Tortuga, a taxa de ocupação dos confinamentos atingiu o maior nível da série histórica, 18,5% acima da de 2024.

Perspectivas para os próximos meses

Diante do cenário de custos elevados para repor o rebanho, os pesquisadores do Cepea alertam que o pecuarista começa o ciclo de recria e engorda com a conta relativamente mais alta. Com isso, a rentabilidade dos próximos meses vai depender de uma combinação de eficiência na gestão de custos e estratégias de venda do boi gordo.



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Canal Rural na COP30 terá 60h de conteúdo exclusivo e participações diárias de Roberto Rodrigues



O Canal Rural terá cobertura ao vivo da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), realizada em Belém (PA) de 10 a 21 de novembro. Com mais de 60 horas de conteúdo exclusivo, transmissões ao vivo e parcerias estratégicas, a emissora se posiciona como o principal veículo brasileiro a retratar o agronegócio dentro do maior evento climático do planeta.

A cobertura será multiplataforma. Na Pay TV e nas parabólicas, os conteúdos sobre a COP30 estarão nos telejornais e na grade de programação, com boletins, entradas ao vivo e reportagens especiais.

Já no YouTube e na Fast TV, o público acompanhará a COPTV do Agro, transmitida ao vivo do estúdio do Canal Rural instalado na COP30, em Belém. Entrevistas aprofundadas, análises e reportagens especiais intergrarão a programação, que também inclui boletins diários com representantes da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e da Embrapa, parceira do Canal Rural na cobertura.

O ponto alto da COPTV é o Diário da COP, apresentado diariamente pelo ex-ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, que trará convidados e personalidades para resumir os principais acontecimentos do dia na conferência e seus impactos sobre o agronegócio. Rodrigues é o enviado especial da agricultura para a COP30.

“Estamos comprometidos em mostrar ao mundo a força e a resiliência do agronegócio brasileiro, que não apenas alimenta o planeta, mas também oferece soluções concretas para as mudanças climáticas”, afirma Julio Cargnino, CEO do Canal Rural. “Nossa cobertura na COP30 será um marco, evidenciando o protagonismo do Brasil na construção de um futuro mais verde e produtivo”, completa.

Fórum Planeta Campo – Especial COP30

Também promovido pelo Canal Rural, o Fórum Planeta Campo – Especial COP30 acontecerá no dia 11 de novembro, a partir das 13h, no espaço CNA/Senar, com apresentação de Marusa Trevisan. Ao longo da tarde, haverá premiações intercaladas com os painés reconhecendo destaques da agricultura familiar e de pequenos, médios e grandes produtores.

Confira os painéis e os palestrantes já confirmados
13h — Abertura: Marusa Trevisan, Silvia Massruha (presidente da Embrapa), Munir Lourenço (Conselheiro da CNA). Abertura especial com e Jai Shroff (CEO Global da UPL) e Gilberto Tomazoni (CEO Global da JBS).

14h — O Agro que alimenta: Roberto Rodrigues (ex-ministro da Agricultura), Rodrigo Justos (Conselheiro da CNA), Dep. Mauro de NadalPres (Presidente da Frente Parlamentar da Cop 30 de SC) e Laudemir Muller (Gerente de Agronegócio da ApexBrasil).

14h40 — Agropecuária regenerativa como padrão global: Gisela Introvini (Superintendente da FAPCEN) e Aurélio Pavinato (CEO da SLC).

15h20 — Agro de Baixo Carbono – métricas e resultados (Case Roncador): Rogério Mello (UPL), Talita Pinto (Coordenadora do Observatório de Bioeconomia da FGV) e Roberta Carnevalli (Chefe de P&D da Embrapa Soja)

16h — Rastreabilidade total da cadeia de alimentos: Liège Corrêa (Diretora de Sustentabilidade da JBS) e Natália Fernandes Carr (Gerente de ESG da Coxupé).

Com estúdio próprio, transmissões diárias e presença dos principais nomes do setor, o Canal Rural vai fazer da COP30 um marco na comunicação do agronegócio brasileiro com o mundo.



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AgroNewsPolítica & Agro

Agricultura familiar alcança recorde de vendas em São Paulo



Compras públicas fortalecem agricultura familiar no estado



Foto: Divulgação

A agricultura familiar do estado de São Paulo registrou um marco em 2025. O Programa Paulista da Agricultura de Interesse Social (PPAIS) alcançou R$ 50,5 milhões em compras públicas, valor que supera a soma de todos os investimentos realizados entre 2020 e 2023. O resultado representa, segundo o governo estadual, um avanço na geração de renda e segurança para milhares de famílias agricultoras.

Coordenado pela Fundação ITESP e vinculado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo (SAA), o PPAIS tem como meta garantir mercado para agricultores familiares e cooperativas, além de fortalecer o abastecimento de instituições públicas estaduais. “O programa aproxima o campo das políticas públicas e assegura que alimentos de qualidade e origem paulista cheguem a escolas, universidades e unidades prisionais”, destacou a SAA.

Entre 2020 e 2022, o programa movimentou pouco mais de R$ 30 milhões. Em 2023, o valor foi de R$ 17,2 milhões e, em 2024, de R$ 20,4 milhões. O salto para R$ 50,5 milhões neste ano reflete o fortalecimento das políticas de compras públicas, a ampliação das chamadas e o apoio técnico prestado aos produtores pela CATI e pela Fundação ITESP. “Acompanhamos todo o processo, do planejamento da produção à entrega dos alimentos”, informou a coordenação do programa. Atualmente, cerca de 40 cooperativas integram a iniciativa.

O aumento nas aquisições também está relacionado a duas medidas da atual gestão: o fortalecimento da cadeia produtiva do leite e a inclusão do café entre os produtos comprados pelo programa. O governo ampliou a compra de leite para unidades prisionais e outras instituições, além de passar a adquirir café torrado e moído de cooperativas da agricultura familiar, setor que ganhou importância após a imposição de tarifas americanas sobre o café brasileiro.

Com o novo recorde, o PPAIS consolida-se como uma política de Estado voltada ao fortalecimento das cadeias produtivas e à valorização dos agricultores familiares. “O programa mostra que é possível construir um campo mais justo, produtivo e sustentável”, concluiu a SAA.





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