Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.
No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca a queda do Ibovespa, que fechou em 127 mil pontos, pressionado pelo cenário externo.
A ata do Fed reforçou a necessidade de cautela nos cortes de juros, enquanto dados do Reino Unido aumentaram as preocupações com a inflação.
O dólar subiu para R$ 5,72, e os juros futuros abriram com expectativa de forte oferta de títulos pelo Tesouro.
Na China, novas medidas buscam estimular o consumo e o investimento estrangeiro.
Hoje, o mercado acompanha dados de auxílio-desemprego nos EUA e confiança do consumidor na Zona do Euro.
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Foto: Sheila Flores
De acordo com o boletim conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (13), a falta de chuvas regulares tem afetado a qualidade e o crescimento das pastagens no Rio Grande do Sul. Em regiões mais secas, especialmente no Oeste do estado, observa-se queda na qualidade forrageira, estresse hídrico e até senescência de plantas, prejudicando a alimentação dos rebanhos.
De acordo com o relatório, pastagens perenes e anuais cultivadas também enfrentam dificuldades de rebrote e queda expressiva na produção forrageira. Em locais onde a irrigação é possível, a técnica tem sido essencial, mas alguns reservatórios já operam em níveis críticos.
Nas áreas que receberam chuvas regulares, a recuperação das pastagens tem permitido a realização de manejos como adubação e roçadas. No entanto, a escassez de água aliada às altas temperaturas segue representando um desafio para a pecuária, tornando indispensável o uso de estratégias de suplementação alimentar para manter a nutrição do gado.
A previsão climática para as próximas semanas será determinante para a recuperação das áreas afetadas e a manutenção da produtividade do setor agropecuário.
A Região Sul do país tem alerta de temporais para as três capitais, condição que praticamente se repete no Norte. Na Região Metropolitana de São Paulo, risco de alagamentos. Centro-Oeste sem folga para o calorão e os termômetros explodindo no Nordeste. Confira:
Sul
A formação de um sistema de baixa pressão na altura do litoral de Santa Catarina vai favorecer o aumento das instabilidades nos três estados da Região Sul nesta quinta-feira. A chuva acontece desde a madrugada em pontos do norte gaúcho, interior de Santa Catarina e no litoral do Paraná. Ao longo das horas, a chuva vai ganhando intensidade, principalmente à tarde, por conta do calorão. Tem alerta para temporais em Porto Alegre, Florianópolis e em Curitiba, ou seja, nas três capitais. Apesar da chuva, o sol ainda aparece em alguns momentos e as temperaturas são altas, com sensação de tempo abafado.
Sudeste
A presença do sistema de alta pressão sobre grande parte dos estados de Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro afasta as nuvens carregadas, o que mantém o dia bem ensolarado, seco e com temperaturas altas. Não há previsão de chuva em grande parte da Região Sudeste. No interior de São Paulo e na região metropolitana do estado, as pancadas acontecem bem típicas da estação à tarde, sem previsão de altos volumes, mas podem vir com forte intensidade e causar alguns pontos de alagamentos.
Centro-Oeste
As instabilidades continuam concentradas sobre o interior de Mato Grosso do Sul e no norte de Mato Grosso por conta da circulação de ventos, calor e umidade. Tem previsão de pancadas pontualmente fortes em Campo Grande, enquanto em Cuiabá e em Goiânia a chuva é mais passageira e o sol aparece em mais momentos do dia. Em Brasília, quinta-feira ensolarada e sem chuva. O destaque continua sendo as altas temperaturas.
Nordeste
A chuva se espalha mais nesta quinta-feira em áreas do interior do Piauí, de Pernambuco, do Ceará e na Paraíba. É uma chuva associada ao calor e à alta umidade, com previsão de volumes mais expressivos no Maranhão e no litoral do Ceará. Entre as capitais Natal e Salvador, o dia continua bem ensolarado, abafado e com chuva mais rápida e passageira. No interior da Bahia, tempo ensolarado, com as máximas se aproximando dos 40°C e nada de chuva.
Norte
Chove sobre todos os estados da Região Norte nesta quinta-feira. As instabilidades são associadas ainda ao calor e à umidade, e as pancadas acontecem a qualquer hora do dia. Tem previsão de altos volumes de chuva no Acre, em Rondônia e no interior do Amazonas. As capitais Manaus, Porto Velho e Rio Branco seguem na rota dos temporais. No norte do Pará e no Amapá, o tempo é um pouco mais carregado e também com chuva em vários momentos do dia. Tem risco para alagamentos e também subida rápida nos níveis dos rios. No Tocantins, a chuva se concentra sobre a metade norte do estado, enquanto nas áreas de divisa com Goiás e Bahia, o tempo continua ensolarado.
Os Correios assinaram, nesta quarta-feira (19), um acordo de cooperação técnica com o Ministério das Comunicações (MCom) e o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA).
Objetivo é o de promover a produção de produtos da sociobiodiversidade e da agricultura familiar consumidos para fins alimentício, cosmético e farmacêutico.
A formalização aconteceu durante a 6ª Reunião Ordinária do Conselho Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável (Condraf), em Brasília, com a presença de Fabiano Silva dos Santos, presidente dos Correios, e dos ministros Juscelino Filho (MCom) e Paulo Teixeira (MDA), além de outras autoridades.
Logística e inclusão digital
A parceria visa fortalecer a inclusão digital e social de agricultores familiares, assentados da reforma agrária, quilombolas e comunidades tradicionais.
“Os Correios estão presentes em todos os municípios e podem contribuir significativamente com a agricultura familiar. Queremos disponibilizar soluções logísticas eficazes e, futuramente, criar uma vitrine virtual no nosso marketplace para impulsionar a comercialização desses produtos”, destacou Fabiano Silva dos Santos, presidente da estatal.
O ministro das Comunicações, Juscelino Filho, ressaltou a importância da conectividade no campo. “A inclusão digital é um direito de todos. Esse acordo permitirá ampliar o acesso à tecnologia e melhorar a vida de quem produz no campo.”
Já o ministro do MDA, Paulo Teixeira, destacou o impacto social da iniciativa: “Facilitar o acesso digital nas zonas rurais é essencial para manter as famílias no campo e fortalecer suas atividades produtivas.”
Ações previstas no acordo
O compromisso entre os Correios e os ministérios prevê diversas iniciativas, incluindo:
Desenvolvimento de soluções logísticas para facilitar a comercialização da produção rural
Promoção da excelência e inovação na distribuição de produtos da agricultura familiar
Viabilização do transporte eficiente para aumentar a competitividade do setor
Ampliação da conectividade digital nas zonas rurais.
Em dezembro de 2023, os Correios estabeleceram uma parceria estratégica para impulsionar a agricultura familiar na Bahia. Em colaboração com a União Nacional das Cooperativas de Agricultura Familiar e Economia Solidária (Unicafes) e o Governo do Estado da Bahia, a estatal passou a operar a logística de envio de produtos para todo o Brasil. Assim, os envios são realizados de duas formas:
Correios Log+: Os produtos são armazenados no Centro de Tratamento de Cartas e Encomendas de Salvador (CTCE Salvador), onde são separados, embalados e entregues ao consumidor final.
Envio direto pelos produtores: Agricultores podem despachar seus produtos diretamente nas agências dos Correios, facilitando a comercialização no interior do estado.
De acordo com o Governo do Estado, a parceria simplifica o acesso dos pequenos produtores ao mercado nacional, reduz custos logísticos, agiliza entregas e melhora a competitividade dos produtos. “Além disso, contribui para a sustentabilidade econômica das comunidades rurais, permitindo que os agricultores familiares aumentem sua margem de lucro e ampliem suas vendas”, diz o comunicado estadual baiano.
“Essa iniciativa reforça o compromisso dos Correios com o desenvolvimento rural, consolidando sua atuação como um elo estratégico entre produtores e consumidores de todo o país”, diz a estatal, em nota.
O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) adiou para 4 de setembro de 2025 o prazo para que as granjas produtoras de ovos identifiquem individualmente os produtos vendidos a granel. Anteriormente, conforme a antiga Portaria SDA/Mapa n° 1.179, a obrigatoriedade entraria em vigor em 4 de março.
A alteração do prazo foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (19). O regulamento estabelece os requisitos de instalação, equipamentos e procedimentos para o funcionamento de granjas avícolas e unidades de beneficiamento de ovos e derivados.
A Portaria determina que a tinta utilizada na marcação da casca dos ovos deve ser específica para alimentos, atóxica e segura para consumo. Contudo, a identificação individual não será exigida para ovos comercializados em embalagens rotuladas.
Além disso, a nova portaria do Mapa define a nomenclatura dos ovos in natura e dos produtos de ovos não submetidos a tratamento térmico. A classificação considera categorias A e B, além de produtos como ovos líquidos, resfriados e congelados, gema e clara processadas.
O Mapa reforça que a produção de ovos no país vem em crescente e lembra que o Brasil é um dos únicos países do mundo livre de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) em granjas comerciais, sendo o maior exportador de frango do mundo e um grande produtor de ovos.
De acordo com a pasta, a produção de ovos no Brasil atingiu um marco histórico em 2024, com uma estimativa de 57,6 bilhões de unidades, representando um crescimento de 9,8% em relação a 2023.
Transparência ao consumidor
Foto: Divulgação Anffa Sindical
A medida do Mapa tem como objetivo aumentar a segurança e transparência para o consumidor e prevenir fraudes, protegendo também os produtores.
Para o ministro Carlos Fávaro, o aperfeiçoamento das legislações do setor impulsionam o crescimento do mercado interno e da participação do Brasil no contexto internacional.
“O Brasil só é o que é na produção de ovos, de frangos e de alimentos porque tem uma grande sanidade. O aperfeiçoamento das legislações tem que ser constante e precisa evoluir com a regra sempre muito alta nesse sentido. Tanto que esta portaria foi construída junto com o setor, aqui no Ministério da Agricultura e Pecuária, para fazer a nova classificação de ovos, tão desejada pelo setor, até para agregar valor e ganhar competitividade”, comentou.
A Universidade de São Paulo (USP) desenvolve testes da primeira estação experimental do mundo dedicada à produção de hidrogênio renovável a partir do etanol.
O projeto, conduzido pelo Centro de Pesquisa e Inovação em Gases de Efeito Estufa (RCGI) da instituição, tem o objetivo de buscar soluções energéticas limpas e colaborar na transição para uma economia de baixo carbono.
Com um investimento de R$ 50 milhões, a estação está localizada na Cidade Universitária, em São Paulo, para demonstrar a viabilidade do etanol como vetor para a produção de hidrogênio sustentável, aproveitando a infraestrutura já existente no país.
Capacidade da planta
A planta-piloto tem capacidade para produzir 100 quilos de hidrogênio por dia, volume que será utilizado para abastecer três ônibus e dois veículos leves, entre outros. O combustível será testado em coletivos de transporte público da própria USP e nos veículos Toyota Mirai e Hyundai Nexo, ambos movidos a hidrogênio.
Nesta fase, serão avaliados a taxa de conversão de etanol em hidrogênio e os índices de consumo e rendimento do combustível nos veículos.
“Estamos promovendo uma revolução na matriz energética ao demonstrar que é possível produzir hidrogênio sustentável a partir do etanol, com grande eficiência logística”, destaca Julio Meneghini, diretor científico do RCGI.
Segundo ele, ao considerar a estrutura já consolidada para o etanol, o Brasil tem condições únicas para esse desenvolvimento.
“Isso abre possibilidades para a descarbonização da indústria em setores com alto nível de emissões, como a siderúrgica e a cimenteira, além dos setores químico e petroquímico, na produção de fertilizantes e no transporte de carga e passageiros em larga escala.”
Produção de hidrogênio
A produção de hidrogênio da planta-piloto ocorre por meio da reforma a vapor do etanol, um processo químico no qual o etanol reage com água sob altas temperaturas, resultando na liberação de hidrogênio.
De acordo com Meneghini, esse método se destaca por sua eficiência e pela possibilidade de reduzir emissões de carbono, uma vez que o CO2 liberado no processo é biogênico, ou seja, pode ser compensado no ciclo do cultivo da cana-de-açúcar.
Mobilidade sustentável
Foto: Pixabay
Fabricantes de aviões e montadoras de caminhões e ônibus podem se beneficiar diretamente da estação experimental, uma vez que terão acesso a uma fonte importante e sustentável de hidrogênio para o desenvolvimento de tecnologias baseadas em células a combustível.
“O fomento dessa tecnologia pode trazer benefícios enormes para a indústria brasileira. A disponibilidade de hidrogênio em grande escala é fundamental para permitir avanços em diversas frentes, desde a mobilidade até a produção de fertilizantes sustentáveis”, destaca Meneghini.
De acordo com o diretor científico, a partir dos resultados deste projeto de Pesquisa e Desenvolvimento, espera-se obter dados que possam orientar estudos futuros sobre sua aplicação em maior escala.
“Nosso objetivo é demonstrar o potencial dessa solução e gerar conhecimento técnico-científico sobre sua viabilidade, aproveitando a infraestrutura do etanol para viabilizar a produção e distribuição do hidrogênio renovável.”
Líder na produção de energia limpa
O reitor da USP, Carlos Gilberto Carlotti Junior, também celebrou o desenvolvimento de testes e ressaltou a relevância do projeto: “O papel das universidades é desenvolver tecnologias que ainda não existem para permitir que o Brasil faça uma transição energética e, com isso, possa se posicionar como um país de primeiro mundo. Se conseguirmos oferecer uma energia mais barata e com menor pegada de carbono, certamente seremos lideranças mundiais […].”
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, destacou a importância da iniciativa para a economia do estado e seu potencial de expansão.
“O Centro de Pesquisa e Inovação em Gases de Efeito Estufa da Universidade de São Paulo representa uma das forças que permitem que nosso estado lidere a transição energética no Brasil: a pesquisa científica. Além disso, temos disponibilidade hídrica, a maior e melhor infraestrutura do país e mão de obra qualificada, que nos credenciam a sermos parceiros na produção de energia limpa e renovável para outros estados e também no exterior […].”
Para Meneghini, a tecnologia contribuirá para consolidar o país como um dos líderes mundiais na produção de energia limpa, reduzindo dependência de combustíveis fósseis e impulsionando diversos setores econômicos de maneira sustentável.
Moeda dos EUA avança apesar de dia sem grandes notícias
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Foto: Pixabay
Segundo dados da análise do InfoMoney, o dólar encerrou a sessão desta quarta-feira (14) em alta de 0,65%, cotado a R$ 5,7258, após registrar na véspera o menor valor de fechamento do ano (R$ 5,6887). A valorização da moeda norte-americana ocorreu mesmo sem grandes notícias no cenário econômico, refletindo o viés positivo global para o dólar e as novas ameaças dos Estados Unidos de imposição de tarifas comerciais.
Na B3, às 17h04, o contrato futuro do dólar para março — o mais negociado no momento — subia 0,61%, para R$ 5,7345.
Apesar da valorização no dia, o dólar acumula queda de 7,33% em 2025, após um período de forte desvalorização no início do ano.
O mercado físico do boi gordo volta a se deparar com queda nos preços. “Novamente precisa ser mencionado o papel da oferta de fêmeas nesse movimento de baixa, fazendo com que a indústria frigorífica conseguisse um bom avanço de suas escalas de abate”, diz o analista de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias.
De acordo com ele, esse cenário foi bastante representativo na Região Norte e contribuiu para a redução de patamares que se sucedeu nos demais estados que contam com abates relevantes.
“Por outro lado, as exportações de carne bovina em bom nível são a principal variável de sustentação dos preços, evitando quedas ainda mais contundentes.”
São Paulo: R$ 315,92 (R$ 317 ontem)
Goiás: R$ 300,18 (estável)
Minas Gerais: R$ 305,82 (R$ 306,18 anteriormente)
Mato Grosso do Sul: R$ 305,34 (R$ 306,02 na terça)
Mato Grosso: R$ 310,27 (R$ 312,43 ontem)
Mercado atacadista
O mercado atacadista segue com preços acomodados para a carne bovina. “No entanto, a perspectiva ainda é de queda dos preços no curto prazo, considerando a reposição mais lenta entre atacado e varejo durante a segunda quinzena do mês”, considera Iglesias.
Além disso, conforme o analista, o perfil de consumo traçado para o primeiro bimestre ainda aponta a preferência por proteínas mais acessíveis, a exemplo da carne de frango, do ovo e dos embutidos.
O quarto dianteiro ainda é precificado a R$ 17,00 por quilo. A ponta de agulha segue a R$ 17,50 e o quarto traseiro ainda está a R$ 25.
Câmbio
O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,65%, sendo negociado a R$ 5,7256 para venda e a R$ 5,7236 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6825 e a máxima de R$ 5,7325.
O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) instituiu o Programa Nacional de Modernização e Apoio à Produção Agrícola (Promaq) por meio da Portaria nº 775/25, publicada nesta quarta-feira (19).
A iniciativa tem como propósito a aquisição e doação de máquinas e equipamentos agrícolas em redes e parcerias com organizações públicas federais, estaduais, distritais e municipais, além de organizações privadas.
“Não restam dúvidas de que a produção de alimentos é a vocação do Brasil. E essa agropecuária, que é destaque no mundo e essencial para a nossa economia, também é um importante instrumento para a redução das desigualdades. Para isso, estamos impulsionando a modernização da produção com incentivo à mecanização, que permite práticas mais sustentáveis e eficazes, além do aumento da produtividade”, detalhou o ministro da pasta, Carlos Fávaro.
Regiões priorizadas
No programa, o Mapa esclarece que serão priorizadas as regiões com menor índice de mecanização agrícola e também menor participação competitiva na produção agropecuária, além de estados e municípios em situação de emergência ou calamidade pública.
“Para receber os bens, o beneficiário deverá apresentar diagnóstico que demonstre a demanda específica por máquinas e equipamentos, considerando o perfil agrícola da região, a extensão da área rural e a condição das estradas vicinais”, diz nota do Mapa.
Além disso, será firmado um termo de compromisso e de doação que assegure a utilização dos equipamentos exclusivamente para os objetivos do Promaq, garantindo que os equipamentos serão utilizados em conformidade com práticas agrícolas sustentáveis e com as normas ambientais.
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Foto: Divulgação
De acordo com dados do informativo “Tem Boi na Linha”, a boa oferta de boiadas, especialmente de fêmeas de descarte, aliada ao baixo escoamento da carne bovina, resultou em uma pressão sobre os preços do mercado pecuário em São Paulo.
A cotação do boi gordo caiu R$ 1,00/@, enquanto o “boi China”, a vaca e a novilha registraram queda de R$ 2,00/@. As escalas de abate estão atendendo, em média, sete dias.
Mato Grosso
Região Norte: Oferta elevada de fêmeas para descarte, mas com baixa demanda. O preço do boi gordo caiu R$ 2,00/@, enquanto o valor da vaca e da novilha permaneceu estável.
Região Sudoeste: O mercado manteve estabilidade em todas as categorias.
Região de Cuiabá: Nenhuma variação nos preços foi registrada.
Região Sudeste: Com menor oferta de boiadas, mas escoamento lento, o mercado permaneceu equilibrado. O boi gordo e a vaca mantiveram os preços, enquanto a novilha caiu R$ 2,00/@.
Santa Catarina
O mercado manteve-se estável, com oferta moderada de bovinos e demanda pouco aquecida. Não houve variação de preços em nenhuma categoria. As escalas de abate na região atendem, em média, seis dias.