domingo, maio 3, 2026

Autor: Redação

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Alternativas para solos siltosos auxiliam produtores para maior segurança produtiva em MT



A safra 2024/25 no Vale do Araguaia foi marcada por extremos climáticos que reforçaram um desafio recorrente para os produtores da região. Os solos siltosos, comuns no Araguaia, exige estratégias de manejo específicas para garantir rentabilidade e sustentabilidade na produção agrícola.

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A soja da primeira safra se beneficiou das chuvas, enquanto milho, sorgo e gergelim da segunda safra foram prejudicados pela seca. Com esse cenário em mente, o Centro Tecnológico do Vale do Araguaia (CTECNO Araguaia), da Aprosoja MT, localizado em Nova Nazaré, aprofunda estudos voltados às alternativas para a segunda safra, com resultados que ajudam a orientar as decisões dos agricultores.

Práticas para solos siltosos

Segundo pesquisadores da unidade, o foco tem sido identificar as melhores práticas para solos siltosos, desde a escolha de variedades mais adaptadas até o manejo da fertilidade e a definição das culturas de cobertura mais adequadas. A ideia é construir soluções que ofereçam maior segurança produtiva, mesmo em safras marcadas por irregularidade de chuvas.

Safra 24/25 de soja

Durante o ciclo 2024/25, as lavouras de primeira safra foram beneficiadas por chuvas acima de 1.500 mm, garantindo produtividades médias de até 83 sacas de soja por hectare. Já a segunda safra enfrentou restrição hídrica severa, com apenas 291 mm em localidades como Nova Nazaré, o que comprometeu o desempenho de milho, sorgo e gergelim.

Para ampliar a base de pesquisas, 66 hectares foram reintegrados ao centro experimental, destinados a ensaios de rotação de culturas, calibração de fósforo e potássio, correção do perfil de solo, testes de plantabilidade, herbicidas e vitrines de cultivares de soja e híbridos de milho. Esses experimentos permitem compreender melhor a interação entre clima, solo e manejo, fortalecendo a geração de tecnologias locais.

Entre os destaques está o ensaio de rotação de culturas, que busca entender como diferentes combinações na segunda safra, como milho, braquiária, gergelim e consórcios integrados. Trata-se de um estudo de médio e longo prazo, estruturado para avaliar o impacto agronômico e, também, a viabilidade econômica de cada sistema.

Além de soja

Outro experimento relevante foi a vitrine de milho em sequeiro, semeada em fevereiro de 2025, com 29 híbridos avaliados. Apesar dos veranicos durante o florescimento e enchimento de grãos, a média foi de 106 sacas por hectare, com alguns materiais se destacando mesmo em condições adversas.

O sorgo também vem ganhando espaço no Araguaia, impulsionado pela demanda para ração animal e biocombustíveis. Ensaios conduzidos desde a safra 2023/24 investigam a resposta de diferentes materiais e manejos de nitrogênio, ampliando o leque de opções para o produtor.

Já no gergelim, estudos sobre adubação nitrogenada mostraram que a resposta da cultura depende fortemente do teor de matéria orgânica do solo. Em áreas com baixos níveis de MO (1,2%), o efeito do nitrogênio foi direto sobre a produtividade. Em contrapartida, solos mais ricos (2,3%) supriram naturalmente a necessidade da planta, reduzindo a dependência de fertilizantes.

Além disso, os ensaios também apontaram cuidados essenciais com o manejo de plantas daninhas, especialmente em culturas de base tecnológica restrita, como o próprio gergelim, que demanda implantação em áreas bem preparadas.



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Dólar em queda não deve se sustentar; entenda impactos no agro



O mercado financeiro vive a expectativa do primeiro corte nos juros dos Estados Unidos em 2025. Diante disso, a cotação do dólar caiu para R$ 5,29 no último fechamento, o menor valor desde 6 de junho do ano passado, quando a moeda encerrou em R$ 5,25. Para Lucas Martins da Silva, sócio e private advisor da Blue3 Investimentos, não há espaço para quedas mais amplas, pelo menos no curto prazo.

Segundo o especialista, o movimento recente surpreendeu mais pela intensidade do que pela direção da queda. No fim de 2024, o dólar chegou a superar R$ 6,20 em meio à incerteza fiscal no Brasil, mas desde então a política monetária doméstica ajudou a estabilizar o câmbio. “Com esses ajustes, o mercado começou a precificar uma correção do dólar frente ao real. Outros fatores, como as decisões do governo Trump, também impactaram a moeda”, afirma.

O mercado e a Super Quarta

No entanto, o fator que mais pesa neste momento é a decisão do Federal Reserve sobre a taxa de juros nos EUA. Na tarde desta quarta-feira (17), o banco central norte-americano deve fazer um corte de 0,25 ponto percentual, o que deve levar os juros para um intervalo entre 4% e 4,25%. 

Silva acrescenta que, além do desempenho econômico brasileiro, o patamar mais elevado da Selic, hoje em 15%, também corrobora para o movimento de apreciação do real frente ao dólar. Juntamente com a decisão da política monetária do FED, o mercado também aguarda uma manutenção dos juros aqui no Brasil: é a chamada Super Quarta.

Dólar em baixa: ruim para o agro

Se por um lado a queda do dólar é uma boa notícia para o turista, para o setor agropecuário, o efeito é direto nas receitas das exportações. O impacto é o mesmo na competitividade. “Se o produto brasileiro encarecer em dólar, o mercado pode buscar alternativas com menor impacto cambial, como EUA e Argentina” aponta Silva. Outro impacto negativo é o aumento da volatilidade dos preços internos de produtos como soja e milho.

O fator cambial sobre os embarques brasileiros se soma a um momento delicado, em que o país sofre as consequências das tarifas de 50% contra os produtos brasileiros que são destinados ao mercado norte-americano. O especialista explica que, entretanto, o tarifaço já foi precificado pelo mercado. Com isso, o impacto na queda da moeda não é relevante.

Riscos da volatilidade: como se proteger?

A oscilação do câmbio continua sendo um dos principais riscos para o agronegócio no curto prazo. De acordo com Silva, a volatilidade traz incertezas para as exportações, dificulta o planejamento das empresas e aumenta os custos de produção. “Esse movimento atrapalha a previsibilidade de receita e custos e pode comprometer a estratégia de médio e longo prazo”, afirma.

Para reduzir os impactos, o especialista recomenda atenção redobrada à política monetária nos Estados Unidos, às decisões sobre a Selic e ao risco fiscal brasileiro. “São fatores que podem disparar movimentos de fuga para o dólar”, explica. Como forma de proteção, ele sugere que produtores considerem operações de hedge, que funcionam como uma trava contra altas repentinas da moeda norte-americana.



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Brasil está preparado para enfrentar retaliações dos EUA



O Brasil está preparado para enfrentar quaisquer retaliações dos Estados Unidos após a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Essa é a posição do ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, durante entrevista na manhã desta quarta-feira (17) ao programa Bom dia, Ministro, da Empresa Brasileira de Comunicação (EBC).

Segundo Fávaro, a postura recente dos EUA não condiz com o histórico democrático do país, atualmente liderado pelo republicano Donald Trump. O ministro comentou a declaração do senador norte-americano Marco Rubio, que anunciou na semana passada a possibilidade de novas medidas contra o Brasil.

“Fico triste em ver um país historicamente defensor da democracia interferindo em assuntos de outro país. Não há capacidade diplomática para esse tipo de ação”, afirmou.

Apesar das ameaças, o ministro reforçou que o Brasil mantém sua independência e está preparado para enfrentar qualquer medida externa. “Estamos prontos para lidar com altivez. O Brasil é soberano, e qualquer ação será enfrentada de cabeça erguida”, destacou.

Suporte aos exportadores

Além da posição diplomática, o governo brasileiro reforçou medidas de apoio aos produtores e exportadores afetados por barreiras externas. A medida provisória Brasil Soberano, já em vigor, amplia linhas de crédito e oferece condições especiais para empresas que sofreram dificuldades nas exportações devido às taxações norte-americanas.

De acordo com Fávaro, qualquer empresário ou produtor que comprovar dificuldades em manter suas exportações poderá acessar a linha de crédito, garantindo capital de giro e continuidade da produção. “É uma forma de enfrentar desafios externos sem comprometer a competitividade do agronegócio brasileiro”, explicou.

Além disso, o ministro destacou que o governo está atento ao restabelecimento das relações comerciais internacionais. “Nos últimos dois anos, abrimos mais de 400 mercados para produtos brasileiros. O objetivo é garantir estabilidade na produção, segurança para o consumidor e expansão do agronegócio”, disse.

Brasil Soberano

A linha Brasil Soberano, lançada em 13 de agosto pelo governo federal, reforça a capacidade do país de proteger seus exportadores frente a barreiras externas. Com crédito facilitado e garantias para empresas impactadas pelo tarifaço, a medida garante que produtores e empresas possam manter o fluxo de exportações.

Ainda conforme Fávaro, recursos do BNDES, do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal estão disponíveis para quem comprovar dificuldades em manter as vendas internacionais.



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Governo publica MP que libera R$ 12 bilhões para renegociação de dívidas rurais



O governo federal publicou nesta quarta-feira (17), no Diário Oficial da União (DOU), a Medida Provisória (MP) 1.316/2025, que abre crédito extraordinário de R$ 12 bilhões para a liquidação ou amortização de dívidas de produtores rurais.

Agora, o texto precisa ser analisado pelo Congresso Nacional, que tem até 120 dias para votar a medida. As MPs entram em vigor imediatamente após a publicação, mas perdem validade se não forem apreciadas pela Câmara dos Deputados e pelo Senado dentro do prazo.

O crédito extraordinário foi autorizado para atender produtores afetados por eventos climáticos adversos, como secas prolongadas e enchentes. A expectativa do governo é beneficiar cerca de 100 mil pequenos, médios e grandes produtores. Segundo o Executivo, os empréstimos terão taxas de juros subsidiadas, menores que as praticadas no mercado, e o montante não terá impacto no teto de gastos.



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Anec revisa estimativas de exportação de soja, farelo e milho



A Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) fez um leve ajuste positivo nas projeções para os embarques brasileiros de grãos e derivados neste mês de setembro.

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Segundo a nova atualização semanal, as exportações de soja devem atingir 7,53 milhões de toneladas, ligeiramente acima das 7,43 milhões previstas anteriormente. Em relação ao mesmo período do ano passado, o volume representa um aumento de cerca de 2,3 milhões de toneladas.

Farelo de soja

O farelo de soja também teve projeção revisada para cima: a exportação deve alcançar 2,19 milhões de toneladas, frente aos 2,11 milhões calculados na semana passada e aos 1,6 milhão embarcados em igual mês do ano anterior.

Milho

No caso do milho, a estimativa passou de 6,96 milhões para 7,12 milhões de toneladas. Se confirmado, o número ficará mais de 500 mil toneladas acima do registrado em setembro de 2024.



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Arroz tem a menor rentabilidade dos últimos três anos



A safra de arroz 2025/26 no Rio Grande do Sul começa com a menor rentabilidade desde meados de 2022. Isso é o que apontam as estimativas do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). 

De acordo com cálculos do instituto, diante dos baixos preços atuais, uma produtividade de 175,40 sacas de 50 kg por hectare seria suficiente apenas para cobrir os custos operacionais em Uruguaiana, mas ainda resultaria em margem negativa de 29% sobre os custos totais. 

Apenas produtividades acima de 245 sacas/ha ou cotações médias superiores a R$ 95,00/sc de 50 kg cobririam todos os custos. 

Assim, a expectativa é de redução de 5,2% na área cultivada, frente à temporada 2024/25, para pouco mais de 920 mil hectares, segundo o Irga (Instituto Rio Grandense do Arroz).

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Preços externos e taxa de câmbio pressionam cotações do algodão



Os preços do algodão em pluma seguem enfraquecidos. É isso o que mostram os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

De acordo com o Centro de Pesquisas, a pressão vem da queda externa. Os contratos na Bolsa de Nova York (ICE Futures) operam em baixos patamares. O dólar, que registra a menor cotação desde meados de 2024, também vem pressionando o algodão.

Além disso, a paridade de exportação caiu aos níveis observados em dezembro de 2020. Pesquisadores explicam que, esse cenário, aliado à expectativa de safra recorde no Brasil e à demanda interna contida, mantém as cotações domésticas em queda.

No acumulado da primeira quinzena, o Indicador Cepea/Esalq (pagamento em oito dias) recuou 6%, encerrando o dia 15 a R$ 3,6703/lp. Vale destacar que, no dia 12, o Indicador fechou a R$ 3,6590/lp, o menor nominal desde 6 de julho de 2023. 

No campo, a colheita da temporada 2024/25 caminha para o final, com a produção devendo alcançar, pela primeira vez, 4 milhões de toneladas. Este valor está 9,7% acima do de 2023/24, conforme relatório da Conab deste mês.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Café perde volume em exportações, mas arrecadação é recorde



As exportações brasileiras de café iniciam a safra 2025/26 em volume bastante limitado, conforme apontam dados do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé).  

Foram 5,89 milhões de sacas embarcadas de julho a agosto de 2025, queda de 22,3% frente ao mesmo intervalo da temporada anterior, ou 1,695 milhão de sacas a menos. Trata-se, também, da menor quantidade exportada desde 2022/23. 

Segundo pesquisadores do Cepea, o fraco desempenho está atrelado à redução do volume colhido na atual safra nacional. Em partes, também está relacionado aos efeitos da sobretaxa imposta pelos Estados Unidos em agosto. Com isso o país americano perdeu o posto de principal destino do café brasileiro para a Alemanha.

Por outro lado, diante dos preços médios em dólar mais elevados, a receita obtida com as vendas externas do Brasil nestes dois primeiros meses da temporada 2025/26 é recorde para o período, de US$ 2,14 bilhões.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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AgroNewsPolítica & Agro

Demanda aquece esmagamento de soja no Mato Grosso



Estado processa 1,19 milhões de toneladas de soja em agosto



Foto: USDA

Segundo a análise semanal divulgada pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) nesta segunda-feira (15), em agosto de 2025, o esmagamento de soja em Mato Grosso atingiu 1,19 milhão de toneladas, alta de 0,54% em relação a julho de 2025 e de 15,22% frente a agosto de 2024. O instituto destacou que o resultado foi “impulsionado pela forte demanda interna por subprodutos da oleaginosa e pela procura aquecida pelo farelo de soja no mercado internacional”.

Para ilustrar, o Imea informou que “as exportações do proteico no mês totalizaram 740,99 mil toneladas, aumento de 9,07% quando comparado a julho de 2025 e de 31,83% na comparação com o mesmo período do ano passado”.

Ainda conforme informantes do Imea, “o volume processado em agosto de 2025 só não foi maior porque algumas esmagadoras de menor porte relataram maior dificuldade na compra de soja, diante da menor disponibilidade do grão no estado”.

No acumulado de janeiro a agosto de 2025, o volume processado somou 9,08 milhões de toneladas, um acréscimo de 5,13% ante o mesmo período de 2024, segundo o instituto.

Por fim, o Imea informou que “a margem bruta das indústrias em agosto fechou na média de R$ 403,37 por tonelada, queda de 7,01% comparado com julho de 2025, motivada pelo aumento dos preços da soja em grão em relação aos coprodutos”.





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como agrominerais estão transformando solos e lavouras no Nordeste


No coração do Planalto baiano, em Barra do Choça, o agricultor Idimar Paes cultiva há três décadas o café arábica em 25 hectares de terra. Produtor de cafés especiais, ele viu sua lavoura ganhar novo fôlego quando decidiu apostar em um fertilizante natural pouco conhecido fora dos círculos técnicos: o remineralizador de solo.

“Como defendo o uso de produtos naturais, resolvi testar”, conta Idimar. Três anos depois, colheita após colheita, ele comemora a escolha. Hoje, a fazenda produz entre 600 e 700 sacas por ciclo, alcançando uma média de 60 sacas por hectare em sistema de sequeiro. “Começamos a disponibilizar no solo nutrientes que antes a planta não absorvia. Isso fez toda a diferença”, resume o produtor.

Um desafio crônico

A experiência de Idimar reflete uma realidade regional. No Sul e Sudoeste da Bahia, bem como em grande parte do Nordeste, os solos são altamente intemperizados, com acidez elevada e nutrientes em desequilíbrio.

O resultado: a agricultura depende fortemente de corretivos e fertilizantes químicos, insumos caros e, muitas vezes, agressivos ao meio ambiente.

Nesse cenário, o remineralizador – extraído de rochas como o granulito – surge como alternativa sustentável.

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Foto: Acervo pessoal/Vulcano Agrominerais

Sua liberação lenta de cálcio, magnésio e silício reestrutura o solo, melhora a retenção de água, fortalece a microbiota e reduz a necessidade de adubos químicos.

“Nos últimos anos, observamos crescimento de cerca de 50% na demanda pelo remineralizador, especialmente na Bahia e em estados como Pernambuco e Alagoas”, afirma Stéfano Lima, gestor comercial da Vulcano Agrominerais, empresa baiana pioneira na produção desse insumo no Norte/Nordeste.

Impacto direto na produtividade

Os números reforçam o potencial. Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Nordeste deve colher 56,3 milhões de toneladas de cana-de-açúcar em 2025 – alta de 3,6% em relação ao ciclo anterior.

Em áreas onde o remineralizador foi testado, os ganhos foram expressivos: até 16 toneladas a mais por hectare e incremento de mais de R$ 3 mil em lucratividade.

“A longevidade dos canaviais aumenta, a absorção de nutrientes melhora e a dependência de fertilizantes químicos diminui. É um tripé que gera produtividade, sustentabilidade e redução de custos”, explica o engenheiro agrônomo André Dias, responsável técnico pela Vulcano.

A tecnologia também tem se destacado em culturas como a citricultura. “Estamos observando frutos de melhor qualidade, maior resistência ao estresse hídrico e melhor absorção de nutrientes”, acrescenta Lima.

Solo fértil, futuro sustentável

Além dos resultados imediatos, o uso de remineralizadores deixa um legado de longo prazo: solos mais férteis, com melhor estrutura e capacidade de suportar ciclos produtivos mais intensos.

Para os agricultores, isso significa mais segurança e rentabilidade. Para o meio ambiente, menor dependência de insumos químicos solúveis e redução de impactos.

Idimar Paes é prova disso. Ao caminhar por sua lavoura, ele vê plantas mais vigorosas e uniformes. Mas, mais que produtividade, o agricultor enxerga futuro:

“Acredito em uma agricultura regenerativa, que preserve o solo e produza sem agredir. Essa tecnologia tem me mostrado que é possível.”, conclui.


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