segunda-feira, março 30, 2026

Autor: Redação

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Canola mantém ritmo intenso de colheita no Rio Grande do Sul



Emater aponta reta final do ciclo da canola no Estado



Foto: Pixabay

O Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (6) aponta avanço no ciclo final da canola no Rio Grande do Sul. Segundo o levantamento, “27% das lavouras estão em fase de maturação”, enquanto a colheita ocorre “em ritmo intenso”, alcançando aproximadamente 70% da área cultivada no Estado.

A entidade informa que as condições meteorológicas de outubro favoreceram a maturação, permitindo que a maior parte das áreas apresentasse qualidade de grãos e desempenho produtivo considerados adequados. De acordo com o informe, “em áreas com melhor manejo e uso de cultivares adaptadas, os rendimentos têm superado 2.400 kg/ha”, enquanto cultivos com menor investimento ou afetados por excesso de chuvas registram produtividade abaixo de 1.500 kg/ha. A uniformidade da maturação e o uso crescente de dessecação pré-colheita têm contribuído para manter a qualidade dos grãos. A estimativa da Emater/RS-Ascar indica 176.076 hectares de cultivo e produtividade média estadual de 1.659 kg/ha.

Nas regiões administrativas, o panorama é variável. Em Erechim, a cultura está em fase de enchimento de grãos, com previsão de “2.400 kg/ha”. Em Frederico Westphalen, 80% da área foi colhida, e a produtividade média está em torno de 1.500 kg/ha. Em Ijuí, a colheita chega a 70% da área e supera 1.800 kg/ha, enquanto em Santo Augusto já foi encerrada com cerca de 2.400 kg/ha. Em Santa Bárbara do Sul, o rendimento está em 2.000 kg/ha, e em Passo Fundo, a colheita concluída registra média de 2.100 kg/ha.

Na região de Santa Maria, a colheita alcança 60%, com produtividade abaixo da estimativa inicial de 1.860 kg/ha. Em Tupanciretã, 90% da área foi colhida, com forte variação entre 540 e 2.100 kg/ha, e há lavouras passando por dessecação para uniformizar a maturação final. Em Santa Rosa, 87% da área já foi colhida, com rendimento próximo a 1.800 kg/ha, ligeiramente acima da estimativa de 1.738 kg/ha. Em Soledade, a colheita, inicialmente interrompida pela chuva após alcançar 45%, foi retomada com o retorno do tempo firme, e a produtividade média é de 1.600 kg/ha.





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Erva-mate mantém colheita e enfrenta mercado lento


O Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (6) aponta que o cultivo de erva-mate mantém desenvolvimento regular nas principais regiões produtoras do Rio Grande do Sul. Em Caxias do Sul, a entidade informa que os ervais “estão em desenvolvimento e recebendo tratos culturais”, com manejo dos ramos baixeiros e colheita em andamento. Segundo o levantamento, “os preços variam entre R$ 10,00 e R$ 16,00 por arroba de erva convencional, e entre R$ 12,00 e R$ 16,00 por arroba de erva orgânica”.

Em Erechim, a produtividade permanece dentro da média regional, alcançando cerca de 900 arrobas por hectare. Contudo, os produtores relatam descontentamento com os valores pagos pela indústria. De acordo com o informe, “os preços seguem desfavoráveis, em média R$ 14,00 por arroba na porta da indústria”, sem expectativa de melhora.

Na região de Passo Fundo, avançam as tratativas para o recebimento do certificado de registro da Indicação Geográfica (IG) Erva-mate Região de Machadinho, previsto para a segunda quinzena de novembro. O documento será entregue pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial à Associação dos Produtores de Erva-Mate de Machadinho, configurando a primeira IG do setor no Estado. A região também iniciou um programa de monitoramento da flutuação de insetos por meio de armadilhas instaladas em parceria com Apromate, Embrapa Florestas, Emater/RS-Ascar, prefeitura e Fundação Solidaridad. As exportações seguem em ritmo estável, e a compra de erva-mate cancheada destinada ao envelhecimento tem aumentado. Os preços repassados à indústria variam entre R$ 18,00 e R$ 20,00 por arroba, dependendo do tipo de produto.

Em Soledade, a cultura encontra-se em fase de brotação e início da floração, com condições climáticas consideradas propícias. O informativo destaca que os produtores já iniciaram o manejo preventivo contra broca-da-erva-mate e ampola-da-erva-mate. Embora a colheita prossiga, o período de brotação reduz a qualidade da erva destinada ao chimarrão. A comercialização permanece lenta, com valores entre R$ 6,00 e R$ 8,00 por arroba pagos aos tarefeiros, enquanto o preço ao produtor varia de R$ 14,00 a R$ 18,00 nas ervateiras.





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Produção de algodão em Minas cresce 57% até 2025



Proalminas fortalece a cadeia produtiva do algodão no estado



Foto: Canva

A Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa) informou que a produção mineira de algodão deverá alcançar 145,3 mil toneladas na safra de 2025, resultado que representa aumento de 57% em relação às 92,6 mil toneladas colhidas em 2018. Segundo o órgão, “a área plantada e a produtividade também acompanharam o movimento de alta”, chegando a 33 mil hectares e produtividade estimada em 4,38 toneladas por hectare.

O avanço é atribuído às ações do Programa Mineiro de Incentivo à Cultura do Algodão (Proalminas), desenvolvido pelo Governo de Minas em parceria com a Associação Mineira dos Produtores de Algodão (Amipa). A Seapa afirma que os números positivos “refletem as ações de fortalecimento do setor”.

Nesta quinta-feira (6/11), o governo estadual entregou certificados de participação a 34 indústrias que contribuíram para o desenvolvimento da cotonicultura em Minas Gerais. O reconhecimento, segundo a Seapa, reforça a articulação entre indústria e produtores.

De acordo com o órgão, o Proalminas “se transformou em uma importante ferramenta de incentivo a toda a cadeia produtiva de algodão e tecidos no estado”. O programa oferece benefício fiscal às indústrias que utilizam algodão produzido em Minas, reduzindo a carga tributária sobre o produto industrializado. Para os agricultores, a iniciativa amplia oportunidades de renda, facilita o escoamento da produção e promove acesso a capacitação e tecnologias aplicadas ao cultivo.





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Produtores de citros enfrentam pragas, mas safra avança



Preço da laranja sobe e produtividade se mantém



Foto: Canva

O Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (6) informou que os pomares de citros do Rio Grande do Sul apresentam avanço nas etapas de colheita e formação de frutos, com variações regionais no manejo e nos preços recebidos pelos produtores.

Na região administrativa de Caxias do Sul, a limpeza das flores já foi concluída na maior parte das propriedades. Segundo a Emater/RS-Ascar, há “adequado pegamento de frutos”, e as condições climáticas dos últimos dias contribuíram para o desenvolvimento das plantas. Produtores seguem com os tratamentos fitossanitários, e não foram registrados ataques severos de pragas ou doenças.

Em Erechim, a colheita de laranja foi intensificada, com aumento nos preços. A Emater/RS-Ascar informou que “ao produtor, a fruta destinada à indústria está em R$ 800,00 por tonelada, e a in natura, em R$ 1.000,00 por tonelada”. A produtividade média é de 35 toneladas por hectare.

Na região de Frederico Westphalen, a colheita da bergamota Montenegrina foi concluída, enquanto a da cultivar Murcott alcança 60% da área. A colheita de laranja Folha Murcha continua. Os citricultores realizam manejo preventivo contra cancro-cítrico, pinta-preta e larva-minadora, e os pomares destinados à próxima safra estão na fase de chumbinho. A Emater/RS-Ascar destacou que os produtores recebem entre R$ 700,00 e R$ 750,00 por tonelada para fruta destinada à indústria e de R$ 1.000,00 a R$ 1.100,00 para consumo in natura, cuja demanda permanece aquecida.

Em Passo Fundo, os pomares estão em fase de formação de frutos, e produtores relatam dificuldade para controlar mosca-branca e mosca-das-frutas. Os valores pagos variam entre R$ 0,70 e R$ 0,90 por quilo, conforme a qualidade. As variedades mais tardias apresentam coloração adequada.





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Falta de luz e chuvas afeta ritmo das forrageiras


O Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (6) aponta avanço no desenvolvimento das pastagens em diferentes regiões do Rio Grande do Sul, influenciado pelo regime de chuvas, pela luminosidade e pelas temperaturas registradas no período.

De acordo com o documento, “os campos nativos, especialmente os melhorados, estão na fase de rebrota”, o que permitiu a movimentação dos últimos lotes de bovinos mantidos em áreas de inverno e o aumento das lotações. As pastagens de aveia e azevém comum já estão na fase reprodutiva, enquanto o azevém tetraploide permanece em estágio vegetativo. As espécies de verão avançam na implantação, embora em algumas regiões a baixa luminosidade ou a falta de precipitações tenha “limitado o crescimento inicial e prolongado o vazio forrageiro”. Segundo o informativo, produtores também “realizaram a fenação e a confecção de silagem” para formar reservas estratégicas.

Na região administrativa de Bagé, as chuvas regulares favoreceram a semeadura em propriedades com manejo escalonado. Poucas áreas de milheto, sorgo forrageiro e capim-sudão atingiram porte para início do pastejo. Em Itaqui, as pastagens perenes receberam os primeiros animais e apresentam potencial de oferta de forragem. Já na Campanha, as chuvas escassas prejudicaram o desenvolvimento inicial, atrasando a adubação nitrogenada de cobertura. Em Hulha Negra e Aceguá, segue a produção de feno em pastagens de trevo.

Na região de Caxias do Sul, o aumento da luminosidade, da temperatura e da umidade do solo contribuiu para o avanço das forrageiras, ampliando a oferta de alimento. As áreas de aveia já permitem pastejo, principalmente em sistemas de integração lavoura-pecuária. Muitas pastagens de inverno foram dessecadas para incorporação ao solo como adubação verde destinada aos cereais de verão. As espécies perenes, como o tifton, registram crescimento considerado adequado.

Em Ijuí, o trigo destinado ao pastoreio apresenta bom potencial produtivo. O informativo aponta que o sorgo forrageiro e o milheto têm crescimento mais lento que no ano anterior, enquanto o capim-sudão mantém desempenho satisfatório. Em Passo Fundo, a nebulosidade reduziu a luminosidade e desacelerou o desenvolvimento das forrageiras, sem causar limitações graves.

Na região de Pelotas, as pastagens anuais de verão se desenvolveram dentro da normalidade, mas a baixa umidade do solo dificultou a semeadura e ampliou o vazio forrageiro. Em Santa Maria, as pastagens sofreram atrasos ou perdas devido às baixas temperaturas e às geadas recentes. Em Júlio de Castilhos, intensificou-se a colheita de cereais de inverno para ensilagem.

Em Santa Rosa, a alternância entre sol e nebulosidade, somada à boa umidade do solo, favoreceu o crescimento das espécies forrageiras. A menor incidência solar, no entanto, “reduziu temporariamente o ritmo de crescimento das plantas”. Em Soledade, as chuvas estimularam a rebrota das pastagens perenes e a retomada da semeadura das espécies de verão, embora a produção de massa seca ainda esteja abaixo do pleno. Os pastejos foram iniciados apenas em áreas semeadas precocemente.





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Tecnologia pode salvar o que está nos silos



“A maioria desses incêndios não começa com uma fagulha externa”


“A maioria desses incêndios não começa com uma fagulha externa"
“A maioria desses incêndios não começa com uma fagulha externa” – Foto: Leonardo Gottems

Em 2025, uma sequência de incêndios em silos graneleiros acendeu um alerta no agronegócio brasileiro. No Rio Grande do Sul, ao menos três ocorrências de grande porte foram registradas neste ano. A mais recente, em Arroio Grande, destruiu um dos silos da Cotribá no início de outubro, com prejuízo superior a R$ 1 milhão entre grãos perdidos e estrutura danificada.

Segundo o Corpo de Bombeiros, os sinistros podem ter sido provocados por combustão espontânea, um fenômeno que começa dentro da própria massa de grãos e se agrava por falhas de manejo, aeração inadequada e ausência de monitoramento contínuo. O processo se inicia com grãos úmidos ou mal limpos, que alimentam microrganismos e geram calor. Sem ventilação suficiente, a temperatura interna aumenta até atingir níveis críticos, resultando na autocombustão.

“A maioria desses incêndios não começa com uma fagulha externa. É o resultado de um processo lento de autoaquecimento, causado por manejo inadequado, falhas na aeração ou ausência de monitoramento preciso”, explica Everton Rorato, diretor comercial da PCE Engenharia, especializada em automação de armazenagem de grãos.

Especialistas apontam que a origem do problema está, em grande parte, na operação manual e em sistemas de termometria ultrapassados. O uso de tecnologia automatizada para monitorar temperatura e acionar ventiladores pode detectar irregularidades antes que se tornem irreversíveis. A automação, além de prevenir perdas e acidentes, garante maior segurança e preserva a rentabilidade das estruturas de armazenagem. “A tecnologia que evita o fogo também protege o lucro. Ignorar isso, hoje, é o verdadeiro risco’, conclui.

 





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Ciclone atinge o Sul com ventos acima de 100 km/h; frente fria avança pelo país



Um ciclone extratropical avança sobre o Sul do Brasil provocando temporais, ventos fortes e queda de granizo em cidades do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. O fenômeno também deve provocar chuva intensa e rajadas de vento em parte do Sudeste e Centro-Oeste nas próximas horas.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

De acordo com o meteorologista Arthur Müller, o sistema está em processo de ciclogênese ou seja, em formação, e deve se deslocar em direção ao oceano, formando uma frente fria que levará instabilidade a outros estados.

A partir desta noite, os temporais se estendem para o norte do Paraná, interior de São Paulo e Mato Grosso do Sul. A chuva chega à capital paulista na manhã deste sábado (8), com rajadas intensas e possibilidade de queda granizo.

Segundo Müller, áreas do oeste do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e do sul do Paraná já registraram rajadas de vento que ultrapassaram 100 km/h.

Chuva volumosa e risco de transtornos

Os acumulados de chuva passam de 100 milímetros em 12 horas em municípios como Soledade (RS). O volume deve diminuir no estado a partir de amanhã, mas segue intenso até o final da noite desta sexta-feira. No sábado, os temporais mais fortes se concentram em São Paulo, sul de Minas Gerais e Mato Grosso do Sul.

Avanço da frente fria

No domingo (9), a frente fria avança e empurra a chuva para o Espírito Santo, norte de Minas e sul da Bahia, enquanto o tempo volta a ficar firme no Sul, em São Paulo e no Mato Grosso do Sul. Nesses novos estados, os temporais não devem ser tão intensos quanto os registrados entre quinta e sexta-feira, mas ainda exigem cautela.

Na capital paulista, a previsão indica temporais no sábado, com máxima de 26°C. No domingo, a chuva deve ser mais passageira, e na segunda-feira as temperaturas caem, com mínima de 14°C e máxima de 23°C.



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Trump se irrita com preço da carne bovina e manda investigar frigoríficos nos EUA



O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou, nesta sexta-feira (7), que solicitou ao Departamento de Justiça a abertura imediata de uma investigação contra frigoríficos norte-americanos. Segundo ele, as empresas estariam elevando artificialmente o preço da carne bovina por meio de conluio, fixação e manipulação de preços.

Trump afirmou que o valor do gado vivo vem caindo, enquanto a carne embalada segue mais cara, o que, segundo ele, indicaria “algo suspeito” no mercado. Ele prometeu punição caso sejam comprovadas irregularidades. A Procuradora-Geral dos EUA, Pamela Bondi, informou que a apuração já está em andamento.

A relação com os pecuaristas se deteriorou desde outubro, quando Trump sugeriu aumentar a importação de carne argentina para reduzir preços internos, que atingiram níveis recordes. Produtores criticaram a proposta, argumentando que a medida prejudicaria o setor, que enfrenta forte demanda e margens elevadas.

Política tarifária e defesa do setor

Trump afirmou em sua rede social que “os pecuaristas, que eu amo, não entendem que a única razão pela qual estão indo bem, pela primeira vez em décadas, é porque eu impus tarifas sobre o gado que entra nos EUA, incluindo uma tarifa de 50% sobre o Brasil”.

Oferta de gado nos EUA

O fornecimento doméstico de gado está apertado. Os rebanhos atingiram o menor nível em quase 75 anos, após anos de seca que reduziram pastagens e elevaram os custos de alimentação.

Importações e impacto internacional

A situação se agravou com a suspensão da maior parte das importações de gado mexicano, devido ao risco de disseminação da bicheira-do-Novo-Mundo, e com a tarifa de 50% aplicada sobre produtos brasileiros desde agosto. O Brasil é o principal fornecedor de carne usada pela indústria de hambúrguer nos EUA.

Com informações do G1.



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Mercado do boi gordo fecha a semana com cautela e atenção às exportações para a China



O mercado físico do boi gordo terminou a semana com forte cautela. Nesta sexta-feira (7), frigoríficos reduziram ou suspenderam compras diante do temor de novas medidas da China, principal destino da carne bovina brasileira.

Rumores sobre a presença de Fluazuron em cargas do Brasil e possíveis salvaguardas contra importações seguem pesando sobre o setor, segundo avaliação do analista Fernando Henrique Iglesias, da Safras & Mercado.

Números do boi gordo no fechamento

  • São Paulo: R$ 324,67 a prazo
  • Goiás: R$ 315,71
  • Minas Gerais: R$ 310,88
  • Mato Grosso do Sul: R$ 331,02
  • Mato Grosso: R$ 306,69

Mercado atacadista

Os preços seguem firmes no atacado e ainda apontam para alta no curto prazo. O consumo costuma ganhar força no último bimestre, impulsionado por décimo terceiro salário, contratações temporárias e maior demanda típica de fim de ano.

  • Quarto traseiro: R$ 25,00 por quilo
  • Quarto dianteiro: R$ 18,75 por quilo
  • Ponta de agulha: R$ 17,75 por quilo

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,24%, negociado a R$ 5,3351 para venda e a R$ 5,3331 para compra.

Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,3330 e
a máxima de R$ 5,3655. Na semana, a moeda teve desvalorização de 0,83%.



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Preço do boi gordo registra leve alta na maioria dos estados, aponta Datagro



O Indicador do Boi Gordo da Datagro registrou estabilidade com tendência de alta no fechamento da semana encerrada em 7 de novembro de 2025. A maior valorização foi observada em Goiás, que avançou mais de 2% na cotação da arroba.

Na avaliação dos principais estados produtores, São Paulo e Mato Grosso do Sul lideraram as médias mais elevadas, com preços acima de R$ 322 por arroba, refletindo uma oferta controlada e o aumento da demanda dos frigoríficos.

Confira os detalhes:

Números da semana

Em São Paulo, a arroba fechou em R$ 319,26 na segunda-feira, subiu para R$ 322,73 na quinta-feira e terminou a semana em R$ 322,96 nesta sexta-feira (7).

Já na Bahia, o preço iniciou a semana em R$ 305,59, passou para R$ 311,26 na quinta e fechou em R$ 306,92 hoje (7).

No estado de Goiás, a arroba começou a semana em R$ 307,88, avançou para R$ 314,21 na quinta e encerrou em R$ 315,77.

Em Minas Gerais, o valor foi de R$ 305,39 na segunda-feira, R$ 311,69 na quinta e R$ 312,76 .

Já em Mato Grosso do Sul, a semana começou com R$ 320,52, subiu para R$ 323,04 na quinta e terminou em R$ 322,11.

Em Mato Grosso, a arroba estava em R$ 304,71 na segunda-feira, subiu para R$ 309,74 na quinta e fechou em R$ 308,20.

No Pará, o preço iniciou em R$ 302,00, passou para R$ 304,81 na quinta e terminou em R$ 304,15.

Em Rondônia, a semana começou com R$ 288,26, seguiu com R$ 288,35 na quinta e encerrou em R$ 289,67 na sexta-feira.

Por fim, no estado de Tocantins, a arroba estava em R$ 304,46 na segunda-feira, R$ 304,47 na quinta e encerrou a semana em R$ 305,13.

Números finais do boi gordo por região:

  • São Paulo: R$ 322,96
  • Bahia: fechou em R$ 306,92
  • Goiás: fechou em R$ 315,77
  • Minas Gerais: fechou em R$ 312,76
  • Mato Grosso do Sul: cotação de R$ 322,11
  • Mato Grosso: preço ficou em R$ 308,20
  • Pará: encerrou a R$ 304,15
  • Rondônia: menor cotação, com o valor de R$ 289,67
  • Tocantins: fechou a R$ 305,13



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